O Olavo, no último TO, comentou que o Marcel Van Hattem irá concorrer ao cargo de deputado estadual. Parece que ele presidente da juventude do PP no Rio grande do Sul. Não seria o momento de tomar esse partido e criar um núcleo conservador? Pra num futuro moldar uma militância partidária...
Marcel van Hattem
Deram essa sugestão ao pessoal do CON
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Ele será candidato pelo PP aqui no Rio Grande do Sul.
então quem for gaúcho vote nele.
Concordo com o Olavo, é cagada.
O problema de se criar um partido de direita sério no Brasil é que a idéia empaca sempre quando o partido começa a crescer, pela corrupção política secular do país. E política, como disse Napoleão, se "não se faz com o cérebro nem com o coração, se faz com o estômago".
Mas a idéia é sempre válida.
Mas a idéia é sempre válida.
Bruno,
Acho que houve um engano. O Van Hattem não é mais membro do DCE pois já se formou. Não sei como ele poderia ser líder estudantil sem ser estudante.
Acho que houve um engano. O Van Hattem não é mais membro do DCE pois já se formou. Não sei como ele poderia ser líder estudantil sem ser estudante.
Ele não é aluno do seminário?
Pelo que estou vendo desse Marcel, ainda é muito fraco, vai levar muita porrada. (2)
Já foi seduzido pela política oficial, é um caso perdido.
Já foi seduzido pela política oficial, é um caso perdido.
Exato, ele é o que o Olavo disse: se formou e caiu fora da universidade. Deveria ter ficado e feito mestrado, para depois dar aulas e se tornar líder.
desconheço o figura, vou procurar saber.
Já ouvi falar dele. Parece que já tem experiância de alguns anos na política. Ué, qual o problema?
Pelo que estou vendo desse Marcel, ainda é muito fraco, vai levar muita porrada. (2)[i/]
Ué, se quase nada foi dito sobre ele aqui, como chegastes a esta conclusão?
Já foi seduzido pela política oficial, é um caso perdido.
De novo: de onde tirastes isso? Só porque ele realmente entrou para a política, ao invés de fazer "política de orkut"?
Ué, se quase nada foi dito sobre ele aqui, como chegastes a esta conclusão?
Já foi seduzido pela política oficial, é um caso perdido.
De novo: de onde tirastes isso? Só porque ele realmente entrou para a política, ao invés de fazer "política de orkut"?
"De novo: de onde tirastes isso? Só porque ele realmente entrou para a política, ao invés de fazer "política de orkut"?"
ouça o útimo TO
ouça o útimo TO
Seria bom se ele virasse um líder estudantil conservador. Seria mais útil dentro da UFRGS do que no parlamento estadual. Mas mesmo assim, votarei nele pra deputado Estadual aqui no RS.
Conheço-o pessoalmente. Rapaz inteligentíssimo. Sabia que nutria boa bibliografia olaviana - bibliografia mesmo, não mero leitor de artigos de jornal ou ouvinte de TOs -, mas desconhecia ter sido seu aluno.
Tem investido pesado em sua formação técnico-política, sem abandonar por completo a intelectual (mas eu não saberia relatar-lhes as proporções). Acontece que é, desde sempre, rapaz de partido. Cresceu dentro do PP gaúcho e não poderia furtar-se de seguir o destino natural da política institucional, por mais que saibamos uma escolha de horizontes curtos e danosa a longo prazo.
Curiosidade: foi mantido em cativeiro pelo MST, anos atrás, quando o carro em que viajava pelo interior do estado, com adesivo do PP/RS, foi interceptado em bloqueio promovido pelos terroristas.
Tem investido pesado em sua formação técnico-política, sem abandonar por completo a intelectual (mas eu não saberia relatar-lhes as proporções). Acontece que é, desde sempre, rapaz de partido. Cresceu dentro do PP gaúcho e não poderia furtar-se de seguir o destino natural da política institucional, por mais que saibamos uma escolha de horizontes curtos e danosa a longo prazo.
Curiosidade: foi mantido em cativeiro pelo MST, anos atrás, quando o carro em que viajava pelo interior do estado, com adesivo do PP/RS, foi interceptado em bloqueio promovido pelos terroristas.
Curiosidade: foi mantido em cativeiro pelo MST, anos atrás, quando o carro em que viajava pelo interior do estado, com adesivo do PP/RS, foi interceptado em bloqueio promovido pelos terroristas.
Eu conhecia esse episódio, mas não sabia que era o Van Hattem.
Vi uns post antigo dele no scrap do Olavo de Carvalho. Parece ser uma pessoa inteligente mesmo, além de dominar bastante línguas.
Eu conhecia esse episódio, mas não sabia que era o Van Hattem.
Vi uns post antigo dele no scrap do Olavo de Carvalho. Parece ser uma pessoa inteligente mesmo, além de dominar bastante línguas.
Ainda não o vi em ação - um debate, por exemplo. Mas base teórica para se sustentar em confronto ele tem.
Seria bom se ele virasse um líder estudantil conservador. Seria mais útil dentro da UFRGS do que no parlamento estadual.
O Prof. Olavo falou exatamente isso no último TO.
O Prof. Olavo falou exatamente isso no último TO.
Eu não conheço ele, mas já o vi várias vezes no jornal daqui da região, afinal, ele era (se não me engano) vereador de Dois Irmãos, cidade vizinha daqui. Sempre envolvido com política, com o PP, e atualmente assessor do deputado federal Renato Molling, o melhor prefeito que minha cidade já teve, inclusive votei nele. Portanto, me parece natural e previsível que tentasse algo mais elevado (não que eu concorde). É esse PP mais conservador que salva parte do RS...
Qual o número dele?
Seu número é o 11022.
Conheço ele desde 2006, ano em que concorreu pela primeira vez à Deputado Estadual.
De fato, ele é bem fraco mesmo, e não o vejo com um grande futuro na política.
Em 2006, ele era vereador em Dois Irmãos e teve um mandato bem desastroso, com projetos como tentativa de aprovar uma viagem pessoal para a Holanda às custas do município, através de um comitê do qual ele não fazia parte. Também aprovou o aumento de 80% no salário dos vereadores (posteriormente vetado pelo prefeito) e tentou minimizar o caso da compra de óleo podre pela prefeitura.
Em resumo, tão impopular foi seu mandato que sequer tentou uma reeleição.
Em relação à UFRGS, ele faz parte da gestão do DCE, pois reingressou na universidade em 2008 no curso de Administração.
No DCE sua gestão também tem sido bem infeliz, além da ineficiente administrativa e descaso com os estudantes (na última reunião do CONSUN - Conselho Universitário, órgão máximo da UFRGS - mesmo sendo conselheiro titular, Marcel não compareceu), Marcel também foi denunciado pelo advogado da Gestão por improbidade administrativa. Vou procurar a Notícia-Crime e posto aqui.
De fato, ele é bem fraco mesmo, e não o vejo com um grande futuro na política.
Em 2006, ele era vereador em Dois Irmãos e teve um mandato bem desastroso, com projetos como tentativa de aprovar uma viagem pessoal para a Holanda às custas do município, através de um comitê do qual ele não fazia parte. Também aprovou o aumento de 80% no salário dos vereadores (posteriormente vetado pelo prefeito) e tentou minimizar o caso da compra de óleo podre pela prefeitura.
Em resumo, tão impopular foi seu mandato que sequer tentou uma reeleição.
Em relação à UFRGS, ele faz parte da gestão do DCE, pois reingressou na universidade em 2008 no curso de Administração.
No DCE sua gestão também tem sido bem infeliz, além da ineficiente administrativa e descaso com os estudantes (na última reunião do CONSUN - Conselho Universitário, órgão máximo da UFRGS - mesmo sendo conselheiro titular, Marcel não compareceu), Marcel também foi denunciado pelo advogado da Gestão por improbidade administrativa. Vou procurar a Notícia-Crime e posto aqui.
Notícia-Crime do inquérito nº 524/2010/100301
ILMO. DELEGADO DE POLÍCIA DA 1ª. DELEGACIA DE POLÍCIA DE PORTO ALEGRE.
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RÉGIS ANTÔNIO COIMBRA venho a V. S.ª apresentar notícia crime contra RENAN ARTUR PRETTO e MARCEL VAN HATTEM por apropriação indébita (artigo 168 do Código Penal) vitimando o Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
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Fato: na virada de fevereiro para março de 2010, RENAN, em benefício próprio e de MARCEL, sem autorização do tesoureiro (que expressamente não autorizou) e em claro desacordo com as normas da entidade, retirou do caixa da vítima, de quem detinha a chave por ser seu presidente, R$ 5.000,00, dos quais R$ 3.000,00 ficaram para si e R$ 2.000,00 foram entregues a Marcel. Os valores só foram devolvidos no início de abril após eu tomar conhecimento e encaminhar reclamação formal à presidência da entidade vítima.
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O caso causou desgosto entre a diretoria da entidade e o caso foi-me comunicado de modo vago (falando-se de um valor total de R$ 1.000,00) a mim no início de abril. De pronto elaborei uma reclamação formal à presidência da entidade e pedi mais esclarecimentos (email de 4 de abril de 2010, em anexo). Como conseqüência, os valores foram devolvidos no dia seguinte ao meu email e obtive esclarecimentos mais pormenorizados a partir dos quais elaborei e comuniquei, novamente (em email de 6 de abril de 2010, em anexo), parecer indicando que os fatos caracterizavam, em tese, apropriação indébita, com especial gravidade por envolver gestores que deviam zelar pela vítima, mas com a ressalva de que assim que foram questionados por mim, devolveram os valores.
ILMO. DELEGADO DE POLÍCIA DA 1ª. DELEGACIA DE POLÍCIA DE PORTO ALEGRE.
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RÉGIS ANTÔNIO COIMBRA venho a V. S.ª apresentar notícia crime contra RENAN ARTUR PRETTO e MARCEL VAN HATTEM por apropriação indébita (artigo 168 do Código Penal) vitimando o Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
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Fato: na virada de fevereiro para março de 2010, RENAN, em benefício próprio e de MARCEL, sem autorização do tesoureiro (que expressamente não autorizou) e em claro desacordo com as normas da entidade, retirou do caixa da vítima, de quem detinha a chave por ser seu presidente, R$ 5.000,00, dos quais R$ 3.000,00 ficaram para si e R$ 2.000,00 foram entregues a Marcel. Os valores só foram devolvidos no início de abril após eu tomar conhecimento e encaminhar reclamação formal à presidência da entidade vítima.
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O caso causou desgosto entre a diretoria da entidade e o caso foi-me comunicado de modo vago (falando-se de um valor total de R$ 1.000,00) a mim no início de abril. De pronto elaborei uma reclamação formal à presidência da entidade e pedi mais esclarecimentos (email de 4 de abril de 2010, em anexo). Como conseqüência, os valores foram devolvidos no dia seguinte ao meu email e obtive esclarecimentos mais pormenorizados a partir dos quais elaborei e comuniquei, novamente (em email de 6 de abril de 2010, em anexo), parecer indicando que os fatos caracterizavam, em tese, apropriação indébita, com especial gravidade por envolver gestores que deviam zelar pela vítima, mas com a ressalva de que assim que foram questionados por mim, devolveram os valores.
Recomendei aos envolvidos (Renan, Marcel e o tesoureiro) que comunicassem o fato à Polícia, no que me dispus a acompanhar, e recomendei que internamente fossem admoestados oralmente, ressalvando que qualquer um que tivera ou viesse a ter conhecimento do caso poderia legitimamente informá-lo à polícia e que eu me a princípio absteria disso por entender que eventual divulgação do fato poderia, num primeiro momento, prejudicar a vítima, bem como pelos envolvidos serem pessoas de minha simpatia, ressalvado que comunicaria o fato a pedido da vítima ou conforme novas informações ou desdobramentos.
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Ainda, por telefone, orientei Marcel a assumir plenamente sua responsabilidade junto aos que souberam e ficaram especialmente indignados, mostrando-se humilde e arrependido, e sugeri que recomendasse a Renan que fizesse o mesmo. Segundo relatos (não participei da reunião em que se procedeu a essa como que composição), seguiram à risca essa orientação e os que haviam ficado indignados convenceram-se do arrependimento sincero dos envolvidos.
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Os demais, assim, como que foram induzidos por mim a não comunicar o fato à Polícia, conquanto sugeri outro encaminhamento, totalmente interno. Renan e Marcel, por outro lado, podem ter assumido, também por minha orientação, maior responsabilidade do que realmente acreditavam ter, devendo haver, portanto, cuidado em relação ao que foi assumido por ambos na reunião em que manifestaram o arrependimento. No entanto, antes dessa ocasião, Marcel efetivamente reconheceu saber que Renan não obtivera autorização do tesoureiro para tomar os valores do caixa da vítima, mas aceitou o dinheiro.
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Ainda, por telefone, orientei Marcel a assumir plenamente sua responsabilidade junto aos que souberam e ficaram especialmente indignados, mostrando-se humilde e arrependido, e sugeri que recomendasse a Renan que fizesse o mesmo. Segundo relatos (não participei da reunião em que se procedeu a essa como que composição), seguiram à risca essa orientação e os que haviam ficado indignados convenceram-se do arrependimento sincero dos envolvidos.
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Os demais, assim, como que foram induzidos por mim a não comunicar o fato à Polícia, conquanto sugeri outro encaminhamento, totalmente interno. Renan e Marcel, por outro lado, podem ter assumido, também por minha orientação, maior responsabilidade do que realmente acreditavam ter, devendo haver, portanto, cuidado em relação ao que foi assumido por ambos na reunião em que manifestaram o arrependimento. No entanto, antes dessa ocasião, Marcel efetivamente reconheceu saber que Renan não obtivera autorização do tesoureiro para tomar os valores do caixa da vítima, mas aceitou o dinheiro.
No entanto, daí em diante Renan e Marcel passaram a ter comportamento no meu entender revanchista o qual se expressou com ambos procurando ou ressaltando erros ou faltas nas tarefas dos outros membros da gestão. Em especial, por volta do dia 15 de abril, novamente em questão relativa a uso do dinheiro da gestão, quando questionados por um dos que ficaram indignados com o evento anterior, Renan disse não precisar dar explicações e Marcel teria dito algo como “tu, que tanto gostas de criticar, não tens cumprido com tuas obrigações”. Comunicado do incidente, recomendei o afastamento de Renan e Marcel, posto que não pareciam ter feito por merecer a segunda chance generosamente oferecida e comentei da possibilidade (não dever) de ser levar o caso da, em tese, apropriação indébita, à polícia.
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No que me afetou diretamente, também Renan e Marcel apoiaram um outro gestor (diretor de assuntos jurídicos, estudante de Direito) em divergências deste comigo em meu trabalho como advogado da vítima. Assim, nos desdobramentos de uma discussão surgida precisamente desse conflito gerado em minha área de atuação, considerando o conjunto dos fatos originais, tentativa de composição e desdobramentos infelizes, decidi e prontamente comuniquei (em email de 18 de abril de 2010, em anexo), em caráter irreversível, que traria estes fatos à Polícia, como avisara que a princípio não faria, mas poderia fazer conforme pedido da vítima, novas informações ou desdobramentos.
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Uma ressalva pertinente que me foi feita é no sentido de que posso também estar sendo revanchista, conquanto senti-me perseguido, prejudicado ou tratado de modo injusto ou ingrato por Renan e Marcel. No entanto penso que apresentei os fatos objetivos e que cabe a V. S.ª avaliar se são típicos ou não, e dar os devidos encaminhamentos.
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No que me afetou diretamente, também Renan e Marcel apoiaram um outro gestor (diretor de assuntos jurídicos, estudante de Direito) em divergências deste comigo em meu trabalho como advogado da vítima. Assim, nos desdobramentos de uma discussão surgida precisamente desse conflito gerado em minha área de atuação, considerando o conjunto dos fatos originais, tentativa de composição e desdobramentos infelizes, decidi e prontamente comuniquei (em email de 18 de abril de 2010, em anexo), em caráter irreversível, que traria estes fatos à Polícia, como avisara que a princípio não faria, mas poderia fazer conforme pedido da vítima, novas informações ou desdobramentos.
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Uma ressalva pertinente que me foi feita é no sentido de que posso também estar sendo revanchista, conquanto senti-me perseguido, prejudicado ou tratado de modo injusto ou ingrato por Renan e Marcel. No entanto penso que apresentei os fatos objetivos e que cabe a V. S.ª avaliar se são típicos ou não, e dar os devidos encaminhamentos.
Outro advogado que presta serviços à vítima opinou pela desnecessidade de comunicar este fato, atípico em sua convicção preliminar, mas entendeu, em tese, não haver confusão entre vítima e autores do fato, haver legitimidade e não havia conflito de interesses - embora a situação de apresentar notícia crime contra Renan, que assinou as diversas procurações para que eu atuasse em favor da vítima, assim como contra Marcel, diretor em grande medida responsável pela obtenção de doações que constituem, até o momento, mais da metade do faturamento na vítima sob a atual gestão, seja incomum.
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Eu mesmo posso testemunhar que apesar dos fatos do início de março e seus desdobramentos após a, no início de abril, tentativa de composição extrajudicial com a vítima (talvez indevida, mas de minha inteira iniciativa e responsabilidade), Renan e Marcel são respectivamente jovens estudiosos e de respectivamente razoável e excelente comportamento em geral (Marcel inclusive foi Vereador do município de Dois Irmãos e é pré-candidato a Dep. Estadual do Rio Grande do Sul, pelo PP e não terá meu voto mais por eu ser ao Democratas do que por estes incidentes) e podem ter sucumbido ao estresse do excesso de responsabilidades sem experiência ou maturidade, no caso de Renan, e dificuldade de entender que embora houvessem participado da obtenção dos recursos à vítima, não podiam destes dispor para fins pessoais, ainda menos conquanto sem aprovação do tesoureiro.
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Desses fatos, além de mim, tomaram conhecimento Claudia Elizabeth Thompson (vice-presidente da entidade vítima), João Leonardo Fracassi Pietrobeli (segundo vicepresidente da entidade), Tiago Bonetti (tesoureiro), Leonildo Sales (secretário de comunicação), George Maximiano Silvestre (ex-diretor de planejamento), Tiago Gromann (secretário de integração). Todos podem ser intimados no endereço da vítima.
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Eu mesmo posso testemunhar que apesar dos fatos do início de março e seus desdobramentos após a, no início de abril, tentativa de composição extrajudicial com a vítima (talvez indevida, mas de minha inteira iniciativa e responsabilidade), Renan e Marcel são respectivamente jovens estudiosos e de respectivamente razoável e excelente comportamento em geral (Marcel inclusive foi Vereador do município de Dois Irmãos e é pré-candidato a Dep. Estadual do Rio Grande do Sul, pelo PP e não terá meu voto mais por eu ser ao Democratas do que por estes incidentes) e podem ter sucumbido ao estresse do excesso de responsabilidades sem experiência ou maturidade, no caso de Renan, e dificuldade de entender que embora houvessem participado da obtenção dos recursos à vítima, não podiam destes dispor para fins pessoais, ainda menos conquanto sem aprovação do tesoureiro.
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Desses fatos, além de mim, tomaram conhecimento Claudia Elizabeth Thompson (vice-presidente da entidade vítima), João Leonardo Fracassi Pietrobeli (segundo vicepresidente da entidade), Tiago Bonetti (tesoureiro), Leonildo Sales (secretário de comunicação), George Maximiano Silvestre (ex-diretor de planejamento), Tiago Gromann (secretário de integração). Todos podem ser intimados no endereço da vítima.
Assim requeiro a avaliação da tipicidade e demais requisitos para a instauração de inquérito policial ou outras providências e encaminhamentos. Minha convicção é pela tipicidade do artigo 168 do Código Penal e dos incisos I, II e III de seu § 1º., no entanto pertinentes também o artigo 16 do mesmo código. No caso de Renan, não excluo totalmente a hipótese da incidência do parágrafo único do artigo 26 do Código Penal, sendo bastante comum dizerem sem muito exagero que ele é física e mentalmente uma criança.
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Termos pelo deferimento.
Porto Alegre, 19 de abril de 2010.
RÉGIS ANTÔNIO COIMBRA, OAB/RS 71.534
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Termos pelo deferimento.
Porto Alegre, 19 de abril de 2010.
RÉGIS ANTÔNIO COIMBRA, OAB/RS 71.534
Antes de mais nada, uma explicação básica sobre o que ocorreu na UFRGS é necessária para que todos possam compreender o que de fato ocorreu.
O Movimento Estudantil Liberdade (MEL-UFRGS), grupo de direita conservador, ganhou pela primeira vez o DCE da UFRGS, derrotando o PSOL que lá estava desde sua fundação. O MEL, capitaneado pelo Renan e pelo Marcel e várias outras pessoas realizou uma gestão muito positiva, baixando os preços do cartão de onibus, estabelecendo convenios com a iniciativa privada e mudando o foco das atividades do DCE da UFRGS, que se resumiam a reprodução de panfletos do PSOL e protestos de Fora Yeda para a realização de debates sobre democracia e liberdade de expressão.
Óbviamente a esquerda não ficou nada satisfeita e esperou qualquer racha interno na gestão para explorá-lo. Foi o que ocorreu quando o advogado da gestão rompeu com o restante do grupo e acusou os dois de corrupção.
Nisso os grupos de esquerda, capitaneados pelo PSOL criaram, em conjunto com o advogado supracitado o documento acima.
Essas acusações já foram investigadas pela Polícia e comprovou-se que de fato não havia irregularidade visto que a ação erroneamente narrada pelo advogado em questão se tratou do pagamento (previamente informado ao tesoureiro da gestão) de fornecedores de material e serviços. O erro consistiu em registrar apenas o gasto no livro caixa, e não o saque do dinheiro (que havia em todo caso sido informado ao tesoureiro). Trata-se de um erro de protocolo que foi explorado ao máximo pelo PSOL e escalonado com acusações de corrupção.
Acredito que muitos dos aqui presentes tenham pesquisado a respeito, visto que estamos em um fórum de olavistas e já estamo um tanto quanto acostumados com o uso amplo de deturpação da realidade pelos grupos organizados da esquerda radical. Acredito também que os aqui presentes investiguem o caráter das fontes de informação. Dessa forma, busquei expor aqui do que se tratava a fonte apresentada.
O Movimento Estudantil Liberdade (MEL-UFRGS), grupo de direita conservador, ganhou pela primeira vez o DCE da UFRGS, derrotando o PSOL que lá estava desde sua fundação. O MEL, capitaneado pelo Renan e pelo Marcel e várias outras pessoas realizou uma gestão muito positiva, baixando os preços do cartão de onibus, estabelecendo convenios com a iniciativa privada e mudando o foco das atividades do DCE da UFRGS, que se resumiam a reprodução de panfletos do PSOL e protestos de Fora Yeda para a realização de debates sobre democracia e liberdade de expressão.
Óbviamente a esquerda não ficou nada satisfeita e esperou qualquer racha interno na gestão para explorá-lo. Foi o que ocorreu quando o advogado da gestão rompeu com o restante do grupo e acusou os dois de corrupção.
Nisso os grupos de esquerda, capitaneados pelo PSOL criaram, em conjunto com o advogado supracitado o documento acima.
Essas acusações já foram investigadas pela Polícia e comprovou-se que de fato não havia irregularidade visto que a ação erroneamente narrada pelo advogado em questão se tratou do pagamento (previamente informado ao tesoureiro da gestão) de fornecedores de material e serviços. O erro consistiu em registrar apenas o gasto no livro caixa, e não o saque do dinheiro (que havia em todo caso sido informado ao tesoureiro). Trata-se de um erro de protocolo que foi explorado ao máximo pelo PSOL e escalonado com acusações de corrupção.
Acredito que muitos dos aqui presentes tenham pesquisado a respeito, visto que estamos em um fórum de olavistas e já estamo um tanto quanto acostumados com o uso amplo de deturpação da realidade pelos grupos organizados da esquerda radical. Acredito também que os aqui presentes investiguem o caráter das fontes de informação. Dessa forma, busquei expor aqui do que se tratava a fonte apresentada.
Gostaria no entanto de apresentar algumas outras fontes neste tópico:
UFRGS pune aluno suspeito de racismo
A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) suspendeu por 60 dias o acadêmico de Ciências Atuariais Gabriel Afonso Marchesi Lopes, 20 anos.
Natural de Cascavel (PR), ele é suspeito de propagar idéias racistas durante eleições para o diretório acadêmico da Faculdade de Ciências Econômicas.
Com a decisão, Lopes perderá o semestre. Ele foi suspenso porque teria usado equipamentos da universidade para o envio de mensagens racistas. Direcionado a integrante de um suposto Partido Nacional-Socialista Brasileiro (PNSB), um e-mail assinado por Lopes sugere idéias anti-semitas. O jovem integrava uma chapa que disputava eleições ao centro acadêmico da Faculdade de Ciências Econômicas. No e-mail, ele diz que usaria o cargo no diretório para arrecadar recursos para as finanças da organização clandestina.
Na oportunidade, Lopes confirmou o e-mail, mas negou ser de sua autoria o trecho que fala no uso do cargo para obter recursos para o PNSB. Depois que o caso se tornou público, ele desistiu da candidatura. O trecho do e-mail que Lopes assumiu ser de sua autoria continha idéias racistas. O caso começou a ser apurado pela Comissão de Inquérito da Procuradoria-geral da UFRGS no início de junho. Havia três punições possíveis: advertência, suspensão ou expulsão. Feita a apuração, coube a direção da Faculdade de Ciências Econômicas aplicar a sanção.
- A comissão disciplinar julgou que a falta do aluno foi gravíssima, mas com o atenuante de que as mensagens não foram dirigidas à comunidade interna da UFRGS - disse o procurador-geral da UFRGS, Armando Pitrez, por meio da assessoria da universidade.
Contraponto
Zero Hora não localizou o acadêmico Gabriel Afonso Marchesi Lopes. O celular que ele utilizava estava desabilitado. Por telefone, seus familiares em Campo Mourão (PR) informaram que o jovem estava viajando e que não estaria em Porto Alegre.
ZERO HORA - Geral - pg. 37
UFRGS pune aluno suspeito de racismo
A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) suspendeu por 60 dias o acadêmico de Ciências Atuariais Gabriel Afonso Marchesi Lopes, 20 anos.
Natural de Cascavel (PR), ele é suspeito de propagar idéias racistas durante eleições para o diretório acadêmico da Faculdade de Ciências Econômicas.
Com a decisão, Lopes perderá o semestre. Ele foi suspenso porque teria usado equipamentos da universidade para o envio de mensagens racistas. Direcionado a integrante de um suposto Partido Nacional-Socialista Brasileiro (PNSB), um e-mail assinado por Lopes sugere idéias anti-semitas. O jovem integrava uma chapa que disputava eleições ao centro acadêmico da Faculdade de Ciências Econômicas. No e-mail, ele diz que usaria o cargo no diretório para arrecadar recursos para as finanças da organização clandestina.
Na oportunidade, Lopes confirmou o e-mail, mas negou ser de sua autoria o trecho que fala no uso do cargo para obter recursos para o PNSB. Depois que o caso se tornou público, ele desistiu da candidatura. O trecho do e-mail que Lopes assumiu ser de sua autoria continha idéias racistas. O caso começou a ser apurado pela Comissão de Inquérito da Procuradoria-geral da UFRGS no início de junho. Havia três punições possíveis: advertência, suspensão ou expulsão. Feita a apuração, coube a direção da Faculdade de Ciências Econômicas aplicar a sanção.
- A comissão disciplinar julgou que a falta do aluno foi gravíssima, mas com o atenuante de que as mensagens não foram dirigidas à comunidade interna da UFRGS - disse o procurador-geral da UFRGS, Armando Pitrez, por meio da assessoria da universidade.
Contraponto
Zero Hora não localizou o acadêmico Gabriel Afonso Marchesi Lopes. O celular que ele utilizava estava desabilitado. Por telefone, seus familiares em Campo Mourão (PR) informaram que o jovem estava viajando e que não estaria em Porto Alegre.
ZERO HORA - Geral - pg. 37
Sindicância na UFRGS investiga aluno acusado de anti-semitismo
LÉO GERCHMANN
da Agência Folha, em Porto Alegre
A atuação de grupos neonazistas no Rio Grande do Sul, detectada e apurada pela polícia gaúcha há dois anos, chegou à universidade pública federal.
Sindicância da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) investiga o aluno de ciências autuariais Gabriel Marchesi Lopes pela disseminação do anti-semitismo e intenção de usar a presidência do diretório acadêmico para ajudar a financiar um clandestino Partido Nacional-Socialista Brasileiro.
A suposta agremiação, que se autodeclara nazista e atua em Porto Alegre (RS), costumava se reunir informalmente em uma pizzaria no bairro Menino Deus --mudou de endereço após ter sido descoberta, passando a não manter um local fixo para seus encontros.
Lopes era candidato à presidência do diretório. Renunciou quando seus oponentes apresentaram à direção da faculdade e-mails que assina com conteúdo anti-semita. O aluno reconhece ter redigido e-mail no qual fala em "deter esses odiosos vermes judeus". Nega, porém, o que fala em conseguir fundos.
Segundo a UFRGS, a mensagem é a seguinte: "Caso consiga obter o cargo que estou pleiteando, sei que poderei dar um apoio concreto ao NS [Nacional-Socialista] de Porto Alegre, pois me será disponibilizada uma gama de recursos".
O procurador-geral da UFRGS, Armando Pitrez, cogita a possibilidade de, após a sindicância de 30 dias, o aluno ser expulso, além de processado criminalmente --o caso seria levado ao Ministério Público Federal.
LÉO GERCHMANN
da Agência Folha, em Porto Alegre
A atuação de grupos neonazistas no Rio Grande do Sul, detectada e apurada pela polícia gaúcha há dois anos, chegou à universidade pública federal.
Sindicância da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) investiga o aluno de ciências autuariais Gabriel Marchesi Lopes pela disseminação do anti-semitismo e intenção de usar a presidência do diretório acadêmico para ajudar a financiar um clandestino Partido Nacional-Socialista Brasileiro.
A suposta agremiação, que se autodeclara nazista e atua em Porto Alegre (RS), costumava se reunir informalmente em uma pizzaria no bairro Menino Deus --mudou de endereço após ter sido descoberta, passando a não manter um local fixo para seus encontros.
Lopes era candidato à presidência do diretório. Renunciou quando seus oponentes apresentaram à direção da faculdade e-mails que assina com conteúdo anti-semita. O aluno reconhece ter redigido e-mail no qual fala em "deter esses odiosos vermes judeus". Nega, porém, o que fala em conseguir fundos.
Segundo a UFRGS, a mensagem é a seguinte: "Caso consiga obter o cargo que estou pleiteando, sei que poderei dar um apoio concreto ao NS [Nacional-Socialista] de Porto Alegre, pois me será disponibilizada uma gama de recursos".
O procurador-geral da UFRGS, Armando Pitrez, cogita a possibilidade de, após a sindicância de 30 dias, o aluno ser expulso, além de processado criminalmente --o caso seria levado ao Ministério Público Federal.
UFRGS apura anti-semitismo
Yossi Groisseoign
Visão Judaica
A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) abriu sindicância para investigar suspeita de que o aluno do Curso de Ciências Atuariais Gabriel Afonso Marchesi Lopes divulgava idéias racistas durante as eleições para o diretório acadêmico da Faculdade de Ciências Econômicas. Integrantes de outra chapa divulgaram e-mail assinado por Lopes.
Na mensagem inserida numa lista de discussões de acesso restrito da internet, direcionada ao clandestino Partido Nacional Socialista Brasileiro, agremiação que se diz nazista, Lopes sugere idéias racistas e diz que usaria o cargo para arrecadar dinheiro para a sigla clandestina.
O estudante de 20 anos admitiu ser o autor do e-mail, que fala em “vermes judeus” e de outros trechos sobre a empreitada anti-semita dos skinheads que atacaram judeus em Porto Alegre. O estudante renunciou quando seus oponentes apresentaram à direção da UFRGS.
Fonte: Zero Hora e Jornal Alef.
Yossi Groisseoign
Visão Judaica
A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) abriu sindicância para investigar suspeita de que o aluno do Curso de Ciências Atuariais Gabriel Afonso Marchesi Lopes divulgava idéias racistas durante as eleições para o diretório acadêmico da Faculdade de Ciências Econômicas. Integrantes de outra chapa divulgaram e-mail assinado por Lopes.
Na mensagem inserida numa lista de discussões de acesso restrito da internet, direcionada ao clandestino Partido Nacional Socialista Brasileiro, agremiação que se diz nazista, Lopes sugere idéias racistas e diz que usaria o cargo para arrecadar dinheiro para a sigla clandestina.
O estudante de 20 anos admitiu ser o autor do e-mail, que fala em “vermes judeus” e de outros trechos sobre a empreitada anti-semita dos skinheads que atacaram judeus em Porto Alegre. O estudante renunciou quando seus oponentes apresentaram à direção da UFRGS.
Fonte: Zero Hora e Jornal Alef.
UFRGS apura suspeitas de anti-semitismo na universidade
Carlos Etchichury
A Universidade Federal do Rio Grande do Sul abriu uma sindicância para investigar as suspeitas de que o acadêmico do curso de Ciências Atuariais Gabriel Afonso Marchesi Lopes estaria disseminando idéias racistas durante as eleições para o diretório acadêmico da Faculdade de Ciências Econômicas.
Na semana passada, integrantes da chapa 1 na eleição divulgaram um e-mail, assinado por Lopes (candidato a presidente pela chapa 2), retirado de uma lista de discussões de acesso restrito da Internet.
Na mensagem, direcionada a integrantes de um suposto Partido Nacional-Socialista Brasileiro, um e-mail assinado por Lopes, que renunciou à candidatura, sugere idéias racistas e diz que usaria o cargo para arrecadar dinheiro para a sigla clandestina.
- É uma situação muito grave - opina Gentil Corazza, diretor da Faculdade de Ciências Econômicas, que tomou conhecimento do caso na sexta-feira.
No mesmo dia, o dirigente encaminhou o assunto para a Coordenação de Comissão de Inquérito da Procuradoria-geral da UFRGS, que decidiu instaurar uma sindicância que terá 30 dias para apurar. Composta por três pessoas - dois professores e um aluno, indicados pela procuradoria -, a comissão fará uma apuração preliminar.
- Caso os indícios se confirmem, será instaurado um processo disciplinar e comunicaremos o fato ao Ministério Público Federal - explica o procurador-geral da UFRGS, Armando Eduardo Pitrez.
Há três punições possíveis: advertência, suspensão ou expulsão. Para Pitrez, se o anti-semitismo for provado, o aluno da Ciências Atuariais deverá deixar a UFRGS antes da conclusão do seu curso.
- Existindo crime de racismo, a pena é o desligamento. Mas estou falando em tese porque ainda desconhecemos os detalhes - disse o procurador-geral.
Carlos Etchichury
A Universidade Federal do Rio Grande do Sul abriu uma sindicância para investigar as suspeitas de que o acadêmico do curso de Ciências Atuariais Gabriel Afonso Marchesi Lopes estaria disseminando idéias racistas durante as eleições para o diretório acadêmico da Faculdade de Ciências Econômicas.
Na semana passada, integrantes da chapa 1 na eleição divulgaram um e-mail, assinado por Lopes (candidato a presidente pela chapa 2), retirado de uma lista de discussões de acesso restrito da Internet.
Na mensagem, direcionada a integrantes de um suposto Partido Nacional-Socialista Brasileiro, um e-mail assinado por Lopes, que renunciou à candidatura, sugere idéias racistas e diz que usaria o cargo para arrecadar dinheiro para a sigla clandestina.
- É uma situação muito grave - opina Gentil Corazza, diretor da Faculdade de Ciências Econômicas, que tomou conhecimento do caso na sexta-feira.
No mesmo dia, o dirigente encaminhou o assunto para a Coordenação de Comissão de Inquérito da Procuradoria-geral da UFRGS, que decidiu instaurar uma sindicância que terá 30 dias para apurar. Composta por três pessoas - dois professores e um aluno, indicados pela procuradoria -, a comissão fará uma apuração preliminar.
- Caso os indícios se confirmem, será instaurado um processo disciplinar e comunicaremos o fato ao Ministério Público Federal - explica o procurador-geral da UFRGS, Armando Eduardo Pitrez.
Há três punições possíveis: advertência, suspensão ou expulsão. Para Pitrez, se o anti-semitismo for provado, o aluno da Ciências Atuariais deverá deixar a UFRGS antes da conclusão do seu curso.
- Existindo crime de racismo, a pena é o desligamento. Mas estou falando em tese porque ainda desconhecemos os detalhes - disse o procurador-geral.
Ouvido por ZH, Lopes, nascido há 20 anos em Cascavel (PR), confirmou a autoria do e-mail, mas disse que o trecho que fala no uso do cargo para obter recursos para o partido não foi escrito por ele.
( carlos.etchichury,volta e meia em,zerohora.com.br )
Trechos do e-mail Trechos que Lopes admitiu ter escrito: "... É notável a empreitada semita, que está sendo levada a cabo nos últimos dias, devido ao ensejo proporcionado pelas atitudes de alguns Kamerads mais afoitos e menos cuidadosos... Já houveram diversas opiniões de membros em desaprovação aos atos, envolvendo violência extrema, que vem sendo praticados pelos NS do Rio Grande do Sul. É louvável esse posicionamento contra, porém, somos responsáveis mas não somos bobos!!! É plenamente previsível que o movimento oposicionista, liderado por semitas, detentores da mídia, trará severas perdas a todos os NSs brasileiros...
... peço a ajuda de vocês, pessoas intrinsecamente envolvidas com a causa Nacional Socialista no Brasil, para pensarmos, juntos, uma maneira eficaz de deter esses odiosos vermes judeus.
Trecho que diz não ser de sua autoria: ... caso consiga obter o cargo que estou pleiteando, sei que poderei dar um apoio concreto aos NS de Porto Alegre, pois me será disponibilizado uma gama de recursos (espaço físico, apoio logístico, fontes de mídia e, inclusive, capital). Todavia, com já disse, o assunto é urgente e carece de solução imediata, fora o fato de que posso não conseguir a posição que almejo, logo, posso não dispor dos recursos que citei. [Zero Hora ]
( carlos.etchichury,volta e meia em,zerohora.com.br )
Trechos do e-mail Trechos que Lopes admitiu ter escrito: "... É notável a empreitada semita, que está sendo levada a cabo nos últimos dias, devido ao ensejo proporcionado pelas atitudes de alguns Kamerads mais afoitos e menos cuidadosos... Já houveram diversas opiniões de membros em desaprovação aos atos, envolvendo violência extrema, que vem sendo praticados pelos NS do Rio Grande do Sul. É louvável esse posicionamento contra, porém, somos responsáveis mas não somos bobos!!! É plenamente previsível que o movimento oposicionista, liderado por semitas, detentores da mídia, trará severas perdas a todos os NSs brasileiros...
... peço a ajuda de vocês, pessoas intrinsecamente envolvidas com a causa Nacional Socialista no Brasil, para pensarmos, juntos, uma maneira eficaz de deter esses odiosos vermes judeus.
Trecho que diz não ser de sua autoria: ... caso consiga obter o cargo que estou pleiteando, sei que poderei dar um apoio concreto aos NS de Porto Alegre, pois me será disponibilizado uma gama de recursos (espaço físico, apoio logístico, fontes de mídia e, inclusive, capital). Todavia, com já disse, o assunto é urgente e carece de solução imediata, fora o fato de que posso não conseguir a posição que almejo, logo, posso não dispor dos recursos que citei. [Zero Hora ]
Rodrigo,
Caso você não saiba, e pelo visto não sabe mesmo, eu sou FUNDADOR DO Movimento Estudantil Liberdade (MEL), que foi fundado em 2006 por mim e outros estudantes da UFRGS, inclusive o citado advogado.
No caso, os 5 fundadores do Movimento Estudantil Liberdade (MEL) são:
Gabriel Afonso Marchesi Lopes (DEM-RS)
Nádia Lanny Lopes (PSDB-RS)
Oliver Linchen (PMDB-RS)
Anderson Teixeira Gonçalves (DEM-RS)
Régis Antônio Coimbra (DEM-RS)
Quanto as reportagens, posso te dizer que isso não passou de mentira da oposição, quanto me candidatei ao DAECA, tanto que TE DESAFIO a encontrar um processo onde eu tenha sido condenado ou onde eu figure como réu, em qualquer tribunal do Brasil.
O Marcel, por sua vez, foi CONDENADO na semana passada, por atropelamento e morte.
Caso você não saiba, e pelo visto não sabe mesmo, eu sou FUNDADOR DO Movimento Estudantil Liberdade (MEL), que foi fundado em 2006 por mim e outros estudantes da UFRGS, inclusive o citado advogado.
No caso, os 5 fundadores do Movimento Estudantil Liberdade (MEL) são:
Gabriel Afonso Marchesi Lopes (DEM-RS)
Nádia Lanny Lopes (PSDB-RS)
Oliver Linchen (PMDB-RS)
Anderson Teixeira Gonçalves (DEM-RS)
Régis Antônio Coimbra (DEM-RS)
Quanto as reportagens, posso te dizer que isso não passou de mentira da oposição, quanto me candidatei ao DAECA, tanto que TE DESAFIO a encontrar um processo onde eu tenha sido condenado ou onde eu figure como réu, em qualquer tribunal do Brasil.
O Marcel, por sua vez, foi CONDENADO na semana passada, por atropelamento e morte.
Data: 14/09/2009
Hora: 14:00
Juiz Presidente: Célia Cristina Veras Perotto
Processo nº: 166/1.08.0002313-0
ALISSON WIEST, brasileiro, solteiro, com 16 anos de idade, neste ato acompanhado por sua genitora Anelise Wiest, estudante, residente na Avenida Perimetral, 2627, Cidade Nova, nesta cidade. Por ser filho da vítima do acidente não presta compromisso passa a ser ouvido como informante, disse que: na ocasião dos fatos estava na casa de um vizinho, referindo que seu pai chegou de Novo Hamburgo, de moto, pedindo ao depoente que cuidasse do veículo, pois iria do outro lado da rua. Na BR, buscar uma peça da moto que havia caído quando ele chegava. O depoente então ficou atento, referindo que ouviu barulho de freada, o que chamou sua atenção, sendo que de repente observou que o carro invadiu o acostamento, onde há rama, atropelando seu pai. Relata que esse paia estava abaixado, procurando pela peça da moto, narrando o depoente que ele ainda tentou se proteger e gritou, mas não pode evitar o atropelamento. Diz que a rodovia estava movimentada. Diz que não chovia e que estava claro. Relata que ouviu o barulho das freadas longe e depois viu o acidente. Afirma que o carro vinha em alta velocidade. O acidente ocorreu em uma curva. Não sabe porque o condutor do veículo invadiu o acostamento. Relata que após a colisão do carro com seu pai, a vítima voou e caiu distante uns 30mts do ponto de colisão. Se não as árvores a vítima teria caído no peral. O condutor do veículo parou e desceu do carro com as mãos na cabeça, falando “olha o que eu fiz, atropelei o senhor”. Não sabe que chamou a polícia. Não sabe quanto tempo depois o socorro chegou, afirmando que ficou um tempo e depois foi para casa, após receber o telefone de um homem, chamado Adilson, que disse ter visto o acidente. Os vizinhos ficaram com a vítima até o socorro.
Hora: 14:00
Juiz Presidente: Célia Cristina Veras Perotto
Processo nº: 166/1.08.0002313-0
ALISSON WIEST, brasileiro, solteiro, com 16 anos de idade, neste ato acompanhado por sua genitora Anelise Wiest, estudante, residente na Avenida Perimetral, 2627, Cidade Nova, nesta cidade. Por ser filho da vítima do acidente não presta compromisso passa a ser ouvido como informante, disse que: na ocasião dos fatos estava na casa de um vizinho, referindo que seu pai chegou de Novo Hamburgo, de moto, pedindo ao depoente que cuidasse do veículo, pois iria do outro lado da rua. Na BR, buscar uma peça da moto que havia caído quando ele chegava. O depoente então ficou atento, referindo que ouviu barulho de freada, o que chamou sua atenção, sendo que de repente observou que o carro invadiu o acostamento, onde há rama, atropelando seu pai. Relata que esse paia estava abaixado, procurando pela peça da moto, narrando o depoente que ele ainda tentou se proteger e gritou, mas não pode evitar o atropelamento. Diz que a rodovia estava movimentada. Diz que não chovia e que estava claro. Relata que ouviu o barulho das freadas longe e depois viu o acidente. Afirma que o carro vinha em alta velocidade. O acidente ocorreu em uma curva. Não sabe porque o condutor do veículo invadiu o acostamento. Relata que após a colisão do carro com seu pai, a vítima voou e caiu distante uns 30mts do ponto de colisão. Se não as árvores a vítima teria caído no peral. O condutor do veículo parou e desceu do carro com as mãos na cabeça, falando “olha o que eu fiz, atropelei o senhor”. Não sabe que chamou a polícia. Não sabe quanto tempo depois o socorro chegou, afirmando que ficou um tempo e depois foi para casa, após receber o telefone de um homem, chamado Adilson, que disse ter visto o acidente. Os vizinhos ficaram com a vítima até o socorro.
Quando estava cuidando da moto seu vizinho Jonatan estava junto, tendo visto o ocorrido. A mãe do depoente não estava em casa, na ocasião estava sozinho. A vítima ficou hospitalizada sete meses até o falecimento, não saindo do hospital em nenhum momento. A vítima teve ferimentos na cabela e na perna, permanecendo em coma desde o acidente. O pai do depoente era mecânico, tendo oficina própria. Acha que seu ´pai ganhava mensalmente R$ 2.500,00, relatando que tinha um padrão vida razoável. A mãe do depoente trabalha com vendas. Não sabe se se u pai recolhia INSS, afirmando que o padrão de vida da família mudou após o acidente. O depoente, sua irmão e mãe estiveram em tratamento psicológico, sedo que hoje apenas sua irmã continua fazendo. Foi ao psicólogo, juntamente com sua mãe, por sete meses mais ou menos. A mãe do depoente continua trabalhando. Diz que o condutor do veículo não buzinou antes de atingir a vítima. Não recorda se o condutor freou o veículo antes da colisão. Afirma que no local do acidente ficaram marcadas de frenagem, achando que talvez com 20mts. O acidente ocorreu por volta das 15horas. Não lembra de o condutor de dito de onde vinha e para onde ia na ocasião da colisão. Não lembra se no veículo que atingiu seu pai havia logotipo da empresa ré. O veículo que atingiu seu pai era uma camionete, sendo que a colisão na parte dianteira do veículo, no para-choque, bem como no para-brisa, do lado do carona. Pelos réus Plano Engenharia e Marcel: nada. Pela Seguradora: nada. Nada mais.
SENTENÇA CONDENANDO MARCEL VAN HATTEM CIVILMENTE NO CASO DE HOMICÍDIO
Sentença no site do Tribunal de Justiça, a decisão da Juíza de Direito Célia Cristina Veras Perotto, condenando Marcel van Hattem. O inteiro teor da sentença pode ser acessado através do site do TJ com o número do processo 166/1.08.0002313-0.
.
Reproduzo a parte final da Sentença:
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(...)
Ante o exposto, julgo parcialmente procedente a pretensão deduzida por Sucessão de Adair José Wiest, Anelise Wiest, Adane Wiest e Alisson Wiest contra Plano Engenharia e Imóveis Ltda. e Marcel Van Hattem, para o fim de condenar os requeridos a pagar aos autores:
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a) os valores despendidos a título de danos materiais para custeio dos tratamentos médicos realizados pela vítima, inclusive despesas com medicamentos, sendo que o valor devido deverá ser apurado mediante liquidação de sentença por artigos, incidindo sobre o montante apurado correção monetária pela variação do índice do IGP-M, a contar da data do acidente, a teor da Súmula 43 do STJ, bem como acrescidos de juros legais de 12% ao ano desde o evento danoso, nos termos do art. 406 do Código Civil, combinado com o art. 161, § 1º, do Código Tributário Nacional, tendo em vista a disposição contida na Súmula 54 do STJ;
Sentença no site do Tribunal de Justiça, a decisão da Juíza de Direito Célia Cristina Veras Perotto, condenando Marcel van Hattem. O inteiro teor da sentença pode ser acessado através do site do TJ com o número do processo 166/1.08.0002313-0.
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Reproduzo a parte final da Sentença:
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(...)
Ante o exposto, julgo parcialmente procedente a pretensão deduzida por Sucessão de Adair José Wiest, Anelise Wiest, Adane Wiest e Alisson Wiest contra Plano Engenharia e Imóveis Ltda. e Marcel Van Hattem, para o fim de condenar os requeridos a pagar aos autores:
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a) os valores despendidos a título de danos materiais para custeio dos tratamentos médicos realizados pela vítima, inclusive despesas com medicamentos, sendo que o valor devido deverá ser apurado mediante liquidação de sentença por artigos, incidindo sobre o montante apurado correção monetária pela variação do índice do IGP-M, a contar da data do acidente, a teor da Súmula 43 do STJ, bem como acrescidos de juros legais de 12% ao ano desde o evento danoso, nos termos do art. 406 do Código Civil, combinado com o art. 161, § 1º, do Código Tributário Nacional, tendo em vista a disposição contida na Súmula 54 do STJ;
b) pensão mensal no valor equivalente a 2/3 do montante equivalente a quatro (04) salários mínimos nacional, desde evento morte até a ocasião em que a vítima viesse a completar 70 anos de idade, na parte que cabe à autora Anelise, e, no que se refere aos autores Alisson e Adane, até que estes completem 25 anos de idade, se não contraírem núpcias até o advento da referida idade, nos termos da fundamentação exposta, sendo que os valores vencidos deverão ser corrigidos monetariamente pela variação do índice do IGP-M, a contar do acidente, a teor da Súmula 43 do STJ, bem como acrescidos de juros legais de 12% ao ano desde o evento danoso, nos termos do art. 406 do Código Civil, combinado com o art. 161, § 1º, do Código Tributário Nacional, tendo em vista a disposição contida na Súmula 54 do STJ;
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c) indenização, a título de dano moral, no valor de R$ 25.500,00 (vinte e cinco mil e quinhentos reais), para cada um dos autores, passando a incidir, a partir dessa data, correção monetária medida pela variação do índice do IGP-M, acrescido de juros legais de 12% ao ano a partir do evento danoso, nos termos do art. 406 do Código Civil, combinado com o art. 161, § 1º, do Código Tributário Nacional, tendo em vista a disposição contida na Súmula 54 do STJ.
.
Em face da sucumbência mínima dos autores, condeno os demandados ao pagamento das custas e despesas processuais, bem como honorários advocatícios do patrono dos requerentes, os quais arbitro em 20% sobre o valor total da condenação, atendidos os critérios do art. 20, §3º, do Código de Processo Civil.
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Publique-se.
Registre-se.
Intimem-se.
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Ivoti, 27 de julho de 2010.
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Célia Cristina Veras Perotto
Juíza de Direito
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c) indenização, a título de dano moral, no valor de R$ 25.500,00 (vinte e cinco mil e quinhentos reais), para cada um dos autores, passando a incidir, a partir dessa data, correção monetária medida pela variação do índice do IGP-M, acrescido de juros legais de 12% ao ano a partir do evento danoso, nos termos do art. 406 do Código Civil, combinado com o art. 161, § 1º, do Código Tributário Nacional, tendo em vista a disposição contida na Súmula 54 do STJ.
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Em face da sucumbência mínima dos autores, condeno os demandados ao pagamento das custas e despesas processuais, bem como honorários advocatícios do patrono dos requerentes, os quais arbitro em 20% sobre o valor total da condenação, atendidos os critérios do art. 20, §3º, do Código de Processo Civil.
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Publique-se.
Registre-se.
Intimem-se.
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Ivoti, 27 de julho de 2010.
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Célia Cristina Veras Perotto
Juíza de Direito
FAQ: COMO VISUALIZAR A SENTENÇA DE VAN HATTEM
1 - Entre no site do Tribunal de Justiça do RS: http://www1.tjrs.jus.br/site/
2 - Clique em: Processos
3 - Clique em: Acompanhamento Processual
4 - Escolha o tipo de Consulta: Por Nº de Processo
5 - Em TJ/Comarca escolha: Ivoti
6 - Em N° proc. (Número Themis) digite: 166/1.08.0002313-0
7 - Na página do processo, clique em: Ver Sentença
8 - Clique em "21513/2010" e faça download da senteça
8.1 - Caso não possua o BrOffice para visualizar a senteça, baixe o programa gratuitamente na mesma página
1 - Entre no site do Tribunal de Justiça do RS: http://www1.tjrs.jus.br/site/
2 - Clique em: Processos
3 - Clique em: Acompanhamento Processual
4 - Escolha o tipo de Consulta: Por Nº de Processo
5 - Em TJ/Comarca escolha: Ivoti
6 - Em N° proc. (Número Themis) digite: 166/1.08.0002313-0
7 - Na página do processo, clique em: Ver Sentença
8 - Clique em "21513/2010" e faça download da senteça
8.1 - Caso não possua o BrOffice para visualizar a senteça, baixe o programa gratuitamente na mesma página
Quanto ao processo por Apropriação Indébita por Marcel van Hattem, a Polícia não apenas verificou a existência de irregularidade, como já remeteu o processo à justiça para instauração de processo.
O inquérito correu na 1ª Delegacia de Polícia de Porto Alegre: Inquérito nº 524/2010/100301. Mais informações podem ser obtidas junto à delegacia, cujo endereço e telefone são:
End.: Rua Riachuelo, 613 - Centro, Porto Alegre - RS, 90010-272
Tel.: (0xx)51 3228-6124
O processo, gerado a partir da denúncia de Régis, corre na 6ª Vara Criminal do Foro Central de Porto Alegre, tendo sido distribuído no dia 21/06 e estando em carga no Ministério Público desde o dia 23/06. O número dele é 001/2.10.0053441-1.
Portanto, esse Rodrigo, como acabo de provar, está MENTINDO. Não passa de um MENTIROSO puxa-saco de político corrupto.
O inquérito correu na 1ª Delegacia de Polícia de Porto Alegre: Inquérito nº 524/2010/100301. Mais informações podem ser obtidas junto à delegacia, cujo endereço e telefone são:
End.: Rua Riachuelo, 613 - Centro, Porto Alegre - RS, 90010-272
Tel.: (0xx)51 3228-6124
O processo, gerado a partir da denúncia de Régis, corre na 6ª Vara Criminal do Foro Central de Porto Alegre, tendo sido distribuído no dia 21/06 e estando em carga no Ministério Público desde o dia 23/06. O número dele é 001/2.10.0053441-1.
Portanto, esse Rodrigo, como acabo de provar, está MENTINDO. Não passa de um MENTIROSO puxa-saco de político corrupto.
E reforço meu DESAFIO à esse MOLEQUE, esse Rodrigo. Quero que ele mostre algum processo, em qualquer tribunal do Brasil, em que eu tenha sido condenado ou, ao menos, figure como Réu.
😮
1 minuto! Vamos organizar isso daqui.
Pelo site do TJRS, observei que o processo 1.08.0002313-0, que tramita na comarca de Ivoti, não é um processo crimina, mas sim um processo indenizatório civil não transitado em julgado. Aonde tramita o processo crime? Na mesma comarca?
Pelo site do TJRS, observei que o processo 1.08.0002313-0, que tramita na comarca de Ivoti, não é um processo crimina, mas sim um processo indenizatório civil não transitado em julgado. Aonde tramita o processo crime? Na mesma comarca?
De fato há um inquérito indiciando alguém (não sei quem, o sitio do tribunal não informa). O referido inquérito foi distribuído para a 6ª Vara Criminal do Foro Central e agora está em carga dom o Ministério Público. Ainda não houve manifestação do Parquet no sentido de denunciar os indiciados ou pedir o arquivamento do inquérito.
É possível acompanhar o feito pelo sítio do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul: http://www1.tjrs.jus.br/busca/?tb=proc
É possível acompanhar o feito pelo sítio do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul: http://www1.tjrs.jus.br/busca/?tb=proc
Você está certo. De fato, o processo que tramita na comarca de Ivoti é civil, sendo que nele, em 1º instância (por isso você também está certo quando diz que não houve trânsito em julgado, ou seja, cabe recurso) Marcel foi condenado à indenizar a família do senhor que ele atropelou em 75 mil reais (25 mil para cada um dos 3 requerentes), mais uma pensão para a esposa e filhos, no montante de 2/3 de 4 salários mínimos, além das despesas médicas e as custas e despesas processuais, bem como honorários advocatícios do patrono dos requerentes.
Ainda não consegui localizar o processo criminal, pois, como deve ter visto no site do TJ, os processos criminais não podem ser visualizados através da busca por nome da parte ou OAB do advogado, apenas por busca direta por número do processo. Em todo caso, já foi um grande avanço ele ser condenado em 1ª instância depois de quase 4 anos de andamento do processo.
Ainda não consegui localizar o processo criminal, pois, como deve ter visto no site do TJ, os processos criminais não podem ser visualizados através da busca por nome da parte ou OAB do advogado, apenas por busca direta por número do processo. Em todo caso, já foi um grande avanço ele ser condenado em 1ª instância depois de quase 4 anos de andamento do processo.
Sobre o processo por apropriação indébita, acho que você pode ter informações mais detalhadas junto ao advogado que fez a denúncia do crime na Polícia Civil.
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O nome do autor do processo é Régis Antônio Coimbra, foi advogado da atual Gestão do DCE, é filiado ao Democratas-RS e fundador do Movimento Direita Volver, tendo sido candidato à conselhos da UFRGS no ano de 2005. Em 2006, ele também foi fundador do Movimento Estudantil Liberdade.
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O perfil dele no Orkut é: [url]/Main#Profile?uid=11641427261189519934[/url]
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O nome do autor do processo é Régis Antônio Coimbra, foi advogado da atual Gestão do DCE, é filiado ao Democratas-RS e fundador do Movimento Direita Volver, tendo sido candidato à conselhos da UFRGS no ano de 2005. Em 2006, ele também foi fundador do Movimento Estudantil Liberdade.
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O perfil dele no Orkut é: [url]/Main#Profile?uid=11641427261189519934[/url]
Lucas,
Que Bruno?
Que Bruno?
Estou procurando ser prudente. Há muitas informações novas para serem apuradas.
Noticia-crime nada mais é do que comunicar à autoridade competente sobre o acontecimento de um crime para que ela apure os fatos e promova o processo penal. Obviamente que o advogado Coimbra, que comunicou à polícia sobre o suposto crime, é parte interessada na futura demanda. É prudente aguardar a manifestação do MP.
Tu sabes em que comarca corre o processo por homicídio culposo envolvendo o Van Hattem?
Acho prudente também noticiar esse tópico ao Van Hattem, afinal é dele que estamos falando. Só espero que o pessoal mantenha o nível.
Noticia-crime nada mais é do que comunicar à autoridade competente sobre o acontecimento de um crime para que ela apure os fatos e promova o processo penal. Obviamente que o advogado Coimbra, que comunicou à polícia sobre o suposto crime, é parte interessada na futura demanda. É prudente aguardar a manifestação do MP.
Tu sabes em que comarca corre o processo por homicídio culposo envolvendo o Van Hattem?
Acho prudente também noticiar esse tópico ao Van Hattem, afinal é dele que estamos falando. Só espero que o pessoal mantenha o nível.
Esse Gabriel Afonso tem sérios problemas, dei uma olhada nas comunidades em que participa:
[url]/Main#Community?cmm=513185[/url] - Diga Sim à Pena de Morte
[url]/Main#Community?cmm=683724[/url] - Psicopatologia
[url]/Main#Community?cmm=993780[/url] - PGM - Profiles de Gente Morta (????? WTH)
[url]/Main#Community?cmm=2230166[/url] - Psicopata americano
[url]/Main#Community?cmm=73054537[/url] - HUMOR NEGRO (e o cara ainda quer se mostrar um bom cidadão)
[url]/Main#Community?cmm=511523[/url] - Psicopatologia Forense (quer entender a sua própria mente)
[url]/Main#Community?cmm=513185[/url] - Diga Sim à Pena de Morte
[url]/Main#Community?cmm=683724[/url] - Psicopatologia
[url]/Main#Community?cmm=993780[/url] - PGM - Profiles de Gente Morta (????? WTH)
[url]/Main#Community?cmm=2230166[/url] - Psicopata americano
[url]/Main#Community?cmm=73054537[/url] - HUMOR NEGRO (e o cara ainda quer se mostrar um bom cidadão)
[url]/Main#Community?cmm=511523[/url] - Psicopatologia Forense (quer entender a sua própria mente)