Pearl Carter, de 72 anos, namora Phil Baile, de 26. Até aí mais um caso de namorados com grande diferença de idade, né? Não. A diferença grande aí reside no fato de Pearl ser avó de Phil!
Os dois estão juntos e estão usando uma barriga de aluguel para ter um filho. A inseminação custará o equivalente a cerca de 97 mil reais. A mãe de aluguel se chama Roxane, de 30 anos, que diz ter ficado fascinada com a história do casal - que corre risco de prisão por incesto.
A americana, que vive em Indiana conheceu o neto quando tinha 64 anos. Phil é filho de Lynette Bailey, que Pearl deixara para adoção quando tinha 18 anos. Lynette criou o filho como mãe solteira.
Quando tomou conhecimento da morte da filha, vítima de câncer no cérebro quando Phil tinha 18 anos, a avó foi atrás do neto.
Ao achá-lo, ela passou a desenvolver uma estranha relação com Phil.
"Quando ele me mandou uma foto por email, pensei que homem bonito e sexy ele é, antes de me beliscar: ele era o meu neto!"
Quando se viram pela primeira vez, foi amor à primeira vista. Pearl contou que o momento a fez se sentir sexualmente ativa após muitos anos.
"Estou apaixonada por Phil e ele por mim. Logo teremos uma criança e estou certa de que Phil será um excelente pai", afirmou a idosa à revista "New Idea".
Phil dá de ombros quando perguntado sobre a inusitada relação:
Ando meio precipitado em minhas conclusões. Bati o olho no tópico e o mapa da Suécia desenhou-se em minha imaginação. Mas tratam-se de norte-americanos pós New Age.
Tá uma adrenalina viver: o mundo me surpreende a cada dia - de forma desagradabilíssima, é claro, mas surpreende...
Hum não, como juiz eu nem conferiria a ambos o "direito" de se casarem, logo não haveria de se fazerem divorciar. Isso é patológico-apenas iria colocar uns pareceres de 3 psiquiatras junto da sentença e indeferiria o pedido in limine...E se um membro da família, co-herdeiro, se opusesse ao processo e postulasse a interdição da velhinha, eu concederia isso numa boa(resumindo ou abstraindo vários detalhes técnicos que não precisam ser expostos aqui).
Se a avó do sujeito ainda ovula, e os dois copularem, só posso ter pena do feto...geralmente endogamia não é algo aconselhável....
Mas...eles que se justifiquem perante Deus se detiverem pleno domínio da razão-o que eu duvido- eu não condeno, apenas constato...
E não, não é preciso ir muito longe, citar fontes osbcuras e ir nas fontes dessas etc...todo livro de medicina legal-pátrio ou estrangeiro- é taxativo, ao lidar das parafilias, em clássificar um caso desse enquanto tal. Se quiser, te indico o autor mais lido na minha época de faculdade- Genival Veloso de França (ele tem dois bons livros, Direito Médico e Manual de Medicina Legal)...
Livros mais especializados de psiquiatria forense são mais taxativos ainda. Se quiser adquirir um indico este autor:Herber Soares Vargas-Manual de psiquiatria forense(não me lembro da editora) cuja bibliografia para parafilias é boa e vasta; e o melhor de tudo, politicamente incorreta.
Um trem bom também é o Tratado das enfermidades mentais de Oswald Bunke-só li um exemplar em espanhol mas vale a pena...ele fala muito a respeito da fenomenologia de algumas parafilias, inclusa a que está no tópico...
Agora, falando sério; essa bizarrice além de ser crime, é um sinal inequívoco da falta de limites morais e éticos, típicos da época em que vivemos. (2)
Acho que não fui muito claro. Quando perguntei sobre o que fazer, me referia ao caso que contei, dos dois irmãos que se casaram e tiveram filhos, sem saber que eram irmãos. Já eram casados há anos, com 2 ou 3 filhos [não lembro bem], família constituída, tudo bonitinho, até que caiu a bomba.
O que fazer? Pedir divórcio? Anulação do casamento?
E aí entram questões mais delicadas: classifica-se como incesto a relação de duas pessoas apenas por conta de sua proximidade biológica [irmãos], ou por conta da CONSCIÊNCIA desta proximidade biológica?
Porque se Abelardo estiver certo, e o que importa na ética é a INTENÇÃO, os dois irmãos não tinham intenção alguma de, como vocês dizem, "pecar".
Duvido muito que a pedofilia seja sancionada como correta. Enquanto numa relação homossexual nós temos dois adultos em idade de consentimento, na pedofilia uma das partes não tem poder de escolha. Não há malabarismo retórico que permita validar algo como a pedofilia.
Mas é claro que há: estabelecer que a "parte sem poder de escolha" tanto o tem, quanto nós é que a violentaríamos ao impedir-lhe o exercício. Pior, estaríamos a obstar o maravilhoso gozo da máxima realização do ser, qual seria o extravasamento livre, universal e constante do irrefreável impulso sexual. Afinal, é essa a síntese inevitável da cultura contemporânea. A proteção que se faz, hoje, à infância, é absolutamente incoerente para com toda a retórica que a cerca. Uma das duas tende a cair - e basta observar os movimentos das "vanguardas" intelectuais para sabermos qual está mais próxima disso.
Aliás, em Admirável Mundo Novo (bem-aventurado aquele tópico recentemente resgatado), as personagens referem-se à nossa concepção da infância como estado de latência tal qual um professor ginasial brasileiro se referiria ao regime militar ou à idade média. Huxley não fez uma profecia, mas uma constatação.
Não entendi a necessidade de você "me explicar" a probabilidade de doenças congênitas decorrentes de frutos do incesto. Eu sei muito bem que a probabilidade de doenças herdadas aumenta - e não necessariamente retardo mental, como você disse.
Você não leu a minha questão: eu não questionei se o incesto é válido. Eu questionei COMO PROCEDER NO CASO DOS IRMÃOS QUE SE CASARAM SEM SABER DE SUA RELAÇÃO, E QUE JÁ TINHAM FILHOS [normais].
Vai dizer isso pro lider do seu movimento. A alegação é de que crianças já tem sexualidade quando pequenas, o que é uma falácia sem tamanho, mas vai ganhar terreno graças à merda do movimento gay.
Faz-me rir. Você acha mesmo que existe UM líder de uma coisa chamada MOVIMENTO GAY?
Deixa eu te contar um assombroso segredo: não existe isso. Existem pessoas que se colocam em posição de liderança e criam ONGs. Elas não representam o movimento gay. Luis Mott, por exemplo, está longe de me representar.
Em ambos os casos, pedofilia e homossexualismo, verifica-se características antinaturais. Até mesmo fisicamente podemos perceber que uma criança fica com escoriações ou coisas do tipo com o sexo, no homossexualismo idem: Conheço gays que tem incontinencia fecal porque simplesmente não tem mais pregas.
* gargalhadas * Eu devo conhecer muito mais gays do que você, e nunca ouvi falar de nada disso, nem levemente próximo a isto. Além disso, mesmo que tal afirmação fosse verdadeira, de onde você tira que todo gay dá o cu? Há uma imensa quantidade de gays que detesta a idéia de fazê-lo.
Mas isso não tem nada a ver com o que eu afirmei. O que eu disse é que dificilmente algum país sancionará a pedofilia, porque a pedofilia envolve relações sexuais com uma criatura que não tem idade para realizar escolhas. Isso diferente totalmente do caso dos homossexuais, que são dois adultos! Será que é difícil entender uma coisa tão óbvia?
Em casos como o dos irmãos que não se conheciam casam-se (como eu não sei, pois o casamento civil e o eclesiástico exige identificação civil o que inclui o histórico dos pais que, por cruzamento de dados, deixa mínima margem de erro para quem age de boa fé mas vamos admitir o extraordinário),-isso me lembra de uma novela da Globo muito antiga...rs-
Bem,
Antes da ciência da condição de irmãos, desse parentesco, eu não imputaria culpa por ignorãncia excusável, embora civilmente o casamento seja nulo, quer dizer, se ambos continuarem casados e realizando negócios jurídicos, isso configura ilícito civil e penal-olha a gravidade...Como juiz, se o pai, outro irmão ou mesmo outro 3º jurídicamente interessado peticionasse em juízo a alegaçaõ de fraude ou de simulação, e constatada a ciência do parentesco entre os dois, eu decretaria o casamento como nulo, imporia sanção cível E remeteria traslado do processo para o Ministério Público para a averiguação de possível fato-crime. Estou trabalhando com os dados fornecidos sem tecer as minudências legais.
Quanto ao especrto moral, creio que a ignorância de Caio ser irmão de Tícia os escusa, mas a partir da ciência do parentesco a coisa muda de figura 180º, pois a intenção terá o vício da vontade ciente que dirige a ação, sendo a mesma posição, antes não condenável, agora moralmente repreensível, e a persistência no equívoco o transforma em erro, do erro advém o hábito e desse o vício...
Em ambas as esferas-do direito e da moral, sustentar um "casamento" entre irmãos consanguíneos que se sabem irmãos é indefensável.
O que eu quero dizer é que são duas coisas diferentes: uma é você se relacionar com alguém com quem tem relação de parentesco, sendo que esta relação de parentesco não apenas de sangue, é de CONVIVÊNCIA.
Outra, diferente, é você se relacionar com uma pessoa que por acaso é seu parente, sendo que jamais houve convivência de parentesco entre vocês. Esta senhora, por exemplo, jamais conviveu com seu neto na condição de neto. O problema aí me parece mais de tabu moral. Incesto é sempre um tabu em todas as culturas, isso é fato, mas o INTERDITO varia de cultura pra cultura. Em algumas culturas, irmão com irmão pode, mas irmão com mãe não pode. Antes que me venham com bla bla bla você está relativizando, eu não estou, estou constatando um fato cultural. Até porque o tabu de nossa cultura está tão entranhado em mim, que mesmo eu, se me apaixonasse por alguém, se descobrisse que esta pessoa é meu parente, broxaria no ato, porque o interdito não me permitiria sentir atração.
A propósito, pergunta que pode parecer irônica, mas é séria e envolve quem acredita em criacionismo, Adão e Eva, etc... para a reprodução da humanidade, os descendentes de Adão e Eva foram fazendo sexo entre si [incesto sancionado] ou Deus foi criando mulheres a partir das costelas de todos os homens? Eu já procurei muito por isso, e nada encontrei. A quem puder esclarecer, agradeço.
Meu caro, incesto é TABU porque é naturalmente REPUGNANTE para humanos. Os normais, é claro. Pra orango isso aí deve ser muito natural - mas não é HUMANAMENTE natural. O problema, eu cheguei à conclusão, é que a gente está VIVENDO no meio do orangal - e os orangos se PARECEM conosco. Eles certamente devem ter existido SEMPRE, mas agora são proporcionalmente MAIS, estão virando MAIORIA.
E quando se começa a debater alguma coisa com eles, a gente vai percebendo que NENHUM critério que pra nós é natural, normal, adequado, confortável - é a mesma coisa pra eles. Eles consideram o natural DELES, não o NOSSO! Como é que vai-se explicar a um macaquinho racional mas sem consciência - um orango - a repugnância que uma avó apaixonada por um neto, e vice-versa, PROVOCAM? Não é EXPLICÁVEL, é SENTÍVEL! O orango não vai entender, caráleo! O mecanismo racional não é SUFICIENTE para ele entender! Ele vai querer usar argumentos racionais, mas NÃO SE TRATA exatamente disso: se trata de um ENGULHO, de um nó nas tripas, de uma REPULSA.
Como orango só possui a parte racional do processo intelectual, ele fica querendo que esta parte racional resolva TUDO: mas isto é uma IMPOSSIBILIDADE, evidentemente - para um humano, quer dizer!
Eu cada vez acho mais insensato debater quando eu saco que o cara não dispõe do "segundo elemento", como diz o Dr. Smith. Melhor NÃO. Até porque a discussão não vai nem se estabelecer - a discussão é IMPOSSÍVEL.
Pois é, no Irã eles assassinam homossexuais, em Uganda querem fazer o mesmo. Eu acho errado, assim como acho errado uma pessoa se unir em laços sexuais com um parente próximo.
Como eu disse, não estava relativizando, mas você não deve ter lido
O que eu disse é que incesto é SEMPRE um tabu, mas O TIPO de interdito varia.
E perguntei sobre Adão e Eva, mas ninguém respondeu
Na verdade, quando você diz que "não tem discussão" porque o outro é um "orango", o que eu percebo nas entrelinhas - no meu caso, especificamente - é algo bem diferente. É porque no âmago do seu ser, você sabe que não conseguirá sustentar uma discussão racional comigo. Este argumento de que não vai conversar com o outro porque o outro é um "orango" é apenas uma pífia tentativa de desqualificar o adversário através de adjetivações pseudo-ofensivas, como se "ser orango" estivesse abaixo de "ser leoa", quando na verdade é tudo bicho
Eu já te leio há um bom tempo, só nunca me manifestei. Você é do tipo de pessoa que entra numa discussão para vencê-la, custe o que custar, nem que para isso faça malabarismos retóricos que só parecem "lógica" para mentes fracas e desavisadas. Comigo não pega.
Na verdade, somos bem parecidos neste ponto: eu só entro numa discussão para vencer. Nossa diferença é que quando eu percebo que estou errado e o outro está certo, eu digo: você está certo. E é por isso que eu sempre venço
O curioso é que, no presente caso, não discordamos. A história me é aversiva, e ainda que eu tente relativizar, ela continua me sendo aversiva. Só que, diferente de você, eu sei que em outras culturas a aversão seria por algo diferente.
Além disso, a aversão que sinto deve ser diferente da de você - e da de muitos aqui - pelo seguinte: eu não tenho nojo nem dela, e nem do rapaz. Eu tenho aversão à idéia, e pronto. Até porque, o "não julgueis para não serdes julgados" para mim vale muito mais do que qualquer coisa.
A única pessoa neste tópico que está capacitada para julgar os homens de acordo com as leis deste mundo é o Douglas, que ao que parece é juiz. E se porventura houver um Deus, cabe a ele, que supostamente tudo vê, a resolução deste caso.
Não, meu caro, você está redondamente enganado. Orango é um epíteto absolutamente LÓGICO: refere-se ao inivíduo que abdicou de uma faculdade intelectual - à falta de outro termo mais preciso - e que por conseguinte não é IGUAL a outro ser humano que a possui. Não há nada de intrinsecamente "ofensivo"nisso - a verdade NÃO É ofensiva NUNCA. Nem laudatória. Nem coisa nenhuma: a verdade É a verdade, e acabou-se.
Eu evidentemente posso sustentar uma discussão racional com você ou qualquer um - mas esta não é uma discussão MERAMENTE racional, o que parece lhe escapar.
O busílis é justamente ESTE. O computador do Penrose sustentava TODAS as "discussões racionais"- mas não pode responder a uma pergunta simples que exigia MAIS do que isto. O computador representa o "MERO RACIONAL"- e o debate aqui é MAIS que o "mero racional". Ou você - qualquer um - ENTENDE que não se trata do "mero racional"- ou o debate é IMPOSSÍVEL, porque se dá num âmbito no qual quem só tem o "meramente racional" não consegue entrar, como o computador do Penrose.
O ORANGO é este - e repito que o termo não é "desqualificador", e sim um termo absolutamente LÓGICO, simples, conciso e verdadeiríssimo.
E eu não entro numa discussão para "vencer"- eu aliás não estou "discutindo", caso você não tenha percebido. Estou AFIRMANDO que quem não saca o HORROR disto é um orango, porque quem NÃO FOR UM orango terá a noção de que este pesadelo aí de avó transando com neto é algo horrendo, NATURALMENTE não permitido, que nem passa pela cabeça de ninguém normal achar possível ou justificável. Sem que se precise DISCUTIR coisa nenhuma.
O incesto involuntário é uma desgraça da qual a pessoa não tem consciência, não tem CULPA. Isto aí é outra coisa, é um PESADELO, um HORROR.
Nananananão, meu chapa - esse negócio de "não julgueis" não se refere a isto, de permitir o mal e virar a cara para o outrio lado dizendo "não é comigo". A frase é um severo aviso contra a HIPOCRISIA, é isso que ela é. O Rabbi não veio aqui pregar a permissividade, meu caro. O vale-tudo, a imoralidade. Me poupa.
Não, minha cara. Eu daria o epíteto de "manipulador" a toda e qualquer pessoa que se diz portadora da verdade. O filósofo é um amigo da sabedoria, e não um detentor dela. Aliás, é este o real significado do termo "arrogante", já expliquei aqui: ad rogare, "tomar como próprio". Na verdade, eu diria que é possível ser arrogante como o diabo, principalmente quando a pessoa se coloca como bastião da moralidade e humilha as pessoas - quem quer elas sejam - com palavras vis.
Eu desconheço a verdade, mas a busco. E, para buscá-la, devo ouvir meu semelhante e me proteger das certezas absolutas emburrecedoras. Isso não é dar ganho de causa ao relativismo, é cultivar um mínimo de prudência.
Que me conste, Jesus disse "não julgueis" para defender uma prostituta que levava pedradas. Sim, eu sei que ao dizer o que ele disse, ele não está sancionando a prostituição. Ele está apenas pedindo NÃO JULGUEIS. Só que, com o tempo, o que se vê é que a humanidade apenas trocou de pedra: as pedras agora são virtuais, e tomam a forma de palavras do tipo QUE NOJO, QUE ABERRAÇÃO.
O meu estômago também se embrulha, mas, diferente de você, eu não julgo, porque não cabe a mim - cabe aos juízes da Terra e, se existir, ao juiz metafísico.
Aquele boboca está é com falta de vara, isso sim, e essa velha deveria ao menos ter vergonha na cara e um pingo de decência, de respeito próprio, ela está precisando de semancol ou de um desconfiômetro. Louca varrida, e o neto dela só pode ser um tarado perigoso, dado a abominações. No mínimo está rolando grana e viagra, patrocinados por alguma revista de viadagem e/ou de masturbação.
Oh, goody-goody! 😄! Eu sei. Bom, eu sou uma arrogante que diz o que pensa.
Falando sério, meu chapa - faz isso comigo não, tá certo? Nâo começa com essa patetice.
O que é que você tem a dizer do caso amoroso entre a avó e o neto? Hm? Limite-se a isso, plis. Eu ODEIO essa papagaiada aí. Eu sou conhecida por ter um monumental bom-gosto. Sou bastante concisa. Não EMBABADA o debate, amigo. Não vem com essa cafonice - me faz esse favor, pelo menos! Daqui a pouco você vai querer botar um fundo musical mexicano. Me poupa e vamos aos fatos.
Oh, pelo visto você não acha "nada", porque a sua goddy-goddyness o IMPEDE! Ah, tão tá bom.
Saquei. Não vou insistir.
Mas não me irrita mais não, tá, meu chapa? Fica na sua. Já que você "não julga", também não tem nada que dar palpite, né mesmo? Deixa o debate pra nós, os que JULGAMOS e achamos esta merda uma indecência oranga HORROROSA. NÓS achamos isto - você não julga, todo mundo já entendeu, e ponto final. AJA conforme o seu discurso. Thanks.
Minha disciplina pessoal é limitada. Extremamente limitada.
Minha disciplina pessoal é limitada. Extremamente limitada.
Mas isso se vê tranquilamente, sem esforço algum. Nem era preciso declarar
O que eu ACHO sobre a relação do referido casal, é algo que já externei repetidas vezes aqui. Só analfabeto funcional não entende. A diferença é que eu não sinto a menor necessidade de apedrejar virtualmente outras pessoas. O máximo de sadismo ao qual me permito é atacar frontalmente as idéias de quem tem o poder de replicar, mesmo quando esta pessoa não tem lá idéias muito boas e revela desconhecer o básico da doutrina que diz abraçar. Como você, Priscila.
Já se entendeu, meu chapa: não ME IRRITE e não REPITA.
Não se irrite você, mulher! Eu tenho tanto poder sobre você assim?
Eu continuarei a dizer o que desejo, quando desejar. Você pode gritar, urrar, roer o reboco da parede, mas o único poder que você terá sobre mim será aquele que eu te autorizo: o de meu expulsar da comunidade e revelar ao mundo a figura totalitária que na verdade VOCÊ É.
Não, meu chapa, você pra variar é que ainda não conseguiu entender: esse negócio de "não julgo" é coisa de lesado, e aqui o ibope disso é baixo, muito baixo.
É ESPERADO que se tenha NOÇÃO da diferença entre o que é certo e o que é errado, a.k.a. o BEM e o MAL. Tem nada disso de "não julgo", não.
JULGUE - ou GUINCHE, porque a escolha é exatamente ESTA.
Escolha, porque está na SUA MÃO ESCOLHER: ou JULGA, entende que o BEM é diferente do MAL - ou começa a guinchar e não reclame do epíteto de orango, que é uma classificação baseada nos mais clássicos moldes.
Não sou EU quem define esta escolha, meu chapa: É VOCÊ, é CADA UM.
Nada a ver com pecado, diga-se de passagem: o pecador arrependido demonstra que MANTEVE a capacidade de auto-julgamento, evidentemente - e como MANTEVE a sua capacidade de JULGAR, por isto se ARREPENDE, e se SALVA. Veja como são as coisas, meu chapa: o JULGAMENTO é o PAI do arrependimento. Só se arrepende quem SE JULGA culpado, quem compreendeu que o que fez foi MAU, não BOM.
Trate os outros como a SI MESMO, meu chapa: ser cristão demanda ISTO, nada diferente disto. E o perdão DEPENDE do arrependimento, também. Perdoar a quem não se arrepende não foi a ordem recebida. Quando um padre, no sacramento da confissão (ou penitência) PERDOA em nome de Deus, o ARREPENDIMENTO, a CONTRIÇÃO, é OBRIGATÓRIA. Ninguém é perdoado sem ele, sem este indispensável ARREPENDIMENTO. E o arrependimento é fruto da consciência, da noção de que o BEM não é igual ao MAL.
Portanto, goody-goody, não seja bobo e não me venha com esse "bom-mocismo" idiota. Tome tenência, e olhe para CIMA, como é devido!