com noções falsas de privilégio e de " luta de classes". Nossa juventude será honesta e decente, moral e politicamente, e varrerá essa corja para o esgoto da história.
E mais, Ácida, entre pessoas perigosas, estão também aquelas que confundem o Imperador com dinastas e não-dinastas, criando confusões na cabeça das pessoaas sobre quem é o"Rei". D. Luiz é o nosso Imperador, D. Bertrand e D. Antonio, seus irmãos, o ajudam de todas as formas possíveis. D. Bertrand exerce importante trabalho em defesa da integridade nacional e do direito de propriedade previsto em todas as nossas constituições. Entre os não-dinastas, é inegável a simpatia e charme pessoal de D. Joãozinho, filho de D.João Maria, ( que outrora foi Joãozinho), e que não fosse a renúncia de seu avô, solteiro, em 1908, seria o 19° na lista de sucessão. Ao contrário do que alguns sugerem, não há o menor parentesco ou contra parentesco entre ele e eu. Em 1990 D.João Maria casou-se, pela primeira vez, no civil e no religioso, com D.Thereza de Souza Campos, da sociedade carioca,
tia avó de meus primos Marcelo e Pedro Henrique. Eu sou monarquista atuante, desde os 13 anos de idade, assim como todos da minha família. E assim sempre houve um relacionamento de amizade e respeito para com a Família Imperial. Mas, continuando, creio que o amor à revolução, a inveja e a prevaricação moral sejam as características principais dos inimigos da Monarquia e do senhor D. Luiz. Mas paremos por aqui, Ácida amiga, para mantermos o tópico no topo.
Assino embaixo do q vc escreveu. Eu não critiquei o q vc escreveu em outros tópicos, mas a existência de tópicos paralelos dividindo o bolo em fatias. Curiosamente os q iniciaram tais tópicos não estão entre os muitos a adicionar ECM e MB. Eu sou monarquista, mas entre uma ré pública presidencialista, e uma ré pública parlamentarista, prefiro a primeira. Imagine a confusão entre um Presidente eleito pelo povo e um Primeiro- Ministro pelo Parlamento. Tal confusão ocorreu no breve período ré publicano parlamentarista, no início do governo Jango. O Brasil não merece mesmo isso. Além disso o Presidente sempre representaria um partido, o q o elegeu, e não estaria acima dos partidos como o Imperador. Se Presidente e Primeiro-Ministro fossem do mesmo partido, teríamos a ditadura da maioria. Se não fossem, começaria sério conflito e o país ficaria ingovernável. Parlamentarismo sim, mas com Imperador com poderes, nada de figura decorativa, e com as funções de Chefe de Estado e de Chefe de Governo bem definidas.
Nosso primeiro Imperador, Dom Pedro I, morreu mesmo aonde nasceu, no mesmo quarto, no Palácio de Queluz. Tinha 35 anos de idade. Vitimou-o a tuberculose. Amando Portugal e o Brasil, para Portugal deixou seu coração, hoje na Catedral do Porto, cidade que lhe foi fiel, e seu corpo ao Brasil, hoje no monumento do Ipiranga. Não foi o maior dos Brasileiros, título do seu filho, mas foi o primeiro dos Brasileiros e o Pai de nossa Pátria.