É certo que Kadafi apóia Obama, que ele já chama de "meu filho" e até de muçulmano.
Kadafi também apoiou vários terroristas de extrema-esquerda na América que possuem estreitas ligações com Obama.
Mas na América a vontade do presidente não é soberana. Obama retardou a intervenção até quando pode, mas tem que demonstrar serviço, senão dá muito na cara.
O ex-presidente cubano Fidel Castro classificou nesta sexta-feira (04/03) como "valente" o esforço do mandatário venezuelano, Hugo Chávez, em propor uma missão para a Líbia a fim de evitar uma invasão como aconteceu no Iraque.
(...)
Para ele, a preocupação fundamental dos Estados Unidos e da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) não é o país em si, mas a onda revolucionária no mundo árabe "que querem impedir a qualquer preço".
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Aznar condena la "brutal represión" y advierte contra el intento del fundamentalismo de aprovechar el "hartazgo"
El ex presidente del Gobierno José María Aznar ha celebrado como una "buena noticia" que las nuevas tecnologías faciliten "un poder desconocido hasta ahora" a las sociedades que viven oprimidas por regímenes autoritarios. "En el norte de África y en Oriente Medio, vemos el hartazgo de las poblaciones con las autocracias", ha sostenido Aznar, quien ha constatado que "algunas han caído" y que otros, sin citar ningún país, "se aferran al poder con la brutal represión".
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Eu - "O comentário do Schmitt me parece bem acertado."
Bender - "É, sem dúvida. O que vocês preferem? Uma "Aldeia Global" ou uma aldeia esquecida do Mundo tipo, digamos, o arraial do Antonio Conselheiro? Que por sinal foi trucidado injustamente."
O problema na Líbia é uma questão imediata. A expansão da NOM um fato sempre em andamento. O que é prioridade? Parar o Kadafi à força ou deixar que o pessoal por lá se mate em vista a tentar parar o globalismo? Proteger o nacionalismo a que preço?
Esses Estados que chamam de rouge states sempre são dor de cabeça para a NOM. Vide o Irã. Mas o que está restando é tirano pisoteando o próprio povo ou ameaçando pisotear os outros.
A intervenção, em princípio e em si, me parece o que se deve fazer. Acho que vai muito bem. O problema são as reais razões dela e quem será ajudado com ela. Não me parece nada agradável sair Kadafi para entrar o radicalismo islâmico. Sai bosta para entrar coco. Grande coisa.
Berlusconi põe bases italianas à disposição de ação contra Kadafi
O primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, confirmou neste sábado que a Itália colocou à disposição suas bases militares, em cumprimento da resolução da ONU para criar uma zona de exclusão aérea na Líbia.
"A Itália colocou até o momento suas bases à disposição", declarou Berlusconi em coletiva de imprensa oferecida na embaixada de seu país em Paris, no final da cúpula convocada para abordar o conflito na Líbia.
Chefe da quadrilha do mensalão defende Kadafi, o "amigo e irmão" do Lula, que agora enterra jovens opositores vivos.
Do blog do Zé Dirceu:
"Com uma vergonhosa manipulação do noticiário, sustentada pelos meios de comunicação em nível internacional, os EUA buscam respaldar uma invasão e ocupação que pretendem fazer na Líbia. O pretexto para a ação é a defesa dos direitos humanos, que realmente têm que ser respeitados no caso líbio, com rigor e medidas cabíveis. Mas, não tiveram a mesma preocupação quando do auge e da crise no Egito, onde houve massacre de manifestantes. Eles preservam os amigos até o fim, mas adotam o vale tudo para controlar o desenlace na Líbia."
O presidente boliviano, Evo Morales, rejeitou nesta sexta-feira a resolução aprovada pelo Conselho de Segurança da ONU que autoriza o uso da força para impedir ataques a civis na Líbia, ....
Morales, que teve relações amistosas com o ditador líbio, Muammar Kadafi, assegurou que o conflito desse país é "ideológico, político, social",...
"Rejeitamos qualquer intervenção militar, porque isso vai gerar mais mortes. Essa não é a solução",...
"Esse Conselho não é de segurança mas de insegurança, porque vai gerar mais mortes e não vai gerar segurança para a população", disse Morales, que recebeu o "Prêmio Kadafi de Direitos Humanos" antes de ser presidente, segundo a imprensa boliviana.
O jornal comunista chinês fez duras criticas aos movimentos de protestos no Médio Oriente e rejeitou a possibilidade de algo semelhante vir a acontecer na China.
Em Pequim vários agentes de segurança a paisana foram colocados nas imediações da residência de um correspondente de um média americano que terá sido gravemente espaçando na semana passada sob suspeita de tentar cobrir os protestos convocados na Internet.
O jornal indica que as pessoas estão profundamente insatisfeitas com os protestos, e o governo chinês já advertiu aos jornalistas estrangeiros para ficarem longe de possíveis palcos de manifestações.
O jornal do partido comunista chinês escreve que os movimentos de protestos não trouxeram nada de novo, senão o caos e a violência aos cidadãos dos países alvos. O diário de Pequim refere no seu Editorial que os protestos são orquestrados por um pequeno número de pessoas que usam a Internet, convocando encontros. Sublinha ainda o jornal que “uma vasta maioria das pessoas está profundamente insatisfeita com os protestos, e o resultado obtido por uma minoria torna-se numa desordem decepcionante.”
O PC Chinês tem a perder com as manifestações devido às minorias (de alguns milhões) entre os uigures muçulmanos no noroeste do país.
E ninguém pretende, ao que eu sabia, invadir a Líbia por terra. A declaração do presidente russo não faz sentido nessa aspecto, mas marca uma clara posição pró-Líbia.
reconheço que essa história toda - NOM, comunismo e islamismo - é muita confusão prá mim. Quando penso q estou entendendo, me sinto uma criança dando os primeiros passos. Mas até agora quem mais me convenceu que esse ataque a Kadafi tem dedo da NOM foi esse artigo de Don Hank, que inclusive citou prof. Olavo.
Marco Aurélio Garcia é contra ação militar internacional na Líbia
"05/03/2011
Companheiros em perigo
“Podem decidir derrubar qualquer um depois”.
Marco Aurélio Garcia, conselheiro presidencial para complicações cucarachas e chanceler-sem-itamaraty, informando que, caso tivesse poder de veto no Conselho de Segurança da ONU, o Brasil tentaria impedir a invasão da Líbia por forças militares americanas porque, se a moda pega, pode acabar sobrando para os companheiros Mahmoud Ahmadinejad, Fidel Castro, Robert Mugabe e Hugo Chávez, fora o resto.
Ayrton, você estás a pensar que eu defendo Kadafi e seu governo, ledo engano. Por mim que o povo líbio derrubem o ditador se já não o suportam. O que eu sou contra, e isso fica implícito nos meus post, é a interferência estrangeira, ainda mais da famigerada ONU, nos assuntos internos dos paises "soberanos".
A casos que isso se justifica, no Vietnam por exemplo. Já no Camboja as potências militares do Ocidente vergonhosamente se omitiram. Os EUA já bombardearam Tripoli em retaliação a Kadafi, está certo, mas o caso atual na Libia e nos países árabes é outro. O Ocidente está, pelo menos é esse o motivo, querendo defender a democracia e a "vontade popular" (derrubar ditaduras) naquelas plagas. Conversa para boi dormir, Olavo já comentou isso em um artigo, por ocasião da de Osni Mubarak do Egito. Eu prevejo que vem mais merda por aí, democracia para os árabes é que não, mesmo porque nem isso talvez seja desejável para o "bem da Humanidade".
Não li todos os post, mas vi que muitos alegam que a corja internacional está defendendo Kadafi, e daí? Em tudo existe pontos de interesse e pontos de conflito entre os planos de dominação mundial, esse [ponto de interesse/conflito] é apenas mais um.
Honduras era um país democrático no qual foi necessário a ação do exército para manter a ordem constitucional.
É, é, é, mas a OEA e a ONU, quiseram interferir em Honduras, e todos nós [olavetes] fomos contra. Ordem institucional por ordem institucional a Libia, China, Cuba et caterva também tem.
Na Indonésia derrubaram Sukarno, sem interferência estrangeira diga-se de passagem, que queria implantar um governo comunista naquele país, promovido e financiado pela China, e o que se viu foi a implantação de uma ditadura que durou décadas. Em Cuba o contrário, os rebeldes derrubaram o ditador Fulgêncio, com a complacência dos EUA, e a Ilha virou comunista. Não vejo futuro melhor para a Libia, o Egito etc.
Ao que tudo indica, o caça abatido não era do governo Líbio e muito menos francês: era das forças rebeldes.
Quanto às ordens institucionais, vamos ser bem prácticos. Um governo só é legítimo na medida em que é justo ou que tenha forças para se manter. É assim que funciona na realidade e na cabeça de todo mundo.
Sendo o governo de Kadafi reconhecidamente injusto, autor de várias atrocidades ao longo das últimas décadas, é totalmente legítimo uma ação que vise ajudar sua derrubada agora, quando ele se encontra enfraquecido.
O governo chinês é também injusto, mas como é forte, temos que tolerá-lo.
Quanto ao futuro da Líbia: Sabemos que nem Kadafi nem os rebeldes prestam. Então, se ambos forem deixados sozinhos, o resultado será desastroso no futuro, pois um deles vencerá. Logo, o melhor que pode acontecer é um intervenção estrangeira que pode produzir, como resultado, um futuro governo que não esteja nem nas mãos de Kadafi, nem de fundamentalistas islâmicos, mas sim de outros grupos líbios que sejam capazes de manter a ordem no país e abastecer o ocidente com o tão precioso petróleo.
O regime de Suharto na Indonésia (que derrubou Sukarno) foi o regime anticomunista mais violento que houve no mundo, ou um dos mais. Morreram de 300 mil a 1 milhão de pessoas.
eu acho que a ONU entrou nessa por pressão popular/opinião pública, houve e há uma imensa propaganda no facebook e outros sites sociais a favor dos rebeldes libianos... ai se a ONU aliviasse pro Kadafi ou Mubarak, ia estourar protestos por todo o ocidente..
não acho que tenha um motivo mais profundo, a onu não tem poder real, é tudo blefe que depende muito da imagem pública...
se sou a favor de enchotarem kadaffi? manda bala! o problema é que quando os rebeldes estiverem fazendo barbaridades (contra cristãos, homossexuais etc.. )ninguém, absolutamente ninguém vai ter bolas para enfiar um míssel lá..
quanto a ordem const. não acho q se aplica, o iraque também tinha um gov. interno, claro que honduras usou de um processo legítimo e isso foi usado a favor, mas mesmo se fosse um golpe militar pra tirar o tiranete chavista de lá eu ia curtir... creio q são os liberais q tem o costume de olhar apenas a letra da lei e esquecer da realidade.. afinal são eles que acham que a letra da lei sendo baseada em princípios liberais, está tudo tranquilo e nada está em risco..
Esse bafafa está muito confuso mesmo. No entanto, apesar Rush Limbaugh, Reinaldo Azevedo e OdeC (se bem que o professor ainda não se manifestou sobre os últimos acontecimentos) estarem, em principio, contra a ação da OTAN, penso que os acontecimentos (como por exemplo: Kadafi ameaçando matar os brancos na Líbia e atacar civis nos países mediterrâneos) acabarão por mostrar-nos de que lado ficar.
Ataualizando a lista dos que condenaram a OTAN:
-Michael Moore
-Hugo Chávez
-Evo Morales
-Rafael Correa
-Zé Dirceu
-Fidel Castro
-PCB
-Foro de São paulo (através de Valter Pomar)
-Partido Comunista Chines
-Dmitri Medvedev (presidente russo)
-Marco Aurélio Garcia
- Lula (implicitamente, ao faltar a recepção a Obama)
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Não me alinho com esses comunas nem a pau! Força, OTAN!
Agora, a lista dos direitistas que condenaram o ditador líbio:
- Condoleezza Rice
- Sarah Palin
- David Cameron (premier britânico)
- Angela Merkel (premier alemã)
- Juan Manoel Santos (presidente da Colômbia)
- Sebastian Piñera (pres. do Chile)
- José María Aznar (ex-premier da Espanha)
- Silvio Berlusconi (premier italiano)
- Stephen Harper (premier do Canadá)
- Felipe Calderón (presidente do México)
- Nicolas Sarkozy (pres. da França)
- Glenn Beck (Fox News)
- Augusto Nunes (Veja)
se esses fossem realmente direitistas o mundo estaria respirando um pouco melhor, meu amigo.
O fato é que faz sentido o que Dan Hank escreveu:
"O ponto é que a classe dominante no Ocidente tem utilizado os muçulmanos como um meio de prejudicar a cultura cristã e com o apoio de manifestantes islâmicos no Norte de África, que é apenas uma extensão desta política."
"A conexão com o tom anti-cristã de líderes dos EUA (em todos os níveis), com a ACLU e o Southern Poverty Law Center estão se tornando constantes saídas jurídicas contra os cristãos, isso é muito claro para qualquer pessoa com acesso à Internet e atividade das ondas cerebrais palpável."
Então, dada a lista acima das nações islâmicas que têm recebido apoio militar, não é incomum que o Ocidente poderia saltar para o apoio de um grupo de radicais que querem derrubar o regime da Líbia, apesar da Líbia ter um dos mais altos padrões de vida da região e uma rede mais desenvolvida dos serviços sociais, e mesmo que Qadaffi tenha tido no passado um cooperativismo notável com o Ocidente, mesmo voluntariamente desmantelamento seus sistemas de armas."
"Portanto, agora existem 5 regiões (Irã, Kosovo, Iraque, Egito e agora Líbia) nas mãos de outra multidão selvagem na rua, graças à intervenção do Ocidente. Ver os preços subirem na bomba. Preste atenção para os fluxos de refugiados do Médio Oriente cristão nos países ocidentais.
Ver como o Islão se move contra Israel para o matar."
Fique atento para as lágrimas de crocodilo dos líderes ocidentais, que provocou a derrocada e como reagem com choque falsa indignação com o banho de sangue que deliberadamente iniciaram."
Parece que o governo mundial tem encontrado uma resistência cristã aos seus objetivos finais e por isso eles precisam, além de criar uma crise econômica (com a subida do petróleo), provocar um fluxo maior de mulçumanos no Ocidente para, obviamente, destruir o cristianismo.
veja o texto abaixo q extraí do site veradextra a respeito de Kosovo:
Mas não é o caso do atual César (Obama), assim como não era o daquele outro (Clinton) (veja primeira foto) que mandou bombardear um país que não tinha absolutamente nada a ver com os interesses reais da nação afim de impedir Slobodan Milosevic, o tirano local na época, de reprimir a ralé muçulmana da província de Kosovo e impedi-la de criar um estado islâmico dentro das fronteiras do país -- o que de fato aconteceu poucos anos depois, quando Kosovo se tornou independente, com o patrocínio destes mesmos Estados Unidos.
Mude o nome do presidente democrata no cargo de Clinton para Obama, mude Iuguslávia para Líbia, mude Milosevic para Khadafi, mantendo no quadro apenas os mesmos muçulmanos se apresentando como vítimas indefesas, sedentas apenas de liberdade e democracia, e o que você tem é a situação de hoje. De novo, algumas coisas realmente insistem em não mudar.
Com a independência de Kosovo da Iuguslávia, graças à intervenção militar e à influência política americana, era de se esperar que seus irmãos étnicos e religiosos da fronteiriça Albânia (que povoou a então província daquele país do mesmo modo que o México está povoando os Estados Unidos hoje) tivessem alguma gratidão a seus protetores do Novo Mundo. E no entanto, ainda este mês um albanês residente em Kosovo mostrou que a idéia que os muçulmanos fazem de gratidão não é a mesma dos cristãos, ao matar dois soldados americanos em uma base militar de Frankfurt, aos gritos, como sempre, de 'Allahu Akbar!'
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Faz sentido meu amigo! O governo mundial interviu militarmente nessas cinco regiões - inclusive Kosovo - citadas por Dan Hank para expandir o islamismo no Ocidente a fim de destruir mais rapidamente o cristianismo, q parece ser realmente uma grande barreira para implantação dos seus objtivos finais.
As nações ocidentais gastaram todos os argumentos para impedir um massacre: bloqueio dos bens do ditador, condenações verbais por parte de chefes de estado, criação de uma área de exclusão de vôo no espaço aéreo líbio, exigência de um cessar-fogo imediato, boicote e sanções econômicas. Esperaram até o último minuto.
No entanto, nada pareceu demover Kadafi da idéia de massacrar seus compatriotas, e a promessa de mais violência foi classificada como “assustadora”, pela chanceler alemã Angela Merkel. Condollez Rice e Madeleine Albright chegaram a chamar Kadafi de ""a nut" (um doido varrido), enquanto que Sarah Palin disse com todas as letras: "Kadafi is crazy" (maluco).
Sendo assim, após o facínora desrespeitar o cessar-fogo exigido pelo Conselho de Segurança, NÃO RESTOU OUTRA ATITUDE SENÃO INTERVIR MILITARMENTE - o minimamente possível, e esta intervenção HUMANITÁRIA DEVE restringir-se ao bombardeio a alvos militares sem invasão terrestre.
Que o ditador líbio é um cara completamente desiquilibrado (pra dizer o mínimo) acho que ninguém discute, que usou armamento de guerra contra seu povo também não e que estava prestes a invadir Benghazi e não deixar ninguém lá uma alma viva muito menos.
Agora também vou postar um artigo do embaixador Rubens Ricupero no qual ele "endossa minhas palavras" e ainda desce o malho no governo brasileiro que se absteve covardemente sem, no entanto, propor uma alternativa parar o impasse que se seguiu, lavando as mãos numa atitude digna de um Pôncio Pilatos.
"A abstenção sobre a Líbia no Conselho de Segurança revela como a política externa do novo governo continua distante dos valores democráticos do povo brasileiro.
Com efeito, seja qual for a intenção, a consequência objetiva do voto seria condenar ao massacre os que tiveram a coragem de lutar pela liberdade, gerando admiração no Brasil e no mundo.
Seria, se Brasília não soubesse que a resolução dispunha dos votos para passar. O Brasil garante assim o melhor de dois mundos: não se compromete, pois outros se incumbirão do trabalho necessário e sofrerão o desgaste.
Por que se abster? Segundo a representante do Brasil, porque não cremos que a interdição de voos seja a medida mais indicada para resolver a questão.
Qual seria então essa medida? Os apelos, as exortações, o bloqueio dos bens, o embargo de armas, a abertura de processos no Tribunal Internacional por crimes contra a humanidade?
Mas tudo isso se tentou na resolução anterior, aprovada com o voto do Brasil, só despertando no ditador Gaddafi desprezo e pouco caso.
Desta vez, em contraste, bastou aprovar a resolução para o governo líbio anunciar o cessar fogo, sinal de como estavam errados os diplomatas brasileiros. Por que então a abstenção? A medida é legal, prevista na Carta da ONU. Tinha sido pedida pela Liga Árabe, órgão regional competente. Não foi precipitada, uma vez que se tinham esgotado antes todas as sanções menos graves, conforme exige a Carta.
Medidas de proteção a civis que possam implicar uso de força só devem ser contempladas em último caso, mas essa é exatamente a situação na Líbia. É difícil imaginar exemplo mais extremo do que país onde o governo bombardeia seu próprio povo e ameaça desencadear repressão sem piedade!
...lembrei que do parágrafo 139 da declaração das Nações Unidas de 2005, assinada pelo presidente Lula, consta o compromisso de proteger as populações contra o genocídio, os crimes de guerra contra a humanidade e operações de limpeza étnica por meio de "ação coletiva decisiva e em tempo, caso os meios pacíficos se provem inadequados e as autoridades nacionais falhem em proporcionar a proteção".
Uno de los hijos de Jaddafi habría muerto tras ataque aéreo en Trípoli
Medios árabes y sitios web de la oposición confirmaron la información.
EL CAIRO.- Uno de los hijos de Moammar Jaddafi, Jamis Jaddafi, habría muerto en un hospital a causa de las quemaduras que sufrió el sábado cuando un piloto de la Fuerza Aérea libia se estrelló intencionalmente en un complejo militar en Trípoli,
Los bombardeos aliados no frenan los ataques de Gadafi
Un F-15 estadounidense cae en suelo libio tras un posible fallo mecánico
Los tanques del dictador abren fuego contra la población en su ofensiva sobre Misrata, que ha causado al menos 40 muertos.-La coalición ataca por tercera noche consecutiva la capital libia y otros objetivos militares.- Los rebeldes fallan en su intento de recuperar Ajdabiya
(...)"
Gadafi sigue atacando a poblaciones civiles, dice almirante de EE. UU.
Las fuerzas leales al coronel libio Muamar Gadafi siguen atacando a la población civil en el tercer día de la intervención militar de la coalición internacional en Libia, dijo el martes el almirante estadounidense Samuel Locklear, comandante de la operación 'Amanecer de la Odisea'.
(...)"
Who should be in charge of the military action to establish and maintain a no-fly zone?
( ) França
( ) EUA
( ) Reino Unido
( ) OTAN
( ) Itália
( ) ONU
( ) Liga Árabe
( ) Que se foda!, desde que os EUA dêem o fora dessa roubada
( ) Eu não acredito que ainda estamos discutindo isso
França quer ocupar o lugar de Israel entre os terroristas. Estão destruindo uma nação soberana, com IDH muito superior ao da republiqueta bananesca do braziu, por conta de defender cerca de 10% da população, que são terroristas insuflados pela cia e por outros estrangeiros. A Líbia tem petróleo e o seu governo não é capacho dos eua, taí o motivo do ataque covarde e criminoso.
E o Brasil ainda pensa em comprar armamento de uma nação terrorista como a França, que se meteu lá, assassinando e mutilindo civis, mulheres, crianças, idosos, além de militares que estão em sua terra, com o proósito apenas de fazer propaganda de seus armamentos de crime.
Mas nessa republiqueta existe muito gado, muita macacada, para ficar acreditando nessa mídia podre. Onu e Otan são organizações terroristas.