Há outros Marcos que postaram aqui mas, supondo que o comentário possa ter sido em relação a mim por ter sido o Marcos que talvez tenha participado mais nesse tópico especificamente, agradeço!
Desculpe mas não vi nexo entre o que eu postei e o seu comentário.
Não sou teólgo mas o fato de a Igreja estar claramente infiltrada por modernistas, maçons, comunistas e protestantes independe de o Papa querer ou não. E o que essa gente diz não tem valor doutrinário. É a vantagem do catolicismo sobre as outras religiões: a instituição do Papado. Esse centralismo preserva nosso corpo doutrinário e impede de resvalarmos para o relativismo moral.
Mas existe uma situação de fato, como, por exemplo, a ascendência de certos bispos sobre populações de países do chamado Terceiro Mundo. A CNBB, por exemplo, não tem autoridade doutrinária e acho que nem eclesiástica. Corrijam-me pois posso estar falando besteira nesse caso. Mas o fato é que ela está agindo como partido político e tem força na sociedade. O Papa não tem como combater esse mal depois de décadas de infiltração na Igreja. Os primeiros que enfrentaram esse problema talvez tenham minimizado sua gravidade. Hoje está do jeito que vemos.
Peço, mais uma vez, que você não distorça o que falei. Você cometeu um grande erro ao inferir que eu chamei protestantes de maçons e que a palavra "loja" era em relação a maçons. Como eu já disse em mensagem anterior, que não sei se você leu ou só leu a que eu conclamei ao debate mais civilizado, foi uma referência ao comércio da fé que fazem "igrejas" do baixo protestantismo tipo IURD.
Outra coisa, o que você chama de xingamentos eu chamo de críticas normais mas contundentes. Assim como quando você insinua ou diz explicitamente sobre católicos adorarem imagens. Rebaterei isso mas não direi que você está xingando os católicos. Não entenda jamais o que eu digo como xingamento ou ataque pessoal.
Sou contundente no que digo mas jamais ofendi qualquer pessoa que participe dessa ou de outras comunidades.
Ajudaria para esse debate profícuo se você, quando citasse o que os outros disseram, aspeasse estritamente o que foi literalmente dito e não o que é o seu entendimento do que foi dito e ajudaria também se você não se fizesse de vítima.
Por último, peço que você refute pontualmente o que eu falei nas outras mensagens assim como eu tentei fazer em relação à primeira fala que você dirigiu diretamente a mim.
O time dos católicos contam com Pelé e toda o scratch de 1958
Antes da Final da Copa do Mundo da Suécia (1958), os craques da melhor seleção de todos os tempos ficaram muito nervosos em parte por causa da inexperiência, mas também porque o time entraria em campo sem a camisa da sorte (a amarelinha).
As feras só se acalmaram quando lhes foi dito que o azul marinho (do uniforme 2 do Brasil) era em homenagem a Nossa Senhora de Aparecida, a padroeira.
"Mas o fato é que ela está agindo como partido político e tem força na sociedade. O Papa não tem como combater esse mal depois de décadas de infiltração na Igreja."
meu raciocinio vai soar infantil, mas não aguento, tenho ke perguntar
"ué, como assim não consegue combater? nãoé só ele suubir num palake quando todas as tvs estiverem filmeando, e no meio de uma multidão e falar "a cnbb esta automaticamente escomungada" e coisas do gênero?
Seu raciocínio não é nada infantil e é muito coerente.
É a primeira coisa que me ocorre quando penso nesse problema. Não sei como responder a isso, como explicar o motivo de isso não acontecer.
Apenas imagino. Embora o Papa Bento XVI tenha dito, salvo engano, que a qualidade é mais importante que a quantidade, na prática a maioria do clero não acha assim. Nem lembro se ele disse isso como Bento XVI ou como Ratzinger.
Há um outro fator que não deve ser desprezado que é que a nossa Igreja já perdeu muitos fiéis na América Latina para as seitas, mercê da ação deletéria dos adeptos da Teologia da Libertação. Excomungar essa gente daria mais força à TL que teve sua ação freada por João Paulo II mas que apenas transmutou-se e continua fazendo o mesmo trabalho subversivo dentro da Igreja.
Havendo uma excomunhão, muito mais gente pode também aderir às seitas. Alguns estudiosos falam até da possibilidade de cisma.
Mas o pior de tudo, e isso também deve estar sendo levado em conta, é que podemos perder até os católicos verdadeiros, porque a crise de vocações é tão grande que muitos católicos da tradição são assistidos por "padres" que de padres já não têm muito. E muitos desses fiéis, na boa fé, não sabem o que está se passando. Sem assistência espiritual, podem acabar recorrendo a outras religiões também.
A Igreja de hoje continua pensando um pouco como na época em que precisou afirmar-se para sobreviver. Por isso tem uma ação política muito forte. E isso implica num jogo que não termina e onde uma atitude corajosa como essa da excomunhão esteja descartada.
"É a primeira coisa que me ocorre quando penso nesse problema. Não sei como responder a isso, como explicar o motivo de isso não acontecer."
eu tenho uma idéia, eles podem "despapar" o papa e kolocar outro no lugar, e dizer qe ele estava senil...mas oque eu duvido é ke essa explicação ia pegar
"Havendo uma excomunhão, muito mais gente pode também aderir às seitas. Alguns estudiosos falam até da possibilidade de cisma."
mas oque que tem perder fiéis? e não existe ninguem que entenda de marketing e comportamento do consumidor d emodo que estas técnicas estanquem o sangramento que poderia vir desta manobra(não estou dizendo que igreja é=mercado, mas que a lógica de marketing e coisas do gênero devem funcionar tb para a religiã0)?Assim, a igreja ta grande mas ta bagunçada, não seria melhor fazer uma limpa e assim ter pessoass dentro da igreja, mais adestradas(no sentido espiritual)?
Existem as teses sedevacantistas segundo as quais o último Papa foi Pio XII e por isso a Sede da Igreja, o Vaticano, está vaga (vacante), daí sedevacantismo. Entre os grupos mais respeitáveis defensores dessa tese estão o Sodalitium da Itália (p/ o sítio deles basta colocar o "www" antes e o "it" depois). são dissidentes da FSSPX.
Não vou "linkar" diretamente aqui p/ não correr o risco de trazer vírus. Existe também o Congregatio Mariae Reginae Immaculatae, CMRI, do Bispo Mark Pivarunas, cujo sítio leva o "www" à frente e "org" depois do CMRI. Não são conclavistas.
Existem também os sedevacantistas conclavistas que já elegeram vários anti papas. Há pelo menos dois anti papas hoje. Esses não são tidos como muito sérios.
E há também os grupos tradiconalistas dentro da Igreja que vêm sofrendo investidas constantes do Vaticano para que, na prática, abandonem a missa de sempre e adiram ao modernismo. Foi isso o que aconteceu com o grupo de Campos dos Goytacazes que, na missa de reconciliação, pediu desculpas ao Papa quando não havia pelo que pedir pois eles apenas permaneceram na fé. O acordo espúrio faria Dom Antonio de Castro Mayer envergonhar-se. O grupo mais importante é a FSSPX com a qual o grupo Permanência, do Rio e outros grupos menores por todo o Brasil, têm afinidades.
Havia uma esperança de que Ratzinger excluísse os hereges mas parece que não teve forças para isso ou mudou o pensamento.
Essa utilização da palavra "mercado" p/ as religiões é muito usada em algumas análises, principalmente quando é tratada a perda de fiéis para as seitas.
"Kaká, nosso maior craque, foi curado por Jesus em sua adolescência. Fiel da Igreja Evangélica Apostólica Renascer em Cristo faz questão de testemunhar sua fé. Desperta ódio na mídia esquerdista e nos anti-protestantes de plantão. É dizimista, pai de família e bom filho."
dizer que kaka como exemplo por ele ser da renacer, é publicitáriamente um suicidio, não aconselho.
"Eu sou católico mas acho que as orações ficariam melhor num ambiente reservado, afinal Deus não teve nada a ver com esse campeonato."
O problema não é o que a gente ACHA das orações que foram proferidas naquele dia dentro do campo. O grande xis da questão é: a entidade máxima do futebol pode proibir manifestações religiosas arbitrariamente, qualquer que seja ela?
Putz... Fernando sempre dá um jeito de transformar um tópico qualquer numa ocasião para atacar os católicos. Essa de sair-se de fininho, afirmando que só está fazendo uma constatação, não consegue disfarçar. É claro que afirmar que os católicos somente repetem palavras vazias, contra a instrução da Bíblia, é um ataque aos católicos. É claro que os católicos não admitem que seja verdade. É claro que se está abrindo o campo para uma troca de farpas.
E depois ainda solta uma dessas: "Picuinha é a que você está fazendo em usar isso e querer enumerar "defeitos do protestantismo" num tópico sobre a religiosidade dos jogadores. " Isso é o que se chama "bater e sair correndo".
Essa de apelar para distinções etimológicas não funciona. Excetuando os protestantes, que dela se valem para apontar o que vêem como erro católico, todos entender por "rezar", no contexto da vida religiosa, uma forma de dirigir-se a Deus. É claro que o termo tem outras conotações (até mais próximas da sua raiz etimológica), como quando se diz "como reza a cartilha". No entanto, para entender o que se quer dizer pelo termo, é preciso verificar o seu sentido para o emissor. Pode-se até afirmar que há uma diferença efetiva no uso, conquanto sutil. Pode-se falar que "rezar" pressupõe uma oração pré-definida, enquanto "orar" não pressupõe. Mas daí não segue que o rezar não seja um tipo de oração, uma forma legítima de dirigir-se a Deus. Aliás, quem é Fernando ou quem quer que seja para afirmar que não há sinceridade e autêntica súplica no repetir orações pré-definidas do rosário? ou para afirmar que o valer-se de suas próprias palavras é garantia de fervor religioso?
Um detalhe histórico que vale a pena ser lembrado: muito comum no paganismo é a atribuição de poderes especiais e divinos às palavras. O pronunciar o nome de um deus é, para muitos pagãos, já uma maneira de trazer o seu poder à terra, e há uma série de palavras, como de objetos, que são tabus em si mesmos, independentemente das intenções de alguém que aconteça de pronunciá-las (ou tocá-los, no caso de objetos). Com efeito, as palavras em si são ocas como os ídolos dos pagãos. São meras ocorrências físicas, que, se não se dirigem como verdadeiras súplicas do coração ao único e verdadeiro Deus, não têm qualquer valor em si. De fato, se a minha oração é uma mera emissão sucessiva de fonemas, por automatismo, ela não terá qualquer valor junto a Deus. Daí não segue que eu não possa usar de palavras de outrem para o meu louvor a Deus, se este é autêntico.
Aliás, como já se disse aqui, a Bíblia tem um livro inteiro de orações pré-definidas. O próprio Cristo "rezou" orações pré-definidas. Ao ler a Bíblia, com espírito orante, estamos "rezando" orações pré-definidas (pois ler é uma forma de repetir). Ao cantar uma música religiosa, estamos rezando orações pré-definidas. Mas quando os católicos usam orações pré-definidas que não agradam aos protestantes, é um escândalo e um horror.
É interessante que Fernando aproveita a deixa para lançar os costumeiros ataques às imagens e à Virgem Maria. Mas é curioso como o protestante consegue aceitar que Maria seja mãe do Senhor, que o Senhor seja Deus, e ainda assim Maria não seja mãe de Deus. É claro que Isabel, ao referir-se ao seu Senhor, não tinha em mente apenas a carne de Jesus. Ao afirmar que Maria é mãe de Jesus, mas não de Deus, que é somente "mãe segundo a carne", é claramente introduzir a divisão na natureza de Cristo (a velha heresia de Nestório, que não por acaso atraiu para si os seguidores de Zoroastro). Pode parecer uma sutileza teológica, mas tem consequências devastadoras (não é à toa que Chesterton dizia que a Teologia é uma ciência mais prática que a Química). Esse tipo de dualismo, que para variar tem um sabor gnóstico, levou a uma seara de erros, do fideísmo ao idealismo e ao materialismo, de que o mundo é vítima ainda hoje. É claro que ao afirmar que Maria é mãe de Deus, ninguém está dizendo que Maria é Deus, ou que tem precedência ontológica ou cronológica sobre Deus. Como também católico nenhum afirma que Maria não foi salva por Nosso Senhor Jesus Cristo.
A propósito: que mal há em que os muçulmanos, assim como católicos e protestantes, também manifestem sua fé?
Se a sua fé está errada e deve-se evangelizá-los, não quer dizer que a decisão da Fifa contribua para fazê-lo.
O pessoal dessa comunidade é engraçado... Onde não é possível haver acordo, todos se queixam que católicos e protestantes (pois não temos cá, ao que saiba, muçulmanos) debatam, pois teriam que se unir contra as ameaças exteriores etc. etc.
Mas quando o acordo é plenamente possível, e ambas as partes são igualmente afetadas, dá-se sempre um jeito de introduzirem-se as acusações e os bate-bocas.
Católicos, protestantes, muçulmanos, todos se prejudicam com uma eventual proibição de manifestações religiosas. Só que uns preferem abdicar dos seus direitos se tiver a oportunidade de cercear os dos outros.
Não os julgo. Pelo contrário, creio que são sinceros.
Aliás, é natural que se pense que, ao externar seus sentimentos religiosos, está-se propagando a fé professada e mesmo a igreja frequentada. Nada há nisso que indique má fé.
E, ainda que não o fossem, isso não seria em absoluto razão para proibir-lhes as manifestações religiosas.
As pérolas proferidas pelo Fernando lembram até as do meu primo, que já foi muambeiro e estava desempregado, quando entrou para uma seita pentecostal (inventada por um amigo dele).
Hoje ele é pastor ($) e os fiéis de sua seita que eu conheci, além de serem quase totalmente ignorantes são impedidos de lerem qualquer coisa além da Bíblia.
Veja o exemplo do Kaká: a única preocupação cultural do meia da seleção é o seriado "24 Horas". É um zé mané que da dinheiro para uma seita de criminosos condenados nos EUA.
Agora, imagine se o Robinho, por exemplo, célebre pelas noitadas (sem a esposa e mãe dos seus filhos) é um cristão que "ora" e que "não repete palavras decoradas, apenas".
O zagueirão Lúcio (o melhor do mundo , na minha opinião) também não tem nada de santo e já agrediu com uma cabeçada um companheiro de seleção (Roger), durante o pré-olímpico.
Mesmo sem ter respondido a uma série de colocações que eu fiz, você continua citando meu nome, como agora em relação à frase que você mesmo proferiu.
Repare o seguinte, eu não usei a frase como você quer fazer parecer, eu citei a frase que você disse. Fiz alusão a ela para ilustrar minha argumentção.
Agora, não é certo o que você está fazendo. Eu respondi pontualmente às suas colocações. Pedi que você respondesse pontualmente às colocações que eu fiz mas estou aguardando até agora. Ao invés de refutar, você continua com sua retórica agressiva e desprovidada de argumentos. Refute o que eu escrevi, por favor, para que continuemos um debate. Eu prefiro sempre o debate à troca de agressões e continuarei assim.
O pior de tudo é que a maioria esmagadora dos protestantes brasileiros são filhos ou netos de católicos quando não eles próprios católicos, aculturados e estrangeirados, que abjuraram da sua fé para aderir à seitas que vêm na fé algo meramente utilitário. Depois de mudar de religião como quem muda de roupa, tornam-se os piores verdugos daqueles que professam sua antiga fé. Voltam-se contra o catolicismo com uma raiva difícil de explicar (ou talvez nem tanto).
Estou a disposição para debater, mas se você não refuta o que eu disse, não há o diálogo. Entendeu?
É claro que a sua afirmação não foi uma mera constatação de fato. Você afirmou:
1. Que católicos rezam e protestantes oram;
2. Que rezar é anti-bíblico.
É claro que daí decorre, junto com a premissa de que os católicos aceitam a integridade da Bíblia como regra de fé, que são incoerentes, e, com a premissa de que a Bíblia é a Palavra de Deus e deve ser seguida, que os católicos estão errados onde os protestantes estão certos. Obviamente, isso requer dos católicos uma resposta em defesa de sua posição.
Mais: se você usou do trecho de Mateus que se refere às "vãs repetições" dos gentios para apontar o caráter anti-bíblico do "rezar", então não pode se livrar da conexão: o rezar dos católicos consistiria em vãs repetições, o que quer dizer, repetições vazias, e justamente por isso seriam condenadas por Nosso Senhor Jesus Cristo.
Jesus Cristo não somente repetiu duas vezes uma mesma oração, mas também rezou os salmos e referiu-se a eles em diversas passagens.
Quanto à Virgem Maria, pois bem. Descuido meu. Deveria ter dito "Fernando aproveita a deixa para lançar os costumeiros ataques às doutrinas católicas sobre imagens e a Virgem Maria.
"Isso é non sequitur seu. Bem fraquinho, hein?".
Se é non sequitur, na verdade, não é meu. A heresia de Nestório foi condenada no Concílio de Éfeso (431) como heresia cristológica, e justamente porque introduzia a dualidade na natureza de Cristo. Se Maria é mãe de Jesus e não de Deus, então Jesus, enquanto filho de Maria, é somente carne, e não Deus. Portanto, as palavras de Isabel: "mãe do meu Senhor" estariam inadequadamente aplicadas. Mas também significa que, ou bem Maria não é mãe da pessoa de Jesus, ou bem Jesus se divide em uma pessoa humana e em outra divina, sendo que somente aquela é filha de Maria. Em ambos os casos, há divisão na natureza de Cristo: seja em pessoa divina e "matéria" humana, seja em pessoa divina e pessoa humana.
"Mas católicos não afirmam que ela não tinha pecado? Se não tivesse pecado, não necessitaria de salvação."
Sobre isso eu já escrevi em outra oportunidade, e o amigo Fernando não se deu o mínimo trabalho de ler:
A Imaculada Conceição de Maria (que não se identifica a concepção virginal) não se deu por mérito próprio, mas ela foi preservada do pecado por antecipação dos méritos de seu Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo. Maria foi salva por Cristo tanto quanto qualquer outro cristão. A diferença é que, enquanto Cristo é para nós, contaminados do pecado original, remédio, foi para ela vacina. Pois está escrito (Jb 14,4): "Quem fará sair o puro do impuro? Ninguém".
Para os católicos, Maria foi preservada da influência do pecado original por antecipação dos méritos de Cristo.
Eis a definição do dogma:
"A doutrina que sustenta que a beatíssima Virgem Maria, no primeiro instante da sua Conceição, por singular graça e privilégio de Deus onipotente, em vista dos méritos de Jesus Cristo, Salvador do gênero humano, foi preservada imune de toda mancha de pecado original, essa doutrina foi revelada por Deus, e por isto deve ser crida firme e inviolavelmente por todos os fiéis."
A questão da "transitividade" realmente não se coloca, porque Cristo é o puro por excelência, ao passo que a glória de Maria está na sua total entrega a Deus, para fazer com que o Filho resplandeça. Ou seja, é uma glória secundária, participada, subserviente.
A Igreja encontra, nas Sagradas Escrituras, um grande número de imagens e prefigurações da Imaculada Conceição de Maria: a arca da Aliança, o tabernáculo do Senhor, o véu de Gedeão... Sobretudo é vista como nova Eva: se pela primeira havia entrado no mundo o pecado, através da segunda entraria a salvação. Enquanto a primeira ouviu a serpente e fez-se sua escrava, ao passo em que Maria esmaga-lhe a cabeça, como Judite cortando a cabeça do general inimigo. Pois o próprio Deus disse à serpente: "Porei ódio entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dela. Esta te ferirá a cabeça, e tu ferirás o calcanhar" (Gen 3,15).
Mas o principal respaldo bíblico para o dogma está na saudação do arcanjo Gabriel, única em toda a Escritura: "Ave, cheia (i.e. plena) de Graça". Nas palavras do Papa Pio IX, na bula Ineffabilis Deus, que definiu o dogma: "[assim] se demonstrava que a Mãe de Deus era a sede de todas as graças de Deus, era exornada de todos os carismas do Espírito Divino; antes, era um tesouro quase infinito e um abismo inexaurível dos mesmos carismas; de modo que, ela não somente nunca esteve sujeita à maldição, mas foi também, juntamente com seu Filho, participante de perpétua benção: digna de, por Isabel movida pelo Espírito de Deus, ser dita: 'Bendita és entre as mulheres e bendito o fruto do teu ventre'.
Também em Ap 12 há uma alusão à figura da mulher "revestida de sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas" (Ap 12,1), que figura simultaneamente Maria, mãe do Messias, e a Igreja, mãe de todos os que nEle crêem, a seus pés, objeto de culto para os pagãos. O dragão que deteve-se diante dela, para devorar-lhe o filho (Ap 12,3-4), revela-se adiante como a primitiva serpente (Ap 12,9) e sua inimizade com a mulher, figura de sua luta contra a própria Igreja, é retratada em todo o restante do capítulo. A alusão à figura de Maria como nova Eva se mostra aqui com singular eloquência.
No entanto, convém sempre lembrar que a doutrina da Igreja se apóia, além de nas Sagradas Escrituras, igualmente nas colunas da Sagrada Tradição e do Sagrado Magistério. Aquilo sobre o qual há unanimidade moral (i.e., consenso de todos os que se pronunciaram sobre o assunto, e oposição de nenhum) entre os Padres da Igreja como se tratando integralmente de doutrina ensinada pelos apóstolos, pode ser proclamado em dogma de fé. E o fato é que a inteira tradição apostólica jamais questionou a Imaculada Conceição de Nossa Senhora, ao contrário, fortemente a sustenta.
A FIFA não tá nem aí pra essa diferença entre "reza" e "oração". Ela quer mesmo é lenhar tanto com católicos como com evangélicos. Enquanto vocês ficam discutindo aí, daqui a algum tempo não poderemos nem orar - ou rezar, como queiram - dentro de nossos lares.
"- Mas no Rosário... dizemos sempre o mesmo! - Sempre o mesmo? E não dizem sempre a mesma coisa os que se amam?"
Fernando, nenhum protestante nunca conseguiu me responder essa: "qual é o fundamento bíblico do cânon bíblico?"
Em outras palavras, em que livro da Bíblia está escrito que "Pastor de Hermas" não é inspirado? Em que livro da Bíblia está escrito que a "Epístola aos Hebreus" é inspirada?
"Em outras palavras, em que livro da Bíblia está escrito que "Pastor de Hermas" não é inspirado? Em que livro da Bíblia está escrito que a "Epístola aos Hebreus" é inspirada?"
achei que eles(teologos em geral) usavam regras de hermeneutica e lógica par adescobrir se algo é inspirado ou não, usando a li da "não contradição" , calculos de concordancea linear, etc.
Mas qual a fundação bíblica da hermenêutica? A Sola Scriptura não se sustenta. Tem um tópico chamado "Irlanda", acho que a gente poderia se espancar por lá, vamos deixar este tópico para discussão da questão dos jogadores impedidos de rezar.
O meia Mesut Özil está causando polêmica na Alemanhã por não cantar o hino nacional antes das partidas. O jogador de ascendência turca declarou que prefere rezar durante a execução, em entrevista ao jornal Bild. A ação do atleta foi reprovado por Franz Beckenbauer, um dos maiores ídolos da história do futebol alemão.
Beckenbauer disse que se sente emocionado e orgulhoso durante a execução do hino alemão e que seria obrigação de todos os jogadores cantarem. O técnico Joachim Löw concorda com a opinião do capitão do título mundial em 1974, mas pede respeito a decisão do atleta.
A origem da família de Özil é turca, mas há três gerações que os antepassados do jogador adotaram a Alemanha como pátria. O jogador nasceu na cidade de Gelsenkirchen e optou por defender a seleção alemã, quando era júnior.
A Alemanha está no Grupo D junto Sérvia, Gana e Austrália. A estreia será no dia 13 de junho contra os australianos, às 15h30 (de Brasília), em Durban.
Sensacional: o camisa 10 da Seleção, Kaká, acabou de humilhar o Juca Kfouri numa entrevista coletiva na África. Segundo o craque, Kfouri vem "mirando a artilharia pesada" contra ele, apenas pelo fato de Kaká ser cristão e expressar isso.
"Há algum tempo os canhões do seu pai [Juca Kfouri] são disparados contra mim. Eu queria aproveitar a pergunta para responder às críticas que ele vem fazendo, e o que me deixa triste é que essas críticas não são pelo futebol, mas porque ele tem problemas comigo por causa da minha religião. Porque eu sou uma pessoa que segue Jesus Cristo. Eu o respeito como ateu, e gostaria que ele me respeitasse como [seguidor de] Jesus Cristo. Não só a mim, mas a todos os milhões de brasileiros que acreditam em Jesus Cristo"
POdendo ou nao, nego segue expressando suas crencas. O que mais tem eh batedor de penalti fazend sinal da cruz, alias, sinal da cruz abunda, antes do penalti, depois que se faz gol, ao entrar em campo. Jogadas irregulares sao ditas na imprensa como mao de Deus ou braco de Deus, hahaha....
Nao existe esporte mais cristao que futebol...kkk
"até porque entre os cristãos europeus impera a teologia liberal"
não apenas a teologia liberal como o total colaboracionismo com o inimigo, só isso pode explicar a primeira-ministra da Alemanha (frequentadora do Clube Bilderberg) cantando loas ao multiculturalismo da seleção alemã
RPZ,NA EUROPA TEM POUCOS CRISTÃOS DE VERDADE,AINDA BEM QUE NA SELEÇÃO BRASILEIRA TEM ALGUNS CRISTÃOS...,AGORA TOU FELIZ PELA CORÉIA DO SUL POIS PARECE QUE OS CRISTIANISMO LÁ TÁ CRESCENDO MSM! ATÉ ADULTÉRIO FOI PROIBIDO COM PENAS DE PRISÃO(FIQUEI SUPER FELIZ QUANDO SOUBE)E EU VIR UNS JOGADORES AGRADECENDO A DEUS