Sempre achei que pra uma pessoa enlutada nao existisse livro especifico a ser ofertado, aa guisa de conforto espiritual, a nao ser alguns do espiritismo.
Ate conhecer o "Ate nos revermos no ceu" de Anselm Grun, monge beneditino.
Maravilhoso, embora simples-qualquer crianca pode entender.
Um achado!
“Europa na Guerra” de Norman Davies que explicita bem os acontecimentos terríveis em torno da 2a GM. E mais, o livro demonstra como a guerra foi dominada não apenas por uma força do Mal, a Alemanha de Hitler, mas por duas (o Nazismo e a URSS de Stálin), conceito deixado de lado por muitos historiadores.
"Teoria da Argumentação Jurídica", de Robert Alexy (Ed. Landy, 2ª ed, 2005).
Alexy propõe um critério para aferição da racionalidade das decisões jurídicas. Estou bem no começo, ainda não tenho opinião formada.
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Terminei de ler recentemente "Direito Penal: Linguagem e Crise", de Ricardo Henry Dip (Ed. Millenium, 2001). Recomendo à turma do direito, em especial a quem está começando a aprender com os professores esquerdinhas que o direito penal enfrenta uma crise de legitimidade e que o bandido é vítima da sociedade capitalista opressora. O Professor Dip reduz a pó de traque esses argumentos e afirma que existe sim, uma crise do direito penal, mas que é uma crise de espírito e de valores, de uma tradição minada pela revolução.
Relendo "Triste Fim de Policarpo Quaresma", Lima Barreto, e "Behind the Silken Curtain", de Bartley C. Crum.
Lendo
- "The Rape of Palestine", de William Ziff;
- "Icon of Evil: Hitler's Mufti and the Rise of Radical Islam", de David Dalin e John Rothmann;
e, no kindle,
- "The Case for Israel", Alan Dershowitz.
Ando me desentendendo seriamente com o bagulhinho, aliás.
Por um motivo ÓBVIO: não dá pra FOLHEAR aquele negócio. Dá pra fazer algo parecido, mas é insuportavelmente CHATO, complicado e demorado.
"A Origem da Linguagem" de Eugen Rosenstock-Heussy (Ed. Record, 2000). O vi, por acaso enquanto aguardava na fila, num supermercado no meio de livros de auto ajuda, por R$9,90, e resolvi comprar. Descobri ao chegar em caso que ele tem notas de Olavo de Carvalho e carlos Nougué. A leitura vai fluindo bem, por enquanto...
Comprei ontem "A Divina Comédia: Inferno" da coleção clássicos da Abril. Aguardando na próxima semana o volume 1 de Dom Quixote. Gostei muito da qualidade dos livros, capa dura revestida com um pano, me lembrou uma outra coleção Abril de uns 30 anos, todos com capa vermelha, da qual tenho um "Os 3 Mosqueteiros" que não empresto por nada! Enquanto isso, passei na biblioteca e peguei alguns livros sobre as Cruzadas e outros da Regine Pernoud, para as férias.
Li emprestado "Infiéis", sobre os conflitos entre a Cristandade e o Islã. Fui interessado na descrição no primeiro capítulo da batalha de Lepanto (muito boa, por sinal). Pensei que o livro fosse imparcial, mas não passa de um puxa-saquismo islãmico para ocidentais. Chega a dar nojo numas partes, é sempre "os muçulmanos fizeram isso, mas os cristãos já tinham feito aquilo". Nas entrelinhas se descobre, por exemplo, que os sinos da Igreja de São Tiago de Compostela foram retirados por um exército muçulmano que invadiu e destrui o túmulo (preservando o corpo) e colocados numa mesquita de al-andalus, demorando séculos até um rei da reconquista tomar a cidade e colocá-los no devido lugar. E a descrição da tortura (ou melhor, das várias torturas) contra um defensor veneziano de Chipre que, após resistir numa cidade, se rendeu na invasão da ilha, é uma das coisas mais abomináveis e revoltantes que eu já li.
Tenho lido só coisas para o mestrado. Além de textos do Foucault e Erving Goffman, estou lendo World Religions and the Modern World de José Casanova, bem como vários materiais sobre a temática religião-sociedade/Estado/política.
Engraçado que os sociólogos da religião afirmam que a religião NÃO esta declinando, mas mudando sua forma de relação com o mundo moderno ou até mesmo em ascenção.
De modo geral, concordo com a tese. Apenas discordo em parte como eles abordam a questão.
É apenas a viagem ao Inferno. Pelo que eu li no início, o tradutor Jorge Wanderley morreu antes de concluir a obra. Mas, vendo os comentários sobre o autor, e do autor em todo o livro, com notas no fim de cada canto, parece ser uma tradução muito criteriosa e fiel, pois ele comenta diversas outras traduções antigas.
Realmente, as folhas parecem ser de jornal, bem finas, mas não chega a ser ruim por R$ 14,90. O livro ainda tem um marca página em forma de "fio" preso na parte superior.
Não sei se vale a pena assinar essa coleção. Pelo que eu gosto de ler, não assinaria. Vou pegar com certeza ainda: Dom Quixote (2 vol, ia comprar a caixa da LPM, mas desisti); Hamlet, Rei Lear e Macbeth (1 vol); Mobi Dick (2 vol); Os Lusíadas (1 vol) e Odisséia (1 vol).
Eu já comprei 3. Gostei da coleção e gosto de livros de capa dura (raros hj em dia).
Antigamente havia a coleção Círculo do Livro. Era uma série de livros, alguns clássicos, lançado em capa dura. Meus pais eram assinantes.
Quanto A DIVINA COMÉDIA, falta-me apenas os 2 últimos cantos do paraíso. Não sei pq mas não quero terminar o livro.
Comprei essa semana o volume 1 de Dom Quixote da coleção Clássicos da Abril. Tradução de 2 autores, um especialista em espanhol e o outro em português, ninguém menos que Carlos Nougué![/]
Eu finalmente me vejo livre da universidade e entrei de cara nos classicos: li hoje Teogonia e Trabalhos e Dias; comecei as obras de Sofocles e estou no meio de O Homem sem qualidades. Ah, e comprei os primeiros volumes dessa colecao da Abril tambem...
Eu estou relendo o "Dom Quixote", do Cervantes, devagar. Em paralelo estou relendo os poemas de "As flores do mal", do Baudelaire. Também estou relendo o "Fausto", do Goethe, e quero mais pra frente tentar mais uma vez ler o "Ulisses" de Joyce, livro que nunca consegui ler. Sempre li dois ou três livros ao mesmo tempo. Cansa-me menos. Mas isto quando dá tempo. No momento estou destinando quase todo meu tempo livre às brincadeiras e diversões com a minha filha de dois anos e meio.
Para quem leu "O homem sem qualidades" e gostou, recomendo "Malone morre", do Samuel Beckett, um dos principais romances do século XX, em boa tradução do Paulo Leminski, porque o livro pra ler em inglês é pesado demais.
Estou terminando "Os Demônios" de Dostoiévski. Próxima semana tentarei correr pelo "Eetrato do artista quando Jovem" do Joyce e então volto para os Livros da Fuvest. Restaram "Vidas Secas, do Graciliano;"Iracema", do Alencar. "O Auto da Barca do Inferno", do Gil Vicente e "Capitães da Areia" do Beloved George.
Concurso vai premiar resenhas com livros, filmes e um Kindle
Os usuários do aplicativo VEJA Meus Livros, presente no Orkut e no Facebook, poderão concorrer a um leitor digital Kindle, além de livros e filmes. Os prêmios fazem parte do concurso cultural “Resenhando no blog Meus Livros”, que vai escolher as melhores resenhas feitas por usuários do aplicativo.
Para participar, basta escolher um dos livros selecionados para o concurso, escrever uma resenha sobre ele em VEJA Meus Livros e enviar uma cópia para o e-mail vejameuslivros,volta e meia em,abril.com.br. São seis os títulos que podem ser resenhados: Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez; Ensaio sobre a Cegueira, de José Saramago; O Código Da Vinci, de Dan Brown; Eclipse – Amanhecer, de Stephenie Meyer; A Menina que Roubava Livros, de Markus Zusak; e O Albatroz Azul, de João Ubaldo Ribeiro.
Os melhores textos serão submetidos a voto popular no blog VEJA Meus Livros e, em seguida, a uma junta de especialistas, que definirá os quatro premiados. As inscrições vão de 9 de julho a 9 de agosto – clique aqui para ler outras informações no regulamento do concurso.
O concurso cultural tem apoio da Flip – a Festa Literária Internacional de Paraty – e da Livraria Cultura, também apoiadora do aplicativo VEJA Meus Livros.
Nunca escreveu uma resenha? Aprenda abaixo como fazer:
Atualmente eu estou revezando entre o volume 1 de Cervantes e um romance antigo da polonesa Zofia Kossak "O Santo Sepulcro", que trata do reino latino de Jerusalém na época do rei Balduíno IV, "O Rei Leproso". A autora explorou extraordinariamente as angústias desse jovem rei, desde muito cedo acometido pela lepra: Jovem, mas com uma expectativa de vida curta; rei, mas impossibilitado de ter um filho; e leproso, sofrendo muito, motivo de piada ou de pena para muitos. Mas que não o impediu de conquistar a fantástica vitória de Montgisard, sobre o próprio Saladino, que por muito pouco não foi aprisionado (um cavaleiro cristão chegou a segurar suas rédeas, só escapou graças ao fanatismo de sua guarda de escravos-soldados mamelucos, e a uma chuva torrencial que caiu no fim do dia, facilitando a fuga). A história seria outra... Por outro lado, há uns ecumenismos da autora (que ficou conhecida como uma "autora católica" ) entre cristãos e muçulmanos que irrita. Não, o Deus cristão não é igual ao Deus muçulmano, e as religiões não são iguais, porra! Sem contar com aqueles clichês típicos de um ocidente cristão apodrecido e boiolado: Os Templários eram todos uns bandidos e ladrões (no caso, participando de orgias em antigos templos pagãos com hassasins, todos membros de uma ordem secreta (sic) anti-cristã); os francos são uns selvagens sanguinários; os muçulmanos são bonzinhos, mais sábios, moralmente superiores, etc, etc, etc.
Quanto a Cervantes, o que ele faz com as novelas de cavalaria é cruel, mas muito engraçado.
Reflexões sobre a Revolução na França - Edmund Burke
Humanismo Integral - Jacques Maritain
Sobre o Maritain, vi alguns tópicos dizendo que o Olavo o considera vendido ao comunismo. Alguém saberia explicar o por quê? Ao menos no início do livro, Maritain critica o coletivismo e o ateísmo comunista.
Estou na metade do livro. Excelente, leitura fundamental para combater o comunismo e para etender os mecanismos de controle social, especialmente a propaganda ideológica.
Estou na metade, pois estou lendo na livraria, hehe. Trata-se de um lançamento e o livro esgotou no estoque da Livararia da Travessa do Leblon, por isso encomendei e sugeri que expusessem mais exemplares. Já está quase esgotado novemente.
O livro rebate a visão materialista do funcionamento do cérebro humano e suas diversas - e furadas - teorias: o cérebro como um computador etc. Também mrefuta inapelavelmente a teoria dos criadore do "capacete de Deus".
Ainda no comecinho, pois só o leio de manhã, quando tenho algum tempo. Leitura para quem aprecia o gênero.
Como sempre, Dostoiévski narra na primeira pessoa um drama comovente e envolvente, onde os personagens, suas angústias e dúvidas existenciais nos levam a duvidar que essa obra terá um final feliz, hehe.
Serve para minimizarmos o nosso sofrimento e maximizarmos os nossos momentos felizes.