em minutos: True Outspeak
! Sim, eles são assim mesmo...
Boa noite, pessoal!
Aqui um expresso e um cigarro! TO do OC na caixa!
Aqui um expresso e um cigarro! TO do OC na caixa!
Alguém sabe quando o Olavo vai lançar o livro dele? Tem alguma previsão?
Sim, hoje mesmo estive lendo um dos críticos ao Olavo botar lá na lista de seus "erros"dizer que o movimento revolucionário é antigo! O que é uma idiotice, porque o sujeito não percebe, simplesmente não enxerga - quando começou uma determinada coisa. Ele só a conhece de um determinado jeito, e não vê o "espírito da coisa" sob um disfarce diferente.
aeeeeeeee... o primeiro VTNC é com variação: "VTN meio do seu C"
YESSSSS!
Tirou o pirulito das crianças
NÃO vai tomar no cu!
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
O Olavo ganhou o dia!!
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!!!!!!!!!!!!!!!!!
O Olavo ganhou o dia!!
"Não vai tomar no cu" vai dar crise nas saunas gays!!!
Agora foi outra variação: "VTN meio do olho do seu C".
Essa é para os oftalmologistas!
Essa é para os oftalmologistas!
Esse "Não VTNC" vai também para os anais!
putzzzzzzzzzzz
hahahahaha
Mocreiaaaaaaaaaaa!
O OC tá impossível
hahahahaha
Mocreiaaaaaaaaaaa!
O OC tá impossível
Tem muito liberotário precisando ouvir essa sobre o Mercado.
Dan Rather âncora do CBS
http://www.pedrodoria.com.br/2006/06/21/a-demissao-do-mestre/
http://www.pedrodoria.com.br/2006/06/21/a-demissao-do-mestre/
Ele escreveu "charlatões" mesmo hehehehe
http://www.mgm.org.br/portal/modules.php?name=News&file=print&sid=467
http://www.mgm.org.br/portal/modules.php?name=News&file=print&sid=467
Vem cá: esse primor de moralidade é o representante do movimento gay??
Depois reclama que o Olavo xinga esses caras! Xingá-los é elogio!!!!!!
Depois reclama que o Olavo xinga esses caras! Xingá-los é elogio!!!!!!
Se ele escrever mais à frente "Getulho estava cercado de charlatões", sem dúvida é!
Charlatães ou charlatões, tanto faz na língua portuguesa.
É a horizontalização, com certeza.
Hum...
Claro .....
desculpa mas enquanto ouço ,vou fazendo "artes"
recortando , colando ...etc e tal
Claro .....
desculpa mas enquanto ouço ,vou fazendo "artes"
recortando , colando ...etc e tal
Concordo com Olavo , os padres ficam calados
nao entendo ...Covardia ?
cadê os Profetas?
Acho o olavo um Profeta deste tempo ....
nao entendo ...Covardia ?
cadê os Profetas?
Acho o olavo um Profeta deste tempo ....
Os padres estão com a moral torta. É a doença dos tempos modernos.
Todos estamos com a moral torta. O mal está à vista em todos os ambientes.
É, pois é, Olavo de Carvalho: mas o problema é que o julgamento da nossa consciência é obrigatório, mesmo - mas o que muitos fazem é julgar a SALVAÇÃO dos outros, o que é a medida de Deus. Mas tá cheio disso, de gente que não entende a existência dessa medida divina - e quer assumir não só a que lhe é legítima, mas também a que não é, porque é de DEUS!
Hoje tive essa exata discussão na comu da MSM.
Hoje tive essa exata discussão na comu da MSM.
De novo concordo
cada vez que vejo o filme
tenho uma mudança interior ....uma percepcao nova
ja me reconheci , no lugar do pedro
ja me reconheci , no lugar do Judas
ja me reconheci no lugar de madalena ...............
Minha visão da Paixão de Cristo muda , aprofunda....
O Olavo tem razao ...Deus da os dons e inspira e nao
ta preocupado se a pessoa e santa ou nao ....
alias ele nunca escolhe os melhores ...e sim os piores....
e so ver cada um ....na biblia...
cada vez que vejo o filme
tenho uma mudança interior ....uma percepcao nova
ja me reconheci , no lugar do pedro
ja me reconheci , no lugar do Judas
ja me reconheci no lugar de madalena ...............
Minha visão da Paixão de Cristo muda , aprofunda....
O Olavo tem razao ...Deus da os dons e inspira e nao
ta preocupado se a pessoa e santa ou nao ....
alias ele nunca escolhe os melhores ...e sim os piores....
e so ver cada um ....na biblia...
Mas é isso, é justamente a pessoa não entender que julgar, compreender a diferença entre o Bem e o Mal, é não só legítimo como mandatório. Mas DEFINIR quem vai ser salvo e quem não vai ser salvo é somente Deus que sabe. A gente conhece com grande esforço nosso pedacinho da Verdade. Deus conhece a Verdade, Ele É a Verdade.
O nosso tempo é um horror de estupidez, na minha opinião. Em matéria de emburrecimento,estamos indo a passos largos.
Chavez, o orango vermelho, que está batendo no peito como os primos gorilas, para mostrar ao mundo que chegou. ! Podem crer. O próprio...
o pior que os ignorante ocupam cargos
nao sei como ?
hehehehe
nao sei como ?
hehehehe
Poderia ser mais longo , ou duas vezes na semana
que vc acham ?
que vc acham ?
Muito legal essa última explanação. Adoro quando ele fala da relação do pensamento humano com a realidade. A sabedoria reside aí.
Sim, o velho Carlos Gustavo lutava com as palavras, além de tudo...
Xi... acabou o tempo...
Depois vou baixar tudo.
Depois vou baixar tudo.
ahhhhhhhhhhhhhhhhh.... ja acabou??????
Eu sempre faço isso, Marcos - é muito bom, aí a gente escuta tudo com mais calma!
também , ouço de novo , no outro dia mas nao baixo
escuto no próprio site.....
Pessoal , foi um prazer estar na companhia de todos!!!
Boa noite!
escuto no próprio site.....
Pessoal , foi um prazer estar na companhia de todos!!!
Boa noite!
Boa-noite também - e desculpe aí, viu Pedro? Foi um vexame, nem pizza!... Só tinha um café morno de garrafa térmica, que eu fiquei com vergonha de oferecer!
Semana que vem, faço um banquete!
Beijo, amigos!
Semana que vem, faço um banquete!
Beijo, amigos!
Hahahahahaha um beijo, amiga!
Priscila, eu baixo todos os programas do Olavo no iPod e fico ouvindo quando estou na rua. É uma maravilha!! Não tem programa melhor para ficar ouvindo por aí.
Murilo, sobre o casamento, assino embaixo. Se o Estado não pode legislar sobre questões religiosas, ele não poderia legitimar o casamento. Ademais, havendo o casamento, porque não haver o casamento, por exemplo, entre gays? Que justificativa moral o Estado dará para legitimar o casamento hetero e não o homo? Ele deveria simplesmente retirar-se da vida amorosa e deixar isso à cargo da Igreja. Pra mim, o problema estaria resolvido aí.
Murilo, sobre o casamento, assino embaixo. Se o Estado não pode legislar sobre questões religiosas, ele não poderia legitimar o casamento. Ademais, havendo o casamento, porque não haver o casamento, por exemplo, entre gays? Que justificativa moral o Estado dará para legitimar o casamento hetero e não o homo? Ele deveria simplesmente retirar-se da vida amorosa e deixar isso à cargo da Igreja. Pra mim, o problema estaria resolvido aí.
Baixar o TrueOutSpeak no mp3 e dar uma caminhada escutando o Olavo é muito bom.
Atenção, começou!
True Outspeak MUITO bom E engraçado!
A analogia da "espinha na bunda" entra pra história!!!
A analogia da "espinha na bunda" entra pra história!!!
Quando o Olavo fala que todos devem lutar pela Justiça sem necessitar que sejam santos, não é apenas algo que me inspira mas me ilumina a totalidade da sua obra filosófica e pessoal.
Também me considero um pecador, e é apenas na indignação contra a injustiça e no apego na defesa do Bem que encontro alívio dos meus pecados. Olavo é o cara!
Na exploração do sentimento de culpa real ou imaginária das multidões e sobretudo da juventude que está, ao meu ver, a força e o apelo da mentalidade revolucionária e das suas mil e uma cabeças de Lerna.
O ser humano, acossado pelos seus pecados e incapaz de se sentir perdoado por eles, entrega a punição aos intrigantes do mundo e vende o corpo e a alma aos seus ditames. Sinto isso no Brasil atual. O povo se sente tão sujo que não consegue mais se indignar com a maldade e com a injustiça. Sobre as costas das pessoas é jogada toda uma carga de "dívidas sociais", só para se ter um exemplo, que ele cede bovinamente aos apelos falsamente cristãos do politicamente correto e se cala diante da iniquidade de governantes, intelectuais ativistas e santarrões de meia-tijela.
Não devemos ter vergonha de nossos pecados e buscar a dignidade que Deus nos deu na Criação e confirmou com o Sacrifício de Cristo. Assim, devemos ser fortes e confiar Nele e na Sua Misericórdia.
Recomendo para os que se interessarem a leitura de um artigo do Olavo que foi muito importante para mim no alcance de uma consciência pessoal que acredito ter ficado mais ampla.
Também me considero um pecador, e é apenas na indignação contra a injustiça e no apego na defesa do Bem que encontro alívio dos meus pecados. Olavo é o cara!
Na exploração do sentimento de culpa real ou imaginária das multidões e sobretudo da juventude que está, ao meu ver, a força e o apelo da mentalidade revolucionária e das suas mil e uma cabeças de Lerna.
O ser humano, acossado pelos seus pecados e incapaz de se sentir perdoado por eles, entrega a punição aos intrigantes do mundo e vende o corpo e a alma aos seus ditames. Sinto isso no Brasil atual. O povo se sente tão sujo que não consegue mais se indignar com a maldade e com a injustiça. Sobre as costas das pessoas é jogada toda uma carga de "dívidas sociais", só para se ter um exemplo, que ele cede bovinamente aos apelos falsamente cristãos do politicamente correto e se cala diante da iniquidade de governantes, intelectuais ativistas e santarrões de meia-tijela.
Não devemos ter vergonha de nossos pecados e buscar a dignidade que Deus nos deu na Criação e confirmou com o Sacrifício de Cristo. Assim, devemos ser fortes e confiar Nele e na Sua Misericórdia.
Recomendo para os que se interessarem a leitura de um artigo do Olavo que foi muito importante para mim no alcance de uma consciência pessoal que acredito ter ficado mais ampla.
Por que celebrar o Natal
Olavo de Carvalho
25 de dezembro de 2003
Só existe um motivo para celebrar o Natal, mas esse motivo é tão amplamente ignorado que as festas natalinas devem ser consideradas uma superstição em sentido estrito, a repetição ritualizada de uma conduta habitual que já não tem significado nenhum e na qual, portanto, cada um está livre para projetar as fantasias bobas que bem entenda.
Jesus Cristo, encarnação do Verbo Divino, ou inteligência de Deus, veio ao mundo para oferecer-se como vítima sacrificial única e definitiva, encerrando um ciclo histórico que durava desde as origens da humanidade e que era regido essencialmente pela Lei do Sacrifício (v. Ananda Coomaraswamy, A Lei do Sacrifício, e René Girard, O Bode Expiatório).
A Lei do Sacrifício é inerente à estrutura da existência cósmica. Só Deus tem a plenitude do ser, e o que quer que exista sem ser Deus tem uma existência precária, fundada num débito ontológico insanável, que na escala da alma humana se manifesta como culpa.
A Lei do Sacrifício não pode ser suspensa e jamais o foi.
O que Nosso Senhor Jesus Cristo fez foi cumpri-la toda de uma vez, instituindo em lugar do Sacrifício a Eucaristia, que é a recordação do ato sacrificial definitivo. A recordação passa então a ter o valor de uma repetição sem necessidade de novas vítimas.
Antes as vítimas se somavam: 1 + 1 + 1 + 1...
Agora a vítima única se multiplica por si mesma no ato da Eucaristia: 1 x 1 x 1 x 1...
Façam as contas e compreenderão por que o Natal deve ser celebrado.
Olavo de Carvalho
25 de dezembro de 2003
Só existe um motivo para celebrar o Natal, mas esse motivo é tão amplamente ignorado que as festas natalinas devem ser consideradas uma superstição em sentido estrito, a repetição ritualizada de uma conduta habitual que já não tem significado nenhum e na qual, portanto, cada um está livre para projetar as fantasias bobas que bem entenda.
Jesus Cristo, encarnação do Verbo Divino, ou inteligência de Deus, veio ao mundo para oferecer-se como vítima sacrificial única e definitiva, encerrando um ciclo histórico que durava desde as origens da humanidade e que era regido essencialmente pela Lei do Sacrifício (v. Ananda Coomaraswamy, A Lei do Sacrifício, e René Girard, O Bode Expiatório).
A Lei do Sacrifício é inerente à estrutura da existência cósmica. Só Deus tem a plenitude do ser, e o que quer que exista sem ser Deus tem uma existência precária, fundada num débito ontológico insanável, que na escala da alma humana se manifesta como culpa.
A Lei do Sacrifício não pode ser suspensa e jamais o foi.
O que Nosso Senhor Jesus Cristo fez foi cumpri-la toda de uma vez, instituindo em lugar do Sacrifício a Eucaristia, que é a recordação do ato sacrificial definitivo. A recordação passa então a ter o valor de uma repetição sem necessidade de novas vítimas.
Antes as vítimas se somavam: 1 + 1 + 1 + 1...
Agora a vítima única se multiplica por si mesma no ato da Eucaristia: 1 x 1 x 1 x 1...
Façam as contas e compreenderão por que o Natal deve ser celebrado.
O problema é que o fim de um ciclo histórico não traz necessariamente, para as gerações seguintes, a consciência da mutação ocorrida.
Essa consciência deve ser reconquistada e retransmitida de geração em geração, e na sociedade moderna essa transmissão cessou já faz algum tempo. Pouquíssimas pessoas têm uma consciência clara do que ganharam com o Natal. A maioria, mesmo quando recebe presentes, não sabe que eles apenas simbolizam um ganho muito maior que já foi obtido 2003 anos atrás.
Esse ganho pode ser explicado em poucas palavras:
Todo homem, pelo simples fato de existir, é atormentado pela culpa e vive num constante discurso interior de acusação e defesa, que produz medo, ódio, inveja, ciúme, busca obsessiva de aprovação. Esses sentimentos tornam o homem vulnerável às palavras más, às acusações e insinuações que lhe chegam de seus semelhantes, da cultura ambiente ou de seu próprio interior. O conjunto dessas acusações e insinuações é o espírito demoníaco, que em razão da culpa mesma tem poder incalculável sobre o ser humano. Em busca de proteção contra esse poder, o homem se submete aos maus e aos intrigantes, isto é, aos representantes do próprio espírito demoníaco, acreditando que aqueles que podem feri-lo devem também poder ajudá-lo. Com isso ele se torna a vítima sacrificial, o bode expiatório num grotesco ritual simulado.
Essa consciência deve ser reconquistada e retransmitida de geração em geração, e na sociedade moderna essa transmissão cessou já faz algum tempo. Pouquíssimas pessoas têm uma consciência clara do que ganharam com o Natal. A maioria, mesmo quando recebe presentes, não sabe que eles apenas simbolizam um ganho muito maior que já foi obtido 2003 anos atrás.
Esse ganho pode ser explicado em poucas palavras:
Todo homem, pelo simples fato de existir, é atormentado pela culpa e vive num constante discurso interior de acusação e defesa, que produz medo, ódio, inveja, ciúme, busca obsessiva de aprovação. Esses sentimentos tornam o homem vulnerável às palavras más, às acusações e insinuações que lhe chegam de seus semelhantes, da cultura ambiente ou de seu próprio interior. O conjunto dessas acusações e insinuações é o espírito demoníaco, que em razão da culpa mesma tem poder incalculável sobre o ser humano. Em busca de proteção contra esse poder, o homem se submete aos maus e aos intrigantes, isto é, aos representantes do próprio espírito demoníaco, acreditando que aqueles que podem feri-lo devem também poder ajudá-lo. Com isso ele se torna a vítima sacrificial, o bode expiatório num grotesco ritual simulado.
Cristo adverte-nos que esse sacrifício é inútil, desnecessário e pecaminoso. Não existe no mundo um poder ou autoridade habilitado a exigir vítimas. Deus Pai só exigiu uma, e Ele mesmo a forneceu. Quem quer que, depois disso, se sinta culpado, não deve se oferecer como vítima sacrificial perante altar nenhum. Deve apenas recordar-se do sacrifício de Cristo e alegrar-se. Isso é tudo.
Muitas pessoas até sabem que as coisas são assim, mas entendem isso somente do ponto de vista religioso formal, sem tirar desse conhecimento as conseqüências práticas de ordem psicológica, que são portentosas:
Aquele que se ofereceu para ser sacrificado em nosso lugar não é um cobrador de dívidas nem um acusador, mas um salvador. Ele nada pede, apenas oferece. E em troca aceita uma palavrinha, um sorriso, uma intenção inexpressa, qualquer coisa, pois não é irritadiço nem orgulhoso: é manso e humilde.
Se, sabendo disso, você ainda é vulnerável aos olhares acusadores e às palavras venenosas, se ainda sente ante os intrigantes e os maldosos um pouco de temor reverencial e tenta aplacá-los com mostras de submissão para que eles não o exponham à vergonha ou não o castiguem de algum outro modo, é porque ainda não compreendeu o sentido do Natal.
Esse sentido é simples e direto: os maus e intrigantes não têm mais nenhuma autoridade sobre você. Não baixe a cabeça perante eles, não consinta que suas fraquezas sejam exploradas pela malícia do mundo.
Jesus Cristo já pagou a sua dívida.
É por isso que comemoramos o Natal.
Muitas pessoas até sabem que as coisas são assim, mas entendem isso somente do ponto de vista religioso formal, sem tirar desse conhecimento as conseqüências práticas de ordem psicológica, que são portentosas:
Aquele que se ofereceu para ser sacrificado em nosso lugar não é um cobrador de dívidas nem um acusador, mas um salvador. Ele nada pede, apenas oferece. E em troca aceita uma palavrinha, um sorriso, uma intenção inexpressa, qualquer coisa, pois não é irritadiço nem orgulhoso: é manso e humilde.
Se, sabendo disso, você ainda é vulnerável aos olhares acusadores e às palavras venenosas, se ainda sente ante os intrigantes e os maldosos um pouco de temor reverencial e tenta aplacá-los com mostras de submissão para que eles não o exponham à vergonha ou não o castiguem de algum outro modo, é porque ainda não compreendeu o sentido do Natal.
Esse sentido é simples e direto: os maus e intrigantes não têm mais nenhuma autoridade sobre você. Não baixe a cabeça perante eles, não consinta que suas fraquezas sejam exploradas pela malícia do mundo.
Jesus Cristo já pagou a sua dívida.
É por isso que comemoramos o Natal.
Queridos amigos:
Mas como, vocês não querem o casamento civil?!
Mas o casamento civil tem que existir, uma vez que não é mais do que o registro de um pacto, do qual dependem outras coisas, como - por exemplo - a partilha de bens ou o reconhecimento da descendência!
Vocês querem o quê, que a(s) Igreja(s) se ocupem disso?! ! Ou que não haja registro algum?! !
Dá não, amigos: essa atribuição é do Estado. Senão, o que vocês defendem cairia exatamente no caso ao qual vocês são CONTRÁRIOS - que a Igreja se misture com coisas que não são da sua natureza, que faça o papel de Estado...
Mas como, vocês não querem o casamento civil?!
Mas o casamento civil tem que existir, uma vez que não é mais do que o registro de um pacto, do qual dependem outras coisas, como - por exemplo - a partilha de bens ou o reconhecimento da descendência!
Vocês querem o quê, que a(s) Igreja(s) se ocupem disso?! ! Ou que não haja registro algum?! !
Dá não, amigos: essa atribuição é do Estado. Senão, o que vocês defendem cairia exatamente no caso ao qual vocês são CONTRÁRIOS - que a Igreja se misture com coisas que não são da sua natureza, que faça o papel de Estado...
Bonito esse texto, Luiz Fernando!
Estou pensando em abrir um tópico para celebrar o Natal - você faria o favor de postar lá, novamente? Eu gostaria que todos os membros da comunidade que quisessem, cristãos ou não, botassem lá uma palavrinha sobre o Natal, e seu significado pra cada um de nós...
Estou pensando em abrir um tópico para celebrar o Natal - você faria o favor de postar lá, novamente? Eu gostaria que todos os membros da comunidade que quisessem, cristãos ou não, botassem lá uma palavrinha sobre o Natal, e seu significado pra cada um de nós...