[Fixo] Obama
http://not.economia.terra.com.br/noticias/noticia.as…AFP_81046860
alguém ainda duvida que ele seja comunista?
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VÍDEO - Obama faz discurso totalmente esquerdista e ataca capitalismo.
http://video.foxnews.com/v/1544085786001/president-b…ist_id=87485
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The Real Obama: Unscripted (vídeo)
http://video.foxnews.com/v/1549427512001/the-real-ob…ist_id=87485
tradicional cançao "Deus salve a América" não será mais obrigatório nas
escolas americanas. O motivo alegado pelo governo comunista do Barrack
Obama é que os EUA são um país laico. Alguma semelhança com o governo
PTralha do Brasil?
O Obama já mandou retirar as palavras pai e mãe dos passaportes para não constranger os "casais" gays.
Desde que o comuna Obama chegou à casa branca a américa não é mais a mesma.
http://radio.foxnews.com/toddstarnes/top-stories/sch…od-song.html
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Entrevista de Obama para o jornal EL Tiempo da Colômbia:
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"En entrevista con EL TIEMPO, la primera a un medio colombiano, relanza su compromiso con Colombia.
.(...)'
.http://www.eltiempo.com/Multimedia/especiales/cumbre…o_11557121-7
.
VÍDEO - Entrevista com Obama na Colômbia (english version):
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http://www.noticiascaracol.com/nacion/video-262744-n…lish-version
Obama fracassou no Afeganistão – e também no Irã, Iraque, Palestina, Egito, Brasil…
A Guerra do Afeganistão pode ter começado com George W. Bush, mas
este a relegou a um segundo plano desde 2003, quando invadiu o Iraque.
Seis anos mais tarde, Barack Obama, seu sucessor, transformou o conflito
afegão em uma prioridade. Hoje, vemos que sairá derrotado, assim como
os soviéticos e os britânicos no passado.
Os múltiplos ataques em Cabul deixam claro que a estratégia de Obama
para o Afeganistão, que nada mais foi do que uma cópia mal feita do
surge de Bush no Iraque, teve um resultado negativo nestes três últimos
anos. O Taleban ainda está forte (mais do que nos tempos de Bush), o
Afeganistão é menos democrático do que três anos atrás e permanece longe
da estabilidade.
O tão chamado sucesso de Obama em política externa pode ser resumido à
ação para matar Bin Laden no Paquistão – sucesso não dele, mas dos
SEALs. Palestinos e israelenses não avançaram um centímetro em relação
aos anos de Bush, o Iraque se aproximou do Irã, o regime de Teerã não
abandonou o seu programa nuclear, ditadores aliados como Mubarak e
Kadafi foram derrubados (com a sua ajuda), ditadores inimigos como Assad
permanecem firmes no poder, a Rússia e a China não o respeitam e ele
não respeita o Brasil – aliás, ele é o presidente na história recente
que menos bola deu para a América Latina e um dos raros que nunca se
interessou em saber um pouco de espanhol (Bush era fluente).
http://blogs.estadao.com.br/gustavo-chacra/obama-fra…gito-brasil/
http://www.elpais.com.co/elpais/internacional/notici…a-washington
Bloqueado por republicanos, Obama reforça poderes executivos
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Contradizendo histórico de respeito a poder legislativo, líder cada vez mais recorre a formas de agir sem Congresso
Em um sábado no outono passado, o presidente Barack Obama interrompeu uma reunião de estratégia da Casa Branca para mencionar algo que não estava na agenda. Ele declarou que o governo precisava fazer um uso mais agressivo do poder executivo diante do obstrucionismo do Congresso.
"Estávamos tentando ressaltar a incapacidade do Congresso para fazer qualquer coisa", lembrou William M. Daley, que era o chefe de gabinete da Casa Branca na época. "O presidente expressou frustração, dizendo que precisávamos agir e colocar a cartas na mesa por nossa própria conta."
Para Obama, aquela reunião foi um ponto decisivo.
Como senador e candidato presidencial, ele havia criticado George W. Bush (2001-2009) por desprezar o papel do Congresso. E durante seus dois primeiros anos na Casa Branca - quando os democratas controlavam o Congresso - Obama trabalhou por meio do processo legislativo para atingir suas metas para a política nacional.
Mas, cada vez mais nos últimos meses, o governo Obama tem buscado formas de agir sem o Congresso.
Batizando seus esforços unilaterais de "Nós Não Podemos Esperar", um slogan que Obama criou naquela reunião de estratégia, a Casa Branca lançou dezenas de novas políticas - sobre empregos para veteranos, prevenção contra a falta de medicamentos, elevação nos padrões da economia de combustível, além de campanhas contra a violência doméstica e muito mais.
Em cada anúncio dessas iniciativas, Obama tem elogiado o fato de que está ignorando os legisladores. Quando anunciou um corte nas taxas de refinanciamento de hipotecas seguradas pelo governo federal no mês passado, por exemplo, enfatizou: "Se o Congresso se recusa a agir, continuarei a fazer tudo em meu poder para agir sem eles."
Segundo seus assessores, ele planeja muitos outros esforços nessa linha. Não apenas uma mudança de curto prazo no seu estilo de governo ou uma estratégia de reeleição, o uso cada vez mais assertivo do poder executivo por Obama prenuncia batalhas em relação à separação dos poderes em seu eventual segundo mandato e se os republicanos consolidarem seu poder no Congresso.
Muitos conservadores denunciaram a nova abordagem de Obama.
William G. Howell, professor de ciência política da Universidade de Chicago e autor de "Power Without Persuasion: The Politics of Direct Presidential Action" (Poder sem Persuasão: a Política da Ação Presidencial Direta, em tradução livre), disse que a utilização que Obama tem feito do poder executivo para fazer avançar políticas internas que não seriam aprovadas pelo Congresso não é historicamente nova. Ainda assim, segundo ele, por causa do passado de Obama como um crítico do unilateralismo executivo, a transformação histórica é notável.
"O que é surpreendente é ele aceitar ver isso como incentivos embutidos na instituição da presidência", disse Howell.
*Por Charlie Savage
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http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/nyt/2012-04-25/…cutivos.html
Fuzileiro naval é expulso por criticar Obama no Facebook
Militar há 9 anos e veterano da guerra do Iraque, o sargento Gary Stein chamou presidente americano de ‘covarde’ e ‘inimigo da política e da economia’ do país
Um sargento do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos foi expulso das Forças Armadas e simbolicamente rebaixado a soldado raso por fazer duras críticas ao presidente Barack Obama no Facebook. O sargento Gary Stein, de 26 anos, foi “desvinculado por razões não-honrosas”, afirmou comunicado.
Militar há nove anos e veterano da guerra do Iraque, Stein chamou o presidente dos Estados Unidos de covarde e inimigo da política e da economia. O sargento foi afastado de suas obrigações por ter cometido “uma falta grave de conduta, longe da esperada dos marines.”
Em um dos sites que promovia, Stein também vendia adesivos com os dizeres “NOBAMA 2012″ (Não a Obama 2012). Ele também administrava uma página chamada “Tea Party das Forças Armadas”, em apoio ao grupo ultraconservador de mesmo nome.
FONTE: Veja/Agência France-Presse
Obamaville - Rick Santorum "Anti-Obama" Ad 2012 (COMMENTS ENABLED!)
http://www.youtube.com/watch?v=tDGORiD82rQ
Nada mais que a pura verdade,
E tome negativos dos obamistas.
http://blogs.estadao.com.br/gustavo-chacra/obama-sup…ta-no-iemen/
[url]/Main#Profile?uid=10057834797564544971[/url]:
O que significa R.I.P?
[url]/Main#Profile?uid=378351111226327545[/url]:rest in peace
[url]/orkut/photos/QQAAAL6N_EG4TSviVRH2jlCw82tP6ZoPw1_thNM02tO0fA0Na40wcRXdJd7Z64mjHqwldqanT9BBvRRYw1mNF_-90G73v64MVSCT_8XgLKFGoWnhAJtU9VDRje_zj91Oh5Yewcjat_ptGPyl7w.jpg[/url]
Obama arrecada US$ 15 milhões em jantar de gala de George Clooney
Presidente em campanha foi aplaudido por seu apoio ao casamento gay.
Jack Black, Billy Cristal, Robert Downey Jr e Salma Hayek participaram.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama,
somou ao capital de sua campanha cerca de US$ 15 milhões na noite de
quinta-feira, durante um jantar de gala organizado pelo ator George Clooney, onde foi aplaudido por seu apoio ao casamento gay.
"Arrecadamos esse montante porque todo mundo ama o George. Gostam de
mim, mas o amam", brincou o presidente diante de cerca de 150
simpatizantes do partido democrata, reunidos na casa do astro de
Hollywood e ícone das causas liberais.
Apelidado de "Starmageddon", o evento, realizado na luxuosa mansão de
Clooney em Studio City, ao norte de Los Angeles, reuniu a nata de
Hollywood e de Washington, e engordará com até US$ 15 milhões o caixa da
campanha de Obama, seis meses antes das eleições, um recorde na
história das campanhas eleitorais americanas.
Entre as figuras presentes estavam os atores Jack Black, Billy Cristal,
Robert Downey Junior, Salma Hayek, Barbra Streisand e Tobey Maguire.
O presidente, que busca em novembro a reeleição, aproveitou a ocasião para reiterar seu apoio ao casamento homossexual.
"A verdade é que (o apoio ao casamento gay) foi uma extensão lógica do
que se supõe que os Estados Unidos sejam", afirmou Obama.
"Estamos recebendo pessoas que não são como nós, isso nos faz mais
fortes? Creio que sim. Essa é uma posição", destacou enquanto era
ovacionado pelo público.
Cada convidado pagou US$ 40 mil para entrar na festa exclusiva, o
último de uma série de eventos milionários para sustentar a custosa
máquina eleitoral.
Para os partidários menos abastados, a campanha de Obama fez um sorteio
online de entradas, em que, por apenas três dólares, era possível ter a
chance de se juntar à mesa com o anfitrião e o homenageado.
O caixa de Obama já tinha engordado de maneira considerável na
quinta-feira, com a decisão do presidente de apoiar publicamente a união
entre os homossexuais, com a qual recuperou parte do entusiasmo da base
liberal, atenuado desde sua campanha de 2008.
Gays e lésbicas ricos, muitos dos quais se concentram na Califórnia e
são o sustento de Hollywood, integram uma parcela muito importante dos
doadores do presidente, e aplaudiram seus comentários.
Desde abril de 2011, o dirigente democrata se dedicou a uma corrida por
fundos e participou de mais de 110 eventos de campanha. Segundo as
últimas cifras, divulgadas em abril, Obama arrecadou aproximadamente US$
200 milhões em um ano.
Esse dinheiro é fundamental para financiar as viagens de campanhas e comprar espaço publicitário.
Hollywood é uma fonte tradicional de financiamento e de elogios aos
presidentes democratas, mas alguns jornalistas insistem na ideia de que a
Meca do cinema não se sente tão bem considerada por Obama quanto
gostaria.
No entanto, qualquer distância entre Obama e Hollywood provavelmente
será reduzida agora, após a declaração em defesa dos direitos dos
homossexuais e pelo fato de que muitos no mundo do entretenimento veem
Mitt Romeny, que se opõe ao casamento gay, como um conservador extremo.
Os republicanos aproveitaram esse jantar das estrelas para afirmar que a
"Celebridade em chefe" estava longe do americano comum.
"Com a classe média dos Estados Unidos se recuperando dos efeitos da
falida liderança de Obama, nem mesmo a magia de Hollywood pode ocultar a
verdade", disse o presidente do Comitê Nacional Republicano, Reince
Priebus, no blog conservador Red State.
Clooney, que ofereceu o jantar em sua mansão de 700 metros quadrados,
chegou à fama em 1994 com a série de televisão "ER" ("Plantão Médico",
no Brasil). Indicado sete vezes ao Oscar, levou a estatueta de melhor
ator coadjuvante pelo suspense "Syriana", em 2005, e seu drama familiar
"Os Descendentes" ganhou neste ano o prêmio de melhor roteiro adaptado.
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/05/obama-cons…clooney.html
11 MAY 2012 | J. P. M.
La confesión presidencial surge en la campaña como una arriesgada jugada. Afroamericanos e hispanos cristianos rechazan su posición.
El histórico y sorpresivo sí del presidente Barack Obama al matrimonio entre personas homosexuales se impuso sobre cualquier otro tema –desempleo, crisis económica, terrorismo– en la campaña electoral de Estados Unidos. Los dirigentes republicanos y medios críticos con Obama reaccionaron, en su mayoría, con cautela y centraron sus críticas sobre los cálculos políticos implícitos en un respaldo que es leído como un paso arriesgado para su propio futuro a seis meses de las elecciones.
La frase de Obama (“Creo que las parejas del mismo sexo deberían poder casarse”) deslizada en una entrevista a la cadena de televisión ABC News le convirtió este miércoles en el primer presidente estadounidense que apoya públicamente el matrimonio homosexual. Una muy simbólica definición, carente de valor legal, que venía esquivando desde que asumió el cargo.
El primero en verse involucrado en la disputa fue el favorito a obtener la candidatura republicana para las presidenciales de noviembre. Mitt Romney se plantó exactamente en la vereda de enfrente de Obama: “Yo no estoy de acuerdo con eso”, afirmó. “El matrimonio en sí mismo es una relación entre un hombre y una mujer y esa es mi preferencia [...]. No estoy a favor del matrimonio entre personas del mismo sexo y no soy partidario de las uniones civiles, si son idénticas a un matrimonio aunque con distinto nombre”.
El ‘lobby’ homosexual
Otros portavoces republicanos fueron más lejos. “Es un movimiento ideado solamente para intentar ganar votos”, disparan. Acusan a Obama de “oportunismo” electoral y señalan que el presidente cuenta con un importante apoyo del lobby gay, que ha organizado varias reuniones para conseguir fondos para su campaña. El lunes, The Washington Post informó que uno de los seis principales donantes de su campaña es homosexual.
“La posición del presidente sobre el matrimonio gay ha sido producto de un frío cálculo político”, destacó Terry Holt, uno de los consultores republicanos.
Para el editor de temas estadounidenses de la BBC, Mark Mardell, la posición de Obama hará que aumenten las críticas incluso entre sus partidarios naturales. Cristianos evangélicos afroamericanos y también muchos católicos hispanos –minorías que en 2008 se volcaron con Obama– rechazan el matrimonio entre personas del mismo sexo.
La defensa del matrimonio tradicional sigue siendo importante para este colectivo, como lo es para el tercio de la población estadounidense, que se declara evangélica.
Obama podría perder así en ocho estados clave que han blindado en sus constituciones las bodas entre hombres y mujeres.
What do President Obama's own words reveal about him?
.
http://video.foxnews.com/v/1646513904001/what-do-pre…ist_id=87485
http://www.teaparty.org/article.php?id=3237
http://www.youtube.com/watch?v=Q1CgQwgOWAI&feature=player_embedded
EEUU podría penalizar a quienes renuncien a la ciudadanía por motivos fiscales .
Dos senadores de Washington están preparando ya el proyecto de ley de castigo.
En los últimos tiempos miles de ciudadanos estadounidenses han decidido renunciar a su nacionalidad motivados por la excesiva presión fiscal a la que son sometidos. El último caso conocido es el del cofundador de Facebook, Eduardo Saverin, que decidió radicarse en Singapur para evitar que el Estado norteamericano se llevara los más de 67 millones de dólares procedentes de los beneficios de su empresa.
No obstante, la respuesta por parte de la Administración Obama no se ha hecho esperar demasiado. No sólo su partido pretende efectuar para 2013 la mayor subida de tributos de la historia de EEUU, sino que también planea perseguir a las personas que renuncien a su nacionaliad huyendo de impuestos demasiado altos.
Dos diputados de Washington -Charles Shcumer y Bob Casey- ya están preparando un proyecto de ley con esta finalidad. Si lograra ser aprobado, se prohibiría la entrada al país a las personas que hayan hecho la renuncia de nacionalidad e impondrían un recargo tributario del 30% para las inversiones que hagan en EEUU.
Olhem isso, uma professora da Carolina do Norte, não admitiu criticas
que um Aluno fez do Obama e disse que ele poderia ser preso por criticar o
presidente desse jeito!!!
(Abaixo a conversa que se seguiu entre a professora e o aluno, entre
parenteses é a tradução minha, desculpem-me se estiver algo errado)
http://www.ijreview.com/2012/05/5953-teacher-wont-al…r-than-hers/
“Stop, no, because there is no comparison,” she says. Romney, she says,
is “running for president. Obama is the president.”
(Pare, pois não tem
comparação, Romney está concorrendo a presidência, Obama É o
presidente)
When the student says they’re both “just men,” the teacher continues to
argue that Romney, as a candidate for president, is not to be afforded the same
respect as the president.
(quando o estudando disse que os dois eram "apenas homens" a
professora continuou a falar que Romney como candidato, não deveria ser tratado
com o mesmo respeito com que se trata o Obama)
The teacher tells the class Obama is “due the respect that every other
president is due.”
(a
professora diz a classe que obama merece o mesmo respeito de qualquer outro
presidente)
“Listen, let me tell you something, you will not disrespect the
president of the United States in this classroom,” she says.
(a professora
disse: escute, deixe-me te dizer algo, você não vai desrespeitar o presidente
dos Estados Unidos nessa sala!)
The student replies that he’ll say what he wants.
(o Estudante revidou
dizendo que ele fala o que quiser)
“Not about him you won’t,” the teacher says.
(a professora: Mas não
sobre o Obama)
Later in the conversation, the teacher tells the class it’s criminal to
slander a president.”
(Depois, a professora disse que era criminoso falar assim
do presidente)
The student went on to say that, “Whenever Bush was president, everybody talked sh*t about him.”
(o Estudante disse que quando Bush era presidente, todos falavam merda sobre ele)
“Because he was shitty,” responded the teacher.
("Porque ele era um bosta" responde a professora)
“Do you realize that people were arrested for saying things bad about Bush?” the teacher asked the class.
”("Você tem consciência que pessoas foram presas por dizer certas coisas sobre o Bush?" perguntou a professora a Classe.)
The student then reminded the teacher (irony) that that would be in violation of the First Amendment to the Constitution.
(O estudante então, lembrou a professora(ironicamente) que isso seria uma violação da primeira emenda da Constituição)
“You would have to say some pretty f’d up crap about him to be arrested,” he says. “They cannot take away your right to have your opinion. … They can’t take that away unless you threaten the president.”
("Você teria que dizer muita coisas ruins para ser preso" ele disse "Eles não podem tirar o seu direito de ter opinião...eles não podem fazer isso a não se que você ameace o presidente!!
http://www.youtube.com/watch?v=PgbCtHV2cA8&feature=related
[url]/Main#Profile?uid=2328779812260672567[/url]:Fiquei impressionado, nunca tinha visto um ator tão bem informado.
O ator mexicano , Eduardo Verástegui: Obama é perigoso !!
http://www.youtube.com/watch?v=Q1CgQwgOWAI&feature=player_embedded
o presidente dos Estados Unidos Barack Obama ordenou o desenvolvimento
de um dos vírus mais poderosos do mundo, o Stuxnet. Segundo a
publicação, Obama comandou uma série de ataques cibernéticos aos
sistemas que controlam o programa nuclear do Irã.
O jornal ainda
informou que os americanos desenvolveram o vírus, junto com Israel, para
atingir os sistemas iranianos. A operação foi chamada de "Jogos
Olímpicos" e começou em meados de 2010, após um erro de programação dos
cientistas iranianos, que revelou informações sigilosas sobre a usina
nuclear de Natanz.
Funcionário de segurança americanos, europeus e israelenses informaram
que foram desenvolvidas versões atualizadas do vírus, que chegaram a
paralisar temporariamente cerca de 5 mil centrífugas de Natanz,
responsáveis pelo enriquecimento de urânio.
O New York Times
também afirmou que os ataques aconteceram nos últimos 18 meses e
diminuíram o ritmo de enriquecimento de urânio nas usinas iranianas.
Apesar de terem detectado o vírus, os governantes do país negam que o
Stuxnet tenha interferido nas operações nucleares.
Para saber mais sobre o início do Stuxnet, leia aqui uma matéria exclusiva.
Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/produtos/seguranca/no…irus-stuxnet
.
Larry Sinclair Talks About Obama's Homosexual and Crack Cocaine Use! Batcave Interview 8/19/2011
http://www.youtube.com/watch?v=8t5RMWyGlr0Leia mais: http://times247.com/pset/22media-s-kenyan-cover-up-o…ored1/page/0 # ixzz1xbZ9LiYi
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[url]/orkut/photos/QQAAAL6N_EG4TSviVRH2jlCw82t2znH7S6oZ8Cq2KFEERmqxlLNXceSFOtDI1M_GdWGMa1z_68s8_8xl_lu2PRV1k_F79z8doA_TCA8FFR_J0BTlAJtU9VD-YwgwQKLl0hQx8FRDNZlf6ZOt4g.jpg[/url]
RICARDO MIR DE FRANCIA
La Casa Blanca se ha tenido que disculpar por un patinazo verbal del presidente, Barack Obama, durante la ceremonia de entrega de las Medallas de la Libertad, el máximo honor civil en EEUU, celebrada el martes en Washington. Durante el homenaje a Jan Karski, un estadounidense de origen polaco que luchó contra los nazis en la segunda guerra mundial, Obama utilizó la expresión "campo de exterminio polaco" en lugar de campo de exterminio nazi. El error reverberó con fuerza en Polonia, donde su gobierno mostró su ofensa por las palabras de Obama.
"El presidente se equivocó al hablar, se refería a los campos de exterminio nazis en Polonia. Lamentamos este error", ha dicho a la agencia Efe un portavoz del Consejo de Seguridad Nacional de la Casa Blanca. Desde hace algunos años, las instituciones polacas dedicadas a preservar la memoria histórica tratan de prevenir la utilización de términos como “campo de concentración polaco” para describir los campos de trabajo y exterminio levantados por los nazis en su territorio, desde a Auschwitz, Treblinka o Gross-Rosen. La expresión confunde a los lectores, según la Fundación Kosciusko, dedicada a la memoria histórica.
El presidente polaco, Donald Tusk, aseguró que las palabras de Obama "han tocado a todos los polacos". "No podemos aceptar esas palabras incluso si vienen del líder de una potencia amiga, ya que esperamos diligencia, cuidado y respeto de nuestros amigos en cuestiones de importancia como el recuerdo de la segunda guerra mundial". Mucho más duro se mostró el ministro de Exteriores, Radoslaw Sikorski, al afirmar que "es una pena" que una ceremonia dedicada a honrar a título póstumo el valor de Karski "se viera ensombrecida por la ignorancia y la incompetencia".
Jan Karski (1914-2000) fue una de las 13 personalidades que recibieron la Medalla de la Libertad, en su caso, a título póstumo. En la lista también estuvieron Bob Dylan o la exsecretaria de Estado Madeleine Albright.





