1 - Eu não tenho conhecimento em teoria musical e muito menos interesse em aprender a ler uma partitura, assim como a imensa maioria dos mortais, que apreciam ligar som do carro, da casa etc, apenas para relaxar ou apreciar sons apolíneos. Isso só interessa a músicos profissionais ou que pretendem levar a sério a carreira, seja numa banda ou num conservatório.
Não obstante, tive e tenho vários amigos músicos, eruditos, roqueiros, músicos "de estúdio" etc, cujos discursos sobre a excelência musical são muito parecidos com o seu. Cara, é quase um "samba de uma nota só" - obviamente, como todo mundo que arranha um violão, eu sei que essa obra do (bom) Tom Jobim tem pelo menos uns 200 acordes, hehe...
Cara, como isso é chato! Só não é mais aborrecido do que assistir a um ensaio de banda de rock, quando os caras param umas 300 vezes no meio da música para recomeçar. Certa vez, fui à gravação do disco de uns amigos e teve uma fallha no fornecimento de energia. Foi um black out Divino, meu irmão!, e eu aproveitei para sair de fininho (fugir na verdade) para não ferir o ego, quase sempre enorme, dos músicos.
Voltando ao tema do tópico1, gostei da sua explicação sobre os acordes e sobre a possível "ansiedade" (entre aspas, evidentemente) que eles nos transmitiriam. Até posso concordar em parte, uma vez que eu gosto de ouvir Ramones, por exemplo, assim que acordo e preciso ficar esperto; funciona como uma chícar de café Pilão.
Vou te contar a verdadeira história
De um povo iludido, de um povo sem memória
Bem devagarinho que é pra você entender
E quando precisar saberá o que fazer
Existem facções e ligas partidárias
Que iludem o povo apenas com migalhas
Asfaltam sua rua e ganham o seu voto
Te compram bem barato depois te querem morto
E quanto mais burro você for
Para eles será bem melhor
Eles querem te manipular
E acabar com eles é o que vai nos libertar
Partido da moda, showmício e bandeirinha
Discurso da vitória maldita estrelinha
Ilusão massiva, de um povo sem memória
Amarga e passa fome por mais esta derrota
Eu só quero ver o que os vermelhos vão fazer
Quando os militares retomarem o poder
Comando blindado saudara com euforia
Volta à CCC para nossa alegria
Portanto, eu substituiria a palavra "ansiedade" por "estímulo" (go for it, wake up, dude!).
Aqui neste tópico, não estamos discutindo que estilo muiscal é mais completo ou complexo, uma vez que , como já deve ter dado para entender, na minha opinião, esse assunto só interessa a vocês, músicos, mas não necessariamente aos aprecidores de música ou, se preferir aos que gostam de rock - que nem sempre é básico, ou pobre harmonicamente como veremos adiante.
Como todo mundo sabe, existem diversos tipos de rock, que vão desde o punk rock (esse sim, só atitude) ao bom e estiloso rock progressivo e o honesto hard rock, que trazem em suas fileiras grandes nomes como Rick Wakeman, John Lord, Ritchie Blackmore, Steve Howie, Trevor Rabin, Tony Keye, Ian Anderson, Chris Squire, David Gilmour...e para não falar só de velharia cito também o John Petrucci, entre outros.
"Close to the Edge", "And you and I",""Parallels", "Time", "Comphortably Numb" etc são verdadeiras obras de arte e, sendo assim, não posso concordar que os arranjos usados para finalizar um bom prog rock sejam muito diferentes dos usados para finalizar uma múisca clássica - onde também, muitas vezes, o volume abaixa ou termina "abruptamente".
2 - Nem sempre a música busca a elevação da alma, muitas vezes busca apenas diversão ou relaxamento, por exemplo.
No meu caso particular, gosto muito de ouvir para estudar filosofia ou teologia, quando utilizo prog rock, hard, rock, rock 'n roll, música clássica, new age ou canto gregoriano. Não é incomum eu usar um dos nosso tópicos musicais - o de jazz e música popular, ou o 'elitista".
Nem vou me estender muito porque e acordei às 5:30 e estou quase dormindo, mas o vídeo que você postou é chato pra dedéu, e o que o cara diz sobre Bach ser um cara normal" não se encaixa nas descrições de Mozart e Richard Wagner, por exemplo.
Música pode ser diversão sim, e, falando só em melodia, sua qualidade estará DIRETAMENTE ligada ao bom gosto e à criatividade das mesmas, como por exemplo num bom jazz.
Sim, porque os PURISTAS - como eu apelido vocês que estudam música - também devem discriminar o além do pop (que nem sempre é ruim, e quem diz isso apenas repete um clichê), e do rock, por mera questão de coerência, também devem discriminar o jazz e seus ícones - Billy Holliday, Frank Sinatra, Miles Davies, Chick Corea, Winton Marsalis (desculpe-me se escrevi errado o nome das feras) etc, todos esses admirados pelo professor Olavo.
Para finalizar, pelo menos por hoje, eu também vou colar um artigo interessante que merece reflexão:
"Muito se tem escrito e falado sobre a origem do Blues que, evidentemente, permanecerá incerta para sempre. Não obstante é possível traçar algumas de suas mais significativas influências, quais sejam, os cantos de trabalho e os "hollers" (lamentos).
Os cantos de trabalhos eram tipicamente utilizados por negros trabalhando em grupos no sul dos Estados Unidos, particularmente no Mississipi e Louisiana. Um solista cantava frases curtas que eram então repetidas pelo conjunto dos demais trabalhadores. Estas frases eram emitidas de forma mais ou menos lenta e ritmada, na verdade no ritmo em que se desenvolvia o trabalho. Você provavelmente já deve ter visto isso em algum filme (especialmente aqueles que apresentam um grupo de presos trabalhando na beira de alguma estrada do Mississipi).
Os "hollers", por outro lado, eram produzidos por indivíduos normalmente sozinhos e, por isto, os cantos eram bem mais altos. As atuais canções que se ouve nas igrejas negras protestantes do Estados Unidos ("spirituals") são claramente inspiradas neste estilo.
...
Outro aspecto interessante é a de que no Blues normalmente não se encontram canções inteiramente no modo menor. Veremos uma das progressões de acordes mais típicas do Blues na lição X. Não obstante, os solos podem ser amiúde realizados numa escala menor, o que contribui para dar à este estilo musical uma conotação dúbia ou incerta. Uma conotação Blues, diriam os mais puristas.
Evidentemente não pretendemos escrever um guia completo sobre Blues, nem mesmo um guia. Nossa intenção é de apenas introduzir as bases teóricas deste estilo, para que se possa, se não toca-lo, pelo menos ouvi-lo de forma mais crítica e apurada."
Finalmente um para falar uma verdade sobre essas bichas loucas que só fazem barulho infernal, misturado a gritos histéricos, e ainda conseguem levar um dinheirão dos trouxas alienados.
"... E, sim, Bach foi um "cara comum", casado e cumpridor de suas responsabilidades. Em sua época, os artistas não tinham a fama de excêntricos atormentados e desajustados que teriam após o Classicismo e o Romantismo. Eram inspirados hard-working men"
Cara, estamos falando o mesmo idioma? Eu disse que grandes compositores como Richrad Wagner e Mozart não tinham um comportamento "comum", mas de "pop stars" mesmo - nada disse sobre Bach (leia lá) -, ao contrário, por sinal, do comportamento low profile do guitarrista católico, The Edge.
"Você deve admitir que sua frase dá margem a diferentes interpretações"
R1- OK, estava com sono, como fiz questão de dizer.
R2 - Não falei DELE não; não disse nada SOBRE ELE, apenas citei o nome desse compositor. Disse sim, que Mozart e Wagner, por exemplo não se encaixam na mesma descrção, e que , portanto, não se trata de uma regra, o que não foi nem será refutado - ganha um doce quem conseguir fazê-lo.
Desta vez você se enganou, minha cara, quem upou não fui eu, mas o glorioso FAMÍLIA COM DEUS.
Aliás, é bom lembrar que existe um outro tópico sobre o polêmico Bono e que eu criei este aqui apenas para postar músicas da maior banda cristã de todos os tempos, uma vez que os tópicos musicais haviam desaparecido.
1- "Como muitos gênios da cultura, o compositor Ludwig van Beethoven tinha suas manias e excentricidades. Uma delas, era jogar água fria na cabeça enquanto compunha. Segundo o compositor, não existia nada melhor para estimular a criatividade do que uma boa dose de água gelada
...
Beethoven era canhoto, desorganizado com seus pertences e não gostava de tomar banho. Consta que seus (poucos) amigos levavam suas roupas sujas sem que ele percebesse e as devolviam limpas.
2- Apaixonava-se por mulheres inatingíveis ou (e) casadas, como Antonie Brentano, esposa de um mercador de Frankfurt e mãe de quatro filhos. Seu senso de ética e o medo de um casamento contribuiram para que Beethoven viajasse ainda mais na maionese, a partir dessa desta relação, apesar dos conflitos emocionais que provocaram.
Em 1815, após a morte de seu irmão mais velho, Carl Casper, Beethoven dedicou suas energias a uma ação judicial contra sua irmã para a custódia do filho de nove anos.
"Beethoven não era um pai ideal e do atrito desenvolvido entre eles culminou, em 1826, numa tentativa de suicídio por Karl."
3- "Baixo, atarracado, rosto variólico, irascível, um “espanhol louco” como era chamado em razão da tez morena e do gênio violento2, Beethoven era freqüentemente tomado por crises de melancolia e fúria. Intransigência e insubmissão marcariam sua personalidade, bem como um rigor moral e intelectual onde não cabia a mentira e a hipocrisia.
...
Em Viena Beethoven disfarçaria sua difusa angústia psicológica “com uma postura irascível de artista orgulhoso, intransigente, forçado a lutar contra um mundo que não o compreendia”
...
A aspiração obsessiva à nobreza levara-o a substituir o termo“van” do nome por “von”, na medida em que “van”, predicado flamengo, nomeava apenas a região de origem do seu proprietário, e “von”, alemão, era denotativo de nobreza. Essa impostura seria desfeita por ocasião de uma ação levada ante um tribunal reservado aos membros da nobreza5, pois não sendo um de seus pares, ele seria “obrigado a admitir sua origem não aristocrática
...
Republicano, progressista, eterno revoltado, ele que também se considerava rei (“Eu também sou rei”)
Os problemas Com uma vida atribulada por freqüentes agruras emocionais Beethoven recorria a um exterior defensivo para dissimular uma debilitada sensibilidade a embates psicológicos. Acossado pela necessidade obsedante de trocas contínuas de residência12 (provavelmente uma metáfora de suas freqüentes mudanças de estado de espírito) e calculista como sempre, desde cedo começou a pôr dedicatórias em suas músicas, destinando-as a pessoas influentes.
...
A partir dos 45 anos (1815) seriam somadas à sua história mal-estares e preocupações advindas da tutela do sobrinho Karl (1806-1858), “tomado” da mãe Johanna a quem Beethoven depreciativamente apelidara de Rainha da Noite, numa analogia ao personagem de A Flauta Mágica, de Mozart. Na análise de Solomon, a “captura” do sobrinho foi o modo fantasioso que Beethoven encontrou de reparar sua própria suposta ilegitimidade [...] e de se tornar o pai nobre de um filho de plebeu13 . Ainda segundo Solomon, as atitudes conflitantes em relação a Karl e Johana advinham do relacionamento que acabou por se estabelecer entre os três, suscitando uma forma de “casamento” e de “família”, em que nenhum dos integrantes gozava da necessária legitimidade.
Arrogante, contraditório, Beethoven açulava a nobreza (“Prefiro que me considerem um déspota que amigo de senhores feudais”) e ao mesmo tempo, incoerentemente, abjurava o povo: “A ralé devia ser separada das pessoas de classe mais elevada, e eu fui cair exatamente no meio dela”, afirmou certa vez, negando-se a comparecer perante uma corte de justiça “juntamente com sapateiros e alfaiates”.14 A contradição também dominava seus ideais políticos: por vezes atacava o republicanismo e a democracia, por outras oferecia perigo algum, jamais ele fora um revolucionário como Wagner posteriormente o fora, por exemplo.
Totalmente surdo (ao que parece nos últimos dez anos de vida a surdez foi total), a acidez no trato com as autoridades era tolerada, graças a uma impunidade garantida, de um lado por sua celebridade e, de outro, pela fama de ser considerado meio louco. Não que ele o fosse, mas a suspeita de que genialidade e loucura estão sempre intimamente enlaçadas já vem desde os tempos de Platão. E a instabilidade psíquica de artistas célebres com graves transtornos psíquicos como Van Gogh, Gauguin, Tolstoi, Rachmaninof, Tchaikovski, Schumann, sempre estimulou essa opinião. E de tal modo que o célebre escritor americano Edgar Alan Poe questionou mesmo se a loucura não constituía a forma mais elevada de inteligência.
(...)
Os freqüentes contrastes entre êxtase, esgotamento e mudanças de humor seriam refletidos em suas obras por súbitas mudanças de andamento, dinâmica, intensidade, densidade tímbrica. E isso na medida em que a criação musical contorna, encobre, disfarça conflitos e até representa um “mecanismo de defesa”, mas nunca os penetra, nunca os revela, nunca os resolve.
Caro, a sua crítica é infantil e preguiçosa - já que nem quis escrever -, principalmente porque o tema do Pink Floyd parodiado pelo cator brega, Falcão, tem, na versão orginal, um solo de guitarra excelente e que, minha opinião, representa mais de 50% de seu valor artístico.
Também não levou em consideração os belos trabalhos vocais de Roger Waters, David Gilmour e do coral de crianças, bem como a letra, que critica o rígido sistema educacional britânico, no qual o castigo físico, particularmente usando palmatórias, era voga. Não obstante, convém lembrar que o tema faz parte da ópera rock "The Wall", que fazia uma dura crítica aos regimes totalitários.
Portanto, considero um erro grave descontextualizar todos esses fatores, e entendo que a crítica feita com luvas de pelica sobre a simplicidade da melodia me parece totalmente infundada, uma vez que o solo, a letra e a mensagem do filme TAMBÉM fazem parte da música.
Ainda não terminei de ler o livro, mas vou fazer alguns apartes
O estudo é bem honesto e breve, visa mostrar a superioridade melódica, harmônica e rítmica da música clássica frente a estilos contemporâneos ditos "da moda". Bom, o que se aborda ali, e acredito que não é novidade para ninguém, é a riqueza, principalmente melódica e harmônica, da música clássica que é impressionante frente a qualquer outra. A quantidade de acordes base e notas solo que se tem, dá a impressão de que algumas músicas nunca se repetem, é como uma progressão em gráfico (quando não está em cima, está em baixo, mas nunca está parado na escala do tempo dando impressão de repetição — exceto em casos excepcionais).
Também mostra a superioridade no tocante à composição em emoção: algumas notas te jogam para cima, enquanto outras te dão um ar melancólico, outras deixam uma tensão no ar, logo depois resolvem a tensão te jogando para cima de novo (realmente analisar a música sob este prisma é interessante, e melhor ainda é senti-la). Sempre dosando os níveis de melodia, harmonia e ritmo. Ele faz uma crítica às músicas que só tem ritmo, e inclusive fala uma coisa que eu não concordei — não pela comparação com a música clássica que é incomparável, mas pela própria essência que é o Hard Rock, é preciso medir usando parâmetros:
"Beethoven não vai sacrificar a música ao ritmo, como fazem os grupos de hard rock, mas ele sabe desencadear o ritmo como nenhum outro músico tinha jamais pensado ou ousado fazer."
Reitero, não comparando o rock com música clássica por falta de parâmetros, mas essa afirmação foi feita por falta de conhecimento de hard rock, a riqueza das grandes bandas de hard rock é imensa. Veja:
"Que nossos jovens escutem Beethoven, pois encontrarão aí aquilo que o rock não pode dar-lhes: fortaleza, nobreza e profundidade."
O quê!? Algumas análises que ele faz do rock são primárias, parece que ele só ouviu dez músicas e escreveu o livro. Notei também uma obstinação em comparar a música clássica e a música rock quando não se tem parâmetros para essa medição. A música não é só para elevação da alma, também é uma forma de diversão ou algum outro propósito pessoal.
"Os bailes atuais das aldeias onde se toca rock terminam quase sistematicamente em brigas sangrentas. Quem semeia o ritmo do rock, colhe a violência."
Só tenho uma resposta para tamanha ignorância e mendacidade: vá tomar no cu, padre! Pelo visto ele nunca foi num show de rock, principalmente em clubes, onde é tudo organizado e raras foram as vezes que presenciei uma briga. Começou o besteirol que eu falei num dos meus posts: pegar frases fortuitas e justificá-las. O livro tinha começado muito bem.
"Por que esse adolescente que, apesar de tudo, não é um jovem mau, é insolente na escola, em casa, preguiçoso, desordenado, facilmente colérico, instável, centrado em si mesmo? Analisem o tipo de música que ele sempre escuta, e terão uma boa parte da explicação."
Ah sim, padre. Todos os problemas da adolescência são explicados pela música que o jovem escuta, exceto se for música clássica. Cadê a estatística?
"Quando o rock invade a juventude, desordena sua sensibilidade, enfraquece sua vontade, apaga as aspirações de sua alma e a desconecta do mundo real porque, musicalmente, o rock é uma aberração."
Engraçado, na minha adolescência essa foi uma das minhas inspirações para viver. Como ele pode julgar assim sem conhecer casos concretos?
"No rock ela fica limitada, em geral, a três ou quatro acordes que se repetem continuamente. A facilidade técnica é sempre constante no rock."
Eu respondo essa com qualquer música que esteja aqui neste tópico, qualquer uma delas tem mais de 4 acordes (isso daí já é má-fé.)
"Por que se esforçar para estudar harmonia se o essencial é dado pelo ritmo? O violão é um instrumento particularmente difícil, que exige um grande esforço de aprendizado."
Violão é um instrumento constantemente usado no rock, vide o rei do rock. Os acordes de rock nem sempre são em sétima, particularmente não lembro de nenhuma música que se usa apenas os acordes em sétima (talvez alguma música de punk rock). E mesmo se fossem usados, não se pode comparar clássica e rock, evidente que a clássica é mais trabalhada em todos os sentidos.
"Num disco, o final da música é a diminuição progressiva do volume ou os gritos histéricos do público que acabam por interromper a peça de rock."
Raríssimas são as músicas que terminam assim, inclui-se aí até death metal, black metal e outros. O problema também é que ele colocar rock como se abrangesse (pop, rap, blues e blá, blá, blá).
"São necessários para compensar um conhecimento insuficiente da música e uma técnica limitada. Esses efeitos especiais têm por objetivo aumentar o impacto sonoro e exacerbar os sentidos."
Um caralho! Eu mesmo conheço um guitarrista virtuoso, prof. de música e que usa efeitos simplesmente para modificar o som e não porque não sabe tocar. Se brincar ele dá aula até para esse padre mentiroso.
"É necessário falar sobre as letras, pois, como já vimos, a música tem uma estreita relação com elas: Os temas mais frequentes são: droga, violência, sexo em todas suas formas, rebeldia contra a ordem estabelecida."
Vou colocar aqui uma música da Janis Joplin:
Work me Lord, work me Lord.
Please don't you leave me,
I feel so useless down here
With no one to love
Though I've looked everywhere
And I can't find me anybody to love,
To feel my care.
So ah work me Lord, whoa use me Lord,
Don't you know how hard it is
Trying to live all alone.
Every day I keep trying to move forward,
But something is driving me, oh, back,
Honey, something's trying to hold on to me,
To my way of life.
So don't you forget me down here, Lord,
No, no, no, no, no, no, no, no, no,
Ah, ah, don't you forget me, Lord.
Well I don't think I'm any very special
Kind of person down here, I know better,
But I don't think you're gonna find anybody,
Not anybody who could say that they tried like I tried,
The worst you can say all about me
Is that I'm never satisfied. Whoa.
Whoa, oh, oh, work me Lord, hmm, use me Lord,
Please, honey, don't you leave me,
I feel so useless down here.
I can't find me anybody to love me
And I've looked around,
I've looked everywhere, everywhere
And I can't find me anyone to love,
To feel my care.
So honey don't you go and leave me, Lord,
No, no, no, no, no, no, no, no,
Honey, don't you go off and leave me, Lord.
Can't I show you how hard it is
Trying to live when you're all alone.
Everyday I keep pushing,
Keep trying to move forward
But something is driving me, oh, back,
And something's trying to hold on to me,
To my way of life, why.
Oh please, please, oh don't you go and
Forget me down here, don't forget me, Lord.
I think that maybe you can ease me,
Maybe I can help you, said uh whoa,
Oh please, please, don't you go and leave me Lord,
No, no, no, no, no, no, no, whoa, whoa please,
Hmm please, don't you leave me, Lord.
Quote (Ayrton ,volta e meia em, 15:52 (14 minutos atrás))
Caro, a sua crítica é infantil e preguiçosa - já que nem quis escrever -, principalmente porque o tema do Pink Floyd parodiado pelo cator brega, Falcão, tem, na versão orginal, um solo de guitarra excelente e que, minha opinião, representa mais de 50% de seu valor artístico.
Também não levou em consideração os belos trabalhos vocais de Roger Waters, David Gilmour e do coral de crianças, bem como a letra, que critica o rígido sistema educacional britânico, no qual o castigo físico, particularmente usando palmatórias, era voga. Não obstante, convém lembrar que o tema faz parte da ópera rock "The Wall", que fazia uma dura crítica aos regimes totalitários.
Portanto, considero um erro grave descontextualizar todos esses fatores, e entendo que a crítica feita com luvas de pelica sobre a simplicidade da melodia me parece totalmente infundada, uma vez que o solo, a letra e a mensagem do filme TAMBÉM fazem parte da música.
Como diz o Ozzy: "God bless you, man!"
Cara, não é crítica, não. Oxe! Só postei uma música engraçada porque os ânimos daqui estão "exaltados", bicho. Eu gosto de Pink Floyd. HRIAEHIRE
Trabalhe em mim Senhor, me melhore Senhor.
Por favor não me deixe
Me sinto tão inútil aqui embaixo
Sem ninguém pra amar
Embora tenha procurado em todos os lugares
E eu não consigo encontrar alguém pra amar
Pra sentir o meu cuidado (atenção)
Trabalhe em mim Senhor, use-me Senhor
Não sabe o quanto é difícil
Tentar viver totalmente sozinha
Todo dia eu tento ir pra frente
Mas alguma coisa me empurra pra trás
Querido, alguma coisa está tentando me segurar
Segurar minha vida.
Então não se esqueça de mim aqui, Senhor
Não, não,...
Ah! não me esqueça Senhor
Bem, eu não acho que eu seja um tipo de pessoa especial
Aqui, eu sei bem,
Mas eu não acho que você irá encontrar alguém
Ninguem que possa dizer que tentou como eu tentei
O pior que você pode dizer de mim
É que eu nunca estou satisfeita.
Oh, trabalhe em mim Senhor,
Por favor, senhor, não me deixe,
Me sinto tão inútil aqui embaixo
Sem ninguém pra amar
E eu tenho procurado,
Eu tenho procurado em todos os lugares, todos
E eu não consigo achar ninguem pra amar,
Pra sentir meu carinho.
Não consigo te mostrar o quanto é difícil
Tentando viver quando você é totalmente sozinho
Todo dia eu continuo empurrando
Continuo tentando andar pra frente
Mas alguma coisa me empurra pra trás
Alguma coisa está tentando me segurar
Segurar minha vida, por que.
Oh por favor, por favor, não vá embora e
me esqueça aqui, não me esqueça, Senhor.
Eu acho que talvez você possa me acalmar,
Talvez eu possa te ajudar, dito
Oh por favor, por favor, não vá e me deixe aqui Senhor,
Não, não, não, por favor
Bach e Pink Floyd, por Pe. Bertrand Labouche. Não leiam esse livro, é um show de mentiras e besteiras indignos de atenção (exceto até a metade da "obra").
Finalizo recolocando o meu post que preventivamente resumiu o livro:
"O grande e único "argumento" dos que denigrem o rock como "coisa do diabo" ou afins, é pegar frases fortuitas de astros do rock, ou mesmo as letras das músicas num leque onde as antagônicas são bem maiores em número e superiores em consistência, e usá-las para responder a todas as perguntas daquele assunto.
Exemplo:
Na música tal o fulano de tal fala a seguinte frase:
"Ah, sim, temos que destruí-los"
Dirá o maluco: Viu? Está conclamando os jovens a matarem seus pais.
Eu poderia entender na mesma frase que o autor está conclamando a lutar contra as suas próprias fraquezas a fim de vencê-las. É uma questão de interpretação, mesmo aquelas em que o autor explicita algum ódio a alguma pessoa ou coisa, quem garante que o ouvinte está interpretando daquele jeito? Nobody. Além do mais, a arte em geral nos dá uma infinidade de possibilidades na criação de metáforas e de frases, notas, pinceladas, simplesmente jogadas ao vento. Alguém já conseguiu decifrar o que há por trás do quadro da Mona Lisa? Eu consegui, a parede.
Quanto às frases ditas por astros do rock, as positivas são bem superiores às negativas, disso eu não tenho dúvida. Alguns ainda querem fazer crer que existe uma campanha silenciosa e subliminar nas letras e entrevistas a fim de destruir todos os valores da sociedade servindo assim ao diabo e seus asseclas. Ah, tá! Basta me provar.
Outra coisa importante é nunca misturas pessoal com profissional, o próprio Olavo deixou claro antes de começar o debate com o prof. Dugin: "o prof. Dugin é um grande erudito e pessoa da mais alta capacidade intelectual", se não foi isso foi algo do tipo. Isso é que chamo de honestidade e saber diferenciar as coisas. "
"Eu não fico mandando todo mundo dar dinheiro. Nem todo mundo pode. Quando eu era trabalhador, não queria ir a um show para ouvir algum bastardo... falar comigo em tom de superioridade, dizendo que eu deveria estar pensando em alguma criança na África."(Brian Johnson)
Ajudar ao próximo?? bom....... isso é mandamento ,não sou contra quem ajuda as pessoas e também não seria louco de não concordar.
Mas essa banda U2,madona,angelina jolie pra mim só fazem esses trabalhos para que tenham uma influencia na midia muito forte,ou seja para ajudar em suas próprias carreiras (alías isso ja ta virando moda).
Se eles fazem esses trabalhos pensando em ajudar seu próximo, por que fazem tanta questão de aparecer na mídia??? Por que não ajudam e ficam de bico calado??
sem contar o pensamento revolucionário de mudar o mundo, sozinhos!!!
Guardai-vos de fazer a vossa esmola diante dos homens, para serdes vistos por eles; aliás, não tereis galardão junto de vosso Pai, que está nos céus.
Quando, pois, deres esmola, não faças tocar trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem glorificados pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão.
Mas, quando tu deres esmola, não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua direita;
Para que a tua esmola seja dada em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, ele mesmo te recompensará publicamente.
mateus 6-1,2,3 e 4 (palavras do mestre)
A primeira parte do seu questionamento já foi respondido pelo seu xará, tem gente que acha que pra ser católico é preciso ser papa.
“O que está puro entre vós atire a primeira pedra”(Jo 8:7)
Infelizmente, tem muita gente que pensa como você. Tem muita gente que adora criticar: Se um artista fatura milhões e nenhuma caridade faz, ele é um safado. Se faz também é um safado. Parece recalque.
O artista precisa da mídia patra sobreviver e vice-versa. Natural que quando os caras da banda vão visitar as vítimas de uma catástrofe, por exemplo, tenha centenas de pessoas da imprensa cobrindo. Além disso, como é que você sabe que TODAS as boas ações de Jolie e do U2 são divulgadas???
Abaixo, MAIS uma homenagem ao pastor Martin Luther King - "M.L.K.":
Eu esqueci de colocar uma pequena observação no meu post , mas eu coloco agora.
Não é que eu não esteja acreditando neles é que pelo jeito que esse mundo anda eu tenho que desconfiar.
Como diz o livro santo "maldito o homem que confia no homem" então se não é pra mim confiar é pra mim desconfiar correto??
Para dar um exemplo aqueles programas de domingo que levam as pessoas pra antiga cidade e constroem casas novas (domingo legal) e que ajudam e tudo mais.
Todo mundo se comove e gera ibope mas ....... e se não gerasse ibope??? será que eles continuariam ajudando??
É nesse sentido que me refiro ao post anterior se eles estão ajudando blz ,tudo bem,ótimo!!!
Mas estou vendo isso com um olhar critico tentando buscar a verdadeira intenção dos artistas se realmente é ajudar ou é se aparecer.
Você é um cara sério, começou a ler a obra que indiquei e teve personalidade para se posicionar, vc não sabe, mas tenho certa dívida com vc, muito do que conheci do Olavo foi por meio de suas postagens no youtube, continue postando, assim como me ajudou, vai ajudar muita gente.
Bem, falando da obra em si, esse livro foi escrito para jovens do FSSPX, se vc continuar lendo, o livro separa uma música do U2 (vertigo) e o analisa, não mais como religioso, mas como músico, e essa analise é bem interessante.
Li o que vc digitou, e digo, a base do rock é sim em sétima, (anos 60 e 70) é uma herança do blues. Creio que vc é músico, certa vez vi sua imagem no perfil do youtube, era uma clave de fá, e seu nick , se não me engano, tem a palavra "bass", logo, deduzo que vc é baixista.
Se vc toca algum instrumento de harmonia, faça uma base E7/C7/D7 e veja como fica estranho, acrescente distorção para dar peso, veja como é estranho o som, falei de hendrix, poderia falar de stones, led, purple...
Gostaria de me desculpar por afastar tanto o assunto do tópico e agradecer a paciência do criador do tópico.
Bem, o espaço do orkut é pequeno demais para debatermos um assunto tão extenso e tão complicado, como a música. E vejo que a maioria daqui não são músicos, então fica meio chato...(tbm não gosto de digitar, apesar de as vezes não parecer).
Mas entanda, minha intenção não é falar que o rock é do diabo, tomei um certo trauma de shows de rock pelas coisas que vi e musicalmente o rock é pobre (com raras exceções, e não coloco guns entre as exceções) slash é um péssimo guitarrista!
se eu dissesse que o rock é do diabo, teria que dizer que o blues o é, assim como o coutry, o jazz, até chegar aos primórdios da escola do romantismo na música com Beethoven...
A música clássica é condensada a regras rígidas para a excelência da música, a música barroca para louvor a Deus, a música romantista para louvor do homem, seus sentimentos, suas dúvidas, e isso não é na letra, mas na música, a música romantista não tem regra, ela gerou, inclusive, músicas atonais (músicas perdidas, sem tom definido), o romantismo afastou a música da excelêcia (classicismo) e de Deus (barroco), virou pura ritmia, sem construção harmônica, que, com o rock, visa, desde o princípio, buscar o que há de mais selvagem e primitivo na natureza humana. O rock é a perversão da música, assim como diversos outros estilos.
O que faz do rock revolucionário não é a letra, mas a arquitetura de sua composição, que troca a melodia pelo ritmo frrenético, o peso de guitarras distorcidas e base melódica bruta, simplória e repetitiva, isso agride a alma, busca o louvor da baixeza, da sensualidade, da brutalidade, do bater cabeça, da desorientaçção, da irracionalização, não importa a letra, isso é a mensagem da arquitetura da sua própria composição.
Sou viciado em todas essas coisas, não sou hipócrita, mas acredito que todas elas fazem mal, sinceramente. Hj mesmo conversava para voltarmos com uma banda de rock blues, se eu fico sem tocar me sinto em "abstinência" rsrsrs...
Gabriel, leia até o final, é um livro pequeno e simples, encare como outra visão, o Pe. não é desonesto, ele está falando para jovens da FSSPX, a linha mais tradicionalista da Igreja, mas, no final ele fala para músicos.
Ayrton:
Vc não entendeu a diferença de acorde de 7ª, ritmo e guitarras pesadas, mas é normal pra quem não é músico! é normal se sentir animado ouvindo ramones. Entendo que hj em dia, de tanto ouvirmos todo o tipo de coisa, agente se acostuma com tudo.
Punk Rock:
O punk não se toca com 7ª (inclusive ramones) eles, da seis cordas da guitarra, tocam 2 ou 3, eles usam "power cord" ou acorde de 5ª, de vez em quando, mais 8ª.
È um modo de tocar somente as notas e as cordas mais graves da guitarra, eles não chegam a fazer um acorde, é só a parte mais grave do acorde, pra vc vê a pobreza harmonica do punk e de ramones.
Para vc ter o punk tire a noção de melodia, enxugue a harmonia até virar duas notas de quinta, acrescente peso e volume, e dê o ritmo mais alucinante possível. Ramones tem algum desenho melódico, mas harmonia é o mínimo, é quase "música" tribal, é música boa pra zuar, enlouquecer, não pra APRECIAR.
U2 é uma banda pós punk, bem comercial. O guitarrista é bom, talvez não tão bom quanto o guitarrista do the police, banda esta melhor, musicalmente, que U2. Mas não gosto de nenhuma das duas. Já gostei.
Eu me inscrevi ano passado no seminário de filosofia, mas fiquei um ano sem internet e não renovei a inscrição, lembro que o Olavo postou um vídeo sobre alfabetização para apreciação musical e tinha uma série de Árias para seus alunos, eu as ouvi todas, mas não consigo achar no youtube.
Não tenho uma posição definida acerca disso tudo, tive bandas, vi muita merda enquanto eu fazia trilha sonora pra tudo aquilo, me senti culpado pra caralho, e comecei a estudar esses bagulhos. Acho legal filosofia da música. Não condeno quem curte, quem vai a show e tudo mais.
Só não gosto do papo "o que o cara faz eu não tenho nada a ver, isso é com ele, só gosto do som"
Sinceramente, acho isso canalhice, vc compra um cd, vai num show, vc tá dando grana pro cara, camiseta faz marketing pro cara e vc diz que não tem nada a ver?
O Alborghetti lutou na justiça pra proibir o show do planet hemp em curitiba, ele não discutiu a qualidade musical, debateu a qualidade moral, e isso deve estar presente, a qualidade moral de tudo isso.
Quem vai num show, sabendo que a banda tem tal comportamento errado,( e muitas vezes seus fãs seguem esse comportamento--caso do planet hemp, tudo maconheiro--) é moralmente cumplice e culpado deste erro.
O melhor guitarrista do mundo, para mim, sendo solo de um recital com a orquestra filarmônica do Japão. Veja como a guitarra com distorção, solando, dá uma cara de "rock" para uma orquestra, tamanha a violência de uma distorção que já nos acostumamos a ouvir.
Gosto desse vídeo e desse som, mas como a guitarra agride ao ponto de reduzir quase que uma centena de instrumentos a plano de fundo, devido, não a existencia de um solista, mas a violência da guitarra. (vejam que como ouvite gosto desse recital, mas como músico, não rsrrs-- coisa de maluco, eu sei).
Vejam que um instrumento sem a distorção e a pegada influenciada do rock, na mesma posição de solista de uma orquestra, se encaixa harmônicamente, melódicamente, ritmicamente e dosadamente em proporção e volume ao restante dos instrumentos, se destacando nos momentos certos, isso é música, porra!
(pena que a maioria de nós-- nós inclui EU-- sente falta de um barulho, ritmo e, pq não, porrada a mais na orelha, quando ouve uma música como deste vídeo...)
Agora, Imaginem o vídeo acima solado por uma guitarra com distorção e cantado por qualquer vocalista de rock... ia ser um crime musical, uma agressão.
Não é difícil entender que o rock, deixando qualquer juízo moral e religioso em suspenso, mas por análise em sua estrutura composicional,é perversão.
Essa perversão vem desde Beethoven, que ainda respeitava as regras classicistas, mas impôs sobre elas sua loucura... Wagner era o rock da época, pesado, denso,sombrio, ritmico, nada classicista...muito menos barroco...
até que passou por diversas transformações e virou o funk carioca! rsrsrs(sacanagem!)
Repito, no seminário de filosofia há um vídeo do Olavo sobre alfabetização musical, me lembro disso, mas não o vi.
Na estreia da turnê 360º do U2 em SP, Bono cita tragédia no Rio
Ao cantar 'Moment of surrender' (VÍDEO, abaixo, grifo meu), vocalista falou de massacre em escola. Banda irlandesa tocou por duas horas no Morumbi neste sábado
O clima era de “balada”, como adiantou Bono em engraçado português às 90 mil pessoas que compareceram ao Morumbi na noite deste sábado (9) para o primeiro dos três shows do U2 no Brasil. Mas, no final, a alegria deu lugar à tristeza: na última canção, “Moment of surrender”, o líder da banda de Dublin fez um discurso em homenagem às 12 crianças vítimas do massacre na Escola Municipal Tasso de Silveira, em Realengo, no Rio.
“Liguem seus isqueiros, seus celulares, vamos homenagear essas crianças e suas famílias”, pediu o cantor, enquanto o nome da uma dúzia de vítimas aparecia no telão 360º. Um momento triste e bonito, que marcou a segunda parte (melancólica) do bis. O oposto da energia que o grupo levou ao palco a partir das 21h40.
“É muito bacana você poder ver um show independente de onde estiver ou de seu tamanho”, afirmou a assistente administrativa Renata Luna,de 30 anos. Cadeirante, ela pode ver a apresentação em uma área reservada, ao lado do amigo Thiago Motta, 26, também cadeirante. “É sensacional, só digo isso”, resumiu ele, olhando para o alto
Me amarrei com fios
Para os cavalos correrem livres
Brincando com fogo até que o fogo brincou comigo
A pedra era semi-preciosa
Nós estavamos semi-conscientes
Duas almas espertas demais para estar no reino da certeza
Mesmo no dia do nosso casamento
Nós nos colocamos em chamas
Ó Deus, não negue ela
Não é se eu acredito em amor
Mas se o amor acredita em mim
Oh, acredite em mim
No momento da rendição
Eu fiquei de joelhos
Não prestei atenção nos transeuntes
E eles não prestaram atenção em mim
Eu estive em todos os buracos negros
No altar da estrela negra
Meu corpo se tornou um recipiente de esmolas
Que esta implorando para voltar, implorando para voltar
Para o meu coração
Para o ritmo de minha alma
Para o ritmo da minha inconsciencia
Para o ritmo que se lembra
Para ser libertado do controle
Eu estava apertando os numeros de um caixa eletronico
Eu podia ver no reflexo
Uma face me encarando
No momento da rendição
De visão sobre visibilidade
Eu não prestei atenção nos transeuntes
E eles não prestaram atenção em mim
Eu estava correndo no metro
Pelas estações do cruzamento
Todos os olhos olhando para o outro lado
Contando para quando a dor iria parar
No momento da rendição
De visão sobre visibilidade
Eu não prestei atenção nos transeuntes
E eles não prestaram atenção em mim
Pq será que Bono Vox não faz uma instituição independente para arrecadar fundos para os países pobres, antes, luta dia e noite PARA QUE OS GOVERNOS SE UNAM EM BUSCA DE UMA CAUSA MAIOR?
Jornal do Vaticano elege 'Achtung Baby' como um dos dez melhores discos de todos os tempos
A lista foi publicada no periódico "L'Osservatore Romano", e traz algumas indicações surpreendentes, como "Thriller" de Michael Jackson, que fala sobre filmes de terror e zumbis, e "Achtung Baby", do U2, onde Bono Vox [sic] faz referências à religião. Leia!
O jornal semi-oficial do Vaticano publicou neste fim de semana uma lista elegendo os melhores discos da música popular mundial, que incluem nomes do pop e do rock.
A lista foi publicada no periódico "L'Osservatore Romano", e traz algumas indicações surpreendentes, como "Thriller" de Michael Jackson, que fala sobre filmes de terror e zumbis, e "Achtung Baby", do U2, onde Bono Vox faz referências à religião.