os navios russos tão cedo -
Piratas muçulmanos somalis capturaram um navio petroleiro russo. Forças de elite da Marinha russa rapidamente liberaram seus compatriotas e o petroleiro. Eles levam os piratas de volta a seu próprio navio, procuram por armas e explosivos e deixam os piratas algemados no navio. Depois que os russos saem, eles explodem o navio com os bastardos a bordo.
As forças de elite afundam o navio pirata junto com os piratas e sem quaisquer procedimentos judiciais, advogados, etc. Ou seja, eles usam as leis anti-pirataria dos séculos 18 e 19, pelas quais o capitão do navio de resgate tem o direito de decidir o que fazer com os piratas. Normalmente, eles eram enforcados.
Nota: Os piratas MUÇULMANOS do Norte da África estão sequestrando, assaltando, estuprando, matando e escravizando cristãos desde o início da expansão do Islam. O melhor meio de lidar com estes animais é mesmo pela brutalidade pura e simples.
Em 1785, John Adams e Thomas Jefferson se encontraram em Londres com o Paxá de Trípoli, ‘Abd al-Rahman al-Ajar. O objetivo era selar um acordo de paz com o líder muçulmano que pudesse ajudar a por fim aos ataques de corsários muçulmanos norte-africanos contra navios americanos e europeus (no ano anterir, a brigada Betsy tinha sido apresada por piratas e a tripulação vendida como escravos no Marrocos). Al-Ajar foi muito franco:
“Estava… escrito no Corão que todas as nações que não tivessem reconhecido a autoridade (dos muçulmanos) eram pecadoras; que era seu direito e dever fazer guerra onde quer que pudessem e tornar escravos todos os que pudessem prender; e que todo muçulmano que fosse morto em batalha certamente iria para o Paraíso."
Piratas muçulmanos somalis capturaram um navio petroleiro russo. Forças de elite da Marinha russa rapidamente liberaram seus compatriotas e o petroleiro. Eles levam os piratas de volta a seu próprio navio, procuram por armas e explosivos e deixam os piratas algemados no navio. Depois que os russos saem, eles explodem o navio com os bastardos a bordo.
As forças de elite afundam o navio pirata junto com os piratas e sem quaisquer procedimentos judiciais, advogados, etc. Ou seja, eles usam as leis anti-pirataria dos séculos 18 e 19, pelas quais o capitão do navio de resgate tem o direito de decidir o que fazer com os piratas. Normalmente, eles eram enforcados.
Nota: Os piratas MUÇULMANOS do Norte da África estão sequestrando, assaltando, estuprando, matando e escravizando cristãos desde o início da expansão do Islam. O melhor meio de lidar com estes animais é mesmo pela brutalidade pura e simples.
Em 1785, John Adams e Thomas Jefferson se encontraram em Londres com o Paxá de Trípoli, ‘Abd al-Rahman al-Ajar. O objetivo era selar um acordo de paz com o líder muçulmano que pudesse ajudar a por fim aos ataques de corsários muçulmanos norte-africanos contra navios americanos e europeus (no ano anterir, a brigada Betsy tinha sido apresada por piratas e a tripulação vendida como escravos no Marrocos). Al-Ajar foi muito franco:
“Estava… escrito no Corão que todas as nações que não tivessem reconhecido a autoridade (dos muçulmanos) eram pecadoras; que era seu direito e dever fazer guerra onde quer que pudessem e tornar escravos todos os que pudessem prender; e que todo muçulmano que fosse morto em batalha certamente iria para o Paraíso."
