A explosão Cambriana de forma alguma descaracteriza a evolução. Afinal se você aceita as evidências que mostram a explosão de vida neste periódo, também aceita que as mesmas evidências provam adaptação ao ambiente de cada espécie.
Antes de comentar queria deixar claro que essa discussão elimina a possibilidade da interpretação literal do gênesis. No máximo uma interferência divina no processo.
Hoje se discute dois pontos principais em relação a esta explosão. Um seria a possibilidade de que algas tenham permitido o surgimento de organismos aeróbicos complexos, por estarem jogando na atmosfera oxigênio. Também podemos discutir fatores externos (raios cósmicos, por ex.) aumentando a possibilidade de mutações.
Nenhum pesquisador sério nega a evolução tendo base este argumento.
Aproveitando o argumento anterior. Não existe nenhuma artigo científico criacionista ou de design inteligente publicado em revistas com peer review e com alguma credibilidade. Existe um artigo na "Proceedings of the Biological Society of Washington" que apesar de publicado, a revista admitiu que este artigo foi inapropriado e publicado sem conhecimento do seu conselho editorial
Não existe debate científico sobre o tema. Não existem evidências a favor do DI.
O Roberto está usando a estratégia da "mineração de citações", postar trechos selecionados de cientistas com o intuito de dar a impressão de que a comunidade científica desmerece algum aspecto importante da história natural neodarwiniana. Uma busca no Google revela que essa citação de Derek Ager é encontrada predominantemente em sites criacionistas.
Não localizei o texto na íntegra, mas localizei outra instância onde Derek Ager já foi citado fora do contexto:
Existem publicações criacionistas que consistem em apenas isso - compilações de citações de cientistas eminentes das últimas décadas, muitas vezes fora de contexto.
Felizmente ciência não se faz com citações.
Chamamos de "Explosão Cambriana" um período do registro fóssil onde observamos um aparecimento súbito de vários filos de animais. Esse "súbito" entretanto é do ponto de vista geológico - o evento inteiro tem cerca de 10 milhões de anos, como estimado por geólogos e paleontólgoos. E outros filos de animais são posteriores ao evento.
A biologia do desenvolvimento evolucionária (evo-devo) tem nos dado insights valiosos sobre a evolução dos planos corporais nesse período de tempo. Alterações nos genes hox podem ser muito significativas.
Ao contrário do que é alegado na literatura criacionista, os planos corporais que surgem nesse período não são mutuamente independentes uns dos outros. Um táxon interessante e raro que encontramos nesse período é o lobopoda, que possuem planos corporais morfologicamente transicionais entre vermes e artrópodos.
Vocês podem visualizar alguns integrantes do lobopoda aqui:
Não disse que acredito no relato bíblico de forma literal. Nem adeptos da ID, como Harun Yahya, um autor mussulmano, acredita no literalismo dos 6 dias da criação.
O problema com os evolucionistas é que descobertas arqueológicas, como a do pesquisador Carlos Ameghino, provam que o homem pisou neste planeta há muito mais tempo do que jamais sonhou algum darwinista. Segundo esta descoberta, pelo menos 260 a 320 milhões de anos atrás, quando os evolucionistas dizem ser impossível até mesmo a existência do homem.
O problema com os evolucionistas é que descobertas arqueológicas, como a do pesquisador Carlos Ameghino, provam que o homem pisou neste planeta há muito mais tempo do que jamais sonhou algum darwinista. Segundo esta descoberta, pelo menos 260 a 320 milhões de anos atrás, quando os evolucionistas dizem ser impossível até mesmo a existência do homem.
Gostaria de acompanhar suas fontes.
Não conheço Carlos Ameghino, mas o criacionista hindu Michael Cremo é partidário do mesmo tipo de "evidência" da antigüidade do homem, ilustrado em publicações como "Forbidden Archaeology" e o documentário "The Mysterious Origins Of Man". Sua produção intelectual não encontra nenhuma credibilidade na comunidade de arqueologia e paleoantropologia, que denuncia completa falta de rigor acadêmico e é considerada pseudociência.
A evidência biogeográfica, genética e paleoantropológica mostra que o Homo sapiens pisa no planeta há cerca de 200 mil anos. Os exemplares mais antigos do Homo sapiens idaltu, uma subespécie extinta, são etíopes.
There is great danger in basing conclusions on a single bone. In 1922, paleontologist Henry Fairfield Osborn, an ardent evolutionist, was shown a single tooth found in Nebraska by geologist Harold Cook. After examining it, Osborn declared it belonged to an early ape-man, whom he named Hesperopithecus haroldcookii in Cook's honor. Popularly, it became known as "Nebraska Man." Osborn hailed the tooth as "the herald of anthropoid apes in America." At the American Museum of Natural History, William K. Gregory and Milo Hellman, specialists in teeth, said after careful study that the tooth was from a species closer to man than ape. Harris Hawthorne Wilder, a zoology professor at Smith College, wrote: "Judging from the tooth alone the animal seems to have been about halfway between Pithecanthropus [Java Man] and the man of the present day, or perhaps better between Pithecanthropus and the man of the Neanderthal type. ..." In England, evolutionist Grafton Elliot Smith convinced the Illustrated London News to publish an artist's rendering of Nebraska Man. The picture, which appeared in a two-page spread and received wide distribution, showed two brutish, naked ape-persons, the male with a club, the female gathering roots. All this from one tooth. However, further excavations at Cook's site revealed that the tooth belonged neither to ape nor man, but to a peccary, a close relative of the pig.
Criacionistas costumam mencionar o Homem de Nebraska e Homem de Piltdown para tentar desmerecer a paleoantropologia moderna, mas desmerecem o fato de que muitos cientistas da época criticaram a conclusão de que os achados que foram nomeados como Hesperopithecus representavam mais um hominídeo.
Felizmente, a paleoantropologia não se restringe ao Homem de Nebraska e Homem de Piltdown, erros que foram acusados e desmentidos por cientistas e não criacionistas. Por quê ignoram solenemente o Homo erectus, Homo habilis, Homo ergaster, Australopithecus afarensis e as outras 15 espécies de hominídeos extintas?
Segundo esta descoberta, pelo menos 260 a 320 milhões de anos atrás, quando os evolucionistas dizem ser impossível até mesmo a existência do homem.
Fonte?
Dei uma pesquisada acerca deste livro. A crítica no site da Amazon inglêsa é interessante..
This book is only recommendable to those who has never read any other books about Atlantean theories, the age of the pyramids, erosion of the Sphinx, and so on. Whereas it is not very interesting to the "experienced" mystery-"lover", it does after all introduce the reader to a host of mysteries, and may spark an interest in the subjects.
Para não ser chato, este é no melhor das hipóteses um livro sensacionalista. Se aceitarmos fontes como essa a coisa fica feia.
Quem defende a ID para o Manoel Carlos é fanático religioso, hahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahaha, Manoel Carlos vá escrever novelas e deixe de falar besteira ok.
Não existe defesa científica da DI nem do criacionismo. Não existe publicação em revistas especializadas ou qualquer máteria que tenha sido revisado por um orgão independente que concluam a favor delas.
DI e Criacionismo são apenas lendas, sem nenhuma fundamentação. E assim que devem ser tratadas.
Não sei se existem revistas científicas sobre o criacionismo ou o DI. Nessa semana vou começar a ler "Intelligent Design: The Bridge Between Science and Theology", do William Dembski. Mas sei que é anticientífico, teemendamente anticientífico descartar hipóteses contrárias apenas alegando que são falsas, ainda mais quando a hipótese defendida já foi bastante atacada. Então minha pergunta se mantêm: porque os evolucionistas não topam a parada? Têm medo de enfrentar correntes divergentes?
Como teoria científica, nenhuma das duas hipóteses tem condições de se sustentar - e acreditar que qualquer uma das duas integralmente contenha e explique o conjunto completo de processos que trouxe as espécies vivas até o que são hoje é uma questão de fé.
Há gritantes lapsos na chamada teoria do evolucionismo (melhor dizendo, em qualquer uma de suas variantes, uma vez que não há sequer uma "Teoria Única da Evolução"). O ponto de vista criacionista parece não ter a intenção de descrever mecanismo nenhum, e liquida o assunto sem mais conversa. O Design Inteligente eu acho que é uma emenda pior que o soneto, e desagrada a evolucionistas, a criacionistas, e ao pensamento científico em geral.
No entanto, eu aprecio ler a respeito do assunto, por real deleite intelectual, e sem a mais mínima pretensão de tirar das minhas leituras nenhuma "verdade científica", uma vez que penso que não vai sair delas nenhuma, por impossibilidade metafísica - a impossibilidade completa, essa chata... !
Sugiro aos fiéis do evolucionismo, então, um bom livro, com lindas ilustrações (sobre as quais tive o prazer de fazer um trabalho gráfico para meu pai, há quinze anos atrás): chama-se After Man: a Zoology of the Future. (Na verdade, o livro do meu pai chamava-se "Después del Hombre", e era em espanhol; mas sumiu daqui de casa e está em paradeiro ignorado, possivelmente na casa do João, que vem a ser meu irmão, e que nega peremptoriamente a hipótese. Enfim, pela capa e pelo excerpt "amazônico", acho que é o mesmo).
Os autores defendem a interessante hipótese de que o homem está atrasado em inúmeras mutações; tal fato, causado pela falta do fundamental elemento chado "pressão ambiental", o forçador (digamos assim) do processo mutacional, levaria a dita cuja espécie humana a sucumbir por parada evolutiva em, no máximo, meio milênio, ou seja: em 500 anos estaríamos perfeitamente extintos, como espécie. Faz tremendo sentido.
Como teoria científica, nenhuma das duas hipóteses tem condições de se sustentar - e acreditar que qualquer uma das duas..
Primeiro DI é mal uma hipótese, nunca uma tese e apenas um ignorante chamaria de teoria científica. Não existe experimentação que fundamente, seu embasamente é nulo e chama-la de teoria científica mostra total desconhecimento do assunto.
Esqueci de mencionar que estaríamos, então, como expliquei, não só privados do fator "pressão ambiental", como também e igualmente interferindo, indevida e brutalmente, na chamada "seleção natural", principalmente (mas não exclusivamente) no que se refere a nós mesmos.
O evolucionismo - muito bem defendido, aliás, pelo autor (ou autores, não me lembro mais) - é uma hipótese bastante pessimista em relação ao Sapiens, e prevê um curto e mau futuro para ele.
Come to think of it, há previsões também pessimistas vindas de outras fontes, e que igualmente dependem de fé para que se creia nelas...
Ou seja, de certo mesmo parece que a única coisa é o apelido que botaram no ministério do proféssor Manguebeirah, o "do Futuro": MIFU.
Há gritantes lapsos na chamada teoria do evolucionismo
Mostre algum. Mostre qualquer ponto que falseie a evolução. Se apoiar em alguma lacuna científica para nega-la é tática por demais frágil.
Priscila, você até agora so fugiu do debate. Não apresentou nada pró criacionismo ou pró DI. No máximo enrolou um pouquinho, me ofendeu um pouco e falou besteira.
Bem, estou vendo que talvez se trate de uma disfunção cognitiva de sua parte!
Pois se eu não acho que nenhuma dessas idéias pode ser legitimamente considerada uma teoria científica, por "não conter a explicação do conjunto de processos", etc - como escrevi há dois posts atrás - como é que eu poderia, ou quereria, "defender", ou "argumentar a favor" de alguma delas????? !!!!!
Eu justamente escrevi com TODAS AS LETRAS que o D.I. não é uma teoria científica, assim como o criacionismo ou o evolucionismo também não são!
Priscila. Então fala assim.. em minha opinião (apesar de eu não saber nada que vá de encontro com esta teoria) e apenas por fé eu digo que a evolução não é uma teoria científica. Mesmo que eu não refute nenhuma evidência.. minha fé será maior.
Nenhuma dessas hipóteses explica de forma total quais são os mecanismos que determinam e atuam no processo:
Pra ver se ajuda, eu digo a você que o processo completo não é conhecido, e portanto não pode ser analisado - não é possível dizer que qualquer ou determinada forma de vida esteja pronta, e também não é possível dizer que qualquer ou determinada forma de vida não esteja pronta. Não se pode conhecer pela via da ciência o tamanho do processo, não se pode conhecer pela via da ciência o sentido do processo, e não se pode conhecer pela via da ciência o exato mecanismo do processo sem conhecer as duas coisas anteriores.
Tendeu?
Você pode CRER que seja assim ou assado, cozido ou frito, você pode achar que "há altas probabilidades" de ter sido assim ou assado, cozido ou frito - mas, pela via da ciência, você não pode dizer que FOI assim ou assado, cozido ou frito - pelas razões expostas antes, e porque o respeito a essas razões faz parte da metodologia científica, pura e sem mistura.
Tendeu de novo?
(off: estava falando mal de ti lá nos haters.. e depois deste seu post me arrependi. )
A teoria é limitada exatamente no que pode ser visto, observado e analisado. O que foge deste campo não é coberto pela teoria. Exatamente por isso ela não toca no ponto da origem e nem nega a existência de Deus.
Qual parte exatamente focada pela teoria você discorda? Aleatoriedade na mutação? A seleção natural ser controlada pelo meio?
"Exatamente por isso ela não toca no ponto de origem nem nega a existência de DEUS". Aí está toda a falha caro Manoel, pois ela não toca no principal que é a Gênesi do universo, o ponto de origem. Esse ponto caro fiel EVOLUCIONISTA é DEUS.
Se o processo foi evolutivo, ou não, isso para mim é indiferente, pois o que importa é que indubitavelmente quem deu início a tudo foi DEUS, logo ele pode ter feito isso numa só tacada, ou através de milhões, e milhões de anos de processo evolutivo. Agora o principal é que quem conduziu tudo foi DEUS, portanto independentemente da forma como se deu, o processo foi de criação divina, logo podemos dizer que a vida surgiu do criacionismo de DEUS, e não de uma força autônoma ao criador.
O problema dos fiéis do evolucionismo é entenderem que a VIDA originou-se de forma independente do criador, e não a partir deste. Ora se existe alguma estupidez, essa reside nessa observação, que não resiste ao mais elementar processo de análise científico. É preciso muito fanatismo para crer que a VIDA se deu de origem independente ao criador, ou será caros fiéis da não participação de DEUS que quem deu origem a tudo foi o acaso? Nesse caso, ainda é preciso mais fé ainda para crer nisso.
Manoel - eu estou acostumada a que falem mal de mim em trocentos lugares, muito mais importantes do que aquela bobíssima comunidade, acredite.
Acho até lógico, e me espantaria muito se de repente começasse a ser diferente!
Portanto, não é por mim que eu faço a observação a seguir, mas por você: ninguém está livre de cometer um erro de julgamento (pessoalmente já cometi alguns, por omissão ou idiotice minhas. Não diria "muitos" - mas alguns com certeza), mas é importante que ele seja acertado, uma vez identificado. Vai lá e ajusta, ué.
Para refutar alguém, é obrigado publicar um artigo em uma revista científca de alto impacto. Coisa que a DI não tem. Quem sabe dia?
Ah, então não importa o conteúdo, mas sim onde foi publicado. Por aí, se o Emir Sader ou o Rodrigo Constantino publicarem seus textos numa revista de Harvard, isso fará deles intelectuais eminetes, ainda que escrevam o mesmo que sempre escreveram, correto?
Vê o que o Mário Ferreira dos Santos escreveu sobre ateus, no livro "Invasão vertical dos bárbaros". Se ele te conhecesse, acho que te teria na conta de bárbaro, a julgar pelo conceito que tens de Deus.
O Conceito de Deus – Toda a vez que encontramos pela frente um ateu, basta que lhe perguntemos qual o seu conceito de Deus para, desde logo, percebermos ao que se reduz o seu ateísmo. Sempre dissemos que, na Filosofia, não há questões insolúveis, há, sim, questões mal colocadas. E poderíamos ampliar ainda esta afirmativa para levá-la ao campo das ciências particulares. Todo ateísta sempre colocou mal a idéia de Deus. Era-lhe fácil, depois, apresentar razões para combatê-la. Mas o que combatiam era a caricatura construída. Não conhecemos nenhum ateísta que se tenha realmente dedicado ao estudo da Teologia. Os que conhecemos, terminaram por tornar-se crentes, e converteram-se. Conhecemos, sim, um número imenso de pessoas que falam sobre o que não entendem. Esse número é sobretudo o mais arrogante, o mais petulante, o mais pretensioso.
O bárbaro é religioso também. Mas a sua religião caracteriza-se pela visão mais deformada possível da divindade. Quando ele assume todas as funções de barbarizador, de promotor da barbarização universal, é quando nada entende em profundidade do que seja a divindade.
demonstra um desrespeito da comunidade cientifica ao valor defendido por ela mesma : a liberdade de pesquisa , de pensamento, etc.
A evolução virou dogma agora ? a ciencia não se baseia ( ou diz que não) em dogmas então por que impedir uma outra interpretação ao surgimento da vida ?
isso mostra que as idéias científicas tem um componente muito grande de fé religiosa apesar de nossos cientistas negarem isto
Vê o que o Mário Ferreira dos Santos escreveu sobre ateus, no livro "Invasão vertical dos bárbaros". Se ele te conhecesse, acho que te teria na conta de bárbaro, a julgar pelo conceito que tens de Deus.
Em algum momento eu falei o meu conceito de Deus. Apenas ataquei o conceito de Deus dos criacionistas.
Eu posso plantar um monte de baboseira e enganar um monte de leigo (vide internet).
Nada pode passar da potência ao ato sem algo que ja estivesse anteriormente em ato.
Murilo? É você mesmo? Nenhum xingamento.. coisa rara. E parabéns pelo post, belo comentário.
Então.. penso que seu argumento é bom, e também era suficiente até imaginarmos que leis macroscópicas não valessem no universo primordial.
Daqui a pouco eu me delongo mais no assunto, prometo!
Manoel "Se você acha que foi Deus ou um unicórnio rosa que criou o universo, é apenas uma opinião sua e eu respeito."
Você põe, lado a lado, a idéia de Deus e a de um Unicórnio. Ora, se você põe lado a lado coisas tão díspares, cujos conteúdos eidético-noéticos não têm nada em comum senão a nota do ser enquanto ser, desde logo se vê o "conceito" que você tem de Deus. E esse conceito é aquele mesmo de que falava o Mário no texto que eu citei: o conceito de um bárbaro. É fácil criticar a idéia de Deus depois de ombreá-la com a idéia de um unicórnio. Bem se vê que você não tem conhecimento teológico algum; tampouco de filosofia.
Roberto mas esse cidadão é um bárbaro no sentido próprio da palavra, e não entende nada, rigorosamente nada, nem de TEOLOGIA, NEM DE FILOSOFIA. Ademais senhor piadista Manel comparar DEUS com um unicórnio rosa, já bem diz que tipo de cidadão desrespeitoso é o senhor.