Vi Bono Vox ao lado de Armani em Davos pedindo mais justiça. Depois, Gilberto Gil “encantou a todos os presentes com sua música soberba e vivaz”, como diria Amaury Jr. O U2 faz proselitismo de tudo quanto é nulidade terceiro-mundista. O Hamas está precisando agora de uma fachada mais soft. Chamem Bono. Ele gosta de Lula e quer o perdão para a dívida de países da África. Nunca mais o dinheiro desviado por ditadores sanguinários, nativistas e antiimperialistas — os amigos de Kofi Annan — será recuperado. Leio no GLOBO que, para Bono, “o Brasil é a extremidade (!?) sexy do catolicismo”. Quem precisa de Bento XVI? Eis aí a verdadeira Teologia da Libertação. O resto é Boff.
Há gente menos tolerante do que os petistas de Dirceu, aquele que marcha com broche de Hugo Chávez: os fãs do U2. Alguns ainda tentaram me livrar das trevas da ignorância. A maioria pegou pesado. Uma jornalista disse que eu ocupava o lugar de pessoas competentes — ela, por exemplo... E pediu minha cabeça ao diretor de redação. Respondi que era eu o dito-cujo e não poderia fazer como o Barão Munchausen: exibir a própria cachola. Ela ficou inconsolável e foi ouvir Bono Vox.
A maioria quer uma lei que me proíba, ou a qualquer um, de escrever que rock depois dos 25 é caso de surdez ou de debilidade mental. Também há indignação porque afirmei que jamais iria à praia ver Mick Jagger, à beira dos 70, rebolar o traseiro murcho. Como os petistas, pedem a minha demissão. A Bono, tudo! A Reinaldo, a miséria, a fome, a morte à míngua: “Ele não gosta do que a gente gosta e tem a ousadia de falar isso.” A onda é sair do armário. Qualquer tara, hoje em dia, merece ser protegida por um estatuto de minoria. Só não se pode falar mal de Bono Vox. Um outro exige “direito de resposta”. Escrevi que as letras do U2 são coisa de/para gente de miolo mole. Ofendeu-se. Convoca-me para um domingo sangrento.
Passo boa parte do meu tempo lendo teoria política e escrevendo sobre o tema. É uma perda de tempo. Vou me dedicar a esculhambar roqueiros e pacifistas. Também vou falar mal de comida japonesa. Todo mundo que se julga inteligente gosta de comida japonesa. Provarei que estão duplamente enganados.
Quem sabe tenha humildade de ver que você não leu que estava escrito Notícias Pró-Família no outro tópico? Eu admiti que esqueci de colocar o link do MídiaSemMáscara.
Seja maduro e pare de aumentar pequenas falhas e retrucar em qualquer tópico.
Claro, como se todos os católicos fossem "anjinhos". Além disso, se fôssemos julgar (e quem somos nós para julgar?) a vida pessoal de cada artista que explicitamente é admirado aqui, acho que não sobrava nenhum.
Veja por exemplo o Frank Sinatra - por sinal, amigo pessoal de Bono -, um cara admirado pela quase totalidade dos integrantes desta anti-comuna e pelo próprio professor Olavo; o cara era ligado à máfia e tinha como compositor preferido o homossexual Cole Porter.
Ou, por exemplo, o compositor Richard Wagner, descrito por Nietzsche como uma espécie de "pavão" cheio frescuras, ególatra e que se vestia como uma prima-dona.
Em geral, os musicos do jazz americano do século XX eram todos usuários de maconha, e muitos de cocaína e heroína - como, por exemplo, a inigualável Billie Holiday, que também era lésbica.
No Brasil, a grande Elis Regina e o grande Nelson Gonçalves eram viciados em cocaína.
Mesmo que os caras do U2 sejam quase uns "santos" perto desses aí, não devemos nos deixar guiar pela cabeça dos outros, mesmo, que sejam pessoas bem intencionadas aqui da OdeC, visto que, por aqui, nem mesmo os papas João Paulo II e Bento XVI são uma unanimidade, e o papa Paulo VI seja quase um "demônio", hehe.
Bah, adoro Frank Sinatra. rs
Mas é... realmente, o Bono é quase um 'santo' comparado a muitos por aí. Eu prefiro não pensar muito sobre as opiniões de alguns músicos que gosto, mas, por exemplo, depois que assisti o filme do Cazuza nunca mais consegui ouvir suas músicas da mesma maneira. Não que eu gostasse muito dele, nunca fui fã, mas toda vez que ouço por aí lembro do babaca que esse cara foi.
Uma vez que o João (Tópico Musical I) e o "Joe Pesci" (criador do tópico Musical II) foram para o limbo juntamente com os tópicos de rock, jazz e pop, acho que deveríamos criar MAIS UM tópico musical. Eu poderia criar, mas estou em dúvida quanto ao nome:
Compreendo. Eu fui a muitos shows do Barão Vermelho na época do Cazuza e o cara não dava pinta de ser boiola, e eu pensava: pô, esse aí deve se dar bem com a mulherada, hehe.
Qual a fonte dessa informação ( o Bono vai implementar uma religião da ONU) ?
Deixa de ser ser canalha e desonesto cara!
Vc não conhece a obra musical do U2. Caso contrário saberia que os membros da banda são declaradamente cristãos.
Bono já louvou a Deus e a Cristo em seus shows.
Assista as várias entrevistas dele no youtube, onde ele discorre sobre a Graça de Deus.
Ouça a música GRACE e preste atenção na letra
O vocalista do U2 também conversou com a presidente Dilma sobre as ações de combate à Aids e de erradicação da pobreza e disse a ela que todo presidente deveria priorizar o combate à miséria.
Bono Vox surpreende fâs do U2 cantando "Amazing Grace"
U2 toca hino cristão “Amazing Grace” em nova turnêA banda irlandesa U2 já é bastante conhecida por ter músicas com citações bíblicas e letras com mensagens positivas. Em sua nova turnê, 360°, mais uma vez Bono Vox surpreendeu aos fãs ao cantar o famoso hino cristão “Amazing Grace”. (confira a versão em português no final dessa matéria)
Tocando guitarra, Bono canta o hino até a primeira estrofe (Maravilhosa graça/ quão doce é o som/ que salvou um naufrágo como eu/ Uma vez estive perdido, agora me achei/ Eu estava cego, mas agora enxergo). Depois a banda acompanha tocando a introdução da música “Where streets have no name”.
O hino, composto no século XVIII pelo inglês John Newton, é uma das músicas mais famosas dos Estados Unidos, sendo tocadas até em eventos do governo. O fato de a banda mesclar o hino com “Where streets have no name” se refere ao sentimento de Bono em relação a essa música.
Em uma entrevista concedida em 2005, Bono explicou que “Where streets…” é a música que eles “chamam” a Deus. “Esta é a música em que podemos ter certeza que, assim que tocarmos, Deus entra pela porta”, disse Bono.
Em 2005 a banda recusou ceder a música para um comercial de TV. Foi oferecido à banda 12 milhões de libras, porém Bono afirmou que o dinheiro seria bem vindo, pois ele iria doá-lo a uma de suas instituições na África, mas ele não teria ter associada a sua música a um comercial. Para a banda, esta é uma música “especial”, pois clama a Deus a Sua Presença."
Já vi muitos cristãos confusos acerca do U2. "Eles são evangélicos? são católicos?" Uns anos atras li no jornal "Rio Grande Gospel" que Bono Vox "sentiu a presença de Deus" caiu de joelhos e começou a recitar o salmo 116, e todo o povo se maravilhou com aquilo...
No entanto, no outro show, ele chamava as moças da platéia e trocava bitoquinhas em mulheres casadas... parece que aqui no Brasil já teve até divórcio.
é um cara que é a favor da união de todas as religiões, ele ainda usa o velho discurso da guerra civil da Irlanda como argumento para a união das religiões que é uma das metas da ONU. Já ouvi dizer que os membros do U2 iam a Igrejas pentecostais, todo o mundo tem dúvidas sobre quem são os caras, o que eles acreditam, se fossem cristãos de verdade não teríamos essa dúvida, como nenhum de nós temos dúvida sobre Rodolfo Abrantes ex Rodox e Raimundos, todos sabem que o cara é evangélico, desde o Rodox.
Se as pessoas que ouvem as músicas e vão aos shows e "não querem saber o que eles fazem" são moralmente cúmplices de tudo o que fazem, pois fazem com o seu dinheiro dados aos shows e a promoção que vc faz...
Há um livro da Fraternidade São Pio X que fala sobre o rock, comparando com outros estilos musicais. O nome do livro é "Bach e pink floyd".
Como fizemos para a música clássica, analisemos um pouco mais de perto do que é feita uma
música representativa de rock. Estudemos Vertigo, o relativamente recente (2004) e enorme
sucesso do grupo irlandês U2, que não está entre os grupos mais decadentes.
(Após esse trecho, o autor faz uns quadros com a letra original, a tradução e o trabalho musical. Música "Vertigo")
vou colocar uma parte dos comentários de conclusão, após análise (pois a análise está em quadros que não consigo colar de forma ordeira, eu sou burro pra caralho em informática):
"Tal música deixa um gosto amargo na boa. Essa mistura de violência rítmica, de “acordes
duros”, de um vago e maligno sentimento religioso, é extremamente nociva. Passa aos ouvintes
uma profunda tristeza sem esperança de liberação verdadeira. Composta com os eternos
estereótipos da “rock music”, essa peça não tem o mínimo valor musical.
Quem me emprestou o CD com essa “música” foi um aluno de uma das escolas da
FSSPX! Eis o que vários de nossos jovens escutam, eis a “música” de que eles gostam. Que os
pais não se assombrem se os resultados escolares e espirituais de seus filhos não estiverem à altura
de suas expectativas. Pais e educadores, atenção!"
Ainda trechos do livro:
"Para falar a verdade, não há nada mais fácil do que compor uma peça de rock:
• Modifiquem um pouco qualquer melodia básica de uma canção de rock clássico;
• Acrescentem três acordes, um baixo lancinante, e, sobretudo, uma percussão desenfreada,
sem esquecer algumas palavras que incitem a violência e a sensualidade ou cujo caráter
estranho possa aparentar algo profundo;
• Agreguem alguns “yeah” e outras palavras chulas e repitam tudo isso num alto volume.
• Procedam assim durante 3 ou 4 minutos até uma brusca conclusão num acorde de sétima
pontuada por um grito uivante a não ser que escolham não concluir, e então repitam dez
vezes o que preferirem.
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Terão assim criado uma peça de rock digna desse nome. Digna de pertencer à arte
musical? Certamente não."
todos os grupos de rock, desde os mais soft aos mais hard perseguem um mesmo fim,
manifestado em suas músicas em diversos graus: destruir o homem e a sociedade tal como
Deus os concebeu. Não se pode esconder isto.
“We don’t need no education: (não precisamos de educação): estas palavras são cantadas
por um coro de crianças(!) no disco “The Wall”, do grupo Pink Floyd.
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- “O rock não é apenas música, é o centro nervoso de uma nova cultura e de uma juventude
revolucionária”.
39
- “O rock marcou o início da verdadeira revolução”, escreveu o anarquista Jerry Rubin.
- “O rock é acima de tudo uma atitude, uma maneira de afrontar a sociedade, que
transcende ritmos e melodias”, afirmou Luiz Antônio Melo, diretor de uma rádio
brasileira.
- “Todo rock é revolucionário” (Revista “Times”).
- “A rebeldia é a base de nosso grupo, os jovens nos consideram como heróis porque seus
pais nos odeiam” (Alice Cooper).
- “O que nos interessa é a revolução e a desordem” (Jim Morrison, do grupo “The Doors”).
Me expulsaram, ou pelo menos suspenderam minha conta, do Mídia Sem Máscara há alguns meses porque eu defendi a parte boa do rock (maioria) e falei um par de misérias para um delinquente, burro e caluniador que estava perambulando por lá. A Dra. Graça Salgueiro ficou braba comigo e desde então minha conta foi suspensa e não responderam os meus pedidos de reanálise do caso.
...“Os Rolling Stones contribuíram tanto para a transformação dos costumes de sua geração
que os sociólogos do futuro poderão dizer que eles confirmaram a crítica de seus
opositores com sua vida de vagabundos decididos a arruinar progressivamente a
civilização ocidental pela droga, pela perversão sexual e pela violência”, escreveu David
Dalton, jornalista de rock. "
O livro termina com uma citação de Bach:
“O único fim, o único objetivo de toda música é o louvor a Deus e a recreação da alma.
Quando isso se perde de vista, não pode haver mais verdadeira música, restam somente ruídos e
gritos infernais” (Johann Sebastian Bach, 1738)
Não postei tudo isso pq odeio o rck,eu tinha uma banda de rock até dezembro, mas já tava meio a fim de terminar a banda, depois que li este livro foi a gota dágua.
Não sou beato, não sou da FSSPX, mas não posso dizer que eles não tem razão, toco guitarra, baixo, gosto de Dylan, Led, Purple, Hendrix, Clapton, tbm curto malmsteen, stratovarius, Dio, enfim...
mas aqui na minha cidade há um evento chamado "canha rock" porra, eu toquei lá com uma banda de rock blues, a galera curtiu, mas só tinha bebado (canha= cachaça) bebida liberada (sim, os jovens de 15 anos da minha cidade bebem cachaça)
Uns maconheiros, uns drogados filhos da puta e eu fazendo trilha sonora pra quela putaria, nem fudendo! Sinto falta de fazer um som, desde os 14 tenho bandas,mas agora prefiro tocar em casa, com amigos...apresentação pra bandas de rock sempre envolve drogas e sexo com menores de idade, não quero fazer parte disso, por melhor que sejaa letra ninguém vai num show de rock pra pensar, vai pra zuar...
Semana passada, era meu aniversário, combinei com uns amigos para irmos a uma casa noturna da cidade, pois lá estaria uma banda famosa no RS.
Essa casa noturna é a mais "chic" da cidade. Mas o ingresso não era caro, tinha uma boate(musica eletronica) e depois o show e por fim mais boate.
Fomos de galera ao evento, ficamos a toa, chegou a hora do show, começou a sonzera...
tinha os playboys que ficaram apavorados, segurando suas patricinhas em meio a rodinhas punk com rockeiros/maconehiros (digo isso pq os conheço) com seu tradicional fardamento preto.
Depois do show os plays voltaram a dançar felizes e beber seu johnny walker com redbull enquanto que os roqueiros foram embora fumar e beber cachaça.
Nem num show pra playboys o rock deixa de atrair esse tipo de gente (pelo menos o tipo de rock que eles tocaram meio jovem guarda com punkrock { uma aberração da natureza})
Outra vez eu fui no mesmo lugar com uma banda que tocava clássicos do anos 70, o mais doido era eu (fiz até amizade com os caras), não tinha rockeiros doidos que salteavam com voadores, cotoveladas e socos. Mas nenhum playboy gostou do show...os caras sairam chateados
que o rock possa ter causado uma má influência na década de 70 com a questão do " sexo drogas e rock n´roll" , até acredito, não vivi naquela época. Mas hoje em dia o pessoal do rock até é considerado meio " careta" entre outros estilos de música. Os caras do Iron Maiden por exemplo são bem CDF, bem família. Ir a um show de heavy metal hoje em dia é bem "na paz", diferente de ir a um show de rap ou de reggae, onde só dá maconheiro e tumulto. Não compactuo com a idéia de que os roqueiros só fazem barulho. Muitos deles são ótimos músicos.
O grande e único "argumento" dos que denigrem o rock como "coisa do diabo" ou afins, é pegar frases fortuitas de astros do rock, ou mesmo as letras das músicas num leque onde as antagônicas são bem maiores em número e superiores em consistência, e usá-las para responder a todas as perguntas daquele assunto.
Exemplo:
Na música tal o fulano de tal fala a seguinte frase:
"Ah, sim, temos que destruí-los"
Dirá o maluco: Viu? Está conclamando os jovens a matarem seus pais.
Eu poderia entender na mesma frase que o autor está conclamando a lutar contra as suas próprias fraquezas a fim de vencê-las. É uma questão de interpretação, mesmo aquelas em que o autor explicita algum ódio a alguma pessoa ou coisa, quem garante que o ouvinte está interpretando daquele jeito? Nobody. Além do mais, a arte em geral nos dá uma infinidade de possibilidades na criação de metáforas e de frases, notas, pinceladas, simplesmente jogadas ao vento. Alguém já conseguiu decifrar o que há por trás do quadro da Mona Lisa? Eu consegui, a parede.
Quanto às frases ditas por astros do rock, as positivas são bem superiores às negativas, disso eu não tenho dúvida. Alguns ainda querem fazer crer que existe uma campanha silenciosa e subliminar nas letras e entrevistas a fim de destruir todos os valores da sociedade servindo assim ao diabo e seus asseclas. Ah, tá! Basta me provar.
Outra coisa importante é nunca misturas pessoal com profissional, o próprio Olavo deixou claro antes de começar o debate com o prof. Dugin: "o prof. Dugin é um grande erudito e pessoa da mais alta capacidade intelectual", se não foi isso foi algo do tipo. Isso é que chamo de honestidade e saber diferenciar as coisas.
Gabriel, eu entendo o que vc diz, aliás eu que falei com vc sobre o "Paulo Cicarelli" no youtube. Se vc for no meu canal neste site vai ver a apresentação da minha ex banda, mas não repare eu esqueci a metade da letra e inventei na hora rsrsrs
o nome da música é "cocaine"... daí dá pra ver, não espalha não pq o troço tá feio...eu pensei em tocar uma música do clpaton pra impressionar, né?
Mas aqui... se pelos frutos se conhece a árvore... na minha cidade (100 mil habitantes, cidade minúscula) a maioria das bandas são emos ou alguma vertente dessa porcaria, só nós tocávamos rock n roll.. cara a maioria das gurias lésbicas, já levei gente bêbada para hospital, criança de 14, 15 anos transando, porra... não é só no rock que acontece isso, mas é tbm...
Os acordes em 7ª deixa a pessoa ansiosa, pois são acordes de transição, manter uma música inteira em sétima, com alto volume, com distorção pesada, com uma bateria forte mais o peso do baixo, realmente mexe com a cabeça das pessoas, por isso é um som tão alucinante e viciante.
Quanto ao Maiden, o Bruce, vocalista, estava dirigindo um filme sobre Aleister Crowley, a maioria das grandes bandas de metal são ligadas a Aleistar ou a Aanton Lavey, Ozzy faz parte de uma seita maluca dessas, eu comecei a estudar esses bagulhos e comecei a ficar com um monte de dúvidas... Olavo foi um antídoto à esse "esgoto espiritual"
Realmente tem bebida alcoólica, cigarro, sexo e, perifericamente, maconha e outras drogas em shows de rock, como também em shows de axé, reggae, música eletrônica e outros.
Agora, isso é um pecado pessoal. Não acredito que você deva se sentir responsável pelo que acontece lá dentro, pois você está lá para fazer outra coisa. Mas acho legítimo, caso queira, se afastar do meio musical pelo motivo alegado.
"Os acordes em 7ª deixa a pessoa ansiosa, pois são acordes de transição, manter uma música inteira em sétima, com alto volume, com distorção pesada, com uma bateria forte mais o peso do baixo, realmente mexe com a cabeça das pessoas, por isso é um som tão alucinante e viciante"
1- Em que você se baseia para sustentar a afiramação acima.
2- Na sua opinião existe uma relação DIRETA (ou indireta mesmo) entre um estilo musical e as atitudes humanas?
não sei se vc toca algum instrumento ou tem conhecimento de teoria musical,
na música, vc, para trocar de acordes pode usar um acorde intermediário para fazer a passagem. Na música clássica (que é uma música condensada a diversas regras específicas com o fim de construir uma sonoridade "perfeita") usa-se os acordes de sétima, qualquer livro de teoria musical fala sobre isso, qualquer músico sabe disso.
Vc toca dó, que ir para o Fá, vc pode usar um dó na 7ª como preparação para a troca.
a sétima da nota, portanto, é uma nota de transição entre acordes. O rock, basta ver as partituras dos stones, led, purple, hendrix... herdou essa característica do blues.
a sua base é toda feita de acordes de transição, se vc toca violão, guitarra, teclado, faça uma sequencia simples (por exemplo: tom E- E, A, B), toda em sétima (E7/A7/B7), esse tipo de sonoridade gera a espectativa de transição, a ansiedade pelo segmento da música, assim como a música em tom menor dá um sentimento de tristeza.
Uma música feita totalmente em sétima dá essa impressão de ansiedade, de algo inacabado.
basta ver que muitas música em rock não tem fim, ela se repete e o volume abaixa, ou, tem uma terminação abrupta, não comum em músicas mais elaboradas e com regras e ordens bem definidas, como a música clássica ou barroca.
Não sei, mas sei que ela é móbile de sentimentos, vontades e pensamentos.
Quando vc se apega ao ritmo de uma música, a mensagem por trás se instala na sua memória, o cérebro é incapaz de processar a mensagem, quantas vezes vc não se pegou cantando uma música? pode ser pq a ouviu demais, pq gostou do ritmo, ou pq, por algum motivo, se prendeu ao ritmo.
quando vc coloca um som muito alto e muito forte (num show por exemplo) é normal que pessoas passem mal, pessoas, dependendo do som, fiquem mais agressivas, mais ansiosas, a música clássica sempre prestou atenção nesses fatores, hj a música clássica é sem graça pq crescemos com essa perversão musical, de tanto ouvir porcaria (funk, axé, etc), ouvimos música clássica e falta emoção, ritmo.
A música é feita de melodia (canto, baixo, por exemplo) harmonia (teclado, piano, violão) e ritmo (percursão).
A música sempre deu mais atenção a melodia e a harmonia, para elevaçaõ da alma, hj ela dá atenção ao ritmo, que está apegado as partes mais baixa da natureza humana, a sensualidade (samba e funk, não tem melodia, harmonia só ritmo, logo não é musica) e muitos rocks é só ritmo, ex: O metal extremo, krisium, brujeria, canibal corpse. Imagine um show dessas porras, deve sair só pancadaria, e não tem nada a ver com a música? Não se vê isso num concerto de Valentina Igoshina tocando Chopin
Só pra constar, eu não deixei de ouvir rock (e já tentei). Tocar em banda, novamente, sei lá... o ideal era não tocar, mas acho que sou meio viciado,de vez em quando eu vou fazer um som em algum lugar...
Bases de tudo que falei podem ser encontrados no livro que indiquei: