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Blog do Serrao - Filosofo x General

Iniciado por mario em 12/02/2007 · 14 mensagens

mario#1
Filósofo versus General

Por Jorge Serrão

A Internet registra mais uma grande polêmica. Em artigo "APAGANDO O PASSADO", no JB de 8 de fevereiro/2007, o filósofo Olavo de Carvalho cita os nomes do Tenente Brigadeiro do Ar Sérgio Xavier Ferolla e do General de Brigada Durval Nery como expoentes de uma campanha antiamericanista nas Forças Armadas em favor do Foro de São Paulo.

Escreveu Olavo: “Para tornar-se queridinhos da revolução bolivariana, o general Andrade Nery, o brigadeiro Ferolla e outros oficiais inflados de ódio antiamericano consentem em jamais estragar a festa com menções constrangedoras às vítimas do terrorismo.".

O Alerta Total republica o artigo de Olavo de Carvalho seguido da resposta do General Nery. O Brigadeiro Ferolla ainda não se pronunciou oficialmente.

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Apagando o Passado
Artigo publicado no Jornal do Brasil de segunda-feira, dia 8 de fevereiro - Olavo de Carvalho

"Cometeríamos a pior das infidelidades à memória de nossos mortos se consentíssemos em pagar, pelas boas relações com os militares de hoje, o preço do esquecimento dos crimes cometidos pela ditadura", adverte o ideólogo comunista João Carlos Kfouri Quartim de Moraes.

A recíproca não é verdadeira. Para tornar-se queridinhos da revolução bolivariana, o general Andrade Nery, o brigadeiro Ferolla e outros oficiais inflados de ódio antiamericano consentem em jamais estragar a festa com menções constrangedoras às vítimas do terrorismo. Nos conclaves esquerdistas de que participam, nas publicações comunistas em que brilham, eles se derramam em sorrisos e afagos ao esquema revolucionário continental, o mesmo que ainda ontem se esmerava em matar soldados brasileiros. E nem uma recordação amarga brota do fundo de suas almas.
mario#2
A soberba inflexibilidade de Quartim de Moraes não me surpreende. Ele está especialmente qualificado para humilhar seus velhos inimigos, de vez que ele próprio matou um deles. Mandante do assassinato do capitão americano Charles Chandler - alvo escolhido a esmo como símbolo do execrado "imperialismo ianque" - o orgulhoso professor da Unicamp sabe que, na falta de realizações intelectuais, o homicídio político é uma glória curricular mais que suficiente pelos atuais critérios do establishment universitário brasileiro, os mesmos que o embaixador Roberto Abdenur denuncia como vigentes no Itamaraty.

Mas Quartim não é um caso singular. Nada mais característico dos apóstolos da igualdade do que a desigual distribuição da dignidade humana: para os "seus" mortos, honra e glória; para os do outro lado, esquecimento e desprezo, quando não o tapa na cara, o insulto dos miseráveis R$ 300 mensais oferecidos pelo governo à família do sargento Mário Kozel Filho depois de 30 anos de espera e humilhações.

Para os comunistas, essa desigualdade é natural, justa e de direito divino. Os 100 milhões de vítimas do comunismo são um detalhe irrisório no majestoso percurso da História. Os 300 terroristas mortos pela ditadura brasileira são monumentos imperecíveis na memória dos tempos. Norman Cohn já assinalava, entre os traços inconfundíveis da mentalidade revolucionária, a autobeatificação delirante que redime e embeleza a priori todos os seus crimes enquanto torna os do outro lado eternamente imperdoáveis.
mario#3
A mídia chique ajuda a consolidar a diferença, alardeando os pecados da ditadura e apagando do registro histórico os crimes dos terroristas, isto quando não os debita também na conta das vítimas, a título de reações compreensíveis e até meritórias do idealismo juvenil a uma situação desagradável.

A novidade é a afoiteza obscena com que certos militares brasileiros, em nome das boas relações com os assassinos de seus colegas de farda, se curvam docilmente a essa dupla moral, calando o que deveriam berrar desde cima dos telhados.

PS - Errei ao dizer que ninguém na imprensa brasileira escreveu sobre o livro do rabino David C. Dalin. Hugo Estenssoro publicou uma excelente resenha na falecida Primeira Leitura.

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Minha Espada não está à Venda
Resposta ao Olavo de Carvalho pelo seu artigo “Apagando o Passado”, publicado no JB de 8 de fevereiro de 2007 à pág. A9.

Por Durval de Andrade Nery

Fiel aos meus princípios democráticos consolidados em 31 e março de 1964, volto a dizer: MINHA ESPADA NÃO ESTA À VENDA.

Não sou nem nunca fui membro ou correspondente de órgãos de imprensa dessa ou daquela tendência ideológica. Não sou traidor da Pátria. Meu passado e meu presente estão aí para aqueles que não me conhecem.

Alguns fatos da minha vida:

“Eram dois impérios dominando o mundo. O Brasil, pela sua posição geo-estratégica, estava na área de interesse e de influência do império dos Estados Unidos e era, também, área de interesse da URSS – os dois impérios que dominavam o mundo. Eu vivia a efervescência das prontidões... Num dado momento, em 1959, no vale do Paraíba solicitei a uma pessoa, que passara por lá, para trazer a minha família – minha mulher e o meu filho – para o Rio de Janeiro, porque iria ocorrer, na região, um levante, talvez o início de uma revolução, de ideologia marxista-leninista – semelhante àquela que ocorreu em 1935. E me fizeram uma recomendação: “Passe a andar armado”. Mandei a família para o Rio de Janeiro e passei a andar armado.
mario#4
Mandei a família para o Rio de Janeiro e passei a andar armado. Assim, comecei a sentir, naquele momento, o envolvimento político que estava ocorrendo no Brasil, fruto da “guerra fria”, quando esses dois impérios queriam dominar o mundo “...(História Oral do EB. T10. Pag154).

Fui e continuarei sendo, enquanto tiver forças, um defensor intransigente da manutenção da integridade e da soberania da minha Pátria.

Não tenho “segunda cidadania para utilizar quando for necessário” não vou fugir para o exterior nem minha espada está à venda. Muito menos vou me abater com essas ofensas morais próprias dos covardes que se escondem à distância, e estou pronto para enfrentar as ameaças físicas.

Voltemos aos fatos. Vivíamos o ano de 1961:

“O governador do Rio Grande do Sul iniciou uma rebelião querendo dar posse ao vice-presidente, que estava fora do País. O governador, na sua pregação revolucionária, falava todos os dias na Rádio Guaíba, na Cadeia da Legalidade. Lembro, perfeitamente, quando ele dirigia a palavra aos militares dizendo: Sargentos do Exército, matem seus oficiais! Era uma pregação subversiva, para gerar a inquietação, para desagregar. Seria o fim das Forças Armadas. Era outra tentativa do Império Comunista para implantar no Brasil um regime marxista leninista. A primeira tentativa foi com o Prestes, o Apolônio e outros companheiros, a soldo do movimento comunista internacional. Não tive dúvidas, lutar contra esta ameaça era o caminho certo.”...(Hist Oral do EB. T10. pg156).

E esse pseudojornalista, provavelmente já concordava com esta pregação e com a tentativa do império comunista para implantar no Brasil um regime marxista-leninista, causa que veio a defender por longo tempo. Porém, como uma “Barca da Cantareira” (Rio / Niterói) que atraca dos dois lados, mudou de lado.
mario#5
Há uma passagem interessante criada pelos tenentes pára-quedistas:

“Nós fizemos uma reunião numa tarde de 1962, não lembro o dia, era um grupo grande de tenentes. E começamos a discutir o que fazer, o que é que nós vamos fazer? De que lado vamos ficar? Essa pergunta tinha ligação com a situação mundial, com a radicalização ideológica que envolvia a todos, a instabilidade política, a rarefação do poder e as reinvidicações das áreas subdesenvolvidas do País e com as ameaças que ocorriam naquele instante. Fomos informados pelo noticiário da volta do Luís Carlos Prestes, de Moscou. Estávamos assistindo à campanha do Governador do Estado do Rio de Janeiro – Carlos Lacerda. Vivíamos aquela agitação
Com vários tenentes presentes, exatamente na sala-de-reunião de oficiais, que chamávamos de cassino dos oficiais, no Regimento Santos Dumont. Era o início de 1962, o então Ministro da Guerra Gen Kruel, foi almoçar na Vila Militar do Rio de Janeiro e, quando entrevistado, declarou que estava ali para decidir “de que lado ia ficar”, referia-se, claro, à situação política. Pois bem, nós tenentes pára-quedistas do Regimento Santos Dumont, decidimos fazer uma reunião para também decidir se ficaríamos contra o império soviético que pretendia implantar no Brasil o regime comunista, ou se ficaríamos contra o império americano que pretendia nos manter como colônia de um regime capitalista selvagem com um modelo baseado na exploração de trabalho humano, onde o império procura se apoderar da maior quantidade possível de recursos naturais. A posse desses recursos, combinado com o monopólio tecnológico e, se necessário, com a utilização de meios violentos garantiriam a hegemonia da potência exploradora. O ambiente era de revolta, como brasileiros nacionalistas desejávamos ver o nosso País livre dos dois impérios, sonhávamos com prosperidade e grandeza para o nosso País e que viesse a ocupar uma posição de destaque no contexto das nações. O certo seria dividir para vencer.
mario#6
Primeiro, lutar contra o império soviético, representado pelo movimento comunista internacional e, depois, contra o império americano. Éramos jovens tenentes, vinte e poucos anos. Decidimos: Vamos partir contra um império e vamos vencer esse império. Olha a pretensão dos tenentes! Depois vamos partir contra o outro império e com isso defender o Brasil”... (Hist Oral do EB.T10. Pg158).

E ele onde estava? Junto com seus companheiros comunistas, praticando crimes como seqüestros, terrorismo, assaltos a bancos e assassinatos? Como nos seqüestros dos embaixadores suíço, alemão, americano e do cônsul japonês? Ou dos assassinatos do Tenente Mendes, do Sargento Xavier de Lima, do Major alemão Otto, do Capitão americano Chandler, do Major Toja Martinez? Ou participando dos atentados terroristas no Aeroporto de Guararapes, na assembléia Legislativa de PE, do atentado ao jornal Estado de São Paulo, ou do carro-bomba que matou o Soldado Kozel Filho?

Participou do assalto ao Hospital do Exército em São Paulo e do roubo dos milhões de dólares do cofre de Ademar de Barros ou fugiu como um covarde para não enfrentar a luta armada como os companheiros Zé Dirceu e Zé Genuíno?

Era Barca da Cantareira, atracava dos dois lados, sempre no mais vantajoso. Naquela época, claro, o seu lado era o do Movimento Comunista Internacional.
mario#7
No ano de 1962.
“Um dia de madrugada – 2h da manhã – fomos chamados ao quartel. Foi acionado o plano de chamada. No quartel, aquele alvoroço! O que está acontecendo? Uma operação para matar o governador da Guanabara, Carlos Lacerda. Ele vai ser eliminado, vai haver agitação no Rio de Janeiro, o presidente vai pedir o estado de sítio ao Congresso, justamente, pela agitação que vai ocorrer pela morte do governador. Daí seria criada a república sindicalista comunista da América do Sul – que era o objetivo deles. E nós sabíamos por que a imprensa anunciava! Se pegarmos os jornais da época, vamos ver que isso estava quase todos os dias na imprensa...Era a Operação Mata Lacerda... a missão era deslocar o Regimento para emboscar e matar o Governador da Guanabara... esta missão não cumprimos”. (Hist Oral do EB. T10. Pg163)

Ano de 1963, dia 12 de setembro “Brasília estava sublevada, era a rebelião dos sargentos, a maioria da Marinha e da Aeronáutica. Obedeciam a um intelectualizado comando civil, não se restringiria apenas a Brasília e devia estender-se por todo o País. Da chefia da rebelião, participavam os deputados Neiva Moreira, do PSP-MA, Hércules Correia, Marco Antonio, do PCB-GB e Max da Costa Santos, do PSB-GB, sob a liderança de Leonel de Moura Brizola. Pela ordem os revoltosos pretendiam: depor o presidente da república; fechar o Congresso; acabar, sumariamente, com o Supremo Tribunal Federal, classificado como órgão inútil e dispensável; desvirtuar o regime e implantar uma República (ditadura) Socialista; transformar totalmente as Forças Armadas.” (Hist Oral do EB. T10. Pg. 169).

No comando da 1ª Companhia de Infantaria Pára-quedista fui para Brasília. Eram 14 aviões. Com 300 pára-quedistas tomamos de assalto a Cidade. Fizemos 700 prisioneiros. Brasília foi libertada.
mario#8
Essa era a situação vivida naquela época, que levou à eclosão da Revolução de 1964. Posteriormente fui para a Amazônia ajudar na implantação do Centro de Instrução de Guerra na Selva.

Estávamos em treinamento de guerra na selva, elaboramos uma doutrina para o Centro, considerado hoje, o melhor do mundo. Por ser instrutor daquele centro em Manaus, é que fui mandado, para o Panamá. Fui instrutor de operações de combate, de patrulha na selva, dos “Tigres” – o Ranger – na Escola das Américas. Nesta função, ministrei instrução para oficiais e sargentos de quinze países dos três continentes. Participei ainda, do treinamento de tropas que se destinavam ao Vietnam.

“Retornando da Amazônia pretendia iniciar a minha preparação para realizar o concurso para a Escola de Estado-Maior. Tinha que estudar e a minha nomeação para instrutor da EsAO era um ótimo negócio. Quando fui surpreendido com a retificação da minha nomeação, à revelia, agora para ser ajudante-de-ordem, e responsável pela segurança do General Humberto de Souza Mello, novo Comandante do II Exército – São Paulo – na fase em que a guerrilha estava no auge. Foi um tempo difícil. A guerrilha urbana organizada pelo baiano Carlos Marighella, mesmo depois da sua morte, executou 65 missões naquele período em que estive como responsável pela segurança do Comandante do II Exército. Caímos em duas emboscadas e eu pude presenciar o que ocorria em São Paulo. Era uma guerrilha bem organizada, que contava com pessoal preparado e farto material...

Os assaltos a bancos se multiplicavam, o dinheiro roubado –desapropriado, como eles diziam - era depositado até em contas particulares como a que o Marighella mantinha no exterior. Jovens sonhadores e ávidos por aventuras eram recrutados...” (Hist Oral do EB. T 10 Pg. 178).
E esse jornalista onde estava? Participando da guerrilha? Será que participou do planejamento da tentativa de seqüestro de minha esposa e do meu filho em São Paulo.
mario#9
Ação frustrada pela eficiente atuação dos companheiros militares que atuavam no combate à guerrilha urbana.

E onde estava esse jornalista caluniador, participando dessas ações ou fugindo de seus companheiros?

Na década de 60, em que o mundo vivia a guerra fria da bipolaridade, naquela reunião dos tenentes pára-quedistas decidimos partir contra a ameaça do império soviético, era o grupo de direita, outros, partiram contra a ameaça do império americano, o grupo de esquerda, cuja liderança hoje, como a “Barca da Cantareira”, aderiram à potência hegemônica, em troca de muitas “malas” da moeda do momento.

Nós, identificados como os nacionalistas de direita vencemos a ameaça do marxismo-leninismo do império soviético. O regime militar foi instalado. O País progrediu, desenvolveu, sua indústria floresceu, estradas e as maiores hidroelétricas do mundo foram construídas. O País chegou à oitava potência econômica do mundo. Alguns erros foram cometidos, é claro. Porém, o maior erro foi cometido pelo outro grupo de brasileiros, o de esquerda, que, no meio do caminho contra o império americano, influenciado por falsas lideranças do Movimento Comunista Internacional, virou suas armas contra nós, em Xambioá, no sul do Pará.

Desenvolveu, naquela área, uma feroz guerrilha rural. Em São Paulo, deu-se outra mudança de objetivo na mais preparada e violenta guerrilha urbana.

Estas duas lutas fratricidas, de brasileiros contra brasileiros, provocadas por um dos impérios da guerra fria, nos mesmos moldes da primeira ocorrida em 1935, a Intentona Comunista, foi um grande erro. Os militantes treinados, financiados e armados pela URSS, pensavam levar o País à anarquia. Mas encontraram pela frente as Forças Armadas, eficientes e muito bem treinadas para defender a Nação e o seu povo, unidas contra a comunização pretendida, que culminaria como anunciavam, na criação da República Sindicalista Comunista do Brasil.
mario#10
O resultado da resistência às investidas do império comunista é que mais uma vez vencemos e, por sorte matamos poucos. O que pôde ser comprovado com a abertura democrática e a concessão da anistia promovida pelo governo dito militar. O que ensejou o retorno às atividades políticas de um grande grupo de brasileiros anistiados. Muitos deles, auto-exilados, ou arrependidos por conveniência, que hoje usufruem de polpudas aposentadorias e gordas e indecentes indenizações, ou vivem no exterior a soldo, agora, da única potência hegemônica, sem nunca terem participado de ações seja de que lado fosse.

Mudando de posição e de patrão, ao alcançarem postos de mando no governo ou espaço na mídia, rapidamente aderiram ao império explorador, adotando um modelo econômico neoliberalizante, que por mais de doze anos, criminosamente, vem destruindo, vem alienando a baixos preços, por imposição do poder econômico internacional, os ativos da infra-estrutura do País, indispensáveis ao seu desenvolvimento econômico, provocando desta maneira, o desmantelamento criminoso do que restou do Estado Brasileiro. Paira no ar, a sensação de País ocupado, não por tropas, mas pela vontade das grandes corporações estrangeiras!
Não aceito a covarde insinuação de que tenho “boas relações com assassinos de colegas de farda”.

Chegou o momento de organizarmos mais uma vez o movimento de resistência à entrega da nossa soberania. Dela, devem participar todos os brasileiros, civis e militares. É o chamamento ao dever de defender a Pátria, ameaçada pela cobiça desses maus brasileiros que trocam a soberania nacional pelo dinheiro sujo das corporações internacionais.

Brasil, Acima de Tudo!
mario#11
"A guerra continua

A briga entre o filósofo Olavo de Carvalho e o General de Brigada Durval Nery promete novos capítulos.

A mais recente provocação de Olavo a Nery foi no post de comentários do Alerta Total:

“A questão pode ser resolvida da maneira mais simples. Desde que começou o festival de indenizações a terroristas, o general disse ou escreveu uma só palavra em defesa das famílias de vítimas deles? Se ele provar que fez isso, admitirei que seu presente honra o seu passado. Caso contrário, seus elogios em boca própria só o tornarão mais desprezível ainda”.

Aguarda-se a resposta do General Durval Nery."

(fonte: blog do Serrao)
luizaugusto#12
O General parece ser um bom homem. Tem uma visão extremamente negativa dos EUA e do liberalismo, porém.

Muito semelhante a dos comunistas que combateu.
priscila#13
Bom, o último recado do Olavo encostou o General na parede.

Agora gostaríamos todos de ver a resposta do General.

É isso aí, estou aguardando - não há outra coisa a fazer, não?!
mario#14
O general acusando a troca de lados do Olavo viajou na maionese.

Justamente, o Olavo era cominista quando podia tomar umas boas cacetadas por isso - merecidamente, segundo a minha logica - ou ateh algo mais grave. Odiava os militares quando estes estavam no poder. Hoje tem amigos no meio e tenta alertar alguns outros quando estes jah nao apitam porcaria nenhuma.

Hoje o Olavo eh um inimigo do dominio cultural da esquerda e seu gigantesco poder, apontando sempre as mentiras e destruicoes que eles praticam.

O Olavo poderia viver muito confortavelmente fazendo referencias ao seu passado comunista e se dizendo de esquerda. Viveria de glorias, nesse Brasil burro. Que nada. Mais uma vez, estah eh lutando contra os donos da situacao.

Antes de cargos e afagos mentirosos, preferiu o combate, mesmo que enfrentando uma legiao poderosa numa tarefa ardua ao extremo.

Inteh !

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