Fórum Olavo de CarvalhoArquivo da comunidade do Orkut · 2004–2013

Dilma sanciona lei que cria Comissão da Verdade.

Iniciado por daniel_22 em 18/11/2011 · 40 mensagens

daniel_22#1
Pesquisadores e parentes de vítimas da ditadura militar no Brasil enxergam, enfim, uma luz no fim do intrincado túnel da democracia. Sancionada hoje pela presidenta Dilma Rousseff, a Comissão Nacional da Verdade traz esperança de que fatos controversos ocorridos durante os anos de chumbo possam ser revisitados e recontados. Além disso, a presidenta sancionou também a Lei de Acesso a Informações Públicas, que acaba com o sigilo eterno de documentos. A comissão não tem o objetivo de acusar nem processar os autores de violências, mas poderá divulgar todas as informações de documentos ultrassecretos.

“Hoje é um dia histórico para o Brasil. A partir de hoje, esta será a data em que comemoraremos a transparência e em que celebraremos a verdade”, disse Dilma, durante a solenidade.

A Comissão Nacional da Verdade e a Lei de Acesso a Informações Públicas será formada por sete pessoas e vai apurar violações aos direitos humanos ocorridas entre 1946 e 1988. Os membros serão escolhidos nos próximos dias, mas não foi confirmada a presença de militares. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, porém, reforçou a cooperação das forças militares no processo de negociação da aprovação dos projetos.

O grupo terá prazo de dois anos para ouvir depoimentos em todo o país, requisitar e analisar documentos que ajudem a esclarecer as violações de direitos ocorridas no período. O trabalho da comissão não vai partir do zero. Serão aproveitadas as informações produzidas há quase 16 anos pela Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos e há dez anos pela Comissão de Anistia.

A pesquisadora da Unicamp Glenda Mezarobba, que assessorou o embaixador Paulo Sérgio Pinheiro a elaborar o projeto de lei que instituiu a comissão, explica neste artigo como é e como funciona uma Comissão da Verdade.
daniel_22#2
Comissão já nasce sob crítica

O historiador Ricardo Pimenta, professor de Pós-Graduação da Universidade Severino Sombra em Vassouras, no Estado do Rio de Janeiro, esteve presente na cerimônia e, ainda no Palácio do Planalto, ouviu críticas de militantes de esquerda ao projeto.

“Uma senhora disse que não vai adiantar nada, tendo em vista que ninguém será acusado nem preso. Mas eu acredito que, no nosso cenário, a instalação da comissão já é um grande passo”, defendeu Pimenta.

O historiador revela receio se a comissão vai atender às expectativas das alas mais moderadas e radicais da esquerda.

“Só a divulgação de documentos ultrassecretos será um grande passo, capaz de mudar a recente história do país. A partir disso, nada impede a sociedade de se mobilizar, e até de vítimas buscarem seus direitos. O debate maior é qual será o desdobramento na sociedade das revelações que estão por vir. A instalação da comissão apenas agora, em 2011, sinaliza como nosso processo democrático é recente e depende de muitas negociações”, argumentou.

Militares na comissão

Num debate sobre o tema realizado em 18 de março no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais, da UFRJ, pesquisadores defenderam a participação de militares como membros da comissão – mesma opinião, aliás, defendida pelo cabo Anselmo, o maior traidor da esquerda brasileira, em entrevista recente no programa Roda Viva, da TV Brasil.

“Vai ser doloroso”, previu a professora Heloísa Starling, coordenadora na UFMG do Projeto República e escolhida pela Secretaria especial dos Direitos Humanos, na gestão passada, para produzir o CD “Direito à memória e à verdade” – um apanhado da trajetória da vida de 384 brasileiros que foram mortos ou estão desaparecidos por ação de autoridade pública de 1962 a 1985.
daniel_22#3
Longo caminho até ser sancionado

Até se tornar verdade, comissões extraoficiais foram tocadas por pesquisadores de todo o Brasil, ajudando, assim, a não deixar a questão perdida na memória. A primeira iniciativa foi o livro “Brasil: nunca mais”, organizado por Dom Paulo Evaristo Arns e por um grupo de especialistas que, durante oito anos, se dedicou a reunir cópias de mais de 700 processos políticos que tramitaram na Justiça Militar, entre abril de 1964 e março de 1979.

A partir do governo Collor houve a primeira (e tímida) abertura dos arquivos, que se intensificou nas gestões de Fernando Henrique Cardoso e Lula. Apenas em dezembro de 2009 o “direito à memória e à verdade” aparece textualmente no Programa Nacional de Direitos Humanos, tendo por base a premissa de que “a investigação do passado é fundamental para a construção da cidadania”.

Nossos vizinhos Argentina e Chile já passaram por processos semelhantes. Já na África do Sul, uma comissão parecida conseguiu, de certa forma, unir o país. Torturador e vítima se reencontraram para um debate e, para ganhar anistia, o autor da violência teve de assumir, perante a opinião pública, os erros que cometeu.

http://www.revistadehistoria.com.br/secao/reportagem/enfim-a-verdade
rafael_2#4
A "Comissão da Verdade" vai dar um jeito de punir os militares, pouco importando o instituto da prescrição e o pronunciamento do STF sobre a validade da lei da anistia. A presidente do grupo Tortura Nunca Mais de São Paulo, Rose Nogueira, deixa escapulir o real intento da comissão: punir os militares. Em entrevista ao Globo online, o discurso de que a comissão não busca punições é sutilmente desmentido ao longo da conversa com o jornalista.

O GLOBO: Ficou estabelecido que a comissão não vai ter caráter punitivo. Você concorda?

ROSE: A comissão não é um tribunal. Nenhuma Comissão da Verdade no mundo é um tribunal. Quem faz a denúncia e manda para a Justiça é o Ministério Público. A tortura é um crime comum, não é um crime político. A comissão vai investigar e, se o MP vier a encontrar ali um crime continuado, tem que denunciar à Justiça. Tortura é crime imprescritível e inafiançável.


Errado. Tortura é crime que prescreve. Só há dois crimes imprescritíveis no Brasil, o racismo e a ação de grupos armados, civis ou militares, contra a ordem constitucional e o Estado Democrático. Mas como o MPF é povoado pro militantes de esquerda, é capaz de ter militar denunciado por crime prescrito.

http://oglobo.globo.com/pais/comissao-da-verdade-far…tica-3275126
alex_6#5
Comissão da Verdade que fomenta a mentira e o proselitismo ideológico.
martin_2#6
e a Onu já deu o piteco dela

servilmente atendendo aos anseios dos seus comparsas

http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,onu-elog…gn=manchetes
rafael_2#7
Nos anos 80, militantes esquerdistas iam para as ruas exigindo anistia "ampla, geral e irrestrita". Os militares atenderam, e agora a mesma esquerda exige a revogação da lei que exigiram.

Digitem no mecanismo de busca de imagens do Google a frase "anistia ampla, geral e irrestrita" e vejam que foi a militância esquerdista que clamou pela lei de anistia.
riscardo#8
Mesmo antes de assumir o governo, o general João Baptista Figueiredo já tinha uma obsessão: aprovar a Lei de Anistia para resgatar seu passado. Figueiredo não se conformava em ter sido "órfão de pai vivo", como se autointitulou durante grande parte de sua vida, já que seu pai, foi perseguido pelo então presidente Getúlio Vargas, e passou cinco anos presos, além de ter sido exilado, sendo obrigado a morar anos na Argentina. A revelação foi feita pelo general Danilo Venturini, ex-chefe do Conselho de Segurança Nacional, o homem que guardava o "arquivo dos punidos" pelo regime militar, no governo do presidente Figueiredo e que participou dos trabalhos de elaboração da lei, ao lado do então ministro da Justiça, Petrônio Portela.

"O grande mentor da lei foi Figueiredo", salientou Venturini, ao comentar que a qualquer ressalva em relação ao texto, o ex-presidente reiterava o seu objetivo principal: que a lei teria de ser "ampla, geral e irrestrita". Queria também que ela fosse fruto de unanimidade e que tivesse sido discutida com a oposição. A conclusão desse obstinação, conforme lembrou Venturini, é que o texto levado ao Congresso pelo governo era mais amplo do que o do antigo MDB, que não previa, por exemplo, anistia aos exilados.


Entrevista completa com o general Danilo Venturini:
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,venturin…15,0.htm?p=1
luciano_2#9
pq eles temem tanto os militares?
riscardo#10
"O Médici me chamou para ser o chefe do seu Gabinete Militar. Aí apresentei-lhe uma questão: 'General, o presidente do partido do governo, a Arena, é o senador Filinto Müller, homem do Getúlio, que tentou de todas as maneiras massacrar o meu pai, como o senhor bem sabe'. Sabe o que o Médici me respondeu? 'Você será, sim, o chefe do Gabinete Militar e o Filinto, o presidente da Arena. A história é problema de vocês."(General João Baptista de Oliveira Figueiredo)[http://veja.abril.com.br/120100/p_040.html]

Assim como antigos terroristas comunistas viraram "hérois da resistência democrática", hoje qualquer sujeito ordinário que tenha recebido uma simples multa de trânsito entre 1964 e 1985 virou "vítima da dita dura".

Daí acho a história do Figueiredo um verdadeiro tapa na cara desses esquerdistas coitadistas, revanchistas, oportunistas e dinheiristas que atualmente tentam faturar algum com essa história de "vítima da dita dura".

Acredito que os mentores dessa tal "Comissão da Verdade" querem chutar alguns cachorros mortos e sacrificar alguns peixes pequenos e inimigos circunstanciais para legitimar a bilionária indústria do bolsa-ditadura e fazer propaganda ideológica.
alex_6#11
E por que os terroristas não serão julgados? A pergunta é retórica, claro.
francisco#12
[url]/Main#Profile?uid=18279197581067384331[/url]:
A pesquisadora da Unicamp Glenda Mezarobba, que assessorou o embaixador Paulo Sérgio Pinheiro a elaborar o projeto de lei que instituiu a comissão, explica neste artigo como é e como funciona uma Comissão da Verdade.

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/mais-um…io-pinheiro/

Leiam o que informa Roldão Arruda, no http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,comissao…872976,0.htm:
A Comissão Nacional da Verdade, que será instalada oficialmente nesta terça-feira, 15, irá se dedicar à investigação de violações de direitos humanos cometidas por agentes do Estado nos anos do regime militar. Embora seus integrantes ainda não tenham se reunido oficialmente, suas declarações indicam que a avaliação de atos de terrorismo praticados por militantes de esquerda que se opunham à ditadura não fará parte de seu trabalho.

Em entrevista ao Estadão, o diplomata Paulo Sérgio Pinheiro, uma das sete personalidades escolhidas pela presidente Dilma Rousseff para compor a comissão, foi enfático: “O único lado é o das vítimas, o lado das pessoas que sofreram violações de direitos humanos. Onde houver registro de vítimas de violações praticadas por agentes do Estado a comissão irá atuar”.


francisco#13

Na avaliação do diplomata, nenhuma das quase 40 comissões da verdade instaladas no mundo tiveram como objetivo ouvir dois lados, como desejam setores militares brasileiros: “Nenhuma comissão da verdade teve ou tem essa bobagem de dois lados, de representantes dos perpetradores dos crimes e das vítimas. Isso não existe”.
(…)

Voltei
Quem, disse, meu senhor, que se está a defender que os perpetradores de crimes apresentem “o seu lado”? Além de Vossa Excelência ignorar a lei que lhe conferiu a função — e lá está que não são apenas os crimes dos agentes do estado que serão investigados (ver acima) —, está a distorcer de forma miserável o debate.

Diga-me aqui: se chegarem às suas mãos documentos sobre as pessoas assassinadas pelos grupos de esquerda, o senhor faz o quê? Joga-os no lixo, dizendo: “Este cadáver é um mero representante dos perpetradores dos crimes e das vítimas”? Ou ainda: “Este é um morto sem pedigree. Não vale!”

francisco#14

Pegue-se a fala de Pinheiro, e tudo está absolutamente claro! Para usar suas palavras, “é uma bobagem” essa história de “Comissão da Verdade”. Trata-se de uma comissão para contar um dos lados da história. Finalmente, a VAR-Palmares, a VPR, a ALN, o Molipo e afins virarão heróis da democracia!!!

Não deixa de ser um desrespeito ao socialismo, não é mesmo?

Por Reinaldo Azevedo
eric_2#15
Já rasgaram a comissão e irão investigar e punir  1 lado só e tbm vão forçar a quebra da lei da anistia e quando isso acontecer o Estado de Direito será quebrado tambem e isso quer dizer que estaremos literalmente em estado de sítio.
Agora os militares bunda moles ou fazem a ORDEM ser cumprida ou preparem-se para serem presos e mortos como está acontecendo na Argentina, Bolívia, Equador, Venezuela, Nicaragua e etc ...
rafael_2#16
O problema é que a grossa maioria dos militares da atualidade não tem a mínima ideia de com quem estão lidando. Ignoram que o PT é um partido revolucionário e como tal se sobrepõe às leis. Um esquerdista revolucionário não perdoa nem esquece quem tenha colocado qualquer obstáculo em seus planos.

O que está no poder atualmente não é um partido político normal que jogue pelas regras do jogo. É uma seita de fanáticos que dá a elasticidade que quiser à palavra "verdade", moldando-a e remoldando-a conforme as circunstâncias o exijam. Nos anos 60, o conceito de democracia para os militantes era "pequeno-burguês" e desprezível; hoje, o mesmo conceito é apresentado revestido de uma aura de santidade, como se algum esquerdista estivesse preocupado com as atrocidades inomináveis que ocorreram e ocorrem ainda em países socialistas.

Nenhum militar que deixar de estudar o fenômeno da mente revolucionária terá a mínima condição de compreender com quem está lidando. Somente se estudarem verão que um ato contra a esquerda revolucionária é como o pecado contra o Espírito Santo: não é perdoado jamais, em hipótese alguma, e seu perpetrador está condenado à danação eterna.
ludwigvonmises#17
E BOLSONARO VAI GANHANDO
[url]/Main#CommPoll?cmm=58445&pid=442196644&pct=1332265243[/url]
robert#18

quer saber... que os milicos tomem na bunda mesmo


foram uns completos covardes, idiotas, que desde o regime militar até colaboraram para que a esquerda dominasse tudo no brasil... então que tomem na bunda mesmo

leonardo_2#19

ntegrantes divergem sobre foco de investigações

Enquanto alguns membros defendem que o
colegiado investigue exclusivamente os agentes públicos, outros querem
incluir eventuais crimes cometidos por guerrilheiros ou militantes de
grupos de esquerda



Os integrantes da Comissão Nacional da Verdade ainda divergem sobre o
recorte que será dado à investigação de violações de direitos humanos no
período da ditadura. Depois da http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/dilma-instal…-revanchismoos
responsáveis por apurar abusos ocorridos entre os anos de 1946 e 1988, o
ex-procurador-geral da República, Claudio Fonteles, defendeu que o
colegiado investigue exclusivamente os agentes públicos responsáveis por
torturas ou desaparecimento de pessoas e se abstenha de verificar
eventuais crimes cometidos por guerrilheiros ou militantes de grupos de
esquerda.

Leia também:http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/lula-fhc-e-c…o-da-verdade


“Essa comissão é fruto de uma lei que reconheceu que o estado
brasileiro violou direitos humanos através de servidores públicos”,
afirmou Fonteles. Ele também defendeu que seja ouvida a versão de
militares sobre episódios ocorridos nos anos de chumbo. “Temos que nos
acostumar a conviver com a diferença em nível elevado, sentados à mesa,
com tranquilidade. É fundamental que apuremos ouvindo todo mundo. Não há
verdade em solução ditatorial, arbitrária, em que se usa a força”.


Para José Carlos Dias, que falou em nome do colegiado durante a
cerimônia de posse, “é fundamental entender que abusos porventura
cometidos por cidadãos não justificam os atos de violência praticados
por agentes e mandatários de estado”. “A instalação dessa Comissão da
Verdade significa um passo relevante para a consolidação da sociedade
democrática brasileira, virando uma página dolorosa de nossa história,
quando liberdades foram suprimidas e direitos aviltados contra os que
ousaram”, disse. “Haveremos de dar respostas às expectativas e
esperanças. Não somos donos da verdade, mas seremos seus perseguidores
obstinados”.


Em sentido contrário, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ),
Gilson Dipp, indicado para coordenar os trabalhos do grupo durante a
fase de instalação dos trabalhos, afirmou que “toda violação aos
direitos humanos” pode ser alvo de investigação da comissão. “O artigo
primeiro da lei refere que toda a violação a direitos humanos poderá ser
examinada pela comissão”, declarou, fazendo a ressalva de que as
conclusões do colegiado não poderão servir como base para processos
judiciais.


O advogado José Paulo Cavalcanti Filho, que também compõe o grupo,
disse que os integrantes da comissão ainda precisam conversar entre si
para delimitar o foco das investigações. “Não tivemos tempo para
conversar”, explicou. “Vamos ficar em silêncio e acertar as
divergências”.


Farão parte da Comissão Nacional da Verdade o ex-procurador-geral da
República, Claudio Fonteles, o ministro do Superior Tribunal de Justiça
(STJ), Gilson Dipp, o ex-ministro da Justiça, José Carlos Dias, a
psicanalista Maria Rita Kehl, o advogado José Paulo Cavalcanti Filho, o
diplomata Paulo Sergio Pinheiro e a advogada Rosa Maria Cardoso da
Cunha, que chegou a defender Dilma durante os anos de ditadura.

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/integrantes-…nvestigacoes

mateus#20
Geisel e Figueiredo trairam os ideais contra-revolucionarios
lllljulian#21
[url]/Main#Profile?uid=13754357323898450068[/url]:
Geisel e Figueiredo trairam os ideais contra-revolucionarios
Como?
eric_2#22
Como faz falta um Médici
robert#23

geisel no seu governo fez tudo que a esquerda adora... estatizou a economia, fechou ela ao mercado externo, criou um monte de empresas estatassauros


e até apoiou o regime cubano(!!!!!) na invasão de angola... ele só faltou implantar o estado totalitário comunista no brasil e prender e matar um montão de gente... aí ele seria um comunista marxista completo


enfim, o geisel foi um tremendo de um bosta...

daniel_22#24

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/militar…ao-paralela/

Na http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/43777-militar…ralela.shtmlMilitares reformados das três forças resolveram se unir para acompanhar os trabalhos da Comissão da Verdade, instituída pela presidente Dilma Rousseff. Uma comissão paralela foi criada pelo Clube Naval para acompanhar os trabalhos da Comissão da Verdade. A cada parecer da comissão do governo, o grupo pretende dar sua versão sobre o tema. “Escolhemos oficiais e sócios que participam do dia a dia do clube. Decidimos formar um grupo para acompanhar os trabalhos da comissão e as discrepâncias em relação à nossa verdade”, disse o almirante Ricardo da Veiga Cabral, do Clube Naval.

Sete militares reformados da Marinha foram escolhidos para integrar o grupo que acompanhará os trabalhos da Comissão da Verdade. Todos tem formação em direito. Em reunião, na quinta-feira, na sede do Clube da Aeronáutica, no centro do Rio, os presidentes dos clubes militares apoiaram a iniciativa do Clube Naval de criar uma comissão paralela. Além do almirante Cabral, os presidentes do Clube Militar, general Renato Tibau da Costa e da Aeronáutica, o tenente-brigadeiro do ar Carlos de Almeida Baptista assinaram uma nota em que relatam a visão dos militares sobre a comissão federal. Na nota, afirmam que as famílias dos militares “são totalmente desamparadas e ignoradas pelo Estado, enquanto que às famílias dos antigos militantes tudo é concedido. Honrarias, pensões indenizações”.
(…)

Por Reinaldo Azevedo

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/militar…ent=FaceBook
cesar#25
o pior de tudo foi o golbery ter ajudado a levantar o PT nos anos 80 em parceria com os sindicalistas e o lula.
antnioluiz#26
A "Veja" desta semana está apoiando a "Comissão da Verdade". E ainda tem nego aqui na comunidade que quer que a gente defenda a revista...
robert#27

pois é, também vi isso... Meu Deus... o brasil tá fudido mesmo


e vai tomar no cu "veja"... esquerdopatas de merda, fingindo pro público que é contra a petralhada

solideogloria#28
"Veja" arregou.
antnioluiz#29
Felipe e Martin são dois ingênuos que acreditam que "Veja" é contra a petralhada: 
Revista Veja alvo da artilharia pesada esquerdalha
antnioluiz#30
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antnioluiz#31
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antnioluiz#32
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tiagooliveira#33
Arquivos das Forças Armadas serão abertos para Comissão da Verdade, diz Amorim
Ministro da Defesa não informou, porém, quando poderá ocorrer a abertura dos centros de informação da ditadura

Leonencio Nossa - O Estado de S.Paulo

BRASÍLIA - O ministro da Defesa, Celso Amorim, sinalizou nesta segunda-feira, 4, que vai atuar para abrir os centros de informação das Forças Armadas para a Comissão Nacional da Verdade, que investiga crimes cometidos por agentes do Estado de 1946 a 1988. "A lei diz que nós temos todo o dever de cooperar", afirmou. "Em termos gerais, tudo estará aberto."

Ele deu essas declarações em uma entrevista coletiva após encontro com integrantes da Comissão da Verdade. Os centros de informação da Aeronáutica (Cisa), do Exército (CIEx) e da Marinha (Cenimar) guardam as memórias da repressão política, especialmente do período do regime militar (1964-1985) - popularmente chamados "arquivos secretos da ditadura". Foram dos centros que saíram, em 1993, três listas com algumas informações sobre guerrilheiros do PCdoB mortos no Araguaia, no começo dos anos 1970.

Desde 1985, início do governo civil de José Sarney, as Forças Armadas mantêm o discurso de que não existem arquivos oficiais. Os militares, no entanto, nunca permitiram a entrada de representantes de áreas civis do governo ou da Justiça aos centros de informação. O CIEx, antigo CIE, em especial, organizou nos governos Médici (1969-1974) e Geisel (1974-1979), a política de extermínio de adversários da ditadura. Grupos de direitos humanos esperam a abertura dos centros para esclarecer como morreram militantes políticos.

tiagooliveira#34
erio#35
cristiano_7#36
E ainda tem nego aqui na comunidade que quer que a gente defenda a revista...

Ingenuidade, falta de leitura adequada, e principalmente..... falta de acompanhamento ao True Outspeak kkkkkkkkkkk....

Não é fácil pra muitos entenderem de uma hora pra outra que a hegemonia cultural da população e dos meios de comunicação hoje é de esquerda.

Afetação gramsciana é que nem droga, exige dedicação pra ser largada.
valter#37
Será que a comissão da verdade vai investigar esse justiçamento?

http://g1.globo.com/jornal-da-globo/videos/t/edicoes…iro/2018902/
calro#38
Respondendo ao rapaz de cima: não, não irá.

Segundo esta atualização da Comissão Nacional da Piada, somente os crimes praticados pelos militares (ou como preferiram chamar, agentes públicos) serão investigados:

http://www.cnv.gov.br/noticias/17-09-2012-2013-comis…der-publico/
pedro_23#39

Detalhe: Eles ainda falam no maior sinismo que "violações de direitos humanos é algo praticado somente pelo Estado", e que por isso, as investigações devem se restringir somente aos crimes cometidos pelo estado na ditadura.

Sem comentários...

riscardo#40

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