O ator Gabriel Kauffmann, de apenas 7 anos, que ficou conhecido por interpretar Francisco, o filho da personagem Nanda (Fernanda Vasconcellos) na novela global Páginas da Vida, se apaixonará pelo irmão mais novo nas telonas.
Em Do Começo ao Fim, longa de Aluisio Abranches, Kauffmann viverá Thomás, uma criança que se sente fortemente atraída pelo irmão Francisco, de 6 anos, vivido pelo ator Lucas Cotrim. A relação incestuosa dos personagens, no entanto, só se concretiza quando se tornam adultos na trama. No filme, que ainda não tem data de estreia, a atriz Júlia Lemmertz vive Julieta, a mãe dois dois garotos.
De acordo com um trecho divulgado do filme, “um dia, sem mais nem menos, Thomás abre os olhos e olha direto para Francisco, seu irmão de seis anos. Durante a infância, os irmãos são muito próximos, talvez próximos demais. (...) Mais tarde, (...) se tornam amantes e vivem uma extraordinária história de amor”.
A mãe de Gabriel, Denise Kaufmann, disse em entrevista ao site OFuxico sobre sua tranquilidade em autorizar o ator a interpretar o papel. “Os irmãos se apaixonam, mas o filme não mostra nada de concreto entre os dois enquanto são crianças, nenhum contato físico. Todo o amor que ele sente pelo irmão mais velho é apenas insinuado. Eu não poderia proibi-lo de fazer esse filme, primeiro porque seria um preconceito bobo de minha parte e, segundo, pelo fato de o longa ser muito delicado e belíssimo”.
O longa-metragem terá direção de Aluisio Abranches e será produzido pela Pequena Central, de Marco Nanini.
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Tem também uma tal de Lama Filmes (nome mais que apropriado), envolvida na produção este filme. Quem descobrir o e-mail dessa produtora, por favor coloque aqui.
Não sei se eu escutei em um TO ou em alguma aula do Seminário de Filosofia, mas o Olavo comentou da CPI da Pedofilia, que tinha sido aberta mas impossibilitada de agir... na comunidade Católicos sugeriram de recorrer a ela... alguém sabe mais detalhes?
"- Transexual se apaixona por cavalo e vive uma emocionante história de amor, até descobrir que sua namorada bissexual o traía com seu pai gay;
- Bela jovem opera-se e torna-se homem, decide ser gay e vive uma linda paixão com sua mãe transexual;
"
Não sei se esse G.Online costuma fazer piadinhas, mas o filme consta na lista de produçãos da tal Pequena Central Filmes:
Do Começo ao Fim é uma história de amor. A história de Francisco e Thomás e de sua família: Julieta, Alexandre e Pedro. Com uma narrativa particular o filme pretende contar a história de um amor incondicional como uma possibilidade, como um contraponto para um mundo cheio de violência, medo e intolerância.
1986 Thomás, filho de Julieta e Alexandre, nasce com os olhos fechados e assim permace durante várias semanas. Julieta não se preocupa e diz que quando o filho estiver pronto, que quando ele quiser, ele abrirá os olhos. Foi assim, nos primeiros dias de vida que Thomás aprendeu o que era livre arbítrio. Um dia, sem mais nem menos, Thomás abre os olhos e olha direto para Francisco, seu irmão de 6 anos.
1992 Julieta é uma linda mulher e uma mãe amorosa. É médica de um hospital e trabalha no setor de emergência. É casada pela segunda vez com Alexandre, pai de Thomás. Pedro, seu primeiro marido e pai de Francisco mora na Argentina. Julieta e ele continuam bons amigos. Durante a infância, os irmãos são muito próximos, talvez próximos demais, segundo Pedro, que passa uma temporada com eles em Buenos Aires.
2008 Anos mais tarde, quando Francisco tem 27 anos e Thomás 21, Julieta morre repentinamente em um acidente de carro. Francisco e Thomas se tornaram amantes e vivem uma extraordinária história de amor.
Este não é nem um tema original.
Me parece um plágio de um livro que já li, chamado "The Carnivorous Lamb".
Vou ver se acho em algum lugar e digo quem é o autor.
O livro é pretensamente uma "metáfora para a guerra civil espanhola".
Vão arranjar uma "metáfora" já-já pra esse filme, também.
Pode apostar.
Aliás, quando alguém me diz que alguma coisa é "muito delicada", "delicadíssima", etc - eu já SEI, imediatamente, que se trata de alguma brutalidade hecatômbica, assustadora, e completamente ESCABROSA.
CPI? Comissão Parlamentar de Inquérito? Uma comissão parlamentar para inquirir se pedofilia é criminalizável ou não - é isso, né?
Bom, amigo, a minha opinião é que entregar pra um orango uma decisão dessas é dose!
Seria como entregar ao dito orango sem condições o comando de um 747, embarcar e mandar ele não só decolar como escolher o destino da viagem.
O que mais ou menos RESUME a situação atual do Brasil: o manche do 747 JÁ ESTÁ na mão da orangada.
Pri, eu não estou por dentro do objetivo da CPI, ao que me consta ela existe para investigar casos de pedofilia. Sei que o Olavo tratou disso recentemente, mas não me lembro se foi no TO ou nas aulas de Filosofia.
Isto é o plágio de um livro chamado "The Carnivorous Lamb", ainda por cima.
O autor daquela catástrofe literária - que diga-se de passagem recebeu "ótimas críticas" - justifica a história como uma "metáfora da Guerra Civil espanhola". Eu não consegui ver metáfora nenhuma, e achei tudo um terror.
Bom, enfim: essa gente trabalha sempre com as mesmas idéias, rodando como abutres em cima da presa. Eu sei disso. Mas é um plágio. A mesmíssima história. Do quê vão dizer agora que é "metáfora"eu não sei.
Talvez não precisem mais dizer que é metáfora de nada.
Vai assim mesmo - e querem saber? Assim é o paradigma do orango. O orango NÃO É filho de Deus, e não tem consciência. Abdicou, recusou, anulou. O orango é, VERDADEIRAMENTE, um ANIMAL RACIONAL. O homem não é isso, o homem é outra coisa.
O homem é o filho de Deus.
Por isto a sensação de estranhamento que muitas vezes eu tenho, e sei de outras pessoas que também já tiveram, diante de algumas pessoas ou grupos. O orango é aparentemente igual a nós, mas ele NÃO É IGUAL. Eu lamento dizer isto, levei anos brigando com a idéia, que considerava não-cristã e absurda. Mas a idéia sempre VOLTAVA.
O paradigma do orango NÃO PODE ser o humano, porque de fato FALTA a consciência a ele. TODAS as coisas ligadas à consciência estão ausentes, porque uma vez ausente a noção da diferença entre Bem e Mal, some a noção de culpa, de remorso, de castigo, de renúncia, de TUDO. Sobra um bicho altamente racional e feroz, contra o qual os humanos DEVEM se preparar para lutar! E eu não estou falando "metaforicamente", como o autor do tal livro: estou falando de uma coisa REAL.
Eu deixo claro que não estou falando de ateísmo, de agnosticismo, de nada disso.
Também não estou falando de gente que erra, nem mesmo de quem erra hediondamente.
Não estou falando de desvios de consciência, em suma: e sim da sua FALTA COMPLETA.
Estou falando da ausência real de uma capacidade antes existente e agora faltante num grupo significativo, grupo este que definitivamente pretende o domínio e o extermínio de qualquer outro grupo diferente dele.
tentei assitir, nesse horário, mas já não tá disponível. alguém salvou?
em tempo: há +/- 15 dias postei o link (http://globo.com/) de uma matéria sobre essa novela, em meio a outra discussão sobre desvio de orientação sexual na infância, mas não prosperou.
bem: agora tá levantada a discussão. q tal nos articularmos e espalharmos nossa repulsa pela net e tentar constranger esses tarados?
"Do Começo ao Fim é uma história de amor. A história de Francisco e Thomás e de sua família: Julieta, Alexandre e Pedro. Com uma narrativa particular o filme pretende contar a história de um amor incondicional como uma possibilidade, como um contraponto para um mundo cheio de violência, medo e intolerância."
Parece até um disco arranhado...mas ainda ilude os desavisados.
É impressionante como a orangada (nas palavras da Priscila) usa e abusa destes verbetes, tais como: paz, justiça social, igualdade de direitos (bem implícitos nesta frase aí: "...como um contraponto para um mundo cheio de violência, medo e intolerância.")
Esta é a justificativa p as atrocidades desta corja: tudo em nome do amooorrr...
Ainda em tempo: esta mãe (?) deveria ir p um reformatório!!!
E é um tal de "belíssimo" e "delicadíssimo" que eu vou te contar! Eu tenho CERTEZA de que esses superlativos, ditos sempre num tom assim de que "não é pra qualquer um entender, mas só para mentes privilegiadss, capazes de perceber a grandiosidade do troço" , são justamente usados para tentar criar uma espécie de diferença hierárquica entre os broncos (nós), que veem nessa história o verdadeiro horror que ela contém, e os inteléquitos sensíveis (eles), capazes de ver a tal da "delicadeza" e a tal da "beleza" inexistentes. Tudo com trinta caras e cinquenta bocas, como faz parte desses fingimentos malévolos, invariavelmente.
O mais terrível é que COLA: e tem muita gente que fica com vergonha, sei lá, de "parecer insensível", de ser visto como "bronco" ou "retrógrado" - e começam a se esforçar pra concordar, e acabam concordando mesmo! Primeiro pra não se sentirem desprezados ou excluídos, depois por convicção! Assim se imbeciliza e se desmoraliza toda uma geração, e todo um povo, e toda uma humanidade, talvez.
Ficção sobre o incesto é uma coisa mais velha do que o mundo, vide Édipo Rei, Electra... Mas isso era considerado tragédia...
Pois é... Não tem nada de broco ou retrógrado em ser contra isso. Nós somos obrigados achar qualquer putaria uma coisa bonita, correta e pior, padrão? 😮
Oh, a dimensão trágica é completamente retirada da coisa, sem a menor dúvida! O espanhol anti-franquista Agustin Gómez-Arcos (acabei achando o raio do livro, "The Carnivorous Lamb", no alto de uma estante) pretende manter uma "dimensão alegórica" em sua obra. E agora, no filme brasileiro, mesmo esta pretensão é retirada.
Ou seja: não se trata de uma tragédia, nem de uma alegoria: se trata de impingir um profundo falseamento moral e dotá-lo de uma "qualidade" estética incompreensível sob qualquer ótica e baseada em coisa alguma.
Nunca a humanidade foi tão absurdamente pervertedora e pervertida, penso eu.
Não duvidem que o monstro que atirou a filhinha pela janela chegue a ser visto como "belo" e seu ato horrendo como "delicado". Não subestimem o alcance do orango.