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Mudanças na língua portuguesa

Iniciado por mateus_5 em 19/04/2007 · 57 mensagens · página 2 de 2

sccpmrio#51
obrigado por me explicar isso.. é sério sou um vitima do péssimo ensino de idioma nas escolas.. nunca me explicaram o pq ou ensinaram as regras com clareza, queriam q eu decorace...
uriel#52
.

Decorasse
sccpmrio#53
agora foi péssimo de meu lado
.. não jogarei essa nas costas da professora
thomas#54
Eu concordo que esses países sejam inexpressivos em termos de população. O único país de língua portuguesa que não é inexpressivo nesse quesito é o Brasil. O problema é que quando você monta um conselho e põe nele 8 representantes, geralmente você nao coloca peso nos votos do tipo: você tem x habitantes, então seu voto vale y. O voto costuma ser universal. É assim no conselho de segurança da ONU (por isso eu citei a China, que só precisaria do voto dela se não fosse), é assim na FERJ (por isso eu citei o Flamengo, que sozinho, se o critério do voto fosse torcida, decidiria tudo que quisesse), e deve ser assim também no tal CPLP. Dentro do conselho, a democracia deve ser representada dessa maneira, como se cada país fosse uma pessoa, um voto. Se 5 membros votam a favor de algo e 3 não, os 3 perderam. Não entendi como acontece justamente o inverso, 3 votam a favor de algo e 5 perdem. Se disser que o critério foi número de habitantes dos países que aderiram, o Brasil já teria liquidado a fatura desde o início. São Tomé e Príncipe não ia mudar nada. O Brasil pode decidir sozinho os rumos da língua portuguesa, assim como fariam China e Flamengo, em seus respectivos âmbitos.
thomas#55
O português é falado por cerca de 187 milhões de pessoas na América do Sul, 16 milhões de africanos, 12 milhões de europeus, dois milhões na América do Norte e 330 mil na Ásia.

São 180 milhões contra 30.
sccpmrio#56
Thomas, mas todos manifestaram sua intensão favoravel ao tratado, são seus legislativos q não ratificaram, todo tratado tem uma clausula de vigor, q determina a partir de quantas ratificações ele passa a vigorá, contudo só tem força de lei, se ratificado. O que esse arranjo de tres permitiu foi q a lei entre em vigor nos paises q já foi ratificado.

Outro ponto até onde eu sei e explicando a grosso modo o Senado Federal é um conselho q representa não os cidadãos de cada unidade feredarada mas sim a própria unidade assim há uma equivalencia entre eles, no principio da isonomia. Já na Camara de deputados, o que vale é a quantidade de habitantes tanto é q São Paulo tem mais deputados.

Não vi nada de nefasto nesse acordo, mas só posso falar por mim.
thomas#57
Então tá. Se os países que não ratificaram não estão obrigados a aderir, tá tudo certo pra mim também.

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