[Fixo] Homossexualismo e movimento gay
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Bichinhas que foram ao Senado viram outra vez a Martaxa retirar a PL 122 de votação...
Vídeo de felicidade extrema do dia… Casal gay descobre que vai ganhar o primeiro netohttp://colunas.epoca.globo.com/bombounaweb/2011/12/1…imeiro-neto/
http://oglobo.globo.com/saude/casamento-gay-faz-bem-…tudo-3476772
Puuutaa merda! O que mais esses loucos vão alegar a favor dessa palhaçada?
Hoje eu li um artigo no Drudge Report e tive que fazer a seguinte arte no PhotoShop pra explicar pro povo que não conhece nada de história, acho que ficou bem didático e a imagem fala por sí só:
http://www.intereconomia.com/noticias-gaceta/iglesia…nos-20111220
[url]/orkut/photos/PQAAAFmtAzoODL4xOixXGHfxFp39nVf_qFe2WC2mrglmyN2ta68aJAaXaoSJigYRPZul95EmWMi7GepTl4_6OZ6df_gAm1T1UDiXDngi09mmNrYnGw-E_o8uv9uP.jpg[/url]
[url]/orkut/photos/PQAAANU0kc4XC2juCFiATWAEnv8P5XT1GdnVsFPYFHoqYaVxRyJ5L8o-RXAs1pHccOexB4E4x9-4tpZadr3EspeWniMAm1T1UC785ArXCaAtqvAuP_VQEon-inox.jpg[/url]
[url]/orkut/photos/OgAAACPWi0vdiGh9SLqM2VVk7GOdz3hbv4-LL35NtTfEUriVRQRTyHkvKAwMjnyioY4t8wkbscJxwWAXuaOnIW0tIbgAm1T1UG89XJsMmqy0rjyzaaTLF69xcTKb.jpg[/url]
El Obispado de Jaén prohibe a un gay casado ser padrino en un bautizo
-
El Obispado de Jaén ha precisado que, entre los requisitos que deben
tener los padrinos de bautismo se contempla que "sea católico, esté
confirado, haya recibido ya el santísimo sacramento de la Eucaristía y
lleve, al mismo tiempo, una vida congruente con la fe y con la misión
que va a asumir", después de que se haya hecho público que el párroco de
Huelma ha negado a un homosexual casado ser el padrino de bautizo de
una niña al considerar que esta circunstancia lo sitúa "fuera de las
normas de la iglesia".
Así lo ha indicado el Obispado este miércoles a través de un comunicado
de la Vicaría de Comunicación de la Diócesis jiennense, al mismo tiempo
que ha querido recordar que la normativa eclesial, reflejada en
el Código de Derecho Canónico, canon 874, da orientaciones claras sobre
los requisitos que deben tener los padrinos de bautismo.
En concreto, los requisitos que se contemplan es que el padrino "sea
católico, esté confirmado, haya recibido ya el santísimo sacramento de
la Eucaristía y lleve, al mismo tiempo, una vida congruente con la fe y
con la misión que va a asumir".
"El Obispado de Jaén quiere aclarar este tema para evitar los juicios
que se han realizado sobre una supuesta discriminación en la actuación
del párroco a la vez que reitera la necesidad de cumplir la normativa
eclesial universal", ha afirmado.
El sacerdote ha asegurado a Europa Press que "no ha se ha negado al
bautizo de nadie". "He dicho que esa persona no podía ser el padrino
porque está fuera de las normas de la iglesia", ha precisado el cura,
que ha declinado realizar cualquier otro tipo de declaraciones sobre un
caso que publica este miércoles Diario Jaén, según el cual el párroco
evitó que el hombre pudiera apadrinar a un bebé de seis meses el pasado
sábado.
Según añade el citado diario, la familia de la pequeña propuso
al padrino y el párroco preguntó si la persona que habían escogido
estaba bautizada y confirmada, a lo que respondieron de forma
afirmativa. Después, preguntó si estaba casado y con quién, de
modo que al presentarle la documentación pertinente sobre el matrimonio y
ver que su pareja era otro varón aseguró que "no podía ser".
bautizo de nadie". "He dicho que esa persona no podía ser el padrino
porque está fuera de las normas de la iglesia"!!!!!!
NORMAS DA IGREJA E PONTO FINAL !!!!Jornais no Brasil , como se era de esperar , sequer mencionam ditas normas !!!!
Padre católico espanhol impede batizado ao descobrir que padrinho é gay
.
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/12/padre-cato…o-e-gay.html
Mas é isso mesmo que eles querem kkkkk
No dia 8 de dezembro passado deveria ter ocorrido a votação no Senado Brasileiro do projeto de lei 122, que pretende criminalizar a chamada “homofobia”. A votação não ocorreu devido ao incendido debate ocorrido e pelo medo de que o dito projeto fosse rejeitado pela maioria dos senadores. A lição tirada naquele dia foi que o assunto precisa ser aprofundado e que o diálogo na sociedade brasileira deve continuar. Entramos, então, num tempo de reflexão.
O projeto de lei contra a “homofobia” tinha sido formulado pela primeira vez em 2006 e desde então espera a votação. Para que essa pudesse ter ocorrido, a senadora Marta Suplicy fez uma pequena alteração no mesmo, acrescentando o artigo terceiro: “Essa lei não se aplica à manifestação pacífica de pensamento decorrente da fé e da moral fundada na liberdade de consciência, de crença e de religião de que trata o inciso VI do art. 5º da Constituição Federal”. O objetivo de tal inciso é claro: ganhar o apoio de senadores religiosos ou os que escutam os argumentos provenientes dessa grande parte do tecido social brasileiro.
Desse modo o PL 122 vem sendo cada vez mais rejeitado e suscitando sérias reflexões. Nossa opinião é que dito projeto de lei é inaceitável porque o seu texto é pouco lógico, ambíguo e suscita mais dúvidas do que certezas. Vamos analisar o que diz o texto de tal projeto, o que esse supõe, as dúvidas que suscita na hora da sua aplicação prática e quais poderiam ser as consequências da aprovação dessa lei na sociedade brasileira.
Agora passemos a pensar nas manifestações práticas do que até aqui foi elencado como hipótese abstrata. Imaginemos o caso de um advogado ou de um contador que trabalha sozinho no seu escritório e começa a procurar alguém jovem para que possa trabalhar com ele. Suponhamos o caso de que esse empregador seja casado e que pretenda manter a fidelidade a sua esposa. Ele poderia pensar que fosse conveniente contratar uma pessoa do seu mesmo sexo, ao qual não sente nenhuma atração, simplesmente por não querer correr riscos, ao ter que passar oito horas por dia perto de uma jovem de 18 anos. Suponhamos que duas pessoas vão procurar esse emprego, um jovem e uma jovem. Se o empregador escolhesse o jovem, essa lei poderia dar àquela jovem a possibilidade de denunciar o empregador por “crimes resultantes de preconceito de sexo” e esse correria o risco de passar um bom período longe da sua família. Seria justa tal decisão judicial? Estamos dispostos a enviar essa pessoa a um dos presídios brasileiros? Uma pessoa não pode ter preferências na hora de contratar seus empregados? Ou deverá estar condenada a um medo constante da justiça?
Pensemos outro caso hipotético: uma pessoa vai procurar emprego numa das dezenas de ONGs existentes no Brasil, que trabalham para ampliar os chamados direitos da comunidade LGBT. Se essa pessoa consegue o emprego e, com o tempo, percebe-se que essa não é um homossexual. Essa pessoa seria demitida? No caso que o fosse, poderia denunciar o empregador como “criminal”, devido ao fato de tê-lo demitido “por motivos de preconceitos contra sua orientação sexual”?
Pensemos ainda outra possibilidade. Quando uma pessoa vai procurar um emprego. Com essa lei ativa, o empregador deverá perguntar ao interessado qual é seu “sexo, orientação ou identidade sexual”? Se o fizer, essa pessoa deveria responder tal pergunta? Evidentemente que não, pois isso faz parte da intimidade de cada pessoa, algo considerado inviolável pela nossa Constituição (art. 5, X).
Tudo isso nos faz concluir que dita lei é pouco racional e absolutamente inútil. Irracional por causa dos princípios contraditórios dos quais parte, por causa da ambiguidade do seu texto (capaz de deixar perplexos até mesmo os líderes do movimento LGBT), porque exige do sistema judicial algo que esse não pode comprovar: o fato de que houve realmente um “preconceito”. Dita lei é inútil porque qualquer acusado poderia se defender alegando que não é preconceituoso porque pensa, no âmbito da sexualidade humana, do mesmo modo que pensa o acusador, algo que não pode ser comprovado por nenhum juiz humano.
Evidentemente esses filósofos defendem como se fosse uma verdade absoluta o fato de que ninguém pode conhecer a verdade e demostram haver muito mais convicção de quem humildemente reconhece que a verdade é um bem social, que pode ser conhecida por quem a busca, sempre em modo parcial e gradual, e que essa pode ser descoberta através do diálogo. Mas o importante aqui é que se essa lei fosse aprovada os julgamentos passariam a depender da postura filosófica do juiz. Se “ato que induz a prática da violência” for considerado simplesmente o “dizer algo com valor de verdade”, isso poderia levar à prisão não somente quem pregasse contra o homossexualismo nos cultos religiosos, mas sim a qualquer pessoa que se expressasse contra uma conduta sexual diversa da sua. Se assim o fosse, dita lei deixaria de ser inútil e passaria a ser a base para todo tipo de arbitrariedade.
Se essa lei fosse aprovada, sendo essencialmente irracional, não poderia ser considerada como uma lei, mas como a regulamentação estatal de uma injustiça. Toda lei deveria ser um ordenamento racional, instituída e promulgada pela autoridade competente em vistas ao bem comum da sociedade. Mas o PL 122 promoveria um mal comum, ou seja, a censura contra toda pessoa que se pronunciasse sobre como acha que se deve viver a sexualidade humana. Se assim o fosse, ocorreria uma consequência trágica: a população seria condenada ao silêncio nessas questões, ou pelo menos ao medo constante da prisão.
“Artigo reproduzido do site http://quemtembocavaiaroma.livreforum.com/t1067-pl-1…inutil#10650
“Artigo reproduzido do site http://quemtembocavaiaroma.livreforum.com/t1067-pl-1…inutil#10650
26/12/2011
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07h00
Igreja que prega "cura de gays" na TV deve ser punida, diz Jean Wyllys
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FÁBIO BRANDT
DE BRASÍLIA
O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), ganhador do Big Brother de 2005, afirmou em entrevista ao UOL e à Folha
que padres e pastores devem ser sancionados por atacarem homossexuais
em seus programas de TV e rádio e por promoverem programas de
"recuperação" ou "cura" da homossexualidade. Segundo ele, a punição deve
ser estabelecida em lei.
"A afirmação de que homossexualidade é uma doença gera sofrimento
psíquico para a pessoa homossexual e para a família dessa pessoa",
disse.
http://www1.folha.uol.com.br/poder/1022576-leia-a-tr…ao-uol.shtml
http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/5800-pod…-jean-willys
"Eu acho que tem que haver uma sanção. Eu quero que a gente compare,
simplesmente, com outros grupos vulneráveis para saber se é bacana.
Alguém que chegue e incite violência contra mulheres e contra negros, ou
contra crianças ne sse país... Vai ser bem aceito?".
Jean Wyllys falou sobre o assunto no programa http://uol.com/bfcf1j, conduzido pelo jornalista https://twitter.com/fr_bsb no estúdio do Grupo Folha em Brasília. O projeto é uma parceria do UOL e da Folha.
O deputado afirmou que os religiosos "são livres para dizerem no púlpito
de suas igrejas que a homossexualidade é pecado". O problema seria o
uso de concessões públicas para "demonizar e desumanizar uma comunidade
inteira, como é a comunidade homossexual".
Wyllys também criticou mudanças feitas pela senadora Marta Suplicy
(PT-SP) à ao Projeto de Lei 122 de 2006, que propõe tornar crime
atitudes homofóbicas -como já ocorre com o racismo no Brasil. Segundo
ele, o texto apresentado por Marta "foi redigido pelo senador Demóstenes
Torres [DEM-GO], que não é homossexual e, muito pelo contrário, não tem
muita simpatia pela comunidade homossexual".
A seguir, trechos em vídeo da entrevista de Jean Wyllys. Mais abaixo,
vídeo com a íntegra da entrevista. A transcrição está disponível http://www1.folha.uol.com.br/poder/1022576-leia-a-tr…ao-uol.shtml.
Estão previstas várias manifestações de igrejas evangélicas contra a candidatura de Fernando Haddad, devido ao "Kit Gay".
é uma das maiores interessadas na causa LGBT, proibiu a propaganda gay ?!
Quer dizer, isso não seria contraditório ? Seria apenas para deixar o movimento pró gayzismo ao redor do mundo mais alerta e furioso ?
[url]/orkut/photos/OgAAAP2YS2dl2OBwVoZyL_0vR9WjZ2swxM0SFmS9BZYOTImU74RLVsMtADdjXfO7CnqDmHlvdp7fdl9i6le-lv21q8IAm1T1UDR87dFxstRhkWgZOEmKxoXxlZJi.jpg[/url]
SÃO PAULO - A travesti Andrielly Vogue é oficialmente pré-candidata a
Câmara Municipal de Curitiba pelo PT. Andrielly foi candidata em 2008 e
tentou se candidatar para a Assembleia Legislativa em 2010, quando
acabou ficando de fora da lista de candidatos por decisão do partido, o
PT.
- Fiquei muito decepcionada – disse ela, que cogitou deixar a legenda.
Sua
madrinha política é a ministra Gleisi Hoffmann que lhe abriu as portas
da convenção dos pré-candidatos petistas. A travesti quer concorrer na
cota feminina - a lei exige que pelo menos 30% dos candidatos de um
partido a uma eleição proporcional sejam mulheres - e diz que já
frequenta a Câmara diariamente.
O GLOBO - Pretende se candidatar à Câmara?
ANDRIELLY
- Já me sinto uma pré-candidata a vereadora e dentro da Casa
Legislativa me sinto a vereadora. Tive alguns problemas dentro do cinema
que eu gosto de frequentar. Disseram para a polícia que eu ia bêbada e
drogada, o que não é verdade. Não uso nada disso. Os vereadores aqui me
apoiaram nisso. Eu fico aqui na Câmara na parte da manhã e atendo o
povo. Perco dinheiro sabia? Porque fico aqui sem ganhar nada.
O GLOBO - Você vai se candidatar na cota feminina do PT?
ANDRIELLY
- Sim. Esse é um desejo meu, um direito. Em 2008, fui candidata a
vereadora. Em 2010, queria me candidatar para a Assembleia Legislativa. O
partido me registrou como José Adriano Elias (nome de registro de
Andrielly) e, além de tudo, veio ordem da direção nacional para abrir
espaço para os outros partidos da coligação. Acabei ficado de fora.
Fiquei muito decepcionada com o partido e cheguei a ir pra Justiça.
Cheguei para o presidente do PT no Paraná (o deputado estadual Ênio
Verri) e perguntei se ele queria que eu deixasse o partido. Ele disse
que não. Que eu deveria ficar. Aí fomos nos entendendo. Agora quem me
ajudou muito foi a doutora Gleisi (Gleisi Hoffman, ministra-chefe da
Casa Civil). Ela conquistou a executiva estadual e me garantiu no
encontro dos pré-candidatos do PT. Ela me ajudou muito.
O GLOBO - No que mais a ministra te ajudou?
ANDRIELLY
- Eu 2009, eu fui na escola de governo, convidada pelo ex-governador
Roberto Requião (hoje senador pelo PMDB). Na época, tinha levado um tiro
na perna, mas ninguém de lá me ajudou e estavam todos os secretários.
Quem me ajudou foi a Gleisi. É uma mulher de caráter.
O GLOBO - Como será sua campanha?
ANDRIELLY
- Barata e humilde. Quero trabalhar com as minorias marginalizadas,
como usuários de drogas, travestis e portadores do vírus HIV.
Leia mais sobre esse assunto em
http://oglobo.globo.com/pais/travesti-qu


