Questionando uma pessoa douta e santa acerca do Pacto de Metz, obtive a seguinte resposta: Nunca houve esse pacto de Metz assinado pela Igreja; ela tem os seus Núncios Apostólicos que podem dialogar com os adversários, sem precisar acordos desse tipo. Quem acusa a Igreja, deve mostrar os dados desse acordo.
metz
Eu entendo que vocês queiram mais informações- que, evidentemente, não terão, ninguém terá. Um pacto dessa natureza não teria sido escrito, pra começar: teria sido pactuado por compromisso, sem documentação e sem recibo. As garantias seriam simplesmente os interesses mútuos.
Talvez a única prova de sua existência esteja nas suas consequências visíveis, na mudança de direção que a Igreja Católica sofreu, a partir de um específico ponto.
O importante me parece reconhecer que essas mudanças existiram, foram muito sérias, e que é necessário revertê-las completamente. Com pacto ou sem.
Talvez a única prova de sua existência esteja nas suas consequências visíveis, na mudança de direção que a Igreja Católica sofreu, a partir de um específico ponto.
O importante me parece reconhecer que essas mudanças existiram, foram muito sérias, e que é necessário revertê-las completamente. Com pacto ou sem.
Colocar como dados do pacto textos de sites tradicionalistas(Fedeli, Capela, Monfort) é a mesma coisa que colocar como dados da inexistência do pacto textos de Felipe Aquino ou do Padre Paulo Ricardo...
Se vc jogar “pacto de metz” no google vai achar um sem-número de matérias e textos em sites citando o dito pacto como se fosse um fato histórico concreto, e o citam de maneira corriqueira, como se estivesse em todos os livros de história (como se livros der história fossem fontes confiáveis...) ou como se fosse algo altamente documentado e a primeira vista, para algum leitor desavisado, como se fosse um ato oficial da Igreja Católica. No entanto, ele não passa de uma suposição do qual a única “prova” seja “as suas conseqüências visíveis, na mudança de direção que a Igreja Católica sofreu, a partir de um específico ponto”, o que, sejamos sinceros, não é nenhuma prova, mas uma justificativa ideológica “a la” Dan Brown em seu famoso “Código”.
Hahahahahaha
hahahahahahah
ahahahahahahah
ahahahahahahhaha.
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Eu já tinha caído da cadeira no post anterior.
Comungaste ou te confessaste hoje, David?
Estás cheio de graça .
Comungaste ou te confessaste hoje, David?
Estás cheio de graça .
Vocês estão malucos? Por que acham que o clero em quase sua totalidade é comunista? Por que acham que Paulo VI ameaçou Franco de excomunhão?
O padre Paulo Ricardo é o único padre que conheço que fala contra o comunismo...
O padre Paulo Ricardo é o único padre que conheço que fala contra o comunismo...
A alguns anos eu li a biografia do Papa Jão XXIII e no capitulo que tratava do Concílio Vaticano II fica claro a preocupação e a pressa do Papar em realizar o concílio o quanto antes, coisa que a ala conservadora da Igreja não queria. sabemos que João XXIII tinha um perfil diplomático exepcional, fruto de seus cargos anteriores. E isso pesou na sua decisão. Na sua pressa. Creio que João XXIII pisou na bola. Não tivesse acontecido o concílio a história certamente seria bem diferente, muito provavelmente pelo melhor.
Thiago, se o Padre Paulo Ricardo é o único padre que você conhece que fala mal do comunismo, eu acho que você tem que andar mais por aí.
É, eu exagerei ou não me expliquei bem. O padre Paulo Ricardo é o único padre que conheço que fala contra Mons. Lefebvre e aceita o Vaticano II, que fala mal do comunismo....
"O padre Paulo Ricardo é o único padre que conheço que fala contra o comunismo... "
É, mas...
Ainda que, por influência de uma infiltração desgraçada, todos os padres falem a favor do comunismo, e também todos os bispos falem a favor do comunismo, isso não valerá de nada, pois a posição da Igreja é definida pelo Papa, e a condenação do comunismo pelos papas sempre foi claríssima.
Em tempo: não reconhecer um concílio é heresia.
É, mas...
Ainda que, por influência de uma infiltração desgraçada, todos os padres falem a favor do comunismo, e também todos os bispos falem a favor do comunismo, isso não valerá de nada, pois a posição da Igreja é definida pelo Papa, e a condenação do comunismo pelos papas sempre foi claríssima.
Em tempo: não reconhecer um concílio é heresia.
Tiago, sem ironia.
Isso é simplesmente porque o Padre Paulo, graças a Deus, é um dos mais destacados.
O recentemente falecido D. Estêvão Bittencourt também falava. O Santo Padre fala desde que era Cardeal.
Isso é simplesmente porque o Padre Paulo, graças a Deus, é um dos mais destacados.
O recentemente falecido D. Estêvão Bittencourt também falava. O Santo Padre fala desde que era Cardeal.
Para os pitaqueiros de plantão:
A Igreja não precisa condenar o que já foi condenado!
O comunismo foi condenado antes e depois do Vaticano II, não havia nenhuma obrigação, nem necessidade (partindo da metodologia escolhida pelo Concílio que esse pessoal do disse-me-disse desconhece) de uma nova condenação, como se sem ela o marxismo passasse a ser aceito e ratificado pelo Magistério.
A Igreja não precisa condenar o que já foi condenado!
O comunismo foi condenado antes e depois do Vaticano II, não havia nenhuma obrigação, nem necessidade (partindo da metodologia escolhida pelo Concílio que esse pessoal do disse-me-disse desconhece) de uma nova condenação, como se sem ela o marxismo passasse a ser aceito e ratificado pelo Magistério.
Pois é, confesso que estava me perguntando isso...
Ora, se já era condenado antes, e continuou sendo depois, é insignificante argumentar que o concílio não condenou o comunismo.
Ora, se já era condenado antes, e continuou sendo depois, é insignificante argumentar que o concílio não condenou o comunismo.
Quem preparou o pacto de Metz foi Nikita Kruschev, secretário-geral do Partido Comunista da União Soviética e líder político do mundo comunista entre 1953 e 1964, e o Cardeal Giuseppe Siri, que lubridiou o bem intencionado João XXIII.
Eis como foi:
***
1 - Em agosto de 1962, em Metz, na França, conclui-se um pacto formal entre a Igreja, representada pelo cardeal Tisserant, por encargo do Papa João XXIII, e Nikodim, enviado do patriarca de Moscou. O patriarcado de Moscou era um satélite do Partido Comunista e do Estado Soviético.
2 - O pacto era esse: a Igreja ortodoxa enviaria observadores ao Concílio Vaticano II, em troca do total silêncio acerca do comunismo.
3 - Quando o Papa João XXIII quis mostrar o documento de Metz ao Cardeal Giuseppe Siri, esse não o quis ler, pois já o conhecia.
***
O item 3 pode ser confirmado em:
Lai, Benny. I segreti del Vaticano. Roma, Laterza, 1984, p.66-67.
***
O Jornal Católico La Crouix, de 15 de janeiro de 1963, suspeitou da existencia do pacto.
O Monseñor Schmitt, bispo de Metz, anunciou a existencia do pacto em Le Lorrain, numa entrevista coletiva, em 9 de fevereiro de 1963.
O boletim do partido comunista francês, France Nouvelle, de 22 de janeiro de 1964, descreveu o pacto.
O Cardeal Tisserant, o "homem do pacto", confirmou a existencia desse na revista francesa Intinéraires, número 258, p. 153-154.
Tisserant disse, na revista acima, que ele e o Cardeal Montini (futuro Papa Paulo VI) receberam ordens de João XXIII para firmar o pacto e cumprir sua aplicação durante o concílio.
Eis como foi:
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1 - Em agosto de 1962, em Metz, na França, conclui-se um pacto formal entre a Igreja, representada pelo cardeal Tisserant, por encargo do Papa João XXIII, e Nikodim, enviado do patriarca de Moscou. O patriarcado de Moscou era um satélite do Partido Comunista e do Estado Soviético.
2 - O pacto era esse: a Igreja ortodoxa enviaria observadores ao Concílio Vaticano II, em troca do total silêncio acerca do comunismo.
3 - Quando o Papa João XXIII quis mostrar o documento de Metz ao Cardeal Giuseppe Siri, esse não o quis ler, pois já o conhecia.
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O item 3 pode ser confirmado em:
Lai, Benny. I segreti del Vaticano. Roma, Laterza, 1984, p.66-67.
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O Jornal Católico La Crouix, de 15 de janeiro de 1963, suspeitou da existencia do pacto.
O Monseñor Schmitt, bispo de Metz, anunciou a existencia do pacto em Le Lorrain, numa entrevista coletiva, em 9 de fevereiro de 1963.
O boletim do partido comunista francês, France Nouvelle, de 22 de janeiro de 1964, descreveu o pacto.
O Cardeal Tisserant, o "homem do pacto", confirmou a existencia desse na revista francesa Intinéraires, número 258, p. 153-154.
Tisserant disse, na revista acima, que ele e o Cardeal Montini (futuro Papa Paulo VI) receberam ordens de João XXIII para firmar o pacto e cumprir sua aplicação durante o concílio.
O correspondente do Le Monde no concílio:
Fesquet, H. Diário del concilio. Barcelona, Herder, 1967,
observou que as diretrizes do pacto foram seguidas a risca: p. 1182-1230.
***
Recentemente, o assunto foi apresentado na revista italiana 30 Giorno, em 1987.
E nos livros:
Amerio, Romano. Iota unum. Milán Ricciardi, 1986.
Cierva, Ricardo de La. Oscura rebelión en la Iglesia, em 1986.
***
Um capítulo que explica bem esse assunto está em:
Cierva, Ricardo de La. Las puertas del infierno. Editorial Fénix, 1995, p.597-602.
O capítulo se chama: El inicuo pacto conciliar del Vaticano y el Kremlin.
Fesquet, H. Diário del concilio. Barcelona, Herder, 1967,
observou que as diretrizes do pacto foram seguidas a risca: p. 1182-1230.
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Recentemente, o assunto foi apresentado na revista italiana 30 Giorno, em 1987.
E nos livros:
Amerio, Romano. Iota unum. Milán Ricciardi, 1986.
Cierva, Ricardo de La. Oscura rebelión en la Iglesia, em 1986.
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Um capítulo que explica bem esse assunto está em:
Cierva, Ricardo de La. Las puertas del infierno. Editorial Fénix, 1995, p.597-602.
O capítulo se chama: El inicuo pacto conciliar del Vaticano y el Kremlin.
Escrevi lubridiou no lugar de ludibriou.
Lubridiou deve ser: ludibriou + lubrificou (com todo respeito ao Santo.)
Lubridiou deve ser: ludibriou + lubrificou (com todo respeito ao Santo.)
O documento Dignitatis Humane do Concílio Vaticano II chama a infalível e imaculada Igreja Católica de “contrária ao espírito do evangelho”(12.3).
Disseram aqui que Leonardo Boff foi condenado. Alguém pode me mostrar o decreto onde ele foi condenado?
O mundo conheceu apenas do decreto de excomunhão dos bispos que denunciaram os erros deste concílio.
Disseram aqui que Leonardo Boff foi condenado. Alguém pode me mostrar o decreto onde ele foi condenado?
O mundo conheceu apenas do decreto de excomunhão dos bispos que denunciaram os erros deste concílio.
Quem conhece o método positivo usado pelo Concílio, sabe muito bem que mesmo se esse pacto não existisse, supondo que existisse, não interferia no posicionamento da Igreja sobre o comunismo nos documentos conciliares. O Vaticano II optou por não lançar anátemas, não queria ensinar pela negação. Não obstante, a Igreja, enquanto Esposa de Cristo, sustentada na Tradição, é um continuidade e, portanto, o que foi condenado por Leão Magno, João II, Pio X, Leão XI, Pio VII, Pio IX, Pio XII etc, é válido. Tanto que S.S Bento XVI sempre fala da "hermenêutica da continuidade", a real forma de interpretação do Concílio.
O Concílio acabou em 65, em maio de 68 se inicia de forma concreta a rev. marxista cultural. Imaginem?! Se qualquer pós-concílio é conturbado, quanto mais aquele que agüenta o rojão do triunfo das idéias de Gramsci, Lukacs, Marcuse, Frankurtianos etc?!
O Concílio acabou em 65, em maio de 68 se inicia de forma concreta a rev. marxista cultural. Imaginem?! Se qualquer pós-concílio é conturbado, quanto mais aquele que agüenta o rojão do triunfo das idéias de Gramsci, Lukacs, Marcuse, Frankurtianos etc?!
"Ainda que na vida do Povo de Deus, que peregrina no meio das vicissitudes da história humana, houve por vezes modos de agir menos conformes e até contrários ao espírito evangélico, a Igreja manteve sempre a doutrina de que ninguém deve ser coagido a acreditar."
Deixe de ser desonesto! A Dignitatis Humanae fala do Povo de Deus, não da Igreja.
Deixe de ser desonesto! A Dignitatis Humanae fala do Povo de Deus, não da Igreja.
Parágrafo inteiro:
"12. Por isso, a Igreja, fiel à verdade evangélica, segue o caminho de Cristo e dos Apóstolos, quando reconhece e fomenta a liberdade religiosa como conforme à dignidade humana e à revelação de Deus. Conservou e transmitiu, no decurso dos tempos, esta doutrina, recebida do Mestre e dos Apóstolos. Ainda que na vida do Povo de Deus, que peregrina no meio das vicissitudes da história humana, houve por vezes modos de agir menos conformes e até contrários ao espírito evangélico, a Igreja manteve sempre a doutrina de que ninguém deve ser coagido a acreditar."
"12. Por isso, a Igreja, fiel à verdade evangélica, segue o caminho de Cristo e dos Apóstolos, quando reconhece e fomenta a liberdade religiosa como conforme à dignidade humana e à revelação de Deus. Conservou e transmitiu, no decurso dos tempos, esta doutrina, recebida do Mestre e dos Apóstolos. Ainda que na vida do Povo de Deus, que peregrina no meio das vicissitudes da história humana, houve por vezes modos de agir menos conformes e até contrários ao espírito evangélico, a Igreja manteve sempre a doutrina de que ninguém deve ser coagido a acreditar."
Que hermenêutica de continuidade? Só se a verdade evolui através de contadições...
Vejamos o que o magistério infalível nos diz sobre o Vaticano II:
"A Igreja tem o poder de coagir por penas os desviados; o contrário é sistema herético".(D.S. 2603)
Bem contrário ao que o Vaticano II ensina, não é? Preciso citar mais ou estão satisfeitos?
Isso que Pio VI disse poderia ter evoluído para isso: "Seja excluído qualquer gênero de coação da parte dos homens".(DH 10.3)
Poderia?
Vejamos o que o magistério infalível nos diz sobre o Vaticano II:
"A Igreja tem o poder de coagir por penas os desviados; o contrário é sistema herético".(D.S. 2603)
Bem contrário ao que o Vaticano II ensina, não é? Preciso citar mais ou estão satisfeitos?
Isso que Pio VI disse poderia ter evoluído para isso: "Seja excluído qualquer gênero de coação da parte dos homens".(DH 10.3)
Poderia?
Vá reclamar com Bento XVI, não comigo!
Esse concílio será impugnado no futuro. Esse é um concílio ilegítimo, falível e em contradição com o magistério constante da Igreja.
"Assim, quando um Papa ou um Presidente promulga uma lei formalmente ilegítima, a promulgação é unicamente material, dando só uma aparência de direito."( http://www.fsspx-brasil.com.br/page%2005-6d-delirio-doutrinal-ibp.htm )
"Negar essa legitimidade é denunciar um abuso de poder, não é afirmar uma aussencia de poder."
"Assim, quando um Papa ou um Presidente promulga uma lei formalmente ilegítima, a promulgação é unicamente material, dando só uma aparência de direito."( http://www.fsspx-brasil.com.br/page%2005-6d-delirio-doutrinal-ibp.htm )
"Negar essa legitimidade é denunciar um abuso de poder, não é afirmar uma aussencia de poder."
Continuem se estrebuchando...
Bento XVI, cada vez mais, reabilita a Tradição que o modernismo deformou. Para os "tradicionalistas", esse regresso da piedade católica seria proporcional a concomitante redução da influência do Vaticano II na Igreja. Não obstante, ao mesmo tempo em que ratifica e dissemina as sementes tradicionais em todos os cantos do mundo, o Papa não se esquece de confirmar a sua fidelidade ao Concílio, e a fidelidade do Concílio a Igreja.
Bento XVI, cada vez mais, reabilita a Tradição que o modernismo deformou. Para os "tradicionalistas", esse regresso da piedade católica seria proporcional a concomitante redução da influência do Vaticano II na Igreja. Não obstante, ao mesmo tempo em que ratifica e dissemina as sementes tradicionais em todos os cantos do mundo, o Papa não se esquece de confirmar a sua fidelidade ao Concílio, e a fidelidade do Concílio a Igreja.
Quem conhece o método positivo usado pelo Concílio, sabe muito bem que mesmo se esse pacto não existisse, supondo que existisse, não interferia no posicionamento da Igreja sobre o comunismo nos documentos conciliares.
Como assim? "Supondo que existe"? As fontes que coloquei não são suficientes?
De acordo com:
Fesquet, H. Diário del concilio. Barcelona, Herder, 1967,
1 - Uma condenação ao comunismo foi pedida 209 vezes durante o concílio;
2 - 332 bispos assinaram o pedido de condenação, que não foi aceito;
3 - 450 bispos voltaram a assinar o pedido de condenação, como recurso, que não foi aceito.
E por que não foi aceito? No primeiro caso, por decisão do Papa João XXIII, no segundo, por decisão de Paulo VI.
E por que eles recusaram? Por causa do pacto de Metz. Conforme as palavras do próprio Cardeal Tisserant na entrevista já citada:
revista francesa Intinéraires, número 258.
Como assim? "Supondo que existe"? As fontes que coloquei não são suficientes?
De acordo com:
Fesquet, H. Diário del concilio. Barcelona, Herder, 1967,
1 - Uma condenação ao comunismo foi pedida 209 vezes durante o concílio;
2 - 332 bispos assinaram o pedido de condenação, que não foi aceito;
3 - 450 bispos voltaram a assinar o pedido de condenação, como recurso, que não foi aceito.
E por que não foi aceito? No primeiro caso, por decisão do Papa João XXIII, no segundo, por decisão de Paulo VI.
E por que eles recusaram? Por causa do pacto de Metz. Conforme as palavras do próprio Cardeal Tisserant na entrevista já citada:
revista francesa Intinéraires, número 258.
O Concílio acabou em 65, em maio de 68 se inicia de forma concreta a rev. marxista cultural. Imaginem?! Se qualquer pós-concílio é conturbado, quanto mais aquele que agüenta o rojão do triunfo das idéias de Gramsci, Lukacs, Marcuse, Frankurtianos etc?!
Vc está errado.
A infiltração comunista na Igreja inicia-se em 1953, com o movimento PAX. O plano de infiltração começa em 1939.
A infiltração foi denunciada pelo Cardeal Wyszynski, em comunicado de 6 de junho de 1963.
Vc está errado.
A infiltração comunista na Igreja inicia-se em 1953, com o movimento PAX. O plano de infiltração começa em 1939.
A infiltração foi denunciada pelo Cardeal Wyszynski, em comunicado de 6 de junho de 1963.
O Vaticano II não lançou anátemas. Isso fez parte de sua metodologia, não quis condenar. O fato do Concílio não anatematizar o já anatemizado não é um atestado de condescendência. Isso seria esquecer da continuidade da Igreja e dos seus ensinamentos doutrinais sustentados em Cristo. Se o pacto não tivesse existido, digamos, o Concílio ainda não reafirmaria a condenação ao comunismo, simplesmente porque, repito, não era seu foco anatemizar o que já tinha sido anatemizado.
Quanto a existência do pacto, eu não conheço essas fontes, portanto não posso comentar. Para mim, devido a falta de material que tenho em mãos, o tal pacto, em sua profundidade, continua sendo um mistério. É um déficit pessoal que eu preciso superar.
Quanto a existência do pacto, eu não conheço essas fontes, portanto não posso comentar. Para mim, devido a falta de material que tenho em mãos, o tal pacto, em sua profundidade, continua sendo um mistério. É um déficit pessoal que eu preciso superar.
Gabriel,
Você tá atrapalhando as bolas.
Eu não quis falar de infiltração nenhuma, meu caro, apenas comentei que o pós-concílio se chocou com o marco inicial da grande crise cultural do Ocidente. O triunfo do marxismo cultural no mundo moderno.
Você tá atrapalhando as bolas.
Eu não quis falar de infiltração nenhuma, meu caro, apenas comentei que o pós-concílio se chocou com o marco inicial da grande crise cultural do Ocidente. O triunfo do marxismo cultural no mundo moderno.
Talvez por este motivo, os Papas só tenham expulsados os mais radicais como o Leonardo Boff.
Pergunta:
Então o senhor se negou a obedecer (silêncio imposto por Ratzinger)?
Resposta de Boff:
Porque já não se tratava de humildade, que é uma virtude, mas de humilhação, que é um pecado. Um teólogo só tem a palavra para continuar vivo, e negar-se a usá-la é morrer. Então abandonei o sacerdócio.
Ao contrário do que muita gente pensa, ele não foi excomungado. Ele se desligou por conta própria.
Pergunta:
Então o senhor se negou a obedecer (silêncio imposto por Ratzinger)?
Resposta de Boff:
Porque já não se tratava de humildade, que é uma virtude, mas de humilhação, que é um pecado. Um teólogo só tem a palavra para continuar vivo, e negar-se a usá-la é morrer. Então abandonei o sacerdócio.
Ao contrário do que muita gente pensa, ele não foi excomungado. Ele se desligou por conta própria.
Para um revolucionário pega bem ter sido expulso. Nada melhor (para a causa) que morrer com ares de santidade.
O Vaticano II não lançou anátemas. Isso fez parte de sua metodologia, não quis condenar. O fato do Concílio não anatematizar o já anatemizado não é um atestado de condescendência.
De acordo com o livro que citei do Ricardo de la Cierva, o tumultuado pontíficado do Papa Paulo VI se deve à política de tolerância ao comunismo, que começou com João XXIII, resultou no pacto de Metz, e permitiu a infiltração do comunismo via igreja (com i minúsculo mesmo), na américa central e américa do sul.
O Papa João Paulo II, que conhecia bem a história, contornou a situação. Acabou com a política de tolerância, condenou a Teologia da Libertação, nomeou Cardeais que não possuiam relação com o comunismo, e, aos poucos, foi devolvendo a Igreja à sua normalidade. João XXIII foi enganado, Paulo VI, traído. Dois homens bem intencionados mas perdidos no meio de lobos.
O comunismo já estava anatemizado, mas se fez vistas grossas a ele durante alguns anos, o que trouxe graves prejuízos à Igreja e ao mundo.
Houve, sim, condescendência.
De acordo com o livro que citei do Ricardo de la Cierva, o tumultuado pontíficado do Papa Paulo VI se deve à política de tolerância ao comunismo, que começou com João XXIII, resultou no pacto de Metz, e permitiu a infiltração do comunismo via igreja (com i minúsculo mesmo), na américa central e américa do sul.
O Papa João Paulo II, que conhecia bem a história, contornou a situação. Acabou com a política de tolerância, condenou a Teologia da Libertação, nomeou Cardeais que não possuiam relação com o comunismo, e, aos poucos, foi devolvendo a Igreja à sua normalidade. João XXIII foi enganado, Paulo VI, traído. Dois homens bem intencionados mas perdidos no meio de lobos.
O comunismo já estava anatemizado, mas se fez vistas grossas a ele durante alguns anos, o que trouxe graves prejuízos à Igreja e ao mundo.
Houve, sim, condescendência.
Você tá atrapalhando as bolas.
Eu não quis falar de infiltração nenhuma, meu caro, apenas comentei que o pós-concílio se chocou com o marco inicial da grande crise cultural do Ocidente. O triunfo do marxismo cultural no mundo moderno.
De forma alguma. O triunfo só ocorreu por causa de uma preparação a longo prazo. Uma das providências tomadas foi neutralizar a Igreja. Outra, tomar a Companhia de Jesus. Se isso não tivesse ocorrido, não haveria nenhum triunfo. Cuba não seria comunista, o comunismo não adentraria a américa central e nem a américa latina, e não existiria teologia da libertação.
Sugiro a leitura dos dois livros do Ricardo de la Cierva:
Las Puertas del Inferno
e
La Hoz y La Cruz
Eu já encontrei esses livros em bibliotecas em BH. Um na PUC-MG, outro no ISI.
Os livros foram escritos por um historiador e é repleto de documentos.
Eu não quis falar de infiltração nenhuma, meu caro, apenas comentei que o pós-concílio se chocou com o marco inicial da grande crise cultural do Ocidente. O triunfo do marxismo cultural no mundo moderno.
De forma alguma. O triunfo só ocorreu por causa de uma preparação a longo prazo. Uma das providências tomadas foi neutralizar a Igreja. Outra, tomar a Companhia de Jesus. Se isso não tivesse ocorrido, não haveria nenhum triunfo. Cuba não seria comunista, o comunismo não adentraria a américa central e nem a américa latina, e não existiria teologia da libertação.
Sugiro a leitura dos dois livros do Ricardo de la Cierva:
Las Puertas del Inferno
e
La Hoz y La Cruz
Eu já encontrei esses livros em bibliotecas em BH. Um na PUC-MG, outro no ISI.
Os livros foram escritos por um historiador e é repleto de documentos.
Eu não posso deixar de concordar com o Gabriel.
A Gaudium et Spes, um documento revisionista, ALTERA o Cristianismo e o HORIZONTALIZA, façam-me o favor!
Nào estou querendo dizer com isso que tenha havido pacto ou não tenha havido pacto, porque não sei e me parece EVIDENTE que ninguém teria guardado um papel para a posteridade, até porque ninguém precisava disso. Mas tenham a santa paciência: que o Vaticano II ALTEROU tudo, é absolutamente inegável. E tanto é que existiu, e continua existindo, uma força CLARAMENTE PERCEPTÍVEL pela recuperação de uma visão que, se não foi perdida, foi pelo menos deturpada.
A Gaudium et Spes, um documento revisionista, ALTERA o Cristianismo e o HORIZONTALIZA, façam-me o favor!
Nào estou querendo dizer com isso que tenha havido pacto ou não tenha havido pacto, porque não sei e me parece EVIDENTE que ninguém teria guardado um papel para a posteridade, até porque ninguém precisava disso. Mas tenham a santa paciência: que o Vaticano II ALTEROU tudo, é absolutamente inegável. E tanto é que existiu, e continua existindo, uma força CLARAMENTE PERCEPTÍVEL pela recuperação de uma visão que, se não foi perdida, foi pelo menos deturpada.
Gabriel,
Quanto ao Pacto de Metz, vou antes procurar me aprofundar no assunto, vou atrás das fontes que indicou. Obrigado!
-
Quanto ao segundo ponto, veja, o que eu disse foi que o pós-concílio, que é naturalmente conturbado, foi mais drástico devido ao triunfo do marxismo cultural. Isso em nada nega que esse marxismo cultural se formou devido a inércia de certos setores da Igreja, que ainda foram além ao compactuarem com ele.
-
Priscila, o Gabriel não concordaria com suas afirmações. Pelo que já percebi ele é fiel ao Magistério pré e pós-conciliar.
Quanto ao Pacto de Metz, vou antes procurar me aprofundar no assunto, vou atrás das fontes que indicou. Obrigado!
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Quanto ao segundo ponto, veja, o que eu disse foi que o pós-concílio, que é naturalmente conturbado, foi mais drástico devido ao triunfo do marxismo cultural. Isso em nada nega que esse marxismo cultural se formou devido a inércia de certos setores da Igreja, que ainda foram além ao compactuarem com ele.
-
Priscila, o Gabriel não concordaria com suas afirmações. Pelo que já percebi ele é fiel ao Magistério pré e pós-conciliar.
Em primeiro lugar:
1) A parte do concílio meramente pastoral, ele não pode estar "certo" nem "errado", porque do apostolado medem-se resultados numa gradação, mas isso não macula a Igreja, pois não altera o dogma.
2) A parte dogmática do concílio (que pode ser vazia, isso é outra discussão) é dogmática e, portanto, infalível.
.
Lógico, simples, irrefutável. O Concílio Vaticano II não macula a Igreja, e é infalível no que cabe a infalibilidade. No que não cabe, é inofensivo.
Em segundo lugar: o pacto de Metz foi plantado pela KGB para denegrir a Igreja. (Já que estamos fazendo afirmações com especulações, eu me dou esse direito também) Se eles se infiltraram na Igreja, poderiam muito bem criar todos esses testemunhos da existência do pacto.
Em terceiro lugar: vocês lêem o CV2 com a chave de leitura dos comunistas e hereges. De Bofes e Câmaras, a saber: a hermenêutica da ruptura. De que o CV2 rompia com a Igreja milenar. Não rompe coisa nenhuma!!! Isso também é história de comunista. Eles inventaram mil desculpas depois do concílio pra mudar um monte de coisa, aproveitando-se da desinformação, e os tradicionalistas caíram direitinho. Conseguiram o que queriam: afastar baluartes da tradição da Igreja. Só que fora da Igreja, não têm força alguma. Só a tem em comunhão com a Igreja! O Bentão está tentando trazer os tradicionalistas de volta, para que possam, verdadeiramente em Cristo, lutar!
Em quarto lugar: antes que alguém venha com algum argumento furado: o CV2 não mexeu na missa, o Novus Ordo é posterior ao CV2 e não tem nada a ver com ele. Talvez com o que as pessoas erroneamente acham dele. Talvez com o "espírito do Concílio" (que é outra mentira dos comunistas). Mas não com o Concílio em si. Tudo que o Concílio faz é permitir e incentivar as leituras e as orações do próprio (e só isso) em vernácula.
1) A parte do concílio meramente pastoral, ele não pode estar "certo" nem "errado", porque do apostolado medem-se resultados numa gradação, mas isso não macula a Igreja, pois não altera o dogma.
2) A parte dogmática do concílio (que pode ser vazia, isso é outra discussão) é dogmática e, portanto, infalível.
.
Lógico, simples, irrefutável. O Concílio Vaticano II não macula a Igreja, e é infalível no que cabe a infalibilidade. No que não cabe, é inofensivo.
Em segundo lugar: o pacto de Metz foi plantado pela KGB para denegrir a Igreja. (Já que estamos fazendo afirmações com especulações, eu me dou esse direito também) Se eles se infiltraram na Igreja, poderiam muito bem criar todos esses testemunhos da existência do pacto.
Em terceiro lugar: vocês lêem o CV2 com a chave de leitura dos comunistas e hereges. De Bofes e Câmaras, a saber: a hermenêutica da ruptura. De que o CV2 rompia com a Igreja milenar. Não rompe coisa nenhuma!!! Isso também é história de comunista. Eles inventaram mil desculpas depois do concílio pra mudar um monte de coisa, aproveitando-se da desinformação, e os tradicionalistas caíram direitinho. Conseguiram o que queriam: afastar baluartes da tradição da Igreja. Só que fora da Igreja, não têm força alguma. Só a tem em comunhão com a Igreja! O Bentão está tentando trazer os tradicionalistas de volta, para que possam, verdadeiramente em Cristo, lutar!
Em quarto lugar: antes que alguém venha com algum argumento furado: o CV2 não mexeu na missa, o Novus Ordo é posterior ao CV2 e não tem nada a ver com ele. Talvez com o que as pessoas erroneamente acham dele. Talvez com o "espírito do Concílio" (que é outra mentira dos comunistas). Mas não com o Concílio em si. Tudo que o Concílio faz é permitir e incentivar as leituras e as orações do próprio (e só isso) em vernácula.
No livro Cien Años de Modernismo do Padre Dominique Bourmaud lemos que se segue:
"Posto que o havia querido pastoral e ecumênci deliberadamente, o Papa havia desejado oferecer ao mundo a unidade que o Vaticano I não pode alcançar. Para chegar a este levou a cabo o "tríplice pacto prévio", firmado antes do Conílio com os maçons judeus da B'nai B'rith, os comunistas e os protestantes. O acordo Roma-MOscou foi concluído em Metz em 18 de agosto de 1962, entre o patriarca Nicodemo, homem de confiança da KGB, eo cardeal Tisserant. Este último havia recebido de João XXIII tanto a consigna de negociar por toda costa, como ordens formais para estabelecer o acordo e controlar logo sua exata execução durante o Concílio".(Monsenhor Roche, secretário do Cardeal Tisserant, em Savoir II,p.9)
Luiz Guilherme disse o seguinte:
vocês lêem o CV2 com a chave de leitura dos comunistas e hereges.
Covarde! Se acha muito sabido, então explique issa contradição:
Leão X: "A verdaed não contradiz a verdade" (Latrão V - D.B. 738)
Vaticano II: "Todo homem tem o direito de não seguir a verdade"(D.H. 2.9)
Ora sr. Luiz, o sr. é que é mentiroso como os hereges e os comunistas! Vimos muitas vezes o pastoral Vaticano II se tornar um super-dogma, superior a todos os dogmas, super-dogma que condenou muita gente. O que o sr. faz é acariciar o cavalo de Tróia como um bom inimigo da Igreja Católica.
"Posto que o havia querido pastoral e ecumênci deliberadamente, o Papa havia desejado oferecer ao mundo a unidade que o Vaticano I não pode alcançar. Para chegar a este levou a cabo o "tríplice pacto prévio", firmado antes do Conílio com os maçons judeus da B'nai B'rith, os comunistas e os protestantes. O acordo Roma-MOscou foi concluído em Metz em 18 de agosto de 1962, entre o patriarca Nicodemo, homem de confiança da KGB, eo cardeal Tisserant. Este último havia recebido de João XXIII tanto a consigna de negociar por toda costa, como ordens formais para estabelecer o acordo e controlar logo sua exata execução durante o Concílio".(Monsenhor Roche, secretário do Cardeal Tisserant, em Savoir II,p.9)
Luiz Guilherme disse o seguinte:
vocês lêem o CV2 com a chave de leitura dos comunistas e hereges.
Covarde! Se acha muito sabido, então explique issa contradição:
Leão X: "A verdaed não contradiz a verdade" (Latrão V - D.B. 738)
Vaticano II: "Todo homem tem o direito de não seguir a verdade"(D.H. 2.9)
Ora sr. Luiz, o sr. é que é mentiroso como os hereges e os comunistas! Vimos muitas vezes o pastoral Vaticano II se tornar um super-dogma, superior a todos os dogmas, super-dogma que condenou muita gente. O que o sr. faz é acariciar o cavalo de Tróia como um bom inimigo da Igreja Católica.
Algum dos defensores do pastoral cavalo de Tróia pode explicar o porquê da não consagração da Russia conforme o pedido de Nossa Senhora? Por que não revelaram o 3º segredo em sua totalidade?
Nossa Senhora havia dito que se não fizessem como ela pedia os erros daquela nação se espalhariam pelo mundo.
"Por fim meu Imaculado Coração Triunfará!", disse Nossa Senhora. Temam inimigos da Igreja, defensores do Vaticano II!
Nossa Senhora havia dito que se não fizessem como ela pedia os erros daquela nação se espalhariam pelo mundo.
"Por fim meu Imaculado Coração Triunfará!", disse Nossa Senhora. Temam inimigos da Igreja, defensores do Vaticano II!
Priscila, o Gabriel não concordaria com suas afirmações. Pelo que já percebi ele é fiel ao Magistério pré e pós-conciliar.
Eu sou fiel ao Magistério. Aceito o Concílio Vaticano II, pois confio na promessa de Cristo de que o Espirito Santo tomaria conta da Igreja. E a kgb, o comunismo, muito menos a maldade humana, é capaz de superar uma promessa de Nosso Senhor.
Eu sou fiel ao Magistério. Aceito o Concílio Vaticano II, pois confio na promessa de Cristo de que o Espirito Santo tomaria conta da Igreja. E a kgb, o comunismo, muito menos a maldade humana, é capaz de superar uma promessa de Nosso Senhor.
Em terceiro lugar: vocês lêem o CV2 com a chave de leitura dos comunistas e hereges. De Bofes e Câmaras, a saber: a hermenêutica da ruptura. De que o CV2 rompia com a Igreja milenar. Não rompe coisa nenhuma!!!
Isso é importante. Conheço os textos do Concílio e não vejo nenhuma ruptura.
Isso é importante. Conheço os textos do Concílio e não vejo nenhuma ruptura.
Aruan:
1) Se você considera fruto do CV2 o que surgiu depois dele, de fato são poucos e questionáveis, mas usando das analogias botânicas, que vi que o agradam, é como dizer que a orquídea é fruto da árvore. Não é, por mais que nasça grudada nela.
Os frutos do CV2 são, por exemplo, a valorização do Gregoriano que vemos hoje nos grupos tradicionalistas. Pois o gregoriano estava relegado ao esquecimento e foi resgatado pelo CV2. Também o conceito de família como Igreja particular, que serve para criar um renascimento das "famílias católicas" que tivemos outrora; além do protagonismo leigo, que fomentou o Opus Dei e o Regnum Christi e reavivou as ordens terceiras e congregações marianas. Coisas que os hereges odeiam (pois para eles CEB que é protagonismo leigo, numa leitura torta do CV2), mas que surgem vivamente no pós-concílio, e ajudam na vida atual da Igreja.
2) Um concílio ecumênico com os bispos unidos ao Papa tratando de matéria dogmática é condição suficiente para o exercício do Magistério Extraordinário.
3) Pra ser "admitido pela Igreja" precisa aparecer em uma bula papal ou em um documento oficial de uma comissão pontifícia. Isso não aconteceu.
4) Sim, não está fechada, é a questão filosófica do século ao meu ver. Mas tudo me leva a crer que o Concílio, se lido com a chave de leitura da hermenêutica da continuidade, será visto por um ângulo muito mais condizente com a esperança cristã. O que não nega (seria idiota negar) que a Igreja está em crise. Pois está, como quase sempre esteve!!! A vida da Igreja é a vida de Cristo: anúncio, sofrimento e martírio.
5) Também achei isso por muito tempo. Recomendo que visite a comunidade "Apologética Católica" e consulte os extensos tópicos a respeito do CV2 e do Novus Ordo, principalmente as mensagens do Thiago, que foi quem me convenceu do contrário.
1) Se você considera fruto do CV2 o que surgiu depois dele, de fato são poucos e questionáveis, mas usando das analogias botânicas, que vi que o agradam, é como dizer que a orquídea é fruto da árvore. Não é, por mais que nasça grudada nela.
Os frutos do CV2 são, por exemplo, a valorização do Gregoriano que vemos hoje nos grupos tradicionalistas. Pois o gregoriano estava relegado ao esquecimento e foi resgatado pelo CV2. Também o conceito de família como Igreja particular, que serve para criar um renascimento das "famílias católicas" que tivemos outrora; além do protagonismo leigo, que fomentou o Opus Dei e o Regnum Christi e reavivou as ordens terceiras e congregações marianas. Coisas que os hereges odeiam (pois para eles CEB que é protagonismo leigo, numa leitura torta do CV2), mas que surgem vivamente no pós-concílio, e ajudam na vida atual da Igreja.
2) Um concílio ecumênico com os bispos unidos ao Papa tratando de matéria dogmática é condição suficiente para o exercício do Magistério Extraordinário.
3) Pra ser "admitido pela Igreja" precisa aparecer em uma bula papal ou em um documento oficial de uma comissão pontifícia. Isso não aconteceu.
4) Sim, não está fechada, é a questão filosófica do século ao meu ver. Mas tudo me leva a crer que o Concílio, se lido com a chave de leitura da hermenêutica da continuidade, será visto por um ângulo muito mais condizente com a esperança cristã. O que não nega (seria idiota negar) que a Igreja está em crise. Pois está, como quase sempre esteve!!! A vida da Igreja é a vida de Cristo: anúncio, sofrimento e martírio.
5) Também achei isso por muito tempo. Recomendo que visite a comunidade "Apologética Católica" e consulte os extensos tópicos a respeito do CV2 e do Novus Ordo, principalmente as mensagens do Thiago, que foi quem me convenceu do contrário.
Tiago,
Não há contradição nenhuma entre as frases. O homem tem direito de não seguir a Verdade, isso é óbvio!!!! Foi o que fizeram Adão e Judas. Só que devem arcar com as conseqüências disso.
Você é um lobo em pele de cordeiro. Faz-se de salvador da Igreja para criar divisão em seu seio. Cai no "non serviam", porque não o agrada, porque a soberba o cega. Quer um inimigo, quer um alvo para atacar. Rezo para que a FSSPX e os Redemptoristas tradicionalistas sigam os bons passos da administração apostólica São João Maria Vianney, e voltem à plena comunhão com a Igreja. Dentro em breve, os cismáticos ficarão isolados em seu hate-speech, enquanto o barco da Igreja vence mais uma tormenta e, com grandes lutadores regressando ao convés, avança, timonado pelo Santo Padre e balizado por Jesus Cristo vivo no Santíssimo Sacramento e pela Bem-aventurada Sempre Virgem Maria!
Temam, difamadores da Igreja, os que fazem a culpa das desgraças que ocorreram após o Concílio recair sobre a Igreja. Jamais o Espírito Santo abandonou a Igreja, e jamais abandonará! Kyrie Eleison!
Não há contradição nenhuma entre as frases. O homem tem direito de não seguir a Verdade, isso é óbvio!!!! Foi o que fizeram Adão e Judas. Só que devem arcar com as conseqüências disso.
Você é um lobo em pele de cordeiro. Faz-se de salvador da Igreja para criar divisão em seu seio. Cai no "non serviam", porque não o agrada, porque a soberba o cega. Quer um inimigo, quer um alvo para atacar. Rezo para que a FSSPX e os Redemptoristas tradicionalistas sigam os bons passos da administração apostólica São João Maria Vianney, e voltem à plena comunhão com a Igreja. Dentro em breve, os cismáticos ficarão isolados em seu hate-speech, enquanto o barco da Igreja vence mais uma tormenta e, com grandes lutadores regressando ao convés, avança, timonado pelo Santo Padre e balizado por Jesus Cristo vivo no Santíssimo Sacramento e pela Bem-aventurada Sempre Virgem Maria!
Temam, difamadores da Igreja, os que fazem a culpa das desgraças que ocorreram após o Concílio recair sobre a Igreja. Jamais o Espírito Santo abandonou a Igreja, e jamais abandonará! Kyrie Eleison!
"não vejo nenhuma ruptura" Gabriel
"Não há contradição nenhuma entre as frases" Luiz
Minha Nossa! Quem não se deixa conquistar pela verdade será conquistado pelo erro, dizia Santo Agostinho.
Vai aí as frases novamente:
Leão X: "A verdade não contradiz a verdade" (Latrão V - D.B. [O Magistério da Igreja E. Denzinger, Herder..] 738)
Vaticano II: "Todo homem tem o direito de não seguir(isto é, de contradizer) a verdade"(D.H. 2.9)
O sr. Luiz diz que este é o meu "non serviam". Porém eu digo que é ele que proclama um "non serviam" livre como todo liberal, sem coação e com todo o direito de existir. O Demônio, assim como Judas e Adão, assim como o sr., negou a verdade evidente.
O sr. Luiz diz de mim:"Faz-se de salvador da Igreja para criar divisão em seu seio." Ora, a verdade divide, é isso que o sr. não aceita e junto com o Vaticano II prega igualdade entre a verdade e o erro.
A bíblia nos fala de nossa liberdade: "Se, portanto, o Filho vos libertar, sereis verdadeiramente livres". (Jo 8,36) Portando Judas e Adão foram falsamente livres, o contrário da verdadeira liverdade que vem de Cristo/Deus. Então quando erramos não fazemos o exercício de nossa verdadeira liberdade.
A Igreja Católica Apostólica Romana possui a verdadeira fé, universal, não livre, imperada por Deus. (Enchiridion Symbolorum, Denzinger 3031) Fora da Igreja CAtólica não há salvação, isto está em nosso credo. Aquele que quiser se salvar deve ter esta fé.
São Pio X disse quando condenava o modernismo:
"[...]não obstante acrescentarem que tais erros e contradições só merecem desculpas, mas, e é o que mais se admira, devem ser legitimados e justificados.[...]E admitindo-se a contradição, que é o que não se admitirá?"(Encíclica Pascendi)
"Não há contradição nenhuma entre as frases" Luiz
Minha Nossa! Quem não se deixa conquistar pela verdade será conquistado pelo erro, dizia Santo Agostinho.
Vai aí as frases novamente:
Leão X: "A verdade não contradiz a verdade" (Latrão V - D.B. [O Magistério da Igreja E. Denzinger, Herder..] 738)
Vaticano II: "Todo homem tem o direito de não seguir(isto é, de contradizer) a verdade"(D.H. 2.9)
O sr. Luiz diz que este é o meu "non serviam". Porém eu digo que é ele que proclama um "non serviam" livre como todo liberal, sem coação e com todo o direito de existir. O Demônio, assim como Judas e Adão, assim como o sr., negou a verdade evidente.
O sr. Luiz diz de mim:"Faz-se de salvador da Igreja para criar divisão em seu seio." Ora, a verdade divide, é isso que o sr. não aceita e junto com o Vaticano II prega igualdade entre a verdade e o erro.
A bíblia nos fala de nossa liberdade: "Se, portanto, o Filho vos libertar, sereis verdadeiramente livres". (Jo 8,36) Portando Judas e Adão foram falsamente livres, o contrário da verdadeira liverdade que vem de Cristo/Deus. Então quando erramos não fazemos o exercício de nossa verdadeira liberdade.
A Igreja Católica Apostólica Romana possui a verdadeira fé, universal, não livre, imperada por Deus. (Enchiridion Symbolorum, Denzinger 3031) Fora da Igreja CAtólica não há salvação, isto está em nosso credo. Aquele que quiser se salvar deve ter esta fé.
São Pio X disse quando condenava o modernismo:
"[...]não obstante acrescentarem que tais erros e contradições só merecem desculpas, mas, e é o que mais se admira, devem ser legitimados e justificados.[...]E admitindo-se a contradição, que é o que não se admitirá?"(Encíclica Pascendi)
Estes que legitimam o direito de não seguir a verdade ouvirão um dia uma frase parecida com esta: "Não terás direito nem parte alguma neste ministério, já que o teu coração não é puro diante de Deus". (At 8,21)
Mas quem disser assim: "com que direito me oporia eu a Deus?" (At 11,17) Este será salvo!
Mas quem disser assim: "com que direito me oporia eu a Deus?" (At 11,17) Este será salvo!
Quem não se deixa conquistar pela verdade será conquistado pelo erro, dizia Santo Agostinho. A mais nova tentação do demônio é fazer as pessoas acharem que são mais católicas que o Papa, e assim poderão chamá-lo de herege. Dentro em breve, estarão fazendo ataques virulentos a la Lutero (se é que já não fazem, como é o caso do Orlando Fedelli)
Leão X: "A verdade não contradiz a verdade" (Latrão V - D.B. [O Magistério da Igreja E. Denzinger, Herder..] 738)
Vaticano II: "Todo homem tem o direito de não seguir(isto é, de contradizer) a verdade"(D.H. 2.9)
Seja honesto! Interpretar "não seguir" como contradizer é adendo seu! O jovem rico não seguiu o Cristo, e Ele não foi atrás do moço com um chicote, como fez com os vendilhões. O jovem perdeu a alma, e foi um direito dele. Também na parábola do banquete, o senhor não mandou arrastar para sua casa o que rejeitaram o convite. Eles têm esse direito
Temos o direito de não seguir Cristo e, assim, perder liberdade. Pois não temos liberdade perfeita, mas imperfeita, caso contrário não pecaríamos.
Quanto a Verdade causar divisão, isso é óbvio. Mas temos um sinal visível, um homem: Pedro. E nele está a unidade. Onde ele estiver, aí estará a Verdadeira Igreja. E, por isso, nele devemos estar unidos! Com o apostolado, causaremos divisão entre os pagãos e hereges, mas não entre nós. Pois, se fora da Igreja não há salvação, não está na Igreja quem não segue o Papa!
São Pio X disse quando condenava o modernismo:
"[...]não obstante acrescentarem que tais erros e contradições só merecem desculpas, mas, e é o que mais se admira, devem ser legitimados e justificados.[...]E admitindo-se a contradição, que é o que não se admitirá?"(Encíclica Pascendi)
Irretocável o que São Pio X disse. A Pascendi é de uma realidade e veracidade atualíssimas! Mas acho engraçado que gente que coloca tanta ênfase no "pastoral" do Concílio, queira combatê-lo com encíclicas, que também não têm nenhuma força dogmática.
Leão X: "A verdade não contradiz a verdade" (Latrão V - D.B. [O Magistério da Igreja E. Denzinger, Herder..] 738)
Vaticano II: "Todo homem tem o direito de não seguir(isto é, de contradizer) a verdade"(D.H. 2.9)
Seja honesto! Interpretar "não seguir" como contradizer é adendo seu! O jovem rico não seguiu o Cristo, e Ele não foi atrás do moço com um chicote, como fez com os vendilhões. O jovem perdeu a alma, e foi um direito dele. Também na parábola do banquete, o senhor não mandou arrastar para sua casa o que rejeitaram o convite. Eles têm esse direito
Temos o direito de não seguir Cristo e, assim, perder liberdade. Pois não temos liberdade perfeita, mas imperfeita, caso contrário não pecaríamos.
Quanto a Verdade causar divisão, isso é óbvio. Mas temos um sinal visível, um homem: Pedro. E nele está a unidade. Onde ele estiver, aí estará a Verdadeira Igreja. E, por isso, nele devemos estar unidos! Com o apostolado, causaremos divisão entre os pagãos e hereges, mas não entre nós. Pois, se fora da Igreja não há salvação, não está na Igreja quem não segue o Papa!
São Pio X disse quando condenava o modernismo:
"[...]não obstante acrescentarem que tais erros e contradições só merecem desculpas, mas, e é o que mais se admira, devem ser legitimados e justificados.[...]E admitindo-se a contradição, que é o que não se admitirá?"(Encíclica Pascendi)
Irretocável o que São Pio X disse. A Pascendi é de uma realidade e veracidade atualíssimas! Mas acho engraçado que gente que coloca tanta ênfase no "pastoral" do Concílio, queira combatê-lo com encíclicas, que também não têm nenhuma força dogmática.
Leão X: "A verdade não contradiz a verdade" (Latrão V - D.B. [O Magistério da Igreja E. Denzinger, Herder..] 738)
Vaticano II: "Todo homem tem o direito de não seguir(isto é, de contradizer) a verdade"(D.H. 2.9)
Seja honesto! Interpretar "não seguir" como contradizer é adendo seu! [2]
Vaticano II: "Todo homem tem o direito de não seguir(isto é, de contradizer) a verdade"(D.H. 2.9)
Seja honesto! Interpretar "não seguir" como contradizer é adendo seu! [2]
Creio que com o material que foi colocado aqui até agora, não há como duvidar da existencia do Pacto de Metz.
O ônus da prova é, agora, de quem nega a existencia dele.
Mas dizer que esse pacto torna o Concílio não válido, é outra coisa.
O ônus da prova é, agora, de quem nega a existencia dele.
Mas dizer que esse pacto torna o Concílio não válido, é outra coisa.