Deus Existe - Comercial da Macedônia (Albert Einstein)
Deus Existe
Muito bom esse comercial!
Seria realmente muito proveitoso se as escolas tivessem aulas de sociologia, religião, filosofia, política e economias QUE NÃO FOSSEM DOMINADAS POR ESQUERDISTAS.
Seria realmente muito proveitoso se as escolas tivessem aulas de sociologia, religião, filosofia, política e economias QUE NÃO FOSSEM DOMINADAS POR ESQUERDISTAS.
Cara, acredite se puder: o pessoal está filosofando na comunidade do Fluminense (dois tópicos):
1) [url]/Main#CommMsgs?cmm=28077&tid=5543142916341835233[/url]
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Esse comercial eu já vi.
No culto/missa da minah formatura, havia um padre e um pastor evangélico, o Padre proferiu essa parábola.
No culto/missa da minah formatura, havia um padre e um pastor evangélico, o Padre proferiu essa parábola.
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Esse argumento é de Santo Agostinho, presente no livro Contra os maniqueus.
Ayrton, está escuro lá fora, use isso:
http://quebrandooencantodoneoateismo.wordpress.com/
Com certeza o moleque deve estar usando propagandinha neo-ateísta.
Destrua-a!
http://quebrandooencantodoneoateismo.wordpress.com/
Com certeza o moleque deve estar usando propagandinha neo-ateísta.
Destrua-a!
Muito bom o video, mas Einstein falou isso mesmo?
Não sei se foi nessa idade.
É mesmo de Santo Agostinho?
Eu não creio (nunca cri) que fosse de fato do Einstein!
Eu não creio (nunca cri) que fosse de fato do Einstein!
A tese da inexistência ontológica (não tenho certeza se a palavra é ontológica, metafísica ou outra) do mal é de Santo agostinho contra a gnose.
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Texto do Fedeli sobre o assunto.
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"Prezado Magnus,
Seja louvado Nosso Senhor Jesus Cristo.
Sua primeira pergunta é sobre porque permite Deus que haja males no mundo (guerras, doenças, morte, sofrimentos, pobreza etc).
Você deve se lembrar, meu caro Magnus, que o mal, como coisa, como ser, não existe. Lembra-se do exemplo do buraco numa folha de papel ? O buraco não existe. O que existe é o papel.
Mal é falta de ser, falta do que devia existir, ou falta de ordem.
Por exemplo, se me falta um olho, isso é um mal. É falta de algo que devia existir. Se tenho uma orelha no meio da fronte, isso é um mal porque é uma falta de ordem. O veneno de uma cobra, enquanto ser, é bom . Ele só é um mal em minhas veias. Não está, quando nelas, no local adequado. Não está em ordem.
Entretanto, há males morais, isto é, ações, más. As ações não são seres, não são substantivos. Há verbos maus, como roubar, mentir, adulterar, enganar etc.
Sempre que se faz uma ação má, no fundo se busca um bem, embora menor. Por exemplo, quem rouba busca o bem do dinheiro. Roubar é um mal, porque estabelece uma desordem entre os bens. O dinheiro é um bem. Entretanto, a justiça é um bem maior do que o dinheiro. Quem rouba, coloca o bem menor (o dinheiro) acima do bem maior (a justiça). Essa desordem é que constitui o mal moral (uma ação má).
Como expôs Santo Agostinho, o existir é um bem. Se o mal absoluto existisse, ele teria o bem da existência. Logo, não seria um mal absoluto.
E ainda: o mal vai contra a natureza. Portanto, o mal não é uma natureza.
Tudo o que Deus fez é bom .
O demônio, enquanto ser, é bom, pois tem uma garnde inteligência e uma possante vontade, que ele usa só para agir mal.
O inferno mesmo é um bem , porque por meio dele Deus faz justiça. Daí Dante fazer o inferno dizer:
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Texto do Fedeli sobre o assunto.
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"Prezado Magnus,
Seja louvado Nosso Senhor Jesus Cristo.
Sua primeira pergunta é sobre porque permite Deus que haja males no mundo (guerras, doenças, morte, sofrimentos, pobreza etc).
Você deve se lembrar, meu caro Magnus, que o mal, como coisa, como ser, não existe. Lembra-se do exemplo do buraco numa folha de papel ? O buraco não existe. O que existe é o papel.
Mal é falta de ser, falta do que devia existir, ou falta de ordem.
Por exemplo, se me falta um olho, isso é um mal. É falta de algo que devia existir. Se tenho uma orelha no meio da fronte, isso é um mal porque é uma falta de ordem. O veneno de uma cobra, enquanto ser, é bom . Ele só é um mal em minhas veias. Não está, quando nelas, no local adequado. Não está em ordem.
Entretanto, há males morais, isto é, ações, más. As ações não são seres, não são substantivos. Há verbos maus, como roubar, mentir, adulterar, enganar etc.
Sempre que se faz uma ação má, no fundo se busca um bem, embora menor. Por exemplo, quem rouba busca o bem do dinheiro. Roubar é um mal, porque estabelece uma desordem entre os bens. O dinheiro é um bem. Entretanto, a justiça é um bem maior do que o dinheiro. Quem rouba, coloca o bem menor (o dinheiro) acima do bem maior (a justiça). Essa desordem é que constitui o mal moral (uma ação má).
Como expôs Santo Agostinho, o existir é um bem. Se o mal absoluto existisse, ele teria o bem da existência. Logo, não seria um mal absoluto.
E ainda: o mal vai contra a natureza. Portanto, o mal não é uma natureza.
Tudo o que Deus fez é bom .
O demônio, enquanto ser, é bom, pois tem uma garnde inteligência e uma possante vontade, que ele usa só para agir mal.
O inferno mesmo é um bem , porque por meio dele Deus faz justiça. Daí Dante fazer o inferno dizer:
"Fecemi la Divina Potestate (Deus Pai), la Somma Sapienza (Deus Filho) ed il Primo Amore (o Espírito Santo).
[Fizeram-me o Divino Poder (Deus Pai), a Suma Sabedoria (Deus Filho), e o Primeiro Amor (o Espírito Santo).]
Agora, vamos à sua pergunta, sobre o porquê Deus permitir o mal relativo, como a morte, a doença, pobreza etc.
Em primeiro lugar, Deus fez todas as coisas com qualidades desiguais. Ora, essa diferença de qualidades é que permite a ordem no mundo. E a ordem é que reflete a Sabedoria de Deus.
(Eu lhe expliquei isso em São Paulo, mas se você quiser, eu lhe repito a explicação).
Havendo desigualdade nos seres, é claro que o ser com menos qualidade (uma pedra em relação a uma planta) está numa situação de carência de bem, o que é um mal relativo. Mas isso foi feito por Deus assim , para que as coisas pudessem ser ordenadas entre si, fazendo brilhar a Sabedoria de Deus, através da ordenação das coisas criadas.
Deus também permitiu a pobreza para que os homens compreendessem que a riqueza não é o bem supremo, mas só relativo. Assim também com a saúde , a vida , o saber etc.
Além disso, Deus fez as coisas com desigualdade para que no universo fosse possível existir a caridade, que é imagem do amor de Deus.
Deus é bom e faz o bem. Ele nos fez semelhantes a Ele.
Ora, todo homem, enquanto ser, é bom . Mas para ser semelhante a Deus é preciso, como Ele, fazer o bem.
Para fazer o bem é preciso haver desigualdade. Só posso dar esmola, se existe um bolso cheio e outro vazio. Se ambos forem igualmente cheios, ou igualmente vazios, será impossível ou inútil dar esmola. A desigualdade entre pobres e ricos é que permite ao rico ser como Deus que nos dá tudo, e ensina ao rico que a riqueza não é o bem supremo. É, pois, a desigualdade entre ricos e pobres que permite que no mundo haja uma imagem do Amor de Deus.
A guerra, a morte, o pecado são males que entraram no mundo com o pecado de Adão, que desregrou toda a nossa natureza.
[Fizeram-me o Divino Poder (Deus Pai), a Suma Sabedoria (Deus Filho), e o Primeiro Amor (o Espírito Santo).]
Agora, vamos à sua pergunta, sobre o porquê Deus permitir o mal relativo, como a morte, a doença, pobreza etc.
Em primeiro lugar, Deus fez todas as coisas com qualidades desiguais. Ora, essa diferença de qualidades é que permite a ordem no mundo. E a ordem é que reflete a Sabedoria de Deus.
(Eu lhe expliquei isso em São Paulo, mas se você quiser, eu lhe repito a explicação).
Havendo desigualdade nos seres, é claro que o ser com menos qualidade (uma pedra em relação a uma planta) está numa situação de carência de bem, o que é um mal relativo. Mas isso foi feito por Deus assim , para que as coisas pudessem ser ordenadas entre si, fazendo brilhar a Sabedoria de Deus, através da ordenação das coisas criadas.
Deus também permitiu a pobreza para que os homens compreendessem que a riqueza não é o bem supremo, mas só relativo. Assim também com a saúde , a vida , o saber etc.
Além disso, Deus fez as coisas com desigualdade para que no universo fosse possível existir a caridade, que é imagem do amor de Deus.
Deus é bom e faz o bem. Ele nos fez semelhantes a Ele.
Ora, todo homem, enquanto ser, é bom . Mas para ser semelhante a Deus é preciso, como Ele, fazer o bem.
Para fazer o bem é preciso haver desigualdade. Só posso dar esmola, se existe um bolso cheio e outro vazio. Se ambos forem igualmente cheios, ou igualmente vazios, será impossível ou inútil dar esmola. A desigualdade entre pobres e ricos é que permite ao rico ser como Deus que nos dá tudo, e ensina ao rico que a riqueza não é o bem supremo. É, pois, a desigualdade entre ricos e pobres que permite que no mundo haja uma imagem do Amor de Deus.
A guerra, a morte, o pecado são males que entraram no mundo com o pecado de Adão, que desregrou toda a nossa natureza.
Quando um homem injustamente ataca outro, o atacado tem direito de se defender. O mesmo acontece com um país: se é atacado, ele pode resistir ao agressor, e fazer-lhe guerra justa.
Freqüentemente, é no sofrimento - na pobreza, na doença, na dor - que o homem se aproxima de Deus. O mal relativo o aproxima do Bem Absoluto. O que é excelente.
Meu caro Magnus, por hoje meu tempo está acabando. Noutro dia, respondo sua segunda pergunta.
In Corde Jesu, semper,
Orlando Fedeli.
http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&su…143&lang=bra
Freqüentemente, é no sofrimento - na pobreza, na doença, na dor - que o homem se aproxima de Deus. O mal relativo o aproxima do Bem Absoluto. O que é excelente.
Meu caro Magnus, por hoje meu tempo está acabando. Noutro dia, respondo sua segunda pergunta.
In Corde Jesu, semper,
Orlando Fedeli.
http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&su…143&lang=bra
O mal no mundo
PERGUNTA
Nome: Magnus
Enviada em: 02/02/2000
1) Se Deus existe por que há tanto mal no mundo, como guerras, doenças, sofrimentos, pobreza, etc.?
2) Qual o significado da sociedade altamente desenvolvida de hoje? Que motivos temos para mudar?
Magnus Walberg
PERGUNTA
Nome: Magnus
Enviada em: 02/02/2000
1) Se Deus existe por que há tanto mal no mundo, como guerras, doenças, sofrimentos, pobreza, etc.?
2) Qual o significado da sociedade altamente desenvolvida de hoje? Que motivos temos para mudar?
Magnus Walberg
"... Quanto à sua segunda pergunta (sobre o mal), antes de tudo, há que distinguir mal ontológico, e mal moral. Os gnósticos se perguntavam de onde vem o mal.
Deus é bom e tudo o que ele fez é bom.
É o que se lê no Gênesis capítulo I, Deus dizia ser boa cada coisa que Ele criava. E, contemplando o conjunto de sua obra, Deus disse que o todo era "muito bom". Portanto tudo o que existe é bom.
O ser é na medida que tem qualidades em ato.
Deus sendo ato puro é bem absoluto.
Tudo o que Ele criou é bem, mas não bem absoluto. Toda criatura é boa, mas seu bem é limitado, finito, relativo. Então toda criatura, não tendo o bem absoluto, carece de algum bem, e nesse sentido restritivo, teria carência de uma bem maior que ela.
Por outro lado, o mal não pode existir enquanto ser. Como explicou Santo Agostinho em seu livro Contra Manicheos, existir é melhor do que não existir. Existir é um bem. Se o mal absoluto existisse, ele teria o bem da existência. Então não seria mal absoluto.
O mal é uma falta de ser, uma falta do que devia existir, ou uma falta de ordem.
Se me faltasse um braço, isso seria um mal. Um buraco na pista de uma rodovia é um mal, pela falta de asfalto.
Se tenho uma orelha a mais na fronte, isso seria um mal pela falta de ordem.
A treva não existe. O que existe é a luz. A treva é uma falta de luz.
O inferno existe, então ele é um bem, pois faz justiça.
Por outro lado, o mal moral existe.
Roubar é um mal moral.
Mas roubar não é uma coisa. É uma ação. Não há então coisas más, mas pode haver ações más. Não há substantivos maus. Há verbos maus.
Mentir, roubar, adulterar, fraudar são verbos que indicam ações más.
Quando alguém rouba, faz uma desordem nos bens.
O dinheiro que se busca roubando é bom. É um bem. Mas a Justiça é um bem maior que o dinheiro. Roubar é colocar o dinheiro (bem menor) acima da justiça (bem maior).
Roubar é desordenar bens. Roubar é uma ação má. Roubar é pecado por desordenar os bens.
Deus é bom e tudo o que ele fez é bom.
É o que se lê no Gênesis capítulo I, Deus dizia ser boa cada coisa que Ele criava. E, contemplando o conjunto de sua obra, Deus disse que o todo era "muito bom". Portanto tudo o que existe é bom.
O ser é na medida que tem qualidades em ato.
Deus sendo ato puro é bem absoluto.
Tudo o que Ele criou é bem, mas não bem absoluto. Toda criatura é boa, mas seu bem é limitado, finito, relativo. Então toda criatura, não tendo o bem absoluto, carece de algum bem, e nesse sentido restritivo, teria carência de uma bem maior que ela.
Por outro lado, o mal não pode existir enquanto ser. Como explicou Santo Agostinho em seu livro Contra Manicheos, existir é melhor do que não existir. Existir é um bem. Se o mal absoluto existisse, ele teria o bem da existência. Então não seria mal absoluto.
O mal é uma falta de ser, uma falta do que devia existir, ou uma falta de ordem.
Se me faltasse um braço, isso seria um mal. Um buraco na pista de uma rodovia é um mal, pela falta de asfalto.
Se tenho uma orelha a mais na fronte, isso seria um mal pela falta de ordem.
A treva não existe. O que existe é a luz. A treva é uma falta de luz.
O inferno existe, então ele é um bem, pois faz justiça.
Por outro lado, o mal moral existe.
Roubar é um mal moral.
Mas roubar não é uma coisa. É uma ação. Não há então coisas más, mas pode haver ações más. Não há substantivos maus. Há verbos maus.
Mentir, roubar, adulterar, fraudar são verbos que indicam ações más.
Quando alguém rouba, faz uma desordem nos bens.
O dinheiro que se busca roubando é bom. É um bem. Mas a Justiça é um bem maior que o dinheiro. Roubar é colocar o dinheiro (bem menor) acima da justiça (bem maior).
Roubar é desordenar bens. Roubar é uma ação má. Roubar é pecado por desordenar os bens.
A lei é a expressão da Vontade de Deus.
A lei natural é a própria Vontade de Deus enquanto governa a natureza. Por isso, tudo o que vai contra a natureza vai contra a Vontade de Deus.
Não há então motivo para não perguntar.
Pelo contrário. Deus nos mandou que o amássemos com todo o entendimento, porque só podemos amar aquilo que conhecemos. Ninguém pode amar "xoró no avesso", porque "xoró" não existe. Imagine no avesso...
Para amar a Deus devemos procurar conhecer todo o possível a respeito dele. Por isso o estudo é a fonte da que alimenta o amor. Todo amor vem do conhecimento. Pergunte, estude e ame a Deus com toda a sua inteligência e vontade.
E tendo alguma dúvida que eu possa solucionar, estarei pronto a fazê-lo, quando você me indagar.
Deus a guarde sempre em sua santa Lei.
In Corde Jesu, semper,
Orlando Fedeli"
http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&su…628&lang=bra
A lei natural é a própria Vontade de Deus enquanto governa a natureza. Por isso, tudo o que vai contra a natureza vai contra a Vontade de Deus.
Não há então motivo para não perguntar.
Pelo contrário. Deus nos mandou que o amássemos com todo o entendimento, porque só podemos amar aquilo que conhecemos. Ninguém pode amar "xoró no avesso", porque "xoró" não existe. Imagine no avesso...
Para amar a Deus devemos procurar conhecer todo o possível a respeito dele. Por isso o estudo é a fonte da que alimenta o amor. Todo amor vem do conhecimento. Pergunte, estude e ame a Deus com toda a sua inteligência e vontade.
E tendo alguma dúvida que eu possa solucionar, estarei pronto a fazê-lo, quando você me indagar.
Deus a guarde sempre em sua santa Lei.
In Corde Jesu, semper,
Orlando Fedeli"
http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&su…628&lang=bra
Na minha opinião é justamente o contrário: o mal é a ausência do bem, assim como a sombra é a ausência de luz. O mal é inerente à existência.
Vejam esse silogismo:
Tudo o que existe foi criado por Deus;
Deus existe;
Logo, Deus foi criado por Deus.
Qualquer teísta aceita naturalmente essas duas premissas, das quais se segue necessariamente uma conclusão absurda e obviamente falsa, pois tautológica. Portanto, uma das premissas é falsa, ou então ambas são falsas (que é o que eu acredito). A falsidade da premissa menor acarreta a falsidade da premissa maior, porque o inexistente não pode criar coisa alguma, e a falsidade da premissa maior entra em contradição direta com o conceito de Deus, porque 'ser-criador' é nota constitutiva do conceito de Deus. E aí?
Marcelo, a primeira premissa é falsa, é um problema relativo à linguagem.
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O correto seria assim:
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"Tudo o que existe foi criado por Deus (exceto, OBVIAMENTE o próprio Deus, pois isso seria um paradoxo)"
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Na verdade, quando dizemos que tudo foi criado por Deus, isso já está implícito. É aquele negócio, para bom entendedor...
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O correto seria assim:
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"Tudo o que existe foi criado por Deus (exceto, OBVIAMENTE o próprio Deus, pois isso seria um paradoxo)"
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Na verdade, quando dizemos que tudo foi criado por Deus, isso já está implícito. É aquele negócio, para bom entendedor...
O mal é ausência do bem, porque se assim não fosse, não haveria ordem no Cosmos, mas apenas caos. Esse BEM" aí refere´se à bondade divina.
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Também é evidente que quando nos referimos ao bem (mais uma vez uma limitação da linguagem) , quase sempre estamos falando em relação a um ente dotado de CONSCIÊNCIA, e não em relação a animais irracionais.
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Tiago, Grato pela correção, Já apaguei.
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Também é evidente que quando nos referimos ao bem (mais uma vez uma limitação da linguagem) , quase sempre estamos falando em relação a um ente dotado de CONSCIÊNCIA, e não em relação a animais irracionais.
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Tiago, Grato pela correção, Já apaguei.
PS: Por sermos dotados de consciência, podemos escolher entre fazer o mal ou particar a bondade, pois somos dotados de livre-arbítrio (mais uma evidência da bondade divina)
1) Sua resposta é totalmente ad hoc, você não corrigiu nenhuma das premissas, mas simplesmente adicionou outra premissa ("Deus não criou a si mesmo") que é a mera negação da conclusão.. ora ora, como pretende corrigir a conclusão, negando-a?
2) Não justificou porque Deus é algo incriado, e não adianta apelar para a definição do conceito, porque você pode adicionar qualquer nota ao conceito, desde que não entre em contradição com as outras notas.
Olhando a Natureza, vejo o mal por toda parte. Para mim, é imensamente mais fácil pensar que o mal é positivo, enquanto o bem é negativo, ou seja, mera negação daquele, tal como o sofrimento e a felicidade.
1) Não senhor, eu disse que a primeira premissa é FALSA. Já está explicado lá em cima.
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2) Você não pediu para eu explicar porque Deus é algo incriado.
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2) Você não pediu para eu explicar porque Deus é algo incriado.
Isso aí é a origem de toda a filosofia realmente séria. Se você quiser saber porque a exsitência de Deus é necessária, então deve ler Aristóteles (o motor inicial) e Sto Tomás de Aquino (Suma Teológica).
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Deixe de ser preguiçoso, filhão. Vá ler.
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Deixe de ser preguiçoso, filhão. Vá ler.
Olhando a Natureza, vejo o mal por toda parte.
Para mim, é imensamente mais fácil pensar que o mal é positivo, enquanto
o bem é negativo, ou seja, mera negação daquele, tal como o sofrimento e
a felicidade.
RESPOSTA:
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Isso aí não é filosofia, não é amor à lógica, ,mas mera ,masturbação mental. Já leu o que escrevi sobre ORDEM e CONSCIÊNCIA?
Para mim, é imensamente mais fácil pensar que o mal é positivo, enquanto
o bem é negativo, ou seja, mera negação daquele, tal como o sofrimento e
a felicidade.
RESPOSTA:
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Isso aí não é filosofia, não é amor à lógica, ,mas mera ,masturbação mental. Já leu o que escrevi sobre ORDEM e CONSCIÊNCIA?
[url]/Main#Profile?uid=2550191970516022724[/url]
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Bom.. é lógico que a primeira premissa é falsa (assim como a segunda), mas não pelo mesma razão que você coloca aqui. Na verdade, você subscreveu a primeira premissa, e acrescentou uma outra ("Deus não criou a si mesmo") que, como eu já disse, é simplesmente a negação da conclusão. Você não entendeu isso.
Coisa alguma pode criar a si mesma, isso é óbvio, não acha? No entanto, a conclusão se segue necessariamente das premissas, tidas como verdadeiras! he he he!
Coisa alguma pode criar a si mesma, isso é óbvio, não acha? No entanto, a conclusão se segue necessariamente das premissas, tidas como verdadeiras! he he he!
[url]/Main#Profile?uid=6496073837323346451[/url]:Marcelo:
1) Sua resposta é totalmente ad hoc, você não corrigiu nenhuma das premissas, mas simplesmente adicionou outra premissa ("Deus não criou a si mesmo") que é a mera negação da conclusão.. ora ora, como pretende corrigir a conclusão, negando-a?
2) Não justificou porque Deus é algo incriado, e não adianta apelar para a definição do conceito, porque você pode adicionar qualquer nota ao conceito, desde que não entre em contradição com as outras notas.
Pelo amor, meu!, PENSE!!!
Silogismos são estruturas lógicas, dentro das quais você relaciona o conteúdo. Contudo, você não pode fazer silogismos ignorando os conceitos que compõe o conteúdo.
Conceito de Deus é Aquele que É, estado permanente, sem origem nem fim, o eterno Presente. Daí de onde vem sua onipotência, onisciência e onipresença.Inferir que Deus é criatura, que foi criado, é a mesma coisa que inferir um solteiro que é casado, um quadrado que é redondo: non ecxiste.
Para finalizar, há uma premissa oculta, pois veja:
Concordo com vocês. A premissa maior é falsa! Porque nada foi criado por Deus.
Ajeitei.
[url]/Main#Profile?uid=6496073837323346451[/url]:E você deduz isso de um silogismo errado que você fez? Então tá bom, gênio.
Concordo com vocês. A premissa maior é falsa! Porque nada foi criado por Deus.
Como assim silogismo errado? Formalmente não há problema nenhum com o silogismo, portanto ele não está errado. Se a conclusão é absurda, é porque as premissas são falsas. Mas dizer que "Tudo o que existe foi criado por Deus exceto, OBVIAMENTE o próprio Deus" é aceitar a premissa maior com um acréscimo. Não entenderam ainda?
Deus não pode ter um criador(uma causa)sendo assim ele estaria sujeito a relação de causa e efeito. E Deus não pode está sujeito ao que ele criou.Ele, como criador de tudo,até da relação de CAUSA-EFEITO não está sujeito a ela assim como não está sujeito ao tempo,pois ele atemporal.
E própria ideia de que ele é INFINITO extingue toda ideia de que ele possa ter ter um criador. Ora,se algo é infinito "tanto para trás quanto para frente" - se é que vocês me entendem - é totalmente IMPOSSÍVEL ter um criador.
Me corrijam se estiver errado.
Marcelo, já que você arregou e desistiu de refutar (na verdade, logo após a minha primeira resposta), diz aí, filhão, o que voc~e já leu de Aristóteles e de Sto Tomás De aquino. parece que você não leu ABSOLUTAMENTE NADA, estou errado?
O cara além de burro é teimoso, nem adianta...
De cara, apontei que a primeira premissa era falsa (e os colegas complementaram muito bem). Cadê a refutação?
Ayrton, você faz uma confusão tremenda.. você aceita a premissa maior, mas acrescenta outra premissa.
"Tudo o que existe foi criado por Deus." -> Essa proposição é falsa?
"Tudo o que existe foi criado por Deus." -> Essa proposição é falsa?
Dizer "..exceto, obviamente, o próprio Deus" é subscrever a premissa maior, e não negá-la. Qualquer pessoa imparcial entende isso.
Sobre o problema do mal:
Aprende, trouxa.
E vê se para com isso de que "ai, eu vejo isso, então eu acredito nisto porque eu me sinto assim". Essa é uma comunidade de estudo, pesquisa e debate. Se não tiver nada melhor para fazer, vá ler alguma coisa, quem sabe você acaba aprendendo algo.
"Tudo o que existe foi criado por Deus." -> Essa proposição é falsa?
É falsa.
O certo seria "toda a criação foi criada por Deus". Porque nem tudo o que existe foi criado;
RESPOSTA:
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1 - Fala aí, jegue! A primeira premissa é falsa porque é um paradoxo. Se não é um paradoxo fundamente, para que possamos levá-lo a sério. Deus não criou tudo porque não poderia ter criado a si próprio, do contrário, seria necessárioo esxistir um Deus ainda maior para te-lo criado ..assim por diante...ad infinitum
.
1 - Fala aí, jegue! A primeira premissa é falsa porque é um paradoxo. Se não é um paradoxo fundamente, para que possamos levá-lo a sério. Deus não criou tudo porque não poderia ter criado a si próprio, do contrário, seria necessárioo esxistir um Deus ainda maior para te-lo criado ..assim por diante...ad infinitum
Todas as coisas existentes foram
criadas por Deus (que supostamente existe), exceto o próprio Deus!
criadas por Deus (que supostamente existe), exceto o próprio Deus!
Fico espantado com tanta coerência!!!!
O que você entende do motor inicial, intuído por Aristóteles?
"Se é verdade que tudo pode não ser, pode ter havido um momento em que
nada havia, mas então nada hoje existiria, pois o que não é só passa a
ser por intermédio de algo que já é. É necessário, pois, que sempre algo
seja." (São Tomás)
nada havia, mas então nada hoje existiria, pois o que não é só passa a
ser por intermédio de algo que já é. É necessário, pois, que sempre algo
seja." (São Tomás)
A estrutura do silogismo está correta, o problema é que você ignora completamente o conceito de Deus.
Você trata Deus como um quadrado-redondo: daí fica fácil demonstrar que quadrado-redondo, ou o conceito que vc faz de Deus, não existem.
SE Deus CRIOU todas as coisas, ENTÃO Deus já existia ANTES DA CRIAÇÃO DE TODAS AS COISAS, este pressuposto está oculto na premissa maior, e você simplesmente ignora, tal como ignora o conceito de Deus.
Você está fazendo igual aquela velha historinha:
"Deus é amor"
"Amor é cego"
Conclusão "Deus é cego"
"Tudo o que existe foi criado por Deus" é um paradoxo, ou gera um paradoxo com a conjunção da premissa: "Deus existe"??
Tem um jeito de deixar a proposição mui bela e de fácil entendimento:
"Toda a criação foi criada pelo Incriado".
Agora sim está certo.
Agora sim está certo.
Façamos o seguinte, explique-nos como do nada inicial surgiu algo.
É falsa. Concordo! Por isso mesmo a proposição contrária: "nada que existe foi criado por Deus", é verdadeira.

