Fórum Olavo de CarvalhoArquivo da comunidade do Orkut · 2004–2013

"o filósofo de são paulo"

Iniciado por gabriel_12 em 06/07/2007 · 203 mensagens · página 1 de 5

gabriel_12#1
Resposta do grande filosofo uspiano ao Olavo:

http://ghiraldelli.blogspot.com/2007/07/o-que-sobrou…a.html#links

Vejam a mulher dele no final da página. "Bunitinha", né?
gabriel_12#2
E mais:

http://www.ghiraldelli.pro.br/Francielle_Fotos.htm

Parece coisa de adolescente. Tipo: "Olha só quem eu "tô cumeno"!
gustavo_11#3
Qual a explicação disso?
inocncio#4
Voyerismo "cult".
paulo_15#5
--

É a "filosofia" achada na rua...

=-=
marco_6#6
Alguém sabe quem é o 'Melchior' a quem o cavalheiro cita? Ou ele confundiu c/ o cantor Belchior?

Em tempo: que baranguinha a moça do aspargo (?) enfiado na boca...
marcos_8#7
O sujeito escreve muito mal e não entende bulhufas de filosofia. Esses caras não revisam o que escrevem?
marcos_12#8
Vou abster-me de comentar sobre Platão porque não tenho conhecimento para tal, mas selecionei os trechos abaixo das bobagens quilométricas que o "filósofo da cidade de São Paulo" disse:

"O último bom pensador da direita (para o gosto do direitistas , não para mim) foi José Guilherme Melchior. Depois de seu falecimento, a direita entrou em crise. Ele não foi substituído.

Os jornais se ressentiram disso. Tinham de encontrar um intelectual de direita."


Poxa!! "Merchior"??? Vou pular esse ponto...

Ah, os jornais se "ressentiram" por faltar alguém da direita?? Eles só colocavam o Olavo nos seus quadros para se dizerem democráticos. E é pa-lha-ça-da um sujeito me colocar esse argumento como se a mídia estivesse órfã de direitismo. Que merd*!!

"A “crise do PT”, o envolvimento de quadros do alto escalão da esquerda, uma vez no poder, em esquemas de corrupção e tudo aquilo que ocorreu naquele ano dariam uma oportunidade enorme para fazer ressurgir a direita. A oportunidade que o PT deu para o pensamento conservador no Brasil não foi pequena."

Sem aspas para a "crise do PT", por favor... e se não apareceu alguém da direita é porque ela simplesmente não existe como pensamento organizado no Brasil.

"Então, eis que os jornais tiveram de apelar. Abriram espaço para um jornalista que citava filósofos e se colocava raivosamente à direita – Olavo de Carvalho."

Apelação dos jornais - muito que eles sentem falta de um diretista -, "jornalista que citava filósofos", "raivosamente à direita". É evidente a associação que Ghiraldelli faz entre direita-ódio, direita-raiva, direita-rancor.
marcos_12#9
"Mas o debate não aconteceu. Carvalho não apresentou o charme necessário, não serviu de interlocutor para nenhum intelectual da esquerda, e logo os proprietários de jornais perceberam que era melhor dispensá-lo."

O Olavo não está - ou estava - nos jornais para debater, quanto menos para ser interlocutor de algum intelectual de esquerda, mas para falar a verdade. Assim como os jornais, o sr. Ghiraldelli não gostou de sua sinceridade.

"A coisa piorou quando ele, destemperadamente, começou a vociferar contra a volta do ensino de filosofia na escola média, dizendo que aquilo ia tornar os estudantes em marxistas, então a imprensa de maior porte resolveu esquecer Olavo de Carvalho. O que ele falava era bobagem para todos, ninguém iria endossar algo assim. Não era, de fato, possível utilizar dele, era algo fora dos padrões do que a imprensa precisava para gerar um debate de bom nível."

Claro, temos que ser polidoz, falar dos horrores com beleza e palavras doces. Ademais, só há intelectualidade marxista e, agora, pós-moderna, pelo menos em grande parte das humanas - tomo como base a Geografia. Outras ciências - como a História e a Filosofia - é ainda pior. Ah, os estudantes não vãovirar marxistas para o Ghiraldelli?? Mas eles já vivem numa sociedade em que tal pensamento é predominante.

O Olavo procura dissecar as verdade e o sr. Ghiraldelli ainda esperava um deabate - polido, claro - por parte do Olavo. Vou dar o livro de Julien Benda - A Traição dos Intelectuais - para o sr. Ghiraledlli ler em homenagem a um intelectual que parece desinteressado, temeroso ou cego com a verdade.
marcos_12#10
"Bem, espero ter esclarecido os que teimam, por ideologia, não acreditar que as ideologias cegam."

Um cara que diz que o Olavo teima por ideologia não merece sequer ser ouvido.

"Acho que o fervor da direita, de Olavo, é que talvez o vincule a algum poder religioso que ele confere a si mesmo, e isso o torna confuso e, desse modo, ele não consegue filosofar. Ele acaba acreditando na magia: ele pode escapar do pensamento e atingir as coisas. Uma mágica mesmo."

Ah, ele "acha que"... maravilha! Esse parágrafo é o mais anti-filosófico de todo o texto. Um achismo vago grosseiro, ab-so-lu-ta-men-te dispensável, exatamente como todos os comentários do sr. Ghiraldelli aqui colocados.

Pra variar, um ceticismo quanto à religião, como se ela não fosse necessária para a própria especulação filosófica que está imersa numa transcendentalidade por excelencia. Afinal, tanto o filósofo como os seu argumentos estão submersos numa condição existencial onde não há respostas definitivas.

Como o próprio Olavo colocou:

"o que o filósofo ama é aquilo que, vindo do espetáculo do ser, transcende infinitamente a clausura do pensar e do pensado. Por isto ele é também o amante da sabedoria: o caminho para a sabedoria só pode ser “para cima” e “para fora” — o eu pensante sacrifica-se, consente em deixar de ser o centro do mundo para ceder lugar à realidade que o transcende."

Ou seja: para o sr. Ghiraledlli devemos fecharmo-nos em si e ignorar a problemática existencial além de nossa própria condição racional. Uma espécie de "iluminismo cético". E, ao que eu saiba, a sabedoria transcende a própria razão, porque não depende da mesma para "concluir" acerca de seus princípios formulados. O sr. Ghiraldelli não precisa ser sábio: basta ser racional em sua estreiteza espiritual e olhar com ceticismo o "mágico" e o "fundamentalismo" toda e qualquer a capacidade reflexiva de transcendência, seja do Olavo ou de qualquer outro pensador que queira superar a si mesmo.
marcos_12#11
O mundo do sr. Ghiraldelli limita-se a São Paulo mesmo - nada contra a cidade, mas o limite existencial desse sujeito não deve exceder uns 50 km de diâmetro.
priscila#12
"Merchior"? !
priscila#13
"Fora dos padrões que a imprensa precisava"?
"Charme necessário"?!
"Não era possível utilizar dele"?!

, ?!
Francamente, isso é piada?
gabriel_12#14
É um bom candidato ao Imbecil Coletivo 2007.
gabriel_12#15
"Preste atenção: o diabo não existe, porque ele não precisa existir."
PG., o fiolosofo de sp

Fonte:

http://br.youtube.com/watch?v=xyt8puKFPSI&mode=related&search=
gabriel_12#16
" (...) teoria da conspiração (...), vc imaginar q há manipuladores por trás de uma sociedade, escondidos na tv, escondidos no governo, q produzem idéias para enganar o povo, (...) tudo isso é bobagem, tudo isso não existe (...) "

PG, o filosofo de são paulo.

Fonte:

http://br.youtube.com/watch?v=xyt8puKFPSI&mode=related&search=

Isso aí merece vários comentários. É a negação da própria realidade brasileira, conforme descrito por Sérgio Augusto de Avellar Coutinho nos livros "A Revolução Gramscista no Ocidente" e "Cadernos da Liberdade".

É um lobinho dizendo às ovelhas que a matilha não existe.
uriel#17
.

"Não esqueçam de assistir o filme no youtube onde está sua namorada semi-nua e filmes de sua bunda peluda."

Não vi o vídeo mas fiquei curioso. A bunda peluda é dele ou da namorada? suponho que seja dele. A guria é bonitona e seria decepcionante se tivesse uma bunda peluda
mas acontece
priscila#18
Bom candidato??? Esse aí vai levar o título de barbada!
O que foi aquilo?!

Só me lembro de vexame parecido quando aquela Zélia ministra do Collor escreveu um livro pra contar sua vida sentimental em público... Esse bobalhão aí resolveu mostrar sua vida sexual em público, e o pior é que tá crente que tá abafando.

Putz, francamente...

Gente, eu estou tão espantada, fala sério: esse é mesmo o sujeito que se intitula "o filósofo de São Paulo"?
marcos_8#19
é, Priscila, e é o mesmo que finge que ele é importante e o Olavo é desconhecido.
Só no Orkut, somos 3179 ninguéns, enquanto ele tem 67 VIPs na comunidade dele...
gabriel_12#20
O Gerson tá na comunidade dele?
priscila#21
Fui lá conhecer a comunidade do sujeito.
Sob um interessante título que quase me furou os tímpanos - "Diversas atividades que Paulo está fazendo"- há uma lista de coisas das quais nosso amigo se ocupa.
O homenzinho de fato acredita piamente que é o rei da cocada. !
rr_orkut#22
Meu Deus... que cara doente! Primário, imaturo e exibicionista! Putz, que trash...
inocncio#23
Ele é filósofo da cidade de São Paulo sim. Mas ele esquece de mencionar a região da cidade.
O título completo é "Filósofo do cento da cidade de São Paulo". Agora sim, está perfeito.
A esquerda tem verdadeira veneração por certas "áreas" do centro da cidade. Major Sertório, Praça da República, Ipiranga ...
Caetano até fez uma música para a esquina da São João com a Ipiranga:

"Alguma coisa acontece no meu coração
que só quando cruza a Ipiranga e a avenida São João"

Bom, eu sempre achei uma esquina sinistra aquela. Cheia de prostitutas, bêbados, mendigos e drogados. Mas, vai saber o que Caetano viu ali. Ou melhor: até imagino.
priscila#24
O esplendor da oligofrenia.
Rende uma tese.
mateus_5#25
É o Fausto Fawcett paulista.
diego_10#26
"Só no Orkut, somos 3179 ninguéns, enquanto ele tem 67 VIPs na comunidade dele... "

Muito boa...
thomas#27
Que vergonha um sujeito de meia-idade fazendo montagens de videozinhos para exibir a namorada adolescente. E os pais dessa moça já assistiram?
de_orkut#28
eu fazia parte do grupo de filosofia dele do yahoogroups. ele me expulsou após eu elogiar o olavo.
de_orkut#29
que mal gosto colocar a própria mulher daquele jeito no seu blog...
priscila#30
Gigolô, mesmo.
uriel#31
.

tá mais pra cafetão.
inocncio#32
Legal foi o "Eu te amo Fran" no vídeo.
Esclarecendo: Fran é o nome do corpo que ele ama.
marcos_8#33
O sujeito tem uma série de vídeos no You Tube de introdução à filosofia. Eu transcrevi o primeiro vídeo e fiz algumas observações. A aula, como introdução à filosofia, não tem valor nenhum. No entanto, não considero totalmente desprovido de valor o exercício de explicitar o raciocínio do filósofo de São Paulo. Até porque algum desavisado pode achar que ele realmente está falando de filosofia.
Minhas observações estão em itálico.

Vamos lá:

Introdução à Filosofia. Vídeo 1. Parte 1.
O que é filosofia?

[Primeira Cena: Francielle Mafia Chies, sentada, à frente de um computador, folheando um livro]

- Oi, eu sou Francielle e eu estou aqui para apresentar os vídeos de filosofia. Serão dois vídeos, cujos temas serão: o que é Filosofia; Mito versus Razão; Cosmologia como Filosofia; e o Nascimento da Metafísica.

[Segunda Cena: Francielle, em pé, à frente de uma estante com livros, retirando um volume e o abrindo]
- O que é Filosofia? Na definição do filósofo Paulo Ghiraldelli, Filosofia é a “desbanalização do banal”. É isso que vamos ver, neste vídeo.

[Terceira Cena: Paulo Ghiraldelli, Jr., à frente da mesma estante, com um livro sob o braço]
- A Francielle disse que eu cunhei uma expressão p’ra definir a Filosofia. A Filosofia seria a “desbanalização do banal”.

A desbanalização do banal.
A expressão é dúbia, podendo significar, entre outras coisas, a valorização e o estudo do que é banal de fato, ou a investigação do que é aparentemente banal, com a conseqüente descoberta de que o objeto observado na verdade não é banal de forma alguma.
A primeira opção a tornaria a definição de um estudo do irrelevante. Na verdade, isso seria uma contradição, já que o que é banal de fato não se desbanalizaria se não deixasse de ser o que é; ou seja, para se “desbanalizar o banal”, se deveria transformá-lo, e não entendê-lo.
marcos_8#34
A segunda, embora incompleta, seria uma definição do início do processo de estudar alguma coisa; do que motiva alguém a querer entender um objeto (lato sensu). De qualquer forma, a expressão utilizada não é uma definição, em sentido propriamente filosófico.

De fato, isso é verdade, esta expressão é minha, mas ela não é muito diferente da de outros filósofos. Eu creio que o nosso amigo Aristóteles, ele diz algo semelhante quando diz que a Filosofia é a saída do torpor, é a tomada de distância, é o espantamento ou a admiração para com o mundo.

Paulo Ghiraldelli opta pela segunda opção. Sua definição seria, na verdade, algo como “a desbanalização do aparentemente banal”. Mais uma vez, isso é no máximo uma definição possível do início da filosofia. Ele faz mais ou menos a mesma coisa que alguém que definisse uma casa como “um objeto retangular, de madeira, com maçaneta, fechadura e que gira sobre dobradiças”.
Ele atribui este erro a Aristóteles e “outros filósofos”, sem notar que o Estagirita dizia, na verdade, que a admiração é justamente o início da filosofia.


A Filosofia é, de certo modo, um pouco parecida com aquela historinha do menino que diz “o Rei está nu”. Todas as pessoas tomavam aquilo como banal, mas, dito por alguém, “o Rei está nu”, então eis que as pessoas desbanaliza (sic) o banal,

O “filósofo de São Paulo” simplesmente não entendeu a historinha, ou nunca lha contaram direito. Banal é o que é costumeiro, o que deixou de ser objeto para ser ambiente. O fato do Rei andar nu, dizendo que estava de roupa nova, e todos concordarem não tinha, em absoluto, nada de banal. Era, ao contrário, algo esquisitíssimo.
As pessoas foram forçadas a encarar a verdade como ela era – literalmente, nua e crua – após alguém dizer, em voz alta, o óbvio. Ou alguém acha que as pessoas só PERCEBERAM que o Rei estava nu depois que o meninho disse?
marcos_8#35
e isso então começa a ser o pensamento filosófico.

Ou seja, como vimos, desbanalizar o APARENTEMENTE banal e estudá-lo começa a ser o pensamento filosófico. Incompleto, mas não totalmente errado.

[A frase “VEJA O BANAL E SUA DESBANALIZAÇÃO COM MAFALDA” passa à frente de uma imagem montada com uma foto de Atenas vista de cima, com um céu negro e uma Lua crescente ao fundo. Após a frase passar, uma foto de Paulo Ghiraldelli junta-se à montagem].

[Uma história em quadrinhos com a personagem Mafalda é mostrada, quadro a quadro].
1º Quadrinho: Mafalda e Suzanita passam por um mendigo sentado em uma esquina, tremendo. Ambas olham para ele.
2º Quadrinho: Mafalda – Quando vejo um pobre fico com o coração apertado. Suzanita – Eu também.
3º Quadrinho: Mafalda – Deviam dar casa, trabalho, proteção e bem-estar aos pobres!
4º Quadrinho: Suzanita - P’ra que tudo isso? Era só escondê-los!

[Quarta cena: Paulo, sentado à frente de um computador que exibe uma história em quadrinhos diversa da exibida previamente, com o mesmo personagem.]

- Vejam o exemplo que passamos sobre Mafalda e Suzanita. Para Suzanita, os pobres são uma situação, a pobreza é uma situação banal. Qual é o único incômodo que ela tem? A vista da cidade, os pobres enfeiam a cidade, enfeiam a vitrine, que seriam as ruas. Para Mafalda, não é essa a questão. Os pobres a tocam, eles cortam o coração de Mafalda, então ela não acha isso banal.
marcos_8#36
Mais uma interpretação equivocada. Se os pobres fossem uma situação banal para Suzanita, sua visão não lhe cortaria o coração. O banal é justamente o desimportante. A intenção clara do autor da tira é comparar dois sentimentos, ambos de “cortar o coração”: a compaixão e o asco.

Ela começa a filosofar porque ela não vê isso como uma situação que não possa mudar. Pode mudar, e ela encontra alguns enunciados, que ela verbaliza, que poderiam resolver, talvez, a situação, dentro de sua cabeça de criança filósofa.

É aí que a porca torce o rabo. Mafalda não filosofa de maneira nenhuma. Ela percebe algo que lhe causa um sentimento forte (o mendigo corta seu coração) e imediatamente enuncia uma solução. Ela não cogita, não investiga, não estuda. A resposta ao problema é instintiva e vem pronta.
Parafraseando Marx, Mafalda não se empenha em compreender a pobreza, mas em transformá-la.
Não cabe aqui julgar a atitude de Mafalda – valendo apenas a advertência de que ajudar os pobres sem tentar antes entendê-los é uma atitude profundamente cristã -, mas apenas notar que seu comportamento é tudo, menos um exemplo de filosofar. Chamá-la de “criança filósofa” é, no mínimo, uma piada de mau gosto.


Mafalda começa portanto a estranhar certas coisas do mundo, por exemplo, a pobreza. Suzanita não estranha, ela não se espanta, ela não filosofa.

Mafalda, se realmente começasse a estranhar certas coisas do mundo e resolvesse entendê-las, estaria às portas da filosofia. No entanto, na historinha mostrada, tanto Mafalda e Suzanita reagiram emocionalmente ao mesmo estímulo. Uma sentiu compaixão e deu o que, na sua cabeça de criança prática, ela considerava a solução para o problema. A outra sentiu asco e também disse o que, na sua cabeça de criança igualmente prática, seria a sua solução.
marcos_8#37
uriel#38
.

O cara mostra a bunda no You Tube? em que contexto? Putz.

ainda bem que eu não assisto vídeo no YouTube. Só assisto vídeos dos quais eu possa fazer download pra assistir depois de concluído o download. E no caso não há a motivação para tal.
uriel#39
.

Marcos,

paciência pedagógica tua, parabéns.

basicamente é isso que os professores de filosofia (auto-intitulados "filósofos") ensinam hoje nas faculdades. Ser "filósofo" ou "conscientizado" (não alienado) é simplesmente "despertar" para os problemas do mundo (nem adianta tentar forçar a barra para ver algo de gnóstico aí. No caso é algo tão simplificado, tosco e vulgar que não chega nem perto disso. Tá mais pra um subjetivismo emocionalista "Romântico").

Então a Mafalda "desperta" para a "questão social" e aí passa a "questionar" e a ver o "sistema" com uma "visão crítica", como se fosse um pequeno Sidarta que descobriu que existe doença, pobreza e feiúra no mundo.

mas como você bem coloca não há na verdade busca pela verdade; não há preocupação em compreender o problema, a questão da origem do Mal no mundo ou, sei lá, Economia que seja. Não. É apenas uma "atitude", um sentimento, um posicionamento.

Imagine um exército de Mafaldas tagarelas. São essas nossas professorinhas e nossos alunos. Nossos "cidadãos críticos" de amanhã que choram assistindo "Ilha das Flores".
marcos_8#40
Uriel,
não preciso imaginar. Convivi um bom tempo com Mafaldas ( os señoritos de Ortega y Gasset).
inocncio#41
Desbanalização do banal: suponho que ele deva então ser uma referência para o "não-banal"?
adermir#42
Paulo Ghiraldelli e a bananização da Mafalda...
priscila#43
Bruno: corre e lê cinco artigos do Olavo de Carvalho. Tiro e queda. Você recuperará os seus dois pontos perdidos e ainda ganha mais três de lambuja!
ogait#44
achei, no mínimo, simplista a colocaçã do ghiraldelli: "minha esposa é modelo e se expõe por conta própria"...ué, então qual o motivo de colocar suas fotos lá...ainda mais, não são fotos de modelo qualquer, mas de cunho sexual....acho interessante aquela que ela simula chupar algo...por outro lado, se olharmos pela ótica profissional NENHUMA das fotos do site são profissionais como ele alega...são claramente "feitas em casa", não há jogo de luzes e outras coisas....então, cadê a "modelo profissional"...
é um claro erro conceitual do Ghi.

se intitular "o" filósofo de são paulo também é algo ridículo...

quanta coisa um sujeito acima da idade com uma garota nova não faz...
rsrrsrsr
gabriel_12#45
"Um cientista ou um religioso, um teólogo, podem se perguntar sobre causas e razões da pobreza, mas não como o filósofo! Porque o filósofo quando se pergunta sobre causa e razões da pobreza, ele está imaginando a possibilidade concreta de um mundo sem pobrezas. Não como o cientista que quer diminuir a pobreza. Não como o religioso ou o teólogo que querem ajudar os pobres, mas como alguém que imagina que o mundo racional é um mundo sem completa pobreza. Quando ele pergunta por causas e razões ele tem em horizonte um mundo sem pobreza. Alguma coisa que todas as pessoas diriam "mas isso não é possível!" É alguma coisa banal que exista a pobreza. Ah! É banal? Então o filósofo põe o dedo alí na ferida! Ele desbanaliza o banal."

O filosófo de sampa.

Marxista e idealista. E besta.

Que Deus o abençoe e ilumine, que cuide bem de seu casamento e de seu intelecto, que o conduza por um caminho seguro até a salvação. Mas minha paciência possui limites.

Além disso, os termos "razões" e "causas" são muito usados por Wttgenstein, mas num sentido totalmente diferente.
rafael_33#46
coitada da filosofia ...Sócrates deve estar se remexendo no túmulo depois de ouvir dizer que este cara é filósofo
lvaro_4#47
O filósofo da Cidade de São Paulo fica oferecendo a mulher dele em site... quanto será que ele cobra para eu dar uma tacada nela???

Eu li Merchior e, sinceramente,considero livros como "A Natureza do Processo" como um livro para estudantes de ginásio, o "liberalismo antigo e o moderno" como um livrinho de divulgação sem nada de novo, "A astúcia da mímese" como um livro, como diria: gostosinho; desses que a gente dá uma lidinha na cama antes de dormir no nosso conforto burguês.

Eu gostaria de discutir literatura com a putinha do filósofo de São Paulo... pois eu só discuto literatura com quem vai para cama comigo.
cardeal#48
O signore "filósofo de São Paulo" é apenas um cornutto deslumbrado. Quem expõe a mulher ao público não merece o menor respeito como homem. Que dirá então como filósofo! Se existe algo "filosófico" no signore Guiraldelli, é o filósofo do puteiro. E ainda a tal "esposa" tem nome de garota de programa!
lvaro_4#49
É garota de programa, não tenha a menor dúvida.

Eu sei do que eu tô falando.
lvaro_4#50
rsrs

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