Tucanos temem que nascimento do neto de Dilma, previsto para setembro, humanize a candidata e ajude-a a ganhar mais votos.
(Vai ver ateh que bebe foi planejado)
BRASÍLIA - Além do efeito da presença do presidente Lula na campanha da petista Dilma Rousseff, a cúpula do PSDB passou a se preocupar nos últimos dias com o chamado "fator vovó". Isso porque no início de setembro deverá nascer Gabriel, o primeiro neto de Dilma. Os tucanos reconhecem que isso vai humanizar muito a candidata com fama de durona e deverá ser uma arma poderosa da campanha. ( Leia também: No rádio, programa de Dilma destaca liderança em pesquisas e alfineta Serra )
Na campanha petista, o fato é considerado como um trunfo casual da candidata. E que por isso mesmo, deve ser usado na dose certa: nem esconder o bebê e nem explorar demais o episódio. Segundo um coordenador de campanha, o fato não deverá ser usado no programa eleitoral gratuito para não expor a família da candidata. Mas naturalmente, Dilma vai exercer integralmente o papel de avó.
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Essa é uma circunstância que nenhum marqueteiro previa
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.Ela já avisou para o comando da campanha petista que quando a filha tiver em trabalho de parto, a procuradora do trabalho no Rio Grande do Sul Paula Rousseff Araújo, ela largará a campanha e ficará o tempo que for necessário em Porto Alegre. Segundo aliados, Dilma só se refere a filha Paula como "meu bebê". A expectativa é que só o noticiário televisivo será suficiente para humanizar a candidata.
(Vai ver ateh que bebe foi planejado)
BRASÍLIA - Além do efeito da presença do presidente Lula na campanha da petista Dilma Rousseff, a cúpula do PSDB passou a se preocupar nos últimos dias com o chamado "fator vovó". Isso porque no início de setembro deverá nascer Gabriel, o primeiro neto de Dilma. Os tucanos reconhecem que isso vai humanizar muito a candidata com fama de durona e deverá ser uma arma poderosa da campanha. ( Leia também: No rádio, programa de Dilma destaca liderança em pesquisas e alfineta Serra )
Na campanha petista, o fato é considerado como um trunfo casual da candidata. E que por isso mesmo, deve ser usado na dose certa: nem esconder o bebê e nem explorar demais o episódio. Segundo um coordenador de campanha, o fato não deverá ser usado no programa eleitoral gratuito para não expor a família da candidata. Mas naturalmente, Dilma vai exercer integralmente o papel de avó.
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Essa é uma circunstância que nenhum marqueteiro previa
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.Ela já avisou para o comando da campanha petista que quando a filha tiver em trabalho de parto, a procuradora do trabalho no Rio Grande do Sul Paula Rousseff Araújo, ela largará a campanha e ficará o tempo que for necessário em Porto Alegre. Segundo aliados, Dilma só se refere a filha Paula como "meu bebê". A expectativa é que só o noticiário televisivo será suficiente para humanizar a candidata.