BRASÍLIA - O movimento gay comemorou nesta sexta-feira o pedido da Procuradoria Geral da República para que o Supremo Tribunal Federal (STF) torne obrigatório o reconhecimento da união civil entre homossexuais. O presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), Toni Reis, disse que uma eventual vitória na Corte pode reduzir o preconceito e permitir a adoção de crianças por casais de pessoas do mesmo sexo. (Você é a favor do reconhecimento da união civil entre homossexuais? Opine)
Já a Igreja manifestou preocupação com algumas consequências do julgamento, que ainda não tem data para ser realizado.
'Se o pedido for aceito, vai diminuir a desigualdade'
O presidente da ABGLT já percorreu alguns gabinetes do Supremo para tratar do assunto e disse estar confiante numa decisão favorável. Ele afirmou que o reconhecimento da união entre gays e lésbicas vai assegurar a maioria dos 37 direitos que, segundo ele, são negados aos homossexuais.
- Estamos superfelizes com a ação, que é uma demanda histórica do movimento LGBT. Se o pedido for aceito, vai diminuir muito a desigualdade entre os direitos da nossa comunidade e dos heterossexuais - afirmou Reis.
Na avaliação de Reis, a permissão para que casais homossexuais adotem crianças seria uma consequência direta do reconhecimento da união civil entre pessoas do mesmo sexo:
- Entendo que isso está subentendido no pedido da Procuradoria - disse.
O bispo Antônio Augusto Dias Duarte, da Comissão para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), disse ver com reservas a ação da procuradoria. Ele afirmou que a Igreja não se opõe ao reconhecimento da união civil entre homossexuais para a garantia de direitos civis. No entanto, se disse preocupado com a possibilidade de a decisão equiparar esse tipo de relação ao casamento.
- É uma questão complexa e delicada. Não se pode privar duas pessoas que vivem juntas dos seus direitos sociais. Por outro lado, a Igreja não concorda em se equiparar qualquer união afetiva ao casamento. O matrimônio não é apenas um sacramento, é uma instituição natural com benefício social - disse o bispo da Comissão para a Vida e a Família da CNBB.
'A Igreja é uma voz na sociedade pluralista'
Bispo-auxiliar da Arquidiocese do Rio, dom Antônio Augusto afirmou que a Igreja também deve ser ouvida na discussão:
- A Igreja é uma voz na sociedade pluralista, e tem o direito de proclamar que o verdadeiro matrimônio é entre homem e mulher, que podem formar uma família - afirmou o religioso.
Reis disse que o movimento LGBT não defende o casamento gay, e sim a união civil entre homossexuais.
- Não queremos o casamento agora, queremos os direitos civis - afirmou.
Mas eles sempre tiveram os direitos civis.
Lutam por igualdade, mas querem ser mais "iguais" do que outros.
Como eu disse em um tópico anterior: Legitimando o "casal" homossexual, eles terão amparo legal para adotar crianças.
E ressalto novamente: Quando temos a intenção de ter filhos, é NATURAL que venhamos se relacionar com o sexo oposto. Deixar que "casais" homossexuais tenham "filhos" via adoção ou FIV (fertilização in vitro) é CONTRA as regras da natureza.
O próximo celeuma será se os orfanatos mantidos por instituições religiosas irão, ou não, permitir a adoção por homossexuais.
E tendo amparo legal para odotar crianças, terão amparo legal para exigir que todas as crianças sejam ainda mais ensinadas a reconhecer o anti-natural como natural; e tendo amparo legal para isto, terão amparo legal para prender qualquer um que discorde disso - exceto os muçulmanos, claro - sobre a alegação de que estão traumatizando crianças . É assim que a sodo-demagôgia avança.
Apertei o botão erado no tópico e peço mil desculpas por isso.
Esse caso na Espanha teria me assustado uns anos atrás, mas aqui em Dallas, chamada de a fivela do cinturão bíblico, já faz um tempinho que abriram a Cathedral of Hope, que funciona mais ou menos do mesmo jeito. Ah, e a cientologia chegou esse ano também.
´´Reis disse que o movimento LGBT não defende o casamento gay, e sim a união civil entre homossexuais.`` Isto não tem sentido! a constituição favorece a união hetero, e não fala ,logicament, que a a conduta homossexual é igual a heterossexual!
Se é para passar por cima da coinstituição e alegar que isto se trata de igualdade igialdade( este que eles dizez) inclúi casamento...
Carlos Ayres Britto está trabalhando nas férias para concluir o seu voto sobre uma dessas questões que mexem bastante com a opinião pública: o reconhecimento jurídico da união homossexual. Ayres Britto, relator da ação movida pelo governador Sérgio Cabral, entrega em fevereiro suas considerações, de cerca de trinta páginas, ao presidente do STF, Cezar Peluso.
A partir daí, já se pode marcar a data da votação. Embora Ayres Britto não revele seu voto, há uma quase unanimidade entre seus pares: será favorável à união homossexual.
BRASÍLIA - O movimento gay comemorou nesta sexta-feira o pedido da Procuradoria Geral da República para que o Supremo Tribunal Federal (STF) torne obrigatório o reconhecimento da união civil entre homossexuais
Isto é uma repetição do que vem acontecendo nos EUA há décadas: o ativismo judicial inovador. Questões como esta não mais serão discutidas no parlamento, casa com atribuição constitucional para propor, discutir, aprovar ou rejeitar projetos de lei, mas serão discutidos e aprovados dentro de uma corte.
Alguns podem julgar isto natural, mas o STF não tem isenção, porque seus ministros são nomeados pelo Presidente da República e assim se comprometem com as diretrizes governamentais. Os juízes ativistas passam a substituir o legislativo, criando normas obrigatórias que o próprio parlamento não criou.Isto não se confunde com hermenêutica, isto é, a interpretação dos textos legais.
Há uma diferença entre ativismo judicial revelador e inovador: No primeiro caso, o juiz inova no ordenamento jurídico, mas o faz respaldado por valores e princípios constitucionais, ou porque há uma lacuna no ordenamento jurídico. O Direito prevê tal situação. No segundo caso, a inovação reflete uma invasão de atribuição constitucional, porque o Judiciário toma o papel do legislativo, inovando com uma norma impositiva não oriunda do parlamento.
Dois processos envolvendo a união de pessoas do mesmo sexo foram incluídos na pauta de julgamentos do Plenário do Supremo Tribunal Federal da próxima semana. Na quarta-feira, 4 de maio, os ministros deverão analisar, sobre a união homoafetiva, a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4277 e a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 132, ambas de relatoria do ministro Ayres Britto.
ADI 4277
A ADI 4277, ajuizada pela Procuradoria-Geral da República, foi protocolada inicialmente como ADPF 178. A ação objetiva a declaração de reconhecimento da união entre pessoas do mesmo sexo como entidade familiar. Pede, também, que os mesmos direitos e deveres dos companheiros nas uniões estáveis sejam estendidos aos companheiros nas uniões entre pessoas do mesmo sexo.
A PGR defende a tese de que “se deve extrair diretamente da Constituição de 1988, notadamente dos princípios da dignidade da pessoa humana (artigo 1º, inciso III), da igualdade (artigo 5º, caput), da vedação de discriminações odiosas (artigo 3º, inciso IV), da liberdade (artigo 5º, caput) e da proteção à segurança jurídica, a obrigatoriedade do reconhecimento da união entre pessoas do mesmo sexo como entidade familiar”.
ADPF 132
Na ADPF 132, o governo do Estado do Rio de Janeiro (RJ) alega que o não reconhecimento da união homoafetiva contraria preceitos fundamentais como igualdade, liberdade (da qual decorre a autonomia da vontade) e o princípio da dignidade da pessoa humana, todos da Constituição Federal.
A ação pede que o STF aplique o regime jurídico das uniões estáveis, previsto no artigo 1.723 do Código Civil, às uniões homoafetivas de funcionários públicos civis do Rio de Janeiro. E que os mesmos direitos dados a casais heterossexuais sejam dados aos casais homossexuais em relação a dispositivos do Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Estado do Rio de Janeiro, que tratam sobre concessão de licença, previdência e assistência (incisos II e V do artigo 19 e artigo 33 do Decreto-Lei 220/75).
Devido ao excesso de tópicos sobre homossexualismo etc, a moderação pediu a todos os integrantes que cooperem não criando mais tópicos sobre o mesmo tema. Assim, foi criado um tópico "fixo' onde todas as notícias sobre o movimento gay serão melhor aglutinadas, favorecendo uma futura pesquisa.
Portanto, eu pediria que, caso lhe convenha, apague e poste aqui:
Carlos Travecson, estilista e assessor especial de Diversidade Sexual da Prefeitura do Rio: "É uma decisão histórica na luta pelos direitos civis e humanos neste país e um reconhecimento para 18 milhões de famílias homossexuais desse país. Com isso, diminui bastante os 112 direitos civis que não são respeitados para os homossexuais. Para que haja igualdade de direitos e igualdade plena com os casais heterossexuais, só se o casamento entre parceiros do mesmo sexo passasse a ser permitido como na maioria dos países. A Argentina, que fica aqui ao lado é um exemplo. Também merece destaque o fato que o Rio novamente é vanguarda na luta em defesa dos direitos humanos. A decisão do Supremo foi tomada a partir de uma representação do governador Sérgio Cabral."
Isso aí seria inevitável e previsível. Nem lamento mais.
O que devemos temer é a "bola de neve" que virá com isso. Um direito "homo" que é reconhecido pelo estado servirá como pretexto para reinvidicar livermente outro, até que se chegue ao cúmulo da pl. 122, e então viveremos em tempos de trevas do homofascismo e perseguição religiosa.
tb não sei de onde tiraram este número. Ontem mesmo vi o Alexandre Garcia no bom dia Brasil dizendo que 60.000 pessoas afirmaram no Censo 2010 estarem numa relação homossexual.
Dou parabéns a todos os homossexuais por permitirem que pessoas promiscuas e de mal carater conduzam suas vias e os transformem em armas de degradação social.
Parabéns por garantir mais uma passo a uma ditadura totalitária.
São bonecos de ventríloquo do Palácio do Planalto e sempre atendem as determinações, dos seus mestres nomeadores.
Teremos eleições municipais em 2012 e são milhões de eleitores homossexuais que não podem e devem, ser desprezados pelos politiqueiros canalhas brasileiros.
Agora porque os processos envolvendo os políticos pilantras e ladrões que foram e estão enterrados, nos porões da citada alta corte de injustiça.
Não recebem a mesma atenção e agilidade que conseguiu as ações movidas pelos gays, num curto espaço de tempo?
Alguém certa vez disse que a melhor forma de governo é o “governo do povo, para o povo e sob Deus”.
Do povo? Se dependesse dos sentimentos, tradições e valores do povo, os ministros do STF teriam julgado com justiça, não com ideologia.
Para o povo? Se os ministros do STF se preocupassem com os sentimentos, tradições e valores do povo, teriam votado a favor do povo, não contra ele.
Sob Deus? Com Deus, é possível defender a justiça e resistir às tentações ideológicas e politicamente corretas. Sem Deus, tudo é possível.
O que o governo, mídia liberal e militância gay não conseguiram através do Congresso Nacional, devido à resistência do povo, conseguiram mediante suas majestades do STF, escolhidas em grande parte por suas majestades do PT, impor uma decisão que vai contra os sentimentos, tradições e valores do povo, sejam de proteção ao casamento natural ou às crianças.
Esqueça os sentimentos, tradições e valores do povo. Esse é o governo do PT, para o PT e sob o PT.
Essa imposição segue a tradição socialista soviética e nazista. Só para lembrar: o Partido Nazista era oficialmente o Partido dos Trabalhadores Nacional Socialista.
O povo que escolhe socialismo, come socialismo a força, seja por meio dos tribunais ou decretos imperiais.
Fonte: http://www.juliosevero.com/
Um exemplo que deveria ser seguido por milhões de brasileiros vendilhões, alienados, anencéfalos, vagabundos e desidiosos.
Que se acomodam sejam barganhando seus votos por guloseimas e assistencialismos eleitoreiros, cabisbaixos e de joelhos aceitando todas as roubalheiras sem indignações e manifestações físicas(Passeatas, mobilizações, etc...).
Enfim com um ignorante e nauseabundo conformismo aonde quem rouba está dentro da legalidade, mas aqueles que se comportam honestamente e dignamente são considerados.
Bandidos de altíssima periculosidade!
Independente dos perigosos precedentes que irão se abrir a partir desta legalização das ações, movidas pelos grupos homossexuais.
Temos que louvar a dedicação e incansável busca de direitos travados fazem decênios, pelos gays de todo o País.
Os bolsistas preguiçosos e malandros e demais brasileiros que também vendem suas cidadanias, por guloseimas e verborragias deveriam se espelhar.
Na união dos homossexuais e exigir dos politiqueiros canalhas de todo o País trabalho, dignidade, saúde, educação, segurança públicas com qualidade e eficácia, etc...
Resgatando a honradez deixando a inutilidade vivendo como micróbios sustentados mesmo em condições de labutar, as custas do sangue e trabalhos alheios.
A decisão dos "Ministros Adestrados" corrobora para o reconhecimento e ressarcimento de direitos adquiridos, nos quase dois decênios ao lado da Dilma Rousseff conforme suas afirmações.
Caso hajam negativas dos pagamentos de pensões as penalizações serão idênticas e severas, como acontecem com os casais héteros?
Christian:
Vc disse disse que vão comemorar com uma suruba. Certíssimo
Olha o que escreveram para mim na comunidade do Bolsonaro>
"Mysther
VOCE doutorando é um mal fodido deve viver na punheta ,,,,,,, eu adorei a aprovação da união estável gay , o nosso proximo passo é a aprovação da pl 122 , vou dar uma festa e todos os homofobicos que se cuidem cadeia sera pouca. "
MUITO BEM FEITO!!
Sinceramente isso e uma conspiracao comunista, vamos pensar ...
comunista fala que tem que ter o mesmo direito mas nao falaram dos deveres,
Tanto homens como mulheres heteros sofrem de golpe do bau, pensao que tem que pagar, senao da cadeia, DIVIDIR BENS.
Quando um casal hetero quer se separa geralmente é uma tortura, agora , com a uniao estavel, estes mesmo problemas o casal homo tambem tera, basta lembrar que se namorar 2 anos ja uniao estavel no Brasil, e agora com homossexuais TAMBEM, eu se fosse gay nunca que iria querer uniao consolidada pela lei, ainda mais numa sociedade como a nossa