WASHINGTON - As pacatas férias do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, na ilha de Martha's Vineyard, foram perturbadas nesta terça-feira pelos resultados da nova pesquisa de opinião Reuters/Ipsos. Pela primeira vez, a maioria dos entrevistados, 52%, desaprovou o desempenho de Obama na Presidência; apenas 45% lhe deram uma nota positiva - o menor índice registrado até agora (48% no mês passado). Em janeiro de 2009, o índice de aprovação do recém-eleito presidente atingia um confortável percentual de 69%. Desde janeiro deste ano, no entanto, a popularidade do titular da Casa Branca está em queda do simbólico patamar de 50%.
Outros dados da sondagem também deverão servir de reflexão para o presidente durante seus dias de descanso insular. Entre as pessoas ouvidas, 92% manifestaram inquietação com o atual índice de 9,5% de desemprego, e 72% se disseram extremamente preocupadas com o desemprego em geral no país. Outros 67% igualmente expressaram sua extrema preocupação com os atuais gastos do governo - 54% consideram mais importante reduzir o déficit público, e 43% priorizam o corte de impostos para todos os americanos. Na avaliação geral, 62% apontaram que o país está no rumo equivocado.
Em relação às eleições legislativas de 2 de novembro, 46% dos eleitores registrados disseram que votariam no Partido Republicano, e 45% escolheriam candidatos democratas. Entre o total de entrevistados, o partido do governo supera por pouco a oposição: 45% a 43%. O Partido Democrata, no entanto, perdeu 10% da importante vantagem que possuía na pesquisa de fevereiro último.
Como consolo ao presidente, sobre o mau funcionamento da política em Washington a pesquisa apontou um maior número de queixas aos republicanos (36%) do que aos democratas (28%). A sondagem Reuters/Ipsos, de margem de erro de 3 pontos percentuais, ouviu 1.063 adultos entre 19 e 22 de agosto
Outros dados da sondagem também deverão servir de reflexão para o presidente durante seus dias de descanso insular. Entre as pessoas ouvidas, 92% manifestaram inquietação com o atual índice de 9,5% de desemprego, e 72% se disseram extremamente preocupadas com o desemprego em geral no país. Outros 67% igualmente expressaram sua extrema preocupação com os atuais gastos do governo - 54% consideram mais importante reduzir o déficit público, e 43% priorizam o corte de impostos para todos os americanos. Na avaliação geral, 62% apontaram que o país está no rumo equivocado.
Em relação às eleições legislativas de 2 de novembro, 46% dos eleitores registrados disseram que votariam no Partido Republicano, e 45% escolheriam candidatos democratas. Entre o total de entrevistados, o partido do governo supera por pouco a oposição: 45% a 43%. O Partido Democrata, no entanto, perdeu 10% da importante vantagem que possuía na pesquisa de fevereiro último.
Como consolo ao presidente, sobre o mau funcionamento da política em Washington a pesquisa apontou um maior número de queixas aos republicanos (36%) do que aos democratas (28%). A sondagem Reuters/Ipsos, de margem de erro de 3 pontos percentuais, ouviu 1.063 adultos entre 19 e 22 de agosto