O Papa Bento XVI admitiu que o uso da camisinha pode ser justificável em alguns casos e clama por uma "humanização da sexualidade" para o combate à Aids. As declarações estão no livro "A luz do mundo. O papa, a Igreja e os sinais do tempo.
Uma conversa com o santo Padre Bento XVI" (Libreria Editrice Vaticana, € 19,50), do escritor e jornalista alemão Peter Seewald, que reúne as entrevistas que fez com o pontífice. A obra será lançada no dia 23. O diário do Vaticano L'Osservatore Romano adiantou trechos do livro neste último sábado.
"Concentrar-se somente no preservativo representa banalizar a sexualidade", alerta o papa, segundo o qual as pessoas não veem mais nela a expressão do amor, mas um tipo de droga. "Por isso mesmo a luta contra a banalização da sexualidade faz parte de um grande esforço para que ela seja valorizada positivamente e que possa exercitar seu efeito positivo sobre o ser humano na sua totalidade", diz em trecho da entrevista.
Entre os casos justificáveis de uso do preservativo, Bento XVI dá como exemplo o de uma prostituta, como "o primeiro ato de responsabilidade para desenvolver novamente o conhecimento do fato de que nem tudo é permitido e que não se pode fazer tudo aquilo que se deseja".
Uma conversa com o santo Padre Bento XVI" (Libreria Editrice Vaticana, € 19,50), do escritor e jornalista alemão Peter Seewald, que reúne as entrevistas que fez com o pontífice. A obra será lançada no dia 23. O diário do Vaticano L'Osservatore Romano adiantou trechos do livro neste último sábado.
"Concentrar-se somente no preservativo representa banalizar a sexualidade", alerta o papa, segundo o qual as pessoas não veem mais nela a expressão do amor, mas um tipo de droga. "Por isso mesmo a luta contra a banalização da sexualidade faz parte de um grande esforço para que ela seja valorizada positivamente e que possa exercitar seu efeito positivo sobre o ser humano na sua totalidade", diz em trecho da entrevista.
Entre os casos justificáveis de uso do preservativo, Bento XVI dá como exemplo o de uma prostituta, como "o primeiro ato de responsabilidade para desenvolver novamente o conhecimento do fato de que nem tudo é permitido e que não se pode fazer tudo aquilo que se deseja".

