Essa republiqueta está perdida! Para áreas como educação e cultura só colocam bichas, lésbicas, pessoas ignorantes e extremamente burras! Bom, considerando-se a presidente que a boiada elegeu...
"Outras três mulheres podem ser anunciadas hoje: Maria Lucia de Oliveira Falcón, secretária de Planejamento de Sergipe, no Ministério do Desenvolvimento Agrário; a socióloga Luiza Bairros para a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial; e Tereza Campelo, economista e mulher do ex-tesoureiro do PT Paulo Ferreira, para o Ministério do Desenvolvimento Social.
Dilma pretende definir todos os nomes de seu ministério até quarta-feira (22)"
Não só os campos de futebol deveriam ser desapropriados mas a casa do cantor o apartamento de Paris como também deveriam ser confiscados os seus ativos financeiros. Esse Buarque deveria ir para Cuba e viver no "paraiso"dos metralha Castro que ele tanto idolatra.
"Ana de Hollanda recebe ajuda financeira não só pelos dias de trabalho fora de Brasília como pelos sábados e domingos de folga"
"Desde que assumiu o cargo, em janeiro, a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, recebe do governo diárias em fins de semana sem compromissos oficiaisno Rio, cidade onde tem imóvel próprio. O Estado cruzou os dados do Portal da Transparência, que publica as despesas do governo, com a agenda oficial divulgada no site do Ministério da Cultura.
Deu no "Globo" de 27/03/01, no "Segundo Caderno" (pág. 5):
Jards Macalé ficou "bastante decepcionado" com as declarações da ministra Ana de Hollanda à revista "Marie Claire", de que teriam sido apenas bons amigos e nada mais. "É mentira", diz Macalé. "Fomos amantes por 15 anos". Ana mandou e-mail no dia 21 de fevereiro, aborrecida com as declarações de Macalé sobre o relacionamento dos dois. Nunca mais se falaram.
MinC libera R$ 1,9 milhão para sobrinha de Ana de Hollanda
Depois da liberação de 1,3 milhão reais para a cantora Maria Bethania criar um blog, o Ministério da Cultura (MinC) se vê às voltas com mais uma polêmica na destinação de recursos públicos. A cantora Bebel Gilberto, filha de João Gilberto e Miúcha - que vem a ser irmã da ministra titular da pasta, Ana de Hollanda - recebeu aval do MinC para captar 1,9 milhão de reais para a sua primeira turnê brasileira.
(...)
Ana de Hollanda vive dias difíceis no ministério. Nos últimos dias, ela ganhou destaque no noticiário pela denúncia da Controladoria Geral da União (CGU) de que ela havia recebido diárias sem trabalhar. Nesta terça-feira, a ministra negou que tenha qualquer intenção em deixar o cargo e confirmou que vai devolver o dinheiro dos dias recebidos irregularmente."
Ministra da Cultura sai de encontro com artistas escoltada pela polícia
SÃO PAULO - Alvo de denúncias de recebimento irregular de diárias, a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, enfrentou uma série de críticas em um encontro com artistas realizado na tarde desta terça-feira, na Assembleia Legislativa de São Paulo. Um dos mais contundentes nos ataques à gestão de Ana de Hollanda foi o diretor de teatro José Celso Martinez Corrêa. A ministra, por sua vez, disse ser vítima de "fofoca" e "boato". No final, saiu sem dar entrevista, escoltada por policiais militares.
- O ministério trabalha de uma forma muita intensa. Nas notícias que estão sendo veiculadas aí pela imprensa, (têm) muito boato, muita fofoca, muita informação completamente equivocada que não tem o menor fundamento. São fatos que estão querendo criar, mas que não correspondem ao que está acontecendo na realidade. Nosso trabalho está muito positivo - afirmou Ana de Hollanda, em sua primeira fala no encontro.
Quando chegou, a ministra deu uma rápida entrevista e foi questionada se deixará o cargo:
- Claro que não - respondeu.
Ela também destacou que a Controlaria Geral da União (CGU) não a obrigou a devolver o valor recebido pelas diárias nos dias em que estava de folga no Rio.
Tenho que reconhecer: A Preta Gil foi muito precisa, quando disse que no meio em que foi criada, nos bastidores da MPB, a perversão é regra. Por mim, tudo bem se o Gilberto Gil gosta de dar aquele buraco negro, se a Bethania calça 48 ou se Caetano era apaixonado pelo Petit (o "Menino do Rio"), o problema é quando querem fazer putaria com dinheiro público - e ainda ficam indignados, quando chamados a prestar contas.
pra que chamar alguém culto????
Pra matar o cara de raiva?
Ta certo chamar a....a....a....ela...a
isso, ela....
cada povo têm o ministro que merece
por que um povo analfabeto e que se orgulha disso deveria ter um ministro culto?
Mas ontem estava extremamente constrangedora a bujulação...pediu foice e martelo na camiseta dela...
Defendeu que dinheiro de impostos financie o importantíssimo blog de Bethânia & patota...
Fora outros elogios vazios e fúteis.
Se a TV Brasil existe, por que não botar a tal produção cultural brasileira pra rodar lá? Porque ninguém assiste àquilo.
Notícia fresca da União dos Estados Socialistas do Brasil: o Senado aprovou a imposição de cotas de programação nacional obrigatória nos canais de TV por assinatura. A desculpa é a de sempre: precisamos valorizar nossa cultura (senha para “vamos tomar seu dinheiro” em 90% dos casos).
O projeto define três tipos de cotas na TV a cabo. A cota por canal obriga a veiculação de até três horas e meia de programação regional e nacional por semana em cada canal, em horário nobre, que será definido pela Agência Nacional do Cinema. Metade dessa programação deve ser feita por “produtor independente”, ou seja, aquele que financia sua arte com verba estatal e está independente da vontade do público.
Na cota por pacote, um terço dos canais que compõem o pacote deve ser brasileiro. Dos canais brasileiros, um terço deve ser de produção independente e dois canais devem ter 12 horas diárias de conteúdo brasileiro independente. Ligue a TV, ponha na TV Brasil e tente assistir por 10 minutos. Caso você continue acordado, tente imagine 12 horas diárias disso.
Dias antes da votação, a ministra da Cultura, a petista Ana de Hollanda, esteve com o presidente do Senado, o petista José Sarney, para informá-lo da importância das cotas. “Não se trata de uma interferência [nas TVs], mas é uma forma de divulgar a produção cultural brasileira, que é muito grande”, disse ela. “Este projeto é uma batalha de muitos anos do mundo da Cultura e do mundo do audiovisual. É a garantia de espaço para o conteúdo da produção brasileira que é muita rica e ainda pouco conhecida”.
Se a TV Brasil existe, por que não botar a tal produção cultural brasileira pra rodar lá? Porque ninguém assiste àquilo. Os entusiastas do projeto aprovado no Senado pensam que, enfiando-a na grade das TVs por assinatura, a cota nacional encontrará espectadores. Não encontrará, é claro, como não encontra na TV Brasil, que é aberta. Em compensação, a turma disporá agora de parte dos impostos pagos pelas empresas de TV a cabo para queimar nos seus produtos de audiência zero.
Do mesmo jeito que Maria Bethânia se acha no direito de pegar 1 milhão de reais dos cofres públicos para brincar de blog, a turma do audiovisual se acha no direito de obrigar o brasileiro a pagar por algo que ele não quer. Não lhe passa pela cabeça a hipótese de que sua arte seja uma porcaria da qual ninguém faz conta. Por isso os nossos gênios incompreendidos odeiam o livre mercado: eles se imaginam bons demais para serem desprezados. Eles detestam o fato de que a platéia pode vaiar.
"A cantora Bebel Gilberto, filha de João Gilberto e Miúcha - que vem a ser irmã da ministra titular da pasta, Ana de Hollanda - recebeu aval do MinC para captar 1,9 milhão de reais para a sua primeira turnê brasileira."
Pelo visto, ela e Sandra de Sapatão já estão gastando os milhões no Rock in Rio 2011:
.
Um chapa meu foi ontem no "show" do Rock in Rio. Ele ficou horrorizado: inúmeros marmanjos suarentos se beijando na boca, sem nenhum pudor, sem nem ao menos procurar um canto escuro, tudo às claras. Quando foi no banheiro dar uma mijada, esse meu amigo flagrou dois caras, um balançando o pinto do outro no urinol. Ele desabafou: "Tonhão, foi revoltante, só não dei uma porrada naqueles caras porque senão eu ia preso."
Manifestos de artistas e intelectuais brasileiros estão circulando desde
a semana passada pedindo claramente a saída de Ana de Hollanda, do
Ministério da Cultura, à presidente Dilma Rousseff. Este começo de
semana será definitivo para decidir a situação da atual titular da pasta
da Cultura.
Uma das manifestações foi publicada pelo Caderno 2,
do Estado de São Paulo. Outro documento, assinado por nomes como o da
atriz Fernanda Montenegro, chegará à Casa Civil, com trechos como: na
hipótese de haver a decisão de substituição do titular da pasta da
Cultura - tema veiculado na mídia, mas não necessariamente verdadeiro - a
classe cultural, aqui representada em suas diversas linguagens e
regiões, vem dar sua contribuição cívica, politico-participativa, e
apresentar um nome que, certamente, faria a diferença na história do
Ministério da Cultura, e aglutinaria os mais diversos segmentos ao seu
redor: Danilo Santos de Miranda." Danilo, diretor do Sesc São Paulo, é
um nome que vem sempre à tona em fases de crise no Ministério da
Cultura.
A gota d′água para os atuais protestos foi uma
informação revelada pelo blog Farofafá - mostrando que o MinC advogou em
favor do Ecad (Escritório de Arrecadação e Distribuição de Direitos)
num processo no qual a instituição autoral é acusada de cartelização e
gestão fraudulenta.
Leia abaixo um dos manifestos:
Carta à
presidente Dilma Rousseff, assinada por Marilena Chauí, Eduardo
Viveiros de Castro, Gabriel Cohn e Moacir dos Anjos, entre outros
intelectuais, sobre a gestão do Ministério da Cultura:
"Na última
década, o Ministério da Cultura transformou-se em uma área
especialmente dinâmica do governo federal. Ao reconhecer a importância
primária das práticas de sentido para a vida social, o Estado deu-se
finalmente conta de que tem responsabilidades incontornáveis no que toca
ao estímulo, apoio e defesa das manifestações criativas que emergem do
povo, ou melhor, dos povos brasileiros como expressão de sua vitalidade e
de sua personalidade.
À medida que o país foi ganhando projeção
internacional, maior foi se tornando a necessidade de definirmos e
consolidarmos a contribuição distintiva que o Brasil espera estar em
condições de dar à civilização mundial. Com este objetivo, a abertura da
esfera pública a uma multiplicidade de agentes e ações, oriundos de
todas as regiões do Brasil, ligados à criação de cultura, isto é, de
valor existencial - artistas, ativistas digitais, produtores culturais,
editoras independentes, coletivos experimentais, criadores da moda e do
design, intelectuais, povos indígenas, comunidades tradicionais,
quilombolas, movimentos contra a discriminação de gênero e de orientação
sexual, ambientalistas, grupos culturais dos mais variados matizes e
propósitos - constituiu-se em uma das experiências institucionais mais
inovadoras que o Estado brasileiro jamais promoveu.
Sob a
liderança das gestões da cultura durante os 8 anos do governo Lula, o
acolhimento entusiástico de uma vasta gama de manifestações
antropológicas, tradicionais como modernas, regionais como nacionais,
locais como globais, deu direito de cidadania e densidade politica a
vários conceitos novos, doravante parte de nosso vocabulário de política
pública: "cultura digital", "pontos de cultura", "cultura viva",
"patrimônio imaterial", "cidades criativas", "economia da cultura",
"diversidade cultural", "creative commons", "compartilhamento", "cultura
e pensamento", "cidadania colaborativa", "participação setorial" e
tantos outros. Um Plano Nacional de Cultura foi redigido pelo MinC com
ampla participação dos setores interessados, e foi aprovado pelo
Congresso Nacional. Tratou-se de um esforço consistentemente democrático
de transformação da agitação social em meio de conquista de uma voz
pública, de expressão da força viva dos povos de nosso país nos termos
de um discurso de dimensões propriamente políticas, no sentido mais
nobre da palavra.
Como herdeiro legítimo deste legado, o governo
Dilma tem um grande desafio pela frente. É enorme a expectativa dos
inúmeros grupos envolvidos no processo de emancipação cultural iniciado
nas gestões passadas. Os que acompanham, como cidadãos, essa histórica
reviravolta inquietam-se sobre a orientação que irá prevalecer uma vez
encerrado o primeiro ano de uma gestão federal de cultura marcado por
hesitações, conflitos e por mudanças de rumo que nos têm parecido
infelizes.
É inevitável constatar que houve inúmeras perdas de
visibilidade e de nitidez no horizonte da política cultural,
comprometendo a imagem de um país que avança para o futuro sem perder a
relação com seu passado, e que se moderniza sem destruir suas tradições.
Depois de inúmeras notícias desalentadoras ao longo do ano que passou, a
opinião pública constata que a presente gestão de nossa política
cultural vem se mostrando descomprometida com o legado das conquistas
recentes neste âmbito, como o atestam as inúmeras iniciativas de grande
impacto dentro e fora do País. É digno de nota, em particular, o que
parece ser o total desconhecimento, por parte da atual gestão do MinC,
do debate internacional sobre os desafios que o novo regime capitalista
globalizado coloca para os criadores em todos os âmbitos da cultura,
nesta época em que a criação de valores existenciais se viu capturada e
sujeitada pela produção de valor econômico.
O despreparo para a
prática do diálogo e do embate crítico por parte dos atuais responsáveis
pelo MinC é dolorosamente evidente. É assustador, por exemplo, que em
recente entrevista a ministra afirme que tem vivido uma "guerra de
nervos" e que todo o seu universo de preocupação esteja reduzido à
sensação de que os que discordam de sua gestão estejam apenas querendo
derrubá-la de seu posto, deixando de lado o sentido maior da vida
democrática que é a possibilidade do diálogo e da reconciliação em
benefício de algo público e de grandeza comum.
A criação cultural
é indissociável da construção inovadora de horizontes para o País, é a
cultura que forma as realidades que nos condicionam e projetam os
destinos da vida em comum. Não faz mais sentido pensar nos quadros
anacrônicos que tinham a chamada "infraestrutura", ou economia, como
elemento primacial da vida humana, ao passo que a cultura, ou
"superestrutura", era vista como artigo de luxo. Pois não é possível,
justamente, entrarmos em pleno século 21 equipados com uma
"superestrutura" mental que data do século 19. É um engano gravíssimo um
Estado contemporâneo não dar a devida importância à agenda das
políticas culturais, pois a economia sem a cultura não pode mais do que
propagar a desvalorização de uma sociedade, colocando-a a mercê de
interesses estritamente econômicos.