o quê faz esse cara no início de janeiro vestido de mendigo na usp ocupando um prédio público? na melhor das hipóteses tava lá só punhetando e fumando maconha, na melhor...
Mais um policialzinho de merda q foi engolido na argumentação e partiu pra violência gratuita, na base do 'quem pode mais, chora menos'.
Aliás, alguém reparou na frase do policial 'Não encosta em mim que eu sou POLICIAL, não encosta em mim'. kkkkkkkkkk Q piada!!!
Seria a 'num mi bate que eu sou di menó' dos tempos modernos?
Foi simplesmente ridículo. RIDÍCULO.
Tbm né!??! O q esperar de um ''policial'' semi-analfabeto, mentalmente pertubado e revoltado pq não tem capacidade cognitiva para interpretar frases simples proferidas por um calouro dito maconheiro.
O "estudante" (não duvido que ele tenha vínculo com a universidade e sim que seja estudante) ficou fazendo gestos provocativos contra o policial e falando alguma coisa. Foi o que deu início à confusão. Isto sem falar, é claro, na própria presença indevida de todos os estudantes naquele local.
É bem verdade que o policial estava despreparado para enfrentar esse tipo de provocação. Por isso, seria altamente recomendável uma melhor seleção em quem fará o patrulhamento da USP, pois a intenção dessa putada esquerdista será a de fazer a vida da PM um verdadeiro inferno.
Ao invés do PM apertar o cara e mandar todo mundo desocupar o lugar, ele simplesmente senta a mão já na segunda pergunta e ainda por cima saca a arma. Como se precisasse disso!!
É tudo o que esse pessoal da USP queria: um PM ignorante para detonar de vez com a imagem da polícia.
Eu canso de dizer que o senso das proporções acabou no Brasil a muito tempo. Tem cada caso que poderia ser resolvido de forma clara, objetiva e justa. Mas não. No Brasil tudo vira bagunça!
Nesse caso o policial tinha tudo na mão, e faz essa merda. Quem vê pensa que os "estudantes" têm razão, tudo por causa de um irresponsável.
Ainda tem que ouvir o outro chamá-lo de racista. PQP!!
Era tudo o que os maconheiros uspianos queriam...E pra "melhorar" , o agredido foi um rastafari. Perfeito. Agressão física , abuso de autoridade e ainda por cima discriminação racial de uma vezada só.
É claro que o policial errou. No meio de vários estudantes, ele identifica o único negro, que estava lá atrás no grupo, vai lá, pega o cara pela gola, aponta a arma para ele, depois puxa, dá vários tapas e, sem nenhum motivo, o intima a mostrar a carteira de estudante.
Engraçado como a expressão "o único negro" está fazendo eco. Que o
policial não se conduziu da melhor forma é fato, inclusive sacar a arma foi totalmente indevido, mas daí a concluir que o
cara é "racista" pelo simples fato de ter perguntado a um negro o
que ele estava fazendo ali já é demais.
Embora o PM tenha exagerado na sua abordagem, o fato é que ele tinha, sim, o direito de pedir a identificação de qualquer pessoa que estivesse ali dentro, sendo que a identificação é obrigatória por força de lei, até sob pena de prisão por prática de contravenção penal.
O tal aluno confessa no segundo vídeo (03:43 min) que "não ia mostrar" [a carteira] e fica tudo por isso mesmo. De um lado, o PM fez uma abordagem com muita truculência; de outro, o aluno violou a lei e ficou tudo por isso mesmo. Se o policial tem que responder na corregedoria pelo excesso, podendo até mesmo vir a responder a processo criminal, por outro lado o tal estudante igualmente tem que responder pela contravenção do artigo 68 da Lei das Contravenções Penais:
Art. 68. Recusar à autoridade, quando por esta,
justificadamente solicitados ou exigidos, dados ou indicações
concernentes à própria identidade, estado, profissão, domicílio e
residência:
O vento que venta lá venta cá. Se o PM deve responder porque infringiu a lei, igualmente o deve o estudante.
Evidente que o policial é despreparado. Mas o episódio reflete e reforça o quadro de crise de legitimidade em que se encontram as instituições que utilizam a força legítima do Estado. Bem ou mal preparado, o policial pediu que o infeliz se identificasse - e o agente público tem ampla autoridade para isso - para averiguar a pertinência de ele estar lá dando pitacos, mas não foi atendido e ainda desautorizado na frente de todos os demais cretinos presentes. Era o caso de simplesmente conduzir o imbecil para registro de ocorrência de desobediência/desacato, conforme o caso.
Não podemos inverter a ordem e o valor das coisas: vagabundo maconheiro que invade reitoria ou recinto de instituição pública e arma confusão ilegítima não é coitadinho. Insinuar que ocorreu eventual atitude racista é se equiparar à corja esquerdista, que vitimiza todos, sob os mais variados argumentos, para continuar a exercer seu assistencialismo perverso.
kkkkkkkk, foi um belo sustinho. Já que o pai fez todas as vontades e o moleque achou que era dono do mundo, da próxima vez vai pensar 3 vezes antes de desacatar autoridade de novo.
Pelo que eu entendo, o policial, no máximo, poderia prender o sujeito
por desacato e só, visto os gestos provocativos que ele ficou fazendo
enquanto todos estavam conversando. Do resto, repetindo, o policial
falhou feio e é extremamente necessário que a polícia prepare melhor os
policiais que vão atuar na USP pois lá eles seram provocados desse jeito 24h
por dia, e não podem perder a cabeça desse jeito.
Pedro, um policial pode, sim, exigir que você se identifique, desde que pelas circunstâncias haja justificativa para tal. Dizer o próprio nome não prova identidade, o que prova (ao menos em princípio) é documento oficial emitido pelo Estado. Várias pessoas dão nomes falsos à polícia quando abordadas (não estou me referindo ao aluno da USP, mas a casos que ocorrem rotineiramente), motivo pelo qual é lícito exigir a exibição de documento. Existe legislação a respeito, no caso ao artigo 68 da Lei das Contravenções Penais, que está em pleno vigor. Portanto, há obrigação jurídica de se identificar se houver pedido justificável pelas circunstâncias.
E identificar-se é provar quem se diz ser, o que só se faz com exibição de documento, desde que a pessoa o esteja portando, sendo que alguns documentos são de porte obrigatório, como no caso dos motoristas. Se não houvesse dever de exibir documentos, nenhum policial poderia exigir que um motorista exibisse sua habilitação numa blitz. No dia a dia várias circunstâncias obrigam o cidadão a exibir documento que o identifique: em juízo, testemunhas, autor, réu, peritos e advogados são obrigados a exibir suas respectivas identidades, do contrário estão impedidos de participar da audiência.
Igualmente, oficiais de justiça pedem documentos das pessoas por ocasião de intimações e citações, e se não houvesse obrigação de identificar-se tais atos judiciais estariam inviabilizados. Portanto, há, sim, obrigação legal de identificar-se quando solicitado, e, repetindo sempre, se as circunstâncias o justificarem.
E não havia só um negro lá entre os estudantes, no inicio do video aparece outro cara que também é negro.
O policial o abordou quando ele levantou o braço e disse umas coisas que não foi possivel ouvir.
Mesmo considerando que ouve abuso na abordagem policial, como saber que se um branco fizesse o mesmo, a reação dele também não seria a mesma?
Pois ele estava dialogando com o lider do grupo, e daí veio aquela manifestação paralela que sucitou a reação.
E como racismo é crime, os estudantes imputaram um crime ao policial quando o chamaram de racista.
Acho que a PM ou o policial ( não sei ao certo a quem caberia essa iniciativa) deveria processa-los por falsa imputação de crime.
Pois o rigor da lei vale para todos.
Além do mais as agressões pareceram ser insuficientes para deixar marcas ou ferimentos que pudessem ser detectados em um exame de corpo de delito, mesmo se realizado instantes após a confusão toda.
O que não justifica a ação do policial, mas mostra o sensaconalismo criado em torno do caso.
Por último, a minha experiencia na observância de ações policiais, indica que os PMs costumam exigir que se mostre algum documento quando consideram que alguem não esta falando direito com eles.
Certo ou errado, não é uma questão de racismo.
Certamente o policial estava de cabeça quente.. mas vai saber o que aconteceu e o que ele houviu do maconheiro? Alguma coisa aconteceu, ninguém leva tapa na orelha quando acata um policial e sim o desacatando! Está na cara que isso foi armação prévia planejada para causar todo este rebuliço. E lamentavelmente o policial de cabeça quente foi a bola da vez... Mas que foi armação PTralha foi...
Se bem que o muleque merecia uns tapas mais pesados por ser folgado.. Depois não se sabe pq aparecem vagabundos com a boca cheia de formiga kkkkkkkkkk
Outra coisa não vi nada que indicasse que foi ato de racismo, visto que qualquer negro que enfrente a policia e usar desta argumentação pra se safar.. por isso que tem indícios de que foi armado, colocaram um com pele morena clara pra provocar o policial enquanto outros brancos argumentavam numa boa?
Achei interessante esta citação num forum:
"...Reza o art. 68 da Lei das Contravenções Penais: "recusar à autoridade,
quando por esta JUSTIFICADAMENTE solicitados ou exigidos, dados ou
indicações concernentes à própria identidade, estado, profissão,
domicílio e residência", sendo a pena de multa. Veja, se é uma
contravenção não se identificar significa que temos o dever de nos
identificar. Porém, só quando houver motivo, for justificado. Não
esqueça, porém, que este "motivo", esta "justificativa", tem um
cunho muito subjetivo, muito discricionário. Qualquer policial poderá
dar qualquer motivo - em nome da segurança pública - para lhe exigir
identificação e, nestes casos, fica muito difícil descaracterizar a
falta de motivo. Mas, pense bem: se a polícia estiver trabalhando,
identificado as pessoas, é um fato positivo - temos que arcar com algum
incômodo, algum contratempo, se queremos ter e colaborar com a segurança
nossa e de todos..." (http://www.ambito-juridico.com.br/site/?n_link=comun…fil&id=17292)
Fonte: http://www.ambito-juridico.com.br/site/?n_link=pergunta&id=368
"Acho que é essa diferença de mentalidade que caracteriza bem o que é provincianismo."
Já levei "batida" sem ter documento algum. Respondi com educação aos questionamentos do policial (nome e data de nascimento), ele e o parceiro confirmaram os dados por rádio (certamente houve uma verificação por ficha criminal, que não tenho), o policial se despediu dizendo que estava tudo certo e nada aconteceu. Não vejo provincianismo algum nesse tipo de abordagem, isso me parece papo de anarquista escroto, bem do tipo desse vagabundo da USP.
O policial foi afastado, quer dizer que o desacato está institucionalizado agora? Puta que o pariu...
http://main#Profile?uid=558052174331099269
Algumas vezes em casos em que não é possível conferir a veracidade da informação, através do nome da mãe e data de nascimento passados pelo rádio é possível conferir CPF, RG e tudo mais do indivíduo.
Que o vagabundo agiu propositalmente no intuito de ridicularizar o policial está na cara. Quem não deve não teme, nem tem porque agir agressivamente. Mas neffe paif macacada se manifesta sempre à favor de qualquer putaria, inversão de valores virou moda.
Mas quando quem se prejudica é o cara que está cuidando da lei e da ordem é de cair o cu da bunda.
Todos têm que se identificar, pois o documento de IDENTIFICAÇÂO serve para esse propósito. Estar perante o policial é estar perante o Estado. Não há qualquer humilhação ou abuso quando uma pessoa apresenta os documentos e o respeito tambem é um dever do cidadão, não só do policial.
Olhem o malabarismo desse "professor" de filosofia na tentativa de justificar as ações dos alunos: "aluno tá lá pra estudar, a polícia tem que estar lá para protegê-los. Não estou fazendo apologia das drogas [...] mas três alunos foram presos porque estavam apenas fumando maconha no estacionamento e a polícia os prendeu."
Dizer que identificar-se é provar quem diz e que isso só se faz através de um documento estatal é uma besteira sem tamanho. Você está simplesmente colocando o Estado na frente do indivíduo e dando a ele um poder que não tem. Isso é absurdo. A própria obrigatoriedade da carteira de identidade já é uma arbitrariedade estatal. Sua identidade é aquilo que você é, e ninguém precisa de licença do Estado para simplesmente ser.
Pedro, se você não tem os conhecimentos jurídicos necessários para entrar neste ponto da discussão, tudo bem, você não é obrigado a isto. Mas daí a agredir gratuitamente já é um pouco demais. Besteira sem tamanho foi o que você falou. Se simplesmente dizer o próprio nome fosse prova de "identificação", então qualquer traficante inventaria um nome numa blitz e o policial seria obrigado a deixá-lo ir embora.
Pessoas mentem o próprio nome para a polícia, seja porque sabem que são procuradas pela Justiça e têm contra si um mandado de prisão, seja porque, presas em flagrante, mentem a idade, dizendo-se menores de dezoito anos. Mentem, enfim, para qualquer vantagem ilícita. Não conheço um único país democrático do mundo onde as pessoas não tenham documento oficial de identificação, e onde este não possa em algum momento ser exigido.
Documentos de identificação existem por singelos motivos: para que uma pessoa não se passe dolosamente por outra, para que você não seja confundido com mais ninguém e para que você confirme sua idade quando o exercício de um direito depender disto. Se você não provar quem é, você simplesmente não realiza negócios jurídicos: não compra um carro, uma casa, não ingressa em juízo, não pede empréstimo no banco, não prova que o seu patrimônio é realmente seu e não do seu vizinho, nada.
Quando o Estado te dá um documento de identidade, com foto e impressão digital, é justamente para você exercer direitos e ter segurança jurídica, impedindo, por exemplo, que seja preso no lugar de outra pessoa com o mesmo nome que você. Daí a segurança que um documento de identidade te dá: foto, digital, data e local de nascimento, filiação. Do mesmo modo é a identidade que vai proteger o seu patrimônio, porque ninguém poderá se apossar (juridicamente falando) daquilo que te pertence por direito, alegando não ser seu. Este é um dos motivos de pessoas serem identificadas pelo Estado.
Sua identidade é aquilo que você é, e ninguém precisa de licença do Estado para simplesmente ser.
Você não poderia ter feito confusão mais profunda. Você confunde um dado ontológico [ser] com um documento. Identidade é uma coisa, identificação é outra. Identidade é o conjunto de características que te fazem um ser único. Identificação é o processo utilizado para chegar-se à identidade. Uma carteira de identidade diz ao restante da sociedade quem você é, após o Estado ter de identificado, ou seja, depois de ter destacado os elementos que só existem em você, ao menos do ponto de vista antropométrico e familiar. Você conseguiu vislumbrar um mesmo fenômeno na identidade como dado ontológico e identidade no sentido de documentação (!!!).
Se não fosse pelas identidades oficiais, duas ou mais pessoas com os mesmos prenome e sobrenome (algo mais comum do que as pessoas possam imaginar) poderiam ser confundidas umas com as outras. Por isto o Estado te realça dos demais através de elementos tais como foto, impressão digital, filiação, naturalidade e sexo. Se um mandado de prisão expedido contra João da Silva só contiver esse dado, jamais será cumprido. Os demais qualificativos é que identificam quem deve ser preso, e, mais importante, quem não deve ser preso. Isto se chama segurança jurídica, mas para você é “arbitrariedade”.
Nada disso. O artigo 68º da C.L.P. caracteriza a recusa ou o fornecimento de dados falsos como contravenção. Se está dizendo a verdade prontamente, não há contravenção. Basear-se nele para exigir que em condições normais as pessoas apresentem um documento como a carteira de identidade acima da própria palavra depois de já ter se identificado é assumir má-fé, o que fere a dignidade do indivíduo, logo, é abuso de poder.
Se alguém está dizendo a verdade, não incorre na contravenção. Mas não esqueça que você mesmo escreveu que a recusa de dados é igualmente ilícita. Mas tem um probleminha prático com seu argumento: como o agente que solicitou os dados de identidade vai saber que a pessoa não está mentindo? Se o parágrafo único do artigo 68 prevê o fornecimento de dados falsos, como diabos o policial vai saber que os dados são falsos se não puder confrontar o que foi dito pela pessoa com as informações constantes de sua identidade? Catzo, da proibição de fornecer dados falsos vem ipso facto o poder lícito de exigir a confirmação, do contrário o texto da lei seria letra morta por completa impossibilidade da constatação da mentira, já que bastaria à pessoa que mente não mostrar sua identidade para não ser presa. O tipo penal que prevê “fornecer dados falsos” seria inteiramente inútil. Ficou claro agora o motivo de “a recusa de dados” ser ilícita?
Qualquer policial pode entender que a pessoa abordada está agindo de má-fé, porque isto é o que acontece na prática. Pessoas mentem. Pessoas dão dados falsos para não serem presas, e isto é um fato, não uma hipótese. Não é tão incomum criminosos serem presos em blitzes policiais de rotina porque os agentes, de posse de suas identidades, fizeram pesquisa via rádio sobre a existência de mandados de prisão. Muitas vezes a pesquisa é feita porque a pessoa abordada se mostra muito tensa, visivelmente querendo sair dali o mais rápido possível. Esta é apenas uma das razões de uma pessoa ser obrigada por lei a se identificar quando as circunstâncias o permitem. Se exigir um documento de identidade fosse um abuso de poder, então um procurado pela Justiça passa a ter o direito (?) de não ser preso, porque sua prisão dependeria de querer se identificar ou não.
Se você não está fazendo nada, não pode ser exigido um documento
Se da próxima vez você ler com uma pouco de atenção o tipo penal, você descobrirá as palavrinhas mágicas:
Art. 68. Recusar à autoridade, quando por esta, justificadamente solicitados ou exigidos, dados ou indicações concernentes à própria identidade, estado, profissão, domicílio e residência:
Quem chamou o policial de semi analfabeto, lembre-se, policial na atualidade não é "pego a laço", são concursados, e uma formação na academia do Barrro Branco, deixa muita "faculdadizinha " no chinelo.
primeiro comparar o Brasil com um país de primeiro mundo qualquer é desonesto, segundo ninguém é OBRIGADO a ter nenhum documento de identificação em lugar nenhum do mundo inteiro, mas se você não possuir um vai ficar sem os privilégios dos que o possuem.
por exemplo, em Miami, meu primo não pode beber bebidas alcoolicas sem que esteja com sua identidade comprovando que ele é maior de 21 anos. na inglaterra, conheço gente que não conseguia nem tirar bilhete de loteria porque tinha cara de menor de idade, ect.
é verdade que você não é obrigado a ter nenhum documento de identificação, mas tê-los é muito mais conveniente pra todo mundo.
não sei como funciona a USP, não moro em SP, mas pela lógica da coisa acho que a própria universidade emite uma carteira pra cada aluno que lá vagabundeia.
comparar o Brasil a outros países no sentido das leis necessárias para sua população.
isso também vale para o tipo de situação a que estamos discutindo, uma coisa é um polícial exigir um documento de um vagabundo, outra coisa é ele escolher na doida uma velhinha e ir lá bater na cara dela exigindo que mostre um documento qualquer.
O meu comentário para isso refere-se ao fato da USP não ser uma universidade privada - e sim uma financiada com dinheiro público.
PRIVATIZE-SE a USP, que terá uma mensalidade significativa, com certeza, e deixe-se correr solto o que tiver que correr, lá dentro. E ligue-se o velho "foda-se". Quero ver qual é o comunistinha de merda que PAGA pra fazer agitação. Também quero ver o filhinho de papai que PAGA pra ficar lá sem fazer nada.
O único problema é esse: a bagaça é GRÁTIS pra eles. Não é grátis para NÓS, o restante da população. Não temos que FINANCIAR esta merda, só isso. Acabou a gratuidade, acabou o problema. Simplicíssimo.
O critério TINHA que ser este, para a existência de universidades públicas: se começar a ficar muito caro e muito encrencado, e a relação custo/benefício se tornar desfavorável, a universidade será VENDIDA para quem estiver disposto a controlar a situation. E todo mundo que SAIBA disso.
Torrou muito? VENDE a bagaça, caramba! Vai chover comprador, porque aí a universidade não vai mais ter nenhuma encrenca, muito menos algum otário vai querer ficar lá oito anos pra fazer gracinha paga a peso de ouro.
é de suma importância a exigencia de identidade, exsite milhares de indivíduos com mandados de prisão em aberto, e para ter um mandado de prisão em seu desfavor, não necessáriamente a pessoa precisa ser um elemento de alta periculosidade, muitas pessoas são indiciados, são levados ao termo circunstanciados, dete outras situações e acabam não comparecendo em audiências, oitivas.. e acaba for ser aberto um mandado de prisão, sou policial que trabalho diretamente nas ruas, e basta o indivíduo não portar documento que não o identifique, pronto, ficamos de mãos atadas, pode ser um procurado e não há como saber a real identificação do indivíduo.
Tem que se identificar sim.