Com a presença ativa de um integrante da Al Qaeda em São Paulo , o Brasil entra no mapa das fixações internacionais do antiterrorismo. E nisso só há inconvenientes.
Mr Gourgeon said the jet, which was carrying 228 people from Rio de Janeiro to Paris, broke apart either in the air or when it hit the sea.
(...)
A Spanish pilot flying in the area at the time of the crash was quoted by his airline, Air Comet, as saying he had seen an "intense flash of white light, which followed a descending and vertical trajectory and which broke up in six seconds".
Em resumo, há hipótese que o avião tenha "se partido" em pleno ar. Jobim aponta a mancha de óleo como evidência de não ter havido explosão. O piloto espanhol viu algo brilhante caindo na área (ou seja, já em chamas).
Liderança terrorista encontrada em SP poucos dias antes.
Telefonema com ameaça de ataque poucos dias antes.
Relato de algo semelhante a uma explosão por parte de uma testemunha.
Possibilidade de o avião ter "se partido" em pleno ar.
Presença de elemetos suspeitos no avião.
Atitude de não esperar ataques por parte das autoridades brasileiras.
Alto escalão, reconhecidamente aliado de terroristas, tentando negar.
A única coisa que fica faltando é: por que a organização responsável, caso tenha sido um ataque terrorista mesmo, não assumiu? Talvez o objetivo não fosse exatamente esse, algo tenha dado errado, a bomba explodiu acidentalmente antes da hora ou em combate com passageiros ou tripulação? Talvez tenham cometido um erro tático ao selecionar um país aliado para atacar e resolveram não levar a frente?
Os caras soltaram uma liderança da Al Qaeda (por ser casado com uma brasileira) e o que faz a organização terrorista? Um atentado no país dos seus amigões?
O ministro de Assuntos Exteriores da França, Bernard Kouchner, após encontro com familiares das vítimas do voo 447 da Air France, nesta quinta-feira (4), no Hotel Windsor, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, rebateu as denúncias de que o governo francês estaria omitindo informações sobre as investigações do acidente.
Perguntado sobre a possibilidade de queda do avião, ele respondeu que nada está confirmado, mas não descarta nenhuma hipótese.
Só depois que encontrarem a caixa preta.....Não é saudável antecipar coisa alguma como causa... (2)
Estamos no mero campo da especulação, até porque nem todas as informações estão sendo repassadas para o público. No entanto, podemos raciocinar em termos de probabilidade. Portanto:
- O avião caiu (ou se desfez no ar) logo depois de o piloto informar que enfrentaria uma tormenta.
- A aeronave não estava na velocidade correta para enfrentar a fortíssima tempestade, com ventos de mais de 100 Km (além da possibilidade de granizo).
- Já houve falhas no "computador de bordo" (na verdade , trata-se de sistema eletrônico que comanda sozinho a aeronave, em grande parte do vôo) o que jogou alguns aviões num mergulho suicida por vários minutos( existem pelo menos 2 casos).
- Não há até agora nenhuma mensagem de organizações terroristas reinvindicando, ou mesmo COMENTANDO a catástrofe (sites são monitorados pelos serviços de Inteligência de vários países, desde o 11/9)
- O governo brasileiro (cujos principais líderes são eles mesmos ex-terroristas anti-EUA) na ma jamais fez nada contra terroristas, muito pelo contrário: soltou uma liderança da Al Qaeda, a recusa-se a considerar as Farc como organização terrorista e não extarditou um perigoso terrorista italiano etc.
Uma fonte da Agência Brasileira de Inteligência afirmou hoje a Defesanet que existem indícios de que um atentado terrorista possa ter causado a queda do Airbus A330 da Air France.
Segundo a fonte, que não pode ser identificada, a Agência está investigando qual seria a origem e a motivação para uma ação deste tipo no Brasil. Até o momento nenhuma autoria foi assumida.
Em nota divulgada pela Air France, a companhia aérea informa que estavam a bordo da aeronave cinco cidadãos libaneses, dois marroquinos e um turco. A fonte do serviço de informações brasileiro informou ainda que a identidade dos passageiros está sendo investigada.
"Um raio nunca derrubou um avião"
Na tarde desta terça-feira um alto oficial da Força Aérea Brasileira e especialista em segurança de vôo disse que como fato isolado um raio não poderia derrubar uma aeronave. Segundo o militar, que pediu para não ser identificado, o incidente com um raio somente se combinado com outros fatores poderia provocar um acidente aéreo.
"A aeronave atingida por um raio enquanto enfrentava uma forte turbulência poderia sofrer uma pane nos sistemas de navegação e um desbalanceamento no compartimento de carga que provocaria uma falha estrutural seguida por uma descompressão da cabine e perda dos sentidos da tripulação".
Sobre a possibilidade de que o avião tivesse se chocado com gelo, o militar disse que o piloto teria sido alertado pelo radar meteorológico sobre a existência de formações de gelo a sua frente e teria tempo para efetuar uma mudança na rota, por isso acredita que esta possibilidade é improvável de ter causado o acidente.
O militar não acredita numa ação terrorista mas afirmou que "essa hipótese não pode ser descartada".
Como o acidente aconteceu em águas internacionais, pelo Anexo 13 da Convenção de Aviação Civil Internacional, a investigação das causas do acidente será de responsabilidade da França, já que a matrícula da aeronave, seu operador e fabricante são franceses.
"...o militar disse que o piloto teria sido alertado pelo radar meteorológico sobre a existência de formações de gelo a sua frente e teria tempo para efetuar uma mudança na rota, por isso acredita que esta possibilidade é improvável de ter causado o acidente."
... e "vendendo o peixe pelo valor que me foi vendido": meus amigos que trabalham na aviação (muitos, pois meu marido trabalhou nela por muitos anos), o comentário é o seguinte - que este TIPO DE AVIÃO, todo automatizado, com inúmeros "sistemas paralelos", ou de segurança, etc, está sendo altamente QUESTIONADO, por dificultar, ou mesmo IMPEDIR, qualquer ação não-automática por parte do piloto!
Em vez de representar MAIS segurança, o que seria o objetivo desse tipo de projeto, ele parece representar MENOS segurança - uma vez que REDUZ DRASTICAMENTE ações da tripulação, que seriam consideradas pelo computador, de repente, "não aconselháveis" ou "não permitidas" ou coisa parecida. Estão entendendo a coisa? O Airbus é um avião no qual a "necessidade de ação humana", ou a "interferência humana" foi propositalmente REDUZIDA, porque a idéia subjacente ao projeto desta aeronave é essa: que os computadores AJAM automaticamente no caso A, no caso B, no caso C, etc.
Esta discussão JÁ ACONTECEU em DUAS OUTRAS INSTÂNCIAS, uma na Austrália e outra me esqueci onde foi - nas quais os próprios pilotos não morreram, mas QUASE, e relataram a situação, e reclamaram de que o COMANDO DO AVIÃO ERA MAIS DOS SISTEMAS COMPUTADORIZADOS DO QUE DELES, e que em casos de determinadas circunstâncias que EXIGEM decisões HUMANAS, essas DECISÕES HUMANAS ficam seriamente DIFICULTADAS por este fato!!!!!
O que vale uma reflexão sobre toda uma praxis, toda uma filosofia que domina os projetos modernos da aviação ou do que for!
Resumindo: em condições ditas "normais", o tal sistema altamente automatizado e computadorizado funciona muito bem - mas caso apareça uma condição extraordinária, o piloto está de mãos praticamente amarradas, ou semi, e não consegue IMPOR um padrão de comportamento NÃO PREVISTO pelo "conjunto computacional" inerente ao avião!
A ação humana é MELHOR, e é INSUBSTITUÍVEL.
Achei a hipótese dos amigos da aviação ALTAMENTE LÓGICA, devo dizer.
A "mente nova do Imperador" é uma ilusão e um engano: como na história clássica, o imperador, mais uma vez, está nu - e é preciso que alguém DIGA ISSO, até que se torne um fato reconhecido em TODAS as instâncias!
Se a tese dos pilotos meus amigos FOR correta, vai ser MUITO DIFÍCIL que ela seja DIVULGADA. Vão inventar O CACETE pra impedir que ela seja levado a sério ou mesmo divulgada como hipótese. O Airbus é um projeto "campeão", baseado num conceito que até hoje também era considerado "campeão".
Tem sei lá quantos voando por aí.
Jogar no ventilador o fato que a extra-computadorização de seu sistema de voo é um ERRO CONCEITUAL que causou um desastre catastrófico seria um golpe não apenas para a Aéro-Spatiale, que eu acho que é a dona do projeto, mas também para todas as companhias de aviação que investiram zilhões de dólares comprando esse tipo de avião.
Vão dizer que foi qualquer coisa, menos um erro de CONCEITO.
Como a Priscila comentou, houve um caso semelhante na Austrália. Por muito pouco um Airbus da empresa Qantas não caiu devido à loucura repentina dos computadores do avião:
Em outubro do ano passado, um A330 da australiana Qantas teve problemas com o ADIRU, o centro nervoso do jato. Como se tivesse vida própria, o equipamento inventou uma pane inexistente e reagiu mergulhando duas vezes sem controle até ser dominado.http://www.exercito.gov.br/resenha/
A parvíssima "Superinteressante" já havia publicado os seus elogios à tecnologia da completa automação, considerada pelo mainstream da imbecilidade como "um progresso extraordinário" : " O Airbus 320 é o primeiro avião comercial com um sistema de pilotagem totalmente eletrônico; é ainda um avião com múltipla cidadania (belga, espanhol, alemão, francês e inglês).
Por Cristina Medeiros, de Toulouse
Qual a diferença entre sentar-se na cabina de comando de um jato capaz de transportar até 180 passageiros e 5,5 toneladas de carga por pelo menos 4 mil quilômetros ( como de Porto Alegre e Natal ou de Manaus e Curitiba) e instala-se diante de uma tela de TV para brincar com um simples aparelho de videogame? Sob um único aspecto, a reposta é nenhuma. Pois o jato em questão, o Airbus modelo 320, ou A 320 , como é chamado, é o primeiro avião comercial do mundo com um sistema de pilotagem totalmente eletrônico. Por isso, mas não só por isso, esse birreator que deve entrar este mês em operação na Europa inaugura uma nova etapa na arte, ciência e tecnologia de voar de fato, o A320 é o pioneiro da geração das fantásticas máquinas voadoras que estarão cruzando os céus do planeta na virada do século."
Liguem o sistema humano de pensamento, amigos. Aquele indispensável.
Aquele que não tem substituto porque foi Deus que nos deu de presente, feito por Ele pra ser usado por nós.
A tragédia do voo 447 pode ainda servir para bom fim, as vidas perdidas e tanto sofrimento podem ajudar numa alteração de conceito importantíssima.
As "fantásticas máquinas voadoras" descritas pela boboca da superinteressante carregam em si, como uma bomba potencialmente catastrófica, um ERRO FATAL: a idéia de que a ação dos sistemas eletrônicos pode ser melhor do que a ação humana.
Os comentários da Priscila são muito pertinentes e nos remetem ao clássico da ficção científica, "2001", de Arthur Clarke, no qual o computador de bordo (Hall) de uma nave espacial entra em conflito com os astronautas por causa de leituras contraditórias de uma situação de risco.
- 24 de agosto de 2001 – O voo Air Transat 236 operado com um A330-243 realizou o maior voo planado jamais registado na aviação comercial a jato após ter perdido o combustível a meio do Oceano Atlântico. O voo sem motores durou cerca de meia hora, ao longo de 120 km (65 milhas náuticas), realizando uma aterreagem de emergência no Aeroporto das Lajes, na ilha Terceira, Açores, Portugal. Não houve feridos, mas o avião sofreu alguns danos estruturais, tendo estourado igualmente os pneus.
- 7 de outubro - no primeiro incidente, ocorrido num vôo de cruzeiro entre Perth e Cingapura, o computador desligou o piloto automático e jogou o avião para cima, por entender que ele estava descendo rapidamente. Depois, jogou-o de bico para baixo por entender que o ângulo de subida estava perigoso, podendo levar o avião a perder sustentação.
Setenta e quatro dos 313 passageiros saíram feridos, mas o avião conseguiu pousar. Diferentemente do AF 447, não estava no meio de uma tempestade violenta, onde recuperar o controle seria mais difícil.
- 27 de dezembro -o caso, ocorrido na mesma rota, o painel indicou a falha e o piloto automático foi desligado, mas os pilotos perceberam o problema a tempo.
Comentário correndo à margem dos outros, mas não menos necessário - como esse Luifináfio é VILÍSSIMO, não? Que sujeitinho ínfimo, torpe, sem noção de nada e moralmente desnaturado! Não apareceu em lugar nenhum, e hoje vejo que "cancelou sua presença" numa missa na igreja do Carmo!
Orango sem educação, sem postura, sem a menor idéia de como se comportar, mesmo que seja formalmente! Fim da picada, esse sujeito.
Pane elétrica é uma dos dados mais confiáveis, até agora. Porque:
"O único dado técnico conhecido do acidente não está sendo tratado abertamente pela Air France, que informou que às 23h14 do domingo o avião emitiu uma mensagem automática de despressurização e pane elétrica. Foi o último sinal do voo, por meio do sistema Acars de mensagens de texto, que informa dados aos técnicos da empresa imediatamente.
Ocorre que ontem um porta-voz da empresa falou em "dezenas" de mensagens, indicando falhas diversas. A revista virtual "Aviation Herald" sugeriu ontem, sem revelar sua fonte, que as mensagens na realidade começaram a aparecer às 23h10, justamente com o piloto automático sendo desligado.
Na sequência, teria sido informada a perda do Adiru e seu sistema de "back-up". A última mensagem, essa sim das 23h14, indicaria alarme de velocidade vertical -ou seja, queda.
Nada disso é verificável no momento, até porque a Air France trabalha sob as estritas leis francesas de divulgação de dados de acidentes aeronáuticos."
The Australian Transport Safety Bureau was advised yesterday afternoon of an occurrence involving an Airbus A330-300 aircraft while on a flight from Singapore to Perth, operating as Qantas Flight 72. The aircraft, which had 303 passengers and 10 crew on board, was in normal level flight at 37,000 ft about 110 nautical miles north of Carnarvon and 80 nautical miles from Learmonth near Exmouth in north-western Australia, when the pilots received electronic centralised aircraft monitoring messages in the cockpit relating to some irregularity with the aircraft's elevator control system. The aircraft is reported to have departed level flight and climbed approximately 300 ft, during which time the crew had initiated non-normal checklist/response actions. The aircraft is then reported to have abruptly pitched nose-down. During this sudden and significant nose-down pitch, a number of passengers, cabin crew and loose objects were thrown about the aircraft cabin, primarily in the rear of the aircraft, resulting in a range of injuries to some cabin crew and passengers.
The crew made a PAN PAN emergency broadcast to air traffic control, advising that they had experienced flight control computer problems and that some people had been injured, and they requested a clearance to divert to and track direct to Learmonth. A few minutes later the crew declared a MAYDAY and advised ATC of multiple injures including broken bones and lacerations. The aircraft landed at about 1330 local time, about 40 minutes after the start of the event.
Agora cedo, na Globo, eu ouvi um especialista dizendo que a distância entre as rotas do avião espanhol e do francês era tão grande que impossiblitaria o avistamento do fato.
Esse lance de "decisão do computador" também esconde a prepotência do desejo de poder.
O computador não toma decisão nenhuma. Os programadores é que pensam uma série de situações, com combinações realmente muito complexas às vezes, e que eles *acham* que vão cobrir as principais eventualidades. Eles enchem o computador de comandos do tipo "se isto então aquilo senão aquilo outro.", "se isto e mais aquilo outro então faça x e se x não der certo y, senão faça z". E por aí vai.
Ou seja, não existe "controle por computador". Existe é planejamento humano arrogante com ilusão de prever tudo o que vai acontecer e, pior, supondo que este planejamento é superior à decisão individual do operador, no caso o piloto.
Diferentemente da maioria, eu acredito na recuperação de pelo menos uma caixa-preta (consta que haveriam 8 "black-boxes" na cauda do avião da Air France) pelo subamarino "Nautile".
...onde informações erradas fornecidas pelo sistema automático geraram problemas. Também da Qantas, um voo procedente do Japão, desta vez.
Este link remete ao report oficial, um PDF relativamente extenso, é claro, e no qual se pode ler o seguinte:
"Following the crew briefing, the Captain made a second announcement to the
passengers, saying that the aircraft was heading for Kansai International Airport, that
there was a fire indication so that the fire extinguishing agent was discharged, that he
thought the fire warning was spurious and caused by computer error, although he was
treating it as if it had been a real one, and that the aircraft was in a safe condition.
In addition, the Captain made a third announcement to the passengers, saying that
it would be necessary to carry out emergency evacuation after landing, that the
passengers were requested to follow the crew instructions and take a braced position
during landing, and that the crewmembers would start to explain the procedure.
Following the announcement, the CSM provided explanations and instructions to the
passengers over the PA *5, and the Japanese CA did the same in Japanese."
"While a number of factors contributed to the occurrence of this accident, the starting point was spurious smoke warnings that affect the reliability of the smoke
detection system. The manufacturer should learn lessons from this accident and take measures to improve the reliability of the system to ensure safe and dependable flight".
MAIS:
"It is estimated that the factors contributing to what led to the emergency evacuation
was the false recognition of fire by the flight crew, as a consequence starting with the occurrence of spurious smoke warnings while the flight crew could not make sure that no fire was present."
Sem dúvida que é terrível, principalmente para os parentes das vítimas que não fazem idéia se alguém sobreviveu.
A falta de preparo e equipamentos decentes da Marinha e da FAB são evidentes. Os gringos não querem se meter, temendo um incidente internacional, mas era melhor deixá-los administrar o resgate.
Os milicos barsileiros e o Ministério da Defesa minimizaram a força das correntesas no local (era melhor perguntar para o Almir Klink, que foi a remo e voltou da África utilizando essas correntes -capazes de levar os destroços e os corpos para outros estados da federação, ou até mesmo a outros países)
O verdadeiro mico pagado pelas equipes brasileiras (atraso, fala de equipamentos, confusão... culminando com o resgate de destroços falsos) nos levou de volta à estaca zero.
No primeiro voo da Qantas que eu menciono, as ações geradas por ordens deste "sistema automático" por um triz não derrubaram o avião.
Na segunda história, o sistema não "agiu", porque a informação de "fogo a bordo" não implica numa ação automática, implica em pousar no local mais próximo possível onde haja condições de socorro na hora do pouso. Mas a informação gerada era falsa, e nos procedimentos de emergência houve gente que se machucou.
Enfim, o que me parece importante é o que o Fabio também diz, que é um erro CONCEITUAL esse negócio de achar que "automação é controle".
É mesmo, concordo, uma visão arrogante, uma tentativa de aquisição de poder que é FALSA, imbecil, e que tem TERRÍVEIS consequências!
Amigos, na minha última viagem, quando eu estava na Flórida, aluguei um carro com o tal sistema GPS, coisinha enervante, na minha opinião - mas que parece que todo mundo adora. O raio do carro já vinha com o treco, me convenceram de que era uma maravilha, e lá fui eu.
Por DIVERSAS vezes, uma voz pomposa tipo Iris- sei- lá- o- quê dizia "turn left" ou "turn right" em lugares em que "to turn left/right" me faria entrar na contramão. Ou porque a mão tivesse sido trocada sem aviso ou porque o sistema não é nem um pouco seguro por natureza, mesmo. Enfim.
Se em vez de só "avisar" o trambolho estivesse acoplado a um sistema que AGISSE CONCRETAMENTE, e que eu teria que desligar em cima da hora para impedir a sua ação, eu duvido muito que estivesse falando com vocês aqui, agora.
Hipótese terrorista ainda existe
Para o ministro da Defesa francês, Hervé Morin (foto), a possibilidade de um ataque terrorista ter causado o desaparecimento avião da Air France “não está excluída”. Nesta sexta-feira (5), Morin disse a jornalistas franceses que embora não existam evidências para confirmar, a hipótese de terrorismo ainda não foi completamente descartada. O ministro também afirmou que na maioria dos casos em que ataques foram feitos contra aviões nenhum grupo reivindicou a ação.
Também nesta sexta-feira, o Escritório de Investigação e Análise (BEA, na sigla em francês), órgão do governo da França responsável pela investigação do acidente com o voo 447, afirmou que as mensagens de velocidade enviadas pelo Airbus foram “incoerentes”. Assim, não seria possível determinar a velocidade exata da aeronave. Isso de certa forma é uma resposta do BEA ao jornal Le Monde, que tinha publicado que o avião voava em uma velocidade “inadequada”.
Tem que considerar também que não necessariamente um ato de terrorismo tem que vir de um grupo organizado.
Os caras são doutrinados 24 horas por dia com mensagens de ódio, com orientações de como fazer bombas que não sejam detectadas no aeroporto, são incentivados pelas autoridades muçulmanas a matar ocidentais na oportunidade que surgir.
Quanto tempo levaria para que isso tudo fosse executado por algum maluco da comunidade islâmica com ligações com o Brasil ou no Brasil? Nossa segurança é frouxa. Você compra um passaporte brasileiro falso com razoável facilidade na Pça da Sé em SP pelo que ouvi falar. Escolhe algum país que represente o mal do Ocidente e vai ao encontro das suas virgens. Bem fácil.
Todas essas possibilidades existem - mas o que eu digo é que a probabilidade de uma delas ter sido "A" que realmente destruiu o avião são na minha opinião menores do que a probabilidade de ter sido a falha conceitual que já havia provocado problemas análogos antes, num avião do mesmo tipo, portanto construído dentro do mesmo conceito operacional.
mas essas falhas elétricas poderiam "partir" o avião em pleno ar? Pelo que li, alguns especialistas dizem que há evidências que ele se partiu ou no ar ou no choque com a água. Para esse último caso imagino que o avião teria que ter caído num ângulo bem agudo para que o bico mergulhasse, fosse detido pela água, e a cauda continuasse por inércia. Ou algo radical dessa forma.
Agora, se ele se partiu no ar, não vejo como não pensar em explosão por bomba.
A incoerência das informações de velocidade são precisamente um dos argumentos que os que creem na hipótese do erro de conceito, expresso numa excessiva automação, usam.
O sistema operacional automático do avião teria PRECISAMENTE usado alterações de velocidade para contrabalançar determinados parâmetros que estariam "entrando no sistema" através de informações que a parte "captadora de condições" dele gera, e às quais correspondem ações automáticas da parte "operadora".
A resposta do sistema automático do avião às sucessivas informações captadas por ele teria resultado numa série de ações cuja sequência, ou intensidade, causaram a catástrofe - porque um avião quase completamente automatizado não tem como DECIDIR, melhor do que um piloto, a sequência e a intensidade ou a NATUREZA das ações necessárias para enfrentar esse conjunto de condições.
E embora o piloto possa "desligar" as automatizações, ele não pode, segundo me informaram, desligar TODAS as mesmo tempo - e se se imaginar alguém tentando decidir um procedimento frente a uma condição adversa, e AO MESMO TEMPO tendo que desativar uma série de comandos automáticos inadequados ordenados pelo sistema automático (ou mesmo comandos aleatórios, como no caso do voo da Qantas na qual o sistema "pirou" e jogou o nariz do avião pra baixo sem motivo externo algum), eu acho que o que se tem é uma situação bastante crítica.
Precisamente o que aconteceria seriam informações INCOERENTES a respeito de todos - ou pelo menos de múltiplos - parâmetros. Estas informações incoerentes, então, REFORÇAM a hipótese de erro conceitual do sistema operacional, excessivamente automatizado, com o qual o piloto estaria, de certa forma, tendo que "BRIGAR".
NENHUMA dessas coisas sozinha derruba um avião, assim me foi dito.
O que eles me explicaram foi que uma determinada falha pode ter AUTOMATICAMENTE provocado uma resposta inadequada. Que por sua vez causa OUTRA circunstância, que detona OUTRA intervenção automática, etc. Ou seja - UMA única condição ruim mas não "fatal" acabaria sendo o GATILHO para uma série de ações automáticas , cada uma por sua vez gerando mais inadequações, já que a PRIMEIRA teria gerado uma ação inadequada. Uma "espiral descendente", literalmente. As correções necessárias e a dificuldade do piloto de agir "contra" as respostas automáticas (que não estão todas juntas num único "clique" que as anule ao mesmo tempo e coloque o avião imediatamente sob o controle integral do piloto) podem, sim acabar fazendo o avião rachar. Porque ele rachou, com certeza. Como rachou não se sabe, mas obviamente rachou, despressurizou e explodiu, não obrigatoriamente se incendiando, inteira ou parcialmente. Nem toda explosão é por combustão, embora a gente associe as duas coisas. As asas podem inclusive cair relativamente INTEIRAS. Os reservatórios de combustível ficam nelas.
"Segundo dados da Fundação de Segurança de Voo, a última vez que um raio derrubou um avião foi em 2005 e mesmo assim era uma aeronave de pequeno porte. A última vez que um raio derrubou um jato de passageiros, um Boeing 747, foi em 1976.
De acordo com os registros da Fundação, raios derrubaram aviões 15 vezes – e na maioria delas eram aeronaves de pequeno porte (8). A turbulência, outra possível causa do acidente, esteve envolvida em 73 acidentes – o último em 2005, com uma aeronave menor; com um jato de passageiros, em 1998, um Boeing 707. Tempestades derrubaram aviões 20 vezes – a última, um jato de passageiros da Tupolev, em 2006. Um Airbus nunca foi derrubado nem por raios, nem por turbulência, nem por tempestades, segundo as estatísticas. "
Estou fazendo uma experiência aqui. O orkut, por algum motivo, não está aceitando que eu poste nenhum linque. Vou transcrever parte do linque e ver se entra.
(dábliu dábliu dábliu ponto aero ponto jor ponto br)/?p=7842&cpage=1
"Uma primeira EAD 2008-225-E tinha sido emitida em 18 de dezembro de 2008, após um comportamento anormal do Airbus A330-300 da Qantas, em 7 de outubro de 2008.
Durante este evento, um defeito na ADIRU-1 tinha transmitido aleatoriamente dados falsos aos computadores de controle de voo, fazendo o avião entrar em mergulho repentino, enquanto estava em voo de cruzeiro.
A desconexão da ADIRU pela tripulação não impediu que a mesma continuasse a transmitir dados defeituosos para o sistema. A EAD emitida requeria que as tripulações verificassem se, após a desligamento da ADIRU, o sinal de OFF aparecia no painel. Em caso negativo, a ADIRU precisava ser desenergizada.
Um segundo incidente, ocorrido com outro Airbus da Qantas, em 27 de dezembro de 2008, conduziu à desconexão do piloto automático. A mais recente diretiva de emergência sugere, que mesmo tendo recebido a luz OFF para a ADIRU-1, esta continuou a fornecer dados defeituosos para o sistema.
O Airbus A330 possui 3 ADIRU, e cada uma tem dois componentes, o Air Data Reference (ADR) Computer - que colhe todas as informações provenientes dos tubos pitot, indicadores de AOA etc., e o componente Inercial Reference (IR). O ADR e o IR podem ser desligados ou desconectados separadamente, em caso de falha, pelo piloto."
SE DER TEMPO E A SITUAÇÃO NÃO FOR TÃO CRÍTICA, DIGO EU - E O PILOTO CONSEGUIR ENTENDER QUE AQUILO É UMA FALHA, PRA COMEÇO DE CONVERSA!
Essas correntes são manjadíssimas e a ineficiência das equipes brasileiras foi imperdoável. É claro que foi um erro de comando - o que esse mané do Nelson Jobim entende de correntes marinhas e relevo subamrino? Ou seja; mais uma presepada do ministro da Defesa (o qual inventou e escreveu, pasmem!, dois artigos para a Constituição de 1988, escondido de todo mundo).
Contudo, penso que o resgate das caixas-pretas poderá ser realizado pelos submarinos franceses, uma vez que o relevo do fundo do mar naquele local poderá estabilizar os destroços que afundarem. Se as caixas caírem num vale submarino perderão um pouco de sinal, mas pelo menos ficariam "imunes" das correntezas submarinas.
Acho que temos um subamrino nuclear francês na área. Segundo o Le Figaro, o "Émeraude" já está no Brasil. Trés bien, Sarkozy!
"Le sous-marin nucléaire français «Émeraude» est envoyé sur place pour tenter de localiser les boîtes noires de l'Airbus."
O problema não é o desempenho da FAB. É a lingua do falastão do N. Jobim. Fantasiado de soldado, em tom professoral ele explica bem explicadinho, com detalhes...Como definiu a imprensa francesa, é um "bavard" = falastão, falador etc...
Sim, o ministro Jobim tem a delicadeza paquidérmica de um elefante numa loja de cristais - o cara não tem a menor NOÇÃO do estrago que faz. Acho um PRIMOR de antice, aquele sujeito. Tem inclusive o physique du rôle.
Imagino que ele queria era ser o general MacArthur, não tem a mais remota condição, e aí fica aquela coisa horrível.