A aversão da maioria das mulheres em relação a política é clara! A maioria não consegue emitir nem mesmo um juízo equivocado se for perguntada sobre o que é liberalismo, comunismo, conservadorismo, etc. Elas simplesmente se mantém tão avessas ao tema que mal conseguem emitir um juízo.
Porém, há mulheres interessadas em política, o ponto negativo é que quase todas são feministas, e são incapazes de pensar qualquer outra coisa além de sua própria consição feminina.
Portanto, as questões que se colocam para nós são: 1) por que, de maneira geral, as mulheres se interessam menos por política do que os homens? 2) por que quando se interessam acabam aderindo ao feminismo?
Mulheres lidam com mais fantasiosas e sentimentais.
Política e derivados não são assim.
Os homens lidam com mais facilidade para coisas lógicas e racionais.
Talvez isso seja o motivo da ausência de política na boa parte das mulheres.
O que é uma burrice.
Feminismo nada mais é do que a ala feminina do esquerdismo. Quando me politizei fui feminista por um breve tempo, pois acreditei nos "ideais de igualdade" que vomitavam via megafone.
Depois eu vi a face horrenda do feminismo e sua subversão moral. Bruxas aborteiras e ressequidas, ou sapatões encalhadas que procuram refúgio na auto-glorificação ante o desprezo dos homens.
Desde disso tomei nojo e faço oposição oposição sempre que posso.
No fundo as mulheres sempre estarão interessadas em coisas tidas como banais, como ficar bonita. É natural e ainda bem que se preocupam com isso.
E estão certas! E devem ser admiradas por isto! É belo e moral!
Lembre-se do que escreveu Baudelaire em Sobre a Modernidade:
« A mulher está perfeitamente nos seus direitos e cumpre até uma espécie de dever esforçando-se em parecer mágica e sobrenatural; é preciso que desperte admiração e que fascine; ídolo, deve dourar-se para ser adorada. Deve, pois, colher em todas as artes os meios para elevar-se acima da natureza para melhor subjugar os corações e surpreender os espíritos. Pouco importa que a astúcia e o artifício sejam conhecidos de todos, se o sucesso está assegurado e o efeito é sempre irresistível. O artista-filósofo encontrará facilmente nessas considerações a legitimação de todas as práticas empregadas em todos os tempos pelas mulheres para consolidarem e divinizarem, por assim dizer, sua frágil beleza. »
Não entendo isso de querer que garotas entendam de política e emitam gravez juízos sobre o assunto. A última coisa que me interessa numa garota é saber se ela leu Russell Kirk. Acho muito mais interessantes aquelas que cultivam a sensibilidade que lhes é peculiar. As mais inteligentes que conheço destacam-se no apreço pela literatura, música, dança, línguas estrangeiras, enfim. E para ser « conservadora », não é necessário que a moça seja « politizada » necessariamente.
Normalmente as mulheres bonitas e conservadoras são fakes. Mas, neste tópico feliz, parece que algumas deram as caras. Espero que minha generalização tosca tenha abundantes exemplos em contrário.
Acho improvável que não se lembrem de Hannah Arendt, autora muito citada e muito apreciada no mundo inteiro.
E, se for para tecer loas ao Eterno feminino, porque não lembrar de Hildegard von Bing, de Santa Teresa de Ávila, de Edith Stein, Marie Curie, Anna Vaganova, Isadora Duncan, Hipácia, Simone Weil, Frida Kahlo (não me xinguem, senhores, não me xinguem!), Madame de Stail, George Eliot, Jane Austen, Clara Schumann, Nadia Boulanger, Lou Salomé (não me xinguem, senhores, não me xinguem!), Judit Polgar, Sarah Bernardt...
A lista é infindável. O que seria de nós sem o belo - e as vezes genial - sexo?
Eu conheço o p-lib e sei qual é a mentalidade. Você tem razão. Mas, acho que você está avaliando um movimento pelo seus reflexos indiretíssimos em brasileiros, na maioria jovens, que pegaram a onda do liberalismo.
Acho que o anarco-capitalismo é melhor fundamento nos autores anarco-capitalistas, que não fazem reduções tão simplórias como as que os seus seguidores beócios promovem.
Eu preciso revisar minhas expressões urgentemente. Depois que uma menina de 15 anos falou "hauling" ou algo assim (não sei a escrita desta estranha palavra bárbara, talvez um anglicismo) e eu ignorava por completo a que ela se referia percebi que estou numa gravíssima situação vernacular.
Talvez moças modernas com piercing possam me ajudar a aposentar meus termos old style.
Nos cursinhos pré-vestibulares fui doutrinada por professores esquerdistas e, pensando bem, valeu à pena, deu certo, passei pra UFMG. Contudo, apesar de toda doutrinação, certos posicionamentos esquerditas não me desciam pela goela. Sempre tive antipatia por alguns conceitos politicamente corretos. Minha salvação foi descobrir o MSM, o amantíssimo prof. Olavo e esta comunidade.
Quando ingressei nesta comunidade era completamente crua e confusa sobre muitos assuntos. Falava muita besteira, mas adorava ler os posts. Como sou muito curiosa comecei a pesquisar muita coisa por conta própria. Acredito que depois de 5 anos me alimentando de textos de bons articulistas como Nivaldo Cordeiro, Percival Puggina, Heitor de Paola, Graça Salgueiro, Reinaldo Azevedo entre tantos outros; visitando inúmeros blogs direitistas, posso considerar que passei a ser de extrema direita, digo "extrema" pq tenho verdadeira ojeriza por esquerdistas.
Se já Cícero falara, para se desculpar da simples preguiça, em "otium cum dignitate" não seria menos digno o meu procedimento. Mas, deixando um pouco o ócio indigno que explica minhas postagens, vou sair. Preciso estudar o Estatuto da Criança e do Adolescente para uma prova infeliz, amanhã.
Espero que Lilian não se enquadre no diploma legal. E, como já lhe perguntaram a idade, fico no aguardo.
E gostei do "amantíssimo". Me lembrou o velho personagem do rolando lero nas suas falas impagáveis. Amantíssimo guru! Alguma vez ele já disse isso?
Não estou sendo sarcástico, é só brincadeirinha (temo por minha cabeça!). Não resisti. Estou feliz, hoje é um bom dia, apesar da iminência da prova maldita. Já leu Voegelin e Mises?
eu fiquei impressionado prq para mim ela parece bem novinha mesmo (eu estimaria entre 18-20 anos) e já é raro ver homens que articulam de forma razoavel determinadas posições politicas nessa idade, quanto mais mulheres( em geral homens são mais curiosos, é o que tiro de minha experiência).
Ora, veja só, mas que mundo pequeno. Sim, sou de Salvador.
Conheço Vladimir e Luciana através do grupo conservador, que eu fundei com uns amigos. Tempos depois eles se agregaram a nós, e Rava também. Agora, Ravazzano está em SP num seminário e o grupo virtualmente extinto, aguardando a hibernação terminar para voltar, qual fênix das cinzas, a uma nova vida.
É uma fundamentação razoável a sua. Mas, como disse, eu quis salientar a diferença de qualidade entre os anarcoliberais e seus reflexos à brasilis, que são mesmo ruins de doer. Já acompanhei discussões intermináveis no group Liber no msn e não me lembro de nenhum delas minimamente sensata onde houvesse algum resquício de pensamento clássico envolvido.
De qualquer sorte, o princípio das paixões humanas é de índole vaga, convenhamos. Para fazer às vezes de advogado do Diabo, posso pensar numa relação social onde as paixões não fossem suprimidas, claro, posto impossível sê-lo, mas que se encaixasse na dinâmica de uma sociedade cujo Estado tendesse a zero, um minimalismo radical. A mera presença de instâncias não-estatais de controle de conduta abre espaço para esta possibilidade - ao menos no nível dos experimentos mentais.
Istoé - Ficou com medo de os filhos atrapalharem sua carreira?
. Isabeli Fontana - Não. Adolescente é inconsequente e eu não pensava em nada. Desde os 15 anos, sonhava ter um filho e uma família o mais rápido possível. Minha mãe dizia que eu dava murro em ponta de faca. Os meus agentes falavam: “Não tenha esse filho. Você é muito nova. Vai acabar com a sua carreira.”
. Istoé - Os seus agentes queriam que você abortasse?
. Isabeli Fontana - Nos Estados Unidos, é legalizado. E os meus agentes de lá me incentivaram a abortar. Eu dizia: “Vocês estão loucos, a coisa que eu mais quero é esse filho. Já o amo.”
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. Istoé - Quem tomou a iniciativa na relação de vocês?
. Isabeli Fontana -Foi o Falcão. Já tomei a iniciativa algumas vezes, mas pega mal. Pode parecer uma besteira absurda, mas acredito que, se o cara quer uma mulher, tem de ir atrás, seduzir, conquistar. Hoje em dia está tudo fácil. As mulheres não se valorizam, por isso são cada vez mais desvalorizadas. As pessoas falam “peguei tal pessoa”. Pegar, o que é isso? E a conquista?
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. Istoé - E se seus filhos fossem gays?
. Isabeli Fontana - O mundo está muito promíscuo e eu sou contra a promiscuidade. Gostaria que os meus filhos não fossem gays. Mas, se fossem, os aceitaria. Acho que o negócio é ser honesto. Se é gay, ok! Também não precisa disfarçar.
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Fonte: http://www.istoe.com.br/assuntos/entrevista/detalhe/…M+A+ABORTAR+
Seu curso é o mesmo de Luciana, não? Mas, você disse que seu pai era de esquerda? Que coisa. Lembro-me que Luciana disse que também era de esquerda. Curiosa esta revolução católica das filhas.
E a mediocridade não é mediocridade. É bem abaixo do medíocre, chegando ao fundo do poço da ruindade.
Digo isso porque me disseram que muitos alunos de Letras confessam, com orgulho, não gostarem de ler. Um aluno de letras que não gosta de ler é o mesmo que um médico que não goste de doentes ou um matemático que odeie números: um contra-senso completo.
Cheguei atrasado ao tópico, mas quero dar minha contribuição.
1. Sobre a mulher na política.
Toda mulher na política está seguindo o pai ou o marido. Isso não tem nada a ver com feminismo ou conservadorismo; é uma realidade. Lembre-se de todas as mulheres políticas que você conhece e verá que 99% delas são filhas ou esposas de um líder político.
Isso não as desmerece. Desde o principio Deus colocou a mulher como auxiliadora. Faz parte do DNA feminino o ajudar e cuidar.
2. Só as mulheres feministas se manifestam. As conservadoras ficam caladas.
Na verdade, o feminismo não “pegou” no Brasil. É coisa de militância petista e universitária. A grande maioria das mulheres não é feminista nem entende o que é isso. As conservadoras são maioria silenciosa. As feministas fazem barulho, mas morrem de medo de um plebiscito sobre o aborto.
3. A mulher preservou a humanidade até aqui.
Na Bíblia Deus deu à mulher a missão de auxiliadora. Hoje a mulher que cuida da casa e dos filhos é estigmatizada pela esquerda feminista. Mas foi exatamente isso que preservou a humanidade desde as cavernas até o século XX. Convenhamos; o homem nunca foi lá essas coisas com respeito a casa e filhos.
Sempre foi a mulher que segurou todas as barras. Quem não entende o que eu digo nunca teve mãe.
Agora, imagine como seria se todas as mulheres fossem feministas. Ou melhor, se todas as mulheres tivessem o mesmo comportamento cafajeste e irresponsável dos homens. Eu afirmo: a humanidade não sobreviverá.
Uma das coisas que mais incomoda as feministas é a imagem de Maria. Já vi palestras onde elas dizem que Maria é um símbolo da submissão da mulher por dizer: “Eis aqui a serva do Senhor”. Elas dizem que a historia de Maria foi inventada pelos Papas para escravizar as mulheres.
Por essas e outras, considero o movimento feminista muito mais perigoso do que se pensa.
Eu conheci apenas três mulheres conservadoras que não tinham (ou agora têm) o mesmo sangue meu. Foram elas: minha sogra, minha mulher e minha filha. Parece pouco, mas dá três gerações e todas elas puxam a mesma canga.
Achei meio divertido em mostrar o quanto uma neta era tão parecida com a avó, que ela achava tão antiquada. Tipo colocar uma moeda no umbigo do bebê para não "render" ou beber água com farinha de trigo para "trancar" uma caganeira. Isso em pleno séc. XXI.
É que a sociedade, midia e leis em geral as inclinam para as futilidades e traquinices sendo que elas passam a vida inteira dentro de uma bolha e só quando tomam no rabo literalmente começam a pensar um pouco.
A maioria é inutil, a grande maioria é imprestável.
Sobrou uma minoria que eu acho que dá pra contar nos dedos ...