[url]/Main#Profile?uid=17942525296281987084[/url]:Em última instância, somos nós quem nos condenamos ao Inferno. O julgamento seria tomarmos pleno conhecimento de nossos atos e de suas consequências na temporalidade e na Eternidade.
"O mesmo acontece conosco quando morremos: nossa escolha (entre a Salvação ou a Perdição) é tomada em caráter definitivo no momento de nossa morte."
A prova de que a doutrina do livre arbítrio interpretada pelos católicos é furada é a contradição que diz, por um lado, que o indivíduo morre e escolhe se quer ficar com Deus ou não, e por outro lado diz que é o próprio Deus quem julga o indivíduo segundo seus méritos.
O q vc6 acham do Waldo Vieira?
[url]/Main#Profile?uid=13503374250472808363[/url]:Isto é, inclusive, um dos indispensáveis pré-requisitos para que Deus, em sua Misericórdia, venha em nosso socorro: Deus não perdoa quem não perdoa e nem quem não pede perdão. Deus não ajuda quem não se ajuda nem quem não pede Sua ajuda. O esforço tem uma validade infinita aos olhos de Deus.
Nós nos condenamos, como diz o Clodoveu, justamente porque temos NOÇÃO de Bem e Mal: e portanto, se desobedecemos e ESCOLHEMOS o mal, nós ipso facto SABEMOS, temos CONSCIÊNCIA do que estamos fazendo.. Neste sentido, quem nos condena, quem nos torna CONDENADOS, somos nós mesmos. Poderíamos escolher NÃO SER condenados, né mesmo? Ou, pelo menos, TENTAR fazer as escolhas certas - não creio que façamos TODAS as escolhas certas, mas é sempre preciso que nos esforcemos intensamente o tempo todo.
[url]/Main#Profile?uid=13611905651805185002[/url]:Perfeito.
(Corrijam-me os colegas mais experientes, porque de tudo o que tenho visto, é isso que tenho concluído).
[ ]'s
Quando alguém morre, sua alma deixa este mundo sensorial e entra no "Gan Eden," o Jardim do Éden espiritual (também conhecido como "Céu"). No Jardim do Éden, a alma desfruta os "raios da Divina Presença," um deleite puramente espiritual, dependente do estudo de Torá e atos de bondade feitos quando ela se encontrava no corpo. Todos os anos no yahrzeit, o aniversário de falecimento, a alma se eleva a outro nível aproximando-se mais de D’us. Isso lhe proporciona imenso prazer. Antes de entrar no Jardim do Éden, porém, toda alma deve ser refinada, pois não consegue apreciar totalmente a Divina Presença se ainda tiver os prazeres e grosserias de nosso mundo físico. Estes darão à alma uma má "recepção" da Divina Radiância, e devem ser removidos.
A fim de restaurar o nível de pureza que a alma possuía antes de entrar no mundo físico, deve passar por um processo de refinamento comparável ao grau de indulgências que o corpo possa ter concedido a si mesmo. Se a pessoa pecou durante sua vida, como a maioria de nós, teremos séria interferência no "céu". Isso significa que há ainda mais purificação a ser feita. Este processo de limpeza dói, mas é um processo espiritual planejado que permite que a pessoa aprecie realmente sua recompensa no Gan Eden. Este processo é chamado "Gehinom" ou, no vernáculo, "Inferno."
[url]/Main#Profile?uid=13611905651805185002[/url]:Isso sem falar da imoral condenação a Jesus que os Judeus prevêem....
Mais amorosa eu realmente não acho, tendo em vista que o judaísmo -- principalmente na ótica do Moshê Ben Maimon, o Maimônides ou Rambam, que é um duro crítico do cristianismo --, exclui totalmente o sacrifício de Cristo. Ora, como poderia ser 'mais amorosa', se exclui em absoluto o maior de todos os atos de Amor?
[url]/Main#Profile?uid=9181351515889700549[/url]:Cara, eu não porei com minha letras a imoral perdição à qual Jesus está sujeito DENTRO do Judaísmo. Amanhã copiarei e colarei a "condenação".
Wanderley
É OBVIO, LÓGICO, RAZOÁVEL que o Judaísmo exclua o sacrifício de Cristo. Se não não seria JUDAÍSMO, seria CRISTIANISMO. Se é que você me entende. Seu raciocínio é o mesmo que dizer que o CRISTIANISMO exclui o NIRVANA de Buda, mas é CLARO que tem de excluir.
"Em última instância, somos nós quem nos condenamos ao Inferno. O julgamento seria tomarmos pleno conhecimento de nossos atos e de suas consequências na temporalidade e na Eternidade"
Bem, então você e a Leoa agora vão ter que se entender. Afinal é Deus que julga ou somos nós mesmo que nos condenamos. Se formos nós mesmos, não há necessidade de julgamento divino. E se, como a Leoa afirma, a medida de Deus não é a mesma que a nossa, então as duas medidas podem não coincidir. Assim, ao nos condenarmos, podemos ser absolvidos por Deus, ou vice-versa. Ao nos absolvermos, podemos ser condenados por Deus.. Veja que vocês mesmos estão se enrolando cada vez mais...
"Parafraseando o Pe. Paulo Ricardo: Inferno é onde o demônio está. "
Wanderley, como tentou responder ao meu argumento, ao contrário do Clodoveu, que fugiu dele. Te deixo outra questão para você responder. Então quer dizer que, supondo, o demônio estiver ao seu lado, você também está no inferno? Ou o inferno se circuncreve exatamente onde o demônio está pisando? Veja a enrascada em que se meteu. Se você vier dizendo que o inferno está na "alma" do demônio, ou em seu "espírito", ou em sua "consciência", voc~e estará defendendo, no fundo , a visão espírita, que diz que o inferno na realidade não existe como local, para onde as malmas "vão", mas está na consciência, ou dentro da pessoa. Ora, como a consci~encia é um espectro, extremamente múltiplo, não haveria linha divisória para se definir onde está o inferno, onde o purgatório e onde o céu.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Anneliese_Michel
Tendo centrado toda a sua vida em torno da http://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%A9_cat%C3%B3lica, Anneliese começou a atribuir sua condição psiquiátrica à http://pt.wikipedia.org/wiki/Possess%C3%A3o_demon%C3%ADaca. Anneliese tornou-se intolerante à lugares e objetos sagrados, como http://pt.wikipedia.org/wiki/Crucifixo, que contribuiu ao que achavam ser possessão demoníaca. Ao longo do curso dos ritos religiosos Anneliese sofreu muito. Foram prescritos a ela medicamentoshttp://pt.wikipedia.org/wiki/Antipsic%C3%B3tico, que ela pode ou não ter parado de tomar".
[url]/Main#Profile?uid=17942525296281987084[/url]:Miguel, se a sucessão de encarnações não é infinita, então ela de algum modo irá acabar. Só vejo dois modos possíveis do fim ocorrer:
>> A sucessão de encarnações é eterna, assim, não havendo confrontação entre o temporal e o Eterno, TODOS estariam condenados à evolução (o que também anularia o Livre Arbítrio), INDEPENDENTE DE QUANTO TEMPO passassem estacionários ou involuindo.Ora, uma sucessão temporal de eventos (como a evolução, a involução ou a "parada" na escala) infinita é absurdo lógico-metafísico (ver a prova da existência de Deus pelas 5 Vias tomistas). Assim, além de revogar o Livre-Arbítrio do homem, a tese não pode ser sustentada."Em nenhum momento disse que a sucessão de encarnações é eterna, você está inventando estória, meu camarada....A sucessão de encarnações não é eterna, portanto não é infinita. Consequentemente, não há absurdo lógico metafísico nenhum. Portanto, não há revogação do livre arbítrio. Mesmo que estejamos, enquanto humanos, condenados à evolução, isto não só não deve ser tomado como lei absoluta nem impede que neste transcurso haja espaço para se decidir seguir o caminho do bem ou do mal, ou voltar atrás e vice versa.
[url]/Main#Profile?uid=17942525296281987084[/url]:Miguel, você está encarando a "condenação" e "julgamento" como aquilo que ocorre em um tribunal, mas não é assim que funciona. Não se pode mentir para Deus, assim, você se condena através de seus atos enquanto vivo. Deus NÃO pode te salvar ou a mim, ou a qualquer pessoa se nós NÃO queremos ser salvos. Ele NÃO pode te perdoar, ou a mim, ou a qualquer pessoa, se não pedirmos perdão. Assim, nós nos condenamos livremente, Deus apenas dá o "Veredito".
"Em última instância, somos nós quem nos condenamos ao Inferno. O julgamento seria tomarmos pleno conhecimento de nossos atos e de suas consequências na temporalidade e na Eternidade"
Bem, então você e a Leoa agora vão ter que se entender. Afinal é Deus que julga ou somos nós mesmo que nos condenamos. Se formos nós mesmos, não há necessidade de julgamento divino. E se, como a Leoa afirma, a medida de Deus não é a mesma que a nossa, então as duas medidas podem não coincidir. Assim, ao nos condenarmos, podemos ser absolvidos por Deus, ou vice-versa. Ao nos absolvermos, podemos ser condenados por Deus.. Veja que vocês mesmos estão se enrolando cada vez mais...