Fórum Olavo de CarvalhoArquivo da comunidade do Orkut · 2004–2013

Bispo católico propõe que chamemos Deus de Allah

Iniciado por mateus_5 em 20/09/2007 · 143 mensagens · página 3 de 3

priscila#101
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Bom.
Tão tá.

Um verdadeiro escândalo.
Mas só um momentinho:
Eu estou aqui pensando sobre o epíteto de "agente islamizante guenoniano".

Se é pra distribuir epíteto assim a torto e a direito, então mais justo que caia sobre mim do que sobre ele, Cristão Ortodoxo e irretocável.

(Só um momentinho: Caio Rossi, custaria muito?
Só por uma vez. Eu não costumo pedir, mas estou pedindo.)
pedro_17#102
Он кажется типичным католиком из-за целесообразности, чтобы казаться консерватором
pedro_17#103
É. Direito de usar burka. Direito de ser objeto sexual. Direito de não escolher o marido. Direito de ser "mais uma" no harém particular do cara. Direito de ficar trancada dentro de casa. Direito de apanhar porque... ora, e importa lá o porque? Direito de apanhar na sola dos pés pra não deixar marca. Direito de ter seu clitóris cortado fora.

Davi, você sabe muito bem que te respeito, até já passamos por cada um nessa comunidade, ouvindo barbaridades e achismos no que tange a Igreja Católica. Tenho que constatar, isso que você disse é o atestado de que não sabe absolutamente nada do islamismo (e que tudo que escrevi foi a mesma coisa de lançar palavras ao vento)

Só para constar; burka é invenção dos deobandis wahabitas afegãos, a veste das mulheres é o hijab, véu, e mesmo assim, a utilização parte dela e não de ninguém, pelo menos deveria ser assim. A mulher tem sim o direito de escolher o marido, e a primeira esposa que decide se seu marido poderá ter mais de uma casamento (No máximo quatro), e por lei, se ele der um colar de safira para um, tem que presentear todas as outras com o mesmo mimo. A retirada do clítoris só ocorre em regiões da África, e mesmo assim apenas pelos wahabitas. Esse ensinamento não é islâmico.

Como eu disse, vocês nem sabem o que é islamismo!
priscila#104
David, direito de usar o manto É DIREITO!

Você, eu, todo mundo, temos que compreender isto!

Não é possível chegar lá e determinar que o direito não é legítimo, até porque ele é uma escolha de quem o usa - nem a legitimidade que existe, por exemplo, em impedir que se enterrem crianças vivas como fazem os índios existe.

Me diga em que ponto ofende à civilização do ocidente, ou o próprio Cristianismo, o uso do manto pelas mulheres islâmicas! Em que ponto o Islam vai de encontro ao modelo Cristão, a ponto de ser impedido ou combatido?

Não se fale de "fundamentalismo", que se fale do Islam!
priscila#105
lā 'ilaha 'illāl-lāhu - Só existe um único Deus.
priscila#106
Oh, David - longe de mim converter você àquilo que eu não sou!
E nem o Rafael, David! Muito menos o Rafael...

Mas o Islam, que você o critique com a bênção de Deus, não pode ser combatido desse modo!
O Islam chama os Cristãos de irmãos, aceita como seus os Livros Sagrados, reverencia Jesus como profeta e profeta especialíssimo - e não vejo motivo para tanta ofensa, sinceramente!

Será que a má palavra dos canalhas do fundamentalismo fez seu trabalho sórdido até aqui, entre nós?

Não é uma defesa do Islam, é uma defesa do paradigma que mantém o Islam como uma religião irmã, que indica como sagrados, repito, os mesmos livros que judeus e cristãos veneram. É uma questão de delicadeza moral, não?

Posso debater, e até gosto, defendendo a excelência do Cristianismo: mas não anulando o Islam desse jeito. Porque ele não é nada disso, David, acredite.
pedro_17#107
Oxi David, eu falei da Rainha do Marrocos e da Jordânia (ambas casadas com descendentes de Maomé, a família real jordaniana ainda mais), expoentes máximos da mulher na suas respectivas sociedades, e não usam o hijab, o véu. É bom frisar, na teoria, a mulher usa pela própria conscientização da necessidade, mas o chador, burca, etc, nunca podem ser impostos por se tratarem de vestes que não fazem parte da obrigatoriedade islâmica.
priscila#108
David, isso é a mesma coisa do que um sujeito chegar no norte do Brasil e dar de cara com uma comunidade lá sob o modelo de uma Pastoral da Terra e julgar o Catolicismo por essa comunidade - e ainda vir dizer: "se no Norte do Brasil é assim, imagine no resto dos países católicos".
pedro_17#109
Só para lembrar, eu pouco me importo se o islamismo credita a Jesus a honra de um grande profeta, se consideram a Bíblia um livro sagrado mas corrompido, se enxergam nos cristãos "povo do livro" mas que vivem no erro, etc, etc, etc, estou defendendo o islã desse estereótipo que não condiz com a verdadeira realidade. Até porque esse papo de religiões irmãs não cola com os muçulmanos, Priscila, para eles Abraão foi o primeiro muçulmano propriamente falando, e tem como fato que o islamismo começou com Adão. Eles consideram judeus e cristãos como conseqüências da corrupção do credo, que surgiram realmente de revelações de Deus, mas que tem uma fé incompleta.
pedro_17#110
David, terão que pagar um pouco mais caro na passagem aérea, retirada de clitóris (obrigado) só na Somália, Etiópia, países próximos a Arábia Saudita, ou então com núcleos wahabitas, como EAU, Egito, etc.
pedro_17#111
David, não precisa de fonte, realmente deve ter no Marrocos, assim como acontece em vários países islâmicos. A diferença é que esse procedimento não tem nada de corânico, é tipicamente wahabita. Em nações como Somália, por exemplo, onde o wahabismo se fincou legal, tornou-se tão normal quanto beber água.
Como estou falando, burca, circuncisão feminina, mulheres apanhando, sem dirigir e trabalhar, é uma situação tipicamente wahabita, comuns em ambientes wahabitas. O islã desvencilhado desse influência, é bem diferente.
pedro_17#112
Fernando,

Isso mesmo. Toda vez que se fala o nome de Maomé, ou então de um Profeta, sahaba (companheiro de Maomé), Imam (no caso dos shiitas), eles dão graças. Toda oração é feita em árabe, o horário é regulado pelo sol, a Assobh pode ser feita da alvorada até a nascente, a Addohr é do meio-dia, a Al-Açr da tarde, Al-Maghreb do pôr do sol até a entrada da noite, e a Salát Al-Ichá a da noite propriamente. Na sexta tem a salat al-jamaat, que é a oração comunitária, entra no lugar da oração do meio-dia. As mulheres não são obrigadas a irem, vão se quiserem. É preceito masculino. Os muçulmanos não comem carne de porco, nem de animal que tenha garras, também não podem consumir o sangue. O sacrifício para ser considerado halal além de ser voltado para Meca, com o responsável fazendo preces específicas (tem que ser muçulmano), o animal não pode sentir dor. A Sadia tem alimentos halal aqui no Brasil. Na teoria os muçulmanos poderiam comer a carne abatida por judeus e cristãos, mas para eles estes não vivem mais piedosamente as respectivas crenças, por isso passou a ser questionável essa possibilidade. Quanto a TV, para os wahabitas tanto a televisão quanto a música são pecados. Isso que o imam fala pelo auto-falante é o adhan, o chamado para o oração. Ah, e realmente, em toda as mesquitas as mulheres ficam atrás, o motivo é esse que foi dado, para que não fiquem bom a bunda na cara de um marmanjo.
pedro_17#113
Esses cinco pontos que falou são justamente denominamos como "pilares do islã": a Shahada (o credo), a Salat (a oração), o Zakat (a caridade), o Saum (o jejum) e o Hajj (a peregrinação).

Mesmo sabendo da chatice proposital do David, hehehe, o zakat é a doação de 2,5% da renda anual de um muçulmano, não é obrigatório, faz quem tem condição. Os beneficiados são islâmicos pobres, endividados, que são cativos e prisioneiros, que estão distante do lar, e muçulmanos que lutam pela causa de Deus na construção de hospitais, mesquitas. Nesse último entra um grande problema, os wahabitas são ricos, detém controle de grandes órgãos islâmicos, com isso conseguem direcionar o zakat para suas pérfidas intenções.
pedro_17#114
Imagina o valor do zakat dos reis, emires, sheikhs sauditas? Tudo uma renca de wahabita safado! hehehehe
De onde saiu dinheiro para criar al-qaeda, talibã, etc?
pedro_17#115
Aqui no Brasil as mesquitas em sua maioria ou foram construídas pelos sauditas, ou tem uma pequena influência deles. Tirando as dos shias e sufis, é claro.
uriel#116
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Cabe ao tradicionalista Rafael explicar por que motivo exatamente uma sociedade tradicional cristã deve dar a judeus e muçulmanos o status de cidadãos de segunda classe, sem o direito de andar a cavalo (ou dirigir veículos) nem de portar espadas (ou armas de fogo), tendo que pagar pesados impostos, proibidos de orar em público e tendo que dar a preferência, a passagem a cristãos quando estiverem caminhando em uma calçada estreita. Uma espécie de "apartheid", para se usar a linguagem moderna.

Hitler adoraria esse sociedade tradicional! poderia até evocar o tradicionalista Evola, que trocava correspondências com Guenon..

Ora, eu entendo a questão da teocracia, da democracia etc etc. Até das castas. Mas por que diabos súditos judeus não poderiam portar armas e teriam que pagar impostos extras?

teus amigos judeus sabem que tu, goi safado, defende isso?

e mais, os judeus não-praticantes, isto é, os judeus seculares, como aliás todos os "agnósticos" e ateus seriam forçados a se converter à religião oficial assim como os pagãos? se sim, do contrário sofreriam que pena?

sei que na Sh´aria islâmica tradicional é assim: o "Povo do Livro", isto é, judeus e cristãos são tolerados por serem monoteístas, mas sob o status de "dhimmi", que é um cidadão de segunda classe submisso, conforme expliquei assim. Já os pagãos, idólatras e infiéis são forçados a se converterem. Do contrário são executados ou expulsos, se não me engano.

Não sei ao certo como era no império bizantino cristão, que você afirma ser equivalente aos reinos islâmicos nesse aspecto dos "dhimmi" (com a diferença de que a religião oficial lá era outra, evidentemente. Os "dhimmi" de lá eram os muçulmanos).

então, mais uma vez: quais são os argumentos em defesa do status de súdito de segunda classe dado aos judeus (mesmo os ordeiros) no Bizâncio e ao cristãos ordeiros e pacíficos no Islam?

você sabe? ou defende isso só porque é "Tradicional" e ponto final?
geraldo_3#117
Ao invés de responder estas questõezinhas, este cão sarnento e hidrófobo, que se gaba de não parar em comunidade alguma, prefere cagar meu scrapbook com expressões adolescentes à la joãozinho. Ou não teve infância ou foi seviciado, babaca covarde?
Tem medinho de ser expulso aqui e vai emporcalhar a página dos outros...

1) Não respondeu porque não deixam construir igrejas monumentais em Meca e Medina, da mesma forma que mesquitas colossais são erigidas em Roma, Londres, etc.;

2) Calou-se quanto à liberdade religiosa verdadeira, que é a que eles têm no Ocidente, ser ou não recíproca em seus territórios majoritários;

3) Silenciou sobre a condição da mulher (mas isso já foi amplamente debatido aqui);

4) Quedou-se inerte sobre Cristãos sob a Sharia na Eritréia, Sudão, Líbia, Mauritânia, etc., já que a Síria só pode ser exceção (depois ainda vai dizer: Ah, mas a África não conta... como se os países mais desenvolvidos majoritariamente islâmicos fossem, sei
lá, escandinavos...);

Por outro lado, agradeço aqui ao Pedro, católico como eu, ter mantido um debate/discussão polido e decente, sem ofensas, ao contrário deste pequeno canalha boca suja, de alma suja.
geraldo_3#118
Falar por falar, lembrei que me referi ao Corão com a ressalva "salvo engano". Aí, não perdi tempo pesquisando, mas constatei depois que, (não estou certo disso, como diria Sílvio Santos) ao que parece (salvo engano), Alá ditou do céu o Corão para Maomé. O cara era um ninja nas horas vagas, além de profeta!

Afinal, inspiração pelo Espírito Santo através de vários escritores ao longo dos séculos é pura idolatria...rs rs rs rs!
pedro_17#119
Geraldo,

Os pontos 1, 2 e 4 já foram respondidos. Não tem igrejas em Meca e Medina porque são cidades que desde o triunfo islâmico tornaram-se proibidas para não-muçulmanos. Sobre a condição da mulher, creio que já tenha feito ponderações mais do que suficientes. O problema de citar países africanos é que nessas nações o wahabismo encontrou um campo muito fertíl, a pobreza. Como já disse, (vocês realmente lêem o que escrevo?), muitas dessas nações tem patriarcados e arquidioceses, até pouco tempo tudo se encaminhava bem, isso até a chegada das seitas wahhabis-falafis.

Talvez se o Ocidente não estivesse tão distante da vivência religiosa nós poderíamos entender melhor os muçulmanos.

(Quando fala "muçulmanos" me refiro aos sunitas das quatro escolas ou então alguns ramos dos xiitas. Wahabita é fundamentalista safado
geraldo_3#120
Ok, Pedro. Obrigado pela atenção e educação.

Ressalto que não vou mais insistir, mas finalizo registrando:

Só quero demonstrar que é incompatível com nossas sociedades proibir muçulmanos de construir templos e prestar cultos, ou cobrar pesados tributos para que possam fazê-lo.
Isto basta uma resposta simples. Mas eu li sim, sua referência ao item 1 no meio dos
posts, só que você não admite esta falta de isonomia...Aliás, leio, releio (em sendo necessário) tópicos em que participo, como este. Contudo, espero que você também tenha lido com atenção e isenção todos os meus posts.

O que penso é que, faltando esta reciprocidade e isonomia, por pra eles, ecumenismo e liberdade de religião é só para se alastrarem pelo Mundo Livre, não dá para levá-los a sério, ou mesmo não tomá-los como uma substancial ameaça, além do inimigo interno, que mina dia a dia nossa civilização.

Agora, o curioso é que, independente do poder econômico pautar a agenda destes minoritários radicais, não é possível identificar nessa maioria amorfa e sem voz um islamismo genuíno e não conspurcado, ainda mais que, disso tenho certeza, um muslim médio, tendo as mesmas oportunidades de debater e estudar religião comparada, filosofia, história das religiões, etc., não tomaria partido de uma defesa entusiasmada e empedernida da Cristandade, da mesma forma que você agiu para com o Islamismo. Por convicção pessoal e formação religiosa, a atitude deles, ainda que não sejam wahabbitas ou mesmo que convivam aqui conosco no Mundo Livre, será a de reafirmar a sua crença e buscar fazê-la prevalecer sobre a nossa. Isso porque não agem isonomicamente, não são gratos pela nossa hospitalidade e tolerância, falta-lhes a reciprocidade.

E isso não se pode negar ou mudar.
geraldo_3#121
Onde se lê "por pra eles, ecumenismo e liberdade de religião é só para se alastrarem pelo Mundo Livre, " leia-se "pois pra eles, ecumenismo e liberdade de religião são só para se alastrarem pelo Mundo Livre," [revisor mode off]

200 postagens de intolerância irracional e ódio étnico e religioso gratuito...Ih, brincadeira!!
pedro_17#122
será a de reafirmar a sua crença e buscar fazê-la prevalecer sobre a nossa.

Eles estão corretos, nós que somos pamonhas e deixamos que o islamismo invada a sociedade cristã. Se o Ocidente não tivesse deixado uma lacuna espiritual tão grande eles não encontrariam terreno fértil para crescer.

Se os católicos fossem realmente católicos, fiéis aos ensinamentos da Igreja, fariam de tudo para prevalecer a Verdade cristã, mas como hoje o politicamente correto reina, abrimos a porteira para a Crescente.

A culpa não é dos muçulmanos, eles apenas fazem o que qualquer fiel de qualquer religião deveria fazer, lutar para que aquilo que considerem verdade sobrepuje o que consideram mentira, idolatria, paganismo.

(O wahhabismo é como uma TL islâmica, só que com um capital milionário)
geraldo_3#123
Cumpre aqui registrar que sou totalmente contrário ao ecumenismo (a palavra é tão boa que tem até cu no meio) e me incluo entre os que reafirmam e lutam para fazer prevalecer o Catolicismo.
pedro_17#124
Nós católicos devemos defender o ecumenismo ensinado pela Igreja, aquele tem intenção de converter, e não um diálogo relativista-sentimentalista. Existe o falso ecumenismo, feito por hereges, teelistas e congêneres, e o verdadeiro, emanado do Magistério, que tem como fim trazer os cismáticos, heterodoxos, pagãos, infiéis, para a senda de Nosso Senhor, na Sua Igreja.

Quanto aos muçulmanos, como disse acima, o foco do problema não é quando eles tentam islamizar o Ocidente, afinal isso já seria esperado de qualquer fiel de qualquer religião, o que eu percebo é que nós ocidentais enxergamos muitas vezes essa atitude com desagravo (relevando as conseqüências) por termos perdido essa perspectiva religiosa, a necessidade da disseminação da nossa crença e fé. Vemos como uma aberração alguém que pretende lançar sementes da sua religião numa terra entregue a imoralidade, amoralidade, e falta de Deus. Friso novamente que falo apenas dos muçulmanos "normais", não dos terroristas wahabitas.

Enfim, o problema não são os muçulmanos, mas nós que somos pamonhas.
getlio#125
Esse tradicionalismo ainda vai fuder a comunidade, quer saber a verdade sobre o Islam: O Islam é a religião inventada por Maomé para ter poder!

Islam: What the WORLD NEEDS TO KNOW part 1 :
http://www.youtube.com/watch?v=Z1_RtFCIC9g
uriel#126
.

gosto dos reinos católicos e Estados confessionais cristãos.

quero distância de teocracias islâmicas, hindus e judaicas. São todas bárbaras e tirânicas.

Teocracia só cristã.

e os judeus religiosos que você chama de "tradicionalistas" e elogia (do ponto de vista religioso) são fariseus gnósticos. Acho que J. C. não concordaria com você.

sociedade tradicional islâmica e hindu tem coisas como enterramento de viúvas vivas no funeral do marido, pedofilia, escravidão. A sociedade tradicional islâmica que você enaltece conviveu por séculos com a pedofilia, pederastia, consumo de haxixe e ópio, poligamia e escravidão.

o Islam foi uma avanço civilizatório pras tribos árabes bárbaras. Assim como um fusquinha ferrado é um grande avanço pra quem não tinha carro nenhum.

ora, as sociedades tradicionais pagãs greco-romanas (a civilização do império romano) também foram um avanço para os bárbaros celtas e germânicos.

Nesse sentido o Islam é idêntico ao paganismo da antiga Roma. Dá uma Lei aos bárbaros, mas mantendo a escravidão e a desproporção brutal das penalidades previstas nas leis (apredejamento de adúlteras etc).

prefiro um sultão déspota esclarecido (e tolerante com os judeus e cristãos) do que a sh´aria. Ou então que o Império Britânico ou qualquer outro império cristão colonize e termine de civilizar (como fez na Índia, proibindo os sacrifícios humanos, o culto de Kali, o enterramento de viúvas vivas etc).

esse apego a velhas Leis é farisaísmo puro.

em outro tópico você me explica essa história dos dhimmi.
Esse tópico já foi pro brejo.
geraldo_3#127
Defender a Síria (relativamente aos cristãos sob a Sharia neste país) alegando que os exemplos que citei de Sharia na Eritréia e Sudão (conflitos e guerras étnicas) e Líbia (ditadura), são de um cinismo rasteiro, já que a própria Síria é uma DITADURA. Aliás, tipo a Coréia do Norte, cujo regime também passou de pai para filho! Não à toa, ambas fazem parte do eixo do mal.

Eu também fui agredido por ter me equivocado em um mísero post, onde frisei que SALVO ENGANO o Corão (...). Depois falei do "ditado" estilo mobral do livro, feito pelo Alá.
Neste tópico, agressões gratuitas e seletivas foram dirigidas à Cátia, eu e David. Porém este verme purulento covarde, desonesto e patife, ao ver sua argumentação podre e insustentável ruir, agrediu a comunidade como um todo para depois babar o ovo (isto ele sabe, pois fez com os infiéis, que se pudessem, não hesitariam em esquartejá-lo) de mais atuantes e queridos da OdeC.
geraldo_3#128
Quando, finalmente, já sem ter respondido meus quatro pontos propostos, objetiva e fundamentadamente, tomou a tática esquerdista de alegar que se "desqualificou o debate", com outras palavras. Como se não bastasse, não respondeu as assertivas e questionamentos do Uriel, e foi pulverizado em seus dois posts (mas justiça seja feita: o que o Uriel disse, pessoas como Cátia, eu, Alexandre, David e outros já haviam mencionado, talvez não da forma incisiva, suscinta e objetiva como foi dita, mas enfim, disseram).

Ademais, mesmo o Pedro, ao responder às minhas questões, embora jamais tivesse reconhecido o óbvio, isto é, que aqui no Mundo Livre, ainda que afirmássemos nossas convicções cristãs, não seríamos exclusivistas como os muçulmanos, pois mesmo sendo cristão efetivamente na melhor acepção do termo, filosófica, política, cultural e socialmente, não temos como proibir a construção de mesquitas em nossas cidades santas, obrigar mulheres a não usar Shador, Burkha, véu, andarem sozinhas, a trabalharem etc., e cobrar tributos para permitir que muslins vivenciem suas crenças pagãs, ou que não haja liberdade religiosa a ponto de somente o cristianismo poder ser admitido como prática religiosa, resolveu (o Pedro) reconhecer que nós (entenda-se os cristãos) somos "pamonhas" e devíamos, sim, agir como eles. Esta contradição, entre o que acreditamos e podemos fazer aos outros, e defender o que eles acrediatam e efetivamente fazem aos outros, eles não quiseram dar o braço a torcer, talvez para não dar a entender que nesse ponto, sua tese é indefensável.
geraldo_3#129
Não tem respostas, é covarde, e ainda diz cinicamente que vai responder pelo e-mail, negando sua excelsa sapiência de protozoário a nós, simples mortais. Tenho pena dele, que é expulso de comunidades a três por dois.
pedro_17#130
Geraldo,

Você não entendeu nada do que eu disse, meu caro. O que afirmei, e tenho certeza que muitos compreenderam, é que a falta da religião no Ocidente é o motivo que faz com que a influência islâmica seja tão enfática. Nós temos que ser como os muçulmanos na fidelidade a religião, não me perece muito esperto de sua parte concluir que estava fazendo uma defesa enfática de métodos anti-cristãos usados pelos islâmicos.

Que loucura é essa? Estou escrevendo aqui porque sou besta? Fico pensando, se Roma no passado tivesse sido transformada numa cidade proibida para não-cristãos, tenho certeza que hoje teria sinagogas e mesquitas, a culpa seria então dos judeus e muçulmanos que querem fazer valer a sua fé, ou dos católicos que abririam as pernas para o que até então era parte de sua vivência religiosa?

Não podemos culpar o crescimento do islamismo unicamente aos muçulmanos ora, quem anda se convertendo são ocidentais, quem anda se islamizando são ocidentais, quem anda com a influência crescente do islamismo são países ocidentais.
geraldo_3#131
Pedro,

Só disse e reafirmo que ainda que os cristãos exercessem seu dever, fossem fervorosos, etc., não é do nosso feitio/tradição/estilo/doutrina/visão de mundo/método agir como eles, em relação aos 4 pontos que citei. Eles impõem pela força (era assim nos sécs. anteriores), nós evangelizamos. Se hoje eles não usam a jihad como tática porque resolveram minar nossa civilização desde dentro, é sim, erro nosso, isso eu sempre reconheci, você é que não admite que eles jamais agiriam como nós. Agora, não subentenda que eu não entendi ou estou de má-fé, só porque você não quer enxergar algo simples ou admitir. Eu já tive, em postos anteriores, humildade e auto-crítica, já você insiste em ser portador de uma verdade universal que não é senão o óbvio ululante(isso de nós sermos pamonhas), mas omite a certeza de que, mesmo que não fôssemos pamonhas, não agiríamos assim, a não ser que adotássemos os métodos de um Torquemada, v.g.

Não acho vc besta, sei de sua inteligência e amor à Igreja, só o vejo como orgulhoso e irredutível. Essa intransigência não me parece razoável, mas não se ofenda.

Cordialmente,
geraldo_3#132
"em postagens anteriores."
pedro_17#133
Geraldo, Geraldo,

Novamente mostra que não entendeu nada do que eu disse. O que você chama de "agir assim", como se estivesse em defesa de uma guerra discriminatória aos muçulmanos, fica por sua conclusão. O que sempre tenho deixado claro, e que alguns estão entendendo, é que se os ocidentais enxergassem a religião com o mesmo grau de importância e fidelidade que os muçulmanos analisam a sua fé, não existiria uma lacuna no Ocidente. O islamismo só cresce porque tem espaço para crescer, e só tem espaço para crescer porque nós permitimos, temos um déficit religioso que naturalmente seria ocupado por alguma coisa. Repito, se os cristãos ocidentais fossem piedosos e sinceros na vivência religiosa, não existiriam tantas mesquitas nas cidades, nem tanta influência islâmica entre os homens. Isso tem NADA a ver com utilização de força, discriminação, autoritarismo, etc, mas apenas a constatação de uma equação muito simples; Uma terra sem Deus + a imigração de um povo extremamente "piedoso" na vivência de seu credo = Crescimento da influência islâmica, conversões em grande número, etc.

Enquanto as Igrejas viram bares, hotéis, cassinos, as mesquitas pipocam nas grandes cidades.
geraldo_3#134
Já que o consenso* é inviável, permaneçamos cada um com sua opinião, e no que depender de mim, em paz.

*não quero guerras com muçulmanos. Assim é você que não me entende, e me rotula, injustamente. Se me considero um "cristão piedoso" médio, e de fato o sou ( na melhor acepção do termo) embora pecador, não posso desejar isso. Só não vale você achar (e é capaz, pelo andar da carruagem) que um muçulmano médio "piedoso" seja arquetipicamente pacífico e eu, belicoso e intolerante, etc., por natureza ou estilo de vida/visão de mundo. Quer dizer, refiro-me ao não-wahhabita.
geraldo_3#135
Tá bom, vou insistir só esta vez e não posto mais. É exatamente por não querer empreender uma "guerra discriminatória contra os muçulmanos que NÓS VERDADEIROS CRISTÃOS, fervorosos, pios, etc. não seremos nunca como os muçulmanos verdadeiros, fervorosos, pios, etc., jamais agindo da maneira como eles naturalmente agem, independentemente de extremismo salafita! Me fiz entender agora, ou só eu que sou obrigado a compreendê-lo e não a recíproca?

Estamos num diálogo de surdos, ou vc não leu atentamente meus últimos posts e os interpretou. Aliás, deveria encará-los imparcialmente ou se por no lugar do outro debatedor, e não estigmatizá-los fazendo pré-julgamentos e, de pronto, rechaçá-los ao repetir a mesma cantilena.

Inclusive, o que vc escreveu de original eu já anuí, assim como os tais "alguns que entenderam" (provavelmente Maria e David, conforme percebi do desenrolar das discussões).

Agora sim, fiquemos em paz.
pedro_17#136
Geraldo,

Meu caro, a discussão começou justamente porque quis mostrar que a maioria dos muçulmanos "fudamentalistas", que agem com extremismo, são os wahabitas e congêneres (aqueles formados nas mesquitas dos salafis). Quando você fala que os maometanos "naturalmente agem" dessa forma bárbara, é fruto de uma concepção do mundo islâmico com sendo intrínseco o extremismo fomentado pelos wahabitas, o que não é verídico. Existem células dessa seita radical no Ocidente? Sim! Mas o fator principal da islamização não é esse, muitíssimo ao contrário, os salafis ajudam na disseminação de uma repulsa ao islã. Os reais causadores da crescente influência muçulmana na sociedade ocidental são os islâmicos "piedosos", aqueles que continuam vivendo as leis e preceitos da religião (Que não é inerente ao fundamentalismo e extremismo), mas que conseguem perfeitamente caminhar nas ruas, andar em shoppings, freqüentar restaurantes e lojas, afinal, se todo muçulmano nessa banda do mundo ficasse enclausurado em casa ou na mesquita, a eficácia da islamização seria quase zero, justamente por ela surgir da infiltração social. E esse sucesso só é reflexo da falta de fé do Ocidente, o que propícia o crescimento não só do islã, mas também do budismo, hinduísmo, seitas gnósticas e esotéricas.
uriel#137
.

(...)
"Most of these things are obviously Wrong and Evil and Ugly — but at least they are Traditional. They will happen."
uriel#138
.

Tradicionalistas guenonianas e boa parte da esquerda desejam uma Sociedade Tradicional onde o haxixe e pederastia são tolerados e a pedofilia, poligamia, divórcio, prostituição e escravidão são legalizados.

Islam e a esquerdaIslam e a esquerda
catia#139
Rafael,
Suas atitudes mostram apenas o que você é.
catia#140
Pedro,
Exatamente. E sua reação é compreensível, pois essa verdade sobre os cátaros, ou seja,
os anabatistas, faz cair por terra aquilo que te fizeram acreditar a vida inteira. De minha parte, sou totalmente pela verdade em detrimento do mais agradável, ou desejável, ou mais conveniente.
pedro_17#141
huahuahuahuahua...
Estou rindo mas sou decente viu turk, hehehe
uriel#142
.

de russo só entendo os palavrões. e só alguns.
catia#143
Agradeço a gentileza. Estive muito atribulada e passei por aqui, mas sem ter tempo de participar.
Ainda estarei um pouco sumida, Rafael, mas não deixo de visitá-los para matar a saudade.

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