Já relatei aqui, e em outros lugares, o episódio da prova de Geografia da minha neta, na qual o tema era “Durvalina”, a mulher do líder sem –terra, descrita como um exemplo para a mulher brasileira.
A neta trocou de colégio: e o que freqüenta agora tem inclusive um nome de santa católica.
Ela foi viajar - os livros ficaram para a vovó Pri lutar com aquela demoníaca invenção chamada contact e, sabe Deus como, “encapar sem deixar nenhuma bolhinha”.
Estava eu ocupada nesse afazer enlouquecedor, às três da matina (que é a hora que me sobra pra essas diversões...), quando me chamou a atenção o livro de História (“Nova História Crítica”, de Mário Furley Schmidt, Editora Nova Geração, propriedade dos Srs. Domingo Alzugaray e Arnaldo Saraiva).
A capa, pra começo de conversa, mostra em primeiro plano três crianças – supostamente representantes da diversidade brasileira, porque uma é uma menina lourinha e os outros dois são um menino moreninho e outro pretinho. Os meninos usam o barrete frígio da Revolução Francesa, e o moreninho empunha um chuço. A menina, sorridente, acena – num claro gesto de chamada, para que toda a infância brasileira se junte ao grupo. Todos estão vestidos com indumentária de época.
Ao fundo, os canhões - e o povo com chuços, foices, baionetas, machados, invadindo a Bastilha – da qual saem rolos de fumaça.
Já fui percebendo o que me esperava, lá dentro do livreco...
O livro, sob o pérfido disfarce (mais tênue do que um fiapo de gaze transparente) de estimular a crítica, é uma cartilha de doutrinação marxista . Aí vão algumas perguntas, escolhidas inteiramente ao acaso: “´Você acha que o Brasil seria mais justo se o governo tomasse uma parte das terras dos fazendeiros mais ricos e a distribuísse entre as famílias de camponeses sem-terra?”;
“É correto executar os inimigos políticos quando a revolução se encontra em perigo?”;
“Logo no começo, Engels diz que há um motivo para que as mudanças sociais da época fossem ruins para os operários – que motivo era esse?”;
Faça uma pesquisa sobre o Mercosul e depois analise: existe possibilidade de união da América latina? Que tipo de união poderia ser essa?”;
“Você gosta de músicas ou de filmes que defendam uma causa política? Ou será que política e arte não têm nada a ver uma com a outra?”;
“Por que até hoje muitas pessoas falam em “baderna” quando vêem uma greve de operários, uma passeata de estudante, um protesto de moradores, uma ocupação dos sem-terra?”;
“O que é melhor para o Brasil: ser rival ou cooperar com os vizinhos da América Latina?”;
E mais: “Por que o capitalismo é tão explorador, tão desumano, tão irracional? Qual a causa disso tudo? A propriedade privada, diziam Marx e Engels. Como os burgueses são os donos das fábricas, minas, terras, bancos e empresas em geral, eles submetem milhões de trabalhadores” .
Em seguida vem um quadro explicativo das diferenças: de um lado, sob a rubrica “CAPITALISMO”, um cabisbaixo operário, com o engravatado patrão ao fundo, diz : “TRABALHAMOS PARA ELE, QUE É O DONO DA FÁBRICA” – do outro lado, sob a rubrica “SOCIALISMO”, um sorridente operário diz: “ESSA FÁBRICA PERTENCE À (a crase é deles, não minha) TODA SOCIEDADE. TRABALHAMOS PARA NÓS MESMOS”.
O tio Patinhas, com cara de enfezado, é representado dizendo: “Agora, como possuidor de poderes mágicos, terei estes estúpidos selvagens na minha mão!”
Ainda: “O que é mais importante: humildes seres humanos do Terceiro Mundo, ou grandes e vigorosos lucros dos empresários do Primeiro Mundo?”
Marx e Engels são citados a cada momento. O livro Cuba: anatomia de uma revolução fornece textos, bem como publicações de um treco chamado Sociedad Bolivariana de Venezuela. A palavra “civilização” ou “civilizado” vem sempre entre aspas quando usada em relação a europeus ou americanos. Padres e soldados são apresentados como “aliados na repressão”.
Sobre Marx e Engels (falta pouco para o autor sugerir às crianças que se chamem os dois de “tio” Marx e “tio”Engels...) : ...”conheceram-se jovens e foram grandes amigos a vida inteira. O socialismo científico é obra conjunta dos sois companheiros. [...] Eram intelectuais. Escreveram livros com idéias novas e profundas em Filosofia, Histária, Sociologia e Economia. Até os dias de hoje, suas obras são estudadas nas universidades. [...]Mas não eram “intelectuais de gabinete” (isolados do resto do mundo). Também foram homens de ação, participando ativamente dos movimentos revolucionários. Uniam a teoria à prática.”
A abolição da escravatura no Brasil é descrita, em tom de deboche, assim: “Era uma vez uma princesa boazinha, chamada Isabel. Ela ficou com tanta pena dos negrinhos que resolveu acabar com a escravidão, assinando a lei Áurea.”
E, na linha seguinte: “Todos os brasileiros já ouviram essa história, não é mesmo? Mas pense um pouco!”
E logo depois: “Vimos que negros e mulatos tiveram um papel ativo na luta pela abolição. Por que hoje em dia eles “aceitam” (aceitam mesmo?) a discriminação racial e as péssimas condições de trabalho?”
Em outra página, uma ilustração de um cangaceiro, com a legenda: ”O homem do sertão que jamais se rendeu. Repare que o cabra-macho está com uma arma na mão.”
Quanto à história detalhada do Marxismo: A importância de eventos e revoluções marxistas é sempre enfatizada, com intensa proximidade afetiva, como se se tratasse do um aniversário do amigo - ”Você se lembra da Primeira Internacional? Pois a finalidade da Segunda era coordenar a luta mundial dos trabalhadores.”
Quanto às mulheres: referências como “boa mãe” e “boa esposa” aparecem SEMPRE entre aspas – em tom de escárnio.
E a patifaria de fingir que se trata de um incentivo à crítica está bem clara: ”Marx e Engels acreditavam que o sistema capitalista não apenas era injusto como também irracional. Veja e decida você mesmo. ( Até parece! A seguir, o autor continua, com a mais explícita canalhice, “deixando a decisão” por conta da criança indefesa:) É ou não absurdo que milhões de pessoas trabalhem duro a vida inteira, para que uns poucos fiquem cada vez mais ricos? Que haja tanta gente miserável enquanto os ricos desperdiçam fortunas com luxo? Que os países façam guerra e provoquem a infelicidade de povos inteiros apenas porque as empresas querem garantir seus lucros? Que num país com gente sem casa nem sapatos, as empresas só consigam sobreviver se produzirem objetos de consumo caríssimos? Para Marx e Engels, a resposta seria única: o capitalismo é totalmente ilógico.”
Amigos, eu sei que está confuso: mas a indignação me embarga a voz!
Essa criança, que leria essas sandices, é uma das minhas – e ela vai, por causa de sua família, escapar da doutrinação.
Quantas outras NÃO IRÃO?
Como será a geração que, aos doze anos de idade, já recebe uma carga doutrinária dessas, com o beneplácito dos colégios e a indiferença de seus papais e mamães, que se dizem “anti-Lula”, e “anti-PT” ?
Quis deixar esse testemunho aqui no orkut para que todos tomem conhecimento do que está sendo feito com toda uma geração: muitos aqui não tem filhos, muito menos netos, e talvez não tenham idéia disso.
Pois então taí, minha gente: é isso!
E depois ainda ousam dizer que o Olavo é paranóico...
Eu vou ver se os caras falam do tio Stalin, Caio...
Mas o problema é que é a segunda vez - em colégios DIFERENTES - que encontro os livros desse camarada adotados.
Eu acho que ele está se espalhando feito praga!
Uma doutrinação religiosa nesses moldes já teria provocado um ESCÂNDALO, com certeza!
Eu mesma, que concluí o ensino médio há 14 anos, tive muitos professores doutrinadores. A minha sorte é que meus pais ficavam de olhos bem abertos e nos vacinavam todo santo dia contra essas pragas.
Mas hoje está muito pior! Tenho 9 sobrinhos adolescentes, e TODOS os livros e apostilas deles têm o MESMO teor deste que a Priscila coloca.
No ano passado, a professora de literatura (a mesma) de 4 desses meus sobrinhos, em séries diferentes, mandou que lessem "O Código da Vinci" pra fazerem uma prova depois! Qual foi a ÚNICA mãe que foi lá reclamar? Uma de minhas irmãs!
E quem não tem pais que lutam o tempo todo pra tirar esse lixo das cabecinhas?
Em uma das escolas (particular) que tem na cidade dos meus pais, que é onde mora a maioria dos meus sobrinhos (não estudam nessa escola), o tema do penúltimo desfile de 7 de setembro foi o antiamericanismo.
Cada "ala" com uma faixa tipo "não à dominação", etc., cartazes com fotos do Bush com nariz de palhaço, um verdadeiro circo dos horrores!!!
A solução gente, é "Home Schooling". Vocês ainda não perceberam isso? colégio público é para fazer a criança ficar cada vez mais burra? Se eu pagasse uma escola para o professor ensinar esse tipo de trolha para o meu filho saia de lá na base do xingo. Não vou pagar para um professor empulhar merda na cabeça do meu filho. Se eu pago eu tenho o direito de exigir educação e não emburrecimento.
Na Universidade ou faculdade ensine seu filho a escolher a dedo suas referências. A questionar e não aceitar tudo calado. Acostume seu filho em casa na boa leitura. Evite televisão e acostume seu filho a ter censo crítico e a usar a internet.
Se depois disso tudo seu filho virar comunista, esqueça. Até o filho da gente mesmo pode ser idiota.
Como Olga falou, o homescholling é proibido. Ademais, acho que seria impossível implantá-lo, por causa de questões culturais e econômicas (os pais não tem educação nem tempo para educar os filhos).
A saída que eu acredito é na criação de escolas de educação liberal, destinadas a formar elites intelectuais. Pretendo trabalhar em uma alternativa deste tipo. Porém, levarei alguns anos para viabilizar esse projeto. Será que vai dar tempo para ter alguma diferença significativa?
Obrigada pelo link! Já entrei em contato com o pessoal, e quero ver o que está sendo feito contra essa barbaridade, e onde eu posso ajudar - os trechos de outro livro escrito por esse nefasto e verminoso sujeito que estão no site são de não acreditar!
Pedro, eu pretendo fazer um bonito escarcéu no colégio, palavra de honra. Só pra meu prazer pessoal, eu sei que não vai resolver nada...
Mas peraí, eu até conheço a diretora, muito simpática, etc - bati papo (aqueles rapidinhos, de avó pegando neta no colégio) várias vezes, durante a campanha eleitoral (ela era anti-Lula, caramba!), e me parecia que a criança estava razoavelmente segura, num território pelo menos neutro! O Colégio inclusive fez uma pesquisa sobre se os pais queriam algum tipo de instrução religiosa (a maioria não quis...), essas coisas!
Desse jeito, realmente, não é possível! Como é que eu vou deixar que a pobre criança vá - por exemplo - numa excursão a Ouro Preto, ou a Tiradentes, e volte "instruída" por uma canalha ignóbil, cheia de idéias erradas e malévolas, contra as quais estarei em luta permanente, sem nunca nem poder piscar o olho?!
Prefiro tirar desse colégio - mas o pior é que, como a Olga disse e você confirma, não vai adiantar!
Obrigada, Antonio!
É mesmo, o Olavo já tinha mencionado o nefasto Sr. Schmidt e seus livros!
Grande mestre, o Olavo de Carvalho - nada passa por sua consciência, e ele sempre distribui a informação, com toda a boa-vontade e esforço!
Infelizmente não tenho fotos, mas é uma boa lembrança, a escola deve ter o desfile em vídeo.
Conheço umas pessoas que trabalham lá, vou ver se dá pra conseguir. Bom pra o youtube...
O curioso (força de expressão!) é que as pessoas que assitiam ao tal desfile nem ficavam chocadas com o que viam, e eu e meu marido olhando alternadamente para a rua e pra cara um do outro, de boca aberta, abismados!
Nessas férias, conversando com um sobrinho de 12 anos, soube que a professora de história dele fala que as crianças dos EUA estudam nas escolas que a Amazônia é deles...
E eu só soube disso quando questoionei o porquê dele dizer que não tem vontade de conhecer os Estados Unidos... o pobrezinho já está (estava) com a cabecinha virada...
POr mais que os pais tentem e estejam atentos, é muito difícil pra pegarem TUDO o que é ensinado tortamente...
pessoal, voceo é que voces aacham esses textos do olavo? pelo site del eu nunca consigo encontrar nada que quero... tem algumas lista atualizada que voce encontra por topico ou voces "favoritam" essas coisas?
Me lembrei agora de um episódio engraçado em uma aula do Olavo.
Uma mãe contou que deixava os filhos faltarem às aulas, chegando ao limite máximo do que poderiam ter de falta no ano. Lá pelo meio do ano letivo, foi chamada à escola e questionada quanto ao elevado número de ausência dos filhos. Ela respondeu que era ela mesma quem queria que eles frequentassem a escola o mínimo possível, e que naquele ano ainda não haviam se esgotado as possibilidades de faltas dos filhos, que a diretora não estranhasse, pois eles ainda faltariam mais vezes! kkkkkkk
A diretora ameaçou denunciá-la ao Conselho Tutelar.
Chris, eu estou estranhando! Eu justamente acho o sistema de busca do site do Olavo um dos melhores - acho tudo, lá! Já até fiz esse elogio antes, aqui mesmo, espontâneamente, porque realmente uma palavra remete a uma porção de textos, e o assunto que eu quero pesquisar é facilmente encontrado!
No caso de um título (como o título do artigo que o Antonio mencionou aqui), escreva o título inteiro, que você evidentemente cai no artigo direto - se puser só uma das palavras, as opções serão muito mais.
Sempre uso diretamente o site (pelo menos quando estou nesse computador em que escrevo agora, porque ele é meu computador de trabalho, e está bloqueado para abertura de links orkutianos por minha própria vontade, e cercado por uma rede extensa de recursos de proteção), e nunca tive a menor dificuldade!
Tente de novo, e boa sorte, como disse o Luciano!
O que me espanta não é a besteira que o cara escreve... Todo mundo tem direito de escrever imbecilidades. O problema é levarem isso a sério!!!
Eu sempre estudei em colégio particular. Entre os anos da 5ª série e o 3º colegial, dentre todos os meus professores de história, quem passou mais tempo dando aulas para mim foi um dos fundadores do PT daqui da cidade, presidente do partido por várias vezes, e tbm vereador reeleito várias vezes (e com mandato em andamento na camara). Ainda que pese o fato dele ser pai de um dos meus melhores amigos e de- obviamente- eu estima-lo por isso, ele sempre foi um doutrinador sem vergonha em sala de aula. Sempre. E isso me irritava.
Mas, por incrivel que pareça, porcarias que nem esse livro, com esse tipo de linguajar, não passariam nem perto das aulas dele. É inimaginavel ver o meu velho professor comunista trantando essas questões com essa cara de pau. Ele era um pouco mais sutil (e tbm critico ao proprio comunismo, ao contrário dessa besta que critica tudo menos o que tem mais motivos para ser criticado) e essa sutilidade dele acabava dando espaço para que pessoas, como eu, percebessem as besteiras do socialismo/comunismo. Mas, pelo que parece, os comunistas conseguiram piorar a si mesmos. E as nossas crianças que sofrem com isso.
Se não tiver nenhuma escola que preste, acho que o jeito é não colocar os filhos em escola nenhuma mesmo e depois que façam um daqueles cursos supletivos onde se pode fazer o 1° e 2° grau em menos de um ano cada, só para conseguir o diploma. Para que convivam com outras crianças, alguns cursos de línguas, esportes, música ou o que for, devem bastar. O problema seria ficar ensinando a contar, ensinar o alfabeto, haja paciência! Haha...
Fiquei pensando no que dizer, rascunhando algumas coisas (e algumas saiam impublicáveis), e só posso dizer que isso é muito lamentável!!! Se isso não é doutrinação comunista, o que será?
Me perdoem se alguém já falou ou já respondeu ao que eu vou dizer.
O problema é sistêmico. Não adianta mudar de escola, porque as escolhas dos livros são feitas por um grupo de professores dos quais se exige, hoje em dia, mestrado. E adivinhe com quem eles fizeram mestrado? Isso mesmo, com toda a caterva do gramscianismo, consciente ou não.
Isso é o que mais me preocupa. Em nenhum ambiente universitário ou de pós graduação é possível estar livre desta mentalidade marxista, nem mesmo nas universidades particulares. Estive há alguns dias conversando com dois mestrandos da FGV e eles afirmam que por lá esta praga também graça. Tenho uma jovem parenta que está na PUC - vejam bem, CATÓLICA - e que também está sob a lavagem cerebral anti-direitista de parte considerável dos professores.
Então o jeito não é mudar de escola. A única saída que eu vejo é ter uma longa conversa com sua neta. Longa só não: contínua. Acompanhar de perto, discutir os temas, fazer sua própria neta reflexionar sobre estas perguntas escabrosas que vc copiou no início deste tópico. Com a casa aberta aos colegas da sua neta, deixe o assunto "rolar". Veja como está a mentalidade dos demais da turma. E, com jeito e muita psicologia, introduza o verdadeiro livre-pensar, já que na escola o pensar deles está totalmente esquadrinhado pelo gramscianismo.
Não é aprimeira vez que vejo história em escola ensinada assim. Vi a minha vida toda de estudante, inclusive num colégio jesuíta e num colégio vicentino.
O nosso estado de coisas é fruto de pelo menos 15 anos de ensino de história dessa maneira. As criaças e adolescentes saem doutrinadas e incapazes de debater o que quer que seja. Saem militantes ou, pelo menos, simpáticos à causa.
É, Andrea, eu já tinha até escrito isso: também não creio que mudar de escola resolva, pois já tinha visto a mesma coisa em outro colégio. O único jeito é "anular" a doutrinação, em casa, e nunca "dar bobeira".
Mas a intenção quando escrevi o tópico foi também a de saber até que ponto essa doutrinação está estendida - ou melhor, a partir de que idade já existe a contaminação.
E mesmo criar uma espécie de rede informal, pedindo a pais e irmãos (aqui tem muito poucos avós - se é que tem algum além de mim - o pessoal é mocinho!) pra que deem uma checada nos colégios, uma olhadela nos livros, uma conversada com as crianças, sabe.
Não posso imaginar ver um dos meus cinco pimpolhos (o sexto netinho chega em setembro!), já adulto, discutindo com a vó Pri que a propriedade privada é um roubo, que a religião é o ópio do povo, cheios dessa coisa medonha e fatal que se chama "ódio de classe" e se esquecendo e negando tudo aquilo que tem tanto valor pra mim, e fiz sempre tanta questão de ensinar a eles.
Como diria o Antonio, eu estaria pedindo os meus sais!!!!! - não, mais que isso: eu estaria de coração despedaçado...
na minha epoca ja era assim. vivia discutindo com o professor de geografia. depois que sai, o ancelmo goes colocou nota no o globo dizendo q (FINALMENTE) os pais do tradicional colegio chapeuzinho vermelho/gimk haviam reclamado q o professor de geografia mandou os alunos lerem OS CADERNOS DO TERCEIRO MUNDO!!!!!
ih, sofri muito antes disso e olha q o chapeuzinho e o gimk eram os colegios mais elitizados da epoca (anos 80).
Bruno, diz aí o nome do seu colégio!
Porque, assim com certeza, eu só conheço aqui no Rio o São Bento!
O velho Sion, meu adorado colégio, acabou - ou virou outra coisa diferente.
Estou atrás de boas escolhas pros netos, e embora eles não morem no Rio, de repente através de um eu acabo conseguindo outro (por indicação de bons diretores) - você sabe, eu estou mesmo empenhada nessa briga!
A resposta da Andrea foi brilhante e absolutamente lúcida...
Infelizmente o que vc narrou, tenho ouvido de muitos amigos em situações similares e só nos resta manter a atenção e muito diálogo, além é claro, de nos posicionar na escola.
Ano passado a minha filha com dez anos chegou em casa com a seguinte história:
"mãe, vc sabia que agora homem com homem pode namorar e se beijar na rua e se a gente reclamar vai preso?"
Eu quase caí de costas! Fui averiguar e descobri que a sua professora de EDUCAÇÃO FÍSICA, simplesmente falou que iria mudar a ginástica aquele dia para ginástica cerebral!
E passou a explicar para as crianças sobre homossexualidade, que ela existe e é um fato, que é normal, não pode ser vista com preconceito e que o governo lula havia acabado de aprovar uma lei que pune com a prisão qualquer pessoa que reclame se ver homossexuais namorando em público!
Veja, uma criança que mal sabe o que é PRECONCEITO, que mal tem noção da própria SEXUALIDADE! Coisas que se aprendem ao longo da vida e existem matérias apropriadas para isso!
Mas o que vi ali, foi uma intenção clara de que as crianças servissem de pombo-correio para seus pais, pode uma coisa dessas?
Fui na escola, convoquei uma reunião, disse tudo o que eu queria, a professora se desculpou, disse que a minha filha "tinha interpretado mal", acabou sendo advertida (já que não lhe cabia esse tipo de aula), mas no fim ficou por isso mesmo. E infelizmente eu fui a única mãe a reclamar.
Foi ali que me dei conta do perigo e do quanto preciso estar alerta. Imagine que eu moro numa cidade anti-lula e me aconteceu isso, que dirá em outros lugares?
Pois é Monica! Que horror! Isso é um PESADELO!
É a contaminação das crianças, um crime sem perdão!
Eu só quero ver como a escola reagirá - vou segunda, já marquei minha reunião, porque as aulas não começaram e não havia nenhuma diretora lá.
Mas eu não vou deixar barato, disso eu tenho certeza.
E aposto que vai me acontecer o mesmo que com você: vou ser a ÚNICA a reclamar...
Não importa, a gente não pode é desistir de lutar!
A reunião será com a direção da escola ou com os pais dos alunos??
Seria importante alertar os pais das crianças, porque aposto que boa parte deles nem ao menos viu o conteúdo dos livros.
Talvez, se eles perceberem que o livro por exemplo, fala mal de empresários(vários pais devem ser empresários), eles façam algo.
Fernanda, a reunião marcada é só com a diretoria do colégio - vamos ver no que vai dar...
Estou sinceramente tão descrente da minha terra que não tenho certeza mais se os pais vão concordar comigo ou não, palavra.
Gente, aqui é o Brasil. Aqui não tem essa de "não pode". Acompanha-se o que os filhos aprendem na escola, desmonte-se as empulhações com argumentos e fatos e deixe o professor achar que seu filho decorou a cartilha direitinho. A escola é o cartório do conhecimento. Tira-se a porcaria do diploma que não serve para nada e ensine-se o gosto pela boa leitura, a criatividade, o questionamento e a verdadeira filosofia em casa. Eu tive talvez uma luz divina por ter visto isso por mim mesmo e não ter esperado isso de ninguém. Mas poderia ter ganho alguns anos se meus pais tivessem me educado antes.
A chancelaria do governo da Venezuela está na expectativa das indicações dos nomes que comporão o novo ministério do presidente Luiz Inácio da Silva, para preparar as estratégias de articulação com o governo brasileiro de ampliar o relacionamento pela identificação de ideais socialistas.
Em Caracas, o Palácio Miraflores aguarda ansiosamente a futura composição ministerial do Brasil e, ao se confirmar a designação da sexóloga Marta Suplicy para a pasta da Educação, formulará convite para visitar, de imediato, o sistema educacional venezuelano. O titular do Ministério da Educação da Venezuela é irmão do ditador Hugo Chávez, incumbido de sistematizar a intoxicação ideológica nas novas gerações de estudantes e o proselitismo gramscista dos corpos docentes. Esta é a meta do programa do socialismo do século XXI a ser estimulado em todos os países da América Latina e do Caribe.
Brasil acima de tudo aguarda, quando tudo se confirmar, o dissimulante Presidente da República acolher as "sábias" recomendações do seu grotesco instrutor de Relações Internacionais, Marco Aurélio Garcia, vice-presidente do PT e coordenador do Foro de São Paulo. Quem sabe a nova didática marxista na rede de ensino oficial fará parte do PAC - Programa de Adestramento Chavista. (OI/Brasil acima de tudo)
A Marta Suplicy é a anta chique do PT. Se aquele embuste chegar no MEC, eu dou um golpe de Estado no Lula e demito-a na hora!!
Só agora tive paciência para ler (quase) todo esse tópico.
Priscila, choremos nossas lágrimas. Afinal, também tenho história quilométricas sobre doutrinação marxista, mas na universidade. Sou bacharel em Geografia pela UFRGS. Imaginem: UFRGS + Geografia = PT é direita.
Professor que, no lugar de ensinar-nos demografia, falou exclusivamente da crítica ao capitalismo e propagação do.. anarquismo cristão (?); trabalho sobre os "movimento sociais" da América Latina: MST, FARC, Sendero Luminoso, Chiapas, etc; censura do Olavo de Carvalho no trabalho final de graduação (que fazia seu trabalho "por dinheiro"... ãhã); desconforto com minhas declarações públicas da crença em Deus (aí também confesso uma falta de desenvoltura em abordar o assunto); a conclusão final da aula de Sociologia de que a globalização era desculpa para os países ricos dominarem os pobres; etc, etc, etc.......
(repito aqui o que eu disse quando este livro foi mencionado na comunidade Fora Lula)
O livro tem uma pergunta muito boa, na verdade:
"Você gosta de músicas ou de filmes que defendam uma causa política?"
Claro que sim! RAMBO é um clássico! Aquela cena no final é perfeita, expõe o que os soldados do Vietnã sofreram, e o que os malditos peaceniks esquerdistas fizeram a eles depois.
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TRAUTMAN: Você fez tudo para fazer essa guerra particular acontecer. Você causou dano suficiente. Essa missão acabou, Rambo. Você me entende? Essa missão acabou! Olhe ali, olhe pra eles! Se você não acabar isso agora, eles vão te matar. É isso que você quer? Acabou, Johnny. Acabou!
RAMBO: Nada acabou! Nada! Você não pode simplesmente desligar isso. Não era minha guerra! Você que pediu, eu não pedi! E eu fiz o que precisava para vencer! Mas alguém não nos deixava vencer! E eu voltei para o mundo e vi todos aqueles vermes no aeroporto, me insultando, cuspindo em mim. Me chamando de assassino de bebês e todas essas coisas horríveis! Quem eles são pra me insultar? Só se eles fossem eu, e estivessem lá, e soubessem sobre o que eles estão berrando!
TRAUTMAN: Foi um tempo ruim pra todo mundo, Rambo. É tudo passado agora.
RAMBO: Pra você! Pra mim, a vida civil é nada! No campo, tínhamos um código de honra, você me protege e eu protejo você. Aqui não tem nada!
(continua)TRAUTMAN: Você é o último de um grupo de elite, não acabe assim.
RAMBO: Lá eu podia pilotar um helicóptero de combate, podia dirigir um tanque, eu era responsável por equipamento de milhões de dólares, aqui não consigo nem manter um emprego de manobrista de carros! Eu não consigo... eu não... meu deus. Onde foi todo mundo? Oh, deus. Eu tinha um amigo, era o Danforth. Eu tinha todos esses amigos. Tinha toda essa gente que eram meus amigos. Aqui não tenho nada. Lembra do Danforth? Ele era aquele que usava uma faixa preta na cabeça e eu peguei uma caneta e disse pro Feron, escreve pra gente lá em Las Vegas, porque a gente sempre falava de Vegas, e aquele carro. Era um Chevy 58 vermelho conversível, ele falava daquele carro, dizia que ia andar nele até os pneus caírem. A gente estava naquele bar em Saigon. E veio aquele menino com uma caixa de engraxate, e ele pergunta, quer graxa, quer graxa, e o Joey disse que sim, aí eu saí pra pegar umas cervejas e o menino... a caixa tinha uma bomba, e ele abriu a caixa e explodiu o corpo dele por todo o lugar. E ele estava caído ali e gritando, os pedaços dele em cima de mim, desse jeito... e eu tento tirar, sabe... o meu amigo está esparramado em cima de mim, tem sangue e tudo... e eu tento juntar os pedaços dele, tento colocar as tripas de volta pra dentro dele mas elas continuam saindo, e ninguém me ajudava! Ninguém me ajudava. E ele dizia por favor eu quero ir pra casa, eu quero ir pra casa. Ele chamava meu nome, eu quero ir pra casa, Johnny, eu quero dirigir o meu Chevy, eu disse pra quê, eu não consigo encontrar as suas pernas. Eu não consigo encontrar as suas pernas. Eu não consigo tirar isso da minha cabeça. Eu não consigo tirar isso da minha cabeça.. não consigo... eu sonho com isso há sete anos. Todo dia eu tenho isso. E às vezes eu acordo e não sei onde estou. Eu não falo com ninguém. Às vezes é um dia.. uma semana... eu não consigo tirar isso da minha cabeça... não consigo...
http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/2007_02_04_r…240564796895Um exemplo de como age um sindicato dentro da USP: no momento, ele é aliado dos reitores paulistas. Bonito, hein, Magníficos!?
Como vocês sabem, a Associação de Docentes da USP (Adusp) e o Sintusp (Sindicato dos Trabalhadores da USP) querem parar a universidade por conta de uma suposta agressão à autonomia universitária, que teria sido praticada pelo governo do Estado. Já escrevi a respeito. Os reitores começaram com essa bobagem e agora vão ter de tentar devolver os monstrengos para a caixa de Pandora. Resolveram ser o Kerenski dos leninistas das universidades. Agora vão ter de se virar.
O leitor Luís Guilherme Fernandes Pereira me manda um vídeo, que está no YouTube, feito por alunos da Politécnica da USP, em que ficam claros os métodos empregados pelo tal Sintusp para defender as suas, digamos assim, idéias. Trata-se de uma mobilização de 2005. Vocês precisam ver. Os rapazes não são cineastas, mas foram muito eficientes em reportar um estado de coisas.
Eu não sabia. O Sintusp tem um caminhão, feito um trio elétrico, que percorre o campus promovendo gritaria, impedindo quem quer estudar de... estudar.
Estudar na universidade? Onde já se viu? Universidade existe para os aloprados do PT e do PSTU reivindicarem melhores condições de trabalho para que possam ficar em greve, certo? A moçada da engenharia, acostumada a lidar com algumas categorias cartesianas, racionais, não entende esse primado essencial da dialética, que costuma ser muito exercitado nos cursos de história, letras, filosofia e sociologia. Reacionários, eles acham que dois mais dois são quatro. São mesmo uns atrasados...
Chamando os estudantes que não querem aderir à greve de “fascistas”, os democratas do Sintusp fazem ameaças, dão empurrões, partem para o tapa. Vejam tudo até o fim. Ah, claro: o caminhão se chama “Caribão”.
Desconheço por quê. O que me ocorre de mais próximo é que pode ser uma homenagem a Cuba. Aquela ilha, dividida em dois presídios (a americana, para terroristas; e a de Fidel, para homens de bem), fica no Caribe. A homenagem, evidentemente, é à parte da ilha que prende homens de bem...
Eis aí os “companheiros trabalhadores” que querem fazer uma universidade melhor. No momento, são aliados dos reitores. Parabéns, Magníficos!
Para ver o vídeo, clique aqui: http://www.youtube.com/watch?v=5Mai4S36a4g
Enquanto os Rambos se estouravam para ajudar o VIetnã do Sul a se livrar do julgo de um regime comunista genocida, "Hanoi Jane" e outros manifestantes da mídia chique pregavam lindos slogans "faça amor, não faça guerra". Tudo muito lindo e cheio de nobres ideais ateus, claro. A razão manda parar de matar e deixar as coisas em "paz" não é mesmo?
3 milhões de mortos no Vietnã do Sul e mais 2/3 da população do Cambodja não são suficientes sequer para um pedido de desculpas do Sr Noam Chomsky, o "papa" da elite atéia chique esquerdista. Nem sequer um pedido de desculpas e a pena encharcada de sangue do maldito continua com moral para vender livros até hoje. Será que não há um só ateu que escreva falando sobre essa doença sociopata? Será que não existe capacidade de auto-reflexão dessa gente?