O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse na noite desta sexta-feira, 27, que “ainda tem caneta para fazer miséria neste País”, ao lembrar que tem quatro meses e alguns dias de governo. Ele fez a afirmação depois de ouvir discursos em tom de despedida feitos durante comício realizado no Marco Zero, centro histórico do Recife, junto com a candidata Dilma Rousseff. "Alguns companheiros estão falando tanto, mas matariam para ser presidente por um dia”, afirmou. Previsto para reunir 10 mil pessoas, o ato teve a participação de duas mil pessoas, de acordo com a Polícia Militar. A maioria, militância paga.
Lula, que não retorna a Pernambuco até à eleição, pregou o voto fechado da coligação liderada pelo atual governador e candidato à reeleição, Eduardo Campos (PSB). Também atacou duramente os candidatos da coligação oposicionista no Estado. Sem citar nomes, fez gozação com o senador Marco Maciel, que tenta a reeleição, dizendo que “parece que ele já foi senador no tempo do imperador” e perguntou ao público: “O que ele trouxe para Pernambuco?”.
No seu discurso, Dilma, com voz rouca e aparentando cansaço, disse que “no dia 31 de dezembro todos nós vamos ficar de coração apertado”. “Vamos ver o maior presidente que este País teve, descendo a rampa do Planalto”, afirmou ela, ao emendar: “Só tem um jeito desse coração não ficar tão pequenininho, é saber que serei presidenta da República para dar continuidade ao governo do presidente Lula, do jeito que conhecemos, e continuar avançando, de cabeça erguida”.
Toda a noticia:
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,ainda-te…601499,0.htm
Lula, que não retorna a Pernambuco até à eleição, pregou o voto fechado da coligação liderada pelo atual governador e candidato à reeleição, Eduardo Campos (PSB). Também atacou duramente os candidatos da coligação oposicionista no Estado. Sem citar nomes, fez gozação com o senador Marco Maciel, que tenta a reeleição, dizendo que “parece que ele já foi senador no tempo do imperador” e perguntou ao público: “O que ele trouxe para Pernambuco?”.
No seu discurso, Dilma, com voz rouca e aparentando cansaço, disse que “no dia 31 de dezembro todos nós vamos ficar de coração apertado”. “Vamos ver o maior presidente que este País teve, descendo a rampa do Planalto”, afirmou ela, ao emendar: “Só tem um jeito desse coração não ficar tão pequenininho, é saber que serei presidenta da República para dar continuidade ao governo do presidente Lula, do jeito que conhecemos, e continuar avançando, de cabeça erguida”.
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