Lennox, Craig, D'Souza e Plantinga são os maiores atualmente...
[contra ateu] O melhor argumento que já ví
O que eu disse continua na terceira página esperando um approaching honesto.
Eu faço approachings honestos sempre, porque qualquer outro é inadmissível. Mas o seu texto é um tanto, digamos, abstruso. Vamo lá. Você diz:
"O ateu não cede qualquer significado à criação que roube o sentido da lei de causa e conseqüência. Isso já mata a questão com uma violência que pode destruir a fé de muita gente sem estudo ou inteligência que medite sobre o assunto, que alias só é compreendido através de um enorme esforço. Então não se ludibrie quanto a sua fé lendo rapidamente a primeira linha desse argumento sem pensar muito sobre o assunto. Um exemplo das graves críticas que surgem disso é: poderia deus não criar coisa alguma?"
Meu caro amigo, que "argumento"existe aí, que eu não vi nenhum? A existência do Criador é algo lógico, um pressuposto lógico, uma evidência. A sua pergunta se refere à "natureza"de Deus, aos seus "atributos", "intenções"e "possibilidades". Quem te responder a isto não estará sendo honesto: NINGUÉM sabe de nada disso! Deus é incognoscível - a criação, aquilo que foi criado, é Sua manifestação, uma expressão de Sua existência. Deus é o Criador Não-Criado que se manifesta, portanto está presente, na criação.
Quanto à sua pergunta direta, "poderia Deus não criar coisa alguma?", o "poderia" encrenca um bocado, porque Deus é infinito, e infinito significa absolutamente, completamente, inteiramente. O que eu quero dizer é que o verbo "pode"não se aplica a Deus, rigorosamente falando - porque "poder" significa implicitamente a existência de um "limite de possibilidades" qualquer.
Mas, pra não complicar muito, é evidente que Deus "poderia"não criar absolutamente NADA, e assim como contém o "tudo absoluto", conteria igualmente o "nada"absoluto.E obviamente continuaria SENDO, que é na minha opinião o único verbo cabível para Deus: Deus É.
"O ateu não cede qualquer significado à criação que roube o sentido da lei de causa e conseqüência. Isso já mata a questão com uma violência que pode destruir a fé de muita gente sem estudo ou inteligência que medite sobre o assunto, que alias só é compreendido através de um enorme esforço. Então não se ludibrie quanto a sua fé lendo rapidamente a primeira linha desse argumento sem pensar muito sobre o assunto. Um exemplo das graves críticas que surgem disso é: poderia deus não criar coisa alguma?"
Meu caro amigo, que "argumento"existe aí, que eu não vi nenhum? A existência do Criador é algo lógico, um pressuposto lógico, uma evidência. A sua pergunta se refere à "natureza"de Deus, aos seus "atributos", "intenções"e "possibilidades". Quem te responder a isto não estará sendo honesto: NINGUÉM sabe de nada disso! Deus é incognoscível - a criação, aquilo que foi criado, é Sua manifestação, uma expressão de Sua existência. Deus é o Criador Não-Criado que se manifesta, portanto está presente, na criação.
Quanto à sua pergunta direta, "poderia Deus não criar coisa alguma?", o "poderia" encrenca um bocado, porque Deus é infinito, e infinito significa absolutamente, completamente, inteiramente. O que eu quero dizer é que o verbo "pode"não se aplica a Deus, rigorosamente falando - porque "poder" significa implicitamente a existência de um "limite de possibilidades" qualquer.
Mas, pra não complicar muito, é evidente que Deus "poderia"não criar absolutamente NADA, e assim como contém o "tudo absoluto", conteria igualmente o "nada"absoluto.E obviamente continuaria SENDO, que é na minha opinião o único verbo cabível para Deus: Deus É.
Segundo você, o ser humano é formado por uma unidade lógica (razão) e uma unidade transcendente que na maioria das vezes ele mesmo despreza (em seus termos). É esta última que o liga com a natureza criadora (Deus). Sendo assim, para ser ateu, seria necessário estar completamente desvinculado dela. Mas em outros tópicos você defendeu a idéia (como sempre defende) que ser ateu já é uma idéia absurda e contraditória.
Segundo se sabe, existem três meios considerados legítimos para que um sujeito busque a religião: a concepção de absoluto, justiça e morte. Por esse ângulo, um ateu deve considerar ilegítimo a obtenção de qualquer explicação que provenha desses três meios.
Me corrija se estiver enganado, mas a contradição segundo você surge em não se acreditar numa entidade transcendente (absoluto) como pré-requisito primeiro para a existência. Então você joga uma afirmação que segundo sua lógica é atéia: "do nada se criou o tudo". A primeira pergunta que quero te fazer é a seguinte: o que seria necessariamente o nada? Se sua resposta for "a inexistência do tudo" então você estaria admitindo que nem Deus nem o universo existe. Por conseguinte: ou Deus existe e "nada" é uma idéia abstrata sem nenhuma representação no mundo real, ou Deus não existe e "nada" é qualquer coisa pré-existente da qual desconhecemos a natureza.
De um lado ou de outro, definir o "nada" como "inexistência" seria admitir de antemão a própria inconsistência do universo tornando impossível a nossa existência. Então o primeiro cuidado que devemos ter é ao definirmos "nada". Não temos qualquer contato real, seja ele transcendente ou não, com um algo "inexistente".
Então em minha opinião, o absurdo não é ser ateu (ateísmo é se perguntar "como se transformou", ao invés de "como foi criado"). Absurdo é dizer que antes do universo como o conhecemos existia o nada, e que esse nada é a inexistência do tudo.
Para finalizar mais claramente: ser ateu é legítimo se admitido a inconsistência na crença do "nada".
Segundo se sabe, existem três meios considerados legítimos para que um sujeito busque a religião: a concepção de absoluto, justiça e morte. Por esse ângulo, um ateu deve considerar ilegítimo a obtenção de qualquer explicação que provenha desses três meios.
Me corrija se estiver enganado, mas a contradição segundo você surge em não se acreditar numa entidade transcendente (absoluto) como pré-requisito primeiro para a existência. Então você joga uma afirmação que segundo sua lógica é atéia: "do nada se criou o tudo". A primeira pergunta que quero te fazer é a seguinte: o que seria necessariamente o nada? Se sua resposta for "a inexistência do tudo" então você estaria admitindo que nem Deus nem o universo existe. Por conseguinte: ou Deus existe e "nada" é uma idéia abstrata sem nenhuma representação no mundo real, ou Deus não existe e "nada" é qualquer coisa pré-existente da qual desconhecemos a natureza.
De um lado ou de outro, definir o "nada" como "inexistência" seria admitir de antemão a própria inconsistência do universo tornando impossível a nossa existência. Então o primeiro cuidado que devemos ter é ao definirmos "nada". Não temos qualquer contato real, seja ele transcendente ou não, com um algo "inexistente".
Então em minha opinião, o absurdo não é ser ateu (ateísmo é se perguntar "como se transformou", ao invés de "como foi criado"). Absurdo é dizer que antes do universo como o conhecemos existia o nada, e que esse nada é a inexistência do tudo.
Para finalizar mais claramente: ser ateu é legítimo se admitido a inconsistência na crença do "nada".
Aí você diz que
"O ateu não compartilha o significado de eternidade com o de transcendência, pois só se admite a incognissibilidade do inexistente. Essa é uma porrada tão grande na fé, fica tão claro que o argumento contrário é wishful-thinking uma vez compreendido isso, que a própria idéia de Deus perde o viço."
Eu não entendi bem o que é o compartilhamento ao qual você se refere, mas suponho que queira dizer que o que é impossível de ser humanamente conhecido não seria obrigatoriamente "transcendente". Well, amigo, isso é um jeu de mots: o que uma pessoa religiosa vai te dizer é que ela apenas SABE que o seu conhecimento, o conhecimento humano, é evidentemente TRANSCENDIDO, ULTRAPASSADO, por um conhecimento INFINITO!
Não importa o "quanto se saiba", a, digamos, "distância" desse conhecimento humano para um conhecimento infinito permanecerá, SEMPRE, infinita - pela própria definição de infinito. Infinito "menos" alguma coisa CONTINUA sendo infinito. É isso que significa o tal "transcendente incognoscível": a eternamente "infinita diferença" daquilo que se pode conhecer e o conhecimento divino, que é infinito : não importanto o quanto "se conheça", a "diferença"não pode ser transcendida, permanecendo sempre a MESMA.
Eu não estou, é claro, me referindo a nenhum "tipo" específico de conhecimento; estou me referindo a qualquer um, a qualquer conjunto cognitivo: estou afirmando é que entre este conjunto, qualquer que ele seja, e um "conjunto infinito", a diferença não pode ser transcendida. Ou seja, o incognoscível é sempre infinito e sempre transcendente, não importa "o quanto se conheça" - ou, em outras palavras, não importa "o tamanho do conjunto" que se estiver usando para comparação.
"O ateu não compartilha o significado de eternidade com o de transcendência, pois só se admite a incognissibilidade do inexistente. Essa é uma porrada tão grande na fé, fica tão claro que o argumento contrário é wishful-thinking uma vez compreendido isso, que a própria idéia de Deus perde o viço."
Eu não entendi bem o que é o compartilhamento ao qual você se refere, mas suponho que queira dizer que o que é impossível de ser humanamente conhecido não seria obrigatoriamente "transcendente". Well, amigo, isso é um jeu de mots: o que uma pessoa religiosa vai te dizer é que ela apenas SABE que o seu conhecimento, o conhecimento humano, é evidentemente TRANSCENDIDO, ULTRAPASSADO, por um conhecimento INFINITO!
Não importa o "quanto se saiba", a, digamos, "distância" desse conhecimento humano para um conhecimento infinito permanecerá, SEMPRE, infinita - pela própria definição de infinito. Infinito "menos" alguma coisa CONTINUA sendo infinito. É isso que significa o tal "transcendente incognoscível": a eternamente "infinita diferença" daquilo que se pode conhecer e o conhecimento divino, que é infinito : não importanto o quanto "se conheça", a "diferença"não pode ser transcendida, permanecendo sempre a MESMA.
Eu não estou, é claro, me referindo a nenhum "tipo" específico de conhecimento; estou me referindo a qualquer um, a qualquer conjunto cognitivo: estou afirmando é que entre este conjunto, qualquer que ele seja, e um "conjunto infinito", a diferença não pode ser transcendida. Ou seja, o incognoscível é sempre infinito e sempre transcendente, não importa "o quanto se conheça" - ou, em outras palavras, não importa "o tamanho do conjunto" que se estiver usando para comparação.
Amigo, Deus por definição não pode ser incluído nem no "nada"e nem no "tudo", uma vez que isto seria admitir que há "alguma coisa maior que Deus", e que "O contém".
Então não interessa se "tudo"existe ou se "nada"existe, porque Deus está "fora"dessa "contenção"- Ele transcende a contenção, não está "dentro"do "conjunto", qualquer que o conjunto seja. O tudo e o nada é que são contidos em Deus, não o contrário.
É meio difícil porque explicar isso porque a gente só tem palavras para usar, e faltam algumas. Mas faz-se o melhor que se pode.
Então não interessa se "tudo"existe ou se "nada"existe, porque Deus está "fora"dessa "contenção"- Ele transcende a contenção, não está "dentro"do "conjunto", qualquer que o conjunto seja. O tudo e o nada é que são contidos em Deus, não o contrário.
É meio difícil porque explicar isso porque a gente só tem palavras para usar, e faltam algumas. Mas faz-se o melhor que se pode.
Não defini Deus como nada. Na realidade, acredito que Deus só pode existir como propriedade do universo. Mas não vejo como isso vem ao caso...
O que eu falei foi absurdo. Correção: O universo seria uma propriedade de Deus, e não o contrário. Daí Deus não estaria contido no universo, mas conteria todo ele. Desculpe o engano.
Quanto à minha definição do segundo elemento, é isso mesmo, você entendeu corretamente. Mas deve se lembrar que eu também defini a inteligência humana como a resultante de uma interação entre essas duas "coisas", esses dois "elementos"- para usar o termo do Dr. Wolfgang Smith.
A ablação de um dos elementos vai comprometer o conjunto, de alguma maneira - porque só UM deles não pode "interagir" com o outro, que está "anulado". No entanto, sabe-se um bocado de coisas sobre o elemento RACIONAL, porque a natureza dele é ALGORÍTMICA - mas sobre o segundo elemnto não se pode dizer nada, porque se uma coisa não pode ser expressa num algoritmo isto significa que ela não pode ser o que chamamos de "conhecida", ou "estudada", ou "medida" de alguma forma.
Então é possível, pelo menos em tese, se saber como funciona cognitivamente alguém que só tenha o paradigma racional ativo, porque todo ele é "mensurável". Mas NÃO É igualmente possível saber como funciona cognitivamente alguém que só tenha o paradigma "2" funcionando, e seja inteiramente desprovido de razão: NINGUÉM pode se meter a falar sobre isso, porque é inteiramente insabível! Não há "medida", não há como se conhecer o que pensa, ou como pensa, tal pessoa.
Este é um monumental argumento que vai CONTRA a idéia absurda de se achar que alguém com uma linha de eletroencefalograma "zerada" não está "pensando", ou seja lá o nome que se queira dar ao processo que AINDA está lá, inteiramente gerado pelo segundo elemento, sobre o qual não se pode medir nada, saber nada, e dizer nada!
É uma IMPOSSIBILIDADE saber isso: e portanto se mata gente todos os dias devido a uma idéia inteiramente errada, arrogante e estúpida. PORQUE o raio da humanidade emburreceu tanto que só consegue levar em conta aquilo que consegue MEDIR, e o resto diz que "não existe"! É verdade que mede cada vez mais coisas - mas seja qual for a quantidade de "coisas medidas", a tal "diferença" continua sempre sendo infinita, como eu disse...
A ablação de um dos elementos vai comprometer o conjunto, de alguma maneira - porque só UM deles não pode "interagir" com o outro, que está "anulado". No entanto, sabe-se um bocado de coisas sobre o elemento RACIONAL, porque a natureza dele é ALGORÍTMICA - mas sobre o segundo elemnto não se pode dizer nada, porque se uma coisa não pode ser expressa num algoritmo isto significa que ela não pode ser o que chamamos de "conhecida", ou "estudada", ou "medida" de alguma forma.
Então é possível, pelo menos em tese, se saber como funciona cognitivamente alguém que só tenha o paradigma racional ativo, porque todo ele é "mensurável". Mas NÃO É igualmente possível saber como funciona cognitivamente alguém que só tenha o paradigma "2" funcionando, e seja inteiramente desprovido de razão: NINGUÉM pode se meter a falar sobre isso, porque é inteiramente insabível! Não há "medida", não há como se conhecer o que pensa, ou como pensa, tal pessoa.
Este é um monumental argumento que vai CONTRA a idéia absurda de se achar que alguém com uma linha de eletroencefalograma "zerada" não está "pensando", ou seja lá o nome que se queira dar ao processo que AINDA está lá, inteiramente gerado pelo segundo elemento, sobre o qual não se pode medir nada, saber nada, e dizer nada!
É uma IMPOSSIBILIDADE saber isso: e portanto se mata gente todos os dias devido a uma idéia inteiramente errada, arrogante e estúpida. PORQUE o raio da humanidade emburreceu tanto que só consegue levar em conta aquilo que consegue MEDIR, e o resto diz que "não existe"! É verdade que mede cada vez mais coisas - mas seja qual for a quantidade de "coisas medidas", a tal "diferença" continua sempre sendo infinita, como eu disse...
Não vejo como isso pode ser coerente. No argumento inicial de vocês: se um ateu admite que não foi criado então estaria admitindo sua não-existência. Isto é: é inadmissível existência sem criação.
Isso pra mim é pura confusão. Coloco simplesmente deste modo: O crente vê o universo como uma propriedade de um Deus consciente, transcendente e força motriz do próprio universo; para o ateu esta propriedade não passa de interações físico-químicas. Pensando deste modo, não vejo contradição.
Isso pra mim é pura confusão. Coloco simplesmente deste modo: O crente vê o universo como uma propriedade de um Deus consciente, transcendente e força motriz do próprio universo; para o ateu esta propriedade não passa de interações físico-químicas. Pensando deste modo, não vejo contradição.
Eu escrevi no meu magro blog, não faz muito tempo, algo sobre isso: afirmando que TODO o conhecimento humano digno do nome completo de CONHECIMENTO era sempre, invariavelmente, REVELADO - porque, se a inteligência RESULTA de uma interação na qual uma das "pernas" VEM, ou está de algum modo LIGADA a Deus, então SEMPRE, para inteligir, se estará usando a revelação, mesmo que não se SAIBA disso.
No "Emperor's New Mind", um verdadeiro libelo CONTRA a idéia de "inteligência artificial", o autor ateu passa pertiiiiiinho de dizer isso, mas não diz: ele tem lá uma teoria sobre consciência quântica, que seria o segundo elemento: ele não vai achá-la NUNCA, no matter what, porque ele é ATEU. O ateísmo atrapalhou na hora AGÁ! Aliás montes de cientistas - eu me refiro aos que realmente podem ser chamados de - fazem a mesma coisa, passam perto pacacete de entender; mas é como se, no segundo final, eles virassem a cara para o outro lado para dizer: "é, tem mais alguma coisa, mas a gente não sabe o que é."
Porque ADMITIR o segundo elemento como sendo o que é implica em admitir Deus, e eles "não querem fazer isso porque não querem fazer isso". 😄!
Sim, "tem mais alguma coisa", mesmo, e a gente só pode saber o que é através da própria coisa, caramba: pela via da revelação, que é naturalíssima e inteiramente nossa: eu diria que é o mais natural de todos os atributos humanos.
Incontaminada, cintilante, pura: a marca dos FILHOS DE DEUS!
E, no entanto, embora não possa ser "arrancada", pode ser NÃO-USADA, comprometendo brutalmente a inteligência... E aí, amigo, a pessoa emburrece. 😄!
Não temos feito outra coisa, nos últimos tempos, senão emburrecer desabaladamente. Guénon tinha razão, este é o "reino da quantidade", do "mensurável". É verdade.
No "Emperor's New Mind", um verdadeiro libelo CONTRA a idéia de "inteligência artificial", o autor ateu passa pertiiiiiinho de dizer isso, mas não diz: ele tem lá uma teoria sobre consciência quântica, que seria o segundo elemento: ele não vai achá-la NUNCA, no matter what, porque ele é ATEU. O ateísmo atrapalhou na hora AGÁ! Aliás montes de cientistas - eu me refiro aos que realmente podem ser chamados de - fazem a mesma coisa, passam perto pacacete de entender; mas é como se, no segundo final, eles virassem a cara para o outro lado para dizer: "é, tem mais alguma coisa, mas a gente não sabe o que é."
Porque ADMITIR o segundo elemento como sendo o que é implica em admitir Deus, e eles "não querem fazer isso porque não querem fazer isso". 😄!
Sim, "tem mais alguma coisa", mesmo, e a gente só pode saber o que é através da própria coisa, caramba: pela via da revelação, que é naturalíssima e inteiramente nossa: eu diria que é o mais natural de todos os atributos humanos.
Incontaminada, cintilante, pura: a marca dos FILHOS DE DEUS!
E, no entanto, embora não possa ser "arrancada", pode ser NÃO-USADA, comprometendo brutalmente a inteligência... E aí, amigo, a pessoa emburrece. 😄!
Não temos feito outra coisa, nos últimos tempos, senão emburrecer desabaladamente. Guénon tinha razão, este é o "reino da quantidade", do "mensurável". É verdade.
Tal coisa não é coerente - você está assumindo um "tudo", um universo, que CONTÉM EM SI a possibilidade das tais reações físico-químicas. Né mesmo? Veja: um universo entupido de LEIS! Está aí bem na sua cara: olhe devagar à sua volta e VEJA - um universo entupido de LEIS, mais precisamente de PERMISSÕES. O que é que PERMITE que haja essas reações físico-químicas às quais você se refere, e que todos nós sabemos que existem?
Faltasse UMA ÚNICA dessas permissões, e catapoft, o universo não poderia existir: ele teve que SURGIR já entupido de permissões, de princípios. Quanto a isso a tal da idéia de "evolução"não funciona e nem ocorreria a alguém invocá-la: não dava pra ser por "seleção natural" que as permissões se teriam estabelecido, porque a cada tentativa o universo PUFT, CAPUT, FINITO, JÁ ERA. Melou! A velocidade da luz a 30 km/h - catabum, incongruente, não deu. Então aleatoriamente surge OUTRO universo do nada, desta vez com a dita cuja a 800.000 km/segundo: também não deu, foi demais, a bagaça não conseguiu EXISTIR.
COMBINE a montanha de permissões que você conhece, como as leis da termodinâmica, a gravitação, as constantes todas, a entropia, o comportamento das partículas, o eletromagnetismo, o cacete: e VEJA que tudo isso, todas essas leis ou permissões, tinham que estar DENTRO, tinham que ser INERENTES a este universo. Porque, sem elas, ele não poderia existir. TODAS as suas reações físico-químicas dependem de princípios sem os quais elas não existiriam, seriam impossíveis - tudo isso surgiu do nada ao mesmo tempo, "embutido"no universo, tornando esse universo POSSÍVEL, CONGRUENTE, COERENTE.
I mean, eu não faço idéia de como você "organiza" isso.
Dizer que do nada surgiu um universo "porque sim" implica em dizer que do nada surgiu um universo inteiramente coerente "porque sim", com as devidas trilhões de leis. Se faltasse umazinha, não existiria universo absolutamente nenhum. Eu acho a dose de irracionalidade necessária para a geração e manutenção desta idéia um tanto excessiva para mim.
Faltasse UMA ÚNICA dessas permissões, e catapoft, o universo não poderia existir: ele teve que SURGIR já entupido de permissões, de princípios. Quanto a isso a tal da idéia de "evolução"não funciona e nem ocorreria a alguém invocá-la: não dava pra ser por "seleção natural" que as permissões se teriam estabelecido, porque a cada tentativa o universo PUFT, CAPUT, FINITO, JÁ ERA. Melou! A velocidade da luz a 30 km/h - catabum, incongruente, não deu. Então aleatoriamente surge OUTRO universo do nada, desta vez com a dita cuja a 800.000 km/segundo: também não deu, foi demais, a bagaça não conseguiu EXISTIR.
COMBINE a montanha de permissões que você conhece, como as leis da termodinâmica, a gravitação, as constantes todas, a entropia, o comportamento das partículas, o eletromagnetismo, o cacete: e VEJA que tudo isso, todas essas leis ou permissões, tinham que estar DENTRO, tinham que ser INERENTES a este universo. Porque, sem elas, ele não poderia existir. TODAS as suas reações físico-químicas dependem de princípios sem os quais elas não existiriam, seriam impossíveis - tudo isso surgiu do nada ao mesmo tempo, "embutido"no universo, tornando esse universo POSSÍVEL, CONGRUENTE, COERENTE.
I mean, eu não faço idéia de como você "organiza" isso.
Dizer que do nada surgiu um universo "porque sim" implica em dizer que do nada surgiu um universo inteiramente coerente "porque sim", com as devidas trilhões de leis. Se faltasse umazinha, não existiria universo absolutamente nenhum. Eu acho a dose de irracionalidade necessária para a geração e manutenção desta idéia um tanto excessiva para mim.
Muito obrigado, Priscila.
Irei reler algumas vezes o dito, antes de nova resposta.
Irei reler algumas vezes o dito, antes de nova resposta.
A mera quantidade de ciclos aleatórios que obrigatoriamente TERIAM que existir, dado o conjunto de princípios que deveriam funcionar independentemente é TAMANHA que em si mesma ela constitui uma idéia "contra-intuitiva" - mas vamo lá.
Haveria um "desperdício" de uma ordem estupefaciente para cada ordem que "funcionasse"; e considerando-se que estando fora de qualquer ordem não pode existir dimensão nenhuma, e por consequência não pode existir "tempo", teria que haver um "zilhão" de singularidades simultâneas para que uma (ou duas, ou cento e trinta e uma) específicas "funcionassem", uma vez que o funcionamento é "zero-um", OU "funciona" ou NÃO "funciona". E o resto seria "desperdiçado".
Mas ATÉ esta hipótese INCLUI um tipo de ordem, considerando-se que "INFINITO" É uma ordem de grandeza - as opposed a "três", ou a "vinte e cinco". Então o próprio fato de haver "infinitas tentativas aleatórias" TAMBÉM é uma ORDEM pré-estabelecida. TODO o conjunto "aleatório" de princípios igualmente faz parte de uma ordem estabelecida, MESMO que o conjunto de princípios seja infinito: na verdade, o que INDICA que haja uma ordem não é a "quantidade"de princípios envolvidos e nem o "número de tentativas", mas o mero fato de HAVER princípios e HAVER tentativas.
De modo que PODERIA - PODE - haver "outros universos" funcionando em outras "bases", mas isto não interfere na sequência lógica do meu pensamento e não viola o princípio da "causa sem causa".
Eu adoraria debater isso com o senhor, mas não aqui, porque aqui a gente faria um indevido reboliço. Ninguém iria gostar. We both have done that, mas nem eu e nem o senhor éramos moderadores. Eu NÃO esqueci! 🙂!
Haveria um "desperdício" de uma ordem estupefaciente para cada ordem que "funcionasse"; e considerando-se que estando fora de qualquer ordem não pode existir dimensão nenhuma, e por consequência não pode existir "tempo", teria que haver um "zilhão" de singularidades simultâneas para que uma (ou duas, ou cento e trinta e uma) específicas "funcionassem", uma vez que o funcionamento é "zero-um", OU "funciona" ou NÃO "funciona". E o resto seria "desperdiçado".
Mas ATÉ esta hipótese INCLUI um tipo de ordem, considerando-se que "INFINITO" É uma ordem de grandeza - as opposed a "três", ou a "vinte e cinco". Então o próprio fato de haver "infinitas tentativas aleatórias" TAMBÉM é uma ORDEM pré-estabelecida. TODO o conjunto "aleatório" de princípios igualmente faz parte de uma ordem estabelecida, MESMO que o conjunto de princípios seja infinito: na verdade, o que INDICA que haja uma ordem não é a "quantidade"de princípios envolvidos e nem o "número de tentativas", mas o mero fato de HAVER princípios e HAVER tentativas.
De modo que PODERIA - PODE - haver "outros universos" funcionando em outras "bases", mas isto não interfere na sequência lógica do meu pensamento e não viola o princípio da "causa sem causa".
Eu adoraria debater isso com o senhor, mas não aqui, porque aqui a gente faria um indevido reboliço. Ninguém iria gostar. We both have done that, mas nem eu e nem o senhor éramos moderadores. Eu NÃO esqueci! 🙂!
Priscila, quanto ai isso, penso com números.
A mim é estranho aceitar que existem infinitas casas decimais entre 0 e 1, no entanto elas existem e são cognoscíveis a medida que são buscadas as expressões.
Você necessariamente só compila um centésimo de quintilhonésimo, se procurar por ele. Não vejo a existência desse algarismo por si só.
Você enxerga a existência desse algarismo não havendo ninguém pra contar o infinito entre 0 e 1?
A mim é estranho aceitar que existem infinitas casas decimais entre 0 e 1, no entanto elas existem e são cognoscíveis a medida que são buscadas as expressões.
Você necessariamente só compila um centésimo de quintilhonésimo, se procurar por ele. Não vejo a existência desse algarismo por si só.
Você enxerga a existência desse algarismo não havendo ninguém pra contar o infinito entre 0 e 1?
Este é um bom argumento para demonstrar a existência do segundo elemento.
A sua inteligência, como eu disse, é uma interação: a parte racional da interação lhe mostrará que no nível "A" da realidade, aquela que racionalmente você percebe, não apenas NÃO HÁ infinitos números entre 0 e 1 como NÃO PODE HAVER - conforme já demonstrado pelo velho Zenon, com seu brilhante paradoxo! Se HOUVESSE infinitos pontos entre quaisquer dois pontos, o movimento seria impossível e o universo não poderia existir - portanto, é uma mera transposição verificar que não existem, no nível "A"do universo - aquele que nós racionalmente percebemos, infinitas casas decimais entre 0 e 1.
A existência de uma realidade perceptível chamada "MOVIMENTO", então, DETERMINA um corolário óbvio: que não pode existir, no nível "A"de realidade - aquele no qual percebemos o movimento, ou em outras palavras aquele no qual o movimento existe como parte integrante desta realidade percebida, NÃO PODE EXISTIR NADA que seja "infinito", uma vez que essas duas existências dentro do mesmo nível de realidade percebida - a do "movimento" e a do "infinito" - são absolutamente incompatíveis.
No entanto, nós, digamos, INTUIMOS o infinito, temos uma INFORMAÇÃO sobre o que é "infinito" e de que ele EXISTE.
Repito que esta "informação"não poderia chegar a nós por via racional, porque trata-se de uma "noção"que não tem CAUSA NENHUMA, uma vez que eu posso objetivamente declarar o infinito inteiramente AUSENTE de toda a realidade perceptível no nível "A"- o alcançável pela razão sozinha.
Como portanto CHEGOU a nós esta percepção, que não pode DERIVAR do paradigma racional, uma vez que, se o paradigma racional pode nos dizer alguma coisa a respeito de "infinito", é justamente afirmar a sua INEXISTÊNCIA - uma vez que essa existência ANULARIA a possibilidade da existência do universo que racionalmente percebemos, o tal que eu apelidei de "nível A"?
A sua inteligência, como eu disse, é uma interação: a parte racional da interação lhe mostrará que no nível "A" da realidade, aquela que racionalmente você percebe, não apenas NÃO HÁ infinitos números entre 0 e 1 como NÃO PODE HAVER - conforme já demonstrado pelo velho Zenon, com seu brilhante paradoxo! Se HOUVESSE infinitos pontos entre quaisquer dois pontos, o movimento seria impossível e o universo não poderia existir - portanto, é uma mera transposição verificar que não existem, no nível "A"do universo - aquele que nós racionalmente percebemos, infinitas casas decimais entre 0 e 1.
A existência de uma realidade perceptível chamada "MOVIMENTO", então, DETERMINA um corolário óbvio: que não pode existir, no nível "A"de realidade - aquele no qual percebemos o movimento, ou em outras palavras aquele no qual o movimento existe como parte integrante desta realidade percebida, NÃO PODE EXISTIR NADA que seja "infinito", uma vez que essas duas existências dentro do mesmo nível de realidade percebida - a do "movimento" e a do "infinito" - são absolutamente incompatíveis.
No entanto, nós, digamos, INTUIMOS o infinito, temos uma INFORMAÇÃO sobre o que é "infinito" e de que ele EXISTE.
Repito que esta "informação"não poderia chegar a nós por via racional, porque trata-se de uma "noção"que não tem CAUSA NENHUMA, uma vez que eu posso objetivamente declarar o infinito inteiramente AUSENTE de toda a realidade perceptível no nível "A"- o alcançável pela razão sozinha.
Como portanto CHEGOU a nós esta percepção, que não pode DERIVAR do paradigma racional, uma vez que, se o paradigma racional pode nos dizer alguma coisa a respeito de "infinito", é justamente afirmar a sua INEXISTÊNCIA - uma vez que essa existência ANULARIA a possibilidade da existência do universo que racionalmente percebemos, o tal que eu apelidei de "nível A"?
A informação é GERADA pelo "segundo elemento", amigo: o tal "fio", ou "janela", que nos LIGA a Deus, porque Ele assim determina que seja.
Então, você - embora SAIBA que existem infinitos pontos entre dois pontos - ou infinitas casas decimais entre 0 e 1, que é a mesma coisa dita de outro modo - ao mesmo tempo também SABE que NÃO PODE EXISTIR TAL COISA! 😄!
Porque você na verdade está COMPARANDO duas noções geradas por paradigmas complementares, mas não iguais.
UM DELES se refere a um nível "A", que é o universo perceptível, ou "REAL" - e a outra se refere a um nível suprajacente a ele, que é igualmente "REAL", mas não é perceptível da mesma maneira - ou talvez seja melhor dizer que a percepção desta realidade suprajacente é gerada por um outro paradigma que não é o racional.
Então a resposta à sua indagação pode talvez parecer um pouco estranha, mas na verdade é a única que eu posso dar: é que tanto NÃO EXISTEM infinitos pontos entre dois pontos quanto EXISTEM infinitos pontos entre dois pontos; ou seja: EXISTEM e NÃO EXISTEM infinitas casas decimais entre zero e um, em diferentes níveis de percepção, cada um gerado por um paradigma cognitivo complementar, mas diferente.
Então, você - embora SAIBA que existem infinitos pontos entre dois pontos - ou infinitas casas decimais entre 0 e 1, que é a mesma coisa dita de outro modo - ao mesmo tempo também SABE que NÃO PODE EXISTIR TAL COISA! 😄!
Porque você na verdade está COMPARANDO duas noções geradas por paradigmas complementares, mas não iguais.
UM DELES se refere a um nível "A", que é o universo perceptível, ou "REAL" - e a outra se refere a um nível suprajacente a ele, que é igualmente "REAL", mas não é perceptível da mesma maneira - ou talvez seja melhor dizer que a percepção desta realidade suprajacente é gerada por um outro paradigma que não é o racional.
Então a resposta à sua indagação pode talvez parecer um pouco estranha, mas na verdade é a única que eu posso dar: é que tanto NÃO EXISTEM infinitos pontos entre dois pontos quanto EXISTEM infinitos pontos entre dois pontos; ou seja: EXISTEM e NÃO EXISTEM infinitas casas decimais entre zero e um, em diferentes níveis de percepção, cada um gerado por um paradigma cognitivo complementar, mas diferente.
A "janela" que é a metáfora que escolhi para o segundo elemento "abre"para uma realidade que CONTÉM o "tudo", contém o universo, e literalmente "contém o infinito"- portanto é uma realidade tal que "não se move", porque contém em si todo o "movimento".
Neste suprajacente nível, o "movimento"é apenas um ponto de vista: é a percepção do "caminho" percorrido por um conjunto dimensional com três dimensões "dentro" de um conjunto dimensional com quatro. NESTE nível, não só o infinito EXISTE, mas absolutamente TUDO é obrigatoriamente INFINITO.
E podemos abrir uma janelinha para ele! TEMOS a janelinha! Ganhamos DE PRESENTE a janelinha! 😄!
Na verdade podemos conversar com Deus, amigo: eu acho que já disse isso antes. Podemos fazer isto o tempo INTEIRO. É a coisa mais NATURAL, no sentido de que TODA a lei natural é a Vontade Expressa do Deus Criador, do Incriado. As que conhecemos e as que não conhecemos.
Os ateus estão mantendo a janela fechada por escolha, amigo: ABRA e maravilhe-se, porque esta é a idéia.
Neste suprajacente nível, o "movimento"é apenas um ponto de vista: é a percepção do "caminho" percorrido por um conjunto dimensional com três dimensões "dentro" de um conjunto dimensional com quatro. NESTE nível, não só o infinito EXISTE, mas absolutamente TUDO é obrigatoriamente INFINITO.
E podemos abrir uma janelinha para ele! TEMOS a janelinha! Ganhamos DE PRESENTE a janelinha! 😄!
Na verdade podemos conversar com Deus, amigo: eu acho que já disse isso antes. Podemos fazer isto o tempo INTEIRO. É a coisa mais NATURAL, no sentido de que TODA a lei natural é a Vontade Expressa do Deus Criador, do Incriado. As que conhecemos e as que não conhecemos.
Os ateus estão mantendo a janela fechada por escolha, amigo: ABRA e maravilhe-se, porque esta é a idéia.
...pra esse coroa do video! Falou pouco, mas falou bem.