EM vez de sorrir de sua propria ignorancia, que tal refutar?
Quem possuia autoridade canonica sobre os livros do AT?
a) OS Hebreus?
b) O imperio ROmano?(que poderia ter autoridade sobre o que quisesse naquela epoca?)
c) Os gregos? (que tinham sido sobrepujados pela soberania romana?)
d) Pedro alvares Cabral?
e) ET de varginha?
Ingredientes:
3 colheres (sopa) de óleo
1 cebola grande picada
400g de peito de frango desossado
100g de cogumelo em conserva
1 colher (sopa) de mostarda
½ xícara de catchup
sal e pimenta a gosto
1 pote de requeijão
1 colher (sopa) de salsinha picada
Modo de Preparo:
Em uma panela, aqueça o óleo e refogue a cebola até que ela fique transparente
Acrescente o frango (já cortados em cubinhos) e deixe refogar até a carne ficar dourada e cozida. Junte o cogumelo, a mostarda e o catchup e misture bem. Tempere com sal e pimenta do reino e deixe cozinhar por alguns minutos.
Junte o requeijão e a salsinha e misture delicadamente até aquecer. Não deixe ferver. Sirva em seguida.
Sugestão de acompanhamento: arroz branco e batata palha.
Enviada por:
Receita extraída dos livros de Ana Maria Braga, ED Nova Cultural
Como diria o bom e velho Aristóteles, com certas pessoas é melhor não discutir: os requisitos mínimos necessários não estão presentes... """"
Aristoteles disse tambem:
"Deus é demasiado perfeito para poder pensar noutra coisa senão em si próprio".
Que pessimo aforista voce escolhe para corroborar com seus pensamentos.
Pifios:
Voce e ele!
Everton, Jesus se refere a Macabeus e outros ditos "deuterocanônicos" em sua vida pública. E mais, onde está escrito na Bíblia que os livros da Bíblia são aqueles (leve o Sola Scriptura até o fim e veja que ele é auto-contraditório: índice não vale). Quem decide é a Igreja, pois tudo que ela liga na terra será ligado no céu, pela autoridade conferida a Pedro e por ele passada a Lino e até Bento hoje. O AT protestante surge de um grupo de judeus que queria negar o cristianismo e, para isso, rechaça os livros escritos em grego.
Mas não é essa a discussão.
Bíblia boa, mas boa mesmo, em linguagem, comentários, etc. é a Bíblia de Navarra. Três volumes só o NT a R$110 cada (ai meu bolso!). À esquerda a nova vulgata, à direita a tradução, embaixo o comentário. São João tem 3/4 de folha de comentário em letra pequena para 1/4 de texto em letra grande. Considerando que a parte em latim é repetida em português, são 6 partes de comentário para 1 de texto bíblico. Quem tiver grana para isso, vale a pena. Vende no site da editora quadrante.
Se vocês querem a língua portuguesa respeitada, peguem a Bíblia (aqueles de família católica provavelmente têm uma cheia de pó em sua casa, é a mais tradicional tradução em português da Bíblia) da tradução do Padre Antônio Pereira de Figueiredo. Inclusive é recomendada pelo Olavão no artigo "A Primeira Opção pelos Pobres" -- artigo estupendo, diga-se de passagem!
Amigos, a interpretação das escrituras da bíblia que preocupa.
Hoje vemos religiões usando a mesma bíblia, não obstante divergem assim mesmo na interpretação da mesma.
Tem também aqueles que estão na mesma religião discordando um do outro.
Como fica isso?
No outro tópico não foi outra coisa, minha religião discorda da posição da outra religião e as religiões envolvidas usam as mesmas escrituras, porem cada um acha uma coisa diferente da outra, criando até um clima de disputa pra ver quem tem a razão.
Um chama o outro de herege e vice versa.
Só em uma saída para isso, examinar com selo as escrituras e orar a Deus pedindo inspiração.
O AT protestante surge de um grupo de judeus que queria negar o cristianismo
Não é o que diz o exegeta católico alemão Erich Zenger:
O cristianismo incipiente não possuiu cânon veterotestamentário diverso do cânon do judaísmo, do qual surgiu. Isso é confirmado, entre outras, por três observações: 1- Nos apologetas da Igreja primitiva (Justino) não há nenhuma citação de escritos “deuterocanônicos” do Antigo Testamento. 2 – No final do séc II, Melitão de Sardes viajou para a Palestina a fim de informar-se sobre o número e a ordem dos livros do Antigo Testamento. A lista transmitida por ele coincide exatamente com o cânon hebraico. 3 – O primeiro comentário cristão da Antiguidade sobre um livro deuterocanônico é De Tobia, de Ambrósio. O fato de a Igreja antiga ter sido fiel ao cânon hebraico dos judeus, mesmo lendo seus livros na tradução grega ou latina, demonstra que “não se pode de maneira alguma afirmar que o cristianismo e o judaísmo não tinham mais nada a dizer um ao outro após a ruptura por causa dos acontecimentos de 70 d. C., e que seguiram cada um seu próprio caminho” (A. M. Ritter, Kanonbildung, p. 280).
Somente em 400 d.C. foi reconhecido pela Igreja ocidental como “Escritura Sagrada” o “cânon da Septuaginta”, mais volumoso que o Tanak. A Igreja oriental aderiu a essa decisão no séc. VII. Os Reformadores excluíram do cânon todos os livros e fragmentos de livros que não existiam na forma textual hebraica. Contra isso o Concílio de Trento determinou, em 1546, que os livros Tobias, Judite, Sabedoria de Salomão, Sirácida, Baruc, e os dois livros dos Macabeus, todos existentes em língua grega, devem vigorar como canônicos, ao passo que a oração de Manassés e os 3º e 4º livros de Esdras não seriam (mais) aceitos como canônicos. Em 1672 a Igreja oriental decidiu-se a favor de Tobias, Judite, Sirácida e Sabedoria de Salomão.
Até os dias de hoje a delimitação do cânon não é uniforme nas igrejas cristãs e também é considerada teologicamente de maneiras diferentes.
Sequer estão bem claras as razões que, afinal, levaram ao surgimento de um cânon cristão mais amplo.
Não é mais sustentável e opinião defendida antigamente, de que a jovem Igreja, que se espalhava incialmente no âmbito do judaísmo de fala grega, teria adotado o cânon bíblico mais amplo, surgido em Alexandria, centro do judaísmo helênico. “Não é possível comprovar a existência de uma coletância de escritos genuinamente judaicos, pré-cristãos, em língua grega e com validade canônica, uma coletância que fosse inequívoca e claramente delimitável – mesmo no bloco dos livros históricos e sapienciais – e distinta do cânon hebraico por ser mais volumosa. Muito menos se pode demonstrar que tal “cânon” tenha sido elaborado em Alexandria antes dos tempos cristãos. Somente podemos partir dos fatos de que os cinco livros da Torá de Moisés, o chamado Pentateuco, foram traduzidos para o grego sob Ptolomeu II Filadelfo (282-246 a. C.) o mais tardar na metade do século. III a.C. Essa foi uma obra de tradução ímpar na Antiguidade, atribuída de forma lendária pela carta pseudepigráfica de Aristéias, no fim do séc. II d.C., a 72 anciões da terra-mãe Palestina. É dela que vem a designação posterior Septuaginta, para todo o Antigo Testamento grego, designação comprovada primeiramente em autores cristãos e ela mesma questionável, pois o empreendimento narrado na lenda restringia-se unicamente à tradução do Pentateuco enquanto lei judaica. Apenas paulatinamente seguiu-se a tradução dos livros históricos e proféticos, bem como dos hagiógrafos, num processo que se estendeu por mais de trezentos anos até o final do séc. I d.C. Ademais, alguns poucos escritos da Septuaginta nem sequer são traduções, mas foram desde logo redigidos em grego.
Analisando os restos da obra literária autônoma do judaísmo alexandrino, temos antes a impressão de que o número de “escritos sagrados” reconhecidos na metrópole egípica foi consideravelmente menor que o “cânon hebraico” de origem farisaica que surgia na Palestina , e (sobretudo) bem menor que a posterior LXX da Igreja” (M. Hengel/ R. Deines, Die Septuaginta, pp. 183s). Com essa constatação também cai por terra a tese de que o cânon fariseu-rabínico do Tanak teria surgido como reação contra a adoção do “grande” cânon judaico helenista pelo cristianismo primitivo.
Pelas seguintes ponderações é possível compreender por que a Igreja dos primórdios canonizou alguns livros a mais que o cânon judaico (aliás, não sem resistência: Jerônimo, que revisou a tradução latina a partir do texto original hebraico, era contrário à amplição do cânon. Obviamente Agostinho pensava diferente):
1º Como os teólogos do cristianismo incipiente usavam preferentemente a tradução grega do Antigo Testamento justamente quando podiam combinar com ela uma argumentação especificamente cristológica, o texto grego alcançou mais e mais importância, considerando-se que o Novo Testamento também citava textos na versão da Septuaginta. Adotando os livros originariamente judaicos que não constavam no Tanak (provavelmente porque não surgiram em língua hebraica ou não existiam mais no original hebraico), a jovem Igreja talvez quisesse afirmar-se como “o verdadeiro Israel”. Esse fato talvez também tenha levado a Igreja a canonizar a versão mais extensa dos livros Daniel e Ester.
2º ao canonizar esses livros surgidos tardiamente, a Igreja enfatizou a continuidade da história salvífica em direção aos escritos neotestamentários.
3º Mais determinantes talvez tenham sido as características literárias atrativas e/ou o alto valor catequético-pedagógico dessas obras enquanto literatura de edificação religiosa. É possível que Tobias, Judite e Sabedoria de Salomão tenham sido utilizados já por comunidades judaicas no ensino de prosélitos. Ao que parece, eram muito benquistos justamente porque, e na medida em que, expunham paradigmas de vida a partir de personagens isolados ou na medida em que representavam um tipo de compêndido da tradição – vindo, por isso, a integrar o cânon cristão.
Fonte: ZENGER, Erich. Introdução ao Antigo Testamento. São Paulo:Loyola, 2003. Pg 36-39.
O mais significativo, todavia, é que o Senhor Jesus declarou (Lc 11:51) a extensão dos livros canônicos do Antigo Testamento ao acusar os escribas de serem culpados dos assassinatos de todos os profetas que Deus enviara, desde Abel até Zacarias. A morte de Abel é registrada em genêsis; a morte de Zacarias encontra-se em 2 Crônicas 24:20-21, que é uma porção do último livro da Bíblia Hebraica (ao invés de Malaquias, como nas Bíblias em português). Jesus estava afirmando que a culpa dos judeus estava registrada do começo ao fim das Escrituras Hebraicas. Ele excluiu todos os apócrifos, os quais já existiam naquela época.
Como diria o bom e velho Aristóteles, com certas pessoas é melhor não discutir: os requisitos mínimos necessários não estão presentes... """"
Aristoteles disse tambem:
"Deus é demasiado perfeito para poder pensar noutra coisa senão em si próprio".
Que pessimo aforista voce escolhe para corroborar com seus pensamentos.
Pifios:
Voce e ele!
Eu realmente não esperava que o Everton ele mesmo encarnasse de modo tão perfeito aquilo mesmo a que eu estava me referindo. Q.E.D.
Fernando usou de expressões muito pouco adequadas desde o início do tópico. Lembrem-se do e do .
Isso está muito distante do procedimento do Everton!
VocÊs acham mesmo justo submeter ambos à mesma sanção?
Fernando, tem certeza que a tradução de "immarcescibilem" é "murcho" ? Imarcescível é aquilo que não murcha, já que uma palavra derivada do latim, então... Ah, só uma coisa, eu acho muito poética a tradução de João Almeida em Ezequiel, se chama Lamentação sobre o rei de Tiro. Li várias bíblias católicas e não chegaram nem perto...
Se tiver alguma outra indicação, por favor, adoraria vê-la e postar aqui uma homenagem a ela...
Ah, só uma coisa, eu acho muito poética a tradução de João Almeida em Ezequiel, se chama Lamentação sobre o rei de Tiro. Li várias bíblias católicas e não chegaram nem perto...
Se tiver alguma outra indicação, por favor, adoraria vê-la e postar aqui uma homenagem a ela...
O que vc achou poético? O capítulo 27 inteiro? Ou quais versículos em particular?