Fórum Olavo de CarvalhoArquivo da comunidade do Orkut · 2004–2013

REVOGAÇÃO DA EXCOMUNHÃO DOS LEFEBVRIANOS.

Iniciado por tobias em 24/01/2009 · 85 mensagens · página 1 de 2

tobias#1
DECRETO DA CONGREGAÇÃO PARA OS BISPOS

Com carta de 15 de Dezembro de 2008 endereçada a Sua Eminência o Sr. Cardeal Dario Castrillón Hoyos, Presidente da Pontifícia Comissão Ecclesia Dei, Mons. Bernard Fellay, também em nome dos outros três bispos consagrados em 30 de Junho de 1988, solicitava novamente a remoção da excomunhão latae sententiae formalmente declarada por Decreto do Prefeito desta Congregação para os Bispos em data de 1° de Julho de 1988. Na mencionada carta, Mosenhor Fellay afirma, entre outras coisas: “Estamos sempre firmemente determinados na vontade de permanecer católicos e de colocar todas as nossas forças a serviço da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo, que é a Igreja Católica Romana. Nós aceitamos os seus ensinamentos com ânimo filial. Acreditamos firmemente no Primado de Pedro e em suas prerrogativas, e por isso nos faz sofrer tanto a situação atual”.

Sua Santidade Bento XVI - paternamente sensível ao desconforto espiritual manifestado por pelos interessados por causa da sanção de excomunhão, e confiando no compromisso expresso por eles na cidade carta de não poupar esforço algum para aprofundar as questões ainda abertas em necessárias conversações com as Autoridades da santa Sé, e poder assim chegar rapidamente a uma plena e satisfatória solução do problema existente em princípio, decidiu reconsiderar a situação canônica dos Bispos Bernard Fellay, Bernard Tissier de Mallerais, Richard Williamson e Alfonso de Galarreta, relativa a sua sagração episcopal.

Este ato expressa o desejado de consolidar as relações recíprocas de confiança, intensificar e fazer mais estábeis as relações da Fraternidade São Pio X com a Sé Apostólica. Este dom de paz, ao término das celebrações do Natal, aspira também a ser um sinal para promovar a unidade na caridade da Igreja universal, e por seu meio, retirar o escândalo da divisão.
tobias#2
Desejando que este passo seja seguido sem demoras da plena comunhão com a Igreja de toda a Fraternidade São Pio X, em testemunho de uma verdadeira fidelidade e de um verdadeiro reconhecimento do Magistério e da autoridade do Papa através da prova da unidade visível.

Conforme as faculdade que me foram expressamente concedida pelo Santo Padre, Bento XVI, em virtude do presente Decreto, cancelo aos Bispos Bernard Fellay, Bernard Tissier de Mallerais, Richard Williamson e Alfons de Galarreta a censura de excomunhão latae sententiae declarada por esta Congregação em 1 de julho de 1988 e declaro privado de efeitos jurídicos a partir do dia de hoje o Decreto então publicado.

Roma, Sagrada Congregação para os Bispos, 21 de janeiro de 2009.

Cardeal Giovanni Batista Re
Prefeito da Sagrada Congregação para os Bispos

Fonte: Boletim da Sala de Imprensa da Santa Sé
marcos_8#3
Deus abençoe o Papa e aos quatro bispos.
Mas isso ainda vai dar pano para manga. D. Lourenço Fleischmann não ficou nada feliz. E D. Williamson vai ter que repensar seu modo de falar, para ontem.
marcos_8#4
É, Hugo, mas o pedido veio deles. E a carta de D. Fellay me deixou feliz.
thales#5
E viva o Papa!
marcos_8#6
Você é uns dos que eu lembro que tinha restrições à Igreja "pós-concílio Vaticano II".
Depois desta sua mensagem, eu fico mais feliz ainda.
Deus te abençoe.
E repetindo: Deus abençoe o Papa e os quatro bispos em questão.
rafael_33#7
primeiro que é notório o número crescente de pessoas dentro da Igreja insatisfeitas com o progressismo do clero; digo isto pois pertenço a uma diocese das mais progressistas do Brasil a de Nova Iguaçu , RJ onde tivemos a presença de um dos maiores líderes da Teologia da libertação como Bispo durante 29 anos (D.Adriano Hipólito); apesar da TL ser forte por aqui nos últimos dois anos crecem as insatisfações com tal linha teológica (sabidamante marxista ) de modo que já temos na cidade três paróquias onde se celebra a missa antiga e que reúnem grande número de fiéis.Vejo sobretudo jovens buscando a missa antiga ; me parece que omomento é dos mais favoráveis ao restabelecimento do conservadorismo católico autêntico(ou seja o que reconhece a tradição sem abandonar os valores trazidos pelo Vaticano II).
fabio_7#8
A Santa Igreja da Rússia simplesmente nunca teve problemas da mesma ordem de "teologia da libertação". Lá o buraco é mais embaixo porque estão no olho do furacão. Lá não houve "ocupação de espaços" gramsciano. O que houve foi matar mesmo os cristãos e colocar oficiais do partido de batina.

Foi ruim, mas o "lado bom" é que todo mundo sabia quem eram os "padres vermelhos".

Com a abertura estratégica da URSS, os comunistas criaram sarna para se coçar porque a igreja se recuperou vigorosamente no âmbito secular. Mosteiros e seminários não passavam de poucas dezenas na época infame do socialismo e hoje já passam de várias centenas. Todos bastante conservadores, tanto que o perigo real é mais um nacionalismo exacerbado e um culto do período monárquico do que qualquer outra coisa.

Em Moscou se tentou fazer uma parada gay e a população ortodoxa se juntou para impedir, inclusive entrando em confronto com os gayzistas. E vencendo. Em mais lugar nenhum do mundo isso aconteceria, e mais, quando a polícia chegou, apoiou os *cristãos*.

O falecido Patriarca Alexei II passou um pito na Assembléia Européia que fez os secularistas de lá ficarem corados de raiva, além de até bem pouco antes de falecer estava preparando um documento revendo a carta de direitos humanos, uma vez que na presente forma ela se presta apenas para defender todo tipo de criminalidade e libertinagem.

O filme de maior sucesso de 2006 na Rússia foi Ostrov, o qual logo no início tem um monge dizendo claramente para uma menina que ela irá diretamente para o inferno caso cometa um aborto. Quem quiser pode baixar nos torrents e shareazas da vida e me avisa por aqui que eu repasso a legenda em português.

Além disso, conseguiram a criminalização da morte do Czar e da família o que cedo ou tarde levará a reabertura das investigações. Foi instituída a glorificação (canonização) dos Santos Novos Mártires que foram mortos durante o regime comunista.
priscila#9
Salve a Santa Igreja da Rússia! Nossa, me senti até animada!
fabio_7#10
Nesse ponto de conservadorismo, a Jurisdição Russa da Santa Igreja vai muito bem das pernas.

Agora, quanto aos julgamentos, etc, etc que se deseja, as pessoas esquecem que a KGB está inteirinha montada ainda. O ressurgimento institucional da Igreja é um fenômeno que eles esperavam que o secularismo iria impedir mas foram pegos de surpresa. Daí ficarem tentando associar todo conservadorismo e tradicionalismo aos movimentos revolucionários que surgem por lá: pan-eslavismo, neo-bolshevismo monarquista, etc, etc.

Uma coisa que é importante lembrar sempre é que a imagem que foi formada da Igreja na Rússia foi a imagem que os agentes de desinformação soviéticos inventaram, e em parte ainda é assim.

Falando como ortodoxo e que conversa com o pessoal de dentro, garanto para vocês: a guerra cultural lá é muito mais terrível do que aqui. Lá, eles enfrentam o dragão face à face. Mas não se enganem. Eles sabem muito bem quem é "dragão" e a serviço de quem ele está.
fabio_7#11
Priscila, a coisa é boa mesmo e temos que orar para que os ortodoxos russos vençam a guerra cultural tanto contra os comunista como contra os revolucionários de direita que vêem tanto na história monárquica quanto na igreja apenas "elementos" da identidade eslava. A Igreja trabalha ativamente contra o pensamento revolucionário de esquerda e de direita, e para combater os últimos, não deixou de fazer no ano passado uma belíssima visita às paróquias na América Latina com o fim de consolidar a Ortodoxia local, e deixar claro que não será refém de ideais nacionalistas quaisquer que sejam.

Também sobre o filme Ostrov, recomendo *fortemente* a todos os conservadores da comunidade, porque tenho certeza que irão gostar. Só para constar, além de inúmeros bons ensinamentos espirituais, da marcação de posição contra o aborto, lá para o final, vemos um general comunista trazer a filha dele possuída para o monge exorcizar. Como para bom entendedor meio pingo basta, não é difícil identificar que a filha dos generais comunistas que estava possuída é a própria Rússia e que só será curada se for entregue à oração dos monges que ali representam a própria Igreja.

A Santa Igreja da Rússia não tem dado um pontinho que seja sem nó. E repito, baixem pelos torrents e shareazas que eu repasso a legenda em português. Vale *muito* esse filme.
marcioneijr#12
Fabio
Eu estou tentando baixar pelo programa ares.

Faz tempo que eu procuro pra baixar mais não consigo encontrar.
fabio_7#13
Marcionei, infelizmente a cópia que eu tinha aqui apagou-se com a minha HD, se não eu te mandava.
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Para não ficar off-topic, posto que o thread é sobre uma vitória dos conservadores católicos, criei um outro tópico sobre o conservadorismo na Rússia:
Conservadorismo Russo
E estou copiando os relatos dos trechos mais interessantes da fala do falecido Patriarca Alexei II lá.
marcelo_18#14
A revogação de excomunhão não significa uma aprovação às posições da FSSPX.
tobias#15
Va lá, de fato não significa nada em relação as posições da FSSPX (se bem que tudo que a Fraternidade defende é a Tradição Católica de sempre, mas deixa quieto) mas é uma vitória moral e tanto.

Eu conheci Dom Tissier pessoalmente e vários padres da Tradição. Por mais que eles tivessem plena convicção de que nunca estiveram em excomunhão, é bom saber que o Papa tb pensa assim, ainda que desde agora.

Viva o Santo Papa. Que Nossa Senhora o proteja e abençoe.
marcelo_18#16
Podes me explicar por que é uma vitória moral se a vontade do papa é justamente que, a partir de agora, eles entrem em plena comunhão com a Igreja?
tobias#17
Considero uma vitória moral pq os quatro bispos não cederam em nenhum ponto. Não deixaram de afirmar nada do que afirmavam e não passaram a afirmar nada além do que sempre disseram nesses 20 anos. Eles "apenas" pediram ao Papa que disse-se que eles não estavam excomungados e o Santo Padre fez isso.

A grosso modo a excomunhão é uma pena imposta a quem persiste em algo contrário à Igreja. Se essa pessoa se arrepender, pedir perdão e voltar atrás em sua conduta e fizer o contrário do que fazia quando excomungado, a pena pode ser levantada.

Com os bispos não aconteceu nada disso. Foi um ato unilateral do Papa que demonstrou misericórdia e justiça por reconhecer que (na minha opinião) esses bispos sempre foram e sempre quiseram ser católicos e tudo o que fizeram foi por amor a Santa Igreja e com tremendo custo pessoal (a desonra pública e espiritual de serem tidos por excomungados).

Que os passos sejam dados com cautela para que toda a FSSPX se torne "regular" perante a Santa Igreja para que ela possa continuar a fortalecer a Verdade Católica junto com Bento XVI.
tobias#18
Dom Williamsom sempre foi o mais polêmico entre os quatro bispos. Eu não sei exatamente o conteúdo do que disse Dom Williamsom. Aparentemente ele teria contestado o número de judeus mortos e a maneira com que eles foram exterminados. Essa entrevista foi dada meses atrás a um canal sueco. Bom, o Papa não fazia a menor idéia disso. A corrente "modernista" da Igreja se aproveitou disso pra sabotar a Fraternidade inteira e desautorizar o Papa. Foi isso. De qq forma a Fraternidade reagiu rápido. Dom Fellay proibiu Dom Williamson até segunda ordem de fazer declarações públicas sobre matérias políticas e históricas. Aliás o próprio Williamson parece ter enviado uma carta ao Papa pedindo desculpas. As informações estão abaixo retiradas do site Fratres in unum.
thiago_7#19
esperemos pela revogação da excomunhão do próprio.
tobias#20
Tomamos conhecimento de uma entrevista que Dom Richard Williamson, membro da nossa Fraternidade, deu à televisão sueca. Nessa entrevista ele se expressa também sobre questões históricas, especialmente, quanto ao genocídio de judeus pelos nazistas. É óbvio que um bispo pode falar com autoridade religiosa apenas sobre questões de Fé e Moral. Nossa fraternidade não reivindica autoridade alguma sobre questões históricas ou seculares.

A missão da Fraternidade é a propagação e a restauração do autêntico ensinamento católico, conforme exposto nos dogmas. Por isso, somos conhecidos, aceitos e apreciados mundialmente.

Vemos com grande preocupação como a violação deste mandato através de um membro nosso acrescenta grande dano à nossa missão religiosa. Pedimos desculpas ao Santo Padre e a todas as pessoas de boa vontade pelo desgosto causado por esse episódio.

Ao mesmo tempo deve ficar claro que essas declarações de maneira alguma representam a posição de nossa fraternidade. Portanto, proibi Dom Williamson até segunda ordem de fazer declarações públicas sobre matérias políticas e históricas.
As acusações lançadas contra nossa Fraternidade obviamente tem o objetivo de desacreditar a nossa missão. Não permitiremos isso, mas continuaremos anunciando os ensinamentos católicos e administrando os sacramentos em sua forma venerável.

Menzingen, 27 de janeiro de 2009

+ Dom Bernard Fellay
Superior Geral
tobias#21
Teria Mons. Williamson se retratado? “O Vaticano acaba de receber uma carta do Bispo Williamson…”

Informações do bem informado amigo do Cardeal Re, Francisco José Fernández De La Cigoña:

Seguimos dando primicias mundiales. Y de importancia. En el Vaticanpo se acaba de recibir una carta del obispo Williamson presentando excusas por el daño causado por sus imprudentes declaraciones en un tono y con un contenido que ha sorprendido muy gratamente.

Creo que es un paso más en el deseable entendimiento con ese grupo eclesial que no se encontraba en perfecta comunión con Roma. El cardenal Re piensa que si hubiera habido más comunicación entre la Santa Sede y la Fraternidad San Pío X se hubieran ahorrado muchos problemas. Gracias a Dios la buena voluntad de Su Santidad está siendo perfectamente acogida por los seguidores de monseñor Lefebvre.

Las declaraciones del obispo Williamson, ciertamente muy desafortunadas, aunque no negara la maldad del nazismo, fueron hechas hace unos meses por lo que su emisión por la televisión sueca haciéndolas coincidir con la publicación del decreto levantado la excomuniones parece evidente que es un intento de desprestigiar a los lefebvristas y, sobre todo, al Papa.

Así como me felicitaba por la intervención el obispo Fellay pienso que la reacción de monseñor Williamson debemos también encuadrarla en una firme decisión de la Fraternidad por llevar a buen fin el restablecimiento de la plena comunión.
massasofrida#22
Le KGB contre l´Ouest.
massasofrida#23
o Documento de Aparecida ?
henrique_8#24
É bom lembrar que embora o papa tenha suspendido a excomunhão dos quatro bispos (o que não quer dizer que ela não tinha sido válida - e foi), eles ainda estão suspensos a divinis; portanto, não podem exercer o ministério episcopal. Se o fazem, fazem por rebeldia.
marcioneijr#25
Massa
Se este livro for que nem o ''Le KGB au Coeur Du Vatican''....
priscila#26
Eu conto com a ajuda dos amigos católicos, ortodoxos, de todas as denominações do Cristianismo. Eu não sei quem pensa o quê, precisamente.
Acho uma dificuldade.

Agora mesmo estava lendo que um mosteiro beneditino em Vinhedo, SP, " acolheu" participantes de um movimento organizado pela Teologia da Libertação e pelo MST para que apoiem "individual e/ou coletivamente, engajamentos que contribuam para reduzir a exclusão da grande maioria da população brasileira, atuando em acampamentos e assentamentos rurais; movimentos sindicais e estudantis; ações de voluntariado no combate às injustiças e no fortalecimento de iniciativas populares. Em julho, militantes do MIRE visitaram assentamentos de sem-terra em Goiás, culminando com um retiro espiritual em Goiás Velho."

Ou seja: é possível um trambolho desses ser endossado pela Igreja Católica, Apostólica, Romana?
Deus como INSTRUMENTO? E instrumento de um paradigma que EXCLUI qualquer religião, qualquer transcendência, e tem o homem como único foco, como é o comunismo? !

É DOSE!!!!! É inaceitável!

Eu não tenho idéia se esses sujeitos estão automaticamente excomungados por este ATAQUE FRONTAL à respeitável Igreja Católica de Roma. Se não estão, DEVERIAM ESTAR!!!!!

É bem verdade que nossa medida não é a medida de Deus, e é de Deus, Senhor de todo o universo, o Julgamento final. Mas então isto quer dizer que "não temos a nossa medida"? Que ela "não existe", ou "é inválida"? Mas não foi ISSO que ensinou Jesus!!!!!Ao contrário! Ele justamente nos exortou a que ESCOLHÊSSEMOS, e julgássemos conforme a nossa medida, que nos foi concedida por Ele!

Bom, enfim. Mosteiros beneditinos acolhendo inimigos da cristandade para ajudá-los a se organizar me parece uma catástrofe completa. O nome disso é TRAIÇÃO. Beneditinos, uma ova! Esse mosteiro é de Judas Iscariotes, não de São Bento.
tiago_6#27
Vatican Insider Projects Speedy SSPX Resolution
SSPX Will Not be Forced to Swallow the Council
http://www.remnantnewspaper.com/Archives/2009-0128-m…s_speedy.htm
marcos_11#28
Todo cuidado é pouco.
Em 2001 o mesmo cardeal Hoyos negociou a reaproximaç c/ os chamados "padres de Campos" (Campos dos Goytacazes) reunidos em torno da União Sacerdotal São João Maria Vianney.
O q parecia uma vitória da tradiç foi, na verdade, uma humilhç c/ pedido de desculpas por pte daquele valeroso grupo q tanto lutou pela fé católica inspirado na liderança de D. Antonio de Castro Mayer. Sendo q eles ñ tinham q pedir desculpas pq permaneceram na fé e rejeitaram a missa nova, modernista, neo-pagã e neo-protestante.
Hj os tradicionalistas de Campos foram devidamente engolidos e sucumbiram diante da heresia modernista.
A revogaç das excomunhões de Fellay, Tissier de Mallerais, Williamson e Galarreta ñ muda a situaç de Monsenhor Lefebvre e e D. Antonio de Castro Mayer.
Esses, q num dos momentos + difíceis da Igreja de Pedro, foram baluartes na defesa da fé católica, verdadeiros Atanásios de seu tempo, terão lugar eterno na história do catolicismo por sua atuaç destemida em defesa da Roma Eterna e da missa de sempre.
Antes de levantar essas excomunhões, no início de janeiro, setores do Vaticano, mto politicamente, revelaram docs onde Lefebvre assina textos finais do CVII, como se isso provasse alguma coisa per si.
Qquer conversa q ñ inclua a reabilitaç e reversão das excomunhões de Lefebvre e Mayer ñ deve ser considerada pelos defensores da tradiç. Eles foram verdadeiros martelos do modernismo, da apostasia e do comunismo, q infiltraram a Igreja Católica.
Sds.
henrique_8#29
Porque os tradicionalistas não dizem logo que a "Missa Nova" é inválida? Pois é isso que insinuam o tempo todo. Ora, a Missa Trindentina não Missa de sempre coisa nenhuma! É o rito da corte romana no fim da Idade Média. Se ela fosse a "Missa de sempre", isso quer dizer que os outros ritos das igrejas do Oriente e do Ocidente não são a Missa de Sempre? E, se só a Tridentina é a Missa de Sempre, os apóstolos certamente a celebraram, não? Talvez o próprio Senhor tenha seguido esse rito na Última Ceia?! Bobagens! A Única Missa que é de Sempre é aquela celebrada por um ministro legitimamente ordenado e em comunhão com o papa e os bispos! Ritos são condicionados históricamente.
marcioneijr#30
Marcos
Pelo que sei, não existe como revogar excomunhões de bispos já falecidos, segundo o código de direito canônico.
thepriestman#31
O rito Tridentido é o Rito de S Gregório Magno. Com algumas adiçoes, decorrentes do desenvolvimento histórico.

Mas, essencialmente, é o rito gregoriano. Ora, isso significa que ele deita raizes nas mais antigas tradicoes ocidentais.

O rito gregoriano nada mais é do que uma compilacao dos ritos vigentes e que buscam suas raizes nas formas apostolicas, perdidas, é verdade.

Mas as raizes sao, isso é mais ou menos tranquilo, as mesmas do rito de S Joao Crisóstomo, e estao mais ou menos descritas de forma arqueologica, vamos dizer assim, nas narracoes de S Justino Martir...

Portanto, teleologicamente, sim, o Rito Tridentino (assim com o bizantino) e' a Missa de Sempre. Ja' a novamissa...
henrique_8#32
... "a nova missa", se não é a missa de sempre, não é válida.
Posso completar assim?
Por acaso vc já viu a Missa segundo o Missal de Paulo VI bem celebrada com a mais bela ars celebrandi possível? Talvez não e eu não o culpo por isso. Mas eu posso dizer, por experiência própria, dominicalmente, que a Missa, se rezada segundo o Missal, dentro de uma justa e bela ars celebrandi, pode ser tão bela - apesar de mais simples - do que a Tridentina.
Como bem disse o Santo Padre Bento XVI, "Não existe qualquer contradição entre uma edição e outra do Missale Romanum. Na história da Liturgia, há crescimento e progresso, mas nenhuma ruptura." (Carta aos bispos que acompanha o Motu Proprio Summorum Pontificum)
marcos_8#33
Henrique, a "missa nova" é a Paulo VI.
A "missa de sempre" é muito mais antiga... é de João XXIII
Falta a muitos tradicionalistas conhecimento da Tradição.
Deus abençoe o Papa e a todos nós.
tobias#34
validamente. E ainda assim ela é uma missa muito ruim. Ela é muito mais uma celebração, um banquete do que um sacrifício, ela enfatiza o que não deveria enfatizar e encobre, quase apaga o que deveria justamente ressaltar.

Nada disso é estranho. É de conhecimento de todos que ela foi feita por um maçom e com a intenção de agradar protestantes.

As divergências que a FSSPX não são questões estéticas ou de gosto pessoal. De um lado nós temos a Santa Missa de sempre do outro uma missa desconjuntada que abriu margem para as maiores aberrações litúrgicas e que mesmo quando rezada com todo fervor, em latim, de frente para Deus, com todos os paramentos por um sacerdote piedoso e devotado ainda é uma missa muito ruim pq ressalta o efêmero (o banquete) e encobre o essencial (o Sacrifício).

Eu não tenho menor dúvida de que uma boa parte das missas rezadas no brasil simplesmente não são válidas pq os sacerdotes simplesmente não rezam mais com a intenção de que o santo sacrifício aconteça. Os padres brasileiros estão em apostasia silenciosa. Perguntem aos padres petistas se eles acreditam mesmo na Presença Real de Cristo na Eucaristia.

Eu acabei de jantar com um padre da FSSPX e perguntei a ele justamente sobre isso. A posição que parece prevalecer entre eles é essa. A missa nova, mesmo se corrigida ainda seria uma missa muito ruim.

Rezemos pelo Santo Padre!!
thales#35
"É de conhecimento de todos que ela foi feita por um maçom e com a intenção de agradar protestantes."
É de conhecimento de todos que esse tipo de afirmação, mesmo que uma mínima verossimilhança, é impossível de ser provado e só serve para sujar a reputação da Santa Igreja. O que não é do meu conhecimento (embora o Olavo tenha sugerido o caminho para uma resposta) é a quem os rad-trads acham que estão servindo ao jogar lama na reputação do Vaticano. Ao espalhar esse tipo de veneno anticatólico no ar, fazem precisamente o mesmo tipo de servicinho sujo que a mídia liberal faz ao tentar ligar as declarações negacionistas infelizes de D. Williamson à Fraternidade ou ao levantamento das excomunhões.
A "missa nova" é discutível, mas é preciso partir do reconhecimento de que, formalmente, ela foi promulgade de uma forma tão legítima quanto o rito anterior. E, de fato, eu já vi muito poucas missas rezadas no rito novo que parecessem cumprir o seu papel. E se grande parte do problema não é realmente estético também é discutiível (até como forma de descobrir qual a diferença específica das missas novas bem rezadas). Tudo é discutível, mas desde dentro da Igreja, com respeito à instituição do Trono de Pedro e sem arroubos dan-brownzísticos. Tu sabes o carinho que eu tenho pela FSSPX e o quanto eu acho que vocês fazem falta dentro da Igreja, mas é preciso que vocês respondam ao gesto de ceridade do Papa com caridade também.
Se é para o filho pródigo voltar para casa para esculhambar, aí nós vamos ser obrigados a dar razão para o outro irmão... E, aliás, como eu já te disse, tudo o que os modernistas querem é que vocês sejam mal-criados e fiquem gritando com o pai, para que eles possam dizer "I told you so". Voces querem ajudar a Igreja? Então parem de espalhar fofoca contra ela. Querem que o CVII seja colocado no seu devido lugar? Então ajudem o Papa a fazê-lo, em vez de deixar o caminho livre (e o monopólio do acatamento institucional, nem que seja pro forma) para os modernistas.
thales#36
mesmo que *tivesse* uma mínima verossimilhança
tiago_6#37
Nossa... quanto "carinho" tem o Thales!!!
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Ninguém leu o texto "DOSSIÊ LITURGIA UMA BABEL PROGRAMADA" de Andréa Tornielli?
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No site Veritatis ou na Comunidade Apologética Católica não tem essas coisas... Não tem por exemplo sobre o livro (A Reforma Litúrgica em Questão) do Monsenhor Gamber, que o papa prefaciou...
priscila#38
Eu sempre pensei que existiam os seguintes ritos para a missa, dentro do Catolicismo Romano:

- Pré-Tridentinos (usados antes do Concílio de Trento, portanto antes do final do século XVI);

- Tridentino, ou "Tradicional" (a missa como eu a conheci na infância, na qual o padre se coloca de frente para o altar e de costas para a congregação dos fiéis e que foi usada até mais ou menos 1970, ou pouco antes);

- Novus Ordo de Paulo VI, ou Paulino, ou "Missa de Paulo VI"( a missa pós Concílio Vaticano II, rito usado até hoje, e no qual o celebrante se coloca de frente para a congregação dos fiéis e de costas para o altar, em instâncias em que isso era feito de maneira contrária no ritual Tridentino). Este rito tem a ver com mudanças iniciadas por João XXIII no começo dos anos 60, e depois mais alterações foram sendo acrescentadas, mas tudo isso só se tornou mesmo uma prática adotada, um novo rito em 1969 ou 70.

Esse rito de Paulo VI foi tornado quase obrigatório desde a sua implantação, embora nunca tenha sido oficialmente obrigatório. Teoricamente, bastava a permissão de uma autoridade eclesiástica - um bispo, se não me engano - para que alguém pudesse encomendar uma missa no rito Tridentino. Mas a verdade é que ninguém conseguia, tamanhas eram as dificuldades e as encrencas que criavam.
Bento XVI simplificou a encrencalhada, mas até onde eu posso ver as missas continuam a ser rezadas no rito Paulino.
thales#39
E tenho mesmo carinho pela FSSPX. Tanto que fui eu quem primeiro falei dela, com respeito e admiração pra muita gente. E, se eles estivessem com os dois pés dentro da Igreja, eu estaria nas capelas deles ouvindo a missa sem precisar fazer malabarismos mentais horríveis para filtrar o que há de católico por trás das músicas sertanejas, dos aplausos e das homilias comunistas que são a única coisa que se encontra em 99% das missas aqui na minha cidade. E eu concordo com o espírito de quase tudo o que eles defendem. Só sou obrigado a discordar frontalmente da forma não-filial como eles manifestam a discordância deles. Há gente na FSSPX que fala de Roma de uma maneira dez vezes mais virulenta do que Lutero ou Calvino. E, além de uma atitude desrespeitosa e presunçosa em relação ao Papa ser francamente errada, isso simplesmente não é um meio hábil de resolver o problema que eles se propõe (e que, no mais, estão qualificados a ajudar) a resolver.
marcioneijr#40
Colaborem com o papa!!!

Ou vocês preferem ver ''tudo dominado?''

Se o papa abriu as portar para a FSSPX, é pq ele sabe o que está fazendo.
lusguilherme#41
Havia vários ritos ocidentais antes do Concílio de Trento, um deles o rito romano.

Com o aparecimento dos hereges protestantes, eles tentaram trair os católicos da maneira mais ofídica possível: mudando aos poucos o rito, para tirar sua essência. O Concílio de Trento, percebendo isso, proibiu todos os ritos com menos de 200 anos. Esses deveriam ser trocados pelo rito romano, ou seja, o rito do Papa.

O rito romano na forma tridentina já existia antes de Trento. Mas, a partir de Trento, passou a ser o rito de quase todo o ocidente (excetuando os poucos ritos ocidentais com mais de 200 anos, como o de Sarum, o dominicano, o carmelita, entre outros, que eram de uso muito restrito), daí a ser conhecido como rito tridentino.

Entre o Concílio de Trento e 1962, o rito tridentino sofreu inúmeras reformas. A última delas até hoje não se faz presente em todos os lugares. Por exemplo, vai ser raro você ir a uma missa tridentina em que não se faça um segundo Confiteor antes da comunhão. Esse Confiteor foi abolido pela reforma de 1962.

Em 1969 foi promulgado o Novus Ordo Missæ, um missal novo feito do zero (pelo Mgr. Bugnini), inventado, coisa nunca antes vista. Com o auxílio de Dom Castro Mayer, o Papa Paulo VI, de veneranda memória, corrigiu coisas necessárias, como a inexistência de menção ao Sacrifício na Instrução Geral. O Novus Ordo Missæ é baseado largamente em liturgias pré-tridentinas, todas mui ortodoxas, mas com isso igora-se o desenvolvimento que houve em cima delas, ora! Em particular, acho salutar a existência da Oração Eucarística II, mais curta, para as férias simples.

Ao contrário do que se pensa, nem o Concílio nem o novo missal trocaram a posição do padre ou a língua litúrgica. Isso é importante. O Concílio afirma claramente "mantenha-se o latim no rito latino", e a celebração versus populum sempre foi permitida, mas ela era própria só para algumas ocasiões, principalmente em igrejas voltadas para o oeste.
lusguilherme#42
O que houve foi uma deturpação das palavras do Concílio, na tentativa torpe de protestantizar a Igreja. Padres apareciam falando que os seminários deveriam ser fechados, que o sacerdócio seria realizado pelos leigos, heresias claríssimas!. Destruíram altares belíssimos, pra celebrar "virados para o povo", esquecendo-se que agora, não rezavam todos voltados para o mesmo lado.

E, claro, os bispos comunistas brasileiros não perderam tempo. Fizeram uma deturpação do novo missal, inventaram uma oração eucarística muuuuito estranha, inventaram respostas do povo onde não tinha (ora, o povo tem que participar, gentiii!), traduziram "et cum spiritu tuo" (e com o teu/vosso espírito) ora por "Ele está no meio de nós" (hein?), ora por "o amor de Cristo nos uniu" (cuma???), ora por "Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo" (ma che cazzo, Madonna mia?!!??!), e mandaram rapidinho pra Roma, enquanto eles não tinham um especialista em português. Sem falar, é claro, do cúmulo do cúmulo, que foi traduzir "pro multis" como "por todos".

Graças a Deus isso não invalida a missa. Seria um excessivo legalismo dizer que é o caso e, ademais, "por todos" é uma exegese válida, Jesus entregou-se por todos, não rejeitou nenhuma criatura, mas nem todas se salvarão e, por isso, a preferência por "por muitos".
lusguilherme#43
Priscila, outra coisa. O rito tridentino nunca foi abrogado, mas isso só ficou claro com a carta Summorum Pontificum de Bento XVI, antes disso esse era um ponto mui nebuloso. Tanto é que era necessário pedir autorização ao bispo. Muitos deixavam, muitos achavam que isso seria "rejeitar o concílio" e não deixavam. Há bispos que até hoje não deixam, mesmo não tendo poder pra isso, como é o caso de D. Eusébio no Rio.
lusguilherme#44
Jamais se celebra de costas para o altar. A diferença é que agora o altar fica entre o celebrante e os fiéis, mas sempre se celebra de frente para o altar, e nunca se vira as costas para ele.
priscila#45
Luís, embora o latim não tenha sido oficialmente abolido, a verdade é que ele foi abolido - me desculpe, mas foi!

1. The use of the Latin language is to be preserved in the Latin rites.

2. But since the use of the mother tongue, whether in the Mass, the administration of the sacraments, or other parts of the liturgy, frequently may be of great advantage to the people, the limits of its employment may be extended. This will apply in the first place to the readings and directives, and to some of the prayers and chants, according to the regulations on this matter to be laid down separately in subsequent chapters.

3. These norms being observed, it is for the competent territorial ecclesiastical authority mentioned in Art. 22, 2, to decide whether, and to what extent, the vernacular language is to be used; their decrees are to be approved, that is, confirmed, by the Apostolic See. And, whenever it seems to be called for, this authority is to consult with bishops of neighboring regions which have the same language."

Ou seja:
1) O uso do latim fica preservado;
2) Mas como o uso de outras linguas vernáculas pode trazer mais benefícios para o público, seu uso pode ser estendido;
3) E quem decide até que ponto isso pode ir é a autoridade eclesiástica competente.

Deixar bispos como os da CNBB, que são oficialmente autoridades eclesiásticas competentes para todos os efeitos que contam, decidir se o latim vai ser usado, meu amigo - é brincadeira, não? E os bispos pós conciliares tinham muito mais poder que os pré-conciliares, já que uma das grandes mudanças do Vaticano II foi toirnar os bispos muito menos submissos à autoridade central do Papa do que antes eram.

De modo que, sinceramente, isso foi a abolição do latim, sim.
Disfarçada, e muito mal disfarçada, por sinal.
priscila#46
A primeira coisa que eu disse foi que o rito tridentino nunca deixou de ser permitido.

Mas eu vi pessoas tentando conseguir uma missa rezada no ritual tridentino e isso NUNCA era possível. Era um tal de "tem que pedir ao bispo", ou "ao Cardeal" ou a sei lá quem - e o fato é que era IMPOSSÍVEL, para todos os efeitos que contam.
Poder, podia.
Conseguir que é bom, ninguém conseguia.
priscila#47
Quanto à posição do celebrante, pesquisei e você tem razão. O que o rito novo propõe é que novos altares que viessem a ser construídos fossem feitos de forma a que ficar de frente para o altar coincidisse, por causa da posição deste, com estar ao mesmo tempo de frente para a congregação. O que me parece meio complicado, já que neste caso a congregação é que vai estar, o tempo todo, vendo "os fundos", ou "as costas", do altar. Não entendi bem como é que é isso - mas aí está:

"Without requiring priests to face the people throughout the Mass, the Roman Missal now calls for the facing-the-people orientation to be made possible: "The altar should be built apart from the wall, in such a way that it is possible to walk around it easily and that Mass can be celebrated at it facing the people, which is desirable wherever possible. The priest is still expressly directed to face the altar at exactly the same points as in the Tridentine Mass. His position in relation to the altar determines, as before, whether facing the altar means also facing the people."

Se o celebrante estiver "facing the altar" E "also facing the people", então "the people" não estará nunca "facing the altar". Vai ver que é disso que reclamaram.
marcioneijr#48
Priscila, isso chama-se: Versus Deum e Versus Populum.

Mas sendo que o altar está na frente do povo, a missa Versus Populum, não deixa de ser Versus Deum.
marcos_11#49
Marcionei Jr
Penso q vc está correto sobre a questão das excomunhões.
Mas algum outro meio haverá de existir para corrigir a injustiça cometida contra Lefebvre e Castro Mayer.
Sds.
marcos_11#50
Não acho legal alguém referir-se à intervenç de qquer outra pessoa q opina de forma sarcástica de molde a tentar ridicularizá-la ou desquqalificar sua opinião.
De toda forma, p/ q não corramos o risco de ficarmos parados nos aspectos + espitituosos e histriônicos de determinados comentários, vou tentar explicar + amiúdo o q eu quis dizer, c/ todo respeito a qquer opinião contrária q seja manifestada c/ o respeito recíproco.
Cheguei a pensar em colocar aspas na expressão Missa de Sempre, mas achei desnecessário e não usual. Poderia levar à confusão.
Em primeiro lugar, a expressão diz respeito ao conteúdo + q à forma embora a beleza da segunda esteja determinada pela riqueza do primeiro. Jamais referiria-me aos primeiros ritos do cristianismo e sim a um determinado rito a partir do momento em q ele foi instituído, em acordo c/ tudo q vinha de antes. Além disso, não poderia negar os acréscimos ocorridos ao longo do tempo, em construções culturais e históricas, essas tb de acordo c/ a tradiç. Por isso diz-se tradicionalistas e não fundamentalistas.
Embora no português de Portugal a expressão "o maior aguaceiro de sempre" e outras q tais denotem q é o q abrange todos os tempos, essa não é a úncia acepç p/ a palavra embora seja a principal. Coloquialmente dizemos "tem sido sempre assim" mas isso não é atingente ao primeiro ser humano sobre a face da terra. E mesmo no caso de um fenômeno cultural e religioso específico, tb não o é.
Sendo principalmente em relaç ao conteúdo quer dizer q está de acordo c/ toda a tradiç do catolicismo, mormente do ocidental, o q não exclui outros ritos, orientais, q, nesse sentido, tb podem ser chamados de "Missa de Sempre". CONTINUA.

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