Pois ele fala os palavrões exatamente para interpretar um personagem: o Alborghetti. Ele faz de propósito.
O professor não é um comentaristazinho, é um filósofo com mais de 60 anos. Vocês não acham feio ficarem dando palpite no comportamento dele? Não acham que ele já tá crescidinho?
O professor não é um comentaristazinho, é um filósofo com mais de 60 anos. Vocês não acham feio ficarem dando palpite no comportamento dele? Não acham que ele já tá crescidinho?
No momento em que ele se faz uma figura pública, não acho "feio" não. Como não acho "feio" criticar o Lulla por se comportar como um palhaço no exercício da Presidência. Mas como nenhum dos dois sabem que eu existo, tanto faz. =D
uma argumentação livre de xingamentos e exaltações tem maior força de persuasão.
Se eu mostrasse o T.O. para um professor esquerdista a fim de tentar abrir os olhos dele, ele desqualificaria o Olavo como "paranóico raivoso" (ou coisa parecida..) tão logo ouvisse os primeiros "Vai tomar no cú, seu filho da puta!"
OBS: No último programa o próprio Olavo disse ser uma injustiça chamar alguém de "filho da puta" porque ao invés de ofender o indivíduo que se pretende xingar, acaba-se ofendendo a mãe dele, que muitas vezes não tem culpa por ter um filho safado.
Ha, ha, ha... este Olavo é uma figura. E ele não deixa de ter razão sobre o uso de palavrões. Mas o que eu me amarro é nas tiradas de efeito dele. Ontem, no True Speak, ele se saiu com esta: "Se Lula fosse bonito, rinoceronte vira colibri." Outra, mais antiga: "É um destes imbecis acadêmicos que citam Marx até pra ir ao banheiro." Mais uma: "Você fala um troço politicamente incorreto, e o sujeito faz cara de quem ouviu tiro em corredor de hospital."
Eu só comecei a curtir o Olavo vendo a sinceridade dele no TO, os artigos do Olavo sozinhos são f*, mas é por saber demais que deixa ele com uma imagem impiedosamente arrogante.
É no TO que vi que o cara fala com o coração mesmo, que não se acha arrogante e é um paizão. Pô... daí passei não só a admirar os artigos como a gostar de sua personalidade.
Eu devo a minha conversão ao conservadorismo ao tio rei, mas mais ainda ao TO, que eu lia os artigos do Olavo antes quando era "liberal-anarco-libertário", mas tinha ainda enorme preconceito idiota com ele.
O mais legal é que pouca gente vai ter tanto material arquivado quanto o Olavo, quando ele passar desta para melhor como todos nós passamos, nós vamos ter muitas.. mas muitas lembranças... e esses TO são parte da imagem dele que a gente nunca vai esquecer.
Eu mostro os programas pra minha mãe, pro meu pai, pro meu avô, pra namorada, pra cunhada e pros irmãos se preocupação com essas frescura.
Porra, não querem ouvir palavrão vão pro convento!
Essa é a grande marca do professor, podem esquecer esta idéia. Afinal até para xingar palavrões ele possui uma erudição argumentativa de dar inveja a muitos, digamos, polidos. As pessoas que conhecem e convivem com o professor, sempre dizem que o mesmo não usa tais artíficios em seu cotidiano, ou seja, tal atitude não é usada como traço de sua personalidade.
Pelo tempo que acompanho o trabalho do professor, e pelo que entendi, ele usa tal compartamento porque acredita que somente a humilhação pode fazer o indivíduo refletir sobre seus atos, ele encontrou embasamento teórico, em que ele já comentou algumas vezes, e ele é á prova viva que dar certo, pois foi segunda sua auto-crítica e constatação em um determinado momento da sua vida, que ele decidiu estudar e aprender aquilo que acreditava que não entendia, já que havia se encontrado num poço de imoralidade. ( Ele narra a história de um ex-companheiro de partido que foi expulso pelos demais, e ficou na indigência e quando o reencontrou fingiu não conhecer, tal experiência teria o alertado para tamanha falta de moralidade existentes nos meios os quais participava) e segundo ele não existe outra alternativa que dizer a um FDP que ele é um FDP, e provar. Se existir um mínimo de dignidade e senso de verdade, a pessoa tende a se redimir e buscar reparar seus erros. Caso contrário, um FDP, só poderá ser chamado de FDP, pois caso contrário o desonesto é quem se dirige ao mesmo com palavvras polidas.
O que escrevi visa somente a exposição do entendimento do comportamento do professor, não sei se é no total verdadeiro, e me desculpem se falhei em alguma informação.
Cardini, realmente falhei em escrever o verbo "podem" dando uma conotação em que todos estivessem de acordo com o fim dos palavrões, ou com a sugestão do caro colega. Como ficou evidenciado este pensamento sobre o que escrevi, abstenho as minhas palavras, só quis expor o que havia entendido sobre a pedagogia do professor. E errei, quanto ao direcionamento do meu comentário, não foi com intenção. Como fiz no comentário, reitero o meu pedido de desculpas, e vou ter mais cuidado na hora de me expressar sobre algo.