Fórum Olavo de CarvalhoArquivo da comunidade do Orkut · 2004–2013

Olavo de Carvalho - Judaísmo e Preconceito

Iniciado por yuri_6 em 20/03/2009 · 58 mensagens · página 1 de 2

yuri_6#1
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Judaismo e Preconceito

Olavo de Carvalho

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Uma suscetibilidade exagerada no que toca à honra de uma determinada nação ou raça é um sinal óbvio de racismo, ainda que inconsciente. Neste sentido, a ideologia anti-racista de nossos dias fomenta os ódios e preconceitos que professa extirpar.
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Certa vez, escrevi um artigo sobre as causas da ascensão do nazismo, e recebi cartas de judeus indignados por eu não ter mencionado o holocausto. Tive de lembrar aos nervosinhos que o holocausto não fôra uma causa, e sim uma conseqüência...

Reconheço que para um povo tão atormentado por perseguidores pode ser difícil conservar a calma ao falar de certos assuntos. Mas os intelectuais têm um dever para com a verdade que deve ser posto acima do amor à pátria.

E os intelectuais judeus nunca pararam para pensar o que aconteceria se cada raça, se cada nação ofendida se pusesse a compulsar minuciosamente todas as palavras que alguém disse contra ela, para denunciá-las como odiosas manifestações de discriminação.
Os italianos escreveriam enciclopédias inteiras de expressões pejorativas anti-itálicas; outro tanto, os chineses e os irlandeses, isto para não falar dos índios e dos muçulmanos.
Apenas, eles não têm tempo a perder e sabem que o risco do empreendimento (alimentar um renouveau mussoliniano, por exemplo, ou pôr lenha na fogueira fundamentalista) é superior ao hipotético benefício. Esse tipo de compulsão neurótica e masoquista afeta principalmente os intelectuais judeus, e ela é uma desonra para um grande povo.
yuri_6#2
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O sr. Jeffrey Lesser, por exemplo (entrevista no Caderno Idéias do Jornal do Brasil de 24 de junho de 1995), rotula como anti-semitismo qualquer restrição que um homem faça a este ou àquele aspecto da ação judaica no mundo. Imita, nisto, o senador Joe McCarthy, para quem qualquer crítica aos Estados Unidos era intolerável anti-americanismo.
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É também absurdo rotular indiscriminadamente como “preconceito” qualquer opinião contra os judeus. Preconceito é opinião pré-conceitual, impensada, irracional. Um homem pode perfeitamente chegar a conclusões desfavoráveis aos judeus por meio de reflexão, de pensamento conceitual, mesmo que falhe e se afaste da verdade.
Que uma opinião seja errada não significa que seja preconceituosa nem irracional. Esse uso da palavra “preconceito”, tão disseminado hoje em dia pelos movimentos de minorias, é uma manipulação desonesta do vocabulário, que visa a criar justamente um preconceito, uma repulsa prévia e irrefletida a certas opiniões e até às palavras que as designam, de modo a fazê-las rejeitar sem exame.

A mim, por mais que me repugne o anti-semitismo de modo geral, me parece igualmente repugnante a manipulação das consciências pela distorção do vocabulário – uma técnica em que os nazistas e os comunistas foram mestres consumados.
yuri_6#3
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Anti-semitismo, no rigor da palavra, não é qualquer opinião contrária a este ou àquele procedimento da comunidade judaica, muito menos uma vaga antipatia que não se traduza em atos discriminatórios, mas sim uma ideologia que, formal e explicitamente, combata a nação judaica como tal, visando ao seu enfraquecimento ou mesmo à sua extinção; ideologia que, como tal, não pode ser um preconceito, mas simplesmente um sistema de conceitos errados:
pode explorar preconceitos, mas não constituir-se deles.
Por isto mesmo, deve ser combatida no campo da discussão clara e não no da nebulização do sentido das palavras.
A extensão indevida do rótulo “preconceito” a toda e qualquer opinião que se possa emitir contra os judeus – mesmo àquelas que, como a do Gen. De Gaulle sobre o orgulho judaico, repitam ipsis litteris palavras da Bíblia – é baseada no pressuposto de que eles estão acima da crítica racional, de que são perfeitos e inatacáveis. Alguns intelectuais judeus chegaram a declarar o anti-semitismo, mesmo em suas formas indiretas e brandas, como um grave sintoma psicopatológico – o que é abusar do prestígio que a comunidade judaica tem nos círculos psiquiátricos e psicanalíticos.
Desde que não se expresse em atos danosos e envilecedores, mesmo a opinião anti-semita professa não pode ser mais patológica nem menos patológica do que o anti-islamismo, por exemplo, que, no entanto, também assume com freqüência uma conotação racial e formas violentas de expressão sem que ninguém pense em erradicá-los por métodos psiquiátricos.
Admito que os judeus, pelo trauma dos sofrimentos recentes, têm direito a uma quota maior de suscetibilidades do que outros povos. Mas as pretensões descabidas só servem para alimentar antipatias desnecessárias que podem condensar-se num novo anti-semitismo.
yuri_6#4
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Conceitos errados existem pró e contra. Uma pesquisa como a do sr. Lesser – que, é verdade, só conheço pelo seu resumo no JB – corre o risco de perder-se na multidão de atos que colhe, desde o momento em que os ordena segundo a grade fictícia de conceitos demasiado elásticos, que expressam antes uma reflexão séria sobre a natureza e a especificidade do fenômeno que estuda.
O sr. Lesser envolve nesse pacote semântico até mesmo Gilberto Freyre, o intelectual que mais fez pela democracia racial neste país. Os motivos alegados pelo sr. Lesser são de uma comicidade que só a mente rígida de um fanático privado de todo senso de humor pode deixar de perceber: Freyre é um anti-semita porque às vezes emprega, ao falar dos judeus, expressões estereotipadas sobre usurários de nariz adunco, sobre sede de lucros, etc.
O sr. Lesser parece não saber o que é um estereótipo: um lugar-comum infindavelmente repetido e gasto até perder toda intencionalidade literal. Do mesmo modo que Freyre usa lugares-comuns da linguagem, os judeus chamam os gentios de goyim, que originariamente quer dizer “gado”, sem nenhuma intenção consciente de insinuar que os não-judeus pertencem à espécie bovina. Assim também chamamos os alemães de chucrutes, sem nenhum propósito de afirmar que sejam vegetais.
yuri_6#5
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Se o pesquisador pudesse apontar trechos da obra freyreana que pregassem algum tipo de ação contra os judeus, que alardeassem, por exemplo, a inconveniência de recebê-los em nosso país, aí sim teria sentido a alegação de anti-semitismo.
Mas, nas páginas de Freyre, tantas são as expressões popularmente pejorativas quantas as páginas que enaltecem o gênio judaico e sua contribuição à civilização ibérica e íbero-americana.
Só posso concluir que, na metodologia do sr. Lesser, anti-semitismo é qualquer palavra ou modo de dizer que, intencionalmente ou não, possa magoar uma hipersensibilidade doentia.
Um pouco de humor judaico não faria nada mal a esse atrabiliário. Mas provavelmente o sr. Lesser acha que as piadas judaicas sobre judeus – de Scholem Aleichem a Woody Allen, passando por Groucho Marx – são uma forma inconsciente de anti-semitismo interno.
yuri_6#6
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Se o sr. Lesser, em vez de destacar fatos isolados do contexto mundial e enfatizá-los retoricamente, comparasse o quadro brasileiro da década de 30 com o da França, da Inglaterra, da Rússia ou mesmo da sua pátria norte-americana, veria que, de todas as nações aliadas, o Brasil foi aquela onde os refugiados judeus encontraram a atmosfera mais limpa e hospitaleira. Nós, brasileiros, falamos menos mal dos judeus do que Yaveh fala na Bíblia.
Tão pouco anti-semitas éramos, que, mesmo entre nossos políticos fascistas, havia notórios defensores dos judeus, a começar por Plínio Salgado.
Se há uma coisa que as declarações do sr. Lesser demonstram é precisamente que o anti-semitismo aqui foi episódico, restrito e sem nenhuma importância sociocultural, ao contrário do que acontecia em quase todos os países do mundo. Se não fomos amigos perfeitos, se humanamente falhamos aqui e ali onde todos falharam muito (mas muito mais que nós); se havia aqui meia-dúzia de intelectuais anti-semitas, quando em Paris ou Londres havia milhares; se nosso governo rejeitou 99 refugiados judeus ao mesmo tempo que acolhia 50 mil, tudo isto é, na escala das realidades humanas, a prova de que, profunda e substancialmente, fomos e somos o povo, a cultura menos anti-semita que já existiu neste mundo.
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Mas isto não contenta o sr. Lesser. Para ele, anti-semitismo não é perseguir os judeus, discriminá-los, negar-lhes empregos e oportunidades, isolá-los num gueto: é simplesmente não fazer em favor deles tudo o que desejariam que fizéssemos; é não lhes dar o que não temos;
é não sermos mais generosos para com eles do que somos para conosco mesmos.

Medindo-nos com essa escala irreal e utópica, que compara homens com ideais fictícios e não homens com homens, ele pretende sujar com respingos de fatos um passado cuja imagem, nas dimensões de conjunto, permanece válida e honrosa.
Ele mostra muitos fatos, é certo. Mas ciência não é só colecionar fatos: é compará-los e hierarquizá-los segundo uma razão ordenadora – e não existe razão nenhuma onde falta o senso das proporções. E onde falta o senso das proporções falta igualmente o senso de justiça: o sr. Lesser, reconhecendo que as organizações judaicas se recusaram a prestar socorro aos não-judeus perseguidos pelo nazismo*, omite-se de colar-lhes o mesmo rótulo de “racistas” com que nos adornou, não obstante merecido e justo no caso delas por se tratar aí de discriminação fundada em critério ostensivamente e exclusivamente racial.
yuri_6#8
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Ademais, quanto aos judeus, o risco que correm no mundo de hoje vem menos de preconceitos que os outros tenham contra eles, do que do seu próprio descaso – para não dizer preconceito – ante a religião de Moisés, que definha a olhos vistos enquanto os judeus aderem festivamente a ideologias materialistas. Ante a débâcle geral do judaísmo, um judeu muito bem acordado, o sr. Yaakov Wagner, de Downsview, Canadá, perguntou recentemente em carta à revista Time: “Will the Jews themselves now succeed in exterminating their own religion, accomplishing what generations of their persecutors have failed to do?” (Lograrão agora os judeus exterminar sua própria religião, realizando o que gerações de seus perseguidores não conseguiram?). A resposta é: sim, enquanto seus intelectuais se dedicarem antes a remexer com deleitação mórbida os traumas do passado do que a enfrentar os perigos do presente. Quando vejo um intelectual judeu verberar o anti-semitismo no mundo ao mesmo tempo que corrói pela crítica malévola ou pela indiferença patológica as tradições religiosas em que seu povo funda sua unidade milenar, pergunto-me se não há hipocrisia em tanto ódio ao mal desacompanhado do correspondente amor ao bem.
yuri_6#9
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A mania investigatória que busca sinais de anti-semitismo por toda a parte é, no fundo, um sinal de má-consciência, daquela má-consciência que, para ocultar suas culpas, sai acusando o mundo.
E a culpa dos judeus é clara e inequívoca: eles abandonaram o espírito da sua religião, tornaram-se interiormente divididos e inseguros, distanciaram-se a tal ponto de tudo o que enobrecia a sua cultura e fazia dela uma guardiã do sentido da vida, que hoje dificilmente conseguem escapar da oscilação entre dois extremos:
ou aderem ao modernismo ateu, ou, quando se apegam à sua religião, é para rebaixá-la a um fundamentalismo rancoroso, fanático e assassino**.
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Quanto a esta última alternativa, cabe lembrar: ninguém neste mundo está imunizado por garantia divina contra a contaminação de uma mentalidade nazifascista: muito menos aqueles que foram vítimas dela.
O homem perseguido, seviciado e traumatizado tende, por uma compulsão inconsciente quase irresistível, a incorporar os traços do seu perseguidor, disfarçando-os sob um discurso contrário.
Mas isto é uma forma de possessão demoníaca a que uma consciência alerta deve resistir com todas as suas forças, para não perder, em nome da revolta, o senso de justiça que dá sentido à revolta mesma: propter vitam vivendi perdere causas.
yuri_6#10
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E quando um investigador armado de suspicácia até os dentes vem rebuscar picuinhas para lançar a pecha de anti-semita sobre todo um país onde os judeus tiveram a melhor recepção deste mundo, só posso lhe responder que ele conhece melhor o cisco que está em nosso olho do que a trave que está no seu.
Um verdadeiro amigo dos judeus não deve lisonjear as suscetibilidades neuróticas do seu patriotismo exasperado, mas ajudar a defender os valores eternos e universais do judaísmo, que tanto foram vilipendiados no passado pelo anti-semitismo militante, como hoje pelo cinismo blasé dos intelectuais materialistas, judeus ou não, e pelos que, do outro lado, prostituem sua religião ao fanatismo nacionalista.
E nenhuma acusação lançada ao passado de outros povos pode disfarçar o mal que os judeus do presente estão fazendo a si mesmos.

Se os judeus estão de fato investidos de uma missão profética, se de fato lhes incumbe ser, como pretendia Herder, os pedagogos do gênero humano, então, pelo amor de Deus, que não ensinem ao gênero humano nem aquele materialismo pseudocientífico que gerou e sustentou a ditadura soviética, nem aquele ressentimento que ontem produziu o nazismo e, hoje, deseja eternizar os conflitos no Oriente Médio.

A mensagem final é aquela que, logo antes de morrer, nos deixou o psiquiatra Lipot Szondi, um sábio judeu nonagenário, ex-prisioneiro de um campo de concentração: “O homem deve ter a coragem de ser bom quando tudo em volta o induz a ser mau.”

Junho de 1995.
OLAVO DE CARVALHO
yuri_6#11
*

Entre os que assim foram largados à própria sorte estava o eminente crítico e historiador Otto Maria Carpeaux, judeu por parte de pai e mais visado ainda pela repressão nazista por ter sido secretário de Dolfuss, governante austríaco derrubado e assassinado pelo invasor alemão. Rejeitado pelas organizações judaicas, Carpeaux encontrou finalmente no Vaticano a ajuda que lhe permitiu fugir para o Brasil.

*

** Peço ao leitor observar que estas linhas foram escritas meses antes do assassinato do primeiro-ministro Rabin – um fato que manifestou da maneira mais sangrenta a divisão da consciência judaica.

Olavo de Carvalho é escritor e jornalista.

Texto publicado na obra O Imbecil Coletivo (págs. 216-223)
Rio de Janeiro, Faculdade da Cidade Editora, 1996.
yuri_6#12
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Uma aula esse artigo do Olavo.
(aviso aos desconfiados que o digo sem sarcasmo nem ironia nenhuma.
adermir#13
Tambem acho uma aula. Se ha uma constante nos textos de Olavo de Carvalho 'e a busca de examinar a propor'c~ao das coisas. (desculpem a acentuacao defeituosa...)
yuri_6#14
Que sirva de lição às olavetes que gritam "ANTI-SEMITA!" por qualquer cousinha e sem senso das proporções.
adermir#15
Voce me inclui nessa categoria, Uriel?
yuri_6#16
Não que eu me lembre.
massasofrida#17
superior.
=
pela lógica, todos os outros são povos rejeitados.
leandro#18
Toda população que é vítima de preconceito tende a se auto-vitimizar em certo nível. O que muda é o grau dessa auto-vitimização. E entre os judeus contemporâneos (conheço um bocado) essa auto-vitimização é bem rara, sejam intelectuais ou não. Atentem que eu disse contemporâneos: esse texto do Olavo já tem mais de 14 anos. É natural que o pensamento dos judeus em geral e do próprio Olavo tenha mudado um bocado nesse considerável espaço de tempo.
douglas_5#19
Somos todos escravos do deus judaico.

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Pérola do ano essa... huauhauhauha [2]
gilberto_2#20
Uma aula esse artigo do Olavo.[2]

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Percebe-se também que no Olavo de Carvalho de então ainda restava uma pontinha de patriotismo.
yuri_6#21
Como era bom o Olavo da década de 90! [2]
matheus_4#22
Este artigo está no Imbecil Coletivo I.
ricardo_16#23
Como era bom o Olavo da década de 90! [3]
gbschmitt#24
Mucio:
Percebe-se também que no Olavo de Carvalho de então ainda restava uma pontinha de patriotismo.

Tu estás de sacanagem!!!
O cara perdeu vários empregos justamente por falar aquilo que todo o mundo queria omitir. Se hoje alguém sabe que o Foro de São Paulo existe, em boa parte, se deve ao fato do Olavo de Carvalho ter denunciado dia e noite a existência desse organismo. É por tentar salvar esse país que o homem é discriminado e perseguido.
ayrton#25
Esse Gilberto Mucio também é da OdeC do B e se declarou defensor da ditadura do proletariado.
Não sei o que fazem aqui esses comunistas e detratores de OdeC.
ayrton#26
Gilberto Mucio peidando pela boca, mais uma vez e se declarando defensor da ditadura do proletariado, coisa de igonrante ou de sem vergonha:

[url]/Main#CommMsgs.aspx?cmm=42033749&tid=5314194358538020425[/url]
ayrton#27
Ignorante
ayrton#28
Sabem quantos milhões foram assassinados por causa dessa ideologia?
silvana#29
Sempre percebi que esse Gilberto era infiltrado na comunidade mas pensei bem antes de falar porque podia estar errada. Agora tá comprovado
renatus#30
Esse Ayrton é uma aula de autoritarismo.
ayrton#31
Tá cheio de infiltrado. Aqui tinha um monte.
Na comunidade do Diogo Mainardi (da qual eu não faço parte), tem vários ofendendo-o, segundo me contaram.
Não se trata de divergir aqui e ali, pontualmente, mas de gente afim de sacanear e agredir, baixar o nível mesmo, e assim esvaziar as comunidades de direita, coisa de comunista FDP!
O Reinaldo Azevedo os chama de "Al Quaeda eletrônica".
ayrton#32
Aqui mais um.
ayrton#33
Outro
ayrton#34
Gente fina esse Felipe:

[url]/Main#CommMsgs.aspx?cmm=42033749&tid=5313181742691196680&na=3&nst=31&nid=42033749-5313181742691196680-5313540063222767368[/url]
ayrton#35
É fácil reconhecer os infiltrados porque:

1- são burros
2- aparecem sempre para defenderem-se mutuamente
3- jamais argumentam ou sustentam as suas afirmações, apenas tentam desqualificar quem lhes desmascara agredindo ou ofendendo, por exemplo:

"puxa-saco" etc
ayrton#36
Você é amiguinho do Rafael Daher, comunista e FDP, que odeia Olavo e toda a comunidade OdeC.
Vai querer tirar onda com a minha cara? KKKKKKKKKKKK...!!

[url]/Main#Scrapbook.aspx?rl=ls&uid=2550191970516022724[/url]
ayrton#37
O Urinol foi expulso dessa comunidade porque os moderadores cansaram de se divertir com as sua presepadas estilo "copiar e colar" (como bem disse o Yuri Bezmenov) .
Urinol está prestes a ser denunciado ao Google por publicar fotos de membros dessa comunidade, ridicularizando-os, o que vc adorou:

"Muito engraçado esse tópico. Estou rindo muito. E muito bonitos os candidatos..."

Espero que expulsem-no também, mas se não o fizerem, por favor jamais fale ou digite nada para mim.

Fonte: [url]/Main#CommMsgs.aspx?cmm=42033749&tid=5313181742691196680&na=3&nst=31&nid=42033749-5313181742691196680-5313540063222767368[/url]
ayrton#38
Aqui, o que o felipe jamais teria corajem de me dizer ferente a frente:

"O Ayrton - que ostenta uma foto com o Reinaldo Azevedo(!) no álbum dele - me chamou de "hipócrita pernóstico" ontem no tópico criado pelo Pedro, e isso só porque critiquei sua cretina intervenção no mesmo como pernóstica. Aliás, intervenção é gentileza minha; aquilo foi pura bedelhagem mesmo, no melhor estilo espírito-de-porco"

Fonte:[url]/Main#CommMsgs.aspx?cmm=42033749&tid=5313181742691196680&na=4&nst=68&nid=42033749-5313181742691196680-5314322868267945769[/url]

Quem faz fofoquinha e não fala pela frente, como homem, é tia velha de cidade do interior.
ayrton#39
Rafael Daher tem inúmeras identidades, como bem disse Olavo num TOS, quando gastou 15 minutos esculachando-o. Olavo de Carvalho assim finaliza a humilhação pública de Daher:

"...seu antissemita filho de uma puta!!!!"

Eu também humilhei o cretino quando começou a me mandar mensagens (coisa de veado profissional).
Algumas IDs de Daher:

Rafael Daher
Ebó da Encruzilhada
Monk

Deve ter um montão de IDs falsas desse apaixonado reprimido pelo Olavão, por aqui.
ayrton#40
O Felipe disse que teria sido uma declaração "irônica", mas:

"Gilberto Mucio
Estou aqui porque quero e fui aceito pela moderação, que mesmo sabendo que sou comunista, me aceitou, já que não estou aqui pra tumutuar. "

Boicotar: Eu Vou

Então, que pare de tumultuar.
ayrton#41
"Mucio:
Percebe-se também que no Olavo de Carvalho de então ainda restava uma pontinha de patriotismo.

Tu estás de sacanagem!!!
O cara perdeu vários empregos justamente por falar aquilo que todo o mundo queria omitir. Se hoje alguém sabe que o Foro de São Paulo existe, em boa parte, se deve ao fato do Olavo de Carvalho ter denunciado dia e noite a existência desse organismo. É por tentar salvar esse país que o homem é discriminado e perseguido."

(2)
Boa noite a todos, menos aos petralhas!
ayrton#42
Vá lá rir com o boiolinha do Daher e do coitadinho do Urinol, hehe!
ayrton#43
Urielete!
ayrton#44
1) Rafael é um bobão, por isso só quem lhe dá bola são os seus amiguinhos do clubinho de desocupados, o qual vc adora.

2) De fato , vc não a tem , seja com "j" ou "g". Isso é uma frase de puro sofisma, que deixa de lado o mais importante e atem-se a detalhes semânticos. Já fez isso antes com outro.

3)Confiança não se adquire, mas se conquista. Se esta frase o desagradou ,das duas uma:

A- Você está me querendo decidir em quem eu devo ou não confiar.
R: Cuide da sua vida seu desocupado!

B- Você tem ciúmes do Olavão
R: Resolva o seu problema com um traveco.

4) Não é inaplicável não. Mas se for, então pare de se comportar como uma tia velha do interior e deixe a vida dos outros.
Pedro postou a mensagem 15 minutos DEPOIS de R. Daher postar aqui, o que me pareceu uma "coincidência" muito grande. Depois foi bater papinho com o amiguinho Daher, alegremente (lembrando que Daher odeia OdeC e todos os seus integrantes)

5) Você parece uma tia velha fazendo fofoquinha, aliás recebi 2 mensagens: uma do Monk e "outra" do Daher, pouco antes de vc postar a sua argumentação fajuta.
ayrton#45
Na verdade, Felipe, Daher, Urinol etc não tem nenhuma importância e são insignificantes.
ayrton#46
Assuma, rapaz!

Felipe sacaneando os membros da OdeC
Gente fina esse Felipe:

[url]/Main#CommMsgs.aspx?cmm=42033749&tid=5313181742691196680&na=3&[/url];
ayrton#47
Quase uma hora só pra escrever esta merda??
A sua insignificância ....
ayrton#48
1) "OdeCdoB" de fato tem tópicos muito interessantes..."
R: claro, claro. Por exemplo:

I- Padre paulo Ricardo - usado para ofendê-lo e ao Olavo (óbvio)
II- Olavetes 2009
III- Olavo cristão-judeu-muçulmano ecumênico
IV- Maçonaria, batistas e presbiterianos - usado para ofender baistas e presbiterianos
V- Olavo o Deus dos palpiteiros
VI- Reinaldo Azevedo,República,Walt Whitman e Drácula - usado para ofender o anti-comuna Reinaldo A.
VII- Calúnia do Merdalho - Confiram:

[url]/Main#CommMsgs.aspx?cmm=42033749&tid=5313842446139394142[/url]

VIII- Olavo usa sites racistas como fonte

Entre outros assuntos interessantes para beócios, recalcados, frustrados e (sobretudo) desocupados.
ayrton#49
2)- Sofisma = argumento ou raciocínio falso, com aparência de verdade. (Houaiss)

Um sofista não debate os temas importantes, limitando-se a agir como um histrião, tentando dessa forma, desviar ou foco para outros detalhes menores (ou sem importância nenhuma). Tentam ludibriar os incautos.

Uma forma típica de sofismar é fugir da argumentação, desviando a atenção para equívocos semânticos ou ortográficos.
Eu me equivoquei realmente, não é um erro semântico, mas um mero cochilo ortográfico, o que tem menos importância ainda, diante a gravidade do tema, qual seja: humilhar e ridicularizar os membros desta comunidade
ayrton#50
3) repito: confiança não se adquire, mas se conquista. Se esta frase o desagradou ,das duas uma:

A- Você está me querendo decidir em quem eu devo ou não confiar.
R: Cuide da sua vida seu desocupado!

B- Você tem ciúmes do Olavão
R: Resolva o seu problema com um traveco.

Fui claro?

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