A FIESP está liderando um movimento para derrubar a proposta do governo de prorrogação da CPMF e que já está com quase um milhão de assinaturas. Recomendo aos amigos participarem, basta entrar no site abaixo e incluir seu nome e rg.
tentem entender a razão da CPMF e fui direto a fonte, ou seja os comunistas e não rive nenhuma resposta decente além de insultos e provocações:
[url]/CommMsgs.aspx?cmm=87091&tid=2550998439012116545[/url]
Ontem no jornal nacional assistimos a um cirquinho, que começou com uma reportagem mostrando a falência do sistema público de saúde no nordeste, seguida de uma na qual o suposto ministro abortista da saúde pede, diante de fotos e câmeras, mais verbas para o suposto ministro da fazenda invadida. Ora, se o destino da CPMF era a saúde, o que aconteceu com essa verba? E porque reivindicá-la depois de 11 anos? Só isso já seria suficiente para um impeachment.
Impostos não precisam de explicações racionais para existir para os socialistas. Apenas o apelo sentimental da tal "justiça social". Eles são justos: nós os bandidos.
E vocês não acreditam como tem gente, inclusive bem estudada e líder de movimentos políticos até mesmo de direita, que acreditam nesse engodo da justiça social.
Quinta feira estive num programa de tv para falar do assunto e uma espectadora falou que "se pelo menos o dinheiro fosse para a saúde tudo bem", e eu respondi que essa postura do brasileiro precisa mudar. Sacrifícios para o governo só em tempo de guerra e olhe lá. A arrecadação de tributos subiu mais de 15 bilhões neste ano, valor equivalente, por coincidência, ao total que a CPMF apura. Além do mais, esse tributo é uma verdadeira quebra de sigilo bancário dos cidadãos, além de incidir em cascata, etc. Uma aberração.
Peço licença aos amigos para "discutir a relação" com o jovem Jeová - The Great (what?) neste tópico, em face de o papo ter começado no tópico abaixo: 2 milh�es em maior evento da direita em 40 anos
em que o indigitado rapaz me acusa de não conhecer "nada de liberalismo"...
A seguir, reproduzo os últimos comentários lançados no tópico : liberais, conservadores e o aborto, em que o papo ficou mais agressivo e ele trouxe o tema da CPMF de novo à baila.
Assim, nossa discussão fica restrita a um único tópico e podemos nos estapear à vontade sem atrapalhar quem tem algo a dizer nos outros temas.
É tão ofensivo quanto dizer que não entende nada de liberalismo - coisa que, aliás, foi uma reação não só ao comentário que eu já citei, mas a outro post, onde você se limitou a dizer "sem comentários". Portanto, se eu fui ofensivo, você também foi - e foi antes, por duas vezes.
A primeira coisa necessária, caro Jeová, é esclarecer o que afinal te ofendeu tanto. "Sem comentários" é uma expressão de quem não quer continuar uma discussão que entende desnecessária e improdutiva. Da mesma forma, afirmar que você está mal informado não tem nenhuma conotação de ofensa. Agora, quando alguém fala "esse aí", já de cara impõe uma desqualificação ao interlocutor, que é referido em terceira pessoa, como se fosse um exemplar de alguma espécie estranha ao contexto. "Esse aí" é um termo desqualificador e ofensivo no contexto.
Quanto a entender de liberalismo, é uma conclusão que você tira da minha falta de comentários à sua afirmação segundo a qual "incentivos fiscais são antiliberais".
Vou ter que demonstrar o quão superficial e tola foi sua afirmação, do que queria poupá-lo... chego lá.
Adermir: Eu demonstrei para você porque o imposto tinha características regressivas. Acho que meus 10 anos de experiência na área, minha formação acadêmica e o estudo constante me conferem um pouco mais de bagagem do que a sua para falar a respeito. Você naquele tópico, como neste, só deu respostas baseadas em coisa nenhuma, puro palpite sem fundamento.
Jeová: Você afirmou que era um tributo regressivo, só que não é. Tem características regressivas, por ser culmulativo - mas não é regressivo.
IMPOSTO REGRESSIVO – Diz-se do imposto em que a alíquota diminui à proporção que os valores sobre os quais incide são maiores. http://www.portaltributario.com.br/glossario.htm
Palpite de leigo é entendível. Agora palpite de especialista....
"Entendível"??? "Culmulativo"?
Como eu disse, e você concordou, o imposto tem características regressivas, o que fica incontroverso. Então fica assim. Não é regressivo, tem características regressivas. Se fica bom prá você, fica bom pra mim também. Que seja como ficar mais "entendível".
O.K. Só fiz pedir pra não comentar o que você não confia. Acho que uma pessoa pode realmente comentar a versão e a falta de confiabilidade numa boa. Só que, da próxima vez, faça isso sem querer causar briga.
Quando um não quer, dois não brigam. Vou procurar moderar o sarcasmo das últimas intervenções e você, por favor, interprete o texto de modo mais favorável e não seja tão suscetível. Você é um rapaz inteligente e, com certeza, diferenciado em relação à sua faixa etária, mas um pouco menos de melindre lhe faria bem. Igualmente, um pouco mais de humildade a respeito das coisas acerca das quais não tem suficientes informações. Ser mal informado não é pecado, mas defender com tenacidade a falta de informação só para ganhar um debate é má fé, e tenho certeza de que não é essa a sua intenção.
Finalmente, voltando ao tema, quanto a incentivos fiscais serem "antiliberais": a resposta é: não necessariamente. De fato, um incentivo pode ser uma indevida intervenção do governo na economia, causando desequilíbrio. Para um anarcocapitalista o simples fato de haver governo já causa esse desequilíbrio.
Mas na maioria das vezes a função do incentivo fiscal é fomentar a atividade econômica onde ela não se apresenta, ou onde o estágio do mercado é excessivamente rudimentar e pouco competitivo. O que se cria, nesse caso a que me refiro, é um movimento que, ao final, acaba por criar um mercado e uma economia onde antes não havia, e com isso se cria um pólo econômico que acaba gerando, do ponto de vista do Estado, mais arrecadação.
Não há país no mundo que não faça atividades de fomento. Além do mais, ainda que num contexto de ausência de incentivos fiscais, não seria justo tributar igualmente atividades e pessoas desiguais. Não há nada de antiliberal em, por exemplo, isentar do IPTU moradores de casas localizadas em regiões que sofreram enchentes, por exemplo. Isenções fiscais são instrumentos de diferenciação dos diferentes, e não necessariamente fontes de privilégios (embora possam ser, e NESSE CONTEXTO, seriam "antiliberais")
E mais uma coisa: também é preciso especificar de que liberalismo estamos falando ao dizer que algo é "antiliberal". O liberalismo clássico (e anglófilo, no dizer do Uriel) convive com as diferenças tributárias, que são efeito das realidades específicas de cada lugar, uma adaptação ao meio. Por outro lado, aos adeptos do anarcoliberalismo, qualquer intervenção estatal é má, já que o Estado é o mal. Você já se afirmou como libertário e talvez seja adepto dessa vertente. Nesse caso, teremos que discutir depois da bomba...
Não, não fui testemunhar =). Meu PC deu pau e, devido a falta de tempo por causa de provas, dentre outras coisas, acabei demorando a poder responder. Com a demora, fiquei sem vontade do orkut. (Quem me conhece há mais tempo sabe bem dos meus exílios voluntários)
"A primeira coisa necessária, caro Jeová, é esclarecer o que afinal te ofendeu tanto. "Sem comentários" é uma expressão de quem não quer continuar uma discussão que entende desnecessária e improdutiva. Da mesma forma, afirmar que você está mal informado não tem nenhuma conotação de ofensa. Agora, quando alguém fala "esse aí", já de cara impõe uma desqualificação ao interlocutor, que é referido em terceira pessoa, como se fosse um exemplar de alguma espécie estranha ao contexto. "Esse aí" é um termo desqualificador e ofensivo no contexto."
Para mim, "sem comentários" é bastante ofensivo sim. E, interpretando dessa forma, eu reagi.
""Entendível"??? "Culmulativo"?
Como eu disse, e você concordou, o imposto tem características regressivas, o que fica incontroverso. Então fica assim. Não é regressivo, tem características regressivas. Se fica bom prá você, fica bom pra mim também. Que seja como ficar mais "entendível"."
A palavra "entendível" existe e "culmulativo" foi erro de digitação. As "características regressivas" a que você se refere são incidir "com mais peso sobre quem tem menor poder aquisitivo e não pode escapar de operar pelo sistema bancário", só que eu disse que isso era característico da maioria dos impostos (leia-se tributos) - se não todos.
"Quando um não quer, dois não brigam. Vou procurar moderar o sarcasmo das últimas intervenções e você, por favor, interprete o texto de modo mais favorável e não seja tão suscetível. Você é um rapaz inteligente e, com certeza, diferenciado em relação à sua faixa etária, mas um pouco menos de melindre lhe faria bem. Igualmente, um pouco mais de humildade a respeito das coisas acerca das quais não tem suficientes informações. Ser mal informado não é pecado, mas defender com tenacidade a falta de informação só para ganhar um debate é má fé, e tenho certeza de que não é essa a sua intenção."
Quando um não quer, dois não brigam? É verdade. Se uma pessoa estiver disposta a ser agredida e não fazer nada, realmente não há briga nem guerra, mas ela é derrotada.
Enfim:
"Finalmente, voltando ao tema, quanto a incentivos fiscais serem "antiliberais": a resposta é: não necessariamente. De fato, um incentivo pode ser uma indevida intervenção do governo na economia, causando desequilíbrio. Para um anarcocapitalista o simples fato de haver governo já causa esse desequilíbrio.
Mas na maioria das vezes a função do incentivo fiscal é fomentar a atividade econômica onde ela não se apresenta, ou onde o estágio do mercado é excessivamente rudimentar e pouco competitivo. O que se cria, nesse caso a que me refiro, é um movimento que, ao final, acaba por criar um mercado e uma economia onde antes não havia, e com isso se cria um pólo econômico que acaba gerando, do ponto de vista do Estado, mais arrecadação."
Primeiro: os casos em que você disse que os incentivos fiscais não são antiliberais não tem nada a ver com os casos da FIESP. E olha que você ainda disse que era justo eles lutarem por crédito!
Segundo: nem nesses casos eu concordo. Seu argumento me fez lembrar Bastiat.
PS: Não sou anarco-capitalista.
[Como não sei se o Adermir ainda entra nessa comunidade, vou mandar um scrap para ele.]
O mais engraçado dessa estória toda é que hoje eu agradeço a Deus por a CPMF ter ido pro brejo, pois agora dou total relevância ao único argumento anti-cpmf que eu não tentei refutar: o da violação à liberdade individual. Aliás, pretendo criar um tópico relativo a isso.
Não tenho mesmo entrado na comunidade, por absoluta falta de tempo, o que pode ser interpretado como um retiro. Quanto a você, bom retorno.
No tempo necessário para gerar uma criança, você vem me refutar para ao final dizer que deu graças a Deus por ter a cpmf ido para o espaço... tudo bem, não precisa concordar com todos os meus argumentos, nem gostar deles. Um já basta. E o argumento vale também para a sua ressurreição (da CPMF, não do Jeová...) por intermédio da nefanda css que hoje se tenta aprovar.
No mais, entendo que a briga é mais embaixo, e quem observa o sistemático desrespeito às leis e à constituição por parte das autoridades fiscais sabe que não adianta só reduzir os tributos, e que a cpmf não é de modo algum o único meio de invadir a privacidade das pessoas, vide nota fiscal paulista, informações de cartão de crédito, etc...
"No tempo necessário para gerar uma criança, você vem me refutar para ao final dizer que deu graças a Deus por ter a cpmf ido para o espaço... tudo bem, não precisa concordar com todos os meus argumentos, nem gostar deles."
1 - Eu não mudei meu pensamento quanto aos ascpetos CPMF. Eu apenas passei a ver um defeito dele como inadimissível.
2 - O problema da briga estava relacionado ao fato de que você defendeu a FIESP e disse que ela tinha todo o direito de lutar pra obter crédito e isenções fiscais.
Mais dinheiro rolando para os projetos do FSP, vindo diretamente do nosso bolso. Mais grana para sair via ONGs para armar o MST, mais grana saindo via bolsa compra de votos, mais grana facinha pra todos os usos que o FSP determinar! Luifináfio não apoiou Sarney e fez aquela força toda dando chave de galão a torto e a direito naqueles imbecis abjetos porque "é louco por cabelo acaju", não!
Fez isso porque MUITO MAIS IMPORTANTE do que os mandatos desses palermas - a maioria dos quais vai ser descartado, mesmo, jogado no lixo quando finalmente o projeto bolivariano for oficializado e eles não tiverem mais utilidade alguma - é DINHEIRO, dinheiro pra FINANCIAR as coisas referentes a esse projeto bolivariano! E agora taí, o PMDB vota pra aprovar a volta da CPMF, pronto, perfeito! 😄!
Eu repito: é FACÍLIMO. No Brasil, é de uma facilidade ES-PAN-TO-SA.