É interessante traçar comparações pueris entre dois países de porte similar, mas com destino geo-político tão diverso no mundo. Estados Unidos e Brasil nascem libertando-se dos grilhões da colonização, o primeiro da Inglaterra, por via de guerra civil; o segundo de Portugal, medinte um decreto covarde para fugir de Napoleão Bonaparte, aliás um dos muitos que desenhariam nossa geometria autoritária (e covarde).
Num segundo momento, aquele intensifica o comércio e se torna grande, ao ponto de salvar a Europa de si mesma. O outro até demonstra alguma grandeza, menos baseada em patriotismo e mais na capacidade adaptativa de quem deixou uma batalha para adentrar em outra.
O tertium do tempo não poderia deixar de mencionar a conquista do oeste americano, calcada na genialidade de capos que criam empregos (até para os índios) em Holywood, cassinos, hotéis e fazendas no meio do nada. De quebra, passam a exportar riqueza para o mundo todo via imigrantes.
O Brasil também construíu sua cidade artificial, erigindo-a sob escombros políticos da mais bela. E, diversamente de lá, nada de produtivo e auto-sustentável ... pelo contrário, hordas de vampiros que sugam todo o sangue do cordeiro brasileiro há cinquenta anos. Oásis cuja renda é baseada na expropriação de riqueza, principalmente do sudeste e do sul, além de uma arquitetura nada funcional (quem conhece um pouco do ramo sabe do que estou falando).
No plano simbólico tudo se explica. Ausência de qualquer intimidade dialógica com a realidade ... poxa, prometi que não ia detonar marxistas, mas não tem como!
Terram nititur mendaciis, non beatus.
Num segundo momento, aquele intensifica o comércio e se torna grande, ao ponto de salvar a Europa de si mesma. O outro até demonstra alguma grandeza, menos baseada em patriotismo e mais na capacidade adaptativa de quem deixou uma batalha para adentrar em outra.
O tertium do tempo não poderia deixar de mencionar a conquista do oeste americano, calcada na genialidade de capos que criam empregos (até para os índios) em Holywood, cassinos, hotéis e fazendas no meio do nada. De quebra, passam a exportar riqueza para o mundo todo via imigrantes.
O Brasil também construíu sua cidade artificial, erigindo-a sob escombros políticos da mais bela. E, diversamente de lá, nada de produtivo e auto-sustentável ... pelo contrário, hordas de vampiros que sugam todo o sangue do cordeiro brasileiro há cinquenta anos. Oásis cuja renda é baseada na expropriação de riqueza, principalmente do sudeste e do sul, além de uma arquitetura nada funcional (quem conhece um pouco do ramo sabe do que estou falando).
No plano simbólico tudo se explica. Ausência de qualquer intimidade dialógica com a realidade ... poxa, prometi que não ia detonar marxistas, mas não tem como!
Terram nititur mendaciis, non beatus.