Depois de 2 meses, chegou o livro "A vitória da razão: Como o Cristinismo gerou a liberdade, os direitos o homem, o capitalismo e o milagre econômico do Ocidente ", de Rodney Stark.
Maravilha! O autor se foca muito na tal da "Idade das Trevas", citando longa lista de realizações dessa época, mostrando as origens cristãs e medievais de ideais como liberdade, igualdade, propriedade privada, governo limitado, progresso, etc. Pelo número de citações de Santo Agostinho e São Tomás de Aquino se percebe como essas 2 personalidades foram gigantes! Ainda, apresenta uma completa refutação da teoria de Max Weber sobre o surgimento do Capitalismo. Estou me surpreendendo com a importância das grandes cidades italianas (Veneza, Milão, Gênova) na expansão (para o norte da europa, que apenas séculos depois se tornaria protestante) e aperfeiçoamento do Capitalismo, que teve sua verdadeira origem em centros monásticos, no chamado "capitalismo religioso". Ele ainda explica porque grandes países como Espanha e França demoraram para desenvolvê-lo, enquanto países protestantes como Holanda e Inglaterra prosperavam. Também trata nos capítulos finais sobre o capitalismo no Novo Mundo, chegando até a America Latrina de hoje.
Espero começar a scaneá-lo hoje e até o fim de semana distribuir para todos.
Estou lendo, muito pausadamente, as "Noções de Língua Latina" do Napoleão Mendes de Almeida. Já consigo declinar a vírgula nos seis casos, e falar como o mestre Yoda 🙂
Bom, estou lendo ARISTÓTELES A ÉTICA A NICÔMACO de Richard Brown.
O livro é ótimo, pois faz a passagem da ética nicomaqueia e eudemia, onde encontramos também o prospectus.
Estou lendo também o livro MAGNATAS do Charles R. Morris, onde mostra a formação do poder econômico dos Estados Unidos e etc.
Também o livro Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil do Leandro Narloch — acho que boa parte da comunidade já deve ter lido este livro.
Basicamente isto.
Estou atrás dos volumes — Como Ler um Livro — do Mortimer J. Adler, mas não encontro e também atrás do livro do Otto Maria Corpeaux — História da Literatura Ocidental.
Alguém poderia me auxiliar na questão, ou seja, em qual livraria aqui da capital eu poderia encontrar estes livros?
Estava aproveitando este feriado para ler Filosofia do Direito, de Miguel Reale.
Mas daí, encontrei um problema novo para mim, que o a questão da axiologia. Pelo que pude entender, a noção de axiologia do Miguel Reale é muito influenciada pelo pensamento de Louis Lavelle que é citado onde o jurista brasileiro diz expor aquelas teorias que seriam as mais plausíveis para explicar a experiência e a obrigatoriedade dos valores.
Pelo que entendi, não dá para se entender a noção de valor para Reale sem se entender a axiologia de Lavelle. Estou enganado?
E daí, parti para tentar estudar Lavelle. Como não sei nada de francês, estou lendo no momento alguns ensaios do português Américo Pereira a respeito de Lavelle, para ver se consigo começar a penetrar no pensamento deste filósofo.
Quote (Gleyson Vhidoky ,volta e meia em, 4 mar (4 dias atrás))
Bom, estou lendo ARISTÓTELES A ÉTICA A NICÔMACO de Richard Brown.
O livro é ótimo, pois faz a passagem da ética nicomaqueia e eudemia, onde encontramos também o prospectus.
Estou lendo também o livro MAGNATAS do Charles R. Morris, onde mostra a formação do poder econômico dos Estados Unidos e etc.
Também o livro Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil do Leandro Narloch — acho que boa parte da comunidade já deve ter lido este livro.
Basicamente isto.
Estou atrás dos volumes — Como Ler um Livro — do Mortimer J. Adler, mas não encontro e também atrás do livro do Otto Maria Corpeaux — História da Literatura Ocidental.
Alguém poderia me auxiliar na questão, ou seja, em qual livraria aqui da capital eu poderia encontrar estes livros?
[url]/Community?cmm=90840394[/url]
Como ler um livro você encontra na E realizações,e se o livro do OTTO for a historia da literatura ocidental encontrá nas livrarias do Senado.
Eles estão nos comentário iniciais da tradução de "Protágoras (Diálogo sobre os "sofistas" Gênero demonstrativo)" de Mario Ferreira dos Santos, primeira edição, 1965, Editora Logos.
Encontrei por acaso esse livro no meio de umas bugigangas e o nome do Mario me chamou a atenção. Logo na primeira página topei com esses nomes totalmente desconhecidos para mim (talvez para vocês também). Estou achando que o Mario não era bem um ser humano.
"atrás do livro do Otto Maria Corpeaux — História da Literatura Ocidental.
Alguém poderia me auxiliar na questão, ou seja, em qual livraria aqui da capital eu poderia encontrar estes livros?"
Esse livro do Corpeaux eu vi na Livraria Cultura daqui de Porto Alegre. Liga para a livraria e, se não tiver na tua mais próxima, pede de outra loja.
Só não sei se o volume ainda está lá. Senão tiver eles encomendam na editora.
Só conheço com certeza o primeiro nome : Lutoslawski.
Wincenty Lutoslawski foi um scholar polonês , estudioso de Platão e escritor do chamado "Polish Messianism". Alguns de seus trabalhos foram bastante elogiados pelo filósofo americano William James.
Alguns de seus livros :
"The Origin and Growth of Plato's Logic" ;
"The World of Souls";
"Preexistence and Reincarnation";
"The Knowledge of Reality";
Estou lendo agora o "Preexistence and Reincarnation" e achei engraçada a coincidência.
Estou lendo agora o "Preexistence and Reincarnation" e achei engraçada a coincidência.
É mesmo. Lutoslawski deve ter sorrido no túmulo:) É como Olavo diz, os americanos traduzem tudo. Os yankees são uns sortudos, não precisam ralar aprendendo outras línguas para ter acesso a praticamente tudo que já foi escrito, a menos que queiram ler no original.
...E, dada a discussão entre o Olavo e o Ghiraldelli sobre o equívoco deste ultimo em relação à concepção de Sócrates sobre quem seriam os filósofos, tendo o Olavo recorrido ao original para sanar toda e qualquer dúvida que pudesse continuar existindo depois de sua explicação, parece ser algo que a longo prazo se faz necessário àqueles que pretendem ter uma vida intelectual. [2]
Sim, de fato. Olavo de Carvalho aconselha a se ler textos no original, pois toda tradução por melhor que seja, não é 100% fiel ao autor. Tomei consciência disso vendo um filme há uns bons anos, onde um jovem estudante judeu, que estava se preparando para ser rabino, resolveu aprender alemão para ler Freud no original. Ele queria ouvir o que Sigmund estava a dizer pela própria boca do Pai da Psicanálise, não por terceiros.
"Lutoslawski deve ter sorrido no túmulo:) É como Olavo diz, os americanos traduzem tudo."
É interessante teres tocado neste assunto, pq é bastante pertinente ao caso do Lutoslawski, não da forma como normalmente se pensa, mas de uma maneira que ratifica a tua observação.
Realmente é muito mais fácil encontrar traduções (sobre os mais variados temas)em inglês do que em qualquer outra língua. E todo esse zelo em fazer traduções acaba tornando a produção editorial em inglês interessante ao ponto de estimular que autores e/ou editoras estrangeiras patrocinem e/ou façam versões em inglês dos seus livros ,o que alavanca ainda mais a disponibilidade de títulos.
O Lutoslawski tinha escrito seu livro "World of Souls" em 1897, diretamente em inglês, mas ainda não tinha encontrado um editor interessado na época, o que só aconteceria em 1924, e isso porque o livro tinha um prefácio do William James. Ou seja, pelo menos a um século, que determinados autores estrangeiros já faziam questão de terem seus trabalhos publicados em língua inglesa.
Eu gostei. Schopenhauer fala algumas bobagens, mas no geral o pensamento dele é bem interessante. Achei o livrinho bastante útil e a leitura é muito agradável.
Eu comprei essa edição de bolso.
Lendo Por que o Ocidente venceu: Massacre e cultura, do historiador militar Victor Davis Hanson. Esse é o livro mais indicado para antes de assistir ao filme 300. 😄 Como eu gosto muito de literatura militar, vou fazer uma descrição um pouco mais detalhada:
Nele o autor descreve o "modo ocidental de guerrear", e, numa linguagem bem crua (típico de historiadores militares, é pernas decepadas, cabeças voando, pessoas tropeçando nas próprias vísceras espalhadas pelo chão), mostra sua grande capacidade de matar. Que seria, de forma bem superficial:
- Conceito grego de batalha decisiva; ataques, ações diretas, frente a frente com o inimigo, com o destaque para a Infantaria e o uso de armas brancas.
- Exércitos formados por homens livres, que escolhem seus comandantes, discutem e votam suas ações, fazendo auditorias e autocríticas de seus resultados.
- Recrutamento obrigatório, seja de partes do povo, seja de homens livres, (e não escravos e mercenarios, por exemplo); idéia romana de uma nação em armas, quando necessário.
- Importância da inovação tecnólogica, onde o Capitalismo teve um papel fundamental.
- Elevada disciplina, exaltação do companheirismo, e não da individualidade. Ao mesmo tempo que se preza espontaneidade e iniciativa individual, quando preciso.
Tudo ilustrado em narrativas detalhadas (inclusive do contexto) das batalhas de: Salamina, Gaugamela, Canas, Poitiers, Tenochtitlan, Lepanto, Rorke's Drift (na África, ingleses contra zulus), Midway, Tet (no Vietnã).
Então sabemos porque 10 mil mercenários hóplitas, sem seus líderes e após 1 anos de marcha pela Ásia enfrentando mais de 30 povos hostis, conseguiram voltar para casa, com a maioria das baixas causadas pelo frio. Porque para cada 500 persas mortos em Gaugamela caía apenas um macedônico. Como após a carnificina em Canas era Aníbal, Cartago, e não Roma, que perdia a Segunda Guerra Púnica e logo deixava de existir. Porque meia dúzia de galeaças venezianas - verdadeiros monstros marinhos jamais vistos outrora, gigantescos, entulhados de canhões - posicionados 1500mts à frente da frota cristã em Lepanto dizimou meia frota otomana. Como Cortez escapou de um cerco contra 200 mil astecas em sua capital com apenas uns 3~4 mil soldados e aliados, e, numa inferioridade de 100 para 1, venceu e capturou o imperador em batalha, quando estavam cansados após semanas de fuga por território hostil, doentes, mal equipados e totalmente cercados. Como cerca de 100 soldados ingleses em seus quadrados massacraram milhares de zulus graças a uma elevada disciplina, num fogo continuo de seus fuzis .45. Há descrições detahadas sobre o Império Otomano e sua economia estagnada (chegando ao ponto de uma cidade - Veneza - conseguir financiar uma marinha do tamanho da otomana, um imperio milhares de vezes maior), sobre a conquista espanhola, sobre a ocidentalização do Japão, sobre as varias vitórias americanas no Vietnã terem sido transformadas numa gigantesca derrota, destacando o papel da mídia (vermelha) americana nisso (para cada 30+ inimigos mortos caía um soldado americano, mas a grande midia insistia em contar apenas os seus caixões e não prestava atenção nessa desproporção, por exemplo).
Terminei de ler ontem "A LOUCURA DE STALIN", de Constantine Pleshacov. O livro fala dos 10 primeiros dias da II Guerra no front oriental.
A URSS perdeu 600 mil soldados nas primeiras 3 semanas... O autor no final do livro fala uma coisa preocupante. Diz que o governo russo está restringindo o acesso aos documentos da época comunista. Acho que não faz bem aos amigos do professor Dugin tomar conhecimento do que ocorreu no período bolchevique. Provavelmente sumirão com tudo que é muito comprometedor, como o tratado de cooperação entre os nazis e os russos na área de construção e manutenção de campos de concentração, mostrado no The Soviet Story.
Comecei agora a ler "Fascismo de Esquerda", de Jonah Golderg.
Foi muita sorte. Fui no shopping estava com pressa e nem ia passar na Fnac. Mas decidi dar uma passadinha. Tinha uma mesa lotada de livros que custavam apenas R$10,00(todos em promoção). Fui mexendo, mexendo, e bem no fundo o único exemplar. Quase tive um enfarte. Devia ser o último que sobrou e botaram na promoção.
Resolvi conhecer um pouco mais sobre a Escola Austríaca de Eonomia, e comecei a ler algumas obras de Hayek e Von Mises. Sobre o primeiro, não consegui terminar os dois livros "A caminho da servidão" e "A arrogância fatal". Achei a escrita do Hayek muito genérica, difícil definir. E as 6 lições de Von Mises estão pela metade...
No fim das contas, acabei voltando para a história, que é o que verdadeiramente gosto. Estou lendo ao mesmo tempo "A sociedade de confiança" de Alain Peyrefitte, e "A crise do século XVII – Religião, a Reforma e mudança social", de Hugh Trevor-Roper. Alias, o segundo serve como um grande complemento para o primeiro. A sociedade de confiança como imaginada por Peyrefitte é perfeita, mas quando ele busca as origens e paralelos históricos, pqp, quantas generalizações anti-católicas, anti-medievais (chega a ser explícito), e quanto puxa-saquismo calvinista. É ridículo, tento os dois textos para comparar, as tentativas de Peyrefitte de refutar a tese do Trevor-Roper. No fim das contas, os 2 autores não passam do típico burguês moderno, que fica louvando Bacon, Descartes, Galileu, o Século das Luzes, a modernidade, a ciencia moderna, e ficam tentando explicar retroativamente o que consideram o ápice do gênio humano na tríade Holanda/Inglaterra/EUA. Ja estou me anojando disso, depois de ouvir repetidas aulas do Olavo onde ele senta o pau em todos esses ídolos da modernidade, apontando a teatralização da sociedade da Renascença/Reforma/Contra-Reforma, verdadeiro "hospício", justamente onde Peyrefitte vê "a divergência" que levará à modernidade, e Trevor-Roper as raízes religiosas do Iluminismo. Fala sério...
Achei aqui em casa uma cópia antiqüíssima de "O pequeno príncipe", que foi de minha mãe e utilizei no primário. Foi uma grata surpresa, a prosa é muito boa. Li em algumas horas duma madrugada mal dormida Alguém recomenda mais algum texto de Saint-Exupéry?
Lendo agora, "Critica da Razão Pura" - Kant. Antes disso havia terminado o livro sobre os 38 Estratagemas de Schopenhauer que o Olavo co-participa magistralmente, alguns textos de Schopenhauer tirados da obra "O Mundo como vontade e representação" e coisas do Dostoievski como "O Idiota".
Marco, parabéns e boa-sorte: eu sei bem que é indispensável, mas é altamente INDIGESTO, este livro. Bom - eu pelo menos achei a leitura difícil, confesso. 😄!
*****
- Mark Twain's Burlesque Autobiography;
- Fairy Tales from the Arabian Nights;
- Food in Medieval Times;
- Moral Disorder (Margaret Atwood);
- Twentieth-Century China: New Approaches (Jeffrey N. Wasserstrom)
Na lista de espera:
- Blacklisted by History: The Untold Story of Senator Joe McCarthy (M. Stanton Evans);
- St. Peter's Bones (Kenneth R. Timmerman);
- Shadow Warriors: The Untold Story of Traitors, Saboteurs, and the Party of Surrender (mesmo autor do acima).
Atualmente lendo As origens do pensamento grego de Jean - Pierre Vernant, Discurso do Método de Descartes, História da Filoofia de Umberto Padovani e Luís Castagnola e terminando Memórias Póstumas de Brás Cubas de Machado de Assis.
Todos muito bons e indicados por professores da faculdade que estudo.
Comecei ontem à noite o "Shadow Warriors"- e é um livro MUITO impressionante. Mostra com detalhes e nomes a história da infiltração na CIA e no governo americano, e a coisa é avassaladora, mesmo! Fui dormir com o dia clareando, de tão interessada que fiquei.
Acho que não existe tradução, mas quem lê em inglês e se interessa pelo assunto, não deixe de comprar! Na Amazon, a versão Kindle está por 11 dólares.
Estou lendo "Do espírito das leis", de Montesquieu , "Introdução histórica ao Direito", de John Gilissen, "Origens da Idade Média" de Willian Carrol Bark (grata surpresa) e "A civilização feudal" de Jérôme Baschet.
Um livro bem didático é o "Lições preliminares de Direito", do Reale. Comecei há tempos mas ainda não terminei.