Você não me deu atenção,fuge e faz apelo emocional,sem nem dar-se ao trabalho de me refutar.Isto não é coisa de homem.
EU FALEI E DEMONSTREI.
Até os padres da epoca respeitavam kardec.
se vc realmente lesse a revista espirita e o céu e o inferno veria isso.
E daí meu filho,isto não vale como evidência a favor dele.Ele pode ter sido um cara inteligente,mas isto não tira o racismo dele.Padres que o respeitavam?Grande coisa,o católico não deve respeitar o erro.
Existem padres que respeitam o comunismo,eu devo respeitar o comunismo por causa disto?Blá...
E eu li esta porcaria de Céu e Inferno.
é importante dizer que vc não refutou absolutamente nada,
Demonstre que eu não refutei.
não existe absolutamente nada racional ai,
Demonstre que não existe nada racional.
só respostas emocionais baseadas no vitimismo exacerbado
Vitismo do que?Dúvido que você consiga demonstrar isto.
, tipico de pessoas que usam dialética e analítica, eu até poderia quotar todas as falácias que vc cometeu até agora mas seria dar muito mais importancia ao que vc escreve, coisa que ja falei, vc não merece!
Os mesmos ignorantes que, com fé e determinação, apesar de sua ignorância e, why not, pobreza, seguem os cânones da Igreja Católica à risca e seguem as idéias cristãs nos cultos protestantes, da mesma forma que seguem nos centros espíritas com a idéia de Cristo. Veja bem, não estou entrando no debate mais "profundo" sobre teologia já que disso pouquíssimo eu entendo, mas, espera lá, vir criticar os "incultos" que, mesmo nos grupos espíritas defendem Nossa Senhora e Jesus Cristo é uma coisa ridícula. Os incultos e pobres que Cristo sempre protegeu sempre protegerá.
Você parece ser do tipo presunçoso que, depois de ler meia dúzia de livros, tem a ignóbil certeza de que encontrou a verdade final e que quem está em desacordo com seu ideário ou com sua crença não presta.
Faça um favor a si mesmo e:
a-) vá chupar um pinto;
b-) vá dar meia hora de bunda; ou
c-) toque uma punheta no banheiro e cale sua boca.
Obrigado.
ps.: VergoMnha é a puta que o pariu.
Moderação: Desde já peço desculpas pelo linguajar.
No filme do Chico Xavier eles falam sobre os bastidores da fraude que ele fazia na materialização da Irmã Josefa...????
Quem não sabe o que é “irmã Josefa”, procure no Google as fotos toscas da época.
Rsrsrs
E, pelo amor de Deus, não tinha nenhum espírito caridoso que falasse pra ele que aquela peruca que usava era ridícula? Ao mesmo tempo não é estranho um “ser” tão espiritualizado ter vaidades humanas que chegam ao cumulo do ridículo?
Quanto a católicos x espíritas
Primeiro tem que saber qual "espírita", umbandista também se autodenomina espírita...
E outra coisa, ou se acredita em encarnação ou em ressurreição. Ponto final.
Aprendi muito.
Minha opinião é que Chico Xavier é uma fraude.
Duvido que não aceitasse dinheiro para seus "passes".
E parem de cultuar pessoas mortas.
Está escrito:
"Deixem que os mortos enterrem seus mortos"_____Jesus Cristo.
Se ele foi uma boa pessoa, não fez mais que a obrigação.
Eu tambem sou uma boa pessoa. Mas não dou passes nem falo com mortos. Ponto!
O diário oficial do Vaticano, L'Osservatore Romano, tem no Padre Gino Concetti um dos seus mais ilustres comentaristas, que em novembro de 1996, no Jornal Ansa, da Itália, afirmou em entrevista: “Segundo o catecismo moderno, Deus permite aos nossos caros defuntos, que vivem na dimensão ultraterrestre, enviar mensagens para nos guiar em certos momentos de nossa vida. Após as novas descobertas no domínio da psicologia sobre o paranormal a Igreja decidiu não mais proibir as experiências do diálogo com os trespassados, na condição de que elas sejam levadas com uma finalidade séria, religiosa, científica.”
No programa Fantástico, da rede Globo, de 28 de outubro de 2001 em entrevista a Ilze Scamparini, quando questionado:
P - “O que o Senhor Pensa sobre o Espiritismo?”
R - O Padre Concetti responde: “O Espiritismo existe. Há sinais na Bíblia, na Sagrada Escritura, no Antigo Testamento. Mas, não é do modo fácil como as pessoas acreditam. Nós não podemos chamar o Espírito de Michelangelo ou de Raphael. Mas como existem provas nas Sagradas Escrituras, não se pode negar que existe essa possibilidade de comunicação”.
O Papa João Paulo II disse na Basílica de São Pedro, para uma audiência de mais de vinte mil pessoas, em 2 de novembro de 1983:
“O diálogo com os mortos não deve ser interrompido, pois na verdade, a vida não está limitada pelos horizontes do mundo”.
o comentário deixado pela mari joga por terra qualquer duvida sobre a santa sé aceitar ou não a doutrina espirita.
E é inevitável ela não aceitar pq a doutrina espirita é fruto do proprio cristianismo como eu tento demonstrar ainda que fracamente pq não tenho conseguido aqui ...
"Quero que vcs catolicos ou protestantes que devem ter muitos aqui reparem que o proprio filme reforça a ideia de que nós espiritas somos cristãos!"
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haa entendido, você é que quis fazer politica e tenar juntar as duas coisas, uma espécie de marketing, ufa, por um momento axei que a igreja católica tinha virado a casaca
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"E não, não verei esse filme. Porque ofende a Cristo anulando o sacrifício Dele por nós, e porque quem assiste a sessões espíritas, ou vê filmes, livros e coisas do gênero está em pecado mortal e excomungado."
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epa, não é assim, sei de eventos oficiais em que a igreja ctólica esta em COMUNHÃO com otras religi~eos, inclusive espiritismo. Ademais, nunca fikei sabendo de ninguem escomungado, pois se seu nome continua la oficialmetne como católico, então na excomunhão esta situação tb deve ser informda de forma oficial, por cartóio e tal, do contr´´ario todo mundo esta ex-comungado em relação ao outro, ou seja, todo mundo terá direito a falar que o outro esta ex-comungado, sob seu respectivo ponto de vista
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"Espíritas, se não fé na Santa Igreja, pelo menos honestidade"
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é verdade, que mania é éssa de querer adotar a religião alheia como parente né? não vejo isso nos pagãos. a bíblia como sendo mãe do cristianismo, ja tem seus filhos, os espiritas deviam se limitar a seu livro, o "livro dos espiritos" acho que ficar tentando adotar a mãe alheia das outras relig~eos demonstra uma carencia, aquelas carencias de crianças chatas e grudentas^^
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"A que ignoro, mas hj em dia acho que o espiritismo tem la seu lado bom e muita gente aa minha volta com inumeras inegaveis qualidades assaz louvaveis as aprenderam-ou cultivam- por causa do espiritismo. "
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ooque se discute não é se o espiritismo é certo ou errado, ou se o cristianismo é a rleigião verdadeira, e sim se ser espírita, é ser cristão
"Não tiramos em nada sua divindade, ele é o messias divino que tinha de vir.
Ele é o senhor dos senhores, acima dele Só DEUS, abaixo dele todos nós!"
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por que jesus teve que morrer, segundo o espiritismo? jesus é deus? só por curiosidade
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"Como pode um "falso medium" ou "falível" produzir de proprio conhecimento 412 livros?"
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bom, car sagen disse o seguinte
o que muita gente ignora é o fato de o espiritismo simplesmente não ser uma religião e ter aspecto triplice e a sua parte filosófica é totalmente baseada na moral cristã.
Em todas as obras de Kardec, Chico Xavier e até os dias de hj o nome de JESUS é reverenciado, é citado, centenas de vezes o velho e novo testamento são citados por kardec.
O proprio Chico Xavier em vida dava este conselho: "a boa nova é o evangelho, é o meu livro de cabeceira".
Acontece o inverso, os catolicos "invadiram" no bom sentido o espiritismo e os centros espiritas e até trouxeram seus costumes pra lá.
Antes vcs devem encarar o espiritismo não como uma religião mas um auxiliar de religiões, e é isso que tem que ser entendido.
Nós não viemos roubar a moral cristã dos catolicos mas explica-la.
não viemos destruir seus dogmas mas dar-lhes outra explicação.
Nós não viemos competir contra vcs, mas reforçar o exército cristão pq somos tambem da mesma fileira!
Já perdi as contas de quantos catolicos me vieram falar como a leitura do livro dos espiritos os fez entender melhor a biblia e ao contrário do que muita gente aqui na comunidade fala, os fizeram ficar ainda mais tementes a DEUS e mais catolicos e praticamentes ainda!
ORA, se o espiritismo fosse obra do mal ele teria já colhido maus frutos.
Reconhece-se a obra pelo autor, já dizia um homem justo e sábio!
Quando falamos de Jesus como Filho de Deus, os homens geralmente costumam interpretar como se Jesus fosse um ser Divino, em termos de igualdade com Deus. Tal interpretação prende-se aos "milagres" que Jesus teria efetuado, como se tais fatos fossem uma prova de sua divindade.
A Doutrina dos Espíritos não invalida os "milagres" do Evangelho e de outras escrituras do mundo, mas lhes tira o caráter de ocorrências sobrenaturais, enquadrando-as nos conceitos das concepções naturais do Universo e do homem.
Jesus é Filho de Deus como todas as criaturas. Ele o chama de Pai, como nos ensinou a chamá-lo de nosso Pai.
É evidente que a qualificação de Filho do Homem significa: nascido do homem, por oposição ao que está fora da humanidade. Jesus usava para si aquela qualificação com persistência notável, e somente em raríssimas vezes é que ele se diz Filho de Deus. Em seus lábios, não pode ela ter outra significação que não seja para lembrar que ele também pertence à Humanidade.
A insistência com que ele se qualifica de Filho do Homem parece um protesto antecipado contra a denominação que previa lhe dariam mais tarde, a fim de que ficasse bem provado que não saíra de sua boca (ver Obras Póstumas - Allan Kardec -Estudo sobre a natureza do Cristo).
- A palavra Cristo
Este título, Cristo, derivado do grego, equivale ao hebraico Messias; Ungido. O nome pessoal de Jesus, seguido pelo titulo Cristo, serve para chamar a atenção para a própria pessoa, e que ele é aquele que se tornou o Ungido de Jeová.
A tradução da Septuaginta das Escrituras Hebraicas usa a mesma palavra grega KHRISTOS mais de 40 vezes, como titulo de sacerdotes, reis e profetas ungidos. Da mesma forma, o titulo Messias é aplicado a muitos homens, na qualidade de ungidos.
Para fazermos com que Jesus volte a ter vida, hoje, para nós, teremos de voltar no tempo para procurarmos o que Jesus tinha a oferecer às pessoas da Palestina à sua época, a fim de conhecermos a verdade histórica a seu respeito.
Apesar de os Evangelhos terem sido escritos entre os anos 60 e 80, ou seja, muito tempo após os fatos ocorridos, podemos obter grande quantidade de informações históricas sobre o Mestre.
O que Jesus tentava fazer? Um incidente historicamente certo nos daria um indicio importante sobre a direção do seu pensamento. Encontramos tal incidente no inicio de todos os Evangelhos: Jesus escolheu ser batizado por João. Por quê?
Seja o que for que o batismo possa significar, tal fato implica na decisão de Jesus de se juntar, de se demonstrar aliado a João, em vez de seguir quaisquer outras lideranças ou movimentos da época. Isso nos demonstra indícios da direção do pensamento de Jesus.
A Palestina, à época era uma colônia romana. Este fato era odioso para os Judeus que ansiavam pela sua libertação. Houve várias rebeliões para sacudir o jugo de Roma. Os impostos eram altos, e isso levava uma grande parte da população ao desespero, à miséria, à fome.
No meio de todos esses movimentos e especulações político-religiosas, um homem se sobressaia como sinal de contradição. Tratava-se do Batista.
João era diferente de todos, justamente porque era profeta, e na verdade, como tantos outros predecessores, profeta de condenação e de destruição. Enquanto muitos esperavam pelo tempo vindouro, em que o povo fiel de Israel triunfaria sobre seus inimigos, João profetizava a condenação e a destruição de Israel.
Há muito tempo não surgia profeta algum em Israel. O espírito da profecia cessara. Deus estava em silêncio. Esse silêncio foi quebrado pela voz de João no deserto. Seu estilo de vida, seu modo de falar e mensagem eram o renascimento consciente das tradições dos profetas. Sua mensagem era simples. Deus estava irado com seu povo e pretendia castigá-lo.
Usava as metáforas do machado e da pá, que são as metáforas dos profetas. O julgamento de Deus sobre Israel seria executado por um ser humano. João falou dele como "aquele que há de vir", "Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo" (Mateus 3:11-12).
O objetivo prático era de converter o povo, persuadir as pessoas a mudarem de atitudes , a arrependerem-se de seus erros. João dirigia seu apelo aos pecadores, prostitutas, coletores de impostos, soldados, bem como aos escribas e fariseus. (Lucas 3:12-14 e Mateus 21:32).
João concitava as pessoas àquilo que chamamos hoje, de moral social. "Quem tiver duas túnicas reparta-as, quem tiver o que comer faça o mesmo."
Aos publicanos, disse: "Não deveis exigir nada além do que vos foi prescrito"; aos soldados disse: "A ninguém molesteis com extorsões, contentai-vos com o vosso soldo" - (Lucas 3:11-14).
João foi o único homem naquela sociedade que impressionou Jesus. Ali estava a voz de Deus avisando seu povo. Jesus acreditava nisso e juntou-se aos que estavam decididos a fazer algo nesse sentido. Foi batizado por João. Possivelmente Jesus não tenha concordado com João em todos os detalhes. Chegou mesmo a divergir de João em alguns pontos. Mas o fato, à época, de ter sido batizado por João é prova concludente de sua aceitação as propostas formuladas por ele. Esta aceitação está em Jesus imediatamente ter mostrado que discordava fundamentalmente de todos os que rejeitavam João e seu batismo: os zelotas, fariseus, essênios, saduceus, escribas etc.
Muitos consideravam Jesus como sucessor de João. E possível que Jesus tenha batizado algumas pessoas, mas se isso aconteceu, logo abandonou essa prática. (João 3 :22-26 e 4: 1-3). Em vez disso, partiu a procurar, ajudar e servir às ovelhas perdidas do Pai.
Encontramos, dessa forma, uma segunda decisão, um segundo indicio para verificarmos qual o pensamento e intenções de Jesus. Quantos eram, no contexto, à época, as ovelhas perdidas?
As pessoas a quem Jesus voltou sua atenção, conforme os Evangelhos se referem, são os pobres, os cegos, os coxos, os aleijados, os leprosos, os famintos, os miseráveis (aqueles que choram), pecadores, prostitutas, coletores de impostos, endemoninhados (obsediados), os perseguidos, os esmagados, os cativos, todos os que labutam e estão sobrecarregados, a ralé que nada conhece da Lei, as multidões, os pequenos, os que são menos que nada, os últimos e as criancinhas.
Jesus geralmente se refere a eles como os pobres ou os pequeninos; os fariseus se referem às mesmas pessoas como os pecadores. Hoje esses segmentos da sociedade são referidos como classes inferiores por uns e oprimidos por outros.
Por Jesus, podemos verificar que a verdadeira história da humanidade é a história do sofrimento, o que muito pouco ou nada é tratado nos livros que tratam desse assunto.
Para compreender Jesus, precisamos tentar entrar no mundo dos pobres e oprimidos tal como era na Palestina do século I.
Embora o termo "pobre" nos Evangelhos não se refira exclusivamente àqueles economicamente despossuídos, certamente os inclui. Em primeiro lugar, os pobres eram os mendigos. Esses eram os doentes e aleijados que haviam recorrido à mendicância, uma vez que não tinham possibilidades de serem empregados e não tinham parentes que pudessem ou quisessem sustentá-los. Evidentemente, não havia hospitais, nem instituições de assistência social, nem pensões por invalidez. Esperava-se que mendigassem seu sustento.
E assim, os cegos, os surdos-mudos, os coxos, os aleijados e os leprosos geralmente eram mendigos.
Verifica-se que passados 2.000 anos, o cenário ainda é o mesmo. Basta olharmos o mundo ao nosso derredor. Hoje possuímos hospitais, instituições de assistência e pensões, que não funcionam, ou funcionam precariamente em virtude do desmando, da corrupção que campeia a largos passos no planeta.
Continuando na pesquisa, havia, à época, as viúvas e os órfãos: mulheres e crianças que não tinham quem as sustentasse; também não tinham naquela sociedade, nenhum modo de ganhar a vida. Deveriam depender das esmolas de sociedades piedosas e do tesouro do Templo. Tal como hoje, nada difere.
Entre os economicamente pobres, à época, incluem-se os operários diaristas não qualificados, os que se encontravam freqüentemente desempregados, os camponeses, e talvez, os escravos. Como a história da humanidade se repete! Hoje como ontem.
As pessoas se encontravam à mercê de reis e tetrarcas bem como por seus representantes que as oprimiam e freqüentemente eram sangrados pelos impostos.
Os pobres e os oprimidos estavam sempre à mercê de legistas que os sobrecarregavam com fardos legais e nunca levantavam a voz para os aliviar; eram excluídos da sinagoga.
Este era o mundo dos "oprimidos, dos "perseguidos" e dos "cativos". (Lucas 4:18; Mateus S:10). Hoje seriam chamados de oprimidos, marginais ou miseráveis - as pessoas que não contam.Jesus não era, por nascimento e educação, um dos pobres e oprimidos, mas se misturava socialmente com o último dos últimos e se identificava com eles. Ele se tornou pária por escolha.Porque Jesus fazia isso?
Porque conversava com mendigos e se misturava com os pobres? O que faria um profeta se associar à ralé que não conhecia nada da Lei? A resposta surge clara nos Evangelhos: a compaixão, o Amor pelo próximo.Tal fato está patente, demonstrado, em todos os processos de cura. O que tornou diferente o samaritano da parábola, foi a compaixão, o amor que sentiu pelo homem deixado semimorto à beira da estrada. (Lucas 10:33). A compaixão é resposta ao sofrimento. João confiava em um batismo de conversão; Jesus partiu para libertar as pessoas de toda forma de sofrimento e angústia. Como? Jesus depositou sua confiança na fé. O único poder que pode curar e salvar o mundo, é o poder da fé. "Tua fé te salvou". Não a fé obtida por aderência a um credo ou doutrina religiosa. Mas a fé certeza, a fé convicção, a fé obtida pelo esclarecimento da razão. E Jesus transmitia, com suas curas, ensinos, a fé àqueles seus amigos que representavam a pobreza, o sofrimento, espelhados nos oprimidos e desditosos. Somente a fé, no sentido de certeza, pode despertar a criatura do conformismo, da apatia, gerados pela fome, pela miséria, pela falta de compaixão existentes.
Porque conversava com mendigos e se misturava com os pobres? O que faria um profeta se associar à ralé que não conhecia nada da Lei? A resposta surge clara nos Evangelhos: a compaixão, o Amor pelo próximo.Tal fato está patente, demonstrado, em todos os processos de cura. O que tornou diferente o samaritano da parábola, foi a compaixão, o amor que sentiu pelo homem deixado semimorto à beira da estrada. (Lucas 10:33). A compaixão é resposta ao sofrimento. João confiava em um batismo de conversão; Jesus partiu para libertar as pessoas de toda forma de sofrimento e angústia. Como? Jesus depositou sua confiança na fé. O único poder que pode curar e salvar o mundo, é o poder da fé. "Tua fé te salvou". Não a fé obtida por aderência a um credo ou doutrina religiosa. Mas a fé certeza, a fé convicção, a fé obtida pelo esclarecimento da razão. E Jesus transmitia, com suas curas, ensinos, a fé àqueles seus amigos que representavam a pobreza, o sofrimento, espelhados nos oprimidos e desditosos. Somente a fé, no sentido de certeza, pode despertar a criatura do conformismo, da apatia, gerados pela fome, pela miséria, pela falta de compaixão existentes.
Naquele dia. 14 do mês de Nisã, aproximadamente à hora nona, aquele Homem expirava entregando-se em Espírito ao Pai. Naquele instante, encerrava-se na terra uma Missão Reveladora, que perpetuaria pelos tempos afora. Uma Revelação somente é séria e verdadeira quando altera, quando transforma os conceitos existentes na face da terra. Tal como Jesus. Ele alterou a história da Humanidade, dividindo-a em A.C. (Antes do Cristo) e D.C. (Depois do Cristo). Este fato comprova sua Missão Reveladora. Sua missão constituiu-se de revelar ao homem uma nova concepção de Deus, uma nova concepção de vida; a vida futura, assim como as penas e recompensas que aguardam o homem após o desencarne. Na nova concepção de Deus ensinamos que Ele não é o Deus terrível, ciumento, vingativo, de Moisés; aquele Deus cruel, implacável e injusto; mas sim, um Deus de Amor, Justo, que perdoa aquele que erra e que dá a cada um segundo suas obras. Já não é o Deus de um único povo, mas o Pai de todo o gênero humano. Já não é o Deus que recompensa e pune somente pelos bens da terra, que faz que a glória se consista na escravidão dos povos rivais, mas sim, um Deus que diz aos homens: "A vossa verdadeira Pátria não é deste mundo, mas no reino celestial, onde os humildes de coração serão elevados e os orgulhosos serão humilhados". Já não é o Deus que ordena se retribua olho por olho, dente por dente, mas o Deus de misericórdia que diz: "Perdoai as ofensas se quereis ser perdoados; não façais o que não quereis que vos façam". Com isso firma-se uma nova concepção de relações sociais entre os povos.A Doutrina de Jesus se fundamenta no caráter que ele atribui a Deus.
Com um Deus imparcial, justo, bom e misericordioso, ele fez do Amor de Deus e do Amor ao próximo a condição essencial para o cumprimento da Lei dizendo: "Amai a Deus sobre todas as coisas e o vosso próximo como a vós mesmos; nisto estão toda a Lei e os profetas; não existe outra Lei". Sob este dístico assentou o principio da igualdade dos homens perante Deus e o da fraternidade universal. Ensinando a revelação dos verdadeiros atributos de Deus, ensinando a imortalidade da alma e da vida futura, ensinando e exemplificando o amor ao próximo, pela compaixão aos sofredores de todo jaez, modificava profundamente as relações mútuas dos homens, impunha-lhes novas obrigações, fazia-os encarar a vida presente sob outro aspecto. Pelas suas conseqüências, é esse o ponto, o cerne da Missão Reveladora de Jesus, cuja importância, ainda hoje, não é bem compreendida, e ante a visão que se tem da sociedade humana, demonstrado fica que a sociedade tem desconhecido e afastado, deliberadamente na sua grande maioria, dos seus exemplos e ensinos. (A Gênese - Allan Kardec Caráter da Revelação Espírita).Precisamos estar atentos uma vez que "a opção pelo Mestre é uma decisão de largo tempo, sem o entusiasmo da primeira hora, que passa e leva à desistência, nem a reflexão muito demorada, que perde a oportunidade. Tornada a resolução, é indispensável abraçar a cruz, não olhar para trás e seguir.
A atividade de Jesus, como se fôra um programa, está em Lucas 4:16-21, que consubstancia uma passagem de Isaías, lida e comentada por Jesus, na sinagoga de Nazaré."O espírito do Senhor Javé está sobre mim, porque Javé me ungiu; enviou-me a anunciar a boa nova aos pobres, a curar os quebrantados de coração, a proclamar a liberdade aos cativos, a libertação aos que estão presos; (ou: a proclamar uma nova visão aos cegos) a libertar os esmagados a proclamar um ano aceitável a Javé" (61: 1-2)E, cerrando o livro, disse-lhes: "Hoje se cumpriu esta escritura em vossos ouvidos". (Lucas 4:21).Conforme já vimos, o surdo, o coxo, o cego, o pobre etc, são simplesmente diferentes maneiras de se referir ao pobre e ao oprimido.Vemos que a pregação de Jesus é uma pregação de libertação. Conhecer a Verdade e ela vos libertará. Assim, trazer a boa nova, conviver com os pobres e oprimidos, significa libertá-los através da palavra falada, dos ensinos, dos exemplos.Jesus trouxe uma profecia quando falou num acontecimento futuro para os pobres. Tal acontecimento não era simplesmente a vinda do reino de Deus, mas a vinda do reino de Deus para os pobres. "Vosso é o Reino de Deus". (Lucas 6:20). A profecia de Jesus está contida no trecho do Evangelho que chamamos de bem-aventuranças:
"Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é o Reino de Deus.
"Bem -aventurados vós, que agora tendes fome, porque sereis saciados.
"Bem-aventurados vós, que agora chorais, porque haveis de rir" - (Lucas 6:20-21)
Segundo pesquisas realizadas por vários historiadores, foi Lucas quem preservou a forma mais original do discurso de Jesus. Mateus, no capítulo V, adaptou o discurso profético às necessidades dos ouvintes e leitores da época, que não eram de fato pobres, famintos e miseráveis. Mateus transformou o discurso profético em exortação. Estendeu o conceito a todos os que forem pobres em seu coração, ou que se identificassem com os pobres; a todos os que tiverem fome e sede de justiça; a todos os que imitarem a mansidão e humildade dos pobres; a todos os que estiverem tristes e deprimidos; a todos os que forem perseguidos por sua fé em Jesus; a todos os que forem verdadeiramente virtuosos.
Quem eram verdadeiramente os pobres?
Sintetizamos a lição de Amélia Rodrigues, psicografia de Divaldo Pereira Franco, O Excelso Canto, no livro Primícias do Reino:
"Os pobres, financeiramente, todos os conheciam. Distendiam as mãos que a miséria estiola.
"Eram pobres, no entanto quantos deles eram possuidores de riquezas do Espírito. Eram ricos de revolta, possuidores de paixões, com grandes cabedais de angústias e mágoas.
"Os ricos possuem moedas, títulos, propriedades, e muitos também possuem espíritos ricos de ambições, de orgulho, de aversão às novas idéias.
"Já os pobres e/ou pobres de espírito, são aqueles que são livres de posses e ambições, amantes da liberdade, são os que lutam pelos direitos alheios, são os idealistas, são os que cultuam a verdade, pois que estão preparados para a Verdade.
"Nada os mantém atados à retaguarda, nem possuem imãs que possam atraí-los à frente.
"Os criminosos não julgados fazem parte de uma caravana infinita e inacabada. Os carros dos guerreiros, dos vândalos, dos prepotentes, dos exploradores, passam velozes sobre as comunidades, deixando viúvas e órfãos ao abandono.
"A injustiça veste os corações, e a indiferença dos legisladores, dos governantes, dos que detém o poder é quase conivência.
"O mundo arde em sede e fome de justiça. O homem se queda esfaimado às portas da Justiça, e nada obtém.
"Mas a Lei se cumpre, e os desvairados retornam, pela reencarnação, aos antigos passos, imolados à loucura e estigmatizados pela crueldade.
"Com a consciência justiçada, corrigida pelo amor, preparam-se para a libertação. Serão saciados."
"Muitos cristãos e também espíritas têm-se enganado a respeito da natureza do reino de Deus, em virtude de algumas traduções do trecho de Lucas 17:21, consignarem erro: "O reino de Deus está dentro de vós". Atualmente todos os exegetas concordam que o texto deve ser: "O reino de Deus está entre vós, ou no meio de vós".
Onde estaria o Reino de Deus? A Doutrina dos Espíritos nos revela a natureza dos mundos habitados, dividindo-os em categorias: mundos primitivos, destinados às primeiras encarnações da alma humana; mundos de expiação e provas, onde domina o mal, tal como acontece na Terra; mundos de regeneração, nos quais as almas que ainda têm o que expiar haurem novas forças, repousando das fadigas da luta; mundos ditosos, onde o bem sobrepuja o mal; mundos celestes ou divinos, habitados por Espíritos depurados, onde exclusivamente reina o bem.
O Reino de Deus realmente é uma sociedade que vem constituir o mundo celeste ou divino, pois que reina exclusivamente o bem. Este o estado ideal que Jesus pregou e demonstrou, e que a Terra poderá um dia alcançar. O Reino de Deus é um fato, pois que Jesus nos fala do povo que entra ou que se recusa a entrar para dentro do reino (Marcos 9:47; 10:15,23,24,25; Mateus 5:20; 7:21; 18:3; 21:31; 23:13; João 3:5).
Nos fala que as pessoas podem se sentar dentro dele e comer e beber dentro dele (Marcos 14:25; 8: 11; Lucas 22:30). Assim, o reino de Deus realmente é uma comunidade. Quando o Reino de Deus vier, o Amor tomará o lugar do mal, e ele, o Amor, governará sobre a humanidade, cujo governo será entregue àqueles que servirem a seus propósitos, na sociedade. O mal será eliminado e as pessoas estarão repletas do Espírito de Amor.
A diferença está entre uma comunidade humana em que o mal reina com supremacia (como hoje na Terra), e uma comunidade humana em que o bem e o amor reinem com supremacia (Mundos Celestes ou Divinos -Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec - Capítulo III).
A atividade libertadora de Jesus era uma luta contra o mal (Satanás) pelo poder, guerra contra o poder do mal sob todas as suas formas e aspectos. Cada cura que Jesus realizava era como um assalto contra a casa ou reino do mal (Satanás) (Marcos 3:23 a 27). Isso era possível porque algo mais forte que o mal estava agindo. Jesus demonstrava que o bem, o amor é mais poderoso que o mal; estava convencido de que o reino de Deus (do Amor) poderia triunfar sobre 0 reino do mal (Satanás) e que tomaria o lugar desse reino aqui na Terra. A visão de Jesus se espraiava através dos milênios afora, vislumbrando uma sociedade onde o bem estaria presente; exclusivamente o bem.
Naquela noite, do mês de Adar, Jesus após um dia extenuante de caminhadas, olhando para o firmamento como que fitando o futuro da Humanidade, reuniu os companheiros para os ensinar. João anotou seus ensinos no Capítulo XIV:
"Se me amardes guardareis os meus mandamentos".
Havia naquela frase uma condicional: se.
No futuro deveríamos amá-lo para guardar-lhe as lições.
Perpassando os olhos em todos os companheiros, Jesus sente uma interrogação em suas mentes: e se o amando, no entanto esquecessem os ensinos ou os alterassem, deturpando-lhe o sentido?
E Jesus prossegue:
"Eu rogarei ao Pai, e Ele vos dará um outro Consolador a fim de que esteja para sempre convosco; O Espírito de Verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; vós o conheceis, porque ele habita convosco e estará em vós".
Dando maior ênfase, a fim de dar-lhes força para sobreviverem nas provações e nas lutas, prossegue Jesus:
"Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito".
Ei-lo chegado, corporificado na Doutrina dos Espíritos, que partindo das próprias palavras do Mestre, é conseqüência direta da sua doutrina. "O Espiritismo, longe de negar ou destruir o Evangelho, vem ao contrario, confirmar, explicar e desenvolver, pelas novas leis da Natureza, que revela, tudo quanto o Cristo disse e fez;" (A Gênese -Allan Kardec - Caráter da Revelação Espírita). Com base no desenvolvimento da Doutrina, no seu conteúdo moral, "reconhece-se que a Doutrina dos Espíritos realiza todas as promessas do Cristo a respeito do Consolador anunciado".
"A moral que os Espíritos ensinam é a do Cristo, pela razão de que não há outra melhor." "O que o ensino dos Espíritos acrescenta à moral do Cristo é o conhecimento dos princípios que regem as relações entre os desencarnados e encarnados, princípios que completam as noções vagas que se tinha da alma, de seu passado e de seu futuro, dando por sanção à doutrina cristã as próprias leis da Natureza."
O Espiritismo prepara o homem para os dias do Senhor, entre todos os deserdados, pobres, oprimidos, tal como já conceituamos, da Terra, para o dia de amanhã. A Doutrina dos Espíritos, colocando fim ao reino do egoísmo, ao rei no do orgulho , no reino da incredulidade, ao reino do mal, prepara o reino do bem, que é o reino de Deus, anunciado pelo Cristo. Para a consecução deste objetivo, o Consolador guia e traça rotas a seguir.
Na atualidade, os problemas sociais, morais e políticos, muito pouco diferem dos mesmos problemas existentes nos dias em que Jesus viveu conosco.
Para solucionar os problemas externos busca-se de tudo, enquanto o homem caminha sozinho. em completo desconhecimento. Tudo porque Jesus continua ignorado.
Envergando novas roupas, ocultos sob estranhas denominações, encontramos ainda os mesmos rabinos odientos e fariseus impiedosos; encontramos ainda saduceus astutos e samaritanos detestados: encontramos ainda galileus humildes e levitas arbitrários.
O homem estimulado pela cultura e pela técnica avança no rumo das estrelas, pelo Cosmos afora, mas ainda não penetrou o centro, o cerne, o íntimo do próprio ser. É mais fácil conquistar o exterior, do que a conquista interior sobre si mesmo. Tudo porque Jesus prossegue desconhecido.
Jesus. hoje, na qualidade do Consolador, retorna às paragens humanas, em um momento doloroso, conforme prometera.
A Doutrina dos Espíritos penetra as mentes e os corações, transformando-se no Amigo Divino, que, como ontem na doce Galiléia, mantém continuada conversação com os que o amam e desejam reencontrá-lo, sem levar em conta o longo caminho a percorrer.
Mas para que tal aconteça é necessário que a Doutrina dos Espíritos seja sentida, vivida e entendida tal como Kardec nos legou. Sem que conceitos estranhos venham deturpar-lhe as bases e princípios. Para isso urge a reforma dos Centros Espíritas, retornando a Kardec, no estudo e na prática.
E como ontem, encontramos fariseus, hipócritas, que tentando manter o amor próprio se colocam astuta e impiedosamente aos ataques grosseiros àqueles que, imbuídos do sentimento de Kardec, procuram levá-lo às casas espíritas.
Sentimento de liberdade, através do conhecimento, do estudo, da razão.
E quando tais ataques partem de companheiros, médiuns, é importante que tenhamos em mente a observação de Kardec, no estudo efetuado na Revista Espírita, l860, página 231, que nos diz: "...a natureza dos Espíritos que assistem a um médium é um dos primeiros pontos a considerar. Para a conhecer (a natureza dos Espíritos) há um critério infalível. O critério está nos sentimentos que o Espírito inspira ao médium. Pela maneira do médium agir, portar-se, pautar sua vida diuturnamente, julgamos a natureza dos Espíritos que o dirigem".
Jesus já nos ensinara: "Seja o seu falar sim, sim; não, não".
Estudemos Kardec, para vivenciarmos Jesus. Somente dessa forma poderemos servir ao Mestre. amando-o e seguindo-lhe nos ensinos.
E Ele que continua desconhecido, sentido e vivido, permanece aguardando por nós.
Ou nós pagamos pelos nossos pecados através das sucessivas reencarnações ou Deus pagou por nós na Cruz.
"Está decretado que o homem morra uma só vez, e depois disto se siga o juízo" (Hb IX, 27)
E não, não verei esse filme. Porque ofende a Cristo anulando o sacrifício Dele por nós, e porque quem assiste a sessões espíritas, ou vê filmes, livros e coisas do gênero está em pecado mortal e excomungado.
Espíritas, se não fé na Santa Igreja, pelo menos honestidade.
"E os seus discípulos lhe perguntaram, dizendo: 'Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?'
Jesus respondeu: NEM ELE PECOU, NEM SEUS PAIS. Mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus." João 9.2-3.
Não quero converter ninguem nessa comunidade!
É apenas um ponto de vista com base sólida.
Discutam o que quiser mas com respeito como eu tenho respeitado vcs!
E nós não temos dois senhores pq o nosso senhor tambem é JESUS CRISTO!
Tambem gostaria de dizer que discutir e confrontar ideias nao eh desrespeitar o proximo.
Espero que possamos sempre trocar ideias e confronta-las se preciso, sempre respeitando a pessoa.
não falei dirigiro a vc não, é que outros usuarios da comu foram bem mal-educados !
nao falei nada para vc, desconsidere o que postei pois não foi para vc!
Cada pessoa pega alguns pedacos da Biblia ou de seu livro sagrado e interpreta mais ou menos como acha que eh o certo. Isso gera diversas religioes, dentro de cada uma diversas leituras, e soh Deus sabe quantos estao 100% corretos!
Aqui um outro exemplo disso: O VATICANO JÁ ADMITE A COMUNICAÇÃO COM ESPÍRITOS.
Observem bem, ao final da Transmissão, quando a Repórter Ilze Scamparini faz duas perguntas ao Padre Gino Concetti, um dos Teólogos mais competentes do Vaticano:
Ilze Scamparini:
"Existe Comunicação entre os Vivos e os Mortos?"
Gino Concetti:
"Eu creio que sim. Eu acredito e me baseio num fundamento teológico que é o seguinte : Todos nós formamos em Cristo, um Corpo místico, no qual Cristo é o Soberano. De Cristo emanam muitas graças, muitos dons, e se estamos todos unidos, formamos uma comunhão. E onde há comunhão, existe também comunicação."
Ilze Scamparini:
"O que o Senhor pensa do Espiritismo?"
Gino Concetti:
"O Espiritismo existe. Há sinais na Bíblia, na Sagrada Escritura, no Antigo Testamento. Mas, não é do modo fácil como as pessoas acreditam. Nós não podemos chamar o Espírito de Michelangelo ou de Raphael. Mas como existem provas nas Sagradas Escrituras, não se pode negar que existe essa possibilidade de comunicação". (Destaques Nossos).
AUTORIDADES CATÓLICAS FALAM COM ESPÍRITOS - 1
Representantes do Vaticano admitem comunicação com os Espíritos!
O Padre Gino Concetti, fala do "Mais Além" de uma nova maneira. O Padre é irmão da Ordem dos Franciscanos Menores, um dos teólogos mais competentes do Vaticano. É comentarista do «L'Osservatore Romano», o diário oficial do Vaticano.
A intervenção do padre Concetti, é muito importante, porque, aqui se vêem as novas tendências da Igreja a respeito do paranormal, sobre o qual, até agora, as autoridades eclesiásticas haviam formulado opiniões diferentes. Sustenta ele que, para a Igreja Católica, os contactos com o "Mais Além" são possíveis, e aquele que dialoga com o mundo dos defuntos não comete pecado se o faz sob inspiração da fé.
Vejamos pois, alguns extractos da entrevista, do Padre Gino Concetti (P.G.C) publicada no Jornal Ansa, em Itália, em Novembro de 1996:
P.G.C. - «Segundo o catecismo moderno, Deus permite aos nossos caros defuntos, que vivem na dimensão ultraterrestre, enviar mensagens para nos guiar em certos momentos de nossa vida. Após as novas descobertas no domínio da psicologia sobre o paranormal a Igreja decidiu não mais proibir as experiências do diálogo com os trespassados, na condição de que elas sejam levadas com uma finalidade séria, religiosa, científica.»
P - Segundo a doutrina católica, como se produzem os contactos?
P.G.C - «As mensagens podem chegar-nos, não através das palavras e dos sons, quer dizer, pelos meios normais dos seres humanos, mas através de sinais diversos; por exemplo, pelos sonhos, que às vezes são premonitórios, ou através de impulsos espirituais que penetram em nosso espírito. Impulsos que se podem transformar em visões e em conceitos.»
P - Todos podem ter essas percepções?
P.G.C - «Aqueles que captam mais frequentemente esses fenómenos são as pessoas sensitivas, isto é, pessoas que têm uma sensibilidade superior em relação a esses sinais ultraterrestres. Eu refiro-me aos clarividentes e aos médiuns. Mas as pessoas normais podem ter algumas percepções extraordinárias, um sinal estranho, uma iluminação repentina. Ao contrário das pessoas sensitivas podem raramente conseguir interpretar o que se passa com elas no seu foro íntimo.»
P - Para interpretar esses fenómenos a Igreja permite-lhes recorrer aos chamados sensitivos e aos médiuns?
P.G.C - «Sim, a Igreja permite recorrer a essas pessoas particulares, mas com uma grande prudência e em certas condições. Os sensitivos aos quais se pode pedir assistência, devem ser pessoas que levam as suas experiências, mesmo aquelas com técnicas modernas, inspiradas na fé. Se essas últimas forem padres é ainda melhor. A Igreja interdita todos os contactos dos fiéis com aqueles que se comunicam com o Mais Além, praticando a idolatria, a evocação dos mortos, a necromancia, a superstição e o esoterismo; todas as práticas ocultas que incitem à negação de Deus e dos sacramentos»
P - Com que motivações um fiel pode encetar um diálogo com os trespassados?
P.G.C - «É necessário não se aproximar muito do diálogo com os defuntos, a não ser nas situações de grande necessidade. Alguém que perdeu em circunstâncias trágicas, seu pai ou sua mãe, ou então seu filho, ou ainda seu marido e não se resigna com a ideia do seu desaparecimento, ter um contacto com a alma do caro defunto pode aliviar-lhe o espírito perturbado por esse drama. Pode-se igualmente endereçar aos defuntos se se tem necessidade de resolver um grave problema de vida. Nossos antepassados, em geral, ajudam-nos e nunca nos enviarão mensagens nem contra nós mesmos nem contra Deus.»
P - Que atitudes convém evitar durante contactos mediúnicos?
P.G.C - «Não se pode brincar com as almas dos trespassados. Não se pode evocá-las por motivos fúteis, para obter por exemplo um nº do Loto. Convém também ter um grande discernimento a respeito dos sinais do Mais Além e não muito enfatizá-los. Arriscar-se-ia a cair na mais suspeita e excessiva credulidade. Antes de mais nada não se pode abordar o fenómeno da mediunidade sem a força da fé.»
Se os nossos colegas da comu verificarem os autos veriam que tambem o espiritismo condena o contato com os "mortos" perante a carne, pq a morte não existe, senão pela carne.
Nós ignoramos e repudiamos totalmente o contato com o alem para motivos futeis, ou interesses pessoais.
Alias o proprio Espírito de Verdade da um conselho crucial:
"reconhece-se se a comunicação é boa de acordo com os conselhos que o espirito vos dirige".
no livro, Ceu e Inferno e Livro dos Mediuns existe uma dezena de mensagens boas e ruins e até apocrifas e o grifo dos espiritos sobre isto dando a opinião e mostrando o que é aceitável e o que não é!
No Livro dos Médiuns que eu já li e reli Kardec é claro: os maus espíritos podem simluar a linguagem dos bons ...dái não haveria como saber quem é quem , e então Kardec apela para o critério do crivo da "razão" que para ele é a razão científica e só.
Ou seja o espiritismo cre na comunicação com os mortos mas sem nenhum critério claro para definir que tipo de comunicação é ou não confiável , ficando só com a razão...se só a razão é critério então a pretensa "terceira revelação" é uma empulhação pois se a razão se basta pra que revelação....
E as falsas informaçãoes dadas pelo Espírito Galileu no Genesis ?
E as inexatidões científicas do livro Evolução em dois mundos ?
E a falsidade do Parnaso de Alem Túmulo analisado por especialistas da literatura que concordaram que o estilo era bem inferior aos dos autores quando vivos ?
E o determinismo da lei de causa e efeito ?
O Espiritismo é um contradição sem fim , uma "filosofia" irracional.
"O negro pode ser belo para o negro, como um gato é belo para um gato; mas não é belo no sentido absoluto, porque os seus traços grosseiros, seus lábios espessos acusam a materialidade dos instintos; podem bem exprimir as paixões violentas, mas não saberiam se prestar às nuanças delicadas dos sentimentos e às modulações de um espírito fino.
Eis porque podemos, sem fatuidade, eu creio, nos dizer mais belos do que os negros e os Hotentotes; mas talvez também seremos, para as gerações futuras, o que os Hotentotes são em relação a nós; e quem sabe se, quando encontrarem os nossos fósseis, não os tomarão pelos de alguma variedade de animais."
Vc pode interpretar como quiser mas todas suas perguntas estão em obras postumas.
Vc tem todo direito de se desfiliar da DE mas não tem motivo algum para deturpar as coisas.
As suas perguntas são respondidas facilmente em obras postumas e tambem em céu e inferno.
Sobre a biografia de Chico eu sugiro que vc leia algumas das 412 obras dele que retrata tambem esta historia parcial que vc contou!
As diversas acusações de fraude são corriqueiras em pessoas notadas como ele e é natural que seja até para exercitar a fé cristã que existe lá!
Seria muito fácil aceitarem assim sem dificuldades.
Para os hinduístas, a reencarnação poderia se dar pela transmigração do espírito até no corpo de um animal ou planta. Para os espíritas, a reencarnação se daria apenas em corpos humanos.
REFUTAÇÃO
1. Se a alma humana se reencarna para pagar os pecados cometidos numa vida anterior, deve-se considerar a vida como uma punição, e não um bem em si. Ora, se a vida fosse um castigo, ansiaríamos por deixá-la, visto que todo homem quer que seu castigo acabe logo. Ninguém quer ficar em castigo longamente. Entretanto, ninguém deseja, em sã consciência, deixar de viver. Logo, a vida não é um castigo. Pelo contrário, a vida humana é o maior bem natural que possuímos.
2. Se a alma se reencarna para pagar os pecados de uma vida anterior, dever-se-ia perguntar quando se iniciou esta série de reencarnações. Onde estava o homem quando pecou pela primeira vez? Tinha ele então corpo? Ou era puro espírito? Se tinha corpo, então já estava sendo castigado. Onde pecara antes? Só poderia ter pecado quando ainda era puro espírito. Como foi esse pecado? Era então o homem parte da divindade? Como poderia ter havido pecado em Deus? Se não era parte da divindade, o que era então o homem antes de ter corpo? Era anjo? Mas o anjo não é uma alma humana sem corpo. O anjo é um ser de natureza diversa da humana. Que era o espírito humano quando teria pecado essa primeira vez?
3. Se a reencarnação fosse verdadeira, com o passar dos séculos haveria necessariamente uma diminuição dos seres humanos, pois que, à medida que se aperfeiçoassem, deixariam de se reencarnar. No limite, a humanidade estaria caminhando para a extinção. Ora, tal não acontece. Pelo contrário, a humanidade está crescendo em número. Logo, não existe a reencarnação.
4. Respondem os espíritas que Deus estaria criando continuamente novos espíritos. Mas então, esse Deus criaria sempre novos espíritos em pecado, que precisariam sempre se reencarnar. Jamais cria ele espíritos perfeitos?
# Se a reencarnação dos espíritos é um castigo para eles, o ter corpo seria um mal para o espírito humano. Ora, ter corpo é necessário para o homem, cuja alma só pode conhecer através do uso dos sentidos. Haveria então uma contradição na natureza humana, o que é um absurdo, porque Deus tudo fez com bondade e ordem.
# Se a reencarnação fosse verdadeira, o nascer seria um mal, pois significaria cair num estado de punição, e todo nascimento deveria causar-nos tristeza Morrer, pelo contrário, significaria uma libertação, e deveria causar-nos alegria. Ora, todo nascimento de uma criança é causa de alegria, enquanto a morte causa-nos tristeza. Logo, a reencarnação não é verdadeira.
# Vimos que se a reencarnação fosse verdadeira, todo nascimento seria causa de tristeza. Mas, se tal fosse certo, o casamento - causador de novos nascimentos e reencarnações – seria mau. Ora, isto é um absurdo. Logo, a reencarnação é falsa.
# Caso a reencarnação fosse uma realidade, as pessoas nasceriam de determinado casal somente em função de seus pecados em vida anterior. Tivessem sido outros os seus pecados, outros teriam sido seus pais. Portanto, a relação de um filho com seus pais seria apenas uma casualidade, e não teria importância maior. No fundo, os filhos nada teria a ver com seus pais, o que é um absurdo.
# A reencarnação causa uma destruição da caridade. Se uma pessoa nasce em certa situação de necessidade, doente, ou em situação social inferior ou nociva -- como escrava, por exemplo, ou pária – nada se deveria fazer para ajudá-la, porque propiciar-lhe qualquer auxílio seria, de fato, burlar a justiça divina que determinou que ela nascesse em tal situação como justo castigo de seus pecados numa vida anterior. É por isso que na Índia, país em que se crê normalmente na reencarnação, praticamente ninguém se preocupa em auxiliar os infelizes párias. A reencarnação destrói a caridade. Portanto, é falsa.
eu ja postei toda a teoria do belo e fiz questão de frisar todas as coisas.
Vc age de má fé por voltar a distorcer tudo e de cuspir no prato que comeu pq diz ter "sido espírita".
Eu posso dizer que nunca fui catolico, sou antes evangélico!
Eu coneço de cabo a rabo as obras de Kardec e de Chico , fui lider de mocidade espírita e expositor.
Quando me converti ninguém acreditu pois era convicto da doutrina espírita.
O que me tornou católico ?
Comecei a estudar a fundo a DE e aí comecei a encontrar contradições irrespondíveis pela DE; sobretudo estudando a Escritura vi que a autocosnciencia de Jesus era de que ele era Deus coisa negada pelo espiritismo...os livros de Divaldo P Franco , outro debil mental e homossexual como o Chico Xavier, da Joanna de Angelis asseveravam que o cristianismo primitivo era um espiritismo nada mais falso : ao entrar na faculdade de história me especializei em antiguidade cristã , me aprofundei nesta área e descobri que a Igreja primitiva tinha a mesma fé que tem a Igreja Católica.