Entre as mentiras habituais, o movimento abortista trouxe uma nova: aos 2:19 min do vídeo, a narradora (que aparentemente não dá grande relevo ao fato de sua mãe não ter feito picadinho dela durante a gestação) diz que no Brasil há 537 deputados federais homens, e somente 56 mulheres, o que dá um total de 593 deputados federais.
Até nisso são mentirosos. O número de deputados federais no Brasil é de 513, por força de lei complementar. A mentira é a marca registrada do abortismo.
O cinismo e a retórica baratíssima são a outra marca registrada. "Criminalização das mulheres", sentença utilizada no vídeo, é um primor de estupidez: não se criminaliza "a mulher" que aborta, se criminaliza o ato de realizar um aborto. A igualmente lei pune o homem que o pratica na mulher, que incentiva, que financia. O agente do crime de abortamento pode ser homem ou mulher, porque a proibição é quanto a matar o embrião ou feto.
Em tudo e por tudo dá no mesmo que argumentar que se a lei pune uma mulher que pratica um furto, então esta lei é errada porque estaria "criminalizando a mulher que furta".
Curiosamente, nenhuma abortista que alega que o aborto contraria um direito feminino se lembra do fato que aproximadamente metade dos fetos são meninas, que terão o direito de viver integral, absoluta e irremediavelmente suprimido.
O Ministério da Saúde adverte: ouvir por muito tempo argumentos abortistas pode causar paralisação da inteligência.
Essa pesquisa que diz que 1 em cada 7 mulheres fizeram aborto é uma farsa. Entrevistaram apenas mulheres em idade reprodutiva em grandes cidades. Ora, isso é um parte das mulheres. Então, vem uma antropóloga patrocinada pela Fundação Ford dizer que esse é o perfil da "típica mulher brasileira"!
Diário do Comércio (editorial) , 10 de maio de 2007
"As alegações em favor da liberação do aborto são tão escandalosamente mentirosas que o simples fato de aceitar debatê-las já é conceder-lhes uma honra indevida. [...]"
meus Deus, este documentario é uma vergonha! cada depoimento mais absurdo que o outro!
A primeira que fala justifica que fez o aborto pois estava na Faculdade e não queria atrapalhar seus estudos. Quanto egoísmo. Mais ridículo ainda é o depoimento daquela cuja amiga tem uma neta fruto do estupro da sua filha, a qual não conseguiu autorização judicial p/ abortar: " como a minha amiga vai contar que o pai dela era um estuprador?" O que ela deveria temer contar é: se dependesse da sua mãe vc não estaria aqui hoje. Falta Deus para esta pessoas...
encontrei este texto num blog português anti-aborto, que explica bem o uso dos termos deste pessoal como forma de amenizar a polêmica em torno da questão: http://aborto.aaldeia.net/aborto-engano-palavras/
"Essa equação formula-se assim: se há 50% de probabilidades de que o feto seja humano e 50% de probabilidades de que não o seja, apostar nesta última hipótese é, literalmente, optar por um ato que tem 50% de probabilidades de ser um homicídio."
Sempre aumentam os dados de abortos. Mas esse é o argumento mais baixo e mentiroso que envolve a discussão. Mesmo se o número fosse elevado, isso NÃO seria ARGUMENTO pra legalizar o aborto.
A ONG abortista Planned Parenthood de Indiana diz que vai solicitar uma ação contra um projeto de lei que retira todos os recursos do governo para a organização. Indiana será primeiro estado a fazê-lo.
O governador republicano Mitch Daniels, disse sexta-feira que vai assinar a legislação restritiva do aborto, tornando Indiana o primeiro estado a cortar todo o financiamento do governo para a Planned Parenthood.
Indiana Gov. Daniels to Sign Bill Defunding Planned Parenthood
Republican Gov. Mitch Daniels said Friday he will sign restrictive abortion legislation, making Indiana the first state to cut off all government funding for Planned Parenthood and boosting Daniels' credentials among social conservatives as he considers whether to run for president.
Daniels said he supported the abortion restrictions from the outset and that the provision added to defund abortion providers did not change his mind. He said women's health, family planning and other services will remain available.
Russia desqualifica aborto como serviço médico
Putin disse que 1,5 trilhão de rublos serão investidos em “projetos demográficos”, para melhorar a expectativa média de vida e para levantar o índice de natalidade entre 25 e 30 por cento durante três anos.
Depois do discurso de Putin, a Duma, o parlamento russo, introduziu um projeto de lei para desqualificar o aborto como serviço médico no sistema público de saúde. O projeto também permitirá que os médicos possam recusar realizar abortos.
“O projeto de lei tem como objetivo criar as condições para uma mulher grávida optar por dar a luz”, disse Yelena Mizulina, diretora da comissão de família, mulheres e crianças da Duma.
Na quarta-feira a Duma também introduziu um projeto de lei para restringir a propaganda comercial do aborto.
Anton Belyakov, autor do projeto e deputado da facção do Partido Só Rússia, disse para os jornalistas: “O projeto de lei também dá aos médicos a responsabilidade de avisar as mulheres que decidiram fazer um aborto que o procedimento pode causar infertilidade, morte ou afetar negativamente a saúde física e mental”.
A Rússia tem o índice mais elevado de abortos no mundo com 53 abortos por 1.000 mulheres entre as idades de 15 e 44, de acordo com estatísticas da ONU. O aborto é uma questão chave na forte diminuição da população da Rússia, que viu uma queda de 148,5 milhões em 1995 para 143 milhões hoje.
“O projeto de lei também dá aos médicos a responsabilidade de avisar as mulheres que decidiram fazer um aborto que o procedimento pode causar infertilidade, morte ou afetar negativamente a saúde física e mental”.
Lembrem-se desta frase. Quando algum abortista vier com o mantra da "saúde da mulher" joguem isto na cara deles.
O que o movimento abortista não mostra: mulheres emocionalmente em pedaços, porque abortaram seus filhos.
Para muitas mulheres, a morte do feto não é o fim do aborto. É na realidade seu começo, porque este mesmo aborto estará presente em suas mentes e corações pelo restante de suas vidas.
Embora o enfoque do russo seja meramente "prático", e se deva à tentativa de resolver um colapso populacional e não a uma questão moral óbvia, ainda assim graças a Deus.
Rússia considerando restringir lei de aborto a fim de desacelerar colapso populacional
Hilary White
Num discurso na semana passada Vladimir Putin, primeiro-ministro da Rússia, disse que deve-se adotar medidas na Federação Russa para levantar o índice de natalidade.
Putin disse que 1,5 trilhão de rublos serão investidos em “projetos demográficos”, para melhorar a expectativa média de vida e para levantar o índice de natalidade entre 25 e 30 por cento durante três anos.
Depois do discurso de Putin, a Duma, o parlamento russo, introduziu um projeto de lei para desqualificar o aborto como serviço médico no sistema público de saúde. O projeto também permitirá que os médicos possam recusar realizar abortos.
“O projeto de lei tem como objetivo criar as condições para uma mulher grávida optar por dar a luz”, disse Yelena Mizulina, diretora da comissão de família, mulheres e crianças da Duma.
Na quarta-feira a Duma também introduziu um projeto de lei para restringir a propaganda comercial do aborto.
Anton Belyakov, autor do projeto e deputado da facção do Partido Só Rússia, disse para os jornalistas: “O projeto de lei também dá aos médicos a responsabilidade de avisar as mulheres que decidiram fazer um aborto que o procedimento pode causar infertilidade, morte ou afetar negativamente a saúde física e mental”.
A Rússia tem o índice mais elevado de abortos no mundo com 53 abortos por 1.000 mulheres entre as idades de 15 e 44, de acordo com estatísticas da ONU. O aborto é uma questão chave na forte diminuição da população da Rússia, que viu uma queda de 148,5 milhões em 1995 para 143 milhões hoje.
Belyakov disse que o índice de aborto da Rússia é “inaceitável”. As próprias estatísticas do país mostram que há 1.022 abortos realizados para cada 1.000 nascimentos. Os números oficiais mostram entre 1,6 e 1,7 milhões de abortos por ano, mas estimativas não oficiais os colocam em pelo menos 6 milhões por ano, 90 por cento dos quais são feitos, como na maioria dos países desenvolvidos, a pedido da mulher por razões “sociais”, não médicas.
Comentando acerca da crise de natalidade da Rússia, Larry Jacobs, da ONG Congresso Mundial de Famílias, disse: “Não é só a Rússia que está experimentando um inverno demográfico”.
“No mundo inteiro, os índices de natalidade diminuíram em mais de 50 por cento desde o final da década de 1960. No ano 2050, haverá 248 milhões a menos de crianças com menos de 5 anos no mundo do que há hoje. Essa escassez de nascimentos será um dos maiores desafios que a humanidade confrontará no século XXI”
Informação não oficial, não posso citar a fonte, mas é bastante confiável: o número de abortos reais na Rússia é de, em média, 30 abortos por mulher em idade fértil.
'Vivemos sob a égide não do direito canônico mas do direito em si', disse o ministro Marco Aurélio Mello
Alguém explique ao ministro que a lei que proíbe o aborto no Brasil não foi feita pelo Direito Canônico mas pelo Estado Brasileiro, que aliás é laico como eles tanto repetem.
CNBB: moção de apoio aos parlamentares em defesa da vida
APARECIDA, quinta-feira, 12 de maio de 2011 (http://zenit.org/) - Apresentamos a Moção de Apoio à Frente Parlamentar Mista em Defesa da Vida-Contra o aborto, texto divulgado hoje CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), no contexto de sua assembleia geral em Aparecida.
* * *
Nós, Bispos Católicos do Brasil, reunidos na 49ª Assembléia Geral da CNBB, de 4 a 13 de maio, em Aparecida (SP), não poderíamos deixar de manifestar nosso elogio e apoio à Frente Parlamentar mista-contra o aborto, pelo exemplar testemunho humanitário em favor da natalidade da pessoa humana, cuja dignidade é inviolável.
Todo trabalho que vem sendo feito pela denominada Frente Parlamentar, composta por políticos brasileiros de diversos credos e vários partidos, é digno da nossa admiração e incentivo.
Na grande luta em defesa da vida, apoiamos integralmente o Projeto do Estatuto do Nascituro e a proposta de emenda à Constituição Federal (PEC), que implica a introdução no artigo 5º da seguinte frase: a inviolabilidade da vida desde a fecundação.
Reconhecemos o valor e os objetivos dos diversos projetos do governo a favor da vida no período da gestação e da primeira infância, desde que a criança seja respeitada a partir da fecundação, e esperamos que seus resultados sejam tão expressivos quanto aos que são obtidos pelo trabalho desenvolvido, há anos, pela Pastoral da Criança no Brasil e no exterior.
Juntos, unidos num só coração, esforcemo-nos pela conquista de um Brasil sem aborto sob a proteção de Maria que deu seu Sim à vida.
Aborto é um Direito. Pela legalização do aborto...
Estas frases são muito elucidativas a respeito do estado de miséria mental e moral do nosso tempo. Nos mostram como as trapaças mais baixas da erística são utilizadas como argumentos honestos e sinceros, simplesmente porque a maior parte das pessoas não atina para sua absurdida intrínseca, ou, atinando, não rejeita o argumento.
No caso, ocorre uma petição de princípio, onde a conclusão desejada (o aborto vir a tornar-se um direito) é usada como premissa (o aborto é um direito). Dentro do arsenal dos trapaceiros, é um dos expedientes mais manjados.
Aliás, o argumento desemente-se sozinho: se o sujeito pede a legalização do aborto, é porque sabe que este não é um direito, o que pulveriza a premissa. 3.579 pessoas ou não atinaram para o absurdo do argumento, ou não dão a mínima bola para uma construção mental tão sólida quando uma parede feita de gelatina.
...considerando-se que a média de anos férteis mal chega a QUARENTA anos (entre menarca e menopausa), dá quase um aborto POR ANO, possivelmente MAIS, porque nos anos do início da idade fértil e do fim da idade fértil é menos provável a ocorrência de gravidez, devido a outros fatores. Deus do céu!
Projetos de Lei anti aborto - pró vida.
Como, geralmente, ficamos apenas sabendo dos que são a favor. Postei no twitter, e achei interessante colocar aqui tbm.
O governo da Hungria lançou uma campanha institucional contra o aborto com o lema "Deixa-me nascer!", ao que a vice-presidente da Comissão Europeia declarou que isto (a campanha contra o aborto) "não é um valor europeu".
Si te preguntaran, a bote pronto, por tres valores fundamentales de tu forma de vida, ¿cuáles dirías que son?
Estoy segura de que el derecho a la vida desde el momento de la concepción es el primero de todos. La mayoría de los europeos dirían lo mismo, ¿no crees? El derecho a la vida, la dignidad inviolable de la vida humana, es el pilar fundamental en el que descansa nuestra civilización.
No para todos los europeos.
La vicepresidenta de la Comisión Europea, la señora Viviane Reding, ha puesto el grito en el cielo por una campaña institucional del Gobierno de Hungría en la que se promueve el derecho a la vida del no nacido y la adopción de bebés como alternativa al aborto.
La señora Viviane Reding, luxemburguesa, miembro del Partido Popular Europeo, ha manifestado su disgusto con esta campaña, cuyo lema es "¡Déjame nacer!".
“No representa los valores europeos”, ha dicho la señora Reding, quien, además de vicepresidenta de la Comisión, es comisaria de Justicia.
Dile a la vicepresidenta de la Comisión Europea que ella no representa tus valores ni tu compromiso con el derecho a la vida.
Pincha en el siguiente enlace para firmar tu testimonio, que llegará directamente a la señora Reading:
http://www.hazteoir.org/firma/39573-firma-aborto-no-…ropean-value
Viviane Reding no ha sido elegida por los europeos para el importante puesto que desempeña. A ella la han designado otros políticos. ¿A quién representa la señora Reding?
Desde luego, no me representa a mí. No representa mis valores. Mis valores y los de millones de europeos más son los mismos que promueve el Gobierno de Hungría a través de su campaña a favor del derecho a la vida y de la adopción de niños.
Dile a la vicepresidenta de la Comisión que tú eres europeo y ella no representa tus valores.
Pincha en el siguiente enlace para enviar tu mensaje a la vicepresidenta de la Comisión Europea: http://www.hazteoir.org/firma/39573-firma-aborto-no-…ropean-value
¿Desde cuándo el aborto es uno de los valores de Europa? ¿Matar a seres humanos indefensos nos define como europeos? Desde luego que no. Es la señora Reading quien no representa los valores europeos.
Muchas gracias por defender a los que no tienen voz.
Gádor Joya y todo el equipo DAV
Mulher gera bebê fora do útero e criança sobrevive
Embora a gestação tenha colocado mãe e filha em risco de morte, a grávida se recusou a fazer um aborto
Em janeiro do ano passado, a britânica Paula Cawte, 38, foi informada na 20ª semana de gestação que o seu bebê estava se desenvolvendo fora do útero, o que é chamado na medicina de gravidez ectópica. Logo foi avisada pelos médicos que teria de fazer uma escolha: interromper a gravidez ou arriscar a vida para ter um bebê que provavelmente nasceria antes da hora e com problemas de saúde. Paula escolheu a segunda opção e hoje sua filha, Eva, está prestes a completar 1 ano.
É uma observação do padre Robert Gahl, professor adjunto de Ética na Universidade Pontifícia da Santa Cruz.
ROMA, domingo, 10 de julho de 2011 (http://zenit.org/) – O aborto é um sinal de alarme que indica um perigo onipresente na sociedade: a perda de identidade humana.
- Olhando para trás, qual foi o momento em que surgiu no horizonte essa aceitação do aborto, da pesquisa com células-tronco, da eutanásia?
- Padre Gahl: O aborto, infelizmente, é tão estendido por tantas partes do mundo que, hoje, muita gente, até os documentos da ONU, acham que ele é um direito reprodutivo. A origem disso é a revolução sexual, que não foi uma revolução de libertação, mas uma revolução do narcisismo, do desespero, de cortar laços, afeto, amizade e amor pelos outros. E no centro dessa revolução sexual nós tínhamos o desenvolvimento dos anticoncepcionais químicos, que permitiram o sexo sem bebês, ou seja, as pessoas podiam ter o prazer da sexualidade só como uma busca egoísta. E eles desconectaram a ordem intrínseca, orientada ao dom da vida; desconectaram a sexualidade dos compromissos sérios de amor, de formar uma família, e, claro, de ser pais e mães. É uma diminuição da dignidade humana. Eu considero que o problema do aborto é que é um sinal de alerta. É uma luz vermelha que está arrancando vidas, mas que indica uma coisa que é mais onipresente ainda, e que está mais profundamente enraizada na nossa sociedade do que você possa imaginar.
- E o que é?
- Padre Gahl: É a perda da própria identidade. Da nossa identidade que participa do poder criador de Deus, e que chama a pessoa a ser mãe e pai.
- Que mais a Igreja pode fazer neste tema?
Voltando atrás, gostaria de acrescentar que precisamos recuperar nossa sexualidade, assim como a consciência de que a sexualidade é sagrada, e precisamos, portanto, viver a modéstia e o respeito pela nossa sexualidade e nossos desejos sexuais com castidade e fortaleza, de modo que nos preparem para dar vida dentro da estrutura da família.