Tenho presenciado tentativas claras de maquiar, amenizar e até igualar a violência efetuada pela poderosa inquisição/cruzadas aos muçulmanos e cruzadas inquisitorias aos hereges, presentes por mais mais de 8 séculos a algumas guerrilhas e pequenas inquisições efetuadas por protestantes.
Pessoal, venhamos e convenhamos, não é por eu ser católico ou protestante que devo faltar com a VERDADE.
Encaro o protestantismo da época da reforma mais como VÍTIMA que foi, excetuando alguns casos.
Hoje, o protestantismo representado por Bush e apoiado pelos americanos, segue os passos do que foi Roma Papal politico-religiosa, tendo como diferença o meio de legislar suas monstruosidades que é através da manipulação da opinião publica pela Midia.
Então temos um quadro terrivel e idêntico tanto para católicos da idade Média como para protestantes hoje, tanto no quesito fanatismo religioso como no quesito mal uso do poder.
O certo é que quando os gatos capitalistas dos protestantes enfrentaram os poderosos cachorros ultra-fieis a Roma, quem se deu bem na Europa foram os RATOS= a ateuzada; que se alimentava do sangue de uns e ded voracidade de outros para eles mesmos estabelecerem sutilmente seu territorio no s principios que norteariam o CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ACADÊMICO
É ali que os ratos se esconderam e é ali que carcomem toda a cultura, toda virtude, todo beneficio que o cristianismo, isento de catolicismo e protestantismo e muito mais de espiritualismo, deixou.
Estes ratos estão escondidos e devem ser aclarados para que se percecba suaas reais
intensões
Na separação de Igreja-Estado no ensino, se constituiram verdadeiros pulpitos ateus
nas faculdades e em todo conteúdo importado da europa dominada. Igrejas do ateísmo se levantaram fisica e ideologicamente em todos os campos de ensino e a perseguiçlão a Biblia, Deus, cultura judaico-cristã é mais que nitida
Acho que a Igreja achou nos hereges uma forma de engordar os cofres do Vaticano à época, me desculpem os católicos!
Lí um livro sobre a Inquisição no Brasil que me deixou pasmada!
Eles somente prendiam, torturavam e matavam os nobres e bem ricos!
Pela Lei que impuseram, quando confesso(sob tortura lógico) o réu perdia para a Coroa toda a fortuna, que acabava sendo dividida entre o Rei e a Igreja!
Ah, e antes de morrer ou ser jogado às ruas vestido com a vestimenta que o condenava para sempre como anti-Igreja era levado à denunciar algum outro ricaço como bruxo, bruxa ou simplesmente ateu!
Assim como fanáticos religiosos, os fanáticos políticos também só trouxeram morte, sofrimento e guerras!
É uma pena que o homem ainda não saiba escolher o melhor sem uma paixão cega!
O Iluminismo e o Protestantismo são primos-irmãos... Vc esta querendo ser bonzinho com o cara, apontando os erros de católicos - que evidentemente ocorreram - mas, não tem como salvar a tese maluca do Sodré.
O anti-clericalismo e o gnosticismo protestante é o primeiro degrau para o anti-clericalismo e o gnosticismo iluminista.
Alias, apesar de todas as idas, voltas e cambalhotas que o Sodré tem dado aqui, esta ficando cada vez mais evidente que o que ele quer mesmo é inverter a História e colocar a Igreja como algoz e não vitima desses dois movimentos. Haja pirueta lógica!
Christine: Minha monografia foi sobre esse assunto, mas estou com um probleminha para abrir os disquetes aqui no computador- vou ficar devendo. Posso te indicar alguns sites:
Pena que emprestei o Livro faz tempo, não me devolveram!
Por isso não posso passar esta informação no momento.
Sei que foi uma Professora da USP em parceria com um Professor em Portugal.
E baseado em relatos, jornais, documentos históricos aqui e lá, chegaram a conclusão de como aconteceu a Inquisição no Brasil!
À época achavam que ela só havia existido na Europa, mas com esta parceria descobriram que somente os ricos haviam sido denunciados, levando à crer que foi mais questão de dinheiro do que crença!
Talvez pesquisando na Biblioteca da USP vc encontre, tentarei pesquisar tb e se encontrar te passo, ok?
Lembro dos detalhes pq me chocaram e fizeram entender que sempre por trás de Religiões, existe também a ganância do poder e dinheiro!
Porque muitos jovens cristãos depois de entrtarem em algumas universidades se tornam céticos, ateus e incrédulos?
Na Europa entre os séculos XV e XIX , alguns calculam que morreram milhões de "hereges" pela inquisição.
Dezenas de milhões de protestantes e judeus refugiaram-se nas Américas neste período enquanto países como o Brasil no período de emigração européia recebia proporcionalmente baixas quantidades de imigrantes.
A Europa, exceto Alemanha, Inglaterra, parte da Irlanda e alguns pontos isolados, esvaziou-se de protestantes
Vazia de um grande numero de religiosos, desgastada com guerras religiosas, o quadro ideologico paradigmático da mentalidade teocêntrica representados por aqueles que mantinham a fé cristã sem ser reformada e sem aceitar as reformas propostas por Lutero, Calvino e uma legião de “hereges” , ficou deveras enfraquecido.
Os de idéias seculares, atéias, racionalistas, “iluministas”, naturalistas, antireligiosas, anticristãs, antiteológicas, e helenistas, tomariam conta da Europa e porconseguinte do mundo ocideental , facilmente
Eles eram a soma dos vetores da tensão catolico-protestante, pois se serviam das criticas ao catolicismo e das criticas ao protestantismo, se serviam das criticas ao absolutismo teocêntrico feito pelos protestantes, e do apego a Biblia feito pelos católicos
Desta forma dominaram a europa intelectualmente e se tornariam os ícones dos novos rumos acadêmicos que seriam estabelecidos no mundo.
Na politica, o laicismo (separação igreja-estado) servia aos protestantes e nos paises protestantes como Inglaterra, alemanha e EUA, esta separação foi prudente, mas na França encontraram resistencia franca católica e o laicismo se manifestou mais como um antireligiosisismo no iluminismo.
Desde então e cada vez mais, a separação Igreja-Estado tem servido de molde para impedir assuntos que sejam do interesse Bíblico como o criacionismo cientifico. (http://www.icr.org/)
Há tempos que o Mundo deveria desvincular a Religiosidade de Desenvolvimento!
O domínio das massas através do medo foi gritante, levando durante a Idade Média e até após a Segunda grande Guerra a estagnação do Mundo pelo julgo dos representantes de Deus na terra!
Pode observar que Países onde o Protestantismo foi bem sucedido, se desenvolveram muito mais dando melhores condições à População! Ela era menos castradora e não criava culpa nos fiéis por querer dar aos filhos melhores condições de vida!
Crer em Deus, é uma coisa, mas se subjugar como os religiosos querem, é outra!!
Recebemos uma inteligência para desenvolver e transformar o ser humano em superhumano, deixando de lado mesquinharias, ódios e ressentimentos!
Mas permanecer nesta prisão incutida há milênios através dos medos e pecados é retrocesso, estagnação!
É só mirar o Oriente Médio, onde há milênios nada muda, nunca se matou tanto por Alá!!
Está certo isso? Acho que não!!
Mas observo que quanto mais antigas são as declarações maior as estimativas, parecec que atualmente em trabalhos revisionais o numero decresce.
A Christine que fez uma monografia sobre este assunto e me passou estes links, me informou:
Em Portugal, dentre o total de 60.885 pessoas condenadas, 31.349 foram "purificadas pelo fogo. Já na Espanha, estima-se que cerca de 31.912 pessoas foram queimadas, de 350.000 que foram submetidas aos métodos inquisitivos. No Brasil, os dados são diferentes: A Inquisição atuou no Brasil especialmente nas áreas de maior prosperidade econômica. A primeira visitação foi à Bahia, de 1591 a 1593, seguindo para Pernambuco, onde permaneceu de 1593 a 1595. Em 1618, ocorreu a segunda visitação ao Brasil, permanecendo o visitador na Bahia de 11 de setembro de 1618 a 26 de janeiro de 1619, tendo havido 134 denúncias, sendo 94 delas contra judaizantes. O último brasileiro condenado à morte pela inquisição foi morto no auto-de-fé de 20 de outubro de 1748, em Lisboa.
Os de idéias seculares, atéias, racionalistas, “iluministas”, naturalistas, antireligiosas, anticristãs, antiteológicas, e helenistas, tomariam conta da Europa e porconseguinte do mundo ocideental , facilmente
Eles eram a soma dos vetores da tensão catolico-protestante, pois se serviam das criticas ao catolicismo e das criticas ao protestantismo, se serviam das criticas ao absolutismo teocêntrico feito pelos protestantes, e do apego a Biblia feito pelos católicos
Desta forma dominaram a europa intelectualmente e se tornariam os ícones dos novos rumos acadêmicos que seriam estabelecidos no mundo.
Na politica, o laicismo (separação igreja-estado) servia aos protestantes e nos paises protestantes como Inglaterra, alemanha e EUA, esta separação foi prudente, mas na França encontraram resistencia franca católica e o laicismo se manifestou mais como um antireligiosisismo no iluminismo.
Desde então e cada vez mais, a separação Igreja-Estado tem se prevalecido nas redes pulicas de ensino e servido de molde para impedir assuntos que sejam do interesse Bíblico como o criacionismo cientifico. http://www.icr.org/ O Laicismo se tem tornado mais antireligioso nos mesmos moldes da França de 200 anos atrás e o ensino brasileiro está repleto de conteúdo nitidamente anticristão
Hoje a tarde estava pensando em seu post/desabafo e concordando com algumas colocações suas
Uma questão que abordo me veio a mente: Que as religiões estão lideradas por gangsters, idéias malucas e etc...TAMBEM porque ela como artigo intelectual/moral/espiritual, está MARGINALIZADA do ensino oficial, de grande parte da ciência dominada hoje pelo evolucionismo, de imensa parte de disciplinas dominadas pelo materialismo, naturalismo, etc...
Caso a religião estivesse inserida no saber huumano, compartilhada em todos os niveis que ela reclama como escala absoluta e cosmológica interdisciplinar, então teríamos uma participação de maior numero qualitativo ded lideres o que impediria talvez os excessos que se vêem na historia.
Infelizmente, os grandes teólogos que são citados são quase todos muito antigos
A Christine, autora de uma monografia sobre o tema "inquisição" me respondeu sobre esta suspeita que quanto mais antigos são os historiadores, maiores são os numeros:
"Oi, Sodré, bem concordo com vc em gênero, número e grau em relação ao número decrescente das mortes pela Inquisição. Isso acontece devido a vários fatores: um deles é que dependendo do autor, ele calcula as vítimas da Inquisição(somando o número de investigados, com o número de torturados e o número de mortos). Hoje em dia, essa separação já é feita. Outro motivo é que não se tem absoluta certeza do número de mortos da Inquisição- a História muda todos os dias e sempre pode aparecer um documento novo. Na África por exemplo, também houve Inquisição (portuguesa) e dificilmente conseguiremos descobrir ao certo o número de vítimas (como um todo)dos Tribunais. Espero que eu tenha conseguido te esclarecer. Um abraço!"
Ainda acrescento que os documentos que são encontrados podem ser considerados deevido a sua antiguidade como amostras e não como
os únicos a serem considerados.
...me ajuda, plis, a entender direito:
"Caso a religião estivesse inserida no saber huumano, compartilhada em todos os niveis que ela reclama como escala absoluta e cosmológica interdisciplinar, então teríamos uma participação de maior numero qualitativo ded lideres o que impediria talvez os excessos que se vêem na historia."
A religião, a Biblia, Deus, Jesus, se tornaram assuntos meio que informais, foram marginalizados na vida acadêmica, se tornaram mitos, crendices, idiotices, folclores, quando sabemos se tratar do vértice mais presente historicamente
Mesmo em teologia, o naturalismo, o positivismo, impôs sua metodologia, sua abordagem, seus parâmetros
Se não bastasse
A religião , Jesus, as crenças, são centenas de vezes, de centenas de formas, COMBATIDAS. As vezes sutilmente, as vezes por meio de espantalhos retratando de forma mediocre a opinião teologica, criacionista, da cultura judaico-cristã para em seguida apresentar o evangelho dos iluministas, horizontais, rasteiros, materialistas, os que ficaram em esquema estrategico e privilegiado na europa logo após a reforma e as guerras religiosas
Esta situação europeia é a responsavel pelo quadro paradigmático atual que detesta a fé e a marginaliza em circuito acadêmico, afastando jovens estudiosos que poderiam ser futuros líderes religiosos, alem de competentes nas mais diversas areas
Logo
A liderança e a contingencia de pessoas se reduziu mais ao povão e menos aos mais esclarecidos
Então
podemos deduzir que grande parte do desequilibrio, das maluquices que imperam nas religiões, etc...estão diretamente relacionadas
A Marginalização do cristianismo no ensino na europa iluminista, tem gerado alem de varias velas substitutas ILEGÍTIMAS, um aumento assustador de muçulmanos rincipalmente na Europa
O ceticismo com seu endereço preferido gerou e gera resultados na expressão popular
alem da conhecida religiosização materialista substituta
(substituição e a expressão ilegítima é inevitavel)
Como nos Exemplos:
Religiões politicas, O absolutismo cientifico. a cienciatolatria, propagandas contendo informações cientificas distorcidas convencendo (ceramidas, DNA no shampu), tecnólatras, antropocentrismo, Humanismo, horizontalismos exagerados em geral
Temos tambem
O crescimento desordenado de religiões e/ou manifestações religiosas sem aquela qualidade necessaria ao bem da humanidade
A tese do Sodré até que é certa, mas ele está atirando no inimigo errado. Sugiro a leitura de "A Nova Ciência Política" de Eric Voegelin e "A Crise do Mundo Moderno" do Pe. Leonel Franca. Eles mostram muito bem que as raízes de tudo isso estão no protestantismo.
O problema do Sodré é que para ele todos os mortos por religião o foram pela inquisição. Não, nem mesmo a maioria dos mortos pelos católicos. A Inquisição era um instrumento de justiça e execução. MAS NÃO ERA PARA O TERROR EM MASSA.
É preciso saber isso: A INQUISIÇÃO NÃO ERA PARA O TERROR EM MASSA!
Vamos todos ser honestos, está bem? É verdade que a Revolução Francesa, em poucos anos, matou mais gente que a Inquisição em oito séculos. Também é verdade que a ralé católica, em poucos dias, matou tanto ou mais gente que toda Revolução Francesa.
A ralé é ralé e a ralé é idiota, covarde e burra. Não importa a religião, não importa a ideologia. E se é verdade que as doutrinas seculares são piores que a maioria das religiosas, é justamente por terem a pretensão de transformar a ralé em outra coisa qualquer, o que a maioria das religiões não têm.
As primeiras expressões de um antireligiosissismo, anticristianismo e de idéias "heréticas" e horizontais se dariam onde houvesse liberdade de expressão logicamente. O Laicismo só não se manifestou como um aitireligiosisismo nos paises protestantes porque era interessante aos protestantes.
Tambem o protestantismo inspirou todo tipo de rebelião ao conjunto oficial que representava o modelo romano politico-religioso de dominio, não escolhendo consequencias que a reforma gerasse.
O caso de Lutero, ao incentivar a guerra contra os anabatistas e a morte de 100 mil deles, se bem que alguns historiadores destacam que esse ERRO TERRÍVEL de Lutero estava em relação a um movimento sectario de anabatistas, o que não estou ihnclinado a concordar, mas de qualquer forma demonstra que muitos aspectos romanos ainda permaneciam na mentalidade dos "novos" líderes religiosos de então e com certeza, aí está o embrião de um novo monstro religioso civil que desfila violencia de todos os tipos
Foi aproveitando estas tendencias monstruosas poliotico-civis que o antireligiosisismo exagerado cada vez mais dominou a europa, com justificativas de sobra para aqueles que queriam ajuntar somente os maleficios da religião.
Participante Leandro da com Historia escreveu: “TODAS as constituições estaduais (a maioria de 1989) estabelecem ensino religioso obrigatório nas escolas públicas. Para horror de alguns neste tópico quem elaborou o material para São Paulo (que serviu de modelo para 6 outros estados) e treinou professores e escreveu os textos para implantar esse projeto... fui eu e uma colega da Unicamp... Mas isso é uma longa história e eu não quero assustar demais a sacristia que ora dorme...”.
Estaria horrorizado se não previsse EXATAMENTE isso: Um ateu legislando, treinando e arbitrando sobre ensino religioso. Chamaram um padeiro para fazer cirurgia? Não, chamaram o próprio discípulo de Mengeler, digo, de Nietzsche, que nem sabe manusear o bisturi a contento, digo, nem a Bíblia sabe citar.
O pior que não só ele aceitou o cargo, como se acha “capacitado” e encorajado fazê-lo com justiça.
Na época do FIAT-147, não sei em outros Estados, mas aqui em Minas o pessoal identificava a sigla FIAT como "Fui enganado agora é tarde" de tão ruim que o carro era.
Ocorre que o povo anda também sendo embalado por "novidades" iluministas antigas do tipo FIAT-147 e ainda acham que os ateus em matéria de legislação política e civil são os juízes "neutros" (neutralíssimos) da contenda religiosa que perdura desde a reforma, sendo os mais indicados ao cargo de árbitros civil-educacionais.
Justificam alguns que tendo aumentado ainda mais as ramificações religiosas elas se tornaram um poço de contradição entre elas mesmas, e, portanto, nada mais "justo" que chamarmos um ateu "neutro" para resolver as pendengas.
É claro que as mentes mais esclarecidas percebem na liberdade de interpretação bíblica e/ou da natureza, um lago de possibilidades, de liberdade teológica, de construção do pensamento humano e da não dogmatização das idéias, mas isso é coisa que não se deve elogiar dizem uns, pois aprovaria toda esta "bagunça".
Faz pouco tempo eu pensei assim também e ainda emprestei a moderação da comunidade Criacionismo de 12 mil membros a um ateuzinho "neutro" para que não houvesse parcialidade nas discussões da minha parte como moderador
Resultado?
O cara arranjou um jeito dissimulado de roubar a comunidade que hora é dominada por ateus, evolucionistas e os melhores debatedores criacionistas e bíblicos foram todos expulsos, silenciados, ameaçados: Dominaram a comunidade.
FIAT-147 = Fui enganado agora é tarde [: (]
A humanidade ocidental pelo menos também passou por isso logo após a reforma.
Ela, em meio a grande tensão católico-protestante, deixaram nas mãos dos ateus, dos iluministas, o cargo de arbitrarem em favor da laicidade, da liberdade dos povos e da "salvação" universalista libertaria dos povos.
Os “neutros" foram eleitos como ícones do pensamento "laico" humano e exportados para o resto do mundo
Mas voltando a FIAT, ela se evoluiu e lançou o UNO, o Palio, a FIAT ESTRADA. Carros muito bons, eu vivo elogiando minha “estradinha”, mas no mundo acadêmico de hoje, a FIAT-147 domina até o dia hoje.
É, realmente esse número (75 milhões) é bem assustador.
As fontes que estudei (na época que fiquei curioso sobre feitiçaria) apresentam números muito menores, mas bastante imprecisos.
De fato, a Inquisição, apesar de ampla, espalhada e muito longa, não somou uma quantidade muito grande de vítimas. O Olavo já afirmou que o total de quase de seis séculos foi superado pelo quadriênio da Revolução Francesa, o que bate com minhas fontes (que ficam entre 15 e 30 mil pessoas).
Só que esses são números apenas da Inquisição papal. Existiram várias inquisições e perseguições por tribunais civis por motivos de religião que não entraram naquele total. Além disso, houve épocas confusas, em que não se pode determinar se o motivo de algumas chacinas foi de caráter religioso ou não. E a maioria dessas teve origem em explosões de fúria popular (como os massacres anti-semitas) e não de autoridades civis ou eclesiásticas.
Os próprios números da caça às bruxas dos séculos XVI-XVII na Alemanha estão sendo revisados...
Agora, o que teve grande mortalidade foram as cruzadas.
Já vi números para a cruzada dos albigenses em 1 milhão de pessoas, e da contra os hussitas em 300 mil. Para os do Levante não há qualquer número confiável...
(a reconquista da Espanha não é considerada cruzada, apesar de algumas expedições isoladas serem eventos cruzadísticos, mas foram raros e isolados).
De qualquer forma, após um período de perseguições violentas até 1648 (ano que põe fim à guerra dos Trinta Anos na Alemanha, e do pogrom anti-semita na Polônia), o continente europeu entrou em uma fase muito tranqüila em termos de mortandade, até mesmo nas guerras (que deixaram de envolver as populações civis e as colheitas).
As execuções por motivos de opinião foram muito raras nesse período.
Eventualmente ocorriam surtos repressivos, mas sempre localizados e por curto tempo. E, então no século XX, explodiu de novo a barbárie nos centros mais cultos da Europa, manchando Berlim ou São Petersburgo, Praga ou Madrid, Budapeste ou Kiev....
A respeito dos albigenses (que eu até citei um número anteriormente), ela entra no caso de uma cruzada oficialmente reconhecida (isto é, convocada pelo papa), mas cujo resultado foi de fato um massacre de grandes proporções, indo bem além dos objetivos iniciais.
Mal informado por um livro "graalista", acreditei por muito tempo que era uma guerra étnica entre os franceses capetos e os cátaros occitanos, mas depois, estudando os fatos, vi que a dinastia real francesa não teve qualquer participação nisso. Até tentou evitar.
No entanto, o comando da cruzada já estava nas mãos dos baixos nobres e não é a toa que o próprio Montfort (indicado líder da cruzada pelo papa) acabou rompido com Roma, não sei por causa da avareza ou pelos excessos de crueldade.
Sem dúvida, o catarismo era um movimento dissente da doutrina cristã (tão distante do catolicismo quanto do protestantismo, por exemplo). Mas acho que não está se discutindo aqui o grau de ortodoxia, mas a extensão da cruzada e se isso teve influência no surgimento de uma opinião hostil ao cristianismo.
Para essa pergunta, a resposta ainda é uma incógnita.
De fato, em algumas das regiões mais atingidas pela repressão aos cátaros no Languedoc ou Savóia houve grande conversão ao calvinismo, três séculos depois, mas não existe nenhum elemento doutrinário que ligue o catarismo à fé reformada, por mais que a explicação exótica de Dom Estevão Bittencourt insista em associar.
Além dos 3 séculos que separam as duas realidades, também devemos considerar a ampla difusão do protestantismo em áreas antes fortemente "ortodoxas", ao passo que a baixa Renânia (antes território livre para cátaros e, depois, lolardos) permaneceu majoritariamente católica após a Reforma.
Em suma,
temos que reconhecer o óbvio: é o comunismo (e não o cristianismo) a ideologia mais assassina de todos os tempos.
Alguns anti-cristãos tentaram responder com uma "página negra do cristianismo", que eu já tive oportunidade de refutar a maior parte de suas criancices e bizarrices. Acho que quem a compôs foi um metaleiro com conhecimento paupérrimo de história, ou um comunista com dor-de-cotovelo por sua ideologia ser, de fato, assassina.
Mas a grande divergência do mundo atual não está entre católicos e protestantes.
Nem mesmo entre judeus e islâmicos. Está entre cristãos e a perversidade mundana. Essa deve ser combatida, não as outras religiões...
A perversidade mundana, depois de trabalhar dois séculos com a perspectiva de uma humanidade antiteísta (ou, ao menos, com uma concepção de "Deus ausente"), já se rendeu à natural inclinação do homem às especulações metafísicas.
Já não trata mais, como Harnack no século XIX, de negar a existência de Jesus ou mesmo qualquer traço espiritual (como quis Renan), mas de se apossar mesmo religiosamente da idéia de Cristo para concepções distantes do cristianismo ou dos Evangelhos (inclusive apócrifos, diga-se de passagem).
A era do ateísmo acabou.
Essa visão mundana fecha hoje mais com o universalismo ocidental somado ao panteísmo oriental, criando uma nova fusão de crenças. Conheci muitos ateus do passado que hoje buscam admitir uma "realidade espiritual", da qual previamente excluem qualquer Deus com autoridade, por ferir seus princípios (e, na realidade, suas vidas).
Há, de fato, uma nova religião sem nome e sem corpo, mas que ao mesmo tempo tem uma incrível similaridade de concepções.
Se percebe a imensa redução dos números de mortos gerados pela inquisição em relação aos relatos mais antigos, o funil "cientifico", alem do católico, só considera documentos e divide o periodo em que as "ordens" e as perspectivas das cruzadas (Não aos muçulmanos) saiam dela, como a autorização teologica para torturar, matar e perseguir em nome da fé, geradas no povão, que podem ser consideradas como "empregos indiretos" dessa empresa assassina. Tambem encaro como grande engano esse fanatismo de duvidar de tudo, de todos os relatos antigos e exigir provas, revisões empíricas, e só recomendar aquilo que pode ser provado e atestado por documentos..penso que isso seja uma viseira cientifica, que quanto mais se distancia em tempo historicamente, mais falível se torna em relação a "real-idade".
Discordo do Sr Olavo de Carvalho neste ponto, até porque teologicamente "os inimigos serão os da propria casa" e "quando um demonio é expulso e voltando, encontra a casa limpa, tras consigo outros sete demonios" ou seja, não há nada pior que um "cristão" ou "instituição" com a casa limpa, isso se reflete até o dia de hoje nas penitenciárias e os ateus vivem citando numeros e casos que confrmam o que Jesus declarou quanto a este aspecto "apóstata".
de pessoas a mais (protestantes)preferissem a terra da liberdade religiosa senão um horror, ameaças, assassinatos em nome da fé, e repressão contínuas na europa?
Tanto em países que acabavam de se tornar protestantes como em países católicos. Existe uma lógica demográfica para a formação paradigmática atual importada da europa.
Seja pela emigração em massa de protestantes, seja por sua morte, censura e perseguição, seja pela tensão protestante-católica que por um lado desgastou o cristianismo como um todo;Percebemos como estes decréscimos vertiginosos de "vozes" favoreceram o iluminismo e seus aliados para dominarem a partir da europa a mentalidade acadêmica do mundo.
Lembrando que o fato de um país ter se tornado protestante não implicaria em que as pessoas tomassem conhecimento da suas novas doutrinas e as aceitassem, nos dizendo que o acontecimento a nível de consciencia teologica era mais civil e portanto, em relação a formação das pessoas teologicamente, superficial. Portanto a exteriorização secular encontraria em terras protestantes liberdade de expressão e de conjugação e seu dominio de idéias se manifestaria com menor resistencia que em países católicos.
Destaco isso, em função da tese de que na Europa haviam poucas vozes, proporcionalmente, de "reintérpretes" da religião, estas, ou morreram ou fugiram para a américa do norte
Nos dizendo assim que o paradigma atual não é só desequilibrado e parcial por se portar antireligioso, mas por faltar uma parcela significativa numérica e qualitativa na época de sua constituição