A venda, por parte do governo brasileiro, de mísseis ao governo do Paquistão, no momento preciso em que houve os atentados na Índia, promovidos por terroristas muçulmanos paquistaneses é um dos exemplos.
Esta corja q está no poder não é nada santinha.
WorldNetDaily | 22 Junho 2009
Artigos - Terrorismo
Os dois suspeitos no Airbus podem ter feito a viagem para testar a viabilidade do plano", disse um alto funcionário da inteligência em Londres."Consideramos que os dois corpos desaparecidos oferecerão informações valiosas para entendermos como os 'caminhos de rato' funcionam".
Suspeitos poderiam estar testando rota para entrar na Grã-Bretanha
LONDRES - Agentes do serviço de inteligência britânico MI6 voaram para Buenos Aires para participar da investigação do acidente do mal-fadado Airbus A330 da Air France que mergulhou no mar a 700 milhas da costa nordeste do Brasil, resultando na morte de 228 pessoas porque os nomes de dois suspeitos de terrorismo aparecem na lista de passageiros. É o que diz uma matéria do boletim G2 de Joseph Farah.
Os investigadores do Serviço Secreto de Inteligência acreditam que dois dos passageiros do vôo do último 31 de maio eram terroristas da al-Qaeda que tinham subido a bordo do vôo para Paris e que eles podiam ter tido a intenção de continuar a viagem até Londres. Eles são suspeitos de serem passageiros de teste de um dos chamados "caminhos de rato" para a Grã-Bretanha.
Durante meses o MI6 tem monitorado rotas de terroristas saindo da América do Sul para a Europa, usando Paris como escala para entrar na Grã-Bretanha.
"Os dois suspeitos no Airbus podem ter feito a viagem para testar a viabilidade do plano", disse um alto funcionário da inteligência em Londres."Consideramos que os dois corpos desaparecidos oferecerão informações valiosas para entendermos como os 'caminhos de rato' funcionam".
Até agora, nenhum dos cerca de 50 corpos recuperados corresponde às descrições dos dois homens. Havia pessoas de 32 nacionalidades no vôo da Air France, incluindo vários marroquinos e libaneses.
Acredita-se que os homens que o MI6 deseja rastrear estavam na faixa dos vinte anos. Mas a nacionalidade deles não foi estabelecida.
"É muito possível que eles estivessem viajando com passaportes europeus falsos, os quais garantiriam que eles não teriam problemas em Paris. O que precisamos estabelecer urgentemente é qual vôo para Londres eles poderiam tomar em seguida, quando o Airbus fizesse escala em Paris ", acrescentou o agente da inteligência.
Mas um exame intenso das listas de passageiros com destino a três aeroportos de Londres até agora não produziu pistas - e o serviço de inteligência ainda não excluiu a possibilidade de que os dois homens poderiam ter mudado de planos e ter tido a intenção de cruzar o Canal da Mancha em uma balsa ou pegar o Eurostar para Londres. O elo original com os suspeitos de terrorismo foi estabelecida pelo equivalente francês do MI6, a Direção Geral de Segurança Externa.
A Agência Francesa de Investigação Aérea (BEA, na sigla em francês) vai retomar em fevereiro as buscas pela caixa-preta do avião da Air France que caiu na noite do dia 31 de maio deste ano no Oceano Atlântico, matando 228 pessoas. O voo 447 saiu do
Rio de Janeiro com destino a Paris.
O anúncio foi feito pelo diretor da Agência Francesa de Investigação Aérea, Jean-Paul Troadec, depois de encontro com parentes das vítimas do acidente, ontem (12), no Rio de Janeiro.
De acordo com informações da agência de notícias BBC Brasil, a operação deve durar mais de três meses. O custo das buscas pode chegar a R$ 50 milhões.
A causa da queda do avião ainda é desconhecida. A caixa-preta guarda registro de voz dos pilotos e dados do voo - é considerada peça-chave nas investigações. Porém, acredita-se que o equipamento esteja a cerca de 4 mil metros de profundidade. Durante as buscas, foram encontrados apenas 51 corpos e alguns destroços.
A agência francesa informou ainda que um novo relatório sobre o acidente será publicado.
Dois terroristas carregando uma bomba, e uma explosão acidental? A bomba era pra outra coisa? É isso?
Bom, ISSO já me parece uma possibilidade. E explica por que nenhuma organização teria assumido a autoria. Porque não era bem isso que era pra ser.
pode ter certeza, aí tem coisa, TODO MUNDO SABE que não vão achar a caixa preta a não ser de modo acidental, pois elas ja pararam de emitir os sinal pasra ke se localizem elas
sobre o avião, li na veja que um raio pode ter pifado alguns pinos(que são 3 ao todo) fazendo com que o avião não conseguisse ler oke okorria no seu próprio sistema. um dos pinos pode ter dado curto, ou congelado, ou congelado e depois ter dado curto(não necessariamente nesta ordem) por causa do raio.
Concordo, Valter - mas por mais improvável que seja, ainda vejo como menos improvável do que um atentado deliberado sem reivindicação de autoria até hoje. A não ser que dentro do avião estivesse um ou mais Fulanos importantíssimos que precisassem ser mortos de qualquer jeito, dando a impressão de que se tratou de um acidente, mas aí já começa a ficar muito complicado para o meu gosto.
Pra mim caiu porque era um avião excessivamente automatizado que não dava espaço para a ação humana. Uma encrenca provocou uma reação em cascata que acabou numa tragédia.
..e, come to think of it, e se a bomba fosse para disparar DEPOIS, entre Paris e Londres? Quem estaria a bordo neste trecho final? Eu suponho que a maioria dos passageiros desembarcaria em Paris, mas quem ENTRARIA no avião, para ir de Paris a Londres? Quem estaria na última "perna" do vôo?
Ninguém divulga fracasso. Se foi um erro de "timing", adeus "autoria", é claro que deixa de interessar divulgá-la.
...e come to think MORE of it, se eu fosse uma terrorista e quisesse embarcar uma bomba para dispará-la entre Paris e Londres, eu CERTAMENTE não me meteria a embarcá-la EM PARIS - e sim no aeroporto do Galeão, Rio de Janeiro, Brasil, se houvesse esta possibilidade!
MESMO que não entrasse ninguém de importante na última perna, quem garante que o avião não seria sequestrado e jogado sei lá onde?
Eu suponho que o terrorismo deve começar a usar, se quiser repetir o 911 - eu com certeza pensaria nisso; não vejo por que os terroristas NÃO pensariam na mesma coisa, ainda mais uma tão óbvia - aeroportos MENOS aparelhados, menos equipados para detectar artefactos bombásticos ou whatever! Muito mais simples, não? Que tal deve ser a fiscalização do Galeão? Eu acho que deve ter mais furos que uma peneira, sei lá! Aí bastaria deixar os passageiros desembarcarem em Paris e depois que o avião levantasse para a Inglaterra sequestrá-lo para jogá-lo em cima de algum "alvo simbólico", ou coisa assim. Ou explodí-lo cheio de passageiros europeus. Ou o que for que passe pela agenda do terrorismo internacional!
Fazer a mesma coisa tendo que embarcar uma bomba num aeroporto europeu ou americano seria meio coisa de lesado, não? Muito mais difícil, arriscado e desnecessariamente idiota!
Exceto se alguma coisa tiver saído ERRADO, não? Quem é que vai querer reivindicar a autoria de um atentado que matou predominantemente brasileiros, no meio do Atlântico? Se se tratasse de um atentado entre Paris e Londres, e com outros mortos, seria diferente - e talvez aí alguém já tivesse declarado a autoria.
"French security DGSE (Direction Générale de la Sécurité Extérieure) agents dispatched to Brazil identified two names on the passenger list which also appear also on highly-classified documents listing radical Muslims considered a threat to France. This link to the air tragedy was described as “highly significant.”
"Considered a threat to France"? Ué, mas nesse caso talvez a idéia fosse explodir o avião sobre PARIS, e não no meio do oceano! Quem sabe?
Bom, chega de bancar a detetive por hoje. Mas não é impossível, não. DOIS terroristas reconhecidamente uma "ameaça para a França" numa lista highly classified? Dentro de um voo indo para Paris? De uma companhia de aviação francesa? E que explode no meio do caminho sem uma explicação completamente convincente? Bom, no MÍNIMO tinham que investigar muito bem essa história.
Segundo fontes do jornal francês Le Figaro, os sinais sonoros das duas caixas-pretas do Airbus 330 do voo Air France 477, desaparecido no Oceano Atlântico, causando a morte de 228 pessoas, estão equidistantes de 3 a 8 quilômetros. Elas estão no fundo do mar em uma região onde o relevo submarino varia de 3.000 a 4.000 metros. Se confirmada, a informação pode corroborar com a hipótese, feita a partir da reunião dos destroços do Airbus, de que o avião desintegrou-se com o impacto na água.
Se as caixas-pretas (Flight Data Recorder e Cockpit Voice Recorder) que são de cor vermelha, forem realmente encontradas nesta área significa que o avião deu uma meia-volta de 135 graus em relação à sua rota inicial. Investigadores do Escritório de Investigações e Análises da aviação civil francesa (BEA) consultados pela http://veja.com/ acham prematuro concluir a razão da mudança de rota. Se o piloto tentava voltar para evitar algum perigo, pane no Airbus ou se estava perdido?
Hoje, haverá uma matéria no "Fantástico" com as conclusões dos peritos sobre o que teria causado o desastre com o voo 447 da Air France - mesmo sem as caixas pretas, que continuam desaparecidas.
Air France retomará buscas por caixa-preta do voo 447
A Air France dará início nesta terça-feira à quarta fase de buscas pela caixa-preta e pelos destroços do Airbus A330 que caiu em junho de 2009 em um voo entre o Rio de Janeiro e Paris.
A empresa contratou submarinos-robôs, capazes de detectar qualquer pedaço do avião em uma área de dez mil quilômetros quadrados. Os técnios responsáveis pela operação já usaram os mesmos maquinários na localização de destroços do navio Titanic.
(...)"
lembra que Sarkozy suspendeu todas as investigações desse desastre imediatamente à visita de Lula à França, quando acertaram a compra dos aviões caríssimos?
Li essas notícias - as fotos e as notícias estavam juntas - em um correspondente da França, da Veja, se não me engano, um tal de Antonio Ribeiro. Lembro que a relação entre um fato e outro estava muito evidente para quem lesse aquela coluna. Parecia ter havido um acordo de ´cavalheiros.
Coincidentemente, o Brasil suspendeu a compra dos aviões franceses e a França agora volta a investigar o desastre. Nesse mato tem coelho.
Encontrados novos destroços do voo 447 da Air France
Escritório de Investigações e Análises (BEA) confirmou, em Paris, que foram localizadas aparentemente as turbinas e partes das asas da aerinave
O Escritório de Investigações e Análises (BEA) anunciou, neste domingo, que foram localizados novos destroços do Airbus da Air France que caiu ao longo da costa brasileira no dia 1º de junho de 2009. O acidente com o voo 447 deixou 228 mortos.
A quarta expedição de buscas ao que sobrou do voo 447 partiu no último dia 22, com uso de três submarinos robôs. Os equipamentos, com capacidade para chegar a até 4 mil metros de profundidade, vasculham o fundo do oceano com sensores que detectam materiais como metal e outras partes da aeronave. Os submarinos são os mesmos que ajudaram a encontrar destroços do Titanic e de embarcações naufragadas.
O BEA informou que, aparentemente, entre os fragmentos identificados estão as turbinas e partes das asas. Os pedaços do Airbus da Air France são a única esperança de entender com precisão o que causou o acidente. Ainda não há confirmação sobre o encontro das caixas-pretas, que registram os dados completos do voo.
Localizada peça onde fica caixa-preta do voo 447, diz associação
As equipes de buscas localizaram a parte do avião na qual avaliam estar preservada a caixa-preta do voo 447, afirma Nelson Faria Marinho, presidente da Associação de Famílias das Vítimas. O representante da entidade disse ter sido informado da descoberta em reunião na segunda-feira (11) pelo BEA (sigla que em francês significa o Escritório de Investigação e Análises).
"...A cauda do avião Airbus 330 da Air France está inteira. É a parte da aeronave onde estão as duas caixas-pretas. Elas contêm os registros sonoros com a voz dos pilotos e mais de 700 parâmetros técnicos sobre o voo logo antes do momento da queda, informações capitais para se descobrir as causas do acidente ainda desconhecidas oficialmente..."
Ayrton
Diferentemente da maioria, eu acredito na recuperação de pelo menos uma caixa-preta (consta que haveriam 8 "black-boxes" na cauda do avião da Air France) pelo subamarino "Nautile".
Encontrada uma caixa-preta do avião da Air France no Atlântico
Gravador achado contém dados de voo, diz órgão de investigação francês.
Módulo de memória está 'em bom estado físico', divulga o BEA.
(...)
Em seu site, o BEA (Le Bureau d'Enquêtes et d'Analyses), órgão de investigação de acidentes aéreos francês, divulgou nota confirmando a localização. "A equipe de investigação localizou e identificou o módulo de memória que registra os parâmetros do Flight Data Recorder (FDR) às 10h desta manhã GMT (7h, no horário de Brasília) e foi rebocado pelo robô-submarino às 16h40 GMT (13h40 em Brasília)".
Encontrada 2ª caixa-preta do Airbus da Air France que caiu no Atlântico
Equipamento contém gravações de voz da cabine.
Avião do voo 447 caiu no mar e matou 228 pessoas.
(...)
“A caixa-preta está inteira. O chassis, o módulo e o cilindro estão aí. O aspecto exterior está correto, está em bom estado”, disse Jean-Paul Troadec, diretor do BEA. “Se conseguirmos ler os dois gravadores, conseguiremos entender o que ocorreu”, afirmou Troadec. “Dependerá da corrosão”, acrecentou.
Como mera especulação, e vendendo o peixe pelo preço que comprei, o que eu li na época foi que o avião seria sequestrado ao chegar a Paris, para completar uma "operação" em Londres.
E que estaria levando artefatos explosivos justamente para poder efetuar a tal "operação, que eu não sei qual era. O avião estava programado para pousar em Paris e depois seguir para Londres, se bem me lembro: e em Paris outros passageiros embarcariam para esta "perna" final da viagem.
Mas os artefatos explosivos teriam detonado por acidente no meio do Atlântico.
PARIS - Os dados das duas caixas-pretas do voo AF 447 da Air France, que caiu no Atlântico em 2009, foram preservados e puderam ser recuperados pelos investigadores franceses durante o fim de semana, anunciou nesta segunda-feira, 16, o Escritório de Investigações e Análises (BEA, na sigla em francês), que apura as causas do acidente.
As leituras permitiram recolher a integralidade dos dados contidos no gravador de parâmetros técnicos do voo, como também a integralidade das gravações sonoras das duas últimas horas do voo. A expectativa é que a análise das informações explique as circunstâncias exatas do acidente com o avião que fazia a rota Rio-Paris quando caiu, em 31 de maio de 2009, matando as 228 pessoas a bordo.
O Escritório de Investigações e Análises da França (BEA, na sigla em francês) declarou à BBC Brasil estar ''chocado'' com o que chamou de ''informações sensacionalistas e não confirmadas' publicadas pelo jornal Le Figaro, dizendo que as análises das caixas-pretas do avião indicam que o acidente com o voo 447 da Air France teria sido causado por erros dos pilotos.
'Nós nem começamos a analisar os dados das caixas-pretas do avião. Essas informações (dados das caixas-pretas) serão cruzadas com a perícia das peças resgatadas do avião e outros elementos e esse processo todo vai durar meses'...
(...)
Em um comunicado, o BEA informa ter 'quase certeza' de que as causas do acidente poderão ser desvendadas e afirma ainda 'que qualquer informação divulgada por outra fonte e não confirmada pelo BEA não tem nenhuma validade'.
Mas aconteceu uma coisa muito estranha comigo, na noite deste acidente, que eu vou relatar aqui: sonhei que estava num avião - antes eu gostaria de dizer que GOSTO de andar de avião - e subitamente o avião ficou inteiramente escuro, sem nenhuma luz: no sonho, eu procurava os sinais de "exit" ou outros e não havia nenhum; de repente as luzes no chão dos corredores - que eu nunca vi acesas, embora tenha viajado muito de avião - se acenderam. Luzes BRANCAS, meio azuladas, coisa que eu não sabia e pensei, no sonho: "engraçado, sempre achei que essas luzes fossem amarelas..." Minha poltrona era a do corredor. As pessoas falavam entre si e havia uma espécie de murmúrio, mas sem nenhum grito: até que as tais luzes dos corredores - no chão dos corredores - começaram a piscar e apagaram; mas logo voltaram, e imediatamente começaram a piscar novamente. O avião sacudia muito, e o ar parecia muito frio. Ao meu lado havia uma pessoa que me disse alguma coisa em uma língua que não entendi e me entregou um pacote, ou uma bolsa. Não lembro direito o que era, só lembro que a pessoa me entregou. Era difícil saber o que era, ou quem entregou, com as luzes piscando. De repente, houve um barulho muito alto, o avião sacudiu inteiro, e as luzes apagaram completamente.
Não me lembro do resto e nem sei se tem resto, mas quando acordei meu filho que mora na Austrália estava no telefone perguntando se havia alguém da família viajando naquela noite, porque tinha sabido que um avião da Air France havia sumido na rota Rio-Paris. E um outro filho meu vive transitando entre Brasil e Europa, por isto o irmão ficou preocupado e ligou. Foi WEIRD ter sonhado aquilo exatamente naquela noite.
Tribunal condena Air France a indenizar famílias de vítimas do voo 447
.Paris, 12 jul (EFE).- O Tribunal de Toulouse condenou nesta terça-feira a companhia aérea Air France e a seguradora Axa a indenizarem as famílias de quatro das vítimas do voo AF447, que caiu no Oceano Atlântico em 2009 quando fazia o trajeto entre Rio de Janeiro e Paris.
Segundo confirmou à Agência Efe, Marc Fribourg, advogado das famílias das vítimas, a indenização será de 126 mil euros por cada um dos quatro passageiros mortos.
O advogado explicou que seus clientes estão satisfeitos pela condenação, mas descontentes pelo fato da Airbus, fabricante do avião, ter sido inocentada pelo mesmo tribunal e, por isso, devem recorrer da decisão.
Fribourg lamentou que os magistrados tenham apenas fixado a indenização no limite marcado pela Convenção de Montreal sobre transporte aéreo internacional. Dos 126 mil euros, deverão ser descontados 16,5 mil euros que a seguradora Axa já pagou às famílias das vítimas.
Em paralelo, a justiça francesa encaminha um processo penal em Paris no qual a Air France e a Airbus são julgadas por "homicídio involuntário" pela morte dos 228 ocupantes do voo AF447, que caiu por causas ainda não estabelecidas.
A expectativa é que o Escritório de Investigações e Análises (BEA, na sigla em francês) divulgue um novo relatório até o final deste mês. EFE
É o que revela relatório do escritório que apura a tragédia. Os comandantes não identificaram falhas das sondas Pitot. Passageiros não souberam de problemas
Uma sequência de falhas – que incluíram procedimentos incorretos por parte dos pilotos – provocou a queda do Airbus A330 do voo 447 da Air France, que ia do Rio a Paris no dia 1º de junho de 2009. É o que mostra relatório divulgado nesta sexta-feira pelo Escritório de Investigações e Análises (BEA) da Aviação Civil da França, órgão oficial encarregado das investigações do acidente. A queda matou todas as 228 pessoas a bordo da aeronave. De acordo com a BEA, o novo relatório revela as circunstâncias exatas que culminaram na tragédia.
Oh, o PROTOCOLO VIGENTE é que os culpados são SEMPRE os pilotos... 😄!
"Aviões não caem; são derrubados [pela incompetência dos pilotos]."
A lei é ESSA. NUNCA um defeito será ADMITIDO como causa... I mean - o piloto é que é culpado de "não ter sabido lidar" com o defeito, caso o defeito inegavelmente TENHA existido.
NINGUÉM vai dizer ao "público em geral" que a excessiva automação de uma máquina IMPEDE o seu controle, caso alguma coisa não funcione como previsto.
Nós somos ADESTRADOS a pensar SEMPRE que "máquinas são absolutamente INFALÍVEIS: falíveis somos NÓS!"
Este é um PRINCÍPIO, um DOGMA da sociedade tecnológica.
Imagine se a humanidade começa a DESCONFIAR de que a tecnologia é uma bagaça INFERIOR ao homem? Vai tudo por água abaixo, amigo... Essas coisas têm implicações seriíssimas.
A massa manipulada JAMAIS pode desconfiar dos gurus da "tequinologia"! Menos ainda da própria "TEQUINOLOGIA" - este é o paradigma que embasa TODA a chamada "modernidade".
Isto é o que querem que VOCÊ pense, amigo: que quem errou foi o HUMANO, não a maquineta. Porque a maquineta, se falhar, tem OUTRA maquineta que corrige o erro.
E o humano "não conta"- pobre humano, IMPEDIDO de reagir contra a trapizonga que não deveria NUNCA estar lá... Ele também ACREDITOU na perversa trambolhada, e na hora H a trambolhada o VENCEU.
Isto não é erro, meu caro: é ser colocado contra a parede sem poder reagir.
Ou seja, SE erro há, ele consiste em CONFIAR num modelo VENDIDO como "seguro" e que é inconfiável, em vez de confiar em um muito mais confiável - que ninguém vendeu, e por conseguinte não dá lucro a ninguém... Ninguém faz propaganda dele, amigo: fazem propaganda é do OUTRO, do lucrativo. Do que se propõe a "substituir com vantagens" a capacidade e o senso humanos originais.
Bem sei eu disto.
Mas não há mais nada a fazer, é claro.
O próximo avião terá ainda mais gadgets inconfiáveis e vendidos como "desta vez seguríssimos" - azar o dos pilotos e dos passageiros, infelizmente, que confiarão AGAIN nas novas bagaças. Este é o CAMINHO, meu caro amigo: EU, Priscila Garcia, não tenho nenhuma ilusão quanto a "ganhar" dele.
Eu só OLHO, JULGO e - quando me parece cabível - comento. 🙂.
QUALQUER mané hoje "pilota"um avião, amigo: FOI-SE o tempo em que os caras SABIAM fazer aquilo.
Hoje, "não precisa", justamente porque está lá a maquineta que vai fazer isso pelo piloto ignorante, o que "não precisa saber tanto".
Não se trata só de aviões, não, amigo: se trata de literalmente TODA a automação: de bagulhos para medir os níveis de profundidade de uma anestesia até bagulhos que "decidem" qual deve ser a pressão do gás na tubulação. Qualquer coisa, meu caro, pode e está sendo comandada por uma máquina: supostamente "com vantagens".
E portanto a capacidade das pessoas passa cada vez mais a ser vista como "irrelevante", né mesmo? Pois se maquineta está lá para FAZER a "coisa certa"! E, de fato, aos poucos ninguém mais sabe NADA!
Quando TODOS os outros jeitos, sem exceção, eram MELHORES...
Mas, como eu disse, NINGUÉM vai acreditar nisso... 😄! Pois acreditar significa ser CONTRA um paradigma - o paradigma da "modernidade tecnológica" - que hoje sustenta o mundo inteiro.
Eu concordo com a Priscila no que diz respeito à automação. De um modo geral, quanto mais sofisticada é uma máquina, mais chances ela tem de dar um defeito. Os engenheiros de antigamente costumavam dizer que quanto menos sofisticação melhor, porque quanto mais coisas você coloca numa máquina para que ela funcione, mais chances há de que alguma coisa na cadeia provoque um problema.
Durante a II Guerra Mundial, pilotos de B-17 retornavam às bases na Inglaterra com o avião absolutamente crivado de balas da artilharia anti-aérea (tem hífen com a nova regra?) alemã; os aviões voavam faltando pedaços inteiros da fuselagem.
Tudo bem, eram consideravelmente menores que os aviões de passageiros atuais e não voavam na mesma altitude e nem na mesma velocidade que os aviões voam hoje, mas mesmo assim é algo absolutamente impressionante que com crateras na fuselagem conseguissem manter-se voando.
Hoje, um defeito num computador de bordo pode perfeitamente derrubar um avião.
Apontar o fato de que aviões feitos na década de 40 do século passado conseguiam muitas vezes voar e aterrissar com rombos imensos na fuselagem, como apenas um entre quatro motores funcionando? Hoje, com toda eletrônica embarcada um avião pode cair por causa de uma pane num computador.
Quanto ao relatório da BEA, a própria Air France já se manifestou de forma a criticá-lo, defendendo os pilotos. Investigações de desastres aéreos não são exatamente imparciais, e os pilotos, se erraram, o fizeram baseados nas informações que os equipamentos passavam. A tripulação toma decisões com base na leitura dos equipamentos; concluir que a culpa foi dos pilotos é deixar de lado a motivação remota de suas ações.
Voos noturnos são são particularmente perigosos porque nem a tripulação e nem os passageiros percebem se o avião está perdendo altura; se houver qualquer falha eletrônica não há mais tempo para consertar a altitude.
Quanto à responsabilidade dos equipamentos:
No dia seguinte ao acidente no qual morrem todas 228 pessoas a bordo do Airbus – 58 brasileiros – se teve conhecimento de que o A330-203 havia enviado 24 mensagens automáticas de pane (ACAR) para o centro de manutenção da Air France, em Paris. Isso momentos antes de chocar-se contra a superfície do Atlântico. Entre as mensagens, 21 apontavam falhas relacionadas com a leitura incoerente dos sensores Pitot.
Não é nenhuma novidade nem questão se os Pitot tiveram papel preponderante no acidente. O sistema de computadores quase autônomo do A330 recebeu informações incorretas para cálculos de navegação e controle da aeronave. Isso é fato, não é eventualidade ou especulação, aconteceu mesmo. É descabida a informação de que não houve pane mecânica no avião. E também que as falhas no Pitot não são uma ocorrência grave. A perda de informações sobre velocidade do avião (unreliable airspeed, em inglês) é prevista preto no branco dos documentos de certificação de equipamentos aéreos. Ela é classificada de forma clara como “situação insegura” com possíveis consequências “catastróficas”.
Os sensores são fabricados pela francesa Thales sob especificações da Airbus e com data de certificação da década de 50 quando os aviões não voavam em altitudes tão elevadas nem em temperaturas inferiores a 40 graus Celsius negativos como os atuais jatos que, diariamente, transportam 13 milhões de passageiros de um ponto a outro do planeta. Portanto, fora do risco de congelamento dos tubos. A questão não é se os tubos seguiam as normas de fabricação, mas se os parâmetros eram adequados para situação á época do acidente. Resposta é “não”. Obsoletos, eles foram atualizados rapidamente após o acidente com o voo 447 da Air France, o mais grave da história da maior companhia aérea francesa.
Evidentemente, o Escritório de Investigações e de Análises (BEA) da Aviação Civil da França minimiza as falhas dos Pitot. Segundo o último relatório preliminar do BEA, as falhas dos Pitot são apenas um fator entre outros: não podem ser considerados a única causa do acidente. Dissimulação. O que precisa ser entendido é que sem as falhas nos Pitot não teria havido a sequência funesta que provocou a queda do avião. http://veja.abril.com.br/blog/de-paris/voo-af447-rio…-no-molhado/
"Deve-se perceber que a indicação enganosa de que a aeronave estava parada e o alarme de perda de sustentação, contrários ao estado real do avião, contribuíram muito para a dificuldade da equipe em analisar a situação", avalia a Air France.
Os controles do Boeing não são "computadorizados" nos níveis em que os do Airbus são. Faz a máxima diferença para a segurança. Aliás, TODA a "automação" é invariavelmente perigosa.