*Todas* as causas nacionais encontram a barreira maior no poder centralizado em Brasília. É porque este existe, esta enorme *máquina de esmagar projetos, sonhos e ideais*, que pessoas *perversas* tem os instrumentos e o poder para esmagar qualquer boa idéia em qualquer lugar do país, impedindo que nos tornemos a nação que sabemos merecer ser.
Quem testemunhou o golpe republicano que derrubou a monarquia não deixou de comentar que a primeira providência foi uma temível concentração de poder, da qual fizeram uso as oligarquias de então, Vargas, militares e presentemente os mensaleiros e seus comparsas. Oras, é evidente que esta concentração abusiva é o instrumento-mor de todos os exploradores do país em todas as épocas. O país não anda porque tem uma pedra enorme em seu caminho na capital - seja ela no Rio ou em Brasília - uma torre de onde os maus podem ver e controlar todo o país.
*Qualquer* boa idéia que se queira tentar no Brasil é abafada ainda em fase tenra porque nossa presente organização sócio-político-administrativa se opõe a iniciativas locais. Oras, os pequenos só podem começar localmente. Apenas os oligarcas, os mensaleiros, os privilegiados têm condições de apresentar projetos nacionalmente logo de início. A centralização unitarista é, de longe, a mais cruel, hedionda e repugnante instituição do Brasil. Já fomos colônia, metrópole de um reino unido transatlântico, império, república, ditadura, democracia, entreguistas, nacionalistas, desenvolvimentistas e *nada* disso mudou o Brasil, porque *nunca* se mexeu no que realmente importa: acabar com o unitarismo centralista, esse pútrido freio das capacidades e competências nacionais.
Se queremos que as boas idéias, defendidas por vários pequenos grupos por todo o país, encontrem ambiente saudável para seu desenvolvimento, devemos apoiar o federalismo pleno *já*. Não há democarcia sem autonomia. Não há cidadania sem autonomia. Autonomia é o caminho! É isto que defende o Partido Federalista. Com ele, *podemos* reverter a situação do Brasil.
O Estatuto do Partido Federalista está em reforma e em breve será apresentado para discussão e deliberação dos federalistas comprometidos com a Causa, em um fórum exclusivo. Estamos entrando em uma nova e decisiva fase, considerando as eleições de 2008. Várias ações estão sendo e vão ser colocadas em prática, em múltiplas frentes. É hora, portanto, de os que se consideram líderes, que querem fazer História, que querem deixar de reclamar e ir para a prática objetiva, agirem, colocando-se à disposição do Partido Federalista. Não é apenas o Brasil decente que restou que está chamando seus filhos para a luta, mas os filhos que tem filhos e tem suas própria vida, a qual, gostaria de transformá-la para muito melhor, livre do peso do Estado, do Amebão Federal, do glutão tributário, da burocracia sufocante e corrupta, da indignação constante, da insegurança cada vez mais plena.
É aqui que se juntam os elementos – vontade, determinação, objetivo focado e veiculo apropriado ( o Partido Federalista) com a Física Econômica descoberta por Pareto: seu esforço de 20% resultará em 80% de efeitos positivos, os quais, se desencadeiam em efeito dominó, com situações futuras imprevisíveis aos olhos imediatos, mas previsíveis na visão estratégica do Movimento. A Revolução pela Independência Americana começou com meia dúzia, talvez menos ainda, de pessoas que arriscaram sua vidas e seus patrimônios (chegando a vendê-los, para financiar a guerra contra a Inglaterra), enfrentando ceticismo, descrença, um certo anestesiamento e indiferença popular, como a que se verifica hoje no Brasil, até que os efeitos das ações desse pequeno grupo começaram a surgir, desencadeando um processo irreversível, que resultou nas bases da formação autonômica da mais poderosa nação do planeta, atualmente.
Podemos fazer o mesmo! Estamos prontos, a hora de agir é agora. Junte-se ao GRAFE, pois em alguns dias, começaremos a convocar os inscritos e as lideranças em todo o País, para começarem a ocupar suas posições, com a formação das comissões provisórias, antecipando a formação oficial do Partido Federalista. Todo e qualquer contato deve ser feito com a Equipe de Apoio Administrativo – adm,volta e meia em,federalista.org.br
E muito mais vem por aí, em velocidade crescente! Mas o bonde anda, hora de embarcar decididamente.
Vamos em frente!
Saudações Federalistas
Thomas Korontai - Presidente do Partido Federalista
Diga que é brincadeira.
Ou sei lá, Não sei o que falo, nao meço as consequencias do que quero, estou a serviço de alguem....... .
Pense comigo; Imagine um federalismo num pais de Sarneys, Lullas,Suplicis e jaderes Barbalhos.
BRINCADEIRINHA AMIGO...
Um país plenamente federalista iria precisamente impedir que Sarneys, Suplicys e Malufs afetassem *toda* a nação. Como cada estado teria autonomia plena e as atribuições da União seriam restritas ao que é realmente da alçada da União, nenhum coronel ou populista local encotraria - como encontra hoje em Brasília - um centro a partir do qual afetar o país todo. Muito provavelmente a esfera de influência de Lula não teria saído do ABC, Maluf de São Paulo e assim por diante. É preciso o Federalismo precisamente para que cada estado desfrute seus acertos e seja o único a pagar pelos seus erros.
Mas, nos estados que não conseguirem manter os serviços básicos, o Federalismo não estimularia um êxodo maior do que já existe em direção ao Sul/Sudeste?
so existem Jaderes, ACMs e Sarneys porque o Brasil é um país centralizado, se fosse federalista ou modo americano esse povo não sobreviveria no poder, porque o dinheiro do estado fica no estado e não vai pra Brasilia financiar o mensalão que todos os partidos praticaram e praticam
muito certamente não. Repare que medidas quasi-liberais na economia têm ajudado a reverter o êxodo. Como não se intensificaria este retorno casoo sujeito tivesse certeza que a chave do crescimento está em seu próprio rincão e não em um centro? O que provoca o êxodo é precisamente o fato de que há apenas poucos centros no Brasil que, por condições históricas, conseguiram se desenvolveer. A federalização plena *multiplica* os centros de poder político e econômicos pulverizando assim os "portos de chegada" das migrações internas. Para que o sujeito vai querer ir para SP ou Rio se em seu próprio estado estão os instrumentos necessários para o progresso pessoal?
Nós federalistas não acreditamos em golpismos ou ditaduras. Acreditamos com certeza em ação inteligente, em não ser ingênuos quanto às movimentações ilegais e ilegítimas de alguns, mas temos firme convicção que não é "satanás que expulsa satanás". Ainda que não existissem valores morais e éticos na questão, do ponto de vista puramente estratégico, qualquer autoritarismo "de transição" seria rapidamente capturado pelas forças maiores e mais bem organizada, principalmente culturalmente, do que nós. E ainda nos apontariam com o demônio que dizem sermos.
É com *caráter* que derrotaremos a mendacidade. É com a *verdade* que derrotaremos a mentira. E é com *liberdade* que derrotaremos as ambições autoritárias da escória que se autoproclama dirigente dos caminhos da nação atualmente.
do mesmo modo que a Irlanda, uma ilhota sem nada, e que se tornou potência em 20 anos. E a Nova Zelândia, Japão, etc, etc. Do mesmo modo que a Califórnia sendo um deserto infértil, tornou-se a 5a maior economia do mundo. Contando com as soluções que os próprios acreanos sabem quais são. Melhor do que eu ou você ou qualquer tecnocrata encastelado em um poder central. Do mesmo modo que muita gente, com poucos recursos e muita fé e trabalho cresce na vida.
Eu não me surpreenderia de ver mais de um dos estados atualmente subestimados, como Acre, Sergipe, Piauí, e tratados com condescedência por parte dos grandes centros, superarem em 10 ou 20 anos os que atualmente se consideram "locomotivas" do Brasil. Potencial, força, fibra, garra e recursos para fazê-lo eles têm. Não precisam da caridade de ninguém. Agora, o que realmente precisa, é tirar dos trilhos deles esse trambolho gigantesco que é o unitarismo, a dependência da capital.
O que os estados mais pobres precisam é só que serem tratados como são: como terra de gente boa e trabalhadora. Podemos confiar neles para se autogovernarem sim. O Partido Federalista, difere de todos os outros precisamente por isso: ele *confia* no povo brasileiro e não organiza suas propostas partindo do pressuposto de que o povo não é capaz de decidir seu destino ou que é constituído de criminosos em potencial. O PF *confia* no povo e por isso quer que ele - todos nós - tenhamos autonomia. E sim, o Acre também.
Revolução. Ditadura temporária de transição com um Franco nosso. Mudança da Constituição. Reinstauração da monarquia com fim do Estado laico. (2)
O nome correto do processo seria contra-revolução e não "revolução" pois já estamos dentro de uma guerra revolucionária.
A Espanha, por sinal, vai muitíssimo bem, obrigado. Concordo com seu post Uriel. Acredito que a República acabou (e são poucas as pessoas que discordam disso hoje. Pelo menos aquelas que sustentam no lombo o peso do atual Estado brasileiro).
Como a República acabou e pouquíssima chance há de recuperação temos duas saídas: a volta de um poder moderador legítimo que consiga impor projetos de longo prazo ao país (um rei legítimo) ou ditadura do proletariado com um ditador comunista ocupando a figura de rei (na verdade um anti-rei).
a monarquia fica vulnerável em um sistema unitarista. Grupos - especialmente os bem organizados que enfretamos - sempre poderão se apossar de todo o país tomando apenas um centro de poder se mantivermos o sistema unitarista. A federação faz com que seja virtualmente impossível uma "ditadura popular", pois são tantos os centros de poder e econômicos que dominar um ou vários deles não garante o domínio de todo o sistema. Joaquim Nabuco avisava recorrentemente a Coroa que se ela não se federalizasse caíria, como de fato caiu, entregando o país a um sistema verdadeiramente autoritário.
Veja estes tópicos sobre Monarquia e Federação na comunidade monárquica pois lá o assunto está mais aprofundado e desenvolvido:
Federalismo e Monarquia
[url]/CommMsgs.aspx?cmm=14827194&tid=2530189066847297593&na=1&nst=1[/url]
Nabuco, Federalismo e Monarquia
[url]/CommMsgs.aspx?cmm=14827194&tid=2532197266853371961[/url]
sempre haverá a chance de um poder perverso dominar o país todo enqüanto um só centro controlar toda a nação. Mesmo com a monarquia - que eu apóio e gostaria de ver instaurada - seria dificílimo frente a a rede intercontinental denunciada pelo Olavo, impedir que estes grupos se apoderassem mais uma vez deste centro único, talvez até cortando algumas cabeças reais em nome "do povo".
Para que o país possa solidificar-se e tornar-se estável, ele precisa ser uma federação plenos, com múltiplos centros políticos e econômicos. A verdade é que é precisamente esta organização federativa que tem impedido que a "new left" americana de tomar o país. Por mais que eles tomem vários estados, e a grande mídia, simplesmente as autonomias dos demais estados e munícipios frente ao governo central e aos demais estados impede que eles possam forçar o poder das posições que tomaram sobre as que não tomaram.
Federalizar é agir *estrategicamente* em longo prazo.
ele também não divulgava sua revolução em fóruns de debate. Tem um ditado árabe que diz: "Quem diz que o leão é um asno, que vá lhe por um cabresto." Os que acreditam *realmente* em "revolução", deveriam é estar pegando em armas neste exato momento. Se não o fazem, e ficam falando por aí, é porque queriam ver "outros" morrerem por si. É fácil pedir ou incitar à guerra. Difícil é lutar nela, não é?
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Se a guerra militar pelo país algum dia se tornar necessária, pode contar que os federalistas estarão nela, pois não fogem à luta. Mas a guerra militar, mesmo que vencida, seria uma vitória falsa, porque o inimigo possui o domínio cultural da nação. Igualmente, em um estado unitário, poderiam facilmente reconquistar o poder da mesma forma que antes. É fundamental manter em mente que o Brasil precisa *se imunizar* contra essas abduções do poder que existem por aqui. Poderíamos tomar o poder, e outros tomariam depois de nós indefinidademente. Queremos estabilidade e progresso.
Vou postar aqui uma analogia que fiz na comunidade monarquista:
Um conceito semelhante é o que levou o Pentágono a desenvolver a Internet. No início, a inteligência militar americana apenas viu que, no caso de uma guerra nuclear, eles não poderiam ter seus sistemas computadorizados vulneráveis a serem destruídos com um ou dois ataques. As informações, então, teriam que estar distribuídas em uma rede, de modo que mesmo que uma grande parte se perdesse, o que sobrasse ainda fosse o todo da informação ou que ao menos as perdas fossem minimizadas. Hoje, de fato, se alguém explodir parte da Internet, a catástrofe será bem menor. A informação está em uma *rede* e a rede continua existindo apesar da destruição de muitas unidades.
O governo unitário é um imenso computador central ao qual ficam ligados vários computadores menores. Insira um vírus no computador central e todos se contaminam. Substitua o computador central pelo seu, e terá o controle da rede inteira, podendo até ser mais rígido. Foi o que aconteceu em 1889.
Em um governo federalista o "computador" central, não tem ele mesmo controle dos demais. Ele está ligado na rede, torna mais dinâmica sua comunicação, mas não adianta controlá-lo para controlar a rede, pois esta possui autonomia do computador central.
Em um governo federativo, um grupo de golpistas se vê sem um alvo ao qual, sendo destituído ou tomado, sirva de controle do resto da nação.
Por isso é que o sistema federativo é mais moderno. Ele é uma espécie de "governo por redes de poder". É muitíssimo mais estável e seguro.
"ele [G. Washington] também não divulgava sua revolução em fóruns de debate."
Talvez não no orkut, que ainda não existia. Mas é óbvio que houve debates e propaganda pró-guerra bem como anti-guerra na período pré-Guerra da Independência. Você não assistiu "O Patriota"?.. Ora, não se prepara uma revolução ou guerra em silêncio! Isso é conspiração.
"Tem um ditado árabe que diz: "Quem diz que o leão é um asno, que vá lhe por um cabresto." Os que acreditam *realmente* em "revolução", deveriam é estar pegando em armas neste exato momento. Se não o fazem, e ficam falando por aí, é porque queriam ver "outros" morrerem por si. É fácil pedir ou incitar à guerra. Difícil é lutar nela, não é?"
não falo em cometer actos terroristas. Não imagino guerrilheiros isolados e sem comando saindo por aí "pegando em armas" como fazem os comunistas, muçulmanos e outros. Que surja um movimento liderado por uma autoridade legítima, como o de 64 ou de SP contra Vargas. Como você sabe se aderirei ou não? E há sempre aqueles que lutam e aqueles que oram e os que trabalham..
Nós somos os que vencem. E venceremos a guerra cultural. Venceremos a má-organização do estado brasileiro sufocando assim as ambições centralistas do inimigo. Acompanhe os textos do Olavo. É uma rede internacional de partidos e quadrilhas. Se uma ditadura for formada por quem quer que seja, essa rede vastíssimamente maior se apoderaria dela em nome do povo de uma hora para outra e não necessariamente pela via bélica.
Quer derrotar o inimigo? Então compreenda que a maior arma dele não são suas pistolas, não são seus guerrilheiros loucos, mas o fato de que é possível controlar o Brasil todo a partir de umas poucas instituições centrais e centralizadoras. Enquanto isso for possível sempre estaremos e perigo. É o federalismo americano que lhes dá alguma chance na guerra cultural e é o federalismo brasileiro que vai surpreender e romper as veias pelas quais hoje corre o sangue da "rede" criminárquica.
embora sejam movimentos diferentes, Monarquia e Federalismo são causas convergentes na opinião de bastante gente. Já temos vários monarquistas federalistas ou federalistas monarquistas como preferir, entre os quais me incluo.
Mas devemos ser alteritários e compreender que existem tanto em um lado quanto no outro pessoas que não pensam assim. Porém, se você quiser se juntar à causa da Monarquia Federativa, será muito bem vinda tanto nas lides federalistas quanto nas monárquicas.
Se com o controle federal os dirigentes estaduais aprontam tanto que nem deus acredita,imagina sem controle direto.O que haverá serao ditaduras regionais no mais puro modelo das capitanias hereditarias.
no Federalismo haverá fiscalização efetiva disso, o que é impossível no sistema unitarista. Sabe por que? Porque esses desmandos quando ocorrem no sistema unitarista presente, não são "falhas do controle federal" pois, apesar do nome no papel, o Estado é praticamente apenas um "departamento" da União. O desmando que ocorre é porque quem deveria fiscalizar é uma coisa só com o fiscalizado, o que leva ao corporativismo político por assim dizer.
Em um sistema plenamente federativo não terá como "amigos na união" favorecerem o Estado. Se ele se desviar realmente para lá legalidade, como poder estadual e federal serão paralelos, o último poderá intervir, na forma da constituição, para controlá-lo.
"Quer derrotar o inimigo? Então compreenda que a maior arma dele não são suas pistolas, não são seus guerrilheiros loucos, mas o fato de que é possível controlar o Brasil todo a partir de umas poucas instituições centrais e centralizadoras"
O DETRAN, a Receita Federal etc só têm poder porque há os agentes armados do Estado; porque existem os law-enforcers.
Essas instituições centrais e centralizadoras burocráticas em si não têm poder algum. São castelos de cartas. Se não pago o imposto e a Receita Federal vem atrás de mim, eu só tenho medo dela porque sei que a polícia anda armada. No final das contas quem tem poder é quem tem as armas e o Estado é por definição aquele que detem o monopólio legal da violência armada.
No final das contas a questão é: a lealdade dos agentes armados está onde? Está com quem? De que lado? Essa é a questão. E é isso que os comunistas sabem há muito tempo. E por isso fazem trabalho ideológico com os milicos, policias e controladores de vôo. E vocês não. Por isso eles ganham e vocês perdem. Intelectuais desarmados e sem apoio armado são impotentes diante de meia dúzia de "sem-terras" portando foices e facões.
Não gosto dessa sua lógica, ou nao a entendo.
Se os comunista são gramscianos( subentendo por te acompanhar em outros textos) porque teriamos que andar armados( LITERALMENTE),
Não é parodoxal?
Se fosse assim a mídia new left não teria vencido a Guerra do Vietnã. E não estaria vencendo a guerra no Iraque.
Temos é que parar com essa maldita "esperteza" que renega a utilização dos canais legítimos. A esquerda bem que tentou o que você está falando. E foi essa tática sugerida por você que foi derrotada. Foi quando partiram para a guerra cultural-partidária propriamente dita que ganharam *Até* a legitimidade para suas lutas armadas. O federalismo é a organização na qual haverá espaço para que práxis construa as soluções necessárias para cada situação específica.
Fora disso, é brincar de salvador da pátria, seja pelas promessas ou pelo canhão.
Em um sistema plenamente federativo não terá como "amigos na união" favorecerem o Estado. Se ele se desviar realmente para lá legalidade, como poder estadual e federal serão paralelos, o último poderá intervir, na forma da constituição, para controlá-lo
Então teriamos que aprovar uma nova constituiçao porque na atual o modelo federalista não se encaixa..... nem de longe.
Com toda certeza Marco. Essa é a meta do partido federalista: ao eleger o presidente, não estar elegendo fulano ou ciclano, mas eleger a nova constituição cuja implementação seria a primeira medida do presidente.
O Partido federalista luta pela força do partido federalista e não pela força do conjunto do país. Esse é o problema de todos os partidos numa República. Como o poder deve, em teoria, ser revezado entre os partidos, no fim todos lutam para se eternizar o máximo possível ou para se defender e tentar anular a oposição ao invés de empreender projetos para o país.
Acredito que o único federalismo possível no Brasil seja o separatismo: com cada estado com uma legislação independente, FFAA independentes, polícia independente, sistema tributário independete e mecanismos que tornem os estados totalmente independentes de um governo central. Ai sim, eu acredita num projeto federalista. Caso contrário voltaríamos rapidamente ao estado atual, com ou sem Partido Federalista
Ademais não sabemos qual o projeto de poder do Partido Federalista, qual a composição esquerda/direita desse partido, qual a estratégia de ação do federalista (mais voltada ao socialismo, mais voltada ao conservadorismo, mais voltada ao liberalismo, etc).
O Brasil precisa de um governante de verdade, que ame este país, que represente os valores do povo brasileiro majoritariamente cristão. Não mais uma sigla cheia de boas intenções que no final degradem-se de novo na falta de escrúpulos e princípios.
Thoth
O Partido Federalista tem em seu estatuto a sua própria dissolução uma vez que seu principal objetivo, a mudança de constituição, seja atingido. O que temos é verdadeiramente um projeto de nação e não um projeto de poder como os partidos atuais.
Este projeto de nação está descrito em nossas declarações e fundamentos que podem ser vistos no site:
• No ser humano, sempre em evolução por ser de sua própria natureza;
• Nas instituições de governo para regular relações sociais, sem nelas
interferir;
• No respeito às leis;
• Na iniciativa privada como meio (e nunca como fim) de obtenção do
progresso econômico, científico e social de uma Nação;
• Na liberdade como bem maior, inalienável e inquestionável;
• Na igualdade de oportunidades para todos;
• Nas diferenças entre as pessoas em função de suas competências
individuais;
• Na riqueza das diversidades; com respeito às características locais;
• Na globalização como meio de complementação cultural, econômica e
social de todos os povos;
• Na simplificação burocrática e na Sociedade da confiança;
• Na auto-determinação com responsabilidade.
95% do povo brasileiro diz acreditar em Deus.
Mais de 70% são cristãos (confeçam-se cristãos e acreditam nos milagres de Cristo).
O Partido Federalista respeita e representa esses princípios herdados pelo povo brasileiro durante gerações e mais, representa em algum lugar esses princípios? Onde?
Eu posso estar enganado, mas não li uma linha nos links que você me passou sobre o Partido Federalista que considere esses valores do povo brasileiro.
Ou o Partido Federalista é como os partidos de esquerda que consideram religião "alienação" e o cristianismo "coisa de fascista"?
O Partido Federalista acredita na autonomia. Se é como você diz, e eu acredito que seja, basta que não haja leis buscando proibir a livre-expressão (como a mal-fadada lei de criminalização da crítica ao homossexualismo) para que a cultura brasileira se expresse tanto no seu tronco principal quanto nos ramos multiculturais a ela associados.
A função do governo, acreditamos, é garantir a autonomia do cidadão.
Concordo quando o Toth diz ser um programa vago. Por exemplo:
• No ser humano, sempre em evolução por ser de sua própria natureza;
(...)
• Na simplificação burocrática e na Sociedade da confiança;
Baseado nesses ítens, o programa deixa um problema: para haver confiança, é necessário um substrato de valores que legitimem sua existência. O primeiro enunciado deixa simplesmente em aberto que princípios seguir para que a sociedade de confiança floreça. O programa, nesse aspecto, é "vazio" ou incompleto.
o texto apresentado *não* é um programa, portanto quando vocês falam que "falta" algo é porque não leram o texto no qual esse algo está descrito . O programa, assim como as medidas específicas que o partido pretende tomar, estão descriminados nos links em post anterior. Por favor, confiram.
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Quanto a "inspiração" iluminista,
não não tem. Simples assim. A inspiração do Partido é fundamentada que hoje em dia não há espaço ou condições para que qualquer outra cultura além da hegemonica sequer tente se desenvolver. E sua função é precisamente se a arma política para criar esse espaço.
Agora, em uma coisa vcs tem razão: há espaço para adensar os princípios filosóficos do partido. Internamente ele precisa ser um reflexo do que pretende para o país e por isso abre espaço para a formação de "frentes federalistas" temáticas, que, mesmo discordando entre si, concordam que 1) é preciso descentralizar o poder político para evitar autoritarismos de todo tipo; 2)é necessário mudar a constituição para isso, dando mais autonomia para os indivíduos; 3) é preciso e possível realizar as reformas dentro da ordem.
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Quanto aos aspectos culturais necessários para que tais idéias prosperem e que não existem hoje em dia.
Tem razão. Nenhum partido pode sozinho fazer isso e nem o partido federalista diz que se propõe a isso. A mudança cultura deve ser feita através do meios culturais mesmo: livros, debates etc, etc. O PF se propõe ser, estritamente, o absolutamente necessário braço político desse movimento. O convite é para que quem tenha "veia política" venha integrá-lo e os demais apóiem seu registro através do necessário abaixo-assinado.
Pensem: se haver um partido que vc aceite totalmente, entao sera o seu partido ou da sua familia.
A vivencia no partido politico eh deixar as diferencas de lado e trabalhar no que se propoem com o principal.
O Federalismo eh o unico partido hoje, em vias de registro, com uma proposta de federalismo e compromisso etico (nao coligar, meritocracia...) e onde encontramos muitos amigos e defensores do parlamentarismo.
Aos que querem um partido religioso, recomendo a critica ao PTC, PSC, PR e outros que tem lideres religiosos (ditos homens que acreditam em Deus) e que ate o atual governo suspeita, abre processos etc.
Acredito que , dada a variedade cultural do imenso Brasil, um partido que acredita no homem (e deixa a crenca de Deus que cada homem a faca como entender) eh no minimo razoavel e neutro.
Vazio? talvez. Depende do tipo de proposta politica que defendem.
Pessoalmente vejo muito conteudo no Federalismo, tecnico, inteligente e simples.
O Olavo é o primeiro a admitir que o ateísmo em si não é problema mas a miitância ateísta. Se não me engano ele até admitiu que crê que um ateu pode ser salvo. Portanto um projeto de nação *sério* não pode, no Brasil, e em nome dos valores desse mesmo eleitorado, ser o projeto de uma "parte". O PF compreende precisamente que hoje não existem condições sócio-políticas para que estas diversas partes sequer se organizem. Mas quer que isso exista. E por isso admite as tais frentes que mencionei, pois estas diversas partes poderão ser futuros partidos sob as novas condições de uma verdadeira federação com autonomia plena para cidadãos e estados.
Hoje, os conservadores se vêem ostracizados pela esquerda. E isto ocorre porque para alcançar a visibilidade é necessário aparecer "nacionalmente" ou não se aparece de modo nenhum. A esquerda dominou a capital e com isso domina o paí politicamente.
Ao contrário, nos EUA, existem os estados vermelhos e azuis. Isso porque sua organização verdadeiramente federal garante que mesmo que um dado partido chegue a presidência, ele não domina o país. E além disso os estados conservadores mantém sua autonomia mesmo sob governos de esquerda.
É isso que queremos no Brasil. Que os grupos, que necessariamente se organizam inicialmente localmente, tenham a chance de crescer e mesmo resistir a uma onda por maior que seja. É para isso que pedimos o apoio para o registro do partido.
Olha a pegadinha: um punhado de ateus (FHC é ateu, por exemplo) pode governar com tranquilidade uma população majoritariamente cristã. As leis podem ser "laicas". O Estado pode ser secular.
Muito bem.
Agora um governo cristão não pode governar jamais um punhadinho de ateus. Ah, isso não ! É a volta dos "fascistas" (como eles chamam os cristãos quando estão juntos), é a volta da "intolerância" ( o pressuposto é o de que o Estado laico é tolerante), é o "retorno às trevas da ignorância".
A realidade é que os governantes no Brasil e toda a classe intelectual debocha dos valores que formam o povo brasileiro. E eles nem fazem questão de esconder isso: veja como dizem que o governo é "a imagem do povo que tem". O que eles querem é formar um povo a imagem e semelhança deles mesmos.
"O povo brasileiro é ignorante". Um povo majoritariamente cristão só pode ser ignorante e não prestar mesmo. Entendeu a pegadinha?
O homem brasileiro precisa ser "transformado", "moldado a imagem e semelhança dos intelectuais". Entendeu?
O Estado laico, até onde sei defendido pelo Olavo também, ou ele não elogiaria o estado americano, é um estado que sem ser governado pela autoridade religiosa, não é anti-religioso. Vocês estão reagindo como se *todo* estado laico fosse militante anti-religioso o que não é caso e certamente está longe do que propomos.
O que *vcs* parecem estar defendendo é um estado teocrático, em franca contradição com o princípio cristão de dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus. Caem tanto na heresia do filetismo (submissão da religião à "idéia nacional") quanto no cesaropapismo mais razo. Isso, o PF repudia mesmo.
E, na condição de cristão, pessoalmente, eu não posso deixar de ver falta de fé e covardia nos que pensam que a Igreja precisa do Estado. É conveniente quando uma nação, livremente em sua expressão sem obstáculos, é cristã e seu estado leva tais princípios em sua organização. Mas o Estado cristão só é uma benção *se* for produto disso. Se uma parte da população - ainda que maioria - toma o poder central para se impor autoritariamente às minorias não cristãs, isso é próprio anti-cristo agindo, uma entidade maligna que se pretende substituir ao Cristo.
Como disse S. João Crisóstomo:
Pois os Cristãos, acima de todos os homens, estão proibidos de corrigir os tropeços dos pecadores pela força (Nota do Fabio: e o Estado é a força)... é necessário que se faça o homem melhor não pela força mas pela persuasão. Não temos a
autoridade da lei para reprimir os pecadores, nem, se tivéssemos, deveríamos saber como utiliza-la, já que Deus dá a coroa para aqueles afastados do mal, não pela força, mas pela escolha. São João Crisóstomo, "Seis Livros sobre o Sacerdócio"