Deus é um título, e se nao fosse para ele ter um nome Moises nao teria feito a pergunta a Deus em Exodo 3:15. Alem do que a propria oração do "pai nosso" diz para "santificar o nome de Deus".
Seja Javé, Jeová ou Iavé conforme a tradução bóblica, adotar um titulo islâmico é uma blasfêmia.
Maomé recebeu uma delegação de Bispos do Iêmen em Meca, mandou que os muçulmanos imigrassem para a cristã Abíssina quando iniciaram as perseguições, onde por sinal foram bem recebidos pelo Negus, convivendo em harmonia com os católicos do reino. Ao mesmo tempo, os sahabas (companheiros do "profeta") na expansão do império islâmico saquearam e destruíram Igrejas. Moamé também se casou com uma judia, e mandou decapitar todos os hebreus de uma tribo que foi vencida numa batalha. Enfim, existem exemplos bons e ruins.
Quanto a jihad, ela não quer dizer "guerra santa", mas "esforço pela causa de Deus", isso inclui qualquer coisa, como uma batalha, um gesto, uma ação. Ela no Corão é estipulada com regras e preceitos, como não alijar idosos, crianças, mulheres e doentes, assim como aceitar imediatamente a paz quando os inimigos a propõe. O Corão também proíbe qualquer imposição de religião.
No islã, assim como no cristianismo, existe o livro sagrado, o Corão, e a tradição, chamada de hadith. Assim como a correlata na Igreja Católica, Ortodoxa (Qualquer igreja com origens apostólicas, como mais 1500 de existência), esses ahadith explanam sobre os gestos, comportamentos, ensinamentos orais de Maomé, sendo cruciais na real interpretação corânica.
O que eu acho interessante é que o islamismo surgiu num ambiente completamente militarizado, o que é intrínseco ao sangue árabe, hehehe. Naturalmente os muçulmanos, principalmente por causa das perseguições, desenvolveram uma espiritualidade revanchista, bélica. Mesmo Maomé dando exemplos nos ahadith belos e dignos, a necessidade das batalhas e guerras para o triunfo dos muçulmanos em meio aos idolátras de Meca, fez com que o "profeta" tomasse atitudes pesadas e condenáveis na nossa mentalidade cristã ocidental. O peculiar, é que os muçulmanos quando fincaram as rédeas do poder do império islâmico, colocaram na prática os ensinamentos louváveis do seu profeta, o que criou realmente uma civilização. (Claro que houveram momentos de perseguições.)
Da mesma forma que no cristianismo, surgiu no islamismo um "protestatismo", uma reforma; o wahabismo. Apareceu no séc XIX com um "sábio" chamado Wahaba, esse homem propunha um retorno da religião as suas origens, onde supostamente teria saído dos trilhos. O sábio em questão foi rapidamente execrado do meio muçulmano, mas teve apoio logístico da Inglaterra, que o juntou com a família de salteadores de caravanas; os Saud. Wahaba e Saud, tendo o apoio inglês conquistaram territórios, onde o wahabismo-salafismo passou a ser imposto, disso resultou a Arábia Saudita, e a força do pensamento de Wahaba, que mudou toda a perspectiva e evolução do mundo islâmico. Os wahabitas resgataram o espírito belicista do islã perseguido e atacado pelos senhores de Meca, que somado a uma interpretação corânica obtusa (condenada pelos próprios muçulmanos) e uma visão torta sobre a tradição, criou o monstro que gerou al-qaeda, talibã e similares.
No islã sunita existem quatro grandes escolas; Hanafi, Shafi, Maliki e Hambali, todas condenaram o wahabismo, e até o seu surgimento, todos os muçulmanos faziam parte de uma destas. Hoje na Arábia Saudita os wahabitas as perseguem (mesmo sendo sunitas como as escolas em questão) por não compactuarem com a forma com que interpretam e vivem o islã. Quanto aos xiitas nem comento, para os wahabitas eles nem são muçulmanos, antes de Wahaba surgir sunis e shias conviviam perfeitamente, tanto que um dos Imams (líderes) do shiismo no passado, Jafas As-Sadiq, foi o mestre de Maliki e Hanafi, dois sheikhs que criaram as escolas sunitas com seus respectivos nomes.
Eu não defendo o Estado islâmico, David.
Que é impossível de dissociar do Islam, na prática, pelo menos, eu sei.
Eu defendo o Islam, como religião, mesmo sem ser islamita. Mas também defendo o Catolicismo sem ser católica, e hoje igualmente não defenderia um Estado Católico, uma vez que já entendi que um dos monumentais riscos de um Estado religioso é exatamente que haja uma distorção na religião que se espalhará imediatamente para o Estado inteiro.
Imagine um Estado Católico que estivesse indo muito bem, obrigada, e subitamente acontece uma distorção nos moldes da que aconteceu pós-Vaticano II, TL, etc.
TODO o Estado Católico estaria contaminado, e estaria contaminado por um pseudo-catolicismo.
E mesmo assim, eu continuaria defendendo o verdadeiro.
Acho que adotar o mesmo nome não é entreguismo coisa nenhuma. É uma tentativa de desaquecer as animosidades entre os povos, sobretudo no Oriente Médio.
Pergunte-se (já sei a resposta: vem acompanhada de uma granada ou cimitarra) o que estes amantes da paz acham de reciprocidade:
a) Construir uma Basílica ou Catedral de 50 mil lugares, em MECCA, ainda que lá haja um punhado de cristãos - e sabemos que não há, e bem sabemos o por quê de que não os há -, da mesmíssima forma que os italianos permitiram que se construísse uma Mesquita colossal em ROMA;
b) cobrar impostos para que muçulmanos exerçam seu culto, da mesmíssima forma que eles cobram dos que não são maometanos (e foda-se se alguém vier me ensinar que muçulmano não é maometano e blá blá blá etc.); e
c) Exigir que suas mulheres se vistam como as nossas aqui no Mundo Livre, da mesmíssima forma que eles nos impõem que nossas mulheres se vistam como as deles, em seus covis do quinto mundo*.
Não vou nem sugerir isonomia na liberdade de culto, consciência, religião, opinião**, que aí já é sacanagem. Afinal, o melhor mesmo é viver/vegetar/ruminar sob a Sharia.
*Não me venham falar de Dubai, Brunei e outros paraísos de prosperidade, onde a miséria e sujeição impera entre os comuns do povo, enquanto os xeques da vida nadam em petrodólares. Um dia, o óleo acaba, e aí eles voltam à Idade da Pedra Lascada.
** Não que estas porcarias iluministas não - autoaplicáveis sejam absolutas, longe disso.
Aqui na Inglaterra vejo a islamizacao e os direitos especiais dos muculmanos todo santo dia.
Devido ao meu trabalho, entro em contato com gente de todos os cantos da Terra. Conheci muculmanos da Indonesia, do Paquistao, do Afeganistao, de paises da Africa, da Turquia e muitos outros lugares, e posso dizer que dos que conheci o mais moderado era um terrorista em potencial, soh esperando o chamado.
Aliás, pode-se até comparar Salvador com Amsterdam, Haia, Istambul, Tirana e Sarajevo,
mas nunca com Karachi, Islamabad, Isfahan, Meshed, Medina, Trípoli, Marrakesh, Nouakschott, Cartoum, Jacarta, Almah Atah, Kandahar, etc...
A mulher muçulmana tem como objetivo o cuidado e zelo do lar, mas desde a época de Maomé elas podiam ascender a posições importantes. Fátima, sua filha, chegava a discursar para um grande número de fiéis, e muitas das esposas dos homens participavam das batalhas. O wahabismo quando surgiu inibiu toda a ação feminina, hoje na Arábia Saudita nem podem andar de carro, mesmo na época de Maomé elas andarem a cavalo, por exemplo. O Irã, não quero entrar no mérito a respeito dos métodos utilizados pelos persas, tem um crescente número de parlamentares femininas, sem contar que as mulheres estão presentes em todas os ramos do mercado (Isso ainda foi confirmado por um médico amigo da família que passou as férias do ano passado no Irã). O islamismo parte do pressuposto que o problema é de cada um com Deus, aqui em Salvador muitas muçulmanas não usam véu, e ninguém aparece para importunar. O movimento feminista usa justamente como argumento que na época de Maomé as mulheres tinham direitos que hoje são vistos como incongruentes com o sexo feminino no islã.
Quanto a Aisha, as fontes islâmicas não são uniformes na idade; 12, 15, ou 18. O que todos concordam é que a idade da consumação do matrimônio foi tempos depois do casamento em si.
Agora as muçulmanas são obrigadas a não usarem o véu para atestar que estão imunes a influência fudamentalista que vocês tanto afirmam? Meu caro, em países como Marrocos, Egito, Malásia, Síria, Emirados Árabes, Bahrein, etc, os próprios muçulmanos sofrem por causa dos wahabitas. Nessas nações as mulheres muçulmanas vestem véus fabricados por grifes, da moda, com calça jeans, scarpin. Até mesmo as marcas brasileiras estão de olho no mercado dos países islâmicos, há grande consumo, inclusive biquínis e maiôs (utilizados nas praias e clubes femininos). Quando a Rainha da Jordânia (descendente de Maomé) apareceu no casamento do príncipe da Espanha sem hijab quem se escandalizou? Os muçulmanos wahabitas. O que eu quero que entendam é que o mesmo mal que ataca o Ocidente é o mesmo mal que ataca os próprios muçulmanos que não compactuam com. O interessante é que essa desgraça surgiu séculos e séculos depois, quando o mundo muçulmanos já se encontrava evoluído.
Outro exemplo, quando ocorreu a guerra do Líbano sabe o que os sheikhs wahabitas disseram? Que era para os muçulmanos não se envolverem, por ser um conflito de kuffar contra kuffar (incrédulo contra incrédulo); judeus contra cristãos, sunitas e xiitas
Reitero a questão da construção de uma Basílica monumental de 50.000 lugares em Mecca, conforme edificaram a mesquita em Roma... Os amantes da paz se amarrariam...
O orago da Igreja poderia ser Nossa Senhora do Rosário (aquela que os destroçou em Lepanto).
Falando sério, seria útil lembrar de outro ponto: há os que criticam o latim/grego do catolicismo, não só quanto aos ritos mas também relativamente à Escritura. Isto não mais prevaleceu pós Vaticano II. Todavia, há entre os maometanos quem defenda que o
Corão só vale se for o escrito em árabe; traduções dessacralizam a obra, que segundo Maomé, lhe foi entregue pelo próprio Alá "pronto", tendo o livro descido do céu, em ouro (salvo engano).
Do que se depreende/equaciona que Islamismo jihadista/espansionista = pan-arabismo.
C.Q.D.
Não se pode construir uma igreja em Meca porque desde a expulsão dos idólatras os não-muçulmanos foram proibidos de entrarem lá, em Roma não ocorreu nada similar. E por favor, não vamos usar Arábia Saudita como exemplo de islamismo, ou será que venho falando do wahabismo a toa?
(PS: O latim não foi abolido belo Vaticano II; “Salvo o direito particular, seja conservado o uso da Língua Latina nos Ritos latinos.” (Concílio Ecumênico Vaticano II. Constituição Sacrosanctum Concilium, 36, § 1))
Tudo o que quero dizer é que eles não nos tratam como nós os tratamos, havendo ou não demonização ou simples preconceito, e ainda que no Mundo Livre, para a esquerda chic, ser maometano é ser cult. Guenonistas/perenialistas também se amarram neste misticismo orientalista. Lembrem-se "da igualdade na diferença" e outros slogans escrotos do politicamente correto.
Quanto às mulheres, a maioria sabe que nos países muçulmanos onde podem ir a shoppings, elas consomem roupas e langeries de grife, mas para o maridão, "no recôndito do lar". Aqui é o contrário: minimalismo, tudo sumário, para escandalizar. No fim, os franceses têm razão: os extremos se tocam. Burkha em Kandahar ou tapa-sexo
na Apoteose é tudo a mesma coisa: mulher-objeto. E não estou sendo feminista, não me interpretem mal.
Não disse que foi abolido: "(...) não prevaleceu (...)" - só deixei subentendido que caiu em desuso (exceto para uma minoria e para os tradicionalistas, embora seja louvável que o Santo Padre volte a incentivá-lo, já que o Missal e o Rito oficiais estão em latim, idioma oficial do Vaticano).
Digo por experiência própria, os muçulmanos que criam problemas no Ocidente, que querem impor o que é aqui visto como intrínseco ao islamismo (o fundamentalismo) são os wahabitas. Os islâmicos provenientes de países sem influência da seita salafi convivem pacificamente nas nações ocidentais, adaptando-se com louvor e conseguindo conciliar com perfeição seu credo com a imoralidade e amoralidade aqui reinante (Isso quando não aderem.) A grande questão é que o Ocidente vem declinando, isso deixa uma grande lacuna que passou a ser preenchida com Nova Era, religiões orientais, o islamismo. O que não podemos fazer é julgar todos os muçulmanos como pertencentes a esse plano wahabita de islamização.
Muitos aqui sabem do meu esforço para compreender o Islam - o David, por exemplo, sabe.
Comprei um monte de livros, me debrucei sobre eles, e ainda nem acabei.
Mas, estranhamente, à medida que eu lia, verificava que eu não estava me aproximando do Islam, e sim me afastando dele. Era como se eu estivesse criando uma distância analítica que na verdade acabava sendo um desentendimento e não um entendimento.
Ouvi uma vez, num True Outspeak, o Olavo comentar que, para ser um verdadeiro cristão, importava compreender e se aproximar das palavras de Jesus Cristo - o mais importante era isto. Haveria, então, uma "chave" para o Cristianismo: e a chave é o eco que as palavras de Jesus têm no coração dos cristãos.
Portanto, para entender o Islam, talvez eu estivesse seguindo o caminho errado: eu precisaria compreender as palavras do profeta como os islamitas as compreendem, e perceber de que forma elas ressoam em seus corações.
Senão, eu poderia saber "o que é o Islam", mas não saberia "como é o Islam", que era o que eu queria saber, in the first place.
Como nunca na minha vida eu encontrei a mais mínima coisa que tivesse me acontecido por acaso, nem me espantei quando, tendo levado minha neta numa livraria para comprar um livro para ela, sem a menor intenção de comprar um para mim (até porque eu já tinha gasto mais do que posso em livros neste mês, como sempre, e havia encomendado o livro novo do Olavo na minha livraria favorita, que não era a em que eu estava), meus pezinhos me levaram direto a uma estante e eu agarrei também direto um livro de um autor de quem nunca havia lido nada e cuja obra eu não conhecia (embora o sujeito tenha ganhado o Nobel de literatura recentemente, o que diga-se de passagem o Saramago também ganhou e eu não gosto dos livros dele, por isso também o fato não quer dizer lá muita coisa).
O nome do livro era "Neve". E era ficção.
Há anos que eu não compro ficção, como já disse, e me limito a reler os que já li, os velhos clássicos amados.
Acho sempre que vou jogar dinheiro no lixo, deixando de comprar alguma coisa que de fato me interesse mais.
Mas eu sei quando eu DEVO fazer uma coisa, e perguntei à vendedora, que me conhece (as vendedoras das três livrarias decentes da minha serrinha, é claro, me conhecem... ) e perguntei se havia mais coisas do mesmo autor. Ela me trouxe o Mon Nom est Rouge e o Istambul.
E, embora os livros sejam ficção, pela primeira vez meu coração sentiu o Islam da forma apropriada. A "ordem" recebida naturalmente era correta: ali estava a luta entre a secularização e uma religião profundamente arraigada no coração de seus fiéis. Ali estavam as distorções, e as agonias, e o sentimento islâmico que o ocidente talvez não perceba exatamente. Nem eu vou perceber completamente nunca, é claro. Só se eu FOSSE islâmica, e eu não sou e nem serei. Mas enfim, sempre foi possível entender melhor, da minha velha maneira: lendo.
O que estou terminando agora, o Neve, que deixei para o final porque foi o primeiro que peguei, não me perguntem o porquê da inversão, fala sobre o sentimento das mulheres obrigadas a deixar de usar o manto, ou o véu, na Turquia - e de seu intenso sofrimento por isso. Sofrimento tão grande que pode levar ao suicídio.
Bem, não vou contar o livro, já que "contar livros" ou "contar filmes" são duas das mais medonhas coisas que um ser humano pode fazer com seus semelhantes, no meu entender, pelo menos... ! Mas sugiro todos os três. O autor se chama Orhan Pamuk.
Um dos personagens, que luta contra o Islam, diz :
"Só comendo o que eles comem, vivendo onde eles vivem, rindo das mesmas piadas e enfurecendo-se quando eles se enfurecem você pode acreditar no Deus em que eles acreditam. Se você leva uma vida completamente diferente, não pode adorar o mesmo Deus que eles adoram. Deus é justo o bastante para saber que não é uma questão de razão ou de lógica, mas de como você vive sua vida."
Pode ser.
E pode também não ser.
Mas a questão fica levantada, e importa. Importa MUITO.
Agarrem-se a fé CRISTÃ, e parem de flertar com o Islã. EU SOU O CAMINHO A VERDADE E A VIDA, NINGUÉM VEM AO PAI SENÃO POR MIM. Quem compreende isso não fica buscando nada além do proprio CRISTO SALVADOR. O Mundo Ocidental se voltasse a sua face novamente para CRISTO, não ficaria buscando Deus aonde ele não está. É só o mundo Cristão voltar a abrir os olhos que JESUS estará ali esperando por todos. Nosso mundo jamais será islâmico, pelo simples fato de que ele é Cristão, e ademais relativismo cultural é o cacete. Por essas bandas de cá o Islã não fará a festa não, porque nós cristãos verdadeiros estaremos aqui para defender com nossa vida se necessário for a nossa FÉ NO ÚNICO SALVADOR QUE JÁ EXISTIU NA HUMANIDADE; QUE FOI JESUS CRISTO.
Uma ponte precária e oscilante é tão ponte quanto uma que extraordinariamente represente a humanidade.
Não existe contradição em amar a representação mais elevada e ao mesmo tempo perceber a identidade entre as pontes.
Ou seja: a diferença é menor ou maior que a semelhança?
Creio que aqui todos conheçam a mim e ao Rafael, sabem que somos fiéis as nossas crenças. Os muçulmanos são infiéis que se não se converterem a fé cristã católica não irão ter a salvação, a não ser os casos de ignorância invencível e aqueles que sejam da Misericórdia de Deus. O crescimento do islamismo no Ocidente é por causa da falta de fé que suas nações se encontram, como o homem intrínsecamente busca a Deus, os ocidentais vão justamente aderir ou as filhas do relativismo religioso atual; Nova Era e seitas esotérica, ou então aquilo que se mostra diametralmente oposto; o islamismo.
Não estou aqui defendendo o islamismo enquanto religião, como sendo correta e caminho de salvação, estou aqui para mostrar que existe uma enorme diferença entre o islamismo verdadeiro, das quatro escolhas sunitas e o islamismo wahabita.
Um dado interessante é que a maioria das conversões são de mulheres. O perigo é que os ocidentais convertidos acabam caindo nas mesquitas wahabitas, tornando-se terrivelmente aversos a civilização que fazem parte. Isso porque os salafis-wahabitas são financeiramente podres de rico, e ainda controlam vários órgãos muçulmanos internacionais, como a WAMY (World Assembly of Muslim Youth).
Eu uso a expressão "dia de Cátia" para representar o que talvez exista na vida de todos nós, e que é igualmente talvez seja até esperado: a sensação de que finalmente entendemos a coisa toda, e estamos prontinhos da silva.
E que eventualmente passe, ou eventualmente permaneça, desenhando em nós coisas diferentes dependendo do sumiço ou da permanência da mencionada sensação.
Eu junto certezas, e não gosto de acumular dúvidas - sempre me pareceu mais lógico, e mais desejável. Mas eu não sou capaz de trocar uma dúvida por uma certeza usando uma moeda duvidosa. Até tentei, mas simplesmente não funcionou! !
O que quero dizer é que a Fé não me veio fácil, não me parece fácil, não me é fácil, a não ser quando overwhelmingly obvious. Ou seja: arrasadora.
Como, por exemplo, a certeza absoluta de que existe um Deus, Único e evidentemente Absoluto, Transcendente e Inteiro, Infinito e Perfeito.
Pronto: quebrei todos os parâmetros que impedem que sequer tentemos dar "atributos" a Deus, mas escolhi os atributos que justamente expressam esta impossibilidade. O que é uma inevitável contradiçao em termos, e eu gosto de contradições em termos. Nem bichos, nem deuses. Não é isso o que fomos criados para ser?
A ponte como a perfeita metáfora: que a atravesse quem a atravessar.
Não sendo um destino, mas uma escolha. Dura, ou fácil - mas o que talvez interesse seja a possibilidade da travessia, e não sua dureza ou sua facilidade, que são, no meu entender, irrelevantes.
Agora, se se reconhece que o poder econômico determina as ações, não só por canalizar recursos materais, mas também por garantir o monopólio da força bruta e o império da violência,
é de se esperar que as pessoas interpretem, dentro da razoabilidade e fora instintos passionais, que esses pagãos sejam uma forte ameaça.
Tanto é assim que, dentro do assunto do tópico, constatou-se que já geram predominância cultural numa Europa
originalmente cristã (e entre supostos representantes cristãos), que se tivesse um mínimo de vergonha na cara, saberia o que significam episódios funestos como Península Ibérica (711), Constantinopla (1453), Mohács (1526), e outras tragédias. Mais ainda, se orgulhariam de Poitiers (732),
Granada (1492), Lepanto (1571) e tantas outras glórias.
Não se esqueçam da fortuna de Bin Laden (US$ 250 mi - tá, já sei que é saudita e
wahabbita, etc.);
Lembrem-se que em qualquer lugar em sejam maioria (não me venham falar do Brasil, Países Baixos
ou dos EUA, onde são minoria e bancam os bons moços, coitadinhos e injustiçados: falo de Indonésia, Paquistão, Arábia Saudita, Egito - aliados da América!).
Notem também que na França e nas Filipinas, nações tidas como católicas, são eles minorias de vândalos, grupos de pressão e lobby, ou separatistas.
Lembrem-se que em qualquer lugar em sejam maioria (não me venham falar do Brasil, Países Baixos
ou dos EUA, onde são minoria e bancam os bons moços, coitadinhos e injustiçados: falo de Indonésia, Paquistão, Arábia Saudita, Egito - aliados da América!) eles perseguem e impõem um regime de sujeição aos não-muçulmanos, isso quando não massacram cristãos.
Ando pensando nos termos gigantescos do apocalipse.
É, mesmo, muita gente neste mundo de meu Deus!
O que quer dizer, exatamente, "gigante"?
Um "gigante" é, ainda, humano?
Bom, enfim: eu tenho a mania das palavras, e de valores e sentidos expressos nelas.
Talvez seja mais preciso dizer que palavras são símbolos mandatórios, na minha opinião. Ou que valem muito mais do que é percebido.
O que estou falando é que o wahabismo tornou-se uma desgraça que ataca não só o Ocidente, mas os próprios muçulmanos. Convertem islâmicos nesse fundamentalismo doentio. Aumentam suas influências em vários países; Indonésia (atentado a Bali), Filipinas (atentado a católicos), Chechênia (Atentado de Beslan - é bom frisar que tem uma população majoritariamente sufi - considerados não-muçulmanos pelos wahabitas), Turquia (atentados diversos), Marrocos (levante popular contra o Rei), Egito (aumento da influência nas Universidades), Sudão (financiando o genocídio de Darfur) etc, etc, etc. Na Arábia Saudita, os Sheikhs faziam sermões em defesa do Talibã (criação dos wahabitas paquistaneses), mesmo o país sendo aliado dos EUA. Por exemplo, em países que tinham históricos passados de boas relações amistosas, como Nigéria (muitos anglicanos), Etiópia, Eritréia e Egito (países que contém arquidioceses e patriarcados da Igreja Católica e ortodoxa), os wahabitas passaram a estimular a população a se levantar contra a população cristã. Já cheguei a ouvir de um wahabita daqui do orkut que o ensinamento corânico de não conversão forçada havia sido revogado. Isso para um islâmico normal é um maior absurdo, seria a mesma coisa que dizer que a Sagrada Escritura tem preceitos que devem ser execrados.
Além do que, cristãos ocidentais são atrasados; vejam, os muslins da Mauritânia e do Sudão escravizam os negros, sejam estes cristãos ou animistas. Mas estas são culturas avançadas. Fim da picada mesmo é prelado dito católico rastejar como um escravo nos Países Baixos perante estrangeiros
que emigraram pra lá para fugir da prosperidade material e cultural de suas terras de origem. Afinal, os cruzados eram bárbaros e trogloditas, enquanto os maometanos eram o suprasumo da matemática, da filosofia, tomavam banho, etc. [sarcasmo mode off]
Rafael,
Minha fonte é essa e é confiável, seja do seu agrado ou não, não estou preocupada em agradar. Não gostou, paciência. Nem adianta também usar da tentativa de ofensa, pois sei quem sou. Fui.
As fontes confiáveis da Cátia são aquelas que também dizem que os cátaros eram batistas, que Constantino foi o primeiro papa, e que a devoção aos santos veio do paganismo.
Ainda bem que aqui ninguém coloca a TL como exemplo de catolicismo nem o sergianismo como exemplo da ortodoxia!
Caríssimos, eu sou católico, fiel ao Magistério, não estou aqui para defender o islamismo enquanto religião muito menos a civilização islâmica como expoente da maturidade. Como católico acato o dogma Fora da Igreja não há salvação, e considero a civilização cristã como a personificação da vivência espiritual fraterna. O que estou fazendo, e o Rafael (ortodoxo tradicional, que não aceita nem que o clero dialogue com os católicos), também, é apenas mostrar que o verdadeiro islamismo, livre da influência wahabita, não é essa desgraça que estão pintando.
Claro que houveram choques entre os muçulmanos e católicos, e não estou aqui para colocar os maometanos de bons moços inocentes, tinham como pretensão o domínio territorial para a expansão da sua fé. O que faço é apenas analisar o islã enquanto fenômeno sociológico.
Eu sou católico, e quero a conversão do mundo a única fé salvífica, quero a construção de uma civilização cristã, de estados que respeitam e acatam a moral católica. Talvez por isso não veja como tanto horror o ensinamento islâmico de instaurar uma civilização muçulmana no mundo, porque eu quero a mesma coisa se tratando da minha fé. O que vejo é que aqui ninguém realmente sabe como funciona o islamismo por dentro, ou se baseiam em achismo ou então nas atitudes dos wahabitas.
A única coisa que sei é que se a cristandade européia continuar fraca, omissa, e politicamente correta, bau bau, adeus civilização cristã. Portanto foda-se o relativismo cultural, foda-se o politicamente correto, e foda-se esse bispo safado que resolveu chamar DEUS de Alá, pois Alá é o cacete!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Eu com um bom humor absurdamente incomum e vocês brigando por um povinho que anda de mão dada nas ruas (homem e homem, Adão e Ivo) e sentam em bar para tomar chá!
Líbia, Eritréia, quantos bons lugares mais que o antro de pederastas e liberais? Você é um doente, boçal e verme, um infeliz que tem problemas. Ainda por cima, acredita piamente que exceções servem de parâmetro com se regra fossem. Por outro lado, guarde suas doutrinações e didatismo para os que quiserem seu lixo, que da minha visão de mundo cuido eu. É por causa de babacas como você, que esperam impor sua vontade e descabam facilmente para argumentos ad hominem, que a mentalidade esquerdista prevalece. Está-se diante do outro lado de uma mesma moeda, fedida e sem valor como a de cinco centavos.
Se defendesse de fato suas crenças em seu eslavismo bárbaro anacrônico e bizantinismo saudosista, não babaria o ovo da civilização que os trucidou em 1453, e os escravizou por oito séculos nos Bálcãs. Esses fracassados perderam a Anatólia e a Terra Santa para os infiéis, além da sua querida Síria.
Xii, então tem algo errado aí, nos colégios católicos que estudei ainda usam o método QI. Será que fui educado numa tariqa tasawwuf iu numa madrazha deobandi wahabita e e não sabia?