Estudando o De Scientia Christi, de São Boaventura.
Quero compartilhar uma passagem sensacional:
"Com efeito, a similitude exemplar expressa mais perfeitamente a coisa do que a própria coisa causada se expressa a si mesma. E por isso Deus conhece mais perfeitamente as coisas por suas similitudes do que as conheceria por suas próprias essências." — S. Boaventura, De Scientia Christi, II
Filosofia Concreta do Mário Ferreira dos Santos (certamente um dos livros de filosofia mais ambiciosos e rigorosos que já li)
Estética da Criação Verbal do Mikhail Bakhtin (curiosa nova referência da esquerda universitária)
Anatomy of Criticism do Northrop Frye
Estou lendo "As Leis" e "A República", só nas partes em que Platão fala das disciplinas a serem aprendidas pelos cidadãos. O que vai desde arco e flecha para meninas de nove anos, passando por Matemática, arte militar, medicina, literatura, lira etc etc etc. Alguém já tentou aquilo?
Livro: CIA - Manual Oficial de truques e espionagem -
Autores: K. Keith Melton & Robert Wallace.
Sinopse: Mágica ou espionagem? Em 1950, o mágico John Mulholland, um dos mais famosos dos EUA, foi convidado para produzir truques de espionagem, que foram usados largamente pela CIA por vários anos. Por segurança, todos os exemplares foram destruídos em 1973. Pelo menos era o que se acreditava, até que os autores encontraram os manuscritos em 2007 e depois de assegurar toda a fidelidade da história, decidiram publicar este livro. Trata-se de um documento único de uma época e da história da espionagem mundial. Em 1953, sob o pano de fundo da Guerra Fria, a CIA criou um programa super secreto, com nome de código MKULTRA, para reagir às novíssimas técnicas soviéticas de controle da mente e de investigação. Percebendo que os espiões poderiam precisar utilizar secretamente pílulas, drogas e pós contra o inimigo, a CIA contratou John Mulholland, o mais famoso mágico dos Estados Unidos, para escrever dois manuais sobre prestidigitação e técnicas de comunicação alternativas.
O que esta obra traz é uma compilação destes manuais com as instruções de Mulholland que adaptou as técnicas de mágicos para que os agentes da CIA pudessem fazer frente aos seus adversários soviéticos. Estes manuais foram elaborados para que os agentes de CIA pudessem repassar documentos com a máxima discrição, esconder pequenos objetos e ainda para conseguir provas. Aqui você encontra todos os trâmites da arte da espionagem utilizada entre o pós II Guerra e o auge da Guerra Fria.
Muito interessante: conta como os Rockafellahs & associados financiaram primeiro a revolução comunista na Rússia e depois (os mesmos) financiaram o nazismo na Alemanha.
Muito importante para que se entenda como apátridas internacionalistas conseguiram LITERALMENTE mandar no mundo através do poder do dinheiro.
O livro de Atos dos apóstolos, e, paralelamente, mas não na íntegra, "A história do povo hebreu", de Flávio Josefo. E, aqui e ali, dou uma ohada no "A derradeira batalha do demônio".
Mas será que Lúcifer existe mesmo gente ? (irônico)
Vejo aqui em seus escritos relatos importantíssimos para mostrar a esses estereotipados esquerdeopatas, a razão porquê títulos acadêmicos não é a coisa mais importante do mundo como eles vivem pontificando... Têm idiotas que dizem que o Olavo não pode lecionar por falta desses papéis, papéis que nem servem para limpar a bunda....
Leio o capitulo “O Conselho Mundial de Igrejas” e encontro esta substancia empirista a qual os títulos acadêmicos não significa simplesmente nada para a prática do autoconhecimento.
“Preferi ir para o Conselho, em Genebra, porque o
problema de ser professor para mim não se coloca. Eu me
acho professor mesmo numa esquina de rua. Eu não preciso
do contexto da universidade para ser um educador. Não é
o título que a universidade vai me dar que me interessa,
mas a possibilidade de trabalho. E naquela época eu sabia
que o Conselho ia me dar a margem que a universidade
não me daria. Eu temia, ao deixar a América Latina, perder
o contato com a realidade concreta e começar a me meter
dentro de biblioteca e a operar sobre livros, o que não me
satisfaria.”
Em 1970, a família Freire cruzou o Atlântico para morar
na Suíça, sede do Conselho.
Em diversas oportunidades, Paulo realçou a importância
que a passagem pelo Conselho Mundial de Igrejas teve no
desenvolvimento do seu pensamento. O Conselho fez com
que “andarilhasse”, como gostava de dizer, pelo mundo.
Durante este período teve contato com a África, colaborou
com a Nicarágua, participou de seminários e encontros com
educadores, estudantes e intelectuais na Ásia, em toda a
América, com exceção do Brasil, e chegou até a distante
Oceania.”
Estou lendo Imposturas Intelectuais, de Alan Sokal e Jean Bricmont. Mostra como os meios intelectuais europeus e americanos se deixam levar por discursos ocos e como o relativismo foi tomando conta do meio acadêmico, especialmente pela obra de sociólogos que advogam que "não existe uma verdade absoluta".
Os autores mostram como o discurso de vários intelectuais europeus não passa de verborragia, mostrando igualmente que estes não dominavam nem remotamente assuntos que abordavam, cometendo erros crassos em suas obras. Alan Sokal mostra como mesmo um texto escrito intencionalmente para não fazer o mais mínimo sentido é aceito nos meios acadêmicos como "obra intelectual".
Eu consegui um compêndio de 1400 páginas de passagens de filósofos medievais (da editora BAC), pelo preço absurdamente pequeno de 40 reais. Vou levar quinhentos anos para ler tudo, mas não tem problema.
PS. Não se entende nada de escolástica sem ler os filósofos árabes e judeus da Idade Média. E não se entende nada de Tomás sem ler Boaventura. Esqueçam os manuais. Manuais só servem para montar bicicleta.
Parei de ler Ben-Hur para ler "A Tentação do Cristianismo". Livro bem interessante. Agora que já terminei, retomei a leitura de Ben-Hur. Estou na última parte (são oito partes). Ele se encontra com Jesus e tem dúvidas se o Cristo é um Rei de homens ou um Salvador de almas.
A maioria dos universitários brasileiros lê em média de um a quatro livros por ano, segundo levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo a partir de dados da Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior).
Na Universidade Federal do Maranhão, 23,24% dos alunos passam o ano sem ser um livro. Já na federal do Rio Grande do Sul, 22,98% leem mais de dez (veja mais dados no quadro ao lado).
- A civilização feudal, de Jerome Baschet.
Que é um historiador francês, pelo jeito pupilo de Jacques Le Goff (aliás, me parece que todos os novos medievalistas franceses são esquerdistas). O livro é uma "síntese" (extensa e densa) crítica e bem atualizada que vai desde as "invasões bárbaras" até a conquista da América. Lendo essa nova historiografia medieval, me bateu algumas dúvidas sobre a mentalidade revolucionária do Olavo e sua ascensão a partir do século XV, uma vez que esses autores falam de uma "longa Idade Média", que iria até o século XVIII! Destruindo com a idéia do Renascimento no século XV, e demonstrando as raízes medievais na conquista e posterior colonização do Novo Mundo, chegando a falar em idéias medievais "espalhadas" pelo próprio Iluminismo! Aliás, essa idéia de um retorno aos Antigos (romanos, gregos"), e de "renascimentos", ele coloca como tipicamente medieval. Essa mesma impressão eu tive lendo o livro de Barzun. De certa forma, o Renascimento não seria revolucionário, progressista, mas conservador, num retorno a um padrão de civilização perdida. Segundo o autor, só há uma separação brutal entre o mundo feudal (que vira nosso anti-mundo) e a modernidade com a revolução industrial e o surgimento do capitalismo. Enfim, preciso ler melhor, de novo e de novo - há um capítulo somente sobre essa mentalidade conservadora/progressista muito bom - até concluir alguma coisa. Interessante que o autor é especialista em simbolismo, com vários capítulos a respeito.
Tbm li Atras Shrugged e adorei! Depois nao aguentei e li The Fountainhead tambem de Ayn Rand. Apesar de eu descordar de suas opinioes filosoficas sobre religiao, sua visao do potencial do homem e mercado livre sao fantasticas. Vale a pena ler.
Nao aguentei e tive que ler The Fountainhead, tambem de Ayn Rand. Eh a historia de um arquiteto, e os principios sao os mesmo de Atlas Shrugged.
Basicamente, um dos pilares da soi-disant filosofia Randiana é um egoísmo praticado em escala industrial, que considera a caridade como uma espécie de lepra mental. O ataque que a autora faz à religião é algo que definitivamente fez com que eu me apiedasse dela. Que o Criador tenha se compadecido de sua alma imortal e a tenha curado com Sua Graça.
Terminei recentemente de ler Jesus de Nazaré, de Sua Santidade Bento XVI.
Depois que passei a acompanhar o mestre Olavo descobri um mundo de informação que não tem quem vença companhar. Ele mesmo afirma que não consegue ler tudo o que gostaria. Disse recentemente que aquele guia inicial de leitura que ele passou a seguir assim que decidiu se informar ainda não foi completado.
Eu, por minha vez, comecei a ler O Livro Negro do Comunismo, quando descobri que existia o "Era Karl Marx Um Satanista?", aí, fiz também o download do livro do Julio Severo sobre O Movimento Homossexual.
Comecei a ler todos e quero terminar logo pois seguindo o ODC o que não falta é coisa boa prá ler. E agora tem tantos que não dou conta! rs
Lendo novamente Dom Casmurro. Fora isso, vagarosamente leio "Liberalismo" do von Mises e "Cartas" do Jacob Burkhardt. E comecei hoje Dubliners, de James Joyce, em inglês mesmo, e confesso que é uma grata surpresa! Esperava muito menos.