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O Diabo segundo Pe. Quevedo

Iniciado por willian em 01/07/2012 · 258 mensagens · página 6 de 6

clodoveualves#251
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Admitir que em seu inconsciente Jesus teria algo de ruim que pudesse
pôr em tentação a Si mesmo, É O MESMO QUE AFIRMAR QUE JESUS NÃO ERA
PERFEITO, NÃO ERA PURO, NÃO ERA BOM EM ESSÊNCIA, NÃO ERA IMACULADO, NÃO
ERA DEUS.

Exatamente, porque admitiríamos algo pior do que a negação da ação demoníaca, que na natureza humana de Jesus havia o mal em potência, e, pior ainda!, que esta potecialidade chegou a ser. A natureza humana de Jesus é essencialmente boa, [e um erro comum dos protestantes pensar que nossa humanidade é má, quando na verdade, como bem embrou Pe. Paulo Ricardo, o que há de humano em mim é bom, porque foi criado por Deus, ruim é o pecado. Reunindo todas as potecialidades positivas que Deus nos deu, é impossível que haja SEQUER a possibilidade de Nosso Senhor Jesus Cristo ter em si a possibilidade da tentação, seria isto o uma ação demoníaca, pois sendo Homem e Deus, sua natureza humana estaria tentando tanto o que há de homem quanto o  que há de Deus, logo o salvador também é aquele que atenta contra Deus. Para mim o nome disto é satanismo.
Só uma ressalva: Jesus não poderia ser o indivíduo "tentante" (provocador), mas poderia ser, como foi, o indivíduo "tentado".
clodoveualves#252
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Só uma ressalva: Jesus não poderia ser o indivíduo "tentante" (provocador), mas poderia ser, como foi, o indivíduo "tentado".
E, sim, eu sei que isso já foi dito. Mas é sempre bom lembrar para que não deturpem a questão proposta.
anderson_4#253
Sim, foi tentado, nunca tentante (ainda mais contra si!) e nunca caiu em tentação.
yuri_2#254
Deus foi tentado por Satanás, fato!! A forma como Satanás fez isso que me parece agora o campo da parapsicologia dar uma boa explicação, pois afinal, como disse, Satanás ao agir indiretamente, pode ser o agente que atua sobre a alma humana, causando os fenomenos parapsicológicos.
clodoveualves#255
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Deus foi tentado por Satanás, fato!! A forma como Satanás fez isso que me parece agora o campo da parapsicologia dar uma boa explicação, pois afinal, como disse, Satanás ao agir indiretamente, pode ser o agente que atua sobre a alma humana, causando os fenomenos parapsicológicos.
Cara, pergunta fundamental: como o pensamento interage com a matéria? Sem isto, não ha como se falar em parapsicologia. Perdão, mas vou me repetir: até hoje, a discussão central dentro da psicologia e da psiquiatria é a seguinte "-- são os pensamentos que causam os impulsos cerebrais ou os impulsos cerebrais que causam o pensamento? E como se dá tal interação?"

Filosoficamente, metafisicamente, encontram-se respostas satisfatórias para tais questionamentos. Cientificamente NÃO. SE NÃO HÁ EVIDENCIAS DE QUE O PENSAMENTO CAUSE SEQUER OS IMPULSOS CEREBRAIS, COMO SUSTENTAR QUE O INCONSCIENTE AGIRIA NO MUNDO FÍSICO EXTERIOR? Esse é o ponto chave.

Mais ainda, afirma pe. Quevedo que o demônio não existe. Daí chegam aqui e falam que pe. Quevedo diz que o diabo existe mas não age neste mundo, porque no mundo só há a ação dos vivos, não dos mortos.

Opa, mas pera lá: há uma diferença brutal entre existir e viver. A alma existe antes de o corpo existir e continua a existir depois da morte deste. O próprio conceito de ação demoníaca pressupõe que o diabo seja supra-material, supra-espacial.

O engodo todo é que TODOS OS QUE ESTÃO DEFENDENDO PE. QUEVEDO TOMARAM POR PRESSUPOSTO VÁLIDO A TAL DA PARAPSICOLOGIA. E só o que temos feito, desde então, é demonstrar que mesmo acatando a parapsicologia como correta, isto não implicaria nas conclusões que pe. Quevedo tira. 

Não podendo argumentar contra isto, nos ultimos posts, como estão defendendo o cientificismo da parapsicologia, estamos demonstrando que de ciência a parapsicologia não tem nada.
yuri_2#256
Eu entendi sua colocação, e sim vc tem razão, mas isso não impede a análise dos fenomenos pela parapsicologia. Veja, independente de quem age sobre quem, existem alguns fatos observados que podem ser objetos de estudos e assim levantarmos hipóteses, ex: as manifestações nunca ocorrerem a mais de 50 m do local. Isso independe da interação quem vem primeiro. É mais ou menos assim. Imagine que por meio de pacth clamp descobrimos o fenomeno elétrico do impulso nervoso. Isso explica o impulso nervoso (como começa, as moléculas, etc?) Não!! Ele é apenas a observação do fenômeno sobre uma outra óptica. Um não anula o outro entendeu? O que há de válido na parapsicologia aí é observar eventos verdadeiros. Que eles existem e ocorrem sob determinado padrão, de forma esperada, tal qual se aplica o método científico. Os detalhes sobre como isso ocorre, pode ser visto pela parapsicologia em contato com a medicina. 

Não sei se fui claro. Mas em resumo, se a parapsicologia observa fenomenos, padrões e é capaz de prever resultados entre outros, sim é científico e é válido estudar. E o caráter de estudo da Parapsicologia, não exclui a observação da interação mente-corpo. Apenas não entra nessa ceara.
clodoveualves#257
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Eu entendi sua colocação, e sim vc tem razão, mas isso não impede a análise dos fenomenos pela parapsicologia. Veja, independente de quem age sobre quem, existem alguns fatos observados que podem ser objetos de estudos e assim levantarmos hipóteses, ex: as manifestações nunca ocorrerem a mais de 50 m do local. Isso independe da interação quem vem primeiro. É mais ou menos assim. Imagine que por meio de pacth clamp descobrimos o fenomeno elétrico do impulso nervoso. Isso explica o impulso nervoso (como começa, as moléculas, etc?) Não!! Ele é apenas a observação do fenômeno sobre uma outra óptica. Um não anula o outro entendeu? O que há de válido na parapsicologia aí é observar eventos verdadeiros. Que eles existem e ocorrem sob determinado padrão, de forma esperada, tal qual se aplica o método científico. Os detalhes sobre como isso ocorre, pode ser visto pela parapsicologia em contato com a medicina. 

Não sei se fui claro. Mas em resumo, se a parapsicologia observa fenomenos, padrões e é capaz de prever resultados entre outros, sim é científico e é válido estudar. E o caráter de estudo da Parapsicologia, não exclui a observação da interação mente-corpo. Apenas não entra nessa ceara.

" Ele é apenas a observação do fenômeno sobre uma outra óptica. Um não anula o outro entendeu? O que há de válido na parapsicologia aí é observar eventos verdadeiros. Que eles existem e ocorrem sob determinado padrão, de forma esperada, tal qual se aplica o método científico. Os detalhes sobre como isso ocorre, pode ser visto pela parapsicologia em contato com a medicina."

Cara, esta sua lógica me parece aquela que afirma: no verão o consumo de sorvete aumenta e as pessoas se afogam mais. Logo, ou os afogados consomem muito sorvete ou o aumento de consumo de sorvete causa afogamentos, e ambas são hipóteses igualmente válidas quanto as demais. 

Veja: " Veja, independente de quem age sobre quem, existem alguns fatos observados que podem ser objetos de estudos e assim levantarmos hipóteses, ex: as manifestações nunca ocorrerem a mais de 50 m do local. Isso independe da interação quem vem primeiro."

Errado. A parapsicologia INTEIRA depende da interação que há entre o "inconsciente" e a matéria externa, incindindo nesta os efeitos daquele. Sem esta relação causal NÃO HÁ PARAPSICOLOGIA, E O FATO REAL QUE A PARAPSICOLOGIA TENTA EXPLICAR ATRAVÉS DE HIPÓTESES INDEPENDE DA PARAPSICOLOGIA.

bruno_27#258
http://www.ecclesiae.com.br/Dem%C3%B4nio-e-Exorcismo…age.tpl.html

O Último Exorcista

Preço Unitário (Un): R$36,00


Autor: Padre Gabriele Amorth com Paolo Rodari

Descrição: 
A melhor apresentação para este longo e impactante depoimento do padre Gabriele Amorth - cuja redação final coube a Paolo Rodari, um dos melhores vaticanistas da atualidade - poderia se resumir ás palavras de São João Crisóstomo, na segunda homilia do seu De diabolo tentatore: “Não é para mim nenhum prazer falar-vos do diabo, mas a doutrina que este tema me sugere será muito útil para vós”.

Em pleno império do relativismo, em plena modernidade acrítica, quando parcela da própria Igreja Católica encontra-se impregnada de secularismo e laxismo, este livro tem o poder, nem um pouco desprezível de reapresentar aos homens a materialidade do Mal.

Padre Gabriele Amorth, exorcista da diocese de Roma desde 1986, arranca Satanás do confortável anonimato em que o colocaram - estado, aliás, pelo qual o demônio nutre exultante predileção - para apresentá-los sem mascaras filosóficas ou atenuações teológicas, vivo e atuante sob o sol de um século pagão e idólatra.

Mas em meio a dramáticos casos de possessão, a depoimentos que vão muito além do que certa arrogante parapsicologia pretende explicar com infantil serenidade, o que mais impressiona é, no Capitulo 7, a figura do cardeal refestelado em sua sala de estar, pronto a sugerir: "O senhor faz o trabalho de exorcista, mais nós dois sabemos que Satanás não existe, não é verdade?". Ironia que encontra uma resposta adequada na afirmação de Paulo Vl, em 29 de junho de 1972: "Tenho a sensação de que, por alguma fissura, a fumaça de Satanás entrou no templo de Deus".


Ficha Técnica:


Número de Páginas: 215
Editora: Ecclesiae
Idioma: Português
ISBN: 9788563160317
Dimensões do Livro: 14 x 21 cm

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