http://www.youtube.com/watch?v=dHzcCaV_GlM&feature=related
Aqueles que compreendem inglês deveriam assistir atentamente esse video: Jung, o psiquiatra que negou-se ao ateísmo cético de Freud, rompendo com o pensador alemão ao instituir a tese do inconsciente coletivo, teria desenhado, no fim de sua vida, uma linha descendente, cujo fim traria uma inscrição apocalítica: "os 50 últimos anos da humanidade".
Precisamos notar que, quanto a precisão da data, o psicanalísta poderia ter se enganado, mas sabemos que seus estudos sobre a psique humana foram bem profundos, e, compreendendo a totalidade da comunidade mundial sob a ideia de um inconsciente coletivo, poderia ter vislumbrado essa queda que acompanha a destruição do aspecto mítico de nossa existência, que se relaciona àquele religioso, já em perceptível crise à época de Jung.
Sabemos que o mal, enquanto entidade metafísica, age diretamente no mundo físico, tanto em seu plano individual quanto naquele que lhe é reflexo e função, a saber, o coletivo, e aprende com a história, amplificando-se com o passar do tempo: poderia esse mistério junguiano corroborar para as profecias escatológicas ?
Pensemos nisso.
Aqueles que compreendem inglês deveriam assistir atentamente esse video: Jung, o psiquiatra que negou-se ao ateísmo cético de Freud, rompendo com o pensador alemão ao instituir a tese do inconsciente coletivo, teria desenhado, no fim de sua vida, uma linha descendente, cujo fim traria uma inscrição apocalítica: "os 50 últimos anos da humanidade".
Precisamos notar que, quanto a precisão da data, o psicanalísta poderia ter se enganado, mas sabemos que seus estudos sobre a psique humana foram bem profundos, e, compreendendo a totalidade da comunidade mundial sob a ideia de um inconsciente coletivo, poderia ter vislumbrado essa queda que acompanha a destruição do aspecto mítico de nossa existência, que se relaciona àquele religioso, já em perceptível crise à época de Jung.
Sabemos que o mal, enquanto entidade metafísica, age diretamente no mundo físico, tanto em seu plano individual quanto naquele que lhe é reflexo e função, a saber, o coletivo, e aprende com a história, amplificando-se com o passar do tempo: poderia esse mistério junguiano corroborar para as profecias escatológicas ?
Pensemos nisso.
