Os que pensam assim como o autor do tópico e/ou outros que postaram aí em cima simulam o escopo da direita brasileira. É a maioria burra. Os indecisos, os pensativos, os "filosofistas", os pusilânimes. Os que ainda "estão pensando em quem votar". Os hipócritas, os sensíveis, os "sem causa". Esse é o retrato da direita brasileira.
Tenho certeza de que a maioria dos membros da comunidade jamais pegaria em armas para defender o país. Afinal nós odiamos o Brasil! Não é mesmo? Para quê defendê-lo? O nosso trabalho é ultrajar, esculhambar, massacrar, avacalhar o país, o governo e suas instituições. Quantos da comunidade já pegaram em uma arma de fogo? A maior parte correria desta se fosse necessário apanhar a uma.
Então eu leio: "esse serra não faz nada!", "o índio não faz nada", "o PFL não faz nada!", "os empresários não fazem nada!", "ninguém faz nada!". Oras, fazer o quê? E para quem? Para nós? Quem é a direita deste país? Eu achei que fôssemos nós.
O que estamos esperando que façam "eles", os "outros" para nós se nós próprios estamos indecisos quanto ao futuro? Quanto à quem apoiar? E aqui eu discordo integralmente do Olavo do Carvalho.
Hoje em dia, em que informações cruzam em segundos o globo, em que pesquisas eleitorais decisivas são feitas três a quatro vezes por semana, não são mais os candidatos que buscam ao povo, mas são as pessoas que buscam o candidato que lhe apetece. E o povo não está buscando à nós. Porquê? Porque o povo busca quem sorri para ele. E se nós mesmos não acreditamos em nossos candidatos, a quem é que estamos tentando convencer?
Não acreditamos nem na vontade de vencer dos nossos próprios candidatos. E os nossos mal botam fé na gente, e isso é recíproco.
Penso que a Bastilha não foi derrubada por duas dúzias de pensadores com a bunda sentada atrás de uma mesa postando um link atrás do outro e reclamando da vida e do país. E o problema não é reclamar da vida ou do Brasil. O problema é ficar parado reclamando e acreditar que algum dia a "direita" vai resolver isso pra você.
110 ENCONTRO NACIONAL DE OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO - 11º ENOREx
DECLARAÇÃO DE BRASÍLIA
Os signatários deste documento, presidentes das Associações que congregam
Oficiais da Reserva do Exército Brasileiro filiadas ao Conselho Nacional de
Oficiais R/2 do Brasil (CNOR), ou seus representantes legais, reunidos na
cidade de Brasília, Distrito Federal, no período de 13 a 17 de outubro de
2009, por ocasião do Encontro Nacional de Oficiais da Reserva do Exército -
ENOREx - promovido pela Associação dos Oficiais da Reserva do Exército do
Distrito Federal - AORE Planalto – unidos e coesos, lavram, reiteram e
subscrevem como compromisso de honra perante a Nação brasileira, a presente
declaração de intenções, posicionamentos e conceitos, sob a forma desta
DECLARAÇÃO DE BRASÍLIA.
PROCLAMAM ser o território brasileiro uno, indivisível e intocável, e se
declaram, como Reserva do Exército, dispostos a assim mantê-lo e defendê-lo
- e às suas riquezas - ombro a ombro com os integrantes da Ativa das Forças
Armadas do Brasil, se necessário, e em qualquer circunstância, para garantia
dos poderes constitucionais, da lei, da ordem e da soberania do Estado
Brasileiro.
DECLARAM, como membros de uma Reserva Ativa, Atenta e Forte, aglutinados nas
Associações de Oficiais R/2 do país, tendo como órgão central o Conselho
Nacional de Oficiais R/2 do Brasil, que se dispõem, como formadores de
opinião, a ser o elo entre as Forças Armadas e os demais segmentos da
sociedade brasileira.
INFORMAM que atuarão como verdadeiros embaixadores do Exército no meio
civil, exercendo suas ocupações com probidade, dignidade, lealdade, ética,
zelo, responsabilidade, decoro, boa ordem, disciplina e exata noção do
cumprimento do dever, tendo como fulcro os princípios, valores e atributos
praticados nas Forças Armadas do Brasil.
REJEITAM a expressão “sociedade civil”, algumas vezes usada maldosamente
para discriminar os militares, a eles se referindo como se não fossem partes
vivas, ativas, atuantes e valorosas de uma sociedade a que todos nós
pertencemos. É imperativo reconhecer que as Forças Armadas e os demais
segmentos da população constituem, harmônica e indiscriminadamente, a
sociedade nacional brasileira.
MANIFESTAM insatisfação pelos desmandos e ineficácia de muitos setores da
administração pública no País, em especial a negligência com os programas
estratégicos de pesquisa científica e desenvolvimento tecnológico, do
preparo da base mínima de defesa, da saúde pública, da educação, do
saneamento básico, dos transportes, da segurança pública, da produção e
distribuição de energia.
DEFENDEM a exploração direta da atividade econômica pelo Estado, prevista no
art. 173 da Constituição Federal, com a implantação, apoio e regulação de
empresas estratégicas, que operem em setores de auto-suficiência,
mobilização, defesa e segurança do Estado, ou de relevante interesse
coletivo, como material bélico, de uso nuclear, de navegação, de
comunicação, de missilística, de tecnologia de vôo fly by wire, de controle
de bens sensíveis e armas químicas/biológicas e de empreendimentos em que o
Estado é o seu único cliente. Tais atividades compreendem o cotidiano da
pesquisa, do desenvolvimento científico e tecnológico e a experimentação
científica. É importante ressaltar que o setor é de fundamental importância,
já que, nesses segmentos, os “lucros” esperados são a soberania nacional, o
aumento no poder de dissuasão, a capacidade do Estado de se mobilizar e
suprir-se a qualquer tempo, livre de salvaguardas internacionais ou de
embargos estrangeiros sempre reticentes e condicionais.
PROTESTAM contra a corrupção incontida que grassa em vários escalões do
poderes constituídos do Estado Brasileiro, sob a égide nefasta da
impunidade, com a conivência e o descaso de maus brasileiros. A sociedade
assiste aturdida, decepcionada e indefesa, aos procedimentos indecorosos,
antiéticos, imorais, e não raro delituosos, de muitas autoridades que têm o
dever de não errar, mas que, apesar de flagrados e denunciados em atos
ilícitos, permanecem impunes. Merecem o nosso repúdio e, jamais, o nosso
voto.
CLAMAM contra a obsolescência dos equipamentos e armamentos da Força
Terrestre Brasileira. Nosso país não pode ficar à mercê de maus governantes
que ignoram - em algumas situações, propositadamente - que às Forças Armadas
cabe a responsabilidade constitucional de defender a Pátria, garantir os
poderes constitucionais, a lei e a ordem. Tão importantes e complexas
atribuições, exigem que as autoridades forneçam os MEIOS necessários à
existência e manutenção de forças adequadamente equipadas e adestradas, a
altura da grandiosidade do país. Exércitos não se improvisam. Nossas Forças
Armadas, para atingir a eficácia no cumprimento de suas missões, necessitam
de recursos muito maiores do que os minguados 2% do PIB que atualmente lhes
são destinados. A expressão do poder militar brasileiro, cuja repercussão
dissuasória precisa ser inquestionável, pressupõe investimentos expressivos
em pesquisa e desenvolvimento de tecnologia nacional na área de material
militar, a exemplo do desenvolvimento da família de veículos blindados de
transporte sobre rodas VBTP, cujo protótipo será testado pelo Exército no 2º
semestre de 2010, aliados a um programa permanente de aquisição, no mercado
externo, de equipamentos atualizados. A história registra o infortúnio
vivenciado por algumas nações, em consequência da omissão e do descaso com
suas forças armadas. É oportuno lembrar que todos possuem Exércitos: o seu
ou o do invasor.
RECONHECEM a necessidade de prover a Marinha do Brasil de meios adequados e
suficientes para o cumprimento de suas missões. A defesa do extenso litoral
brasileiro e da nossa já cobiçada “Amazônia Azul”, exige a presença de uma
poderosa esquadra, compatível com a grandiosidade de suas atribuições. O
Poder Naval brasileiro, como fator dissuasório, será de fundamental
importância nas próximas décadas, assegurando a defesa do nosso espaço e
riquezas marítimas. Também a presença de submarinos nucleares em nossa frota
será vital para que o país detenha o controle e mantenha o domínio do mar
territorial brasileiro. Por outro lado, é inconcebível que a legislação
ainda não estenda à Força Naval, em operações ribeirinhas, o poder de
polícia que o Exército detém nas fronteiras. É um absurdo constatar que as
patrulhas fluviais da Marinha não possam atuar sem a presença de autoridades
policiais, mesmo em presença de flagrantes de cometimento de ilícitos
penais.
APONTAM para a urgência em dotar a Força Aérea Brasileira de aeronaves e
equipamentos capazes de assegurar o controle e o efetivo domínio de nosso
espaço aéreo. A aviação de caça brasileira não pode, sob pena de cometimento
de crime de lesa pátria, ficar refém de interesses e injunções políticas. A
decisão técnica da Aeronáutica sobre a matéria deve ser acatada como
conclusiva e definitiva, diante dos imensos prejuízos operacionais e
financeiros que uma decisão equivocada traria para a defesa e os interesses
nacionais. Por outro lado, a nossa atual frota de aeronaves de transporte,
reduzida, sucatada e obsoleta, somente cumpre as missões que lhe são
atribuídas graças ao esforço, competência e dedicação das equipes de vôo e
manutenção. A indústria aeronáutica brasileira, reconhecida
internacionalmente por sua eficácia, tem condições de fornecer a Força
Aérea, em médio prazo, aeronaves de transporte modernas, capazes de atender
às suas necessidades, inclusive no apoio ao Exército e à Marinha.
Devemos
lembrar que a Força Terrestre, cuja mobilidade é fundamental para o
cumprimento de suas missões, necessita de transporte aéreo rápido, seguro e
eficiente para o deslocamento de suas tropas - até mesmo no nível Brigada -
para qualquer parte do nosso território, onde se façam necessárias. Já os
sistemas de proteção e vigilância da Amazônia - SIPAM E SIVAM - cuja
eficácia depende da destinação de recursos compatíveis com a sua importância
para a defesa e incolumidade do espaço aéreo, devem se prioritários,
inclusive com investimentos em pesquisa e desenvolvimento tecnológico de
radares e equipamentos de comunicação de última geração.
DESAPROVAM os gastos públicos com a absurda “dívida da União” com os
chamados anistiados políticos, supostos militantes de esquerda derrotados em
suas investidas contra os governos militares, a partir de 1964. Tais
indenizações, que já superam R$ 2 bilhões, na maioria dos casos não resistem
às mais elementares justificativas quanto à sua motivação. Ao reverso, se
assemelham muito mais a uma verdadeira “premiação” pelas sangrentas
atividades desenvolvidas por integrantes de organizações clandestinas, cujo
principal objetivo era a implantação no Brasil de um governo comunista, ao
estilo da ditadura cubana. Ironicamente, o vencedor indulgente – nossas
Forças Armadas - é exposto sempre como algoz. Essa prodigalidade milionária
e unilateral é reprovada até mesmo por setores da esquerda brasileira, não
coniventes com o verdadeiro assalto aos cofres público promovidos pela
Comissão de Anistia, do Ministério da Justiça.
REITERAM a relevância de uma maior presença das nossas Forças Armadas na
Amazônia brasileira. Proclamam a necessidade de incrementar ações que
proporcionem a formação de pólos que irradiem, a partir das unidades
militares, o desenvolvimento das possibilidades econômicas e da realidade
local. É imperativo denunciar e frustrar as tentativas de sujeitar a
Amazônia brasileira à “soberania relativa” ou de internacionalizá-la.
> >> Urge responsabilizar os falsos “especialistas” que atestaram e
reconheceram, nela, como sendo “nações” indígenas, grupos que muitas vezes
rejeitam a nacionalidade brasileira e que, seduzidos por mercenários, em sua
maioria integrantes de ONGs que atuam na região, reivindicam a autonomia de
imensos espaços territoriais, onde nada produzem, interessados, apenas, na
nossa imensa biodiversidade e nos vastos recursos econômicos ali existentes.
O povo brasileiro precisa conhecer as verdadeiras intenções de muitos dos
grupos nacionais e internacionais que atuam livremente na Amazônia
Brasileira, aliciando a população, especialmente a indígena, através de
idéias separatistas, geralmente mal disfarçadas em ajuda humanitária ou
trabalho religioso. O episódio da Raposa Serra do Sol, área que pela ação de
maus brasileiros pode ser hoje classificada como de “soberania relativa”
para o Brasil, deve servir de exemplo quanto à realidade das ameaças que
pairam sobre a nossa Amazônia.
RECORDAM a existência no subsolo brasileiro de um dos maiores reservatórios
de água subterrânea do planeta, o pouco conhecido Aqüífero Guarani,
obviamente uma reserva estratégica, situada na área econômica do Mercosul,
com uma superfície de quase 1,2 milhões de km²,estendida pela Argentina,
Brasil, Paraguai e Uruguai. A maior parte da área do Aqüífero Guarani está
situada no Brasil, com 840 mil km², espalhando-se pelo subsolo de oito
Estados: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, São Paulo,
Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, num total de 70,2 % da área
total do aquífero.
O Aqüífero Guarani está inserido na Bacia Geológica
Sedimentar do Paraná, e constitui a principal reserva de água subterrânea da
América do Sul, com um volume estimado de 46 mil km³. Sob o pretexto da
proteção ambiental, a existência desse manancial foi levada à mesa do Banco
Mundial, onde estão sendo feitos estudos para melhor conhecer esses recursos
e para o estabelecimento de parâmetros regulatórios, que sejam geridos pelos
quatro países principais interessados. As reuniões desse grupo são pouco
divulgadas e é imperativo exigir-lhes transparência, a fim de que não
sejamos surpreendidos por uma legislação contrária aos interesses
brasileiros, já que a maior parte do território do Aqüífero Guarani
encontra-se em nosso país.
SUSTENTAM que o indigenismo e a política indigenista não devem ser atrelados
a componentes ideológicos e que a integração dos silvícolas, que são
brasileiros natos, deve ser recolocada na competência constitucional da
União, de onde foi subtraída ante a pressão da Igreja, da militância
ideológica infiltrada na administração pública e das auto-intituladas
organizações representativas da sociedade civil, a serviço do ativismo
mercenário, que atuam como inimigos do desenvolvimento nacional.
CONSIDERAM que a saúde pública, que deveria ser preventiva, nem chega a ser
curativa. A saúde no Brasil está abandonada, aparentemente em conseqüência
da rejeição do Congresso Nacional em aprovar a nova CPMF. A maior parte da
população não é atendida pelo inoperante sistema de saúde pública e não tem
condições de arcar com os escorchantes planos de saúde privados. Hospitais em greve, corrupção administrativa,
clínicas sem médicos, equipamentos defeituosos, falta de medicamentos,
ambulâncias inexistentes ou inoperantes, centros cirúrgicos desativados,
esse é o quadro do desmando noticiado diariamente, sem que ninguém seja
responsabilizado. De há muito que a saúde do brasileiro não é prioridade
para os governantes.
LAMENTAM que a Educação e o Ensino não contemplem a formação de inteligência
e que os ensinos fundamental e médio sejam ministrados sem compromissos com
a compreensão dos conteúdos programáticos, o que resulta numa educação
desuniforme da juventude, não lhes dando consciência de valores cívicos e
morais, não dignificando o trabalho como fator de desenvolvimento pessoal e
profissional. Tal consciência cívica se fundamenta no reconhecimento da
igualdade das pessoas – jurídica e social - e configura a expressão máxima
da cidadania, sem qualquer discriminação. Urge valorizar o magistério,
retirar os componentes ideológicos do processo, reeditar a normalista e o
ensino normal, arejar o sistema, eleger prioridades claras, objetivas e
conseqüentes, e, principalmente, despertar o civismo nos jovens, sob pena
de não o fazendo, comprometer o futuro na nacionalidade. Por outro lado, a
Universidade, sob a proteção da autonomia universitária absoluta, permanece
circunscrita às faculdades que agrupa, sem a necessária interação com o
sistema. As escolas, voltadas para a meta da graduação profissional liberal,
descuram da pesquisa e desenvolvimento de idéias, de novas teorias,
materiais e utilidades, de novos conceitos, de diferentes caminhos da
inteligência e têm, no vestibular, um negócio e um gargalo em que a memória
e a técnica prevalecem sobre a inteligência, o conhecimento e o raciocínio,
se afastando, por conseguinte, das características dos centros de
excelência. É necessário estimular e apoiar a parceria das universidades com
o sistema produtivo, proporcionando melhores condições para o
desenvolvimento econômico.
CRITICAM o abandono do setor elétrico no país: estamos de volta à escuridão.
Em 2005, no VII ENCONTRO NACIONAL DE OFICIAIS DA RESERVA DO
EXÉRCITO, a Declaração de Porto Alegre já previa uma possível carência de
energia elétrica em 2010 e apontava a necessidade de se ampliar a potência
instalada, pois desde 2001 nenhuma nova usina iniciara operação no País.
Interesses não revelados servem-se da burocracia para postergar a construção
de hidroelétricas: estudos ambientais, relatórios de impacto ambiental,
licenciamento, proteção da fauna, direitos indígenas e marcos regulatórios,
são alguns dos artifícios que embaraçam essas obras. Mas, na verdade, elas
não prosperam pela omissão e ineficiência da administração pública ATENTAM
para a necessidade de reordenamento dos programas de uso de fontes
alternativas de energia, em especial as de origem renovável, nuclear, solar,
e eólica. Os projetos e as obras das novas usinas nucleares em Angra dos
Reis foram postergados a pretexto de preservar o meio ambiente e para
“garantia” da incolumidade das populações locais contra o risco de acidente
nuclear, ante os receios nacionais - de “representantes da sociedade civil
organizada” - e internacionais (ONGs), de que o sistema não seria confiável.
Por outro lado, o preço do álcool continua equivocadamente atrelado ao da
gasolina, o que não conduz à economia de gasolina e, ao mesmo tempo, retira
a vantagem do consumo do álcool. Via de conseqüência, o suprimento do
mercado interno não tem precedência sobre a exportação, sendo refém da
conveniência do mercado internacional. Além disso, o álcool concorre com o
combustível produzido pela Petrobrás. Quanto a outras fontes de energia -
solar e eólica – continuam ignoradas pelas autoridades governamentais.
DENUNCIAM as “alianças bolivarianas”, que estão em pleno desenvolvimento na região, e que certamente irão deteriorar a secular boa vizinhança sul-americana. É inaceitável que o governo do Brasil tenha sido seduzido pelas aventuras ideológicas antidemocráticas implantadas em alguns países do continente, reconhecido como legítimos movimentos terroristas como as FARC, adotado postura flagrantemente ideológica no tratamento de questões de extradição de criminosos e refugiados políticos, prejudicado os interesses nacionais nos episódios do gás boliviano, da Petrobrás na Venezuela e da
energia elétrica de Itaipu com o Paraguai e afrontado a nossa histórica política externa de não-intervenção, ao se imiscuir em assuntos internos de outras nações, abrigando na embaixada brasileira durante meses – sem a condição de asilado político - o ex-presidente de Honduras, deposto por decisão da Suprema Corte daquele país.
CONFIAM no valor, no espírito cívico e na capacidade de superação do povo brasileiro neste ano de 2010, quando as urnas deverão indicar os futuros governantes da nação. Num passado recente, os militares devolveram à sociedade um país democrático, desenvolvido e pacificado. Todos, inclusive os que tentaram implantar em nosso país um regime totalitário esquerdista inspirado na sanguinária ditadura cubana, se beneficiaram da Lei da Anistia.
A democracia legada pelos militares possibilitou que os brasileiros, indiscriminadamente, participassem do processo eleitoral e atingissem os mais altos postos da nação. A sociedade aguarda, pacífica e ordeira, a decisão soberana das urnas. Mas, nós da Reserva Atenta e Forte estaremos prontos para, se for o caso, pugnar contra eventuais tentativas de desvios de rumos objetivando o rompimento da normalidade jurídico-institucional do país.
15 - ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA DO EXÉRCITO - AORE/BELÉM
Presidente: 2º Ten R/2 Inf Túlio Roberto Cei
PELAS ENTIDADES COLABORADORAS
1 - CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE TIRO DEFENSIVO - CBTD
Presidente: 1° Ten R/2 Inf Sérgio Marcos Bitencourt Silveira
2 - CREDIÁRIO E CONSULTORIA LTDA
Presidente: 1º Ten R/2 Eng Moacir Carlos Muzzi Machado
_.___
LAURO PASTOR
TURMA AVAÍ AMAN 6 JAN 1956
SÃO MAIS DE 50 ANOS!!!
AMIGOS PARA SEMPRE E...MUITO MAIS!!!
"Mas, nós da Reserva Atenta e Forte estaremos prontos para, se for o caso, pugnar contra eventuais tentativas de desvios de rumos objetivando o rompimento da normalidade jurídico-institucional do país."
E eu me pergunto.....
E o pessoal da ativa pensa assim tb? Se boa parte da ativa pensar assim....ha pelo menos um fio de esperança.
Estou na reserva também, e por incrível que pareça, já me perguntei a mesma coisa que o autor do tópico: "Será que se houver o momento de pegar em armas, todos o farão?"
Não, amigo, lamento, mas não posso lhe dar este endereço de email que você pede.
A declaração foi feita na DÉCIMA-PRIMEIRA ENOREX e, no mês que vem, acontecerá a DÉCIMA-SEGUNDA, com uma declaração "tão ou mais contundente do que esta". É o que me foi informado.
Eu pedi autorização para colocar TODAS as assinaturas, de TODAS as ENTIDADES FILIADAS.
Não creio que seja difícil você confirmar com qualquer uma delas.
O Final do último artigo do Olavo, "A promessa autoadiável", fica uma luva para as propostas do tópico:
A oitava maravilha do mundo, na minha opinião, é que pessoas alheias ou hostis aos ideais revolucionários imaginem ser possível uma convivência pacífica e democrática com indivíduos que, pela própria lógica interna desses ideais, se colocam acima de todo julgamento humano e só admitem como medida das suas ações um resultado futuro que eles mesmos não podem nem querem dizer qual seja ou quando virá.
Só o conservador, o liberal-democrata, o crente devoto da ordem jurídica, pode imaginar que a disputa política com os revolucionários é uma civilizada concorrência entre iguais: o revolucionário sabe que seu antagonista não é um igual, não é nem mesmo um ser humano, é um desprezível mosquito que só existe para ser esmagado sob as rodas do carro da História.
Infelizmente não acredito mais nos militares. Eu acreditava, mas eles, que são os únicos que poderiam liderar a sociedade contra a esquerda, parecem estar em estado de letargia, ou infiltrados, ou sei lá o quê. Se eles não fazem nada, o que eu com meu revolverzinho 38 poderia fazer?